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Glam Magazine

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Leandro Tuche em registo intimista no Lusitano Clube

Leandro Tuche, guitarrista e compositor, apresenta o seu disco "Ondas" num formato intimísta e cheio de desafios. Partilhará o palco com o pianista Nuno Tavares num concerto onde a interacção é mais enaltecida pelo formato em duo em que se apresentam.

Leandro.jpgO disco que apresenta é composto por temas originais que são representativos de um percurso eclético, suportado pelo estudo da improvisação e da linguagem jazzística mas que abrange influências de géneros diversos como a música erudita, funk e ritmos afro-latinos.

 

Leandro Tuche nasceu no Brasil e viveu lá a sua infância. Os seus pais eram actores e produtores de teatro e a cultura esteve sempre muito presente na sua vida. Nomes como Elis Regina e Hermeto Pascoal são uma parte muito importante do seu imaginário infantil. Foi desde muito cedo exposto sem preconceitos a todos os tipos de musicalidade que lhe deu uma mente aberta para desenvolver todas essas fontes de inspiração.

Com 14 anos de idade mudou-se para Portugal. Iniciou mais tarde a sua formação musical com Jorge Lee, com uma abordagem eclética que se seguiu por vários anos e recebeu a sua formação clássica na Escola de Música do Conservatório de Lisboa. Teve entretanto aulas particulares com alguns dos melhores guitarristas de Portugal, forjando assim o seu estilo único. O seu disco de estreia "Ondas" é o resultado de um longo trabalho de auto-desenvolvimento para uma sonoridade que mostra da melhor maneira a sua base cultural trazendo nesse processo uma nova visão com um repertório todo original de composições de jazz.

 

Leandro Tuche - guitarra

Nuno Tavares - piano e teclados

 

Lusitano Clube (Lisboa)

26 de Maio 2016 | 23.00h

 

Alicia Keys estreia o vídeo de “In Common”

A cantora, compositora, produtora e quinze vezes nomeada para os Grammy Alicia Keys, estreia hoje o vídeo do novo single “In Common”, já disponível nas plataformas digitais.

AK_InCommon_CVR_RCA_Paola Kudacki[1] - ALICIA KEYS“In Common” marca o regresso de Alicia Keys após 4 anos de ausência e fará parte do sexto álbum de estúdio, com lançamento agendado para este Verão pela RCA Records. Escrito por Alicia Keys, Illangelo, Tayla Parks, Billy Walsh e produzido por Illangelo, produtor de The Weeknd, “In Common” é um contagiante e sedutor som de Verão.

We all have our issues, our challenges,” explica Alicia. “We are all kind of messed up and that’s all right. In fact, that’s what helps us understand each other. To me, that is what’s so beautiful.”

O novo álbum de Alicia Keys reflecte as suas raízes nova-iorquinas e a cultura hip-hop, que se funde com a sua perspectiva sobre a crua humanidade do mundo e como Alicia é hoje como activista, mulher e artista.

Alicia Keys fará história ao apresentar o tema “In Common” a 28 de Maio em Milão, ao tornar-se no primeiro músico a abrir para uma Final da UEFA Champions League.

Este Outono, Alicia Keys será a nova jurada da 11.ª época do programa "The Voice" (NBC).

Luísa Sobral, They're Heading West e Benjamin no Mini NOS Primavera Sound 2016

Este ano, o Mini NOS Primavera Sound está de regresso ao Parque da Cidade, no dia 5 de Junho, domingo, e vai contar com concertos gratuitos de Luísa Sobral, They’re Heading West com convidados e Benjamim. Para além das actuações, os projectos Noiserv nas tuas Mãos, Crassh Babies, Os jornais do Gepeto, Kids Jam Sessions e OVIS marcarão presença com workshops e experiências que vão tornar o dia memorável.

Depois do sucesso da primeira edição, o NOS Primavera Sound volta a abrir o conceito do festival aos mais pequenos, proporcionando um dia de concertos de entrada livre. De referir que a primeira edição do Mini NOS Primavera Sound levou mais de 10.000 pessoas ao Parque da Cidade para celebrar o espírito da Primavera em família.

untitled.jpgA pensar na bem-estar das famílias, o Mini NOS Primavera Sound volta a contar com o Espaço Conforto, uma tenda onde pais e filhos podem descansar e conviver abrigados do sol.

 

Luísa Sobral

Foi em 2011 que Luísa Sobral se apresentou ao público. Apesar do álbum de estreia, “The Cherry on My Cake”, ser fruto de quatro anos de emigração da autora, foi em Portugal que lhe lançaram o desafio de gravar as suas próprias canções. O resultado foi um Disco de Platina e o reconhecimento pleno da crítica e do público. De resto, foram os espectáculos, participações televisivas especiais e actuações de suporte a figuras de estilo, como Melody Gardot, que voltaram a levá-la para longe. Em 2013, o trabalho “There’s a Flower in My Bedroom” chegou com todas as canções assinadas pela própria e companhias dignas de realce, como as de António Zambujo e Jamie Cullum. Ao Mini NOS Primavera Sound, a compositora traz “Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa”, o terceiro álbum, lançado em 2015, que relata episódios da infância e que a cantora gostava que as famílias ouvissem juntas. O quarto álbum será lançado no final do ano e Luísa, que se diz mais segura, mais exigente e mais autêntica, convida-nos a visitá-la em palco, onde se sente em casa.

 

They're Heading West com convidados

O primeiro álbum dos They’re Heading West foi lançado em Outubro de 2015, depois de quatro anos, trinta concertos em Lisboa, em colaboração com outros tantos convidados, e de duas digressões na América do Norte. Foi o tempo de ir escolhendo músicas dos três escritores de canções da banda e de as ir acolhendo no repertório comum. Três cantautores e um baterista extremamente versátil que chegam ao Mini NOS Primavera Sound prontos para tocar as músicas uns dos outros e as de quem a eles se juntar com alegria. Entre os convidados de sessões passadas, e do disco, estão Ana Bacalhau, Capicua, Frankie Chavez, JP Simões, Peixe, Bruno Pernadas, Nuno Prata, Luísa Sobral, Samuel Úria e You Can’t Win, Charlie Brown.

 

Benjamim

O escritor de canções, que passou quatro anos radicado em Londres, voltou para Portugal, em 2013, para se instalar no coração do Alentejo e revolucionar a sua maneira de olhar para o mundo. Construiu o seu estúdio em Alvito e começou a dar vida às canções de “Auto Rádio”, um disco feito para que todas as pessoas o consigam compreender. Um trabalho que procura histórias que não existem em mais parte nenhuma do mundo e feito para se ouvir a viajar de carro, em casa e, a 29 de Maio, no Mini NOS Primavera Sound.

 

 

Noiserv nas tuas Mãos

David Santos, mais conhecido como Noiserv, traz “Noiserv nas tuas Mãos” ao Mini NOS Primavera Sound. O objectivo é dar liberdade aos mais novos para “mexerem” na música dando a conhecer, de forma interactiva, alguns dos instrumentos que a compõem. Através do toque, as crianças poderão escolher que instrumentos de “Mr. Carousel” querem ouvir ao mesmo tempo e passar bons momentos ao som da música de Noiserv.

 

Crassh Babies

Crassh é uma combinação única de percussão, movimento e comédia visual, em que tudo é pretexto para produzir som e estimular os sentidos dos mais pequenos, proporcionando momentos únicos entre pais e filhos. Com esta relação entre sons, crianças e pais, a diversão está garantida no Mini NOS Primavera Sound.

 

Os jornais do Gepeto - atelier de construção de fantoches

Reciclando jornais, miúdos e graúdos têm agora a oportunidade de aprender, em pouco tempo, a construir e decorar um novo brinquedo e levá-lo para casa.

 

Kids Jam Sessions

As Kids Jam Sessions são sessões práticas de exploração e desenvolvimento da criatividade que aliam a pedagogia à diversão. As crianças podem vestir o papel de músicos e dar asas à imaginação sem faltar o palco, instrumentos musicais, luzes e sistema de som.

 

OVIS: Objetos Voadores Identificados

Dando asas à imaginação vão construir-se objetos voadores tão curiosos quanto surpreendentes: aviões pipeta, carrinhos-tubo e super foguetões. Entre pressões de ar e leis do movimento, só falta mesmo convidar o Sr. Newton para este festival aéreo especial.

 

O Mini NOS Primavera Sound tem início às 14h e a entrada é livre. 

NOTA:

A realização deste evento estava programada para o dia 29 de Maio

“Deixem o Pimba em Paz”…. Nas Festas de Lisboa ‘16

Em contagem decrescente para as Festas de Lisboa’16… no dia 10 de Junho, no Terreiro do Paço, o Pimba reinventa-se com a ajuda da Orquestra Metropolitana, num espetáculo junto ao rio onde tudo, mas mesmo tudo pode acontecer. Até história.

GLAM - Pimba 1.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

E para que comece a contar os dias para as Festas de Lisboa, apresentamos uma novidade. no dia 10 de junho, a EGEAC convida a desconstruir a portugalidade com muito humor - o dia de Portugal com o espetáculo “Deixem o Pimba em Paz” e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, numa transformação desse património nacional - a música pimba - em canções que ninguém terá vergonha de cantar!

 

Neste concerto de entrada livre algumas das canções mais populares e acarinhadas pelo público serão reinventadas por conceituados músicos de jazz e da música clássica. Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, mostram-nos o pimba como nunca foi visto antes, com a cumplicidade de grandes nomes da música portuguesa - Jorge Palma, Sara Tavares e Marante.

 

Nas palavras do próprio Bruno Nogueira:

“Vamos atuar no dia de Portugal, o que já é dizer muito sobre o estado do país. Teremos vários convidados, o que já é dizer muito sobre o estado de desespero dos mesmos. E estará, como sempre, a Manuela Azevedo ao meu lado. O que já é dizer muito sobre o estado da música em geral. Desde 2013 que andamos a percorrer o país com este espetáculo, mas nunca antes tivemos um enquadramento tão bonito para o fazer.

 

Será também no dia do jogo de abertura do Euro 2016. O jogo será projetado antes do nosso espetáculo, pelo que também é possível que levemos com uma caneca na cara e o concerto dure dois minutos. Mas se isso não acontecer, vai ser um belo serão. E nem estou a incluir aqui o momento em que um contrabaixista vai falecer em palco depois de ser atropelado por um chaimite.

 

Posso garantir muito poucas coisas, mas uma delas é que nos vai saber bem cada minuto que estivermos em palco com a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Se isso vos acontecer também, temos tudo o que precisamos para uma noite feliz. O resto será história, ou mais que isso.” Bruno Nogueira

Festivais Gil Vicente apresentam 6 peças que celebram a vitalidade do teatro

De 2 a 11 de junho decorrem, em Guimarães, os já míticos Festivais Gil Vicente. Ao longo de duas semanas, os palcos do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor e da Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade acolhem um total de seis peças que representam o que de melhor se faz no teatro. O festival sustenta-se no teatro contemporâneo, com uma componente estética e dramatúrgica que desbrava novos caminhos e interpretações de textos clássicos, mas também na aposta em autores atuais. Além do cartaz principal decorrem várias atividades paralelas com uma componente mais formativa.

FGV 2016.jpgAs artes sempre se revelaram fundamentais na progressiva tecitura civilizacional urdida pelo homem. E mais do que qualquer outro motor de desenvolvimento social ou cultural, tem sido através das artes e do permanente questionamento de matérias primordiais que o mundo vai avançando. Porque, na verdade, este só se transforma para melhor quando o pensamento engrandece. E é no palco que essa grandiosidade produzida pelas maiores mentes da história humana melhor se representa.

Levante-se então a cortina para que os Festivais Gil Vicente conduzam o público através de um programa também ele grandioso. Serão apresentadas quatro peças para grande palco. Com grande elenco. E de textos de autores de referência na dramaturgia mundial (Shakespeare, Molière, Simon Stephens e Tchekhov). Bem como dois objetos artísticos que desafiam convenções, tal como desejamos que as novas dramaturgias sejam capazes de o fazer.

Ricardo III (1).jpgO festival abre no dia 2 de junho, às 21h30, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), com o incontornável Shakespeare. Passaram 400 anos do seu desaparecimento, mas a sua obra é mais essencial que nunca. E Tónan Quito ao encenar “Ricardo III”, com um elenco que atravessa gerações, traz à cena uma trama muito familiar que não deixou ninguém indiferente após uma longa carreira no TNDMII. Um momento glorioso de abertura do festival.

JGM-Tyrone-Ormsby-NB-Fred.jpgOs Festivais Gil Vicente prosseguem no dia seguinte, à mesma hora, na Black Box da Plataforma das Artes, com uma peça que é um desafio às convenções: “Ciclo Novas Bacantes”. Aqui, João Garcia Miguel concebeu um objeto teatral a partir de “As Bacantes”, de Eurípides, e construiu-o em quatro partes. A forma e a sua sequência não é totalmente óbvia, propondo um olhar (possivelmente) ritualista sobre uma dita hora em que nos encontramos em território desconhecido. A busca de um modelo de abordagem com várias vias secundárias, vários meios caminhos, que contenham os fins e recomeços.

©TUNA_TNSJ-MISANTROPOpress-6966.jpgphoto: Press /DR

 

No dia 4 de junho, novamente às 21h30, o teatro retorna ao Grande Auditório do CCVF para uma peça que parte da obra de Molière, “O Misantropo”. Nuno Cardoso transporta a audiência para um jogo de contrastes e incidências que assentam ora na força imparável do texto, ora na eventual desmontagem da negrura que este possa carregar, ao criar um contexto de festa onde o hedonismo se instala e o espetador jamais lhe escapa.

Aguas 1 © INES DOREY.jpgphoto: Ines Doray

 

O teatro regressa na semana seguinte ao Grande Auditório do CCVF, no dia 9, às 21h30, com uma encenação em dose dupla de Nuno M Cardoso: “Águas Profundas + Terminal de Aeroporto”, díptico de peças do dramaturgo britânico Simon Stephens, situadas nas imediações de um aeroporto. A primeira parte é estruturada em 3 cenas protagonizadas por um par de atores de grande classe, em cada uma delas. A segunda é um monólogo que trata da mesma matéria da peça anterior. Fala-se de amor e perda. Desolação e condição humana.

Museu da Existência.jpgNo dia seguinte, uma peça que reflete a importância da memória. A Black Box da Plataforma das Artes acolhe duas sessões do “Museu da Existência”, da Associação Amarelo Silvestre, a primeira às 18h30 e a segunda às 21h30. Uma exploração dos afetos e da relação que mantemos com objetos que simbolizam para nós a necessidade de ligação com significado. Uma peça delicada e de proximidade num tempo onde tudo parece deslocar-se com sentidos difusos.

stage photos_The Cherry Orchard © Koen Broos_4.jpphoto: Koen Broos

 

A encerrar o festival, no dia 11 de junho, às 21h30, o Grande Auditório do CCVF acolhe o regresso dos aclamados belgas da tg STAN. A companhia traz a Guimarães “The Cherry Orchard”, a última peça escrita por Tchekhov. Um clássico incontornável em versão internacional por um conjunto de atores que tem afirmado a sua importância na história do teatro contemporâneo.

Para além do cartaz principal, o evento conta com uma série de atividades paralelas que completam os Festivais Gil Vicente com uma componente mais formativa.

 

De 1 a 8 de junho irá decorrer, no CCVF, um Workshop de Dramaturgia com a Lark Foundation. No dia 03, após a peça “Ciclo Novas Bacantes”, está agendada uma conversa com João Garcia Miguel, onde o encenador explicará o processo de criação do espetáculo. O mesmo acontecerá no dia 10, após a sessão da noite do “Museu da Existência”, onde Rafaela Santos e Fernando Giestas irão falar com o público sobre a concretização deste projeto.

 

No dia 8, às 22h00, no Círculo de Arte e Recreio, é promovido o debate “Numa relação com Shakespeare”, a propósito dos 400 anos sobre a morte do dramaturgo que, este ano, está representado nos festivais com a peça “Ricardo III”, encenada por Tónan Quito. O Círculo de Arte e Recreio será, também, o meeting point do festival ao longo de duas semanas, um ponto de encontro onde artistas e público se poderão juntar num espaço de partilha, debate, convívio e festa.