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Glam Magazine

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Rock in Rio regressa em Junho de 2018…

A poucas horas do encerramento da edição de 2016 do Rock in Rio, já se fala da edição de 2018, que segundo Roberta Medina, poderá avançar no calendário, até ao início de junho, com concertos mais cedo e um desejo da própria em entrevista à Lusa… o músico norte-americano Bruno Mars

GLAM - Rock in rio.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

“Estamos a avaliar um possível ajuste de datas para chegar mais para o final de maio. O período de maio está a ficar de alta temporada. Talvez já justifique para a cidade que o festival entre para o final de maio, talvez início de junho”, disse, em entrevista à agência Lusa, a vice-presidente do Rock in Rio.

 

Em relação à edição deste ano, Roberta Medina faz uma balanço positivo, estando “super satisfeita” com o resultado do evento. “Milhares de pessoas vieram à Bela Vista, saíram daqui contentes com boas histórias para contar. Grandes concertos e todos os palcos lotados. E a eletrónica cheia até tarde, como nunca esteve. O astral de festa que queríamos trazer para a parte da tarde na cidade do rock funcionou”, congratulou-se.

 

15º Aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão… com Samuel Úria

A propósito das comemorações dos 15 anos da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja data de aniversário da sua inauguração é 1 de junho, são apresentadas três propostas para marcar esta importante etapa.

A exibição do filme “O Livro da Selva” com 5 sessões (terça e quarta-feira), uma peça de teatro “Por detrás do sol“ com duas récitas (peça de teatro itinerante interna: Entrada, Sala de Ensaios, Café Concerto, Pequeno e Grande Auditório) + Samuel Úria (Foyer), dois concertos, para sexta-feira e sábado. Existe um limite máximo de 150 espetadores por dia para os dias 3 e 4 de junho.

GLAM - Samuel Uria.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Glam Magazine

 

Sobre Samuel Úria, Márcia deixou o seguinte “testemunho”…

“Gigante aperaltado alternativo a aspirar o Pop. Devia ser cada vez mais fácil decifrá-lo. Mas não é. Samuel Úria é rebuscado, cifrado e, para dificultar a tarefa, está cheio de conteúdo para desvendar….

Ouvimos neste disco vários momentos aparentemente opostos, e quase de forma alternada de faixa para faixa - o som da força e da perseverança é o grito de ar nos pulmões que impele um amigo a sair do chão; que repreende a estupidez de misturar saber com opinião, e denuncia o ridículo do medo que leva ao silêncio. E depois, o sussurrar de um segredo confessado quando nos diz que quer estar pronto a dizer “não sei”, que quer ser apenas mais um; mais um homem, vulgar e comum. Quando em concerto, lá aparece ele em palco cheio de luz num passar único e genuíno como só ele próprio. Volta e meia dança com aquele ar meio desengonçado, cheio de um ritmo muito dele, parecendo um gigante que se vai desconjuntar mas que aproveita cada momento dessa desestruturação, com prazer e alegria contagiantes. Surge várias vezes a criança que se diverte com o corpo inteiro, que não pretende agradar nem imitar ninguém; e nisso tomamos noção de que, tanto em palco como em disco, ele é que é totalmente inimitável. E não há dúvida que neste disco aparece uma verosímil autobiografia do Sami: Um ser enorme que já não cabe na própria casa, e quer abreviar-se para ocupar pouco espaço, apequenar-se para ficar à mesma altura de ombro que nós. Mas na verdade só consegue saber crescer com tanto que assimila dos livros de engordar no topo da estante, à qual poucos de nós temos acesso.

Modesto, generoso e altruísta, é claro que ele acha que o Ego dele tem de diminuir. Mas nós que o vemos, sabemos que não é de Ego que se agigantou Samuel Úria, mas sim de um incomensurável talento que dá gosto testemunhar de disco para disco”

 

Casa das Artes (Vila Nova de Famalicão)

3 e 4 de Junho 2016 | 22.30h

Serralves em Festa 2016… com os Calibro 35

Calibro 35 é uma banda funk de Milão.

Tudo começou no verão de 2007 quando o produtor Tommaso Colliva convidou Massimo Martellota (guitarras), Enrico Gabrielli (teclados), Fabio Rondanini (bateria) e Luca Nano Cavina (baixo) para integrarem aquilo que seria um projeto de estúdio one-off que revisitasse as bandas sonoras de filmes italianos série B dos anos 60.

calibro©ilariamagliocchettilombi17.jpgO que se passou nos quatro dias de projeto pode ouvir-se no primeiro álbum dos Calibro 35 (com o mesmo nome da banda), editado pela Cinedelic records em 2008. As críticas entusiastas ao álbum na imprensa italiana e internacional levaram a banda a fazer uma tourné por Itália e depois por toda a Europa. Em 2013 foi publicado pela Record Kicks o quarto álbum da banda, "Traditori di Tutti”, a que se seguiu uma intensa tourné europeia com concertos em todas as grandes cidades da Europa.

“S.P.A.C.E.” é o mais recente álbum da banda, lançado no final de 2015, e constitui a banda sonora funk perfeita para um filme de ficção científica imaginário de Sergio Leone.

 

Serralves em Festa 2016 / Prado (Porto)

5 de Junho 2016 | 20.15h

Steve Gunn Band na ZDB

Prolífera e surpreendente...

Assim se pode adjectivar a aparentemente curta, mas intensa, actividade musical de Gunn. Contas feitas, já foram editadas mais de uma dezena de discos em nome próprio e mais uma mão cheia de colaborações, no mínimo, brilhantes. Das mais celebradas com Kurt Vile (enquanto membro dos Violators) e Mike Cooper, até à nata do experimentalismo norte-americano encabeçado por Marcia Bassett ou Bardo Pond. Este à vontade com que se relaciona entre diversos meios e géneros coloca-o, desde logo, numa posição de figura transversal e quase omnipresente. Receptivo a diferentes sonoridades e entendimentos, não será então de estranhar que durante a adolescência se tenha entranhado no punk hardcore para um pouco mais tarde descobrir o admirável mundo novo do psicadelismo e da música exploratória. Ainda hoje confessa estar em constante busca da sua identidade criativa, porém há muito que já demonstrou um valor inestimável na esfera songwriter actual. Ainda que se trate de um cenário imensamente habituado, talvez até sobrepovoado, a sua música comunica de um modo íntimo, directo e encantador como só os grandes conseguem – e, acima de tudo, sem boleias mediáticas. Revisitando a sua obra e atentando pela natureza do percurso, Gunn será uma espécie de ‘brother from another mother‘ de Jim O’Rourke – ambos representam afinal uma noção folk como ninguém no seu tempo.

steve-gunn.jpgFascinante pela abordagem simultaneamente virtuosa e discreta, quase básica, centrando no essencial e recusando artifícios desnecessários, “Time Off“ permanece enquanto pista máxima para os restantes capítulos que o antecederam. E desse passado poder-se-à encontrar uma indagação de raíz blues, atenta sim à força telúrica, mas também ao magnetismo das estrelas e exo-planetas. Algures a meio, Gunn deixou pingar a sua voz barítono num processo progressivo como cantor assumido, algo que aliás se avizinhava como passo natural, mas que levou o seu tempo. O seguinte “Way Out Weather” veio cimentar estas ideias e abrir ainda mais a palete de sons já existente. Escutam-se os ecos sempre influentes de Fahey ou Bull e as garridas cores étnicas fundem-se com o rock de direcção livre, a trazer os insondáveis “Sun City Girls” à memória. Ao longo destes anos já se denota o cunho pessoal na condição de guitarrista aficionado pelo belo, enigmático exótico. Apesar do ADN mestiço, a genética de Gunn só pode ser e soar norte-americana.

Isto do prisma mais ancestral possível, ou seja, evocativa de extensos desertos, estradas infinitas e enormes rochedos. Este será um regresso caloroso após uma breve passagem por cá em 2014, juntamente com o supra-citado Cooper, com quem gravou o álbum “Cantos de Lisboa”.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

31 de Maio 2016 | 22.00h

White Fence e Steve Gunn protagonizam a melhor segunda-feira de 2016 no gnration

Dois dos mais interessantes nomes da cena rock’n’roll norte-americana passam por Braga na próxima segunda-feira, 30 de maio.

White Fence, de Tim Presley, e Steve Gunn, visitam Braga na próxima segunda-feira para uma das noites americanas mais imperdíveis de 2016 no país.

steve.jpgDois dos mais interessantes nomes da cena rockn’n’roll norte-americana apresentam concertos em noite conjunta na Black Box do gnration. Quando se fala da cena de São Francisco e de nomes como Thee Oh Sees, Mikal Cronin, Wooden Shjips ou Ty Segall, Tim Presley surge sempre ao lado. Colaborador de Ty Segall, com quem gravou em 2012 o aclamado disco “Hair”, é conhecido também por colaborar com outros nomes referência da praça. Em 2007, Presley foi também membro dos The Fall, com quem gravou “Reformation Post TLC”.

Adepto e bom praticante da gravação caseira arriscou pela primeira vez um estúdio profissional em 2012, quando editou “For the Recently Found Innocent”, produzido por Ty Segall. Quem já viu os White Fence em concerto, como algumas centenas de felizardos no Primavera Sound portuense de há um par de anos, sabe que Tim Presley, muito simplesmente, não perde. Na mesma noite de White Fence, teremos a oportunidade de reencontrar Steve Gunn e antecipar uma parelha particularmente feliz. Se White Fence representam o melhor do rock'n'roll, Steve Gunn, representa o universo do guitarrista extraordinário. A música de Gunn fermentou no experimentalismo da vanguarda mas nasce das profundezas da country, das revoluções folk de John Fahey, daquilo que frutifica quando a liberdade do virtuosismo se encontra com o gosto pela partilha. O indispensável “Way Out Weather”, editado em 2014, é um tratado de elegância na abordagem à música de raiz americana. “Eyes on the Lines”, o novo álbum, via Matador Records, chega a 3 de junho, dias depois da apresentação no gnration, onde poderemos ouvi-lo em antemão, e só pode ser aguardado com justa ansiedade.

 

Gnration / Black box (Braga)

30 de Maio 2016 | 22.00h

FUSE celebra 5º aniversário com surpresas e música no Anfiteatro de Pedra da Tapada da Ajuda

A FUSE Records dá as boas vindas ao verão e convida todos os entusiastas de música eletrónica a festejar o seu 5º aniversário em comunhão com a natureza. Numa festa única que vai decorrer dia 4 de junho, o Anfiteatro de Pedra da Tapada da Ajuda será o palco para receber artistas internacionais e oferecer várias surpresas a todos os presentes.

Fuse5 Anfiteatro Pedra.jpegEm horário alargado, das 14h00 às 00h00, o ritmo de grandes nomes da cena eletrónica será efusivo para as mais de 1000 pessoas esperadas no local.

Stacey Pullen chega pela primeira vez a Lisboa vindo diretamente de Detroit e promete fechar o evento em grande animação. Previamente decorre a atuação do mexicano Hector que irá apresentar as suas melhores sonoridades e talvez algumas surpresas do seu segundo EP, que será lançado no final de junho. Esta é a segunda ocasião que Hector vem a Lisboa, também pela mão da FUSE Records e será garantidamente um dos artistas mais aclamados da festa.

O Warm Up da festa será da responsabilidade de Joshmo, que promete começar a aquecer a tarde com as suas batidas de house music.

 

Aquela que promete ser a festa do ano para a FUSE e o evento de comemoração do seu 5º aniversário, não podiam deixar de estar presentes os grandes nomes da produtora – Nox, a dupla The Slum Vagabunds e a cativante Analodgica também irão espalhar magia na pista de dança mais surpreendente que se irá instalar em Lisboa.

 

Line up….

Stacey Pullen: 22h00

Hector: 20h00

Nox: 18h30

Analodjica: 17h00

The Slum Vagabunds: 15h30

Joshmo: 14h00

 

A Fuse Records é uma produtora de música eletrónica nacional, que nasceu em Lisboa em 2011. Igualmente promotora de eventos musicais, já organizou mais de 60 festas em todo o país. Criada para colmatar algumas lacunas nas festas de música eletrónica, a produtora continua a apostar com inovação no mercado português, com a presença dos melhores profissionais da área, quer nacionais, como estrangeiros.

Artista na Cidade… “Sur les traces de Dinozord” de Faustin Linyekula

Em 2006, Faustin Linyekula prestou homenagem ao seu amigo Antoine Vumilia Muhindo, um escritor e preso político em Kinshasa, condenado à morte. The Dialogue Series: III. Dinozord era um retrato doloroso da história de Kisangani, onde Faustin cresceu, uma cidade que sofreu grandemente com os conflitos entre 1997 e 2002.

surlestraces@2x.jpgphoto: Agathe Poupeney

 

A peça contava a história dos seus amigos de infância. Faustin Linyekula decidiu voltar em 2012 ao trabalho que dedicou a Vumilia, cujas circunstâncias mudaram entretanto significativamente, pois conseguiu fugir, exilou-se na Suécia e está em cena nesta nova peça. A situação no Congo mudou também mas não se tornou de modo algum mais fácil. Sur les traces de Dinozord prossegue a reflexão com os mesmos artistas, incluindo o bailarino Dinozord e o contratenor Serge Kakudji, e com as mesmas perguntas prementes que Faustin fez às pessoas na ruas e nos campos em 2006: que é feito dos vossos sonhos no Congo devastado pela guerra?

 

Faustin Linyekula nasceu em 1974 no antigo Zaire, hoje República Democrática do Congo. O seu percurso integra uma dezena de criações que foram apresentadas no mundo inteiro, incluindo colaborações com a Comédie-Française, o coreógrafo Raimund Hoghe e o Ballet de Lorraine. Em 2001 fundou os Studios Kabako em Kinshasa, transferindo-os em 2006 para Kisangani, a cidade onde cresceu.

Os Studios Kabako organizam oficinas, gerem um estúdio de gravação, recebem artistas em residência, organizam espetáculos e concertos nos bairros populares de Kisangani e produzem as obras de Faustin e de muitos artistas congoleses.

 

Culturgest / Grande Auditório (Lisboa)

1 e 2 de Junho 2016 | 21.30h

“Mentiras Sinceras”… o novo single do Ludo…

Mentiras Sinceras” é o mais recente single do Ludo. Um registo guiado pelo lamento de uma melodia contagiante. Sempre que vejo quem te pisou, quem te fechou em copas guia-nos numa viagem que transporta a banda Algarvia para um imaginário de desencontros, mágoas e anseios. O disco será lançado em breve e o single serve como warm up do que se poderá encontrar no novo longo trabalho previsto para depois do verão.

1.jpgFormados em 2005, e com o novo single “Mentiras Sinceras” na bagagem a banda Algarvia, O Ludo transporta-te para coordenadas definidas a 37 graus. Um concerto onde serão revisitadas canções dos trabalhos “Nascituro” (2009), “Mil Tentações” (2010) e “Almirante” (2011).

Nesta rota pelos ventos de amores perdidos e vividos. De aventuras, amizades e conquistas, o convite fica feito para que entres a bordo do que será certamente uma viagem inesquecível. À formação original, Davide (voz e guitarras), João Baptista (guitarras e vozes), Nuno Campos (piano e teclados) e Paulo Ferreirim (baixo), junta-se o novo baterista Luís Leal e a voz de Teresa Aleixo.

O concerto vai contar com uma participação especial e acontece sexta-feira, dia 3 de Junho no Club Farense.

Pedro Cazanova no Zoomarine no Dia Mundial da Criança

O Dia Mundial da Criança está aí à porta e se ainda não tem nenhum programa definido, embarque nesta aventura e venha até ao Zoomarine, no Algarve!

Para além das diversões habituais, este ano, o Zoomarine conta com a presença do Pedro Cazanova e da Kiss FM! Uma verdadeira animação para os filhos, mas também para os pais.

Capa do Single.jpgCom um live set programado para as 16h00, no Zoomarine Beach, Pedro Cazanova promete animar todos os presentes e dar a conhecer o seu novo single "Jack", uma sonoridade diferente mas arrepiante com a mistura de country e house music. Com a voz incontornável do cantor William Narraine (Double You), conhecido pelos temas "please Don´t Go", "Run To Me" ou "We All Need Love", “Jack” vai certamente supreender! 

 

Livros... "Descobrir Lisboa" na companhia de Anísio Franco

A Porto Editora lança, no próximo dia 29 de maio, o livro “Caminhar por Lisboa”, da autoria de Anísio Franco. O lançamento, integrado na agenda da Feira do Livro de Lisboa, tem início às 11.00 no espaço do Grupo Porto Editora e a apresentação estará a cargo de Paula Moura Pinheiro. No final, o autor vai guiar todos os presentes num breve percurso pela zona envolvente a partir do local da Feira do Livro, ilustrando um pouco daquilo que os leitores podem encontrar neste livro sobre as ruas e a história de Lisboa.

Image1.jpgCom este guia, o historiador propõe aos leitores 7 percursos para conhecer e descobrir a cidade, percorrendo várias zonas como o Castelo de S. Jorge, o Museu Nacional de Arte Antiga, o Marquês de Pombal e a Ribeira das Naus. 

Inspirado nas suas próprias deambulações por Lisboa que, desde os seus 10 anos, lhe permitiram conhecer cada uma das ruas, de forma cada vez mais detalhada, Aníso Franco apresenta, para cada um dos percursos sugeridos, pontos de interesse cultural e gastronómico, narrativas sobre as ruas e as pessoas que nelas viviam, contextualizações históricas e artísticas e, claro, mapas e informações sobre a duração e a dificuldade dos percursos sugeridos.

Com roteiros mais artísticos (como o que vai do Museu de Arte Antiga a São Paulo), outros mais históricos (do Chafariz d’El Rei à Senhora do Monte) e ainda outros mais pessoais (do Parque Mayer ao Rossio), todos eles se cruzam e unem-se entre si através dos afetos, das memórias e das histórias que cada um deles conta sobre as ruas e as personagens que fazem parte (da história) delas. Anísio Franco assume que encara esta descoberta das ruas e edifícios como se de uma expedição turística se tratasse e que, por isso, se comporta como um estrangeiro na sua própria terra e tenta conhecer o máximo em cada percurso que faz, como se fosse a última vez que estivesse de visita à cidade e não quisesse deixar escapar nada.

 

O Autor Anísio Franco é licenciado em História da Arte e conservador no Museu Nacional de Arte Antiga. Tem desenvolvido vários estudos no campo da história da arte em Portugal e comissariou várias exposições de arte em Portugal e no estrangeiro. Paralelamente tem guiado inúmeras visitas de teor cultural, pela cidade de Lisboa, pelo país e pelo mundo desde, pelo menos, 1988. Da sua multifacetada carreira destaca-se ainda a participação em programas televisivos no âmbito da história da arte portuguesa, bem como a participação em filmes, documentários e séries. Publicou Histórias de Antiguidades, uma coletânea de crónicas que sintetizam a visão que tem sobre a forma de ver o mundo e a arte. Recentemente encontrámo-lo como personagem real (com o seu próprio nome) no romance de Valter Hugo Mãe, A Máquina de Fazer Espanhóis

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