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Glam Magazine

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“Falem Agora”… falem hoje, amanhã e sempre… o single de Fábia Rebordão

O fado, como música urbana que é, sofre mudanças mas não muda a sua alma. Hoje, o Fado Património imaterial da Humanidade é conhecido e falado nos quatro cantos do Mundo. Música de portos e marinheiros sempre levando e trazendo influências mas não mudando a sua identidade de curioso do mundo mas sempre Português.

Cvr single_Falem Agora_Fabia Rebordao - FABIA REBOAssim acontece com o single de estreia da fadista Fábia Rebordão. "Falem Agora" vem pela janela do fado, mas também descortina outras paragens que não nos são em nada desconhecidas desta Lisboa multicultural. Nesta viagem estival têm a ginga brasileira, o calor africano e o coração da Guitarra Portuguesa.

Mas Fábia não faz esta viagem sozinha. A seu lado tem o produtor/compositor e letrista Jorge Fernando, Hugo Novo e New Max (Expensive Soul), estes últimos também como produtores deste disco de estúdio. “Falem Agora”, falem hoje, amanhã e sempre. Mas falem. Porque está voz veio para ficar, ser ouvida e falada.

Falada por nós e pelo Mundo, na voz de Fábia Rebordão.

MAGAFEST 2016 ▲▼◆

O MAGAFEST 2016 ▲▼◆ está aí!

Que depois do sucesso da primeira e segunda edição, o festival de celebração das MagaSessions regressa dia 10 de setembro, das 18h às 2h, no Palácio Sinel de Cordes. O MAGAFEST 2016 ▲▼◆ é um festival de música alternativa e de autor que, este ano, traz para o palco Tó Trips & João Doce, Selma Uamusse, Norman, Carlos Bica & Jim Black, Alek Rein, Madalena Palmeirim, Sopa de Pedra, Abysmo Speed Date e Tra$h Converters.

Cartaz MAGAFEST 2016 ▲▼◆ .jpgOs concertos vão encher o terraço do palácio, mas não só. Continuam pelo Salões do palácio por onde ainda nos vamos cruzar com os autores da Abysmo e de outras editoras independentes. Projectos curiosos como a Abysmo Speed Date e os Tra$h Converters vão modelar o ambiente pelo interior do palácio.

Vai ser um dia para celebrar as MagaSessions, sessões musicais que acontecem desde 2012 no Saldanha, com curadoria e na casa de Inês Magalhães. Um espaço invulgar de concertos únicos e íntimos, onde músicos já estabelecidos no panorama musical português, bem como novos talentos que fazem a sua estreia na casa, apresentam aos convidados as mais diversas experimentações sonoras.

 

Fizeram parte do cartaz, em 2015, Norberto Lobo & Carlos Bica, Filho da Mãe, Lula Pena, Silence Is a Boy, Minta & The Brook Trout, Garcia da Selva, Simão e Jibóia

O MAGAFEST 2016 ▲▼◆ acontece no Palácio Sinel de Cordes, espaço comandado pela Trienal de Arquitectura, que aceitou de braços abertos receber, na sua casa, a celebração das MagaSessions

Saxofonista e inovador do jazz Ornette Coleman homenageado em julho no gnration

Um ano após a morte do compositor e saxofonista norte-americano, o gnration apresenta um ciclo inteiramente em memória de Ornette Coleman.

Às Voltas com Ornette Coleman” contará com concertos por nomes de referência nacional no campo do jazz, a exibição de um documentário sobre a vida e a obra do grande impulsionador do movimento free-jazz da década de 50 e 60, e ainda uma emissão especial do programa Só Jazz, da Rádio Universitária do Minho, que terá como convidados Ivo Martins, diretor do Guimarães Jazz, e Hugo Carvalhais, músico.

ooo.jpgMúsico revolucionador do jazz, Ornette Coleman faleceu aos 85 anos em Manhattan. Nascido a 9 de março de 1930, no Texas, ficou conhecido por tocar saxofone de forma inigualável e de libertar o jazz das fronteiras que o delimitavam. Entre os seus discos mais singulares, destacam-se “The Shape of Jazz to Come (1959)” e Free Jazz (1960)”. No seu percurso, trabalhou com nomes como Lou Reed e Jerry Garcia dos Grateful Dead. Em julho de 2009, Coleman recebeu o mais prestigiado prémio no mundo da música jazz, o Miles Davis Award.

 

Ornette: Made in América (Documentário)

8 julho 2016 | 22.30h

 

Só Jazz: Especial Ornette Coleman (Talk)

8 julho 2016 | 21.30h

 

Carlos Bica & João Paulo Esteves da Silva + RED Trio (Música)

9 julho 2016 | 22.00h

 

Hugo Carvalhais Cryptic Quartet + “The Shape of Jazz to Come” por Quarteto João Guimarães (Musica)

16 julho 2016 | 22.00h

 

Lola Lola… o som “flamantes“ ao vivo no Vadia Brewpub

Os Lola Lola surgem na sempre criativa e animada cidade do Porto, no ano de 2014. Depois de terem contribuído para a fantástica viagem d' “Os Tornados”, nas palavras da imprensa (à época), “uma das mais singulares e desconcertantes bandas a surgir no mais recente panorama nacional”, Tiago Gil (Guitarra),

Miguel Lourenço (Baixo) e Hélder Coelho (Bateria), perpetuadamente com vontade de expressarem a sua música, continuaram a tocar e a compor juntos como um trio, até ter surgido a oportunidade de experimentarem uma parceria com João Azeredo (Saxofone Barítono), desde logo arregimentado para as hostes do rock’n’roll.

GLAM - Lola Lola.jpgDesta formação, com influências e preferências musicais inspiradas no rock’n’roll, 60’s beat, rhythm & blues e popcorn, resultou o novo e excitante som dos “flamantes” Lola Lola.

 

Vadia Brewpub (Oliveira da Azeméis)

25 de Junho 2016 | 23.00h

seBENTA ao vivo no Festival Faz Música...

“Raio-X” é o álbum de 2016 dos seBENTA, uma radiografia que mostra a banda no seu melhor…O melhor do rock, como resultado da experiência e da paixão que os elementos dos seBENTA foram incorporando neste projecto.

se.pngEstando sempre junto dos seus fãs, é ao vivo que os seBENTA partilham o sentimento de união, provocando uma celebração total com o público, e nos foram habituando a seguir as suas canções como “Bem", Pensando Assim”, "Ver Vamos", "Balas de Prata", fazendo dos seus concertos momentos únicos e imperdíveis.

A sua história é hoje maior que ontem, porque acreditar é mais que tudo… É ir até ao fim do mundo!

Para ver ao vivo no Festival Faz Música, amanha, 18 de Junho, na Av. da Liberdade, pelas 22h00, as músicas de “Raio-X”, e muito mais...

Vagos Metal Fest’16

"Estamos no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos ... Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ...". É este o incontornável prólogo de todas as edições dos livros de Asterix, o Gaulês.

Mas, e se o ano for 2016, os romanos os muitos Festivaleiros do nosso país, a aldeia uma plácida Vila no Centro de Portugal e os gauleses são, afinal, headbangers? É aqui, nesta Vila, entre a ria e o mar, que nasce em 2016 o Vagos Metal Fest.

vagos.jpg Vagos... A capital nacional do Metal. As datas de 13 e 14 de Agosto de 2016 marcam o início de um novo Festival de Heavy Metal, que disputará atenções com os melhores festivais Ibéricos. A Quinta do Ega, em Vagos, receberá um Festival eclético, qual caldeirão do Druida Panoramix, onde os ingredientes são os vários sons extremos que definem o metal na sua forma mais alargada.

Com um cartaz cuidado, este é o Festival onde o Folk Metal se cruza com o Death. Onde o Thrash encontra o Black Metal, onde o Industrial pára para ouvir o Heavy Metal. Não existem no Vagos Metal Fest barreiras de género, é um Festival com todos para todos.

O Vagos Metal Fest marca um ponto de partida para o estreitamento dos laços há muito criados entre as comunidades Vaguense e Metaleira.

 

Alinhamento:

13 Agosto 2016

- Dark Funeral

- Vektor

- Bizarra Locomotiva

- R.A.M.P.

14 Agosto 2016

- Helloween

- Finntroll

- Discharge

- Godvlad

- Tribulation

Manuel Fúria & Os Náufragos apresentam novo single "20.000 Naves"

Depois de “Nova”, Manuel Fúria & Os Náufragos lançam “20.000 Naves”, o segundo single que fará parte de um novo disco, actualmente em produção. A música dá o mote à digressão “20.000 Datas” que começa hoje no Plano B, no Porto e passa, entre outros, pelo Festival Vilar de Mouros:

1466091120.jpgManuel Fúria descreve o novo single como uma “espécie de ode contra o impossível, coisa da esperança e da vontade” que serve de presságio ao espírito do projecto: “a ideia de alinhamento numa certa ortodoxia da canção pope-roque, de pertença a uma linhagem e tradição de escrever canções que querem dizer coisas, de uma abordagem à canção popular que se deixa apropriar de modelos intemporais como os músicos do jazz ou do fado o fazem com os standards ou o fado tradicional”.

Depois d’Os Golpes, dos discos a solo "As Aventuras do Homem Arranha”, “Manuel Fúria Contempla Os Lírios do Campo” e da edição limitada de “Quatro Canções e Outros Tantos Lugares Comuns”, Manuel Fúria escreve um novo capítulo com Os Náufragos, acendendo o rastilho para um próximo disco com este novo single "20.000 Naves” com um "refrão quase roubado à Sophia de Mello Breyner Andresen, de Mar Novo”.

 

17 de Junho – Plano B - Porto

18 de Junho – Carpe Diem – Santo Tirso

24 de Junho – Musicbox - Lisboa

25 de Agosto – Festival Vilar de Mouros

 

Rita Redshoes apresenta hoje ao vivo em Berlim banda sonora da sua autoria

Rita Redshoes interpreta hoje ao vivo a banda sonora do filme documental "Portugueses do SoHo - Uma história que mudou a geografia", no Cinema Babylon, em Berlim, cidade onde se encontra há mais de 10 dias a gravar o novo álbum que tem data de lançamento prevista para o Outono.

foto11.jpgNa próxima semana, mais concretamente na quinta-feira, dia 23, é a vez do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, receber a apresentação deste registo que retrata a vida dos portugueses que se fixaram no SoHo, no coração de Manhattan e da cidade de Nova Iorque. Rita Redshoes, autora da banda sonora, não estará presente na estreia em Lisboa, uma vez que permanecerá em Berlim a gravar o seu 4.º álbum de estúdio, com o produtor Victor Van Vugt.

"Portugueses do SoHo - Uma história que mudou a geografia", documentário que conta a história dos emigrantes portugueses que chegaram ao SoHo após a Segunda Guerra Mundial, com textos e narração de José Luís Peixoto, foi realizado por Ana Ventura Miranda e produzido pelo Arte Institute.

Estreou em Abril no Museum of Modern Art (MoMa), em Nova Iorque, onde Rita Redshoes também foi convidada a actuar.

Ivan Lins continua a apresentar-se em Portugal, amanhã em Estarreja

Aos 71 anos, celebrados ontem, o cantor, músico e compositor Ivan Lins continua a apresentar-se em concerto com a sua banda em Portugal.

pjz3_IVANLINSSite20162.jpgNo passado dia 11 de junho encerrou o Festival Raízes do Atlântico no Funchal (Madeira) e amanhã estará no Cine Teatro de Estarreja às 22h00 para um concerto esgotado. No próximo dia 25 é vez de subir ao palco do Anfiteatro ao Ar Live da Fundação Calouste Gulbenkian como convidado especial de Carlos do Carmo com a Orquestra Gulbenkian, às 21h30.  26 de Junho encerra as Festas no Parque da Cidade, no Barreiro, às 21h30.

 

Ivan Lins é o compositor vivo brasileiro mais gravado no mundo. Sarah Vaughan, Quincy Jones, George Benson, Ella Fitzgerald, Carmen McRae, Barbara Streisand, Diana Krall, Michael Bublé, são apenas alguns dos nomes com os quais o percurso artístico de Ivan já se cruzou.

 

O brasileiro é tambem detentor de vários Grammy: o último foi-lhe atribuído em 2015 pelo seu mais recente disco "América Brasil" editado no mesmo ano e hoje reeditado em Portugal, pela segunda vez.

O Mistério dos Kikagaku Moyo

Quem for à Internet em busca de informações sobre os Kikagaku Moyo, encontrará, claro, uma página no Facebook, mas nem uma recensão nas páginas das “grandes” publicações digitais. É caso para dizer que ainda há bandas misteriosas, mesmo que por razões mais ou menos alheias à vontade dos músicos. Admita-se aqui algum exagero. No YouTube, estão discos e canções e, num blog discreto, pode ler-se uma entrevista em que o quinteto japonês se dá a conhecer.

Mas o mundo dos Kikagaku Moyo parece alheio às maravilhas das redes sociais, mais próximo do universo dos fanzines e de festivais “amadores” como o saudoso Terrascope. Pressente-se, também, uma relação mais intensa e genuína, com a música que ouvem e fazem. Uma continuação elegantíssima do melhor rock psicadélico, com menções gentis ao krautrock e um talento assombroso para alternar melodias femininas com riffs endiabrados. De onde vem esse equilíbrio? De muitos anos de estrada, muitos concertos, de uma dedicação intensa à música. De um compromisso livre.

A.jpgÉ fácil falar de referências. Bardo Pond, Blue Cheer, Crazy Horse, Soft Machine e até de Sonic Youth, Juana Molina, The Doors ou Shocking Blue. Os Kikagaku Moyo, no entanto, não precisam de muletas. Existem a compasso destes nomes, quando não os ultrapassam. A facilidade com que compõem canções, tecendo aos ritmos da bateria, os glissandos do sítar, a alegria com que celebram cada ritmo ou arranjo e a imprevisibilidade sensata com que tocam os instrumentos, fazem deles a melhor banda japonesa desta década. Quem duvidar, escute as cinco faixas do EP homónimo. Nem um segundo de redundância, apenas grande música que dá prazer ao corpo e ao cérebro.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

19 de Junho 2016 | 22.00h

Sumol Summer Fest 2016… Horários disponíveis

O Sumol Summer Fest está a chegar.

Os dias 24 e 25 de junho prometem ser memoráveis, passados entre o Ericeira Camping e a praia de Ribeira D’Ilhas com um cartaz cheio de nomes incontornáveis como os internacionais Azealia Banks, Tinie Tempah, Robin Schulz e Madcon e os lusófonos Gabriel o Pensador, Jimmy P ou Nelson Freitas, três palcos e muitas atividades dentro e fora do recinto.

horarios.pngTudo isto numa localização privilegiada… a emblemática vila da Ericeira junto à meca do surf na Praia de Ribeira D'Ilhas com acesso a um dos melhores parques de campismo do país - o Ericeira Camping - ao som da melhor banda sonora que marca o início do verão.

 

As portas do recinto abrem às 18:00 tanto no dia 24 como no dia 25 de junho sendo que as bilheteiras começam a funcionar às 10:00.

Ana Bola continua “Sem filtro”… na Gafanha da Nazaré...

Um monólogo. Uma actriz, Ana Bola. Com 40 anos de profissão, fez teatro, fez televisão, foi autora de séries de sucesso, apresentadora de programas, jurada de concursos, etc.. Aos 62 anos de idade vê-se confrontada com falta de trabalho, apesar de continuar no activo, em forma e acarinhada pelo público.

Sem_Filtro_1_770_9999.jpg

Apresenta propostas, tem reuniões com as direcções de programas, mas não consegue ver nada aprovado.

Restam-lhe os castings de um programa de talentos. É-lhe pedido que faça desde dança a culinária, passando por ballet clássico ou até por números de circo.Ainda que de uma forma ligeira e bem-disposta, o espectáculo procura uma crítica directa e sem papas na língua a uma realidade gritante: a total falta de respeito pela arte, pelos artistas e pelo trabalho sério, que é substituído por atentados ao talento e à experiência. O que resulta na ascensão a vedeta da total ausência de talento.

Este monólogo chama os bois pelos nomes. Sem filtros. Sem medo

 

Espetáculo comemorativo do 6.º aniversário do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré

 

CC Gafanha da Nazaré (Ilhavo)

20 de junho de 2016 | 22.00h

Arne Heeres resolveu vir a Portugal apresentar “I”

Arne Heeres é a voz e guitarra dos australianos Magnus. O músico atravessou meio Mundo decidido a vir a Portugal apresentar o álbum de estreia da sua banda e veio sozinho... Chegou no dia 12 de junho e nesse mesmo dia tocou na Feira Cultural de Coimbra. Já provou alguma da gastronomia local e a cerveja portuguesa. Agora quer continuar a conhecer o nosso país e a apresentar-nos "I", disco de Magnus

arne.jpgEm 2012 Arne deu por si vidrado num ecrã de computador. Arquiteto de profissão, sentiu que lhe faltava algo mais para se sentir realizado. Nos meses seguintes escreveu, gravou e lançou um álbum. Colocando em prática esta nova convicção, Arne viajou pela Índia, Europa e América do Sul e percebeu que o Mundo é infinitamente maior que a sua secretária de trabalho. 

No regresso a Sidney, Austrália, formou os Magnus. O primeiro EP de Magnus foi editado em 2015 e esteve na tabela Triple J Unearthed Rock durante 4 semanas consecutivas Para além de Arne Heeres (guitarra e voz), os Magnus são ainda compostos por Denis Hionis no baixo e Giulio Albanese na bateria.

Nesta primeira visita a Portugal Arne Heeres vem sozinho para dar a conhecer o álbum de estreia, recentemente editado, do projecto Magnus

 

17 junho 2016 - Galeria do Desassossego (Beja)

18 junho 2016 - Prestigio, Vila Nova de S. Bento (Serpa)

24 junho 2016 - Art'Aska Caffee Lounge (Silves)

25 junho 2016 - FNAC AlgarveShopping (Albufeira)

26 junho 2016 - FNAC Faro

Ararur editam novo single…

Os Ararur, banda portuguesa de jazz com afinidade com o universo da world music e da música improvisada acabam de lançar “Ela”, cartão de visita de um novo disco a ser editado ainda este ano com o selo da Music For All.  Este será o sucessor do registo de estreia editado em 2013, que lhes valeu a conquista do prémio de “Melhor Álbum de Jazz Vocal” nos Independent Music Awards, perante um ilustre painel de jurados ligados ao mundo da arte.

Ararur_promo.JPGphoto: Promo /DR

 

Após a conclusão do curso na Escola Superior de Música de Lisboa, o guitarrista e compositor António Miguel Silva foi aceite na primeira edição das residências artísticas do Músibéria – Centro Internacional de Músicas e Danças no Mundo Ibérico (Serpa), vendo assim o seu CD ser financiado pela União Europeia e pela Câmara de Serpa. Durante os primeiros sete meses de 2013 foram trabalhados os temas e o conceito do grupo a que chamou Ararur. Para a gravação do CD convidou os seus amigos e antigos colegas de curso: Ângela Maria Santos, cantora com a qual trabalha desde longa data e em quem confia para escrever as letras dos temas, João Capinha nos saxofones, Francisco Brito no contrabaixo e João Rijo na bateria.

A música que criam em conjunto junta melodias com as quais as pessoas se conseguem identificar, letras em português, ambientes e sonoridades da world music e uma liberdade para cada um se exprimir no seu instrumento que nos remete para o jazz e para a música improvisada.

Em 2013 editaram o seu primeiro álbum homónimo, ano em que foram também seleccionados enquanto Jovens Criadores do Ano pelo Clube Português de Artes e Ideias, sendo escolhidos para representar Portugal na VI Bienal de Jovens Criadores da CPLP, em Salvador da Bahia, Brasil. No ano seguinte conquistariam dois prémios no 13th Independent Music Awards, entre eles o de Melhor Álbum de Jazz Vocal, eleito segundo um painel de ilustres figuras ligadas ao mundo do espetáculo e das artes.

“O Nosso Povo”… o single de Yolanda Soares editado no 10 de Junho

Depois de 3 anos de inspiração, trabalho e muita convicção, e após 5 anos sem lançar um novo álbum, eis que estreia agora a "obra" que a cantora crossover Yolanda Soares considera a mais lusitana, madura, sedutora e romântica das suas produções. Com artistas convidados, nacionais e internacionais, de grande nível, o novo álbum “Royal Fado” promete "coroar" Portugal.

yo.jpgO primeiro single “O Nosso Povo”, juntamente com o video, teve a sua estreia no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, por todas as características inerentes ao mesmo.

O single deste CD “O Nosso Povo”, um Fado que Carlos Paião compôs para Amália, e que Amália chegou a gravar, não teve no entanto a visibilidade de outros temas/fados, mas é na opinião de Yolanda Soares um dos Fados mais bonitos, com uma letra romântica e de grande carga lusitana. Razão pela qual a cantora, crossover Yolanda Soares, se sentiu imediatamente impelida a gravá-lo considerando-o o tema ideal para o conceito que quer transmitir deste CD “Royal Fado” e por expressar um sentimento tão actual face ao panorama nacional e europeu. Neste tema sente-se exactamente a alma de um povo em que a letra espelha, quase que, o ser português na sua plenitude, que inclui o lirismo de Camões, o romantismo dos poetas, a bravura, a tradição, e a esperança de uma personalidade lusitana única.

O video do tema é uma autêntica surpresa, e Yolanda queria que fosse muito especial por todo o conceito e por ser o seu primeiro videoclip, apesar de já ter no seu historial dois CDs editados. Foi gravado numa das mais bonitas bibliotecas do mundo, a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra. Uma autêntica obra de arte arquitectónica e referencial que Yolanda considerou ideal para retratar este trabalho. Este single é o inicio de uma descoberta e obra única que o público poderá ter acesso já a partir de Setembro do ano de 2016.

 

TRC ZigurFest regressa em Setembro….

TRC ZigurFest regressa entre os dias 1 e 3 de Setembro!

E tal como nos outros anos, o “melhor fim-de-semana do ano” traz mais de vinte concertos espalhados entre o Teatro Ribeiro Conceição e as ruas de Lamego para 72 horas de música e muita animação.

zigur.jpgMas antes disso, há tempo para celebrar mais uma noite em Combustão Lenta e acolher a impressionante estreia discográfica de Berlau & AM Ramos.

39ª edição do FITEI termina em Matosinhos

Uma comédia negra, intrinsecamente política e interventiva, encerrará a 39ª edição do FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, que este domingo termina em Matosinhos. “Los Milionários”, a peça do chileno Alexis Moreno, promete doses generosas de realidade e denúncia social.

1056081.jpgPartindo da luta dos indígenas “Mapuche” pelo direito às suas terras ancestrais, presente também, por exemplo, no mais recente livro do escritor chileno Luis Sepúlveda, o premiado Teatro La María construiu um espetáculo vivo e que promete não deixar ninguém indiferente. Alexis Moreno, que assina também a encenação, disse ao jornal “La Tercera” que se trata do “texto mais obscuro e menos amigável” que alguma vez escreveu.

 

Los Milionários” tem como espoleta um caso ocorrido em 2013, no Chile: o assassinato de um casal de agricultores em território “Mapuche”, do qual resultou a condenação a 18 anos de prisão do xamã Celestino Córdova. A peça centra-se na defesa judicial do xamã por parte de uma empresa corrupta e milionária de advogados, a qual serve, segundo Alexis Moreno explicou ao jornal “Público”, para denunciar “a hipocrisia de um país e a perversão do sistema atual”, mas também o racismo, a xenofobia, o oportunismo e a desigualdade, temas centrais da sociedade ocidental.

 

Teatro Municipal de Matosinhos – Constantino Nery

19 de Junho 2016 | 21.30h

“Alma de Coimbra” entusiasma Casa da Música (Reportagem)

O Grupo Coral “Alma de Coimbra”, formado por antigos alunos da Universidade de Coimbra, deu um concerto na Sala Suggia, da Casa da Música, do Porto que entusiasmou a audiência que praticamente lotava a sala de espectáculos.

O coro, com dois trabalhos discográficos lançados, “Alma” e “Alma 2”, pretende divulgar, dentro e fora do país, os poetas, os autores, os intérpretes e a língua portuguesa. “Romagem à Lapa”, de Leonel Neves e Luís Goes, “Menina dos olhps tristes”, de Reinaldo Ferreira e Zeca Afonso, “Balada dos meus amores”, de Edmundo Bettencourt e Luís Goes e “Lágrima”, de Amália Rodrigues e Carlos Gonçalves preencheu o início da atuação do grupo, completada pela intervenção do tenor José de Eça, acompanhado ao piano por Augusto Mesquita.

IMG_9496 (Cópia).jpgAntes do intervalo o coro apresentou “Gaivota”, de Alexandre O’Neill e Alain Oulman, “A veia do poeta”, de Carlos Té e Rui Veloso, “Sei de um rio”, de Pedro Homem de Melo e Alain Oualman e “A gente vai continuar”, de Jorge Palma.

 

Na segunda parte, e depois de uma intervenção do grupo de guitarras portuguesas, o coro interpretou mais alguns temas de que se destacou “Foi Deus”, tema eternizado por Amália Rodrigues.

IMG_9492 (Cópia).jpgDesde a sua criação, em 2006, que o “Alma de Coimbra”, formado por um coro e por um grupo de guitarras, se tem restringido a tocar e cantar temas da lusofonia, mantendo assim aquilo que consideram uma missão de propagar e difundir a língua e cultura portuguesa. Tudo isto graças ao maestro, Augusto Mesquita, que é o autor de todos os arranjos corais de todos os temas interpretados.

O “Alma de Coimbra”, que ensaia uma vez por semana quando há disponibilidade por parte dos elementos, é agora composto por quatro gerações de músicos e já passou por vários países do mundo.

 

Dentro de dias o coro desloca-se a Madrid, onde vai dar um concerto no Colégio Oficial de Médicos e, quatro dias depois a Barcelona, onde participa em Valls no concerto de encerramento do 10º aniversário da Associação “Amics de la musica de Valls”.

Em setembro dá um concerto no Grande Hotel do Luso e, no final deste mês, desloca-se à Polónia para participar no “Cracóvia Music  Festival” e para uma atuação em Varsóvia. Em outubro dá um concerto em Abrantes, no Cine-Teatro S. Pedro e a Vale de Cambra para um espetáculo no Auditório Municipal

 

Reportagem e Fotografias: Sergio Magalhães