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Glam Magazine

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Skunk Anansie regressa a Portugal em 2017…

Skunk Anansie, a banda britânica que marcou os grandes êxitos dos anos 90, passa por Portugal com um concerto em nome próprio, para apresentar o sexto álbum de originais editado no passado mês de janeiro. O grupo londrino atua no dia 11 de fevereiro de 2017 no Coliseu de Lisboa e os bilhetes irão à venda amanhã, dia 4 de junho, às 10h00, nos locais habituais.

GLAM - Skun.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Glam Magazine

 

A banda formada em 1994 e liderada por Deborah Dyer, conhecida como Skin, já editou até à data seis álbuns de originais que incluem hits como “Charity”, “Hedonism” “Selling Jesus” e “Weak”. Considerados por muitos como uma das maiores bandas britânicas de rock dos anos 90, contam com mais de  cinco milhões de discos vendidos, esgotaram inúmeras digressões mundiais e participaram nos mais importantes circuitos de festivais.

 

Após um hiato de oito anos, os Skunk Anansie regressaram aos palcos e lançaram quatro novos LPs “Smashes and Trashes” (2009), “Wonderlustre” (2010), “Black Traffic” (2012) e o álbum “Acoustic Live in London”, cumprindo mais uma rodada de digressões europeias esgotadas.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

11 de Fevereiro 2017 | 21.00h

 

Born a Lion de regresso aos concertos e com novo tema… “The Saving Blade”

A banda leiriense Born a Lion está de regresso aos concertos e já lançou novo tema Chama-se “The Saving Blade” e estreou no programa Indigente, da Antena 3, esta semana. Entretanto, já se encontra disponível para audição no Youtube ou no Soundcloud, sendo que neste último têm a opção para download gratuito. 

born.jpgThe Saving Blade” é o tema que marca o regresso dos Born a Lion aos palcos depois de terem cessado actividade há cerca de dois anos.

Tudo vai acontecer já esta 6 feira no Musicbox em Lisboa com curadoria do blogue BranMorrighan e que conta com a primeira parte de outra banda da Omnichord Records, os Whales, os mais recentes vencedores do Festival Termómetro. A noite conta também com a participação da banda lisboeta Then They Flew

“Above the Wall”… o novo single dos You Can't Win, Charlie Brown

Quase dois anos e meio depois da edição de “Diffraction/Refraction”, os You Can't Win, Charlie Brown regressam com “Above the Wall”. O mais recente tema do sexteto lisboeta é o primeiro avanço para “Marrow”, o terceiro disco da banda, com edição prevista para setembro deste ano.

Above the Wall-Single.jpg“Above the Wall” desvenda já um pouco do caminho seguido neste novo registo do grupo, no qual as tendências Folk e as guitarras acústicas passaram para segundo plano, dando lugar a uma nova sonoridade mais eléctrica e, por vezes, até mais dançável. O tema, e o disco, foram gravados no HAUS, por Fábio Jevelim, Makoto Yagyu e Miguel Abelaira e misturados por Luís Nunes, também conhecido por Benjamim, colaborador de longa data dos You Can't Win, Charlie Brown.

Os You Can't Win, Charlie Brown são um sexteto formado por Afonso Cabral (voz, teclas, guitarra), Salvador Menezes (voz, guitarra, baixo), Tomás Sousa (bateria, voz), David Santos (teclas, voz), João Gil (teclas, baixo, guitarra, voz) e Luís Costa (guitarra). Nascido em 2009, o grupo conta já com dois álbuns editados – “Chromatic” (2011, Pataca Discos) e “Diffraction/Refraction” (2014, Pataca Discos) - e um EP homónimo editado online pela Optimus Discos em 2009. O grupo prepara neste momento o lançamento do seu terceiro disco, “Marrow”, com lançamento previsto para setembro de 2016, produzido pela banda e licenciado à Sony Music Portugal.

 

Ao vivo, os You Can't Win, Charlie Brown já passaram por palcos como o Grande Auditório do CCB, o cinema São Jorge e o Lux Frágil, entre muitas outras salas e auditórios por Portugal fora. Destaque para uma série de três concertos em noites consecutivas no Musicbox Lisboa, em 2015, durante os quais revisitaram todas as suas canções, e ainda dois concertos, um no Lux Frágil, em Lisboa, e outro no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, em que reinterpretaram na íntegra o famoso disco The Velvet Underground and Nico. O grupo já passou também por vários festivais portugueses como o NOS Primavera Sound, NOS Alive, Bons Sons e Paredes de Coura, e ainda por festivais no estrangeiro, nomeadamente o The Great Escape, em Brighton e o South By Southwest, em Austin, no Texas

Novo single / vídeo de PJ Harvey… "The Orange Monkey"

Quase uma semana antes da sua atuação no NOS Primavera Sound, no dia 10 de Junho, “The Orange Monkey” é o terceiro single extraído do 9º álbum de PJ Harvey, “The Hope Six Demolition Project”, que chegou a número 1 no Reino Unido, na semana em que foi editado. 

pj.gifA realização é de Seamus Murphy, que já ganhou vários prémios como fotojornalista e realizador, e colaborou com a artista nos vídeos de “The Wheel” e “The Community of Hope”. O vídeo foi filmado no Afeganistão, sendo que Murphy acrescenta que “todo o material foi reunido durante duas viagens, uma em 2012 e outra em 2014. Em dezembro, a Polly juntou-se a mim e viajámos junto pelo Afeganistão. Os locais de destaque são Cabul, Parwan, Nangarhar e Helmand.”

Sobre o tema em si, o realizador comenta que o tema tem “uma melancolia subjacente impulsionada pela força e energia do povo afegão. Sabemos que a tragédia existe, mas o que vemos principalmente é resiliência.” 

 

PJ Harvey e a sua banda vão estar presentes em vários festivais na Europa durante este verão, numa digressão que começa já este sábado, dia 4 em Barcelona. No dia 10 de junho é a vez de Portugal receber a artista britânica, que irá estar no Primavera Sound, no Porto.

 

 

Beck… “Wow”, o novo single já está disponível

Novo álbum do americano está marcado para 21 de Outubro, sucedendo a “Morning Phase”, o álbum do ano de 2014 para os Grammys. O último disco de Beck, “Morning Phase”, é já de 2014. Ainda que, desde então, não tenha propriamente desaparecido do radar (entre o single “Dreams” e as participações nos álbuns dos Chemical Brothers e, mais recentemente, Flume), a possibilidade de um álbum novo do cantor é sempre uma novidade aguardada com expectativa.

BECK_WOW_FINAL_COVER.jpgWow” é a primeira revelação: o single acaba de estrear em rádio e em todas as plataformas digitais. A canção é o avanço de um trabalho que vai chegar a 21 de Outubro e que conta com a produção de Greg Kurstin, que já acompanha Beck ao vivo desde o álbum “Sea Change”.

Para esta aventura, o cantor convidou uma comunidade de 20 criadores visuais no Instagram que têm vindo a mostrar “WOW” aos poucos. Os vídeos estão agora todos compilados em Beck.com

Joana Rios edita "Fado de Cada Um"… Disco de estreia como fadista

Fado de Cada Um” é o disco de estreia de Joana Rios como fadista e que marca definitivamente uma fase de mudança na carreira da artista que encontrou no Fado o seu caminho de maturidade e expressão artística plena.

joana.jpgJoana Rios canta à guitarra e à viola fado tradicional, fado-canção e ainda composições que sendo originais respeitam a estrutura do fado tradicional. Neste seu disco de estreia canta poetas como José Luís Gordo, Carlos Conde, João Barreiros, Rosário Alçada Araújo, João de Bragança ou ainda Carlos Heitor da Fonseca que assina também as composições originais. “Fado de Cada Um” é um disco que fala da condição de ser fadista, do Fado enquanto destino, do amor e claro está, de Lisboa como cenário de uma bela história de encantamento entre a fadista e o Fado.

 

Neste seu disco de apresentação Joana Rios é acompanhada à guitarra portuguesa por Eurico Machado e à viola de fado por Pedro Pinhal. “Fado de Cada Um” é uma edição Andorinha Fadista com distribuição digital Altafonte e distribuição internacional Xango Music e tem edição marcada para 24 de Junho.

Desvendado o Palco Santa Casa do MEO Marés Vivas…

No primeiro dia do festival, 14 de Julho, sobem ao palco Santa Casa os Glockenwise.

PALCO SANTA CASA cartaz.png

Quando se pressiona o interruptor espera-se que uma série de processos mais ou menos mágicos determinem o resultado final: luz. Fazer play em Glockenwise costuma ter um efeito semelhante, imediato, eletricidade e urgência a atravessar fios invisíveis, fotões a colorir a sala cheia de gente disposta a aproveitar o berro da lâmpada que já ameaça fundir. Faço um compasso de espera, a dois passos da porta de “Heat”, o terceiro álbum dos quatro rapazes de Barcelos…” é assim que André Simão dos Dear Telephone / La La La Ressonance faz uma apresentação do álbumHeatdos Glockenwise

 

Ainda no mesmo dia, o palco Santa Casa recebe Killimanjaro. Os Killimanjaro são gente nova com espírito antigo. O trio de Barcelos,  composto actualmente por José Gomes, Joni Dores e Luís Masquete, iniciou actividade em 2011 e a desculpa para tocar uns riffs e experimentar acaba por se transformar numa missão em criar temas memoráveis, onde o riff é o mestre e senhor, e tocar ao vivo como que a vida dos três magníficos dependesse disso. No mesmo ano de 2011 editam o auto-intitulado EP de estreia. Os concertos continuam a acontecer e navega-se em direcção a um longa-duração, o primeiro: “Hook”, que é a evolução de quem não quer esquecer as suas raízes. A diversidade faz com que cada tema em “Hook” tenha uma vida própria e não dependa dos outros para abalarem o mundo dos que não têm medo de se aventurar. O stoner característico de Killimanjaro, muito influenciado pelos suecos Graveyard, alia-se a uma veia muito punk, aquela veia que teve presente nos Iron Maiden (com Paul Di’Anno) e os lendários The Obsessed, para largar a bomba que é “Hook”. Em 2014 os Killimanjaro são autores de uma sonoridade (rock ‘n’ roll) perigosa, tal como os Motörhead nos ensinaram.                   

 

No segundo dia do MEO Marés Vivas, a 15 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a Jibóia, Plus Ultra e Derange.

 

Há muito a brincar com a ideia de cruzamentos, de culturas e inspirações, Jibóia nunca procurou disfarçar o lado mais diáspora de Lisboa que se respi­ra em cada acorde e cada progressão. “Masala”, no embalo índico de mistura de especiarias, eleva a técnica gastronómica numa viagem a quatro braços e a tantas outras vozes pelas cidades mais aroma­tizadas e tropicais do mundo, em que a dança cultural constraste com o negrume civilizacional. O novo álbum da serpente, adolador de divindades caídas, cruza sabores, influências, coordenadas geográ­ficas e até, em contraste, a orgânica da bateria de Ricardo Martins com toda a maquinaria processada por Jibóia. A Jibóia trocou de pele, mas não largou as escamas: estão garridas, saturadas, mas muito mais negras e pesadas, e são elas que nos guiam pela viagem a cada ingrediente geográfico trazidos para a sua “Masala”.

 

Plus Ultra… Quando uma guitarra e uma bateria entram em conflito, nem a existência de um terceiro elemento poderá resolver o caos sonicamente provocado. Parece vago, mas poucos adjectivos servirão para descrever uma banda de baralho assumidamente incompleto como Plus Ultra. Nas suas explosões cáusticas, o power trio assume-se na relação única entre o chavasco e o rock, numa sujeira limpinha-limpinha: com jogadores destes, é inevitável não se ter um alinhamento vencedor.

 

Formado em 2012, os Derange são constituídos por Cat Pereira (vocal), Nick Crosby (guitarra), Joe Macpherson (baixo) e Warren De Melo (bateria). Eles marcaram o inicio do seu trabalho com dois singles de grande sucesso “Ego” e “Unleash". Em 2013, Derange produziram o seu aclamado EP “Change”. Uma vez lançado, o EP apresentou a banda a um público muito mais amplo, conquistando assim a imprensa nacional. Durante o último ano, a banda esteve a produzir o seu álbum de estreia “The Awakening”. Produzido pelo lendário Russ Russell (Dimmu Borgir, Napalm Death, Sikth, Amorphis e Evile), 'The Awakening' é um caso glorioso de tech-de metal, agraciado pelo vocal de Cat Pereira.

 

A 16 de Julho o Palco Santa Casa recebe a Diana Martinez & The Crib e Tatanka.

 

Diana Martinez & The Crib é a nova aposta da Primeira Linha. Diana Martinez é a vocalista e autora de todos os temas. Apesar de ser ainda muito jovem, revela já uma definitiva maturidade como artista, não tivesse começado a acompanhar o pai em espetáculos com apenas 6 anos, colaborando mais tarde com grandes músicos como os Expensive Soul, Pedro Abrunhosa, entre outros. Na realidade, o seu sonho sempre foi que um dia as músicas que compunha na sua cabeça, onde tecia todas as linhas melódicas e harmónicas, fossem ouvidas. Com o apoio de João André, músico e produtor, encontrou a visão e o conceito para “Diana Martinez & The Crib”, cuja sonoridade reflete as suas verdadeiras paixões: o R&B, o Soul e o Hip Hop. Para a Diana não houve como escapar da música. Estava na barriga na mãe quando esta ainda cantava profissionalmente; segundo o pai, mal começou a articular as primeiras palavras já se via que ia ser cantora. Ele é músico também, foi o seu primeiro e grande professor. 2015 traz o lançamento do single de estreia de “Diana Martinez & The Crib”, “That’s Just How We Do It”, que é acolhido de forma notável pelas rádios e Youtube. O público teve boas oportunidades de conhecer melhor este novo projeto, inclusive num set explosivo no festival Meo Marés Vivas e na abertura para Natiruts e Marcelo D2, no Porto e no Casino da Figueira, respetivamente.

No início de 2016, o segundo single “Reverie” contou novamente com um apoio tremendo no Youtube e redes sociais.

 

Dono de um carisma e de uma voz inconfundíveis, Tatanka tornou-se conhecido como o vocalista de uma das mais promissoras bandas portuguesas da atualidade, The Black Mamba, e colaborando também com outros artistas, como por exemplo Richie Campbell. Inicia agora a sua carreira a solo, apresentando temas originais em português, num registo distinto do das bandas de que faz parte.

 

Cinepiano Tony Berchmans chega a Portugal com espetáculo no Espaço Espelho d’Água em Lisboa

O projeto Cinepiano Tony Berchmans chega a Lisboa para uma apresentação exclusiva no Espaço Espelho d’Água, em Belém, no dia 11 de junho. O espetáculo é um tributo ao cinema mudo, época em que as projeções dos filmes eram acompanhadas por músicos que faziam a banda sonora ao vivo. O pianista, compositor e cinéfilo de 45 anos acompanhará três diferentes curta-metragens: “Grande Negócio” (Big Business, 1929) do Gordo e o Magro; “Charlot na Rua da Paz” (Easy Street, 1917) de Charles Chaplin e Pamplinas e “Os Polícias” (Cops, 1922) de Buster Keaton.

Tony_by_Alexia_Santi.jpgphoto: Alexia Santi

 

No repertório, o pianista improvisa uma trilha original utilizando temas de sua autoria inspirados nos estilos da época, como ragtime e jazz tradicional, e alguns excertos de temas clássicos sempre em sincronismo com a ação e com os momentos emocionais dos filmes. Um dia antes, 10 de junho, Tony Berchmans realiza um workshop no Espaço Espelho d’Agua sobre trilha sonora e cinema mudo.

 

"Na ausência dos diálogos e dos efeitos sonoros, a música era fundamental para enriquecer a narrativa dos filmes e muitas vezes até para dar sentido às cenas", conta Berchmans, que vem se apresentando com o CINEPIANO desde 2010

 

Espaço Espelho d’Água (Lisboa)

11 de Junho 2016 | 22.00h

 

8 ½ Festa do Cinema Italiano em Tomar de 9 e 11 de Junho

O 8 ½ Festa do Cinema Italiano Festa estará em Tomar de 9 a 11 de Junho no Cine-teatro Paraíso. Entre os títulos que fazem parte da programação, destaque para a antestreia do novo filme de culto italiano “Lo Chiamavano Jeeg Robot” de Gabriele Mainetti (vencedor da Festa do Cinema Italiano 2016 em Lisboa e de inúmeros prémios em Itália), uma mistura surpreendente entre o cinema de super-heróis e o típico policial italiano. Além da exibição de algumas das mais interessantes obras da recente cinematografia italiana, é apresentada também a cópia restaurada da obra-prima de Federico Fellini “8 ½”, vencedor do Óscar de melhor filme estrangeiro em 1964.

Tomr_cartaz FCI_A4.jpgO mais importante evento em Portugal dedicado ao cinema e à cultura de Itália teve início em Lisboa, de 30 de março a 7 de Abril, no Cinema São Jorge, no Cinema UCI – El Corte Inglés e na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema. Para além de Tomar e de Lisboa, a Festa do Cinema Italiano marca presença nas seguintes cidades: Porto, Cascais, Coimbra, Aveiro, Elvas, Caldas da Rainha, Guimarães, Évora, Almada, Funchal, Setúbal, Loulé e Beja. Internacionalmente, acontece em Luanda (Angola), Maputo (Moçambique) e sete cidades do Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre.

 

Outro aspeto importante do projeto deste ano é o fortalecimento da relação com as distribuidoras nacionais, juntando forças na promoção do cinema italiano e na revitalização do cinema de autor e de qualidade. São exemplo disso as nove antestreias nacionais apresentadas pelo festival. Segundo Stefano Savio, “um dos objetivos para este ano está, para já, cumprido: o aumento significativo do número de cidades em Portugal e em países lusófonos, onde estaremos presentes graças à colaboração dos nossos patrocinadores e aos apoios locais e municipais. Estamos muito satisfeitos com a programação da Festa do Cinema Italiano deste ano e esperamos ir ao encontro das expetativas do público de Tomar que, com certeza, nos irá receber muito bem”.

 

8 ½ Festa do Cinema Italiano é um festival de cinema organizado pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália e do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, e conta com o patrocínio principal da FIAT e outros patrocinadores como a Generali, Garofalo, Viagens El Corte Inglês, MSC Cruzeiros, Aperol Spritz e TNT.

 

Programação Tomar:

9 Junho

21h30 - Sessão de Abertura – “Lo Chiamavano Jeeg Robot”, de Gabriele Mainetti, 112'

10 Junho

15h30 - Sessão Infantil – “Pinóquio”, de Enzo D'Alò, 84'

21h30 -  “Almas Negras”, de Francesco Munzi, 103'

11 Junho

15h30 – “Le Cose Belle”, de Agostino Ferrente, Giovanni Piperno, 80'

21h30 – “Oito e Meio”, de Federico Fellini, 138'

 

Este evento conta com o apoio do Cineclube e da Câmara Municipal de Tomar.