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Glam Magazine

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“A Purple Experience” por Moullinex, Salto, Mike El Nite e Slow J no Palco Antena 3

Depois de anunciado o cartaz para o primeiro dia do Palco Antena 3 do Super Bock Super Rock, chegou a hora de anunciar os nomes que irão fazer do dia 16 de julho, uma grande festa, em frente à escadaria do Palco Super Bock. Um cartaz de luxo não irá desiludir com “A Purple Experience” por Moullinex, Salto, Mike El Nite e Slow J.

GLAM -  Moullinex.jpegphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Ainda ninguém sonhava com a triste notícia da morte do Prínce de Minneapolis e já chegava a Antena 3 uma versão de “Controversy”, produzida por Luis Clara Gomes A.K.A. Moullinex. Depois, já com as lágrimas enxutas foi hora de preparar uma mega operação que cresceu com o entusiasmo de quem quer homenagear alguém imortal e quem melhor que Moullinex para o fazer e que outro espaço para o apresentar que não o Super Bock Super Rock. O espetáculo irá reinventar os clássicos de Prince num contexto nacional moderno, capaz de juntar elementos de diferentes famílias. O espetáculo terá vários convidados especiais, anunciados a seu tempo, que garantidamente partilham afinidades com a música de Prince. “A Purple Experience” por Moullinex está pensado como tributo a um dos maiores génios da música pop e será um momento de celebração no Palco Antena 3.

Os Salto são Gui, Tomé Ribeiro e Luís Montenegro primos de sangue e ligados também pela música. Depois da estreia em formato LP em 2012, que inclui o hit-single que ainda perdura, “Deixar Cair”, surpreenderam em 2014 com o EP “Beat Oven”. O primeiro registo da banda chegou vibrante de guitarras pop-rock, com uma energia celebratória e muito orgânica. Com a edição de há dois anos, ofereceram-se mais electrónicos, experimentando beats e muitos sintetizadores. Com o novo LP, “Passeio das Virtudes”, junta-se o passado com o presente que projectará o futuro: pop com electrónica dentro – cativante.

Mike El Nite é um dos mais reconhecidos hip hoppers do momento. Representa e dá reconhecimento à nova editora AstroRecords e, com um colega de selo, ProfJam, é o autor do hit "Mambo nº1". Depois do EP "Rusga para Concerto em G menor" oferece-nos este ano o LP “Justiceiro”. Por lá, a vertente mais electrónica do rap: o trap. Tem sido reconhecido como um dos álbuns do ano até ao momento e vai desfilar no Palco Antena 3, no Super Bock Super Rock.

João Batista Coelho é Slow J. Músico, produtor e engenheiro de Setúbal, estreou-se com o EP “The Free Food Tape”. As rimas são-lhe talento e 2016 tem tudo para ser o ano de afirmação deste jovem com música dentro. Registos como “Tinta da Raiz” ou “Cristalina” já foram aclamados pela critica e mostram de forma clara o talento do setubalense.

Guitarras ao Alto… esta a chegar a 2ª edição…

O projeto Guitarras ao Alto é um evento inédito em Portugal e pensado exclusivamente para o Alentejo, inspirado pela música, pelo vinho, pela gastronomia e pela paisagem. Um hino à guitarra e ao espírito interventivo alentejano que leva já em Junho, as guitarras de Norberto Lobo e Luís Martins a Beirã-Marvão, Sousel e Évora. Vai ser brindado com uma parceria especial feita para a edição deste ano com o vinho Virgo, uma criação do Diogo Albino, da Herdade da Torre do Frade (Alto Alentejo).

Cartaz Guitarras ao Alto 2016 2.jpgO objectivo do Guitarras ao Alto é pensar concertos em espaços menos comuns e com artistas que privilegiam a guitarra, e teve a primeira edição em Novembro de 2014, com Tó Trips e Filho da Mãe, em Beja, Portalegre e Campo Maior. O Guitarras ao Alto também já trouxe jovens guitarristas a criar nesta região, como aconteceu com o último disco de Grutera, “Sur lie”, gravado no Túnel das Barricas da Herdade do Esporão, em Junho de 2015. Organizou ainda um concerto de Glenn Jones, mestre da guitarra primitiva americana e uma das principais inspirações deste projeto, em Portalegre, em Maio de 2016.

Nesta 2ª edição, os concertos vão decorrer no dia 18 de Junho, na antiga estação ferroviária de Marvão/Beirã, convertida em alojamento turístico (Trainspot), no dia 19 na Praça de Touros de Sousel (provavelmente a mais antiga de Portugal), e no dia 23 em Évora, na abertura da Feira de São João.

 

Norberto Lobo é um dos, senão mesmo o maior expoente da guitarra atualmente em Portugal. Editou vários registos a solo, entre os quais "Mudar de Bina", "Fala Mansa" ou "Fornalha", e outros em colaboração com o baterista João Lobo, como por exemplo "Oba Loba", ou com os grupos Norman e Tigrala.

Embora Luís Martins seja mais conhecido por integrar os Deolinda, tem um trabalho individual com pontos de contacto com Norberto Lobo, numa apropriação da guitarra que abrange o registo mais experimental. Os projetos pessoais do Luís Martins abordam a música mais exploratória, nomeadamente em “Almost a Song”, com a pianista Joana Sá, e no coletivo PowerTrio, novamente com Joana Sá e com o harpista Eduardo Raón.

 

O objectivo de Vasco Durão, mentor do Guitarras ao Alto, que migrou de Lisboa para Estremoz há 3 anos com a família, é explorar o enorme potencial do Alentejo para eventos deste género, de nicho e de qualidade, que cruzem cultura, vinho, gastronomia e turismo

Ponte Party People acrescenta Jibóia e Máquina del Amor ao cartaz

Depois de confirmado o retorno do Ponte Party People e a presença dos peixe:avião, Toulouse e Gin Party Sound System, acrescenta-se ao cartaz Jibóia e Máquina del AmorVamos tão a Braga… uma semana após a confirmação do regresso do Ponte Party People à cidade-mãe, no dia 2 de Julho, e de compor o cartaz com três nomes sonantes (peixe:avião, Toulouse e Gin Party Sound System), são agora acrescentados dois que ressalvam que esta será, de facto, uma das festas mais eclécticas do Verão. Ao Parque de São João da Ponte chegam agora a electrónica sensorial de Jibóia e o post-rock transcendente dos Máquina del Amor.

GLAM - Jiboia.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Enfiando o capuz de “Príncipe da Pérsia em ácidos”, Jibóia é o resultado de um multiculturalismo desenfreado, um sistema de GPS esquizofrénico e uma música electrónica que assalta impiedosamente as mais variadas sensações humanas. A viagem da cobra segue até Braga com o baterista Ricardo Martins.

 

O manifesto da Máquina é tão complexo como o combustível que lhe corre nas veias. Se por um lado somos afrontados pela magnitude da “Masala” de Jibóia, por outro somos consumidos pela diabrura dos Máquina del Amor, que se faz sentir no espaçamento dos ritmos, das melodias, brotando numa verdadeira máquina do tempo que ora é experimental, como industrial, sempre inebriada pelo post-rock.

 

O Ponte Party People decorre no dia 2 de Julho no Parque de São João da Ponte, em Braga, durante a tarde e arrastando-se até à noite. A entrada é gratuita. É organizado pela Câmara Municipal de Braga, a Lotação Variável e a Lovers & Lollypops.

 

Big Red Panda editam “Arrial Pt.II”… a segunda parte de “Arrival” do EP “Grand Orbiter”

Vindos da vila mais antiga de Portugal, os Big Red Panda são um colectivo, todos com a mesma vontade de devorar os instrumentos, fazendo-os explodir em paisagens sónicas de outros lugares, distorcidas pela energia incansável que lhes é natural.

Ao disco de estreia, repleto de viagens intermináveis, riffs esmagadores e lavagens mentais refrescantes, seguiu-se “Grand Orbiter”, caracterizado pelos riffs progressivos e psicadélicos.

a2925977502_10.jpgCom este segundo disco os Big Red Panda percorreram Portugal e o norte de Espanha, passado em festivais como o Vodafone Mexefest, Sons do Vez, SonicBlast Moledo, Indie Music Fest, entre outros.

Os minhotos regressaram a estúdio e agora surpreendem com este “Arrival Pt. II”

Os Big Red Panda são Fancisco Dantas (bateria), Gonçalo Palmas (synth), Hugo Quintela (guitarra), Kevin Pires (guitarra), Nuno Silva (baixo) e Pedro Ferreira (voz/guitarra)

Tomorrows Tulips + Mighty Sands na ZDB

Algures entre a condição de roqueiros desalinhados, hippies urbanos e anti-heróis da pop, encontramos um pequeno milagre chamado Tomorrows Tulips. Como charmosas personagens furadas de uma película de baixo orçamento, é na entrega e criatividade que se fazem valer, entrando na pele dos papéis mais marginais e perante os cenários mais contrastantes.

Há quatro décadas atrás, escutar-se-ia nas rádios o clássico “California Dreamin”, então um dos símbolos de uma geração ancorada na libertação social com um charro na mão e um megafone na outra. Outras quatro décadas depois este trio apresenta-se não exactamente como fruto directo desse imaginário, mas sim como um belíssimo vislumbre do que isso poderia ter sido, se exposto à cultura do punk, do indie rock dos 90s e dos excessos deste milénio. Naturalmente californianos, encontraram pousio na editora Burger Records, casa excelsa para uma nata excêntrica de bandas como Black Lips, Ty Segall, Thee Oh Sees, Hunx and His Punx ou Brian Jonestown Massacre. Os nomes falam por si e foi neste ambiente DIY, de (con)fusão musical bastarda, onde não existem caminhos certos ou errados, que fermentaram o último álbum When – brilhante colecção de canções dignas para uma road trip de sonho.

BradElterman_TomorrowsTulips_000075100011.jpgphoto: Brad Elterman

 

Houve porém uma vida anterior que moldou a banda actual. Houve a curta existência dos Japanese Motors, houve um disco essencial intitulado Experimental Jelly e houve ainda uma torrente de cassetes e edições de autor, hoje em dia parcas e valiosas. Todo esse percurso, onde ainda se incluem as digressões feitas, não foi – nem nunca será – suficiente para fazer dos Tomorrows Tulips uma banda assumidamente “séria”. A diversão inerente e a vontade de criar muito com pouco levou-os certamente a uma maior audiência sem que esse fosse um objectivo estipulado. Caóticos, oníricos ou festivos, a invenção continua sobrepôr-se à técnica e  a estética lo-fi emana ondas de calor incapazes de serem replicadas num estúdio asséptico. Essa genética orgânica e orgulhosamente imperfeita é o habitat natural da banda como se cada tema estivesse ligado a uma improvisação-mãe, regada a whisky velho e usufruindo de uma gloriosa fotossíntese matinal. Para além disso, reconhecem e não escondem quem os motivou a tão audazes incursões. Está lá o passo gingão dos Velvet Underground, o artesanato punk dos Beat Happening ou Neutral Milk Hotel, o mural de som dos My Bloody Valentine e aquela maravilhosa noção de rock disfuncional cimentada pela Siltbreeze. E não será por mero acaso que, recentemente, o vocalista Alex Knost se tenha aliado a Kim Gordon para o projecto Glitterbust.

 

Nesta primeira vinda a Lisboa, as projecções até aqui referidas ganharão vida em palco. Trata-se de receber um dos exemplos mais entusiasmantes do rock actual, mas será igualmente sinónimo de entrega, de olhos fechados e corpo suado, à dança hipnótica e ao frenesim do feedback da guitarra.

 

Galeria ZDB (Porto)

26 de Maio 2016 | 22.00h

O regresso dos Balbúrdia com "Outra metade"

Após um período de menor fulgor, "Outra metade" marca o regresso dos Balbúrdia às "edições discográficas", agora com formação renovada. Gravado num registo muito próximo do "faça você mesmo", este EP é também uma forma de celebrar os 20 anos de existência dos Balbúrdia, sendo prova disso a retoma do tema "Eles andam aí", que constou da 1ª maqueta da banda gravada em 1996...

a0030861237_10.jpgEste trabalho é também o primeiro após a entrada de Guilherme Castanheira para assumir o lugar de vocalista. É um multi-instrumentista que já havia participado em trabalhos anteriores dos Balbúrdia, tocando trompete ou acordeão em alguns temas. O 1º single intitula-se "Fúria Ciúme" e está disponível para download gratuito aqui

 

Os Balbúrdia são constituídos por JBandeirinha (guitarra ritmo), João Paulo castanheira (guitarra solo), Firo (bateria), Rodrigo Antunes (baixo) e Guilherme Castanheira (voz)

 

Eles continuam a andar por aí...

Telmo Pires leva "Ser Fado" em digressão pelo estrangeiro

Depois de concertos de assinalável sucesso em Lisboa no Museu do Fado e Casino de Lisboa, bem como em Berlim – na Igreja do Apóstolo Paulo, o fadista Telmo Pires vai continuar a apresentar o seu novo álbum, “Ser Fado”, em Gibraltar, na Letónia, na Lituânia e de novo na Alemanha.

Porque, se Telmo Pires é em disco o fadista com características ímpares que já muitos de nós conhecemos, em palco ainda se transcende mais, fruto de um carisma, de um magnetismo, de uma espontaneidade e de um arrojo raros no meio actual do fado.

telmo.jpgA primeira etapa desta digressão começa na península britânica de Gibraltar, encravada no sul de Espanha, com um concerto dia 17 de Junho na St. Michael's Cave.

Em Agosto, Telmo Pires dá quatro concertos na Lituânia: dia 4 em Šiauliai, na Chaimas Frenkelis Villa; dia 5 em Kaunas, no Pažaislis Festival; dia 6 em Šakiai, no Beatrices Vasaros Festivalis; e dia 7 em Vilnius, no Christopher Summer Festival.

Já em Setembro, o fadista canta de novo na Alemanha, dia 10, em Essen, no Teatro Zech Carl, e dia 11, em Dresden, na Kleines Haus, enquanto no dia 12 do mesmo mês actua em Riga, capital da Letónia, no Great Guild Hall.

Piece of Cake apresentam o álbum "Fears on Fire" em Junho

Piece Of Cake são uma banda Portuguesa que funde uma grande variedade de influências musicais, passando do rock ao tradicional. Lito Pedreira (baterista e produtor) reuniu os músicos Pedro Henrique (voz), o Ivan Pedreira (baixo Elétrico) e o Rodrigo Almeida (guitarra elétrica) e gravam o primeiro disco de originais “Fears on Fire”. Mário Peniche passa a integrar a banda como baixista em 2016.

000.jpgPiece of Cake surgiu da inspiração que tínham para passar uma palavra de esperança e energizar quem ouça a sua música. Sendo alegre, é um trabalho controverso e profundo, com uma linguagem provocadora e até  romântica, onde percorridas as 11 faixas, são ouvidos temas da nossa atualidade, tão comuns no rock refrescando assim a “nossa” identidade tão taciturna.

Para se compreender o conceito de Piece Of Cake terá de se descrever que os estilos musicais que se fundem nesta banda, são estilos que estão ligados intrinsecamente por uma origem comum. A versatilidade de "Piece of Cake", leva-nos ao encontro de outras sonoridades, sem nunca perder a sua verdadeira essência...

A 3 de Junho nas plataformas digitais…

Apresentação Dupla no Hard Club… Nice Weather For Ducks & Twin Transisitors

Depois de lançado o avanço do disco "Love is you and me under a night sky" com o single “Marigold”, os Nice Weather for Ducks iniciam no Hard Club a apresentação do mesmo.

A primeira parte cabe aos Twin Transistors que depois de duas casas bem compostas em Lisboa e em Leiria, preparam-se agora para conquistar o Porto com o seu "Sun of Wolves".

20160525100642.jpgApós o Hard Club, os Nice Weather For Ducks apresentam o disco no CCB (CCbeat) em Lisboa, e no Teatro José Lúcio da Silva, Leiria, acompanhados pelos Les Crazy Coconuts

Já os Twin Transistors voltam aos concertos no Festival A Porta, em Leiria, dia 3 de Junho.    

 

Hard Club (Porto)

27 de Maio 2016 | 22.00h