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Glam Magazine

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"Um Dia Assim"… o novo single de Pedro e Os Lobos com participação de Virgem Suta

“Um Dia Assim” é o primeiro tema a ser divulgado e o single de avanço do novo trabalho de Pedro e Os Lobos, projeto do autor e compositor Pedro Galhoz, que conta com a participação dos Virgem Suta.

pedro.jpgEste tema anuncia um novo álbum, complementar ao disco “Lado A” lançado no final de 2014 e, tal como aconteceu com “Lado A”, conta com a participação de vários artistas que dão voz às composições de Pedro Galhoz e acompanham as cordas da sua guitarra.

 

O single tem distribuição Altafonte e, muito em breve, estará disponível em todas as plataformas digitais de distribuição de música.

White Fence + Alek Rein na ZDB

Depois do reconhecimento fulgurante dos Thee Oh Sees e Ty Segall, chega a vez de White Fence. Remata-se assim uma jornada que trouxe a esta cidade um dos universos musicais mais vibrantes da Costa Oeste dos Estados Unidos. White Fence é um grupo de rock e, em simultâneo, um veículo para o universo plural e multicolorido de Tim Presley. Californiano de gema, passou pelos Darker My Love e os The Nerve Agents, colaborou com Ty Segall no álbum Hair, tocou com os The Fall e em 2012, seguindo os passos de  um amigo (John Dwyer, dos Thee Oh Sees) fundou a Birth Records.

whitefence.jpgÉ uma figura destacada da cena de Bay Area, um instigador de gestos, objectos, tendências e um conhecedor profundo da história da pop. Acrescente-se-lhe uma faculdade que se vai tornando rara: o gosto. Presley sabe ouvir, como demonstrou quando deu a conhecer ao mundo a música de Jessica Pratt; foi ele quem lançou, em 2012, na sua editora, o primeiro e homónimo LP da artista. Mas é mais do que um grande ouvinte. É também um magnífico compositor de canções. Ouçam, à confiança, “Like That” ou “Arrow Man” ou “Actor”, de “The Recently Found Innocent” (Drag City, 2014), ou “Beat” e “Pink Gorilla”, de “Cyclops Read” (Castle Face, 2013). Não haverá desilusões.

 

Em termos de referências, o leque é rico: Beach Boys, The Kinks, The Zombies, Alexander ‘Skip’ Spence, Syd Barret, The Byrds, The Real Kids, Leonard Cohen, Joe Meek. Convenhamos, parece um mero inventário. Acontece que Tim Presley sabe o que fazer com as ideias que estes nomes nos deixaram. Transfigura-as, tornando-as suas, libertando-as do passado e dos espíritos de outros tempos. Uma ressurreição, a letra-morta a tornar-se, mais uma vez, espírito vivo. É isto. Mas nesse movimento, as suas canções desviam-se de formatos ou de esquemas reconhecíveis. O que aparece é o prazer da experimentação, do jogo, da bricolage, sem prejuízo das pequenas histórias que vão sendo cantadas, sempre ao colo de uma cândida e inteligente ironia. If you are still loving just to survive, I´m still the only man alive, cantará White Fence nesta noite.

 

Alek Rein… Desde as primeiras gravações caseiras a solo até ao iminente primeiro longa-duração com banda, as canções de Alek Rein surgem entre a confissão, o protesto e o sonho. Alinhado na tradição do psicadelismo folk anglo-saxónico, este projecto tem o nome do heterónimo de Alexandre Rendeiro.

Natural de New Jersey (EUA), Rendeiro respira, sem reverência, a bizarria de Syd Barrett ou Marc Bolan, o classicismo de John Lennon e a intensidade rock n’ roll de Ty Segall. “Mirror Lane”, o primeiro LP, sairá finalmente este verão, sendo precedido pelo primeiro single “River of Doom”.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

29 de Maio 2016 | 22.00h

Fitei 2016… Encyclopédie De La Parole / Joris Lacoste

Um conjunto de palavras boas e palavras que assustam o mundo.

Palavras que lutam, palavras que sofrem, palavras que dão esperança. São assim palavras que dançam e palavras que fazem amor, que decidem, que ameaçam, que condenam e matam...

Em 2013, o coletivo “Encyclopédie de la Parole” iniciou um ciclo de quatro “Suites Corais” baseado no mesmo princípio: a reprodução, ao vivo, de documentos retirados da coleção áudio deste projeto. A Suite Nº 1 foi dedicada a colocar em palco alguns dos elementos diferenciadores do discurso humano: como falamos, como aprendemos a falar, a balbuciar, a tagarelar, o burburinho, o vocabulário básico, a alegria de falar por falar, o jogo da tradução e o prazer de idiomas que não entendemos. No fundo, um espetáculo em nove idiomas, 45 cenas e 23 atores (incluindo 11 convidados).

evento_img57028a1a0e39f.jpegA segunda Suite – Suite Nº 2, que é agora apresentada -, orquestra discursos como ações quotidianas. Um conjunto de palavras boas e palavras que assustam o mundo.

Palavras que lutam, palavras que sofrem, palavras que dão esperança. São assim palavras que dançam e palavras que fazem amor, que decidem, que ameaçam, que condenam e matam. Palavras que pedem misericórdia. Palavras que brincam com o fogo, palavras que voam para longe e desaparecem acima do oceano. Todas estas palavras reais. Todas (e cada uma delas) são pronunciadas todos os dias, nalgum local do mundo, colecionadas pela “Encyclopédie de la Parole”. Elas encontram-se agora neste espetáculo, carregadas por um quinteto de intérpretes, dirigidos por Joris Lacoste e harmonizados pela música de Pierre-Yves Macé.

 

Encyclopédie de la Parole é um projeto artístico que explora a palavra falada nas suas diferentes formas. Desde 2007 que este grupo de músicos, poetas, realizadores, artistas visuais, atores e curadores recolhe todos os tipos de gravações de palavras e, de seguida, coloca-as no seu site, de acordo com as suas propriedades particulares como a cadência, a ênfase, a saturação ou a melodia. A partir desta coleção, que agora inclui cerca de 800 documentos de som, produz peças sonoras, espetáculos, palestras, jogos e exposições. Atualmente, o projeto é composto por Frédéric Danos, Emmanuelle Lafon, Nicolas Rolantes, Joris Lacoste, David Christoffel, Valérie Louys e Elise Simonet.

 

Joris Lacoste nasceu em 1973, vive e trabalha em Paris, França. Escreve para teatro e rádio desde 1996 e começou a fazer os seus próprios espetáculos em 2003. Iniciou dois projetos de grupo – “W”, em 2004, e “Encyclopédie de la Parole”, em 2007, tendo criado vários espetáculos e apresentações no âmbito destes dois projetos, que ainda se mantêm no ativo. Em 2009 lançou o projeto “Hypnographie” para explorar os usos artísticos da hipnose, tendo apresentado vários trabalhos na rádio, em museus e em vários palcos do mundo.

 

Teatro Municipal Rivoli / Grande Auditório (Porto)

28 de Maio 2016 | 21.30h

Sciaena apresenta exposição Mar Motto 2

A Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e Cooperação, apresenta a segunda edição de Mar Motto, uma exposição que pretende mostrar uma outra forma de sensibilizar o ser humano para uma questão urgente a que muitos continuam preferir fechar os olhos - a fragilidade do equilíbrio dos ecossistemas marinhos e dos seres que neles habitam.

mar.jpgNa inauguração sábado, 4 de junho, às 18h, haverá ainda música e exibição de alguns filmes. A exposição prolonga-se até 2 de julho e a entrada é gratuita.

Parte do valor da venda das peças reverte a favor da realização de futuras edições do Mar Motto e de outras ações de sensibilização e proteção dos Oceanos, a organizar pela Sciaena durante o ano de 2016.

O conceito de Mar Motto é simples – usar a arte para alertar o público para tudo o que a humanidade tem feito para arruinar estes ecossistemas e como todos podem contribuir para os conservar.

 

Depois de uma primeira edição em 2014 na Montana Shop & Gallery Lisboa, desta vez a exposição terá lugar no Ginjal Terrasse, espaço na margem sul do Tejo, em Cacilhas, com uma magnífica vista sobre o rio e apenas a alguns minutos de barco de Lisboa. Entre os convidados estão artistas de rua e artistas plásticos de Almada mas também de outros pontos da Grande Lisboa e de Sesimbra aos quais foi lançado o desafio: fazer uma peça que expresse o que de mais profundo sente pelo mar, a urgência que há em protegê-lo e que inspire cada um de nós a fazer a diferença. São eles Gemeniano Cruz, Hibashiba, Hugo Meliço, JAE, João Cruz, Klit, Maciel Santos, MAR, Minimal Animal, Paulo Neberra, Pitanga, PHNSK, Rebeca Rodrigues, Sérgio Branco e SKRAN.

 

A ideia é usufruir o máximo da dinâmica e da localização do Ginjal Terrasse – na margem do rio Tejo – para promover o encontro de pessoas de toda a Grande Lisboa e mais além, gerando novas ideias e novas edições da iniciativa. O Mar Motto vai navegar e esta será apenas uma escala”, refere Gonçalo Carvalho, Presidente da Sciaena.

“Queremos chegar a um público o mais vasto possível e fazer com que cada um se possa sentir como um guardião dos Oceanos, sensibilizado para tudo o que implica a degradação destes ecossistemas mas também o que cada um pode fazer para os proteger. Queremos todos os portugueses a pensar, a respirar e a proteger o Mar.” acrescenta Gonçalo Carvalho.

 

Ginjal Terrasse (Almada)

4 de Junho 2016 a 2 de Julho

Há Fado no Cais… com Vânia Conde

Vânia Conde é natural das Caldas da Rainha, mas foi em Lisboa que se estreou a cantar fado. Poderá parecer uma fatalidade ou apenas uma força do destino, mas a jovem estudante apaixonou-se por esta música e decidiu não regressar à sua terra natal. Depressa começou a frequentar várias casas de fado, onde encontrou uma “oficina” de aprendizagem com os fadistas mais experientes.

Foto VaniaConde.jpgHoje em dia canta regularmente na Maria da Mouraria, em Lisboa, mas do seu percurso fazem ainda parte atuações na Academia de Música de Brooklyn, em Nova Iorque, ou no Centro Cultural Luisiana, em Copenhaga.

Ao CCB traz um concerto intimista e vários temas do disco, o primeiro em nome próprio, que será editado ainda este verão.

 

Guitarra portuguesa: Ricardo Parreira

Viola: Marco Oliveira

Contrabaixo: João Penedo

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

3 de Junho 2016 | 21.00h

Roda de Choro ao vivo no Lusitano Club

A Roda de Choro de Lisboa é um quinteto luso-franco-brasileiro que se caracteriza por interpretar temas do "Chorinho" brasileiro de forma única e criativa.

Roda de Choro.jpgComo o seu próprio nome indica esta banda é de Lisboa mas tem uma alma sem fronteiras: a sua música energizante revela uma fusão inesgotável de ritmos que vão do Chorinho ao Fandango, do Tango ao Corridinho, da Valsa ao Malhão, do Scottish ao Fado, da Polka ao Vira, havendo sempre espaço para algumas surpresas e apontamentos de humor imprevisíveis!

 

Pode afirmar-se que nos últimos cinco anos a Roda de Choro de Lisboa tem vindo a “refrescar” o Chorinho, este género musical, que com mais de 130 anos de existência, voltou a estar na moda, conquistando terreno e distribuindo boa disposição um pouco por toda a parte…

 

Lusitano Club (Lisboa)

2 de Junho 2016 | 22.30h