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Glam Magazine

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Old Jerusalem apresenta novo vídeo "A charm"

Dando seguimento à apresentação do seu mais recente disco, “A rose is a rose is a rose”, o sexto trabalho de longa duração, editado em abril de 2016, Old Jerusalem apresenta agora o segundo vídeo retirado do álbum, desta feita para o tema “A charm”

GLAM - Old Jerusalem.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazin

 

Uma canção sobre decadência e regeneração, ela é aqui apresentada na interpretação visual da realizadora Natacha Oliveira. Por contraponto ao anterior “Old Jerusalem” (PAD, 2011), integralmente composto e intepretado por Francisco Silva, “A rose is a rose is a rose” retoma a colaboração com outros músicos, destacando-se a este título o trabalho desenvolvido com Filipe Melo, responsável pelo piano e arranjos de cordas do álbum e um verdadeiro e empenhado cúmplice na delineação do rumo estético do trabalho. De facto, quase poderia afirmar-se que na sua génese as canções de “A rose is a rose is a rose” serviram como “pretexto” para esta colaboração, que começou a delinear-se logo no momento em que os dois músicos se conheceram, num concerto de homenagem a Bernardo Sassetti em Lisboa.

Juntando à prestação de fiéis colaboradores habituais (como o produtor Paulo Miranda e o baterista Pedro Oliveira) os contributos de músicos e técnicos que trabalham pela primeira vez em disco com o projecto (o já mencionado Filipe Melo no piano, Nelson Cascais no contrabaixo, as colaborações pontuais de Petra Pais e Luís Ferreira, dos Nobody’s Bizness, na voz e guitarras, respectivamente, o quarteto de cordas de Ana Pereira, Ana Filipa Serrão, Joana Cipriano e Ana Cláudia Serrão, bem como o trabalho de misturas de Nelson Carvalho e de gravação de Luís Candeias e João Ornelas), “A rose is a rose is a rose” apresenta uma versão de Old Jerusalem mais expansiva, ainda que sempre centrada na atenção às canções e à forma mais eficaz e agradável de as comunicar ao ouvinte.

 

Os concertos de promoção de “A rose is a rose is a rose” prosseguem entretanto ao longo dos próximos meses, com datas actualmente confirmadas em:

28 de Maio - Festival Rádio Faneca, Ílhavo

25 de Junho - Paços da Cultura, São João da Madeira

23 de Julho - Associação Arquente, Faro

24 de Julho - Fortaleza de Sagres, Sagres

2 de Setembro - Sons À Sexta, Fundão

Um Corpo Estranho apresentam novo single “Onde Quero Arder”

O novo single “Onde Quero Arder” surge no seguimento do álbum de estreia dos Um Corpo Estranho, “De Não Ter Tempo”, lançado em 2014 e reconhecido como uma das apostas do ano. Este tema antecipa o segundo álbum de originais da banda que será lançado em setembro, em data a anunciar.

Foto Promocional by Rui David.JPGphoto: Rui David

 

“Onde Quero Arder” é uma canção que, no fundo, pretende falar de amor mas que se perde no limbo que sobra entre as emoções e a razão, entre a pureza e a luxúria. O bem e o mal, decalcados nas suas alegorias mais clássicas, que no fundo encontram diálogo na fronteira que o corpo habita, o corpo que escolhe arder.

Este lançamento é acompanhado por um novo vídeoclip produzido por GARAGEM e TOM AND JELLY, realizado por António Aleixo, com fotografia de Mário Guilherme e produção de Pedro Estevão Semedo. Uma equipa que já assinou trabalhos para inúmeros artistas de destaque como Aldina Duarte, Aurea, Blasted Mechanism, João Gil ou Ash is a Robot.

 

Os Um Corpo Estranho são João Mota e Pedro Franco.

Em conjunto, escreveram bandas sonoras para curtas metragens ou peças de dança/teatro como "A Almofada da Paula" sobre a obra da Paula Rego. Após dois EPs, editaram o seu disco de estreia, “De Não Ter Tempo”, em 2014 que conta com a participação da Celina da Piedade e inclui uma versão de um tema de Madredeus caucionada por Pedro Ayres Magalhães.

Foram Novo Talento Fnac 2013 e finalistas do prémio José Afonso 2015.

Regressam em 2016 com novos temas originais e um novo trabalho a revelar em setembro.

Rogério Charraz estreia video do novo single "Medo do Escuro"

Medo do Escuro" foi a canção que desencadeou em Rogério Charraz a vontade de gravar o terceiro disco. Inspirado pelas palavras de José Fialho Gouveia, compôs onze canções que nos incitam a "Não ter medo do Escuro" e nos remetem para o folk português.

untitled-1.jpgNo vídeo o músico faz-se rodear de pequenos grandes artistas, cujos sorrisos nos lembram que "nada vai mais fundo do que o chão"...

O videoclip foi realizado pela We Do Movies Too e gravado na Fábrica Braço de Prata. A apresentação do disco é já no 26 de Maio no Cinema São Jorge

 

Cinema São Jorge / Sala 2 (Lisboa)

26 de Maio 2016 | 21.30h

2ª Edição “An experimental Jet Set, Trash & No Star Night!“

A noite temática organizada pelo blogue BranMorrighan volta em 2016 com Born a Lion, Then They Flew e Whales. A intenção desta noite de festa não é nada mais nada menos do que divulgar a melhor música que se faz em Portugal com o regresso de uma das maiores bandas de rock, os Born a Lion, e ainda com duas jovens promessas que já dão que falar, os Then They Flew, finalistas do concurso Sziget'16 e os Whales, vencedores do Festival Termómetro 2016.

master.jpgBorn a Lion… Dia 3 de Junho de 2016 é a data escolhida para o regresso dos Born a Lion aos palcos depois de terem dada por terminada a sua actividade em 2014!

Neste regresso a banda só promete o mesmo de sempre: ROCK!! Sim, daquele... barbudo! Preparem os vossos ouvidos e tranquem os miúdos em casa. Eles vêm aí...

 

Then They Flew são uma banda de post-rock lisboeta que lançou em Outubro de 2015 o primeiro disco, tendo obtido muito boas reacções do estrangeiro. “Stable As The Earth Stops Spinning” é o nome desse primeiro trabalho e procura a construção do clímax através do contraste dinâmico, fugindo ao estabelecimento puro de ambientes e texturas. Este contraste acontece entre o rendilhado de frases melódicas repetitivas e as pesadas paredes de som que apresentam atmosferas dinâmicas, expansivas e densas. Estas atmosferas, as melodias electrizantes e a secção rítmica lenta e dominante dão coerência aos temas, trilhando as diferentes etapas de uma só viagem.

 

Whales… celebraram recentemente apenas um ano de existência, mas já venceram a mais recente edição do Festival Termómetro que lhes dará acesso a actuarem no festival NOS Alive. Dizem que o seu nome foi escolhido por causa do paralelismo que há entre o processo de composição e o trajecto que a baleia faz no oceano: “É um animal que anda devagar, mas com firmeza”. Entre as novas correntes do vasto oceano da música indie (tanto no rock como na electrónica) começamos a avistar, cada vez mais perto, um caso sério nas novas bandas nacionais. Acabaram de estrear o primeiro single "Big Pulse Waves" com produção de Rui Gaspar (dos First Breath After Coma, que também assegura a realização e edição do vídeo) e gravação, mistura e masterização de Fábio Jevelim e de Makoto Yagyo, no HAUS.

 

Musicbox (Lisboa)

3 de Junho 2016 | 22.00h

4 concertos…. White Fang, Tomorrow's Tulips, The Sunflowers e 800 Gondomar

É já na próxima semana, a 25 de Maio, que a Lovers & Lollypops e a Revolve se juntam e fazem uma expedição de 4 concertos por apenas 10€.

untitled-1.jpg"Pague 10, leve 4" é o mote da noite de quarta-feira, dia 25 de Maio, para qualquer melómano que esteja pela baixa do Porto ou nos arredores. O garage engrenhado dos White Fang (USA), que já se havia juntado ao dos portuenses 800 Gondomar, no CAVE 45, arrasta-se, agora, até à cave do Café Au Lait, onde marcam presença o lo-fi dos Tomorrow's Tulips e o rock sujo dos The Sunflowers.

 

A expedição L&L/Revolve tem início no Café Au Lait e termina no CAVE 45.

 

22:00 The Sunflowers - Café Au Lait

23:00 Tomorrow's Tulips - Café Au Lait

00:00 800 Gondomar - Cave 45

00:45 White Fang - Cave 45

Marisa Monte regressa com coletânea a 27 de maio: “Coleção”

Marisa Monte vai lançar a 27 de maio a sua primeira coletânea, intitulada “Coleção”, mas este não será um mero “best of” como tantos outros. Concebida pela própria cantora, esta “Coleção” reúne canções que Marisa Monte foi compondo para bandas sonoras de filmes, duetos, temas que a artista compôs para outros artistas e ainda músicas que nunca foram lançadas ao longo destes quase 30 anos de carreira.

 

Entre os duetos destaque-se o de “Chuva no Mar”, com a portuguesa Carminho, cantora que a própria Marisa Monte convidou para os seus próximos concertos em Portugal, no festival EDP Cool Jazz, a 27 de julho, e no Jardim da Fundação Serralves, a 30 de julho. Além da fadista, o disco inclui ainda as participações de Cesária Évora (em “É Doce Morrer No Mar”), o norte-americano David Byrne (Talking Heads), Arnaldo Antunes (com quem formou o projeto de sucesso Os Tropicalistas), Paulinho da Viola, Julieta Venegas, entre outros.

download.jpg“Essas gravações e as parcerias que elas proporcionaram foram fundamentais na minha trajetória e influenciaram toda a minha produção solo. Algumas dessas canções fazem parte da obra de outros criadores e outras nunca foram lançadas. Em comum, todas estavam dispersas e pulverizadas. O processo de seleção foi um mergulho na minha história. Entre as quase 40 músicas que gravei, além dos meus álbuns, foi um desafio chegar até essas 13”, diz Marisa Monte.

 

A maioria das canções que agora podem ser descobertas nesta “Coleção” mantêm-se iguais às suas versões originais. Mas nalguns casos Marisa Monte deu-se à liberdade de adicionar novas vozes, remisturar, dar-lhes uma nova vida. “Foi uma escolha pessoal em que utilizei um critério subjetivo, íntimo e emocional. Essas músicas evocam minhas melhores memórias desse período de três décadas, me fazem perceber a minha brasilidade dentro do mundo e a grandeza e o sentido que a música trouxe para a minha vida”, afirma.

 

Desta coletânea faz parte o single “Nu com a minha música”, canção original de Caetano Veloso, que Marisa Monte gravou com dois convidados de luxo: Rodrigo Amarante e Devendra Banhart .

Ariana Grande lança o seu novo álbum “Dangerous Woman”

A multiplatinada estrela pop, nomeada para vários prémios Grammy, lança o seu terceiro álbum de estúdio, intitulado “Dangerous Woman”.

ariana.jpgRecentemente, Ariana Grande foi capa da revista Billboard e foi entrevistada para o programa Tonight Show apresentado por Jimmy Fallon, depois de regressar aos estúdios da NBC, onde foi convidada do programa “Saturday Night Live”, onde estreou ao vivo “Dangerous Woman” e uma nova canção, “Be Alright”. O single com o mesmo nome, “Dangerous Woman” alcançou o 1.º lugar do iTunes Overall Top Songs e do Top Pop Songs.

Depois de ter encetado uma digressão internacional que esgotou datas um pouco por todo o mundo, Ariana Grande passou grande parte do ano passado a gravar o álbum que resultou em “Dangerous Woman”. A cantora norte-americana estreia-se este ano em Portugal no Rock in Rio Lisboa, a 29 de maio.

Pierre Aderne e convidados no Sótão Café do Tivoli BBVA

Música, Vinho, Galinhada e muita Prosa…

“Sempre me perguntam sobre o que deve ser feito para favorecer a proximidade entre o Brasil e Portugal, e sempre penso que o modo de o fazer com profundidade é manter o conhecimento mútuo e deixar que o amor aconteça. Os dois países ficam perto se souberem manter a sua identidade pelo lado mais absoluto da pertença: a oportunidade da paixão. O que Pierre Aderne faz é isso mesmo. Age por amor.” Valter Hugo Mãe

Tudo começou em 2004, no Rio de Janeiro. Em casa, Pierre Aderne reunia os amigos para conversas madrugada dentro, regadas com bom vinho, “comidinhas” e muita prosa. Trocavam-se segredos ao som de boa música, e, no final, sempre a pergunta: quando voltamos a reunir?

untitled.jpgEm Lisboa, Pierre recupera as tertúlias e, desde 2011, já passaram pela sua sala de estar nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Carminho, Tito Paris, Ana Moura, Melody Gardot, Camané, Jorge Palma, Mário Laginha, Lura, Anna Maria Jopek, Edu Krieger, Ana Carolina, Fernanda Abreu, António Zambujo, Valter Hugo Mãe, Sara Tavares, entre tantos outros. Em comum, o gosto pelo convívio e pela partilha de saberes e emoções.

 

A sala de Pierre tornou-se pequena e a RUA DAS PRETAS muda-se para o Sótão Café-Teatro. Nas sextas-feiras de Junho, pelas 23h, Pierre Aderne será o anfitrião de histórias, poemas e canções partilhadas pelos seus convidados especiais. O vinho será escolhido por André Ribeirinho (Adegga Wine Market) e a ‘Galinhada da Madrugada’ preparada pelos chefs André Magalhães (Taberna das Flores) e Hugo Nacimento (Tasca da Esquina). As noites terminam com DJs-surpresa, sempre alguém do “mundo das artes”.

 

Convidados:

3 Junho – Maria João, João Farinha, Philippe Baden Powell, João Barradas (acordeonista)

10 Junho – Jorge Fernando, José Eduardo Agualusa, Léo Minax, João Barradas (acordeonista)

17 Junho – Cuca Roseta, Uxia, João Gentil, Pedro Jóia, João Barradas (acordeonista), Miroca Paris (percussionista)

24 Junho – Susana Félix, Jorge Roque (Monda), André Gago, João Barradas (acordeonista)

 

Pierre Aderne

O cantor e compositor brasileiro vive em Lisboa há seis anos, desde que deixou o Rio de Janeiro. Nos últimos anos tem vindo a aproximar a (sua) bossa contemporânea da world music, do jazz, do fado e da África lusófona. Com seis discos lançados pelo mundo e colaborações com artistas como Melody Gardot, Madeleine Peyroux, Léo Minax, Mário Laginha, Wagner, Tito Paris, Sara Tavares, Jorge Palma, Gisela João, Dadi, entre tantos outros, Pierre Aderne também já compôs para outros artistas como Seu Jorge e António Zambujo.

Em 2004, no Rio de Janeiro, começou a fazer saraus na sua casa situada na mítica Rua Nascimento Silva, onde viveu Tom Jobim. Estes saraus da tornaram-se ponto de encontro de artistas, nomeadamente de músicos da nova MPB e da world music. Já em Lisboa, os saraus passaram para a sua casa, na Rua das Pretas. As paredes de sua casa tornaram-se estreitas e Pierre começou a documentar estas noites, nascendo os World Music TV Shows: MPB - Música Portuguesa Brasilieira, filmado entre o Rio de Janeiro e Lisboa (Canal Brasil e RTP), Desafinado, filmado em Nova Iorque (Canal Brasil) e o ainda inédito Rua das Pretas, filmado entre o Rio de Janeiro, Lisboa, Varsóvia e Paris (estreia dia 4 de Junho na Sic Notícias, Canal Brasil). Atualmente, Pierre Aderne vive entre Lisboa, Madrid e Paris, estando em fase de pós-produção do seu novo álbum, “Da Janela de Inês“.

 

André Magalhães é o taberneiro-mor da Taberna da Rua das Flores (Lisboa), um dos projectos gastronómicos mais conceituados do momento, e foi durante cinco anos o chef de cozinha do prestigioso Clube de Jornalistas – Restaurante, em Lisboa. Como jornalista escreve sobre gastronomia e vinhos, colaborando com várias publicações nacionais e estrangeiras. É membro da FIJEV-Federação Internacional dos Jornalistas e Escritores de Vinhos e  júri internacional em concursos de vinhos e azeites. Em 2012 ganhou um Taster Trophy, que distingue os melhores provadores no Concurso Mundial de Bruxelas e, em 2015, ganhou o prémio Personalidade do Ano na Gastronomia, atribuído pela revista Wine. Possui uma pós-graduação em Ciências Gastronómicas e dá aulas no Mestrado de Ciências Gastronómicas da FCT/ISA.

Recolector de produtos silvestres e mariscador é um defensor dos produtos sustentáveis e da vida rural. É membro activo do movimento Slow Food e da Confraria dos Enófilos e Gastrónomos de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

O Chef Hugo Nascimento nasceu em 1976, em Lisboa. Ainda criança, era irrequieto e curioso. No seio familiar, era um adolescente atento a tudo o que se desenrolava à volta da mesa. Nas passagens pela cozinha, questionava tudo o que ali se fazia. O aroma dos petiscos da avó não lhe eram indiferentes. Com o avô, entretinha-se a dar largas à imaginação. As histórias vindas do rio, da terra e do pasto, faziam-no viajar até ao fantástico. Com os amigos, andava de skate e tocava umas notas na guitarra. Estudou com ambição de seguir arquitetura mas, a arte de cozinhar revelara-se paixão.

Em 1996, no Café Café conhece o Chef Vitor Sobral que, de nariz apurado, rapidamente se apercebera do seu talento. Na época, Vitor Sobral iniciava o processo de modernização da culinária lusófona. Hugo não perdeu a oportunidade, e destacou-se como elemento determinante para equipa. Já 2004, no Restaurante Terreiro do Paço, Hugo Nascimento assume pela primeira vez a posição de Chef de cozinha, sob os comandos do mentor. Demonstrou fortes capacidades de liderança, inovação, técnica e muita criatividade. Desde então, começaram as participações internacionais. Destaque-se Macau, Canadá, Alemanha, Brasil e Botswana, como destinos cruciais para o seu desenvolvimento profissional. A cozinha que pratica está na vanguarda da inovação, as técnicas são de mestre. Uma cozinha de emoção, onde cada prato conta uma história que se transforma numa experiência. Para recriar sabores, recorre às memórias. Aquelas de conforto. As da Mãe. Na arte do empratamento, herda do avô, que nas horas vagas era artesão, o dom de ser artista. A tradição e a simplicidade estão na base de tudo aquilo que cria.

Hoje, lado a lado com Vitor Sobral, além de Chef de Cozinha, é empreendedor. Passa grande parte do tempo na Tasca da Esquina e Peixaria da Esquina em Lisboa e, nos restaurantes internacionais, é consultor. (S. Paulo; J.Pessoa; Angola). Além disso, é consultor gastronómico da Cofaco Açores, food stylist, formador e conferencista. O seu percurso, levou-o à capa da revista Timeout, sendo considerado uma das pessoas com quem jantar em 2013. Em 2014 lançou o “livro das sanduíches do Chef Hugo Nascimento, sob o mote #chegadehambúrgueres, um livro cheio de personalidade e irreverência gastronómica. Nos tempos livres, Hugo dedica-se ao seu grande Amor, a família. Pai de dois filhos, Margarida e Salvador, sua maior fonte de inspiração. Mas, não gere tudo sozinho. Por detrás do “pequeno grande Chef” há uma grande Mulher, Joana Martins.

 

Sótão Café - Teatro / Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

3, 10, 17, 24 Junho 2016 | 23.00h