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Glam Magazine

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Understage do Rivoli apresenta… Puce Mary

Puce Mary é o projeto a solo da artista sonora dinamarquesa Frederikke Hoffmeier que desde 2010 tem vindo a afirmar-se dentro do restrito grupo de exploradoras femininas que conduzem a música experimental para um equilíbrio de géneros, contribuindo para um crescente enriquecimento do espectro sonoro.

puce.jpgCom raízes evidentes no género musical Power-Electronics - o género evidenciado pelos finlandeses Pan Sonic, os suecos Skull Defekts ou os alemães Atari Teenage Riot - Puce Mary explora os pontos de convergência entre a música noise, a música industrial e a composição contemporânea. Editou em algumas das editoras de referência, como a Posh Isolation, iDEAL Recordings e Freak Animal e colaborou com Loke Rahbek (Croatian Amor, Damien Dubrovnik, Lust for Youth), Dan Johansson (Sewer Election), Jesse Sanes (Hoax) e Rodger Stella (Macronympha).

Faz ainda parte do coletivo Marching Church, com uma estética assente no pós-punk, bem como de outros projetos como Fejhed, Severe Photography ou Document One..

 

Rivoli / Understage (Porto)

21 de Maio 2016 | 22.00h

Throes + The Shine estreiam vídeo de “Guerreros”

Guerreros” é o segundo single a ser extraído de “Wanga”, terceiro álbum dos Throes + The Shine que irá sair no dia 20 de Maio via Discotexas e que conta com a produção de Moullinex.

2016_Throes+TheShine_1_Ricardo Almeida.jpgPhoto: Ricardo Almeida

 

Neste tema, o colectivo luso-angolano juntou-se à argentina La Yegros para criar uma viagem pela América Latina e uma ode à festa e à perseverança, dois elementos intimamente ligados à génese do kuduro.

 

 

Com Tiago Ribeiro na realização do vídeo, vemos dois bailarinos endiabrados, guerrilhando um com o outro e espalhando a euforia desta canção por esse mundo fora.”

Rita Braga + 'O Gringo Sou Eu' ao vivo no Salão Brazil

Rita Braga é cantora e multi-instrumentalista.

No seu trabalho a solo tem-se dedicado a um repertório pouco usual de canções em mais de dez línguas, para além das composições originais e bandas sonoras. Geralmente atuando a solo, contou com colaborações pontuais com músicos como Victor Coyote, David Chazam, Presidente Drógado, Borts Minorts, Felix Kubin, Dorit Chrysler, Vítor Rua ou The Legendary Tigerman e formou bandas espontâneas que a acompanharam no Brasil ou na Suécia.

ritabraga_feirapop_30_ritadelille.jpg photo: Rita de Lille

 

'O Gringo Sou Eu' é Frankão, brasileiro que se fez músico na periferia da cidade industrial de Volta Redonda - RJ, a viver em Portugal desde 2010. Participou em projetos como HHY & The Macumbas ou Samba Sem Fronteiras, e criou este projeto cujas influências se localizam no hip-hop, reggae, Miami Bass e Funk carioca.

o gringo sou eu 2.JPG

Salão Brazil (Coimbra)

20 de Maio 2016 | 22.30h

Best Youth regressam aos palcos nacionais, enquanto preparam lançamento internacional de Highway Moon

Os Best Youth continuam na estrada para apresentar o seu aclamado álbum de estreia, “Highway Moon”, com a temporada primavera/verão a começar a 21 de Maio, no Tons de Primavera (em Viseu) e a terminar a 20 de Agosto na Ilha do Pico, na Festa de Santo António do Monte. Estes concertos sucedem à tour europeia, que passou por Londres, Manchester e Budapeste e retomam a tour nacional que já conta com mais de vinte concertos, entre os quais os de Lisboa, no Cinema S. Jorge e o do Porto, no Hard Club, ambos esgotados.

GLAM - Best Youth.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Actualmente a negociar o lançamento internacional de “Highway Moon” - uma edição de autor que chegou a esgotar nas lojas em Portugal -, os Best Youth continuam a trilhar o caminho, cada vez mais evidente, da internacionalização, após a passagem do estatuto de grande promessa da música portuguesa, para a confirmação definitiva de uma das mais importantes novas bandas portuguesas, como afirmaram a BBC ou o Les Inrockuptibles.

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António Mão de Ferro apresenta single de estreia "Mother" no Vadia BrewPub

António Mão de Ferro, natural do Porto, cedo descobriu a paixão da sua vida, a música! Tornou-se num autodidacta da guitarra, e aprendia sobretudo, através da sua dedicação sob a orientação do pai. Tornou-se num músico de referência, integrando bandas como a Minnemann Blues Band e Os GNR.

Em 2007 inicia a sua carreira a solo e até à data lança dois discos de originais, “Karma Train” e “Somewhere” .

amf.jpgEm Maio de 2016, AMF estreia o seu novo single “Mother” em dueto com uma convidada muito especial Bianca Barros na voz, uma canção do cantor e compositor John Lennon, originalmente lançada em 1970 no álbum “Plastic on Band”.

Este será o primeiro single do seu 3º disco a solo, um disco de versões, canções que mais marcaram AMF em todo o seu percurso musical.

 

Vadia BrewPub (Ossela / Oliveira de Azeméis)

21 de Maio 2016 | 23.00h

PZ leva a Nave-Mãe até ao Plano B

PZ, é Paulo Zé Pimenta.

Fazedor de música descomplexada, com montes e ironia e com muito pijama à mistura, apresenta-se em concerto, no próximo dia 20 de maio no Plano B. O último registo de originais “Mensagens da Nave-Mãe” deste artista “pz-generis” tem vindo a conquistar um espaço muito próprio na música Nacional.

GLAM - PZ.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Entre solos de sintetizadores traumáticos, beats saltitantes, e palavras que brotam do sub-consciente, PZ mostra toda a sua virtuosidade em palco.

 

Concertos como no Super Bock Super Rock, Casa da Música, Theatro Circo, Serralves em Festa, Noites Ritual, entre muitos outros demonstraram que o espetáculo de PZ passou para outra dimensão muito por culpa da Banda Pijama que o acompanha e do cenário da Nave-Mãe desenvolvido pela equipa de Videomapping da Grandpa’s Lab. A distribuição de dinheiro personalizado durante os concertos também deve ter ajudado a por um sorriso na cara de muita gente..

Este espetáculo singular valeu recentemente a nomeação para Melhor Actuação Nacional ao Vivo no Portugal Festival Awards, um reconhecimento do trabalho que tem sido desenvolvido por toda a equipa que põe esta máquina a funcionar.

 

Plano B (Porto)

20 de Maio 2016 | 23.00h

HOUSE… Our House is Your House… JACKSPOT + DJ The Fox

Todos nós temos perfeita consciência que trocar lençóis por uma pista de dança, a uma quarta-feira, não é a situação ideal para qualquer jovem que se esteja a entregar ao trabalho e ao mundo das contribuições fiscais. É por isso que temos a certeza de que as novas noites HOUSE vão dar-vos a alegria de estar ressacado no escritório ou nas aulas, absolutamente felizes.

jack.jpgphoto: LX Music

 

Filipe Furão de nome, nascido em 80, desde cedo envolvido pela música influenciado pelo gosto dedicado dos pais. Com 14 anos cria bandas de garagem num estilo Emo Core. Em 2002, quase por acidente, começa a sua experiência com a música electrónica na Valentim de Carvalho com natural e livre acesso a um novo mundo! Este interesse passou a trabalho, de trabalho passou a investimento, de investimento passou ao resultado pretendido, as produções.

Em 2007 inicia o seu primeiro trabalho conjunto, com Manuel Calapez (Internal Sync), edita temas em Labels como DATAPUNK, FORTEK e KLANG-GYMNASTIK com a qual foram selecionados para uma compilação de The Ministry Of Sound. O Projecto em si fez com que a oportunidade de mostrar a música fora de portas se abrisse, e a aventura começou. Em 2009 cria e desenvolve o seu projecto: Jackspot. Numa toada deep e housy edita em labels como HIGHGRADE, INTERNATIONAL FREAKSHOW e BRISE, esta a sua label mãe. A co-produção nunca esteve posta de lado, continuando a criar temas novos, com HIMAN por exemplo, editando-as na FLASH de Florian Meindl. Pouco tempo depois integrou a tempo inteiro um projecto chamado Cisco Cisco com o grande amigo Julio Maciel, tendo até agora editado temas pela APERSONAL, selecionados para a GET PHYSICAL e DEFECTED. Neste momento Jackspot desenvolve o seu trabalho nas três vertentes enunciadas: Co-produções; com o seu projecto Jackspot; o projecto Cisco Cisco (com novos lançamentos e um novo rosto para breve) e está também envolvido num novo projecto, “Kind Of People” com uma abrangência entre o techno e house.

 

DJ The Fox… Numa altura em que ser DJ está na moda e parece ser fácil, torna-se obrigatório distinguir aqueles que já são uma referência na música electrónica. E como é que isso se faz? Pode não ser tarefa fácil mas podemo-nos certificar que ser DJ implica anos de experiência, contacto com culturas diferentes e sobretudo partilha de experiências. Algo fácil, inato e talvez simples para The FOX, que nasceu na Alemanha. Torna-se profissional da arte do djing em 1987 quando começou a participar em algumas festas de escolas secundárias. Por esta altura nasciam muitos DJs do século XXI. A juntar à arte de misturar música, aos 17 anos entra como animador para uma das rádios mais concorridas da grande Lisboa. Se isso não bastasse, em 1994 foi convidado para fundar a Antena 3 onde durante sete anos, foi o responsável pelo programa “Planeta E”. Partilhar pode significar aprender e por isso, desde o início de carreira The FOX partilhou cabines com os melhores DJs do mundo, entre eles: Carl Cox, Roger Sanchez, Erick Morillo, Bob Sinclair, Deep Dish, Satoshie Tommie, Josh Wink, Tony Humpries, entre muitos outros. Das mesas de mistura para a rádio e da rádio para a televisão. Desde 2003 até 2015 foi o produtor e mentor do único programa televisivo, dedicado à dance scene, o “Dance TV”, que contou com 21 temporadas na SIC Radical.

 

MusicBox (Lisboa)

18 Maio 2016

Lazy apresenta novo single/vídeo “Ecos”

O rapper Lazy pertencente ao colectivo Grito Cru, oriundo da cidade da Maia avança com o video “Ecos”, com o apoio da Antena 3.

lazy.jpgEm "Ecos" Lazy apresenta-nos um vídeo onde as imagens e as palavras nos rementem para um ambiente de grande serenidade e nos mostra um MC Produtor ecléctico, sem barreiras e com identidade própria. Uma mostra do novo álbum a editar em 2016.

Lazy editou em 2015 o seu álbum promocional “Amanhã acordo cedo”. As produções ficaram a cargo do próprio, além de produções do DJ Osir, No Future e Jedi Beatmaker. O álbum contou ainda com participações de Presto dos Mind da Gap, Double e Dandisch.

O regresso de Xinobi com “See Me”

"See Me" é o primeiro original de Xinobi desde 2014, e é uma colaboração com o poeta sul-africano Lazarusman e é também um primeiro avanço para o próximo álbum a sair em Janeiro de 2017 pela Discotexas.

Image1.jpgSee Me” foi composta no céu, algures entre a Colômbia e Portugal e, mais tarde, apurada no estúdio mágico da Discotexas sob o absoluto catalisador criativo que é a privação de sono após uma noite de festa e um desconfortável voo intercontinental.

É um monumento de hipnose, algures entre a libido da House e o Techno narcótico. Poderoso, misterioso e memorável. De Joanesburgo vieram as palavras de Lazarusman que, com soberana inteligência, descreve alguém que observa outra pessoa desejando ser observado de volta. Em registo spoken-word emocional, Lazarusman usa a sua peculiaridade enquanto escritor e orador e faz de “See Me” um hino ao platonismo. Este é um daqueles temas épicos que arranca arrepios a qualquer pessoa. 

Captain Boy… 21 de Maio no Mercado do Bom Sucesso no Porto

Depois de ter passado pelo Belém Art Fest no dia 6 de Maio, Captain Boy regressa à cidade do Porto a 21 de Maio onde vai estar no Mercado do Bom Sucesso pelas 21h30.

Captain Boy by Margarida Ramos.jpgphoto: Margarida Ramos

 

Neste concerto podemos contar com a apresentação dos temas do seu EP editado em 2015 e também com o novo single “Tango” que estreou recentemente e que antecede o seu primeiro trabalho de longa duração.

No Mercado do Bom Sucesso Captain Boy estará acompanhado pelos “The Pirates” na guitarra, baixo e bateria.

 

 

Mercado do Bom Sucesso (Porto)

21 de Maio 2016

Nick Jonas e Sara Sampaio contracenam em novo vídeo…

Nick Jonas acaba de divulgar o vídeo do seu novo single, “Chainsaw”, que conta com uma surpresa, a presença da modelo portuguesa Sara Sampaio. Neste videoclip a modelo interpreta o papel de ex-namorada do músico norte-americano, que já afirmou o quanto gostou de trabalhar com a portuguesa: “Não só é linda, como a sua performance mostrou o seu talento para a representação".

nick.jpgChainsaw” é o segundo single retirado de “Last Year Was Complicated”, o segundo álbum a solo de Nick Jonas, que será editado no próximo dia 10 de junho. O disco já está disponível em regime de pré-venda no iTunes. Será ainda lançada uma versão deluxe deste álbum que inclui mais seis canções ao alinhamento original, entre elas “When We Get Home”, um dueto com Danielle Mason, e os anteriores singles “Jealous”, “Chains” e “Levels”, que fizeram parte do último álbum do cantor. “Chainsaw” sucede a “Close”, um dueto de Jonas com Tove Lo. Além da jovem cantora sueca, neste seu novo disco Nick Jonas convidou ainda o cantor Ty Dolla $ign e o rapper Big Sean para colaborarem nos temas “Bacon” e “Good Girls”, respetivamente.

O vídeo de “Chainsaw” já ultrapassou 1,2 milhões de visualizações no YouTube, enquanto o de “Close” soma mais de 70 milhões, o que mostra como o regresso de Nick Jonas aos discos com “Last Year Was Complicated” é um dos mais aguardados deste verão.

 

 

O jazz de Älforjs no Salão Brazil

De Lisboa, Älforjs é o trio constituído por Bernardo (contrabaixo) e Raphael (bateria), que se encontraram pela primeira vez num workshop de Carla Bozulich, no Out.fest Barreiro.

Älforjs, pic by Pedro Roque.JPGphoto: Pedro Roque

 

O trio fica completo com Mestre André (saxofone, electrónica), amigo de longa data dos dois.

Lançado a 1 de Maio de 2016, “Jengi” é o nome do primeiro trabalho discográfico da banda, lançado em colaboração pela Silent Water e Burro Discos.

 

Salão Brazil (Coimbra)

19 de Maio 2016 | 22.00h

Livros… “A Corporação Invisível” de Luis Sítima e Hugo V. Costa

A “A Corporação Invisível” de Luis Sítima e Hugo V. Costa é um thriller passado na City de Londres e que, de forma original, mistura ensinamentos de liderança com uma trama de mistério e ação.

A capital do dinheiro e da finança é o palco deste romance imparável, que revela uma conspiração global e uma sociedade secreta inspirada num código de conduta milenar: os sete pecados capitais. O ponto de partida é o desaparecimento do CEO de uma das maiores farmacêuticas do mundo, o mais recente numa leva de inexplicáveis desaparecimentos de figuras de topo na City de Londres.

a-corporação-invisivel.jpgO livro é inspirado num modelo de gestão e liderança que um dos autores, Luís Sítima, tem vindo a desenvolver há mais de uma década com líderes dos mais variados sectores de atividade, em Portugal e no estrangeiro. Todo o modelo pode ser apreendido pelo leitor ao longo da trama, o que distancia a obra das restantes publicações do género. Um romance sobre liderança foi o que os autores quiseram fazer.

Com um desfecho imprevisível, “A Corporação Invisível” é um thriller viciante sobre a natureza do comportamento humano e a verdadeira essência do poder.

 

Luís Sitima nasceu em Lisboa em Agosto de 1974. É sócio mundial da consultora de gestão Korn Ferry Hay Group, Diretor Executivo do Hay Group em Portugal e professor convidado na Porto Business School, onde coordena o Programa Avançado de Liderança. Ao longo do seu percurso profissional, destaca-se ter sido membro da Comissão Executiva do Hay Group para a Europa do Sul e professor convidado na Universidade Católica de Lisboa. É autor de vários livros sobre Gestão, Liderança e Mudança e orador frequente em congressos nacionais e internacionais. É licenciado em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Lisboa e Mestre em Estratégia pelo ISCTE.

 

Hugo V. Costa nasceu em Lisboa em Abril de 1974. Licenciou-se em Comunicação Social no ISCSP, tendo começado pelo jornalismo nas redações do Diário Económico e do Jornal de Notícias. Foi redator de Turismo e de Publicidade e viveu em Londres, onde integrou a equipa de Marketing e Comunicação da sucursal britânica de um dos maiores bancos asiáticos. Pelo meio, participou como músico e letrista em diversos álbuns de música portuguesa – da pop ao fado – ao lado de nomes como Santos e Pecadores, Viviane, dR. estranhoamor ou dos Líderes da Nova Mensagem, uma das bandas pioneiras do hip-hop em Portugal e da qual fez parte.

Apresentação de “Índias” em Lisboa

A Apresentação de “Índias”, o romance biográfico de João Morgado, teve lugar em Lisboa no simbólico Padrão dos Descobrimentos, no passado domingo, 15 de Maio, com organização da Câmara Municipal da Covilhã.

DSC_0159.JPGA apresentação do livro esteve a cargo do escritor Sérgio Luís de Carvalho, perante uma plateia com mais de 100 pessoas, sublinhando que “Índias” apresenta ”um surpreendente rigor histórico” e o autor um “estilo muito próprio, que nos remete para as narrativas Fernão Lopes, o grande cronista, mas no ritmo e na estética do romance moderno”

DSC_0084.JPGNum tom coloquial, o Ministro da Cultura, presente na apresentação, aproveitou para falar da sua experiência pessoal como embaixador na Índia e, com algum humor, dirigiu-se mesmo aos actores que tinham encenado “O Julgamento de Gama”, dizendo: “D. Manuel I, Majestade, sem querer influenciar o seu veredicto, eu conheci o Samorim de Calicute… e sei o que se escreve e se ensina sobre Gama, o que por lá se diz de bem e de mal…”.

 

No final houve ainda oportunidade para assistir a um filme de homenagem a António Alçada Baptista, com imagens que têm início na Covilhã de 1927 e que resumem a história, vida e obra deste escritor covilhanense, que dá nome ao Prémio Literário, prémio esse atribuído ao romance de João Morgado.

“Foreverland” dos The Divine Comedy apresentado em Portugal em 2017

The Divine Comedy vão passar por Portugal com dois concertos inseridos na digressão de apresentação do 11.º álbum de estúdio, “Foreverland”, que tem data de lançamento agendada para o próximo dia 2 de Setembro de 2016.
A banda irlandesa, liderada por Neil Hannon, atua dia 3 de fevereiro no Theatro Circo Braga e no dia seguinte ruma à capital, onde atuará no Teatro Tivoli BBVA.

dc.JPGphoto: Arquivo /DR

 

Desde a formação da banda, The Divine Comedy, em 1989, Neil Hannon conseguiu comprovar ser um dos mais originais compositores do Reino Unido. O novo album “Foreverland” vem confirmar esta característica do compositor, com referências que vão desde a Catarina, a Grande à Legião Estrangeira Francesa. O artista explica que este o novo álbum “é sobre conhecer a tua alma gémea e viver feliz para sempre…e então o que vem depois do felizes para sempre. Preparem-se para o hit mais historicamente impreciso do verão”.

Desde o último registo de originais editado em 2010, “Bang Goes The Knighthood”, Neil Hannon dedicou-se a alguns dos seus projetos paralelos. O músico envolveu-se na elaboração do segundo disco da banda “The Duckworth Lewis Method”, dupla que tem com Thomas Walsh dos Pugwash, bem como na composição de um coral para o recém-renovado Royal Festival Hall, intitulado “To Our Fathers In Distress”.

Hannon supervisionou ainda a transferência do seu musical “Swallows And Amazon” para o West End stage.

 

Theatro Circo (Braga)

3 de fevereiro de 2017 | 21.00h

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

4 de fevereiro de 2017 | 21.00h

 

 

Ciclo de Cinema “Paisagens Culturais” integrado no âmbito do Dia Internacional dos Museus

O Centro de Estudos Cinematográficos e o Museu Monográfico de Conimbriga apresentam como programação cultural no âmbito do Dia Internacional dos Museus, este ano sob a diretriz “Museus e Paisagens Culturais”, um Ciclo de Cinema.

Rasgana¦üo1.pngAtravés da “Sétima Arte” procuram-se redescobrir outras paisagens, outras estórias, centradas na cidade de Coimbra. Desde a obra prima “Capas Negras”, onde a fadista Amália Rodrigues revelou o seu talento como atriz, passando também pelas lutas académicas dos anos 1969 em “Futebol de Causas”. “O Rasganço”, “Quinto Império” e “O Arquitecto e a Cidade Velha” são outras das obras que permitirão fazer uma viagem pelo tempo, percorrer momentos históricos, observar panoramas e iconografias diversas, retratadas pelo olhar peculiar de realizadores portugueses.

 

“O Rasganço” de Raquel Freire

Rasgana¦üo2.pngCoimbra, a mais complexa de todas as personagens, conta a história:

Eu não sou só uma cidade. Sou uma estufa. Uma reserva natural para estudantes, onde eles vivem em plena liberdade. Sou uma espécie de doce, entre a adolescência e a idade adulta. Mas só para os que puderam estudar. Os melhores. Eles sabem que são uma elite. Uma manhã de Janeiro chegou um homem. Apaixonou-se por mim e pelas minhas mulheres. Tolo, não percebeu que eu não sou para quem quer, mas para quem pode; e que o amor não abre as minhas velhas portas.

(17 de Maio 2016 – 21.30h)

 

“Capas Negras” de Armando de Miranda

Capas Negras.pngEm Coimbra, o quintanista de Direito José Duarte e a tricana Maria de Lisboa vivem um idílio, que termina quando, concluído o curso e julgando-se traído, ele segue para o Porto, recusando-se a aceitar as cartas da jovem que, mais tarde, é presa na capital nortenha, por ter abandonado um filho. Será defendida pelo advogado José Duarte que, capacitando-se da verdade e da sua injustiça, alega que uma mulher não é criminosa, só por deixar uma criança à porta do pai...

(18 de Maio 2016 – 21.30h)

 

“Quinto Império” de Manoel de Oliveira

Quinto ImpC¦ºrio.pngEste filme a que dou o título de O Quinto Império – Ontem Como Hoje, baseia-se na peça teatral El-Rei Sebastião, de José Régio. José Régio (1900 a 1968) foi crítico, poeta, dramaturgo, romancista e ensaísta, figura cimeira do seu tempo e de hoje, que segundo uma sua própria declaração, pretendeu analisar o Rei, o Homem e a mítica personagem. O rei Sebastião, depois da estrondosa derrota na batalha de Alcácer-Kibir (1578), mais conhecida pela Batalha dos Três Reis, e por jamais ter sido identificado o seu corpo após a batalha, se tornou no mito do encoberto ele que fora antes o desejado e o destinatário ao mito. Mito, aliás cantado e exaltado nos sermões do Padre António Vieira (Século XVII), pelo filósofo Sampaio Bruno (século XIX) e no século XX pelo poeta Fernando Pessoa e pelo filósofo José Marinho, entre outros escritores e psicólogos portugueses, como ainda por estudiosos estrangeiros. Curiosamente, este mito também faz parte da mitologia muçulmana com a mesma nomenclatura do encoberto e, tal como o rei Sebastião, é suposto vir a acontecer o mesmo com o Iman muçulmano (o da décima segunda geração) cuja crença comum é a de que virá num cavalo branco, em uma manhã de nevoeiro para derrubar definitivamente o mal do mundo e estabelecer a concórdia entre os povos. - Manoel de Oliveira

(19 de Maio 2016 – 21.30h)

 

“O Arquitecto e a Cidade Velha” de Catarina Alves Costa

O Arquitecto e a Cidade Velha.pngUm arquitecto, Álvaro Siza, e a sua equipa, são chamados a coordenar o projecto de recuperação da Cidade Velha, na ilha de Santiago, em Cabo Verde. O objectivo final é a candidatura desta cidade a Património Mundial da UNESCO. A Cidade Velha é um local histórico: anteriormente chamada Ribeira Grande, foi a primeira cidade fundada pelos portugueses em Cabo Verde (1462). Todo este processo suscita na população local grandes expectativas quanto à melhoria das suas condições de vida. Este filme conta a história do encontro entre estes dois mundos, o do arquitecto e o da população, acompanhando ao longo de três anos algumas das histórias que aconteceram… 

(20 de Maio 2016 – 21.30h)

 

“Futebol de Causas” de Ricardo Antunes Martins

Futebol de Causas2.pngO regime ditatorial vigente em Portugal, estendeu-se durante grande parte do século XX. Coimbra, como grande pólo universitário, viveu momentos de grande tensão e inconformismo, nos quais o seu movimento académico de grande mobilização e agitação, acabaram por desencadear e espoletar socialmente o espírito da necessidade colectiva de fazer cair o regime. Um dos principais meios de divulgação e propaganda dos estudantes e dos ideais revolucionários e reivindicativos académicos residiu na sua equipa de futebol, a Associação Académica de Coimbra, como forma de fazer chegar a mensagem e consciencializar o maior número de pessoas. A Académica transformou-se numa bandeira viva da luta estudantil e deu voz ao acordar de um povo, sendo o seu ‘toque a reunir’. Foi de resto com o luto académico, em plena ‘crise de 69’, que se viveu o ponto mais alto da posição de força estudantil com a presença da Académica na final da Taça de Portugal, na qual os jogadores, também eles estudantes e parte activa na militância da causa estudantil, aderiram ao projecto, tornando aquela final no Estádio Nacional no maior comício de sempre contra o regime. Este documentário pretende mostrar o movimento estudantil e crises académicas pelo ponto de vista dos jogadores da Académica e a forma como estes contribuíram e se envolveram na luta enquanto estudantes e Homens. As figuras centrais do documentário serão concomitantemente os dirigentes estudantis e os jogadores da década de 60, directamente envolvidos no processo.

(21 de Maio 2016 – 21.30h)

 

Entre os dias 17 e 21 de Maio, a partir das 21h30, no Auditório do Museu Monográfico de Conimbriga.

A Entrada é Gratuita e limitada a 90 lugares.