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Glam Magazine

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Pedro e os Lobos ao vivo em Almada… Banda apresenta novo single ao vivo

Na sexta-feira, dia 17 de junho, Pedro e os Lobos apresentam o seu mais recente single "Um Dia Assim" no Fórum Municipal Romeu Correia em Almada, pelas 21h30.

pedro.jpgO espetáculo está inserido na promoção do novo trabalho do compositor e autor Pedro Galhoz, que se prepara para lançar um novo álbum que vem suceder e complementar o lado A deste projeto - "Um Mundo Quase Perfeito" - lançado em 2014.

 

O alinhamento do concerto conta com temas de referência do "Um Mundo Quase Perfeito", como "Alma e Sangue", "Volta a Morte" e "Dança", sem esquecer o novo single "Um Dia Assim", tal como outros temas integrados no novo trabalho, apresentados ao vivo em primeira mão. O single tem distribuição Altafonte e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

 

Fórum Municipal Romeu Correia (Almada)

17 de Junho 2016 | 21.30h

“Soft Power Sagrado” ao vivo este fim de semana no Plano B

“Soft Power Sagrado” é primeira álbum do projeto Pro'Seeds composto pelo rapper Berna, o produtor Serial (Mind Da Gap) e Dj Score (Gatos Do Beko).

São onze faixas que juntam o melhor de dois mundos, quer ao nivel lírico como sonoro onde ás produções de Serial se juntam os scratches de Score e este conta, para álem de Berna com as participações Ace (Mind Da Gap), Expeão (Dealema) e Virtus. Todas as faixas foram gravadas, misturadas e masterizadas por Serial nos Estúdios La Suite. O artwork da capa foi elaborada por Rodrigo Alma e design gráfico por Unmade (Colectivo RUA).

pro.jpgUm ano após o lançamento do pré-single “SPS”, a faixa “Fora de Mim” com a participação de Expeão foi o primeiro single do álbum, que brevemente será acompanhada de um video a cargo de Expanding Roots. O álbum conta com o patrocinio da marca de roupa LRG. A tenra idade dos Pro'Seeds é suportada por uma longa carreira a solo e experiência em palco dos seus intervenientes.

 

Berna edita a solo “Reflexologia” em 2002, uma edição de autor produzida no 2º Piso, um dos marcos da historia do Rap em Portugal, em 2009 edita “O Quebrar Do Gelo" e o EP “Como deve Ser” surge em 2010. Colabora com Mundo Segundo (Dealema) e Né (Barrako27) no projecto 'Real Companhia' e 'Sindicato Sonoro'.

A carreira de Serial encontra-se interligada com a dos Mind da Gap, tendo em 1994 gravado a sua primeira maquete e em 1995 gravam o EP “Flexogravity” com os Blind Zero pela editora NorteSul. Em 1997 fazem a sua estreia com o álbum “Sem Cerimónias” seguido de “A Verdade” e “Suspeitos do Costume”, disco que alcança o galardão de disco de prata. Em 2005 Serial edita “Brilhantes Diamantes” o seu primeiro álbum a solo. O ano de 2006 marca o regresso a Mind Da Gap que editam “Edição Ilimitada” e sucessivamente “A Essência” em 2010 e "O regresso ao Futuro" em 2013.

Score é um DJ oriundo do Porto que ganhou um lugar de destaque na cena portuense, sendo hoje uma referência. Além de Pro'Seeds é um dos membros da banda Gatos do Beko e colabora frequentemente com inúmeros artistas nacionais.

 

Plano B (Porto)

10 de Junho 2016 | 22.30h

"Pet Sounds" dos Beach Boys celebra 50 anos com reedição de luxo

O icónico álbum de 1966 dos Beach Boys, “Pet Sounds”, é universalmente aclamado como um dos discos mais importantes da história da música. A 16 de maio assinalou-se o 50.º aniversário deste aclamado álbum e, para celebrar esta data, os Beach Boys vão lançar uma série de edições especiais desta obra-prima.

petsounds.jpgPet Sounds (50th Anniversary Edition)” será lançado mundialmente a 10 de junho em vários moldes, incluindo uma edição de colecionador com 4CD/Blu-ray Audio que contém um livro de capa dura, o álbum original remasterizado em stereo e em mono, misturas em stereo de alta resolução, em mono, versão instrumental e som 5.1 surround, bem como outtakes das sessões de gravação, misturas alternativas e gravações ao vivo até agora nunca editadas. Será ainda lançada uma edição deluxe de 2CD (e em formato digital) que inclui o álbum remasterizado em stereo e em mono, além de alguns dos destaques que fazem parte da edição de colecionador. Estarão ainda disponíveis edições em LP de 180 gramas, em mono e stereo, replicando fielmente o artwork do álbum original.

Pet Sounds”, o 11.º álbum de estúdio dos Beach Boys, tem reinado as preferências dos críticos e do público, além de se manter como um dos mais citados e influentes da música popular. Mais de uma centena de publicações e jornalistas descreveram “Pet Sounds” como um dos melhores álbuns alguma vez gravados, tendo entrado para o GRAMMY Hall of Fame em 1998. Certificado com a marca de platina, “Pet Sounds” ficou em 1.º lugar do top de Melhores Álbuns de Sempre da revista MOJO, enquanto a Rolling Stone colocou-o na 2.ª posição da lista dos 500 Melhores Álbuns de Sempre.

 

Precisamente no dia em que as novas edições especiais de “Pet Sounds” chegarão ao mercado, 10 de junho, Brian Wilson passará por Portugal para interpretar ao vivo este álbum na íntegra, no festival NOS Primavera Sound, no Porto.

Rui Massena apresenta o novo álbum nos Coliseus de Lisboa e Porto

Por esta altura já não é descabido usar o termo "fenómeno" para descrever o que se tem passado com Rui Massena e a sua música: “Ensemble”, o mais recente projecto deste compositor que se tem igualmente afirmado como pianista, chegou ao primeiro lugar do Top de Vendas nacional, liderou a tabela de vendas da FNAC e motivou salas cheias na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém, com o artista a ser premiado no final por entusiásticas ovações. Um feito absolutamente inédito para um registo vindo da área correntemente designada por "Modern Classical". 

DSC_0927 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Agora Rui Massena prepara-se para subir a fasquia com apresentações que se adivinham históricas no Coliseu dos Recreios a 2 de Dezembro e Coliseu do Porto a 7 do mesmo mês. Duas apresentações, acompanhado pela sua orquestra de cordas, em salas icónicas que não costumam receber com frequência este tipo de propostas musicais. Mas o sucesso dos álbuns “Solo” e agora “Ensemble” mais do que justifica estas apostas: os triunfos de palco deste artista de excepção, cuja música parece despertar as mais profundas emoções no seu público, têm sido inequívocos e demonstrado que existe uma ligação muito forte e especial entre esta música e a sua audiência. Será dessa força, dessa ligação singular, que estes dois concertos irão viver, com momentos de beleza absoluta a pontuarem dois concertos que se adivinham imperdíveis

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

2 de Dezembro 2016

 

Coliseu (Porto)

7 de Dezembro 2016

Festival de Vilar de Mouros 2016…

Chamam-lhe Pai. Dizem que foi o Berço. Tem já tantas vidas que mais parece gato.

Mas, no final, tudo se resume ao nome de uma pacata aldeia e à persistência de um Senhor que também era Doutor e que gostava de música e de juntar gente para a ouvir e ver.

Tudo aconteceu quando o Doutor António Augusto Barge decidiu casar as suas duas paixões: a música e o Minho. Foi assim, sob o mote “Cultura e juventude ao serviço de todos” que nasceu o Festival Vilar de Mouros, em 1965.

cartaz_bandas_4x3_2.jpgDesde esses dias até 2016, é sobejamente conhecida a história do mais icónico dos Festivais em Portugal: como cresceu, o quanto se elevou, a forma como se impôs, mas também as vezes que tombou. Curiosamente, nunca se perdeu, nem desapareceu. Porque é o Festival Vilar de Mouros, o Festival de todos os Festivais. O principio de tudo, portanto. Valioso como é, exige ser estimado por quem nele trabalha. Quer receber Artistas emblemáticos. Quer sentir o pulsar do público que vibra com a música. Quer ser homenageado pelas romarias que escolhem a beleza de Vilar de Mouros como destino para a festa.

 

Porque sabemos tudo isto, será assim mesmo este Festival Vilar de Mouros.

Um Festival com identidade.

Um Festival em que os Artistas e o público importam em igual medida.

Um Festival que desafia os sentidos e valoriza a cultura e gastronomia locais.

“Cultura e juventude ao serviço de todos” será também o nosso mote. Para nos guiar.

Neste ano em que celebra o 50º aniversário, nasce o Festival Vilar de Mouros.

E como gritou o Doutor Barge em 1982, queremos em Vilar de Mouros "...loucura, loucura controlada !..". Temos Festival.

 

25 Agosto

Palco Principal

António Zambujo

Peter Murphy

Happy Mondays

The Legendary Tigerman

Peter Hook

Manuel Fúria E Os Náufragos

 

26 Agosto

Palco Principal

Omd (Orchestral Manoeuvres In The Dark)

David Fonseca

Echo & The Bunnymen

Milky Chance

Linda Martini

Neev

 

27 Agosto

Palco Principal

Blasted Mechanism

The Waterboys

Tindersticks

Bombino

Tiago Bettencourt

Samuel Úria

 

Noite Colado… esta sexta no Musicbox

Dia 10 de Junho há nova festa no Musicbox.

Filipe Sambado e Reis da República sobem ao palco para mais uma noite com a assinatura da Colado, com o mesmo objectivo de sempre: celebrar o melhor que a música feita em Portugal tem para oferecer.

Cartaz Completo.jpgFilipe Sambado vai presentear­nos com "Vida Salgada", o seu mais recente lançamento, assim como alguns temas antigos, num formato único a solo. Os Reis da República vão tocar o seu mais recente EP mas prometem também material novo para os fãs!

 

Musicbox (Lisboa)

10 de Junho 2016 | 22.00h

 

peixe : avião em Leiria pelas mãos da Preguiça Magazine

Após a edição de “Peso Morto” no passado mês de Fevereiro, assinalado por concertos de apresentação no Porto (Rivoli), Lisboa (Lux Frágil) e Braga (Theatro Circo), a banda bracarense leva o seu quarto disco para a estrada. Entre as datas anunciadas incluem-se as estreias nos Jardins Efémeros em Viseu, no festival Super Bock Super Rock em Lisboa, e a primeira actuação nos Açores, Ponta Delgada, materializada através de uma encomenda do Walk & Talk 2016.

GLAM - peixe avião.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Seguindo a estrada… é já no dia 17 de Junho que a digressão dos peixe : avião passa por Leiria. O concerto acontece no Teatro Miguel Franco, depois das 22 horas.

Em “Peso Morto”, o quinteto explora a subversão do formato canção, o recurso a uma instrumentação de características cada vez mais singulares e a exploração de uma lírica simultaneamente abstracta e introspectiva, características reforçadas em formato concerto através de um espectáculo com uma forte componente visual. 

A banda de Braga, já não toca em Leiria há cinco anos. O concerto é uma organização da Preguiça Magazine, com co-organização do Município de Leiria e do Teatro Miguel Franco.

 

Teatro Miguel Franco (Leiria)

17 de Junho 2016 | 22.00h

Trompetista e compositor Guizado apresenta seu novo projeto, espacial e cósmico “Guizadorbital”

Expoente do nu jazz Brasileiro, Guizado deu-se a conhecer com os discos “O Vôo do Dragão” (2015), “Calavera” (2011) e “Punx” (2008), onde mescla elementos sonoros orgânicos - liderados pelo trompete - com sintetizadores e outras programações eletrônicas.

a0848861785_10.jpgA sua paixão pelos experimentalismos sonoros e pela desconstrução rítmica, agora vem influenciada pela vasta imensidão cósmica e pelos mistérios do universo, seus planetas e demais corpos celestes. Em junho, o artista apresenta seu novo projeto, “Guizadorbital”. Trata-se de uma ramificação do Guizado, um novo resultado das experiências acumuladas ao longo do percurso criativo do trompetista e compositor.

 

Guizadorbital” está disponivel nas plataformas digitais pelo editora EAEO, responsável por uma série de lançamentos interessantes nos últimos tempos. O disco foi gravado ao vivo, com público presente, no Epicentro Cultural, onde se encontra o estúdio da editora. “Apresentei apenas algumas programações e esboços para a banda e partimos para a gravação”, refere Guilherme Mendonça, reforçando a ambientação viajante e solta do disco.

 

A música do “Guizadorbital” tem possibilidades infinitas e não conhece limites. Suas pedradas cósmicas pretendem mostrar o quanto somos pequenos em relação ao universo, mas também como somos seres preciosos, vivendo num planeta extraordinariamente rico e belo. Cada música é inspirada num planeta de nosso sistema solar. Disponivel aqui para download gratuito.

 

União das Tribos lança novo single "Rockin in the Free World"

A versão de “Rockin in the Free World” protagonizada pela União das Tribos, com a participação de Johnny B (Pearl Band) imprime a sua declaração de rock explosivo, vigoroso e musculado na web. Desde 23 de maio, o single está disponível online e no mesmo dia estreou o videoclip que revela toda a energia de que é feita a União das Tribos e deixa bem vincada a sua impressão digital.

uniai.jpgphoto: Divas' Photos

 

A versão da União das Tribos e Johnny B daquela que é considerada pela Rolling Stone uma das melhores canções de sempre, agora municiada pelas armas de António Côrte-Real, Luís Simões (Cebola) e Wilson Silva, concretizou a 23 de Maio a anunciada edição digital. O primeiro single do novo disco, que sai em Outubro deste ano, está já disponível em formato digital, com a chancela da Moon Records. Simultaneamente, a banda estreou o videoclip da autoria de ZE Pinheiro para esta versão do original de Neil Young que integrou o fenomenal “Freedom” (1989).

Esta e outras canções que ao vivo revelam toda a garra, resistência e puro rock que as alimentam, já andam na estrada e após o concerto nas Festas de Azeitão a 22 de Maio, a União das Tribos juntou-se aos nórdicos D-A-D no Paradise Garage, dia 2 de Junho, e seguiu para o Popular de Alvalade, dia 3 de Junho.

Em Outubro, a União das Tribos reforça as hostilidades com "Impressão Digital", um arsenal de surpreendentes colaborações alistadas para o novo disco. Porque a união faz a força

COPPIA… uma viagem que regressa a Lisboa

COPPIA nasce do convite feito pelo Centro Cultural de Belém a Manuela Azevedo, concedendo-lhe Carta Branca para a construção de um espetáculo. Na procura do conceito-mãe para o projeto, descobre a palavra italiana “coppia”, que logo a seduziu pelo seu potencial semântico e simbólico. “Coppia” significa parelha, dupla, casal, par. E se, quase imediatamente, esta palavra remete para a ideia de casal amoroso (não fosse a origem desta palavra a mesma que a palavra “cópula”), cabem aqui também outras parelhas, profissionais, artísticas, familiares... E há ainda a associação gráfica evidente de “coppia” com a palavra portuguesa “cópia” e os seus significados – réplica, reflexo, repetição.

coppia.jpgphoto: José Caldeira

 

A ideia de explorar todas estas possibilidades de expressão e de o fazer tendo as canções como ponto de partida passou a ser a ideia central da construção do espetáculo. Para a criação conjunta deste projeto, desafiou uma dupla de antigos cúmplices: Hélder Gonçalves, a quem cabe a direção musical e Victor Hugo Pontes, responsável pela direção cénica e coreografia. 

 

Teatro São Luiz (Lisboa)

16 e 16 de Junho 2016 | 21.00h

 

Volúpia das Cinzas toca Ondness…

Para esta terceira apresentação, a Volúpia das Cinzas (combo liderado por Gabriel Ferrandini com Pedro Sousa e Hernani Faustino) irá interpretar músicas de Ondness, uma das múltiplas vidas de Bruno Silva. Nos anos mais recentes, Ondness tornou-se num dos nomes maiores da produção nacional de música electrónica.

20160120 027 Vera Marmelo.jpgphoto: Vera Marmelo

 

“Quando em 2008 tomámos contacto pela primeira vez com aquele puto vindo da linha de Cascais a tocar com as gentes respeitáveis da VGO, do Rodrigo Amado Motion Trio ou do RED Trio, não houve espaço para quaisquer dúvidas em afirmar com toda a convicção que se estava perante um dos valores mais iluminados e promissores a florescer no panorama do jazz e da música improvisada. Demonstrado já um equilíbrio notável entre entrega, precisão e um sentido de direcção, ouvido e diálogo potencialmente inesgotáveis, era revelador de toda aquela urgência que alimenta os mais inconformados. Passados estes anos, todas essas expectativas têm sido superadas com a graça e segurança dos grandes, num contínuo ascendente pautado por inúmeras colaborações, tours e desafios um pouco por todo o lado, abrindo uma panorâmica absoluta sobre as mais variadas músicas. E não deixamos de continuar a pensar nele como aquele puto incrível que toca bateria, mas isso é apenas porque a sede e a urgência continuam todas lá.

 

Tocando e gravando com figuras tão respeitáveis como Arthur Doyle, Peter Evans, Rob Mazurek, Jeb Bishop, Nate Wooley ou Thurston Moore, e virtualmente com todos os nomes que interessam nos meandros do jazz, da experimentação e da improvisação livre do burgo, Ferrandini foi criando todo um leque de referências cuja linguagem, em constante expansão, assume uma personalidade cada vez mais singular. Um caminho que tem tido na ZDB um dos palcos mais privilegiados para tomar pulso a tudo isto, numa demonstração de carinho e respeito mútuos, e que é agora celebrado da forma tão orgânica quanto desafiante.

 

Numa iniciativa muito pouco usual por estes lados, Ferrandini irá estar em residência no espaço ao longo de 2016 escrevendo temas originais numa onda descrita pelo próprio como “classic jazz meets free improv” para um trio que se apresentará periodicamente sempre com material novo. Nesta demanda, será acompanhado por dois cúmplices de longa data: o contrabaixista Hernani Faustino e o saxofonista Pedro Sousa. O primeiro, seu parceiro no RED Trio e uma das pontes primordiais para o diálogo geracional que desde sempre tem sido criado com a maior das naturalidades, e o segundo como uma espécie de alma gémea do baterista, num crescimento paralelo que toma aqui uma nova forma de estar igualmente sincera. Um trio de músicos notáveis a tornar possível os enredos – arriscamos escrever sem reservas, apaixonantes e sempre prementes – da cabeça de Ferrandini num work in progress constante que, mais do que balizar qualquer etapa específica desse crescimento, se trata de um processo natural para aquela que é hoje uma das figuras mais essenciais a actuar num espaço ainda por cartografar. Aqui e agora”

 

Galeria ZDB (Lisboa)

9 de Junho 2016 | 22.00h

"Shroud" de Killimanjaro editado na próxima semana

O aguardado EP da banda barcelense, a ser editado já na próxima semana, andará em digressão nos próximos meses por palcos nacionais e não só.

untitled11.jpgSe em "Hook" (2014) aperfeiçoaram a arte de disferir ganchos, em "Shroud" os Killimanjaro molham os pés na arte de fazer canções, trazendo já no dia 16 três inéditas, que partem do metal que estão habituados a praticar até à pop que perdura nos nossos ouvidos.

O primeiro indício desta nova face dos Killimanjaro, "Hurry, Bury", conta com um vídeo realizado pela dupla André Mendes e Diogo Lima. A carrinha do "Shroud" tem passagem marcada por solos nacionais e espanhóis, já a partir da próxima semana.

 

16 Junho 2016 - Sabotage (Lisboa)

17 Junho 2016 - Parqe (Caldas da Rainha)

18 Junho 2016 - Texas Bar (Leiria)

19 Junho 2016 - Woodstock 69 (Porto)

1 Julho 2016 - StoneFest (Piedras Blancas, Espanha)

2 Julho 2016 - Cachan (Santiago de Compostela, Espanha)

14 Julho 2016 - MEO Marés Vivas (Gaia)

16 Julho 2016 - Azure Fest (Angra do Heroísmo)

23 Julho 2016 - WoodRock Fest (Figueira da Foz)

Kamasi Washington foi mesmo… Epic (Reportagem)

Existem concertos e Concertos… (sim com C maiúsculo) e foi este último que aconteceu a uma segunda-feira à noite na Casa da música. Foi o primeiro de 2 concertos em Portugal, pela primeira vez, do “génio” do nu jazz, que arrebatou por completo uma plateia siderada com a força e a mestria musical de Kamasi.

DSC_0237 (Cópia).jpgAcompanhado em palco por um colectivo de excelentes músicos, 6 sem contar com Washington e com o próprio pai, Rickey, que apenas surgiu como convidado na quarta música do concerto, mas que ficou para marcar presença ao longo do concerto, onde 3 temas, ao longo de uns curtos 30 minutos foram mais que suficientes para espalhar a magia deste grande músico, apenas com 1 disco editado, mas já uma referencia musical num espectro entre o jazz e o hip-hop.

DSC_0224 (Cópia).jpgComo referido, ao longo dos primeiros 30 minutos, uma “jam session”, iniciada com o tema “Change of the guard”, de 3 temas foi mais que suficiente para Kamasi apresentar alguns dos seus parceiros em palco, num ritmo frenético, de loucura controlada e de música em volume elevado, bastante elevado. Ao quarto tema chama o pai ao palco para o acompanhar, e entre breves palavras, faz-nos saber que foi ele que lhe ensinou tudo…

DSC_0381 (Cópia).jpgE foi numa toada soul, em palco, num misto de acid jazz a culminar no solo de flauta servido ao piano que a voz de Patrice Quinn se fez ouvir pela sala, atravessando ritmos e barreiras.

Abandona por momento o mestiço soul, o endiabrado groovie e o rebelde jazz para trazer à sala o nu, numa linha de baixo contida, obra de Miles Mosley, mas rebelde, salpicada por uma percussão equacionada pelos versos debitados numa conjugação musical surpreendente, num concerto onde o hip hop surge, como seria de esperar, de uma evolução natural do jazz, num ritmo alucinante… até chegar "The talking drums set", uma autêntica batalha entre bateristas ao longo de 12 minutos.

DSC_0358 (Cópia).jpgDe regresso ao saxofone, Kamasi faz-se novamente acompanhar de todos os músicos em palco num crescendo funky jazz convertido em mais uma “jam session” com um secção de sopros liderada pelo próprio Kamasi e com uma energia contagiante junto do público, que fugindo dos compêndios tradicionais de jazz, segue as coreografias em palco de Washington.

No derradeiro percurso a caminho do final de concerto, somos brindados novamente, pela voz deliciosa de Patrice Quinn, numa recriação vocal jazz, mas com aquela pincelada groovie, coordenada pelo saxofone de Kamasi.

Do you want hear One more?”, por duas vezes fez-se ouvir a frase, e por duas vezes regressou ao palco para encerrar em grande com um estilo groovie vocal jazz...

DSC_0408 (Cópia).jpgSem dúvida “Epic”, ao longo de 2 horas, com direito a autógrafos e muita conversa com os fãs no bar da Casa da Música no final da noite.

Hoje é a vez de Lisboa receber o artista.

 

Reportagem e fotografias: Paulo Homem de Melo

Concerto Novas Bandas SPA… “Os Quatro e Meia”

Os Quatro e Meia apresentam o seu espetáculo musical “Acústico, Como Sempre” pela primeira vez em Lisboa.

02m.jpgTrês vozes, guitarra, contrabaixo, violino, acordeão, bandolim e percussão juntam músicas originais e covers, numa tentativa de conferir novas sonoridades e olhares sobre a música portuguesa, em formato acústico.

Concerto SPA… Novas Bandas, Novas Músicas, com o apoio da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

10 de Junho 2016 | 23.30h

 

Nuno M Cardoso, Amarelo Silvestre e tg STAN na segunda semana dos Festivais Gil Vicente

Depois de uma primeira semana em que subiram ao palco as peças “Ricardo III”, de Tónan Quito, “Ciclo Novas Bacantes”, de João Garcia Miguel, e “O Misantropo”, de Nuno Cardoso, os Festivais Gil Vicente, em Guimarães, reservam ainda 3 espetáculos. As cortinas voltam a levantar-se, de 9 a 11 de junho, para apresentar “Águas Profundas + Terminal de Aeroporto”, de Nuno M Cardoso, “Museu da Existência”, da Amarelo Silvestre, e “The Cherry Orchard”, da companhia belga tg STAN.

FGV 2016.jpgDepois de uma primeira semana de grandes encenações, os Festivais Gil Vicente prosseguem para a segunda ronda com mais três grandes espetáculos. Esta quinta-feira, 9 de junho, às 21h30, Nuno M Cardoso traz ao Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor “Águas Profundas + Terminal de Aeroporto” (“Wastwater” e “T5”), díptico de peças do dramaturgo britânico Simon Stephens, situadas nas imediações de um aeroporto. As peças tratam de amor e perda de diferentes formas, bem como a experiência da vida moderna numa cidade onde se chega, se espera ou se parte. É sobre relações e sobre decisões, a desolação sem a esperança e a fuga. Localizado nas imediações do aeroporto de Heathrow, “Wastwater” é um instantâneo de três diferentes casais que têm de fazer uma escolha que definirá as consequências do seu futuro. “T5” foi originalmente escrito como sendo uma parte de “Wastwater”. Retrata uma viagem pelo coração invisível de uma cidade através de um voo mágico e sombrio pelos limites do nosso século. Na sua linguagem precisa, dura e amarga, Simon Stephens leva-nos através de um dia que inicia normalmente mas que, de seguida, diverge da norma num mundo de irrealidade familiar.

 

Na sexta-feira, é a vez da Amarelo Silvestre trazer à Black Box da Plataforma das Artes uma sessão dupla da peça “Museu da Existência”, a primeira às 18h30 e a segunda às 21h30. Nova criação da Associação Amarelo Silvestre, “Museu da Existência” é uma peça inspirada na obra “Um Modesto Manifesto para Museus”, de Orhan Pamuk, escritor turco, prémio Nobel da Literatura 2006; e o “Museu da Inocência”, projeto concretizado em Istambul por um homem, Kemal Bey, com objetos da mulher que ele mais desejou. O espetáculo parte da ideia “de que o futuro dos museus está na casa das pessoas”. Durante a preparação da peça, a Amarelo Silvestre esteve em casa de pessoas que cederam as suas histórias, os seus objetos. O resultado é o espólio que integra a própria dramaturgia do espetáculo. Um Museu com objetos que as pessoas fazem existir.

 

No sábado, a conceituada companhia belga tg STAN encerra a edição de 2016 dos Festivais Gil Vicente com “The Cherry Orchard”, a última peça escrita por Tchekhov, estreada em 1904, ano da sua morte. Em “The Cherry Orchard” estão presentes todos os elementos típicos de uma peça de Tchekhov: o movimento contínuo das personagens, o tempo e a intensidade em constante mudança; diálogos abruptamente interrompidos por intervenções aparentemente irrelevantes; informações e sentimentos importantes que surgem sem aviso prévio; a elegância dos pormenores; a economia das palavras e das expressões. Tchekhov trabalhou neste texto ao longo de anos, ponderante, hesitante, mudando de tom, enquanto lutava contra o seu estado de saúde. “The Cherry Orchard” é, por isso, considerada uma peça polémica. A natureza trágica ou cómica do texto tem dividido gerações de críticos e criadores. A companhia belga tg STAN junta-se, agora, a esta controvérsia com dez atores a apropriarem-se, de forma ímpar, deste texto amplamente debatido.

 

“In State of Delusion” o álbum dos Silent Delusion

Chama-se “In State of Delusion” e é o trabalho de apresentação dos Silent Delusion, um projecto liderado por Gonçalo Antunes, com os colaboradores Duarte Cruz e Daniel Pereira, que desta maneira perpetua as composições da banda com o mesmo nome da qual foram membros fundadores em 2004.

silent delusion.pngNo disco de estreia, a banda conta com a participação especial das vocalistas Sara Freitas (Monolith Moon), Diana Rosa (11th Dimension), Rute Fevereiro (EnChanTya, Black Widows) e Célia Ramos (Mons Lvnae, Red Rose Motel, Candymoon).

 

O projecto foi produzido por Gonçalo Antunes e foi gravado nos Delusion HQ e nos Fingerprint Studios por César Craveiro. A masterização foi feita por Tom Porcell. O estilo musica das composições dos Silent Delusion estão enraizadas no heavy metal, com o forte sentido melódico e uma sensibilidade pop, resultando num som acessível e cativante, que ganha uma sonoridade única com as 4 participações femininas ao longo dos 8 temas que fazem parte do alinhamento.

Luis Sepúlveda e Richard Zimler levam a Viagem Literária a Coimbra

No próximo dia 10 de junho, o Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, recebe dois grandes nomes da literatura, Luis Sepúlveda e Richard Zimler, para a próxima paragem da Viagem Literária. No dia em que se celebra a Língua de Camões, a 15.ª etapa desta grande viagem através dos livros e da literatura reúne estes dois prestigiados contadores de histórias que têm uma grande ligação a Portugal.

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A partir das 17:00, o jornalista João Paulo Sacadura conduz a conversa entre os dois convidados, com as respetivas obras recém-lançadas em destaque, os seus percursos artísticos e biográficos e discutindo também questões da atualidade. Durante os 90 minutos, há ainda espaço para questões do público e, no final, para a habitual sessão de autógrafos e contacto mais direto entre os escritores e os leitores. Neste mês de junho, os dois autores apresentam ao público as suas mais recentes obras, na Feira do Livro de Lisboa.

No fim de semana passado, Richard Zimler e o Mestre Júlio Pomar lançaram “O Cão que Comia a Chuva”, um livro infantil comovente mas cheio de humor sobre o bullying e os seus efeitos devastadores sobre os mais frágeis. No dia 11 de junho, a Porto Editora lança “História de um cão chamado Leal”, o novo livro de Luís Sepúlveda, com ilustrações de Paulo Galindro. Esta comovente história, agora transposta em livro, foi-lhe transmitida em criança pelo tio-avô, que pertencia ao povo indígena Mapuche, Gente da Terra, do Sul do Chile.

 

Na estrada desde abril de 2015, a Viagem Literária completou já 12 etapas em Portugal Continental e 2 grandes sessões nas Regiões Autónomas. Depois de Coimbra, a Viagem Literária continua o seu percurso e segue para Aveiro, cumprindo a sua missão de levar os escritores ao encontro dos seus leitores, contribuindo para a descentralização e democratização do acesso à cultura. Os espaços em que decorrerão as sessões serão, preferencialmente, os teatros municipais, por forma a permitir a participação de centenas de leitores, e os bilhetes serão gratuitos.

Os Dead Combo trazem Gato Pingado e Gangster a Ovar...

Neste espetáculo, juntam-se aos Dead Combo, um naipe de Cordas (Violoncelo, Viola de Arco e Violino), produzindo um espetáculo inteiramente novo, que musicalmente vai desconstruir e despir completamente as músicas dos Dead Combo para um formato acústico, onde o Naipe de Cordas assume um papel especial e por vezes surpreendente. Este espetáculo, será assim, uma nova oportunidade para os muitos admiradores dos Dead Combo, mergulharem no imaginário único da banda, pois também do ponto de vista cénico, este espetáculo constituirá mais um momento marcante no percurso dos Dead Combo.

GLAM - dead Combo.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

“Consta que se encontraram em Lisboa, numa escura ruela que transbordava de cheiros e odores que pareciam estar colados às paredes imundas. Eram três, de casacos de abas de grilo cheios de mofo, cabelos que pareciam ter sido passado por uma velha frigideira de bifanas e olheiras que mais pareciam buracos negros.

Disseram que tinham naufragado no Lusitânia, aquele navio de que só se falava sussurrando, para não despertar os fantasmas que nele habitavam desde há muito. Segundo eles, o Lusitânia tinha sido engolido por uma vaga gigantesca, causada pelas vibrações acústicas da orquestra de cordas, quando cruzavam o oceano pacífico.

Restaram apenas aquelas três almas penadas: O magro violino do leste, a viola do Sul e o violoncelo do Norte. Fizeram uma barcaça com os seus instrumentos remaram com os seus arcos e acabaram algures na América do Sul, de onde viajaram, tocando para ganhar uns trocos, até aqui chegar.

Gato Pingado e o Gangster olharam para eles e disseram: “Almas penadas com cordas de má fama... Juntem as vossas cordas às nossas!”

 

E seguiram rua adentro até desaparecerem os cinco no meio do fumo da velha fábrica de chapéus…

 

Centro de Arte (Ovar)

10 de Junho 2016 | 22.00h

“Abstand”… no Teatro do Bairro

“As pessoas gostam de manter certas distâncias de outras pessoas ou de objetos. E essa bolha de espaço invisível que constitui o ‘território’ de cada pessoa é uma das principais dimensões da sociedade moderna”. Eduard T. Hall

01dn.jpgQual a distância certa entre as pessoas ou a medida correta que separa indivíduos? A distância pode ser em milímetros, metros ou mesmo para sempre. A distância manifesta-se de forma física e emocional entre dois homens, existindo uma relação paradoxal onde a linguagem dos corpos estão em constante mutação. “Abstand” é um projeto de dança onde o conceito é gerar movimento, do mais simples ao mais complexo. Cada movimento por sua vez terá um profundo desejo em comunicar.

 

Conceção e coreografia: Luis Marrafa;

Co-criação: Luis Marrafa e António Cabrita;

Coordenação: Petra Van Gompel;

Música original: Luis Marrafa;

Música adicional: Thom Yorke;

Desenho de luz: Luis Marrafa;

Produção: Marrafa

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

10 de Junho 2016 | 21.00h

I9jovem… Jovens criadores em desfile no Museu Convento dos Loios

O desafio lançado através do Concurso Jovens Criadores vai no sentido da apresentação de um projeto de criação original em design, proporcionando aos jovens a oportunidade de apresentarem as suas criações. Uma iniciativa que visa incentivar e promover valores emergentes de diferentes áreas do design.

desfile_jovenscriadores_0093.jpgA apresentação decorreu no passado sábado, dia 4 de Junho. Ana Eusébio (vestuário) e Vitor Costa (calçado) são os vencedores do grupo de 17 finalistas do Concurso Jovens Criadores 2016, anunciados após o desfile que decorreu na passerelle do Museu Convento dos Lóios em Santa Maria da Feira.

desfile_jovenscriadores_0104.jpgOs criadores distinguidos pelo júri (Eduardo Amorim, Daniela Barros, Ivo Maia e Inês Caleiro) podem agora beneficiar de um conjunto de apoios de ordem técnica e financeira para dar continuidade ao seu trabalho.

A iniciativa promovida pela i9jovem contou com o Apoio da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e do IPDJ – Instituto Português da Juventude, em parceria com o Projeto Direitos e Desafios.

 

Soulvenir... dia 8 no NOS Alive’16….

Soulvenir é a banda vencedora da 1.ª edição do EDP Live Bands Brasil que atuará dia 8 de julho no Palco Heineken, na 10.ª edição do NOS Alive. A banda do Maranhão que junta o rock eletrónico e ritmos regionais com letras cantadas em inglês foi a grande escolha do júri nesta iniciativa que promove bandas independentes de rock e pop-rock de todo o país e que é realizado pela EDP, Everything is New e Unibes Cultural em parceria com o Banco Caixa Geral, FNAC e Sony Music Brasil.

Soulvenir.jpgA primeira edição brasileira do concurso, que em Portugal já vai na 3.ª edição, superou todas as expectativas com 1.400 bandas inscritas de diferentes partes do país. Após a fase de votação online e posterior escolha do júri, foram selecionadas oito bandas de sete estados brasileiros, nomeadamente, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. A final, realizada em São Paulo no passado dia 04 de junho, apurou os grandes vencedores, os Soulvenir, cujo prémio é a oportunindade de atuar na 10.ª edição do NOS Alive e ainda a gravação de um CD pela Sony Music Brasil.

 

“O grande interesse de bandas brasileiras em participar no concurso e a qualidade musical apresentada nesta primeira edição motiva-nos a incentivar cada vez mais o talento artístico brasileiro”, refere Paulo Campos Costa, Diretor de Coordenação Global de Marketing, Marca e Comunicação do Grupo EDP.

 

Originalidade, presença de palco, técnica e execução musical foram alguns dos critérios avaliados pelo júri formado por Paulo Campos Costa (EDP), Álvaro Covões (Everything is New), Paulo Junqueiro (Sony), Paulo Lima (Fnac) e o ator Ricardo Pereira, que fizeram da banda Soulvenir a grande vencedora do concurso.

 

“Bruta“… café-concerto de Ana Deus e Nicolas Tricot

Ana Deus (ex-vocalista dos Ban, Três Tristes Tigres e Osso Vaidoso) e Nicolas Tricot (dos coletivos Naco, Foge Foge Bandido e Estação de Serviço) apresentam em Viseu o disco “Bruta”, que reúne fisicamente o trabalho que desenvolveram em torno da poesia de autores internados em manicómios ou que em algum momento da sua vida passaram pela dor psicológica.

GLAM - Ana Deus 1.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Mário de Sá Carneiro, que se suicidou em Paris com 26 anos, Sylvia Plath, que cometeu o mesmo ato com 31 anos, Ângelo de Lima e Stela do Patrocínio, que passaram a maior parte das suas vidas internados em hospitais psiquiátricos, servem de inspiração neste trabalho. No entanto, Ana Deus e Nuno Tricot deixam o aviso claro que este não é um espetáculo deprimente.

 

Neste café-concerto, os dois músicos também apresentarão temas trabalhados a partir de um autor da região de Viseu.

 

Teatro Viriato / Café Concerto (Viseu)

8 de Junho 2016 | 22.00h