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Glam Magazine

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Bombino apresenta “Azel” em Braga

Omara 'Bombino' Moctarin, também apelidado de “Hendrix do deserto”, nasceu e foi criado no Níger, perto da cidade de Agadez.

Começou a aprender guitarra graças a um destes instrumentos, que encontrou abandonado num dos exílios que, enquanto tuaregs e nos muitos conflitos com o governo do Níger, foi obrigado a fazer, com a sua família.

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photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Os fãs de Bombino e da música Tuareg em geral vão encontrar algumas novidades neste álbum. A primeira é a apresentação de um novo estilo do qual Bombino é pioneiro e que pode ser chamado de “Tuareggae”, uma mistura luminosa de rock/ blues Tuareg com uma gota de reggae. Outra é o uso, pela primeira vez no registo de música Tuareg de harmonias vocais entre cantores o que dá uma nova profundidade e cor às canções.

Com sucesso, durante o par de anos seguintes viajou pelo mundo inteiro apresentando com clamor a sua música, temas irresistíveis, cheios das suas origens e com o rock ‘n’ roll a sair disparado da sua guitarra. Virtuoso, de jeito único na execução do instrumento, a sua dimensão alcança reconhecimento mundial com o disco de 2013, “Nomad” gravado e produzido por Dan Auerbach dos The Black Keys no seu estúdio de Nashville. O registo chegou a #1 da Billboard (World Music) e foi alvo de excelentes críticas. Na música de Bombino, os sabores da sua cultura nunca são renegados, e chegam fundidos com riffs explosivos a fazer lembrar o som de nomes como Jimi Hendrix ou Neil Young.

Por fim, a banda que o acompanha é mais unida e mais enérgica do que nunca. O resultado é o mais polido e inovador álbum de Bombino até à data: “Azel”.

 

Theatro Circo (Braga)

12 de Agosto 2016 | 22.00h

Rita Redshoes ao vivo no Santo Tirso Market (Reportagem)

A Fábrica de Santo Thyrso recebeu no passado dia 7 de maio, a II edição do Santo Tirso Market , by Amazing Bazaar, promovido pela Câmara Municipal de Santo Tirso, que este ano contou com a honrosa presença de uma convidada muito especial, Rita Redshoes, que, segundo a organização do evento, encarna na perfeição o espírito idealizado para o evento.

Rita - Patricia1 (Cópia).jpgE foi com uma enorme expetativa e ansiedade que se aguardou pelo início do concerto, tendo a Rita subido ao palco nos seus sapatinhos mágicos e com um “new look” vintage em cores prateadas. O inicio do concerto começou por brindar o público com um dos seus êxitos, "The Beginning Song", continuando o seu espetáculo com momentos de pura inspiração e energia através das suas canções de eleição.

Rapidamente Rita Redshoes conquistou uma plateia composta, que revelou ser conhecedora das suas canções e se mostrou bastante participativa e descontraída durante todo o concerto, num espaço muito bem conseguido para o efeito.

Rita - Patricia2 (Cópia).jpgNum gesto de solidariedade para com os AC/DC a atuar em simultâneo nessa noite, desejou boa sorte ao Axl Rose na sua missão titânica...

Tratando-se do 1º “reencontro” este ano com o seu “público”, bem como com os seus músicos de estrada, reinou a boa disposição e cumplicidade entre todos que escolheram a noite de sábado para “matar de recordações”.

Rita - Patricia3 (Cópia).jpgEm jeito de encore, a Rita “deu e partiu tudo”, até ficou descalça, na parte final com a mexida canção "Hey Tom", levando a plateia ao rubro... Que queria mais… Assim, ficamos com o desejo aguçado para o concerto seguinte... Que esperemos seja para breve e... já com novidades!!

 

Reportagem: Paulina Dias

Fotografias: Patricia Castro

 

Duas novas confirmações na 13ª edição do edpcooljazz… Nouvelle Vague e Marta Ren

O edpcooljazz confirma dois novos nomes: a primeira parte de Stacey Kent com Marta Ren, e Nouvelle Vague no dia 23 de julho, num concerto único em Portugal. Assim, a noite de 23 de julho terá dois concertos, a mesma para a qual já estavam confirmados os Koop Oscar Orchestra , nos Jardins Marquês de Pombal.

GLAM - Marta Ren (1).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Dia 21 de julho… uma noite no feminino

Apaixonada por Portugal, Stacey Kent é considerada uma das melhores vozes de jazz da atualidade e muito acarinhada pelo público nacional. Neste concerto onde a cantora norte-americana irá trazer o seu álbum “Tenderly”, será a portuguesa Marta Ren quem fará as honras de abertura.

Marta Ren que começa a ser também reconhecida internacionalmente, traz os temas do seu primeiro trabalho em nome individual “Stop, Look, Listen”, que inclui 13 canções carregadas de emoção e de sentimentos, resultado de experiências vividas com entusiamos e desilusões, com o amor e desamor. Do Groove Funk de “Release me” ao peso insustentável da balada Beat “So long”, nada nos deixará indiferentes.

 

Dia 23 de julho… Uma noite, dois grandes Concertos

Na mesma noite em que a banda sueca Koop Oscar Orchestra se estreia no edpcooljazz, sobem também ao palco os franceses Nouvelle Vague com as suas canções, uma coletânea de covers de músicas punk rock, pós-punk e new wave dos anos 80 ao estilo Bossa nova dos anos 60.

Os Nouvelle Vague são a banda francesa fundada por Marc Collin e por Olivier Libaux. O nome é inspirado no movimento artístico do cinema francês Nouvelle Vague dos anos 60. Ao edpcooljazz, trazem temas do seu primeiro álbum “Nouvelle Vague”, onde o grupo ressuscitou clássicos da era da música New Wave dos anos 80, reinterpretando-as num estilo Bossa Nova. Estes covers incluem canções de Joy Division, Dead Kennedys, The Clash e Depeche Mode. E ainda do segundo álbum “Bande à Part” com as versões de "Ever Fallen in Love?”, de Buzzcocks, "Blue Monday" por New Order, "The Killing Moon" por Echo & the Bunnymen e "Heart of Glass" de Blondie.

 

Uma noite com dois grandes concertos marcados pelo punk rock, pós-punk, new wave dos anos 80 e estilo Bossa Nova dos Nouvelle Vague, num espetáculo único em Portugal e dos poucos a realizar na Europa, e pela fusão única da música eletrónica com o Jazz da incomparável banda Koop Oscar Orchestra, o projeto renovado do sueco Oscar Simonsson, o fundador dos Koop, fortemente marcado pela formação musical Clássica e posterior especialização em Jazz.

"Hopelessness" disco de estreia de ANOHNI aplaudido pela imprensa e ao vivo em Junho nos Coliseus

"Hopelessness" é o novo disco de ANOHNI, a voz de Antony and The Johnsons, que chegou às lojas na passada sexta-feira, dia 6 de Maio, e já é considerado um dos melhores discos do ano pela imprensa internacional.

anohni.jpgPortugal será um dos primeiros destinos a receber a digressão mundial de apresentação do álbum, com concertos no Porto, a 21 de Junho, e Lisboa, a 22 de Junho.

"Hopelessness" não tem medo de se mover entre as chamas, de nos atrair para o calor. A verdade é que os dramas de Anohni não podem existir num mundo de finais felizes de Hollywood, são demasiado reais para isso. "Hopelessness" mostra-nos que, por diversas maneiras, temos sido profundamente enganados pela fantasia da experiência americana e mostra-nos esse horror. Como as estrelas não são apenas estrelas. Como o verdadeiro protagonista de "Hopelessness" somos nós. (Pitchfork 9/10)

 

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

 

Coliseu (Porto)

21 de Junho 2016

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

22 de Junho 2016

 

Monda… Uma abordagem contemporânea ao CANTE ALENTEJANO

Reconhecido em todo o mundo, o Cante Alentejano é a identidade cultural desta região Portuguesa e foi celebrizado a 27 de Novembro de 2014, com o sentimento e as emoções de uma tradição secular a serem considerados Património Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

Com uma aproximação clara às novas tendências musicais, sem barreiras ou fronteiras demarcadas e próximo das gerações mais novas, o projecto MONDA criou uma abordagem contemporânea ao Cante Alentejano, misturando a composição tradicional com os novos sons da World Music.

Monda 2.jpgphoto: Promo /DR

 

MONDA nasceu da vontade dos seus intervenientes Jorge Roque, Pedro Zagalo e Herlander Medinas e do reconhecimento do novo tempo que urge construir-se para dar lugar aos sons de um sul mais evidente. No intervalo de cada uma das suas raízes culturais e musicais, de paragens e aprendizagens distintas, encontra-se um espaço comum, o Alentejo, terra das suas

proveniências e onde a natural vontade de cantar e tocar as origens é cada vez mais uma certeza. Com produção musical de Ruben Alves, o primeiro trabalho discográ­co dos MONDA, à venda em Junho, tem 12 faixas mais uma extra e conta com as participações especiais da fadista Katia Guerreiro, Rui Veloso, Tiago Oliveira e do Grupo de Cantadores de Portel, entre outras.

 

"Em tardes calmas, passadas ao sabor de cantigas de outrora, encontrámos um novo caminho. Estávamos sem sabermos, ou sem nos darmos conta, numa encruzilhada comum, de encontro entre as evidências da solidão, da nostalgia, do amor não correspondido. Foi um natural reconhecer de amizades que, apesar de contarem com poucos anos de existência, tinham em comum vivências e lembranças de um Alentejo forte, puro e tão presente em cada uma das nossas vidas. Um Alentejo de memórias de cantares em coro ao ­nal da tarde, nas tabernas das aldeias e das vilas, como quem trata uma mágoa profunda através da palavra cantada, entoada em coro para ter mais força e fazer mais sentido…” Jorge Roque

Novembro apresentam-se ao vivo em Maio no Lusitano Clube

Sem pertencerem a um único estilo musical, os Novembro são uma nova banda que une paisagens e ambientes sonoros a ritmos ácidos e electrónicos. Este trio, conta com a inspirada guitarra portuguesa eléctrica de Miguel Alves de Mendonça, acompanhado pelo londrino Mark Harding e o lisboeta Suricata, ambos na esfera da música electrónica.

Novembro 1.jpgNum fim de tarde de domingo, em Maio, os Novembro apresentam uma hora de temas originais, nos quais conduzem sonoridades em caminhos sempre inesperados. Nunca há dois concertos de Novembro iguais. Seguem-se instintos entre a melancolia e a exaltação, entre a voz rouca e a guitarra cristalina, com melodias simples e intuitivas, aqui num último concerto antes das gravações do primeiro lançamento da banda.

 

Lusitano Clube (Lisboa)

15 de Maio 2016 | 19.00h

Milhões de Festa… Curadorias dão novo sabor ao palco Taina… Mundo Quesadilla

O Milhões são três dias, mas o palco Taina são quatro: as propostas para as tardes no palco gratuito já têm a programação definida e terão o cunho de curadores dos Riding Pânico, de DJ Quesadilla, e dos parceiros no crime Matapadre, La Melona, Macho Alfa e Discos de Arena

Mundo Quesadilla no Milhões: é mais do que uma tarde, é o sunset tipo after

Image2.jpg“Vai ser uma tarde de Taina. Uma almoçarada minhota pesada como bem se quer e como bem deve ser. Queixas de colesterol alto aqui não são bemvindas, pois temos Qer Dier a servir a sobremesa com um murro no estômago. Não faz mal, rock de pandeireta logo a seguir, foram de Zaragoza para Madrid tal como o outro Fábio, o Coentrão, que agora fuma cigarros no balneário do Bernabéu; os My Expansive Awareness foram a melhor surpresa das curadorias Mundo Quesadilla e ganharam o prémio de festejar este aniversário. Os comboiinhos chegam mais tarde. São os Extraperlo e os L’Orchestra Elastique para fazerem o verdadeiro sunset Quesadilla no Milhões de Festa. É o último dia e queremos mesmo garantir que ninguém sai sem dançar uma única vez. Para os bañadores saídos da piscina do outro lado do recinto, os Extraperlo trazem o pop mais 80s e mais fixe que podem conhecer. Já os L’Orchestra Elastique, que não vêm de Londres, mas vêm de todo o lado, trazemnos batuques e trompetes e a vibração disco aos ritmos improvisados que trazem. É uma orquestra, não é uma banda."

 

Assim diz Quesadilla….

Orchestra Elastique"Globetrotters da improvisação de festa dos braços no ar e ritmos quentes mas modernos."

Um colectivo formado por músicos das mais variadas nacionalidades, os Orchestra Elastique esticam-se até ao infinito e às mais variadas combinações harmoniosas e rítmicas, consagrando-se como mestres na arte do improviso. Mirando a música como um autêntico recreio, a orquestra de Londres surpreende sempre quem os ouve e a eles próprios, vagueando entre uma ginástica de estilos que vai do clássico minimalista, ao drone e ao krautrock, sempre com o desejo de apimentar as coisas e de as tornar ainda mais festivas.

Extraperlo"A minha banda favorita depois de GNR."

 “Chill Aqui” é tanto o novo disco dos Extraperlo, lançado no início deste ano, como a filosofia da banda espanhola, que foi substituindo a vontade de engenhar músicas perfeitas por uma de criar uma sensualidade que se faz sentir em cada composição e espaçamento rítmico. A vivacidade do pop dos Extraperlo já lhes conferiu o lugar de uma das bandas mais interessantes do panorama espanhol, facto que não é indiferente ao mui nobre Quesadilla.

My Expansive Awereness"Rock da pandeireta e garajero."

Para não roubar o nome aos Doors, que o roubaram ao Huxley, este culto ácido de Zaragoza focou-se no conteúdo das Portas da Percepção para se justificar: My Expansive Awareness soam saturados, como os sentidos extra-estimulados que exalam luz, cor, frequências e ondas de todos os comprimentos, comprimidos em pedais e moduladores. Como tudo com cunho Quesadilla, sabe-se de onde vêm, mas não se sabe para onde vão estes espanhóis de som derretido ao sol que clama por todo o universo psicadélico.

 

Qer Dier… "É tipo Swans mas melhor."

Correndo o risco de serem post-qualquer-coisa, mas sem nunca o ser, os Qer Dier trazem para a fórmula do rock instrumental o ritmo repetitivo e hipnótico, que induz a catarse em longas distâncias. É nessa modalidade que os lisboetas se especializaram, correndo narrativas coerentes e de andamento rápido o suficiente para segurar um record com direito à respectiva medalha de ouro: maior órbita descrita por um grupo de seres humanos numa guitarra e num sintetizador, seguidos de perto por uma coesa secção baixo/bateria em modo vaivém/vassora.

Milhões de Festa… Curadorias dão novo sabor ao palco Taina… “o Satélite do amor”

O Milhões são três dias, mas o palco Taina são quatro: as propostas para as tardes no palco gratuito já têm a programação definida e terão o cunho de curadores dos Riding Pânico, de DJ Quesadilla, e dos parceiros no crime Matapadre, La Melona, Macho Alfa e Discos de Arena

Riding Pânico apresentam o Satélite do amor

Image1.jpgRiding Pânico… Tocaram em todos os palcos e em todas as edições do Milhões, esgotaram as palavras para os descrever, saturaram o prefixo “pós” com milhentas abordagens e recolheram sob o nome Riding Pânico algumas das figuras mais essenciais do underground português…

Para a edição de 2016, assumem o único papel que não assinaram em Barcelos, o de curadores… claro, a Bela será sempre o Monstro, mas desta vez leva amigos para não parecer tão feia em comparação.

Quelle Dead Gazelle… É ‘quela cena. Pegas na ‘quela guitarra, juntas lhe ‘quela bateria e tens a base de todas as equações rock possíveis, imagináveis e quantificáveis…

Com base nessa tabuada de riffs, os Quelle Dead Gazelle redefiniram prioridades e abordagens, prefixando-se de forma pós-moderna, em constante dúvida, para se projectarem numa viagem instrumental pelas melodias sinuosas de quem fala apenas com os instrumentos, sempre com um ascendente no postrock, nos épicos crescendos e em descargas de electricidade incontíveis. São repetentes no Milhões, pelo que se sabe que têm força no pé e que são de estoiros, cuidado na baliza; assim se explica a escolha dos Riding Pânico.

 

Marvel Lima

Estão no limbo quase há tanto tempo que parece mentira: mas é já este ano que os Marvel Lima, depois de namoros constantes e incessantes insinuações, se estreia com um álbum a solo. Porque “Mi Vida” é a epitome da boa onda rockeira e já não serve para satisfazer desejos de requinto pop, o quinteto apresentará o registo debutante no pico do calor, com as melodias quentes a justificarem a tarde soalheira que os receberá.

Vêm a Barcelos pelas mãos dos curadores Riding Pânico, doutorados em várias formas de rock, e de Milhões.

“Da Máquina Se Fez o Homem ou Vice-Versa”… a estreia de Dragão Inkomodo

“Da Máquina Se Fez o Homem ou Vice-Versa” está cá fora.

O disco de estreia de Dragão Inkomodo na ZigurArtists deixa à vista a facilidade com que Nuno Vicente é capaz de se mover por entre a bigbeat, techno lo-fi, pop vaporizada e o noise para criar uma linguagem totalmente nova e completamente sua.

a2391219000_10.jpgO disco está disponível para download gratuito aqui

Versus 1.0…. Musicbox

Dois colectivos artísticos. Dois catálogos. Duas raízes diferentes. O mesmo destino: encontrar pontos de contacto entre a música electrónica que os anima, desde o apelo mais arrebatado para a dança até ao gesto mais apaziguador de uma fugaz paisagem textural.

O encontro acontece numa série de noites em que é muito mais aquilo que os une do que aquilo que os separa. As labels Extended Records e ZIGURARTISTS juntam esforços no VERSUS 1.0 e ditam as regras da pista por uma noite:

GLAM - Azul Revolto.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Glam Magazine

 

azul-revolto… Depois de “Ouija” nos brindar com temas introspectivos, o novíssimo “S O M A” (ZigurArtists, 2016) de Hugo Barão é um exercício de esplendor rítmico que encerra uma fisicalidade quase palpável. “S O M A” é uma colecção de temas groovados com traços leftfield, passando por um ambiente house e garage, que apontam à entrega e a recompensa do corpo. Ao vivo, as sonoridades fundem-se com os visuais criados por David Bastos. Destaca-se a passagem por Bristol no início de 2016, com Rob Clouth e Applescal.

 

Citizen:Kane… A ligação de Marco Guerra à música tem tido várias vertentes, mas é na produção que o seu entusiasmo alcança maior fôlego: em 2009 começa a explorar as potencialidades de algum software de criação de música e funda o projecto Citizen:Kane, dedicado à vertente da produção. depois de algumas edições pela Mands Music, edita “Idefix /Odie” (Fungo, 2014), single “10” que antecedeu “Dogtooth”, o álbum de estreia. Tem edições agendadas para a portuguesa Extended Records e para a húngara Moira Audio (2016).

 

Mr. Herbert Quain… Manuel Bogalheiro é responsável por uma das mais auspiciosas estreias dos últimos anos: “How I learned to stop worrying and start loving the waiting” ( ZigurArtists, 2012) é um trabalho de resgate notório, em que os primórdios de Hollywood são evocados através da estética granulada e uma minuciosa técnica de sampling e micro- sampling. Desde então, lançou mais um LP em 2014, “Forgetting is a Liability” e trilhou caminho em palcos como o Lux Frágil, Musicbox, Indústria e o RBMA Boiler Room Lisbon ou em festivais como o NEOPOP ou o LISB_ON Jardim Sonoro.

 

Terzi… Gonçalo Neto é membro-fundador da editora Extended Records. Viveu grande parte da sua vida em Lisboa e estes últimos 4 anos vive-os em Braga, afastado das metrópoles, mas sempre atento ao que se lá passa. Programador das Takeovers no Convento do Carmo e das Segmenta no Passos Manuel, mais os eventos da editora. Para além disso, agita pistas de Norte a Sul com tudo o que acha adequado. Disco, house, techno, funk, o que for correto. Fruto duma geração inquieta, mas que dificilmente se apega a algo, Terzi perpétua o passado ao lado do presente e abrilhanta o futuro, tudo nas mesmas medidas.

 

Musicbox (Lisboa)

12 de Maio 2016 | 23.00h

Söndörgő na Culturgest…

Söndörgő é uma banda formada por três irmãos e um primo de apelido Eredics e um amigo contrabaixista com quem tocam desde os tempos do secundário. Praticam a música tradicional dos eslavos do Sul, sérvios e croatas, que permanece viva em pequenas comunidades da Hungria, a maior parte delas isoladas e instaladas ao longo do Danúbio. Essa música foi estudada e repertoriada pelo compositor Béla Bartók e pelo etnógrafo Tihamér Vujicsics, duas celebridades que se dedicaram ao estudo da música popular da Hungria.

sondorgo@2x.jpgphoto: Promo /DR

 

Não admira que os membros do grupo se tenham dedicado a pesquisar, fazer os arranjos e apresentar em concertos estas canções. Nasceram numa pequena cidade perto de Budapeste com uma longa tradição sérvia, de uma família com um apelido provavelmente croata, e com sangue eslavo, austríaco, ucraniano e judeu. O pai dos três irmãos tocara na banda dirigida por Vujicsics.

 

Em contraste com a música popular húngara mais conhecida, em que o violino é o instrumento mais importante, os Söndörgő, respeitando a tradição, usam o tambura, uma espécie de bandolim provavelmente de origem turca e característico dos sérvios e croatas. Cordas dedilhadas, com participação do saxofone e do acordeão. A música é de uma extrema beleza e os membros dos Söndörgő exímios executantes.

 

Até agora gravaram dois discos, um em 2011 e o segundo em 2014, colocado na lista dos melhores álbuns desse ano de world music. E têm percorrido a Europa em festivais e concertos.

 

Culturgest / Grande Auditório (Lisboa)

13 de Maio 2016 | 21.30h

“A Moon Shaped Pool”… o novo album dos Radiohead disponível amanha…

A partir de 10 de Maio o novo disco dos Radiohead já estará disponível em todas as plataformas digitais

O nono álbum do Radiohead é uma coleção impressionante de rock sempre em mudança, melodias distópicas e muita beleza espectral. Embora o álbum conte com ecos do trabalho anterior, como a batida leve de "Daydreaming", o som poderoso da guitarra em "Full Stop", as cordas impactantes de Jonny Greenwood, “A Moon Shaped Pool”, é ao mesmo tempo familiar e maravilhosamente elusivo.

radiohead-moon-shaped-pool-vinil.jpgUma das canções favoritas do público, nos vários concertos da banda desde a metade dos anos 90, "True Love Waits" recebe uma releitura no estúdio como uma suave meditação ao piano.

A edição física de “A Moon Shaped Pool”  sai a 17 de Junho...

Para ouvir aqui uma antevisão do novo disco….

 

 

Natural… do Brasil apresentam-se no Lusitano Clube

A banda Natural surgiu em novembro de 2014 no interior de São Paulo, Brasil, com o encontro dos compositores Michel Morais e Bruna Vezenfati, que criam sua música usando de seus dois idiomas de maior afinidade, português e inglês, a partir de vivências pessoais, mensagens de amor e autoconhecimento. Em 2015, após a mudança de Michel para Portugal, a dupla continuou a compor à distância – via Skype – músicas que, em poucos meses, transformaram-se em seu primeiro álbum.

natural.jpgHome is Where We Are”, que será lançado neste ano, foi composto e produzido em conjunto com o tecladista e produtor musical Paulo Calasans (de “Djavan”, “Gilberto Gil”) e o multi-instrumentista Genésio Junior. O álbum tem, em suas faixas, respeitados nomes da música brasileira, como Marcelo Mariano (baixista, de “Djavan”), Cuca Teixeira (baterista, de “Maria Rita”) e Luis Paulo Serafim (engenheiro de som, de “Tom&Elis”).

 

Atualmente, ambos residentes em Portugal, Bruna e Michel dão seus primeiros passos na divulgação do álbum com seu primeiro single, Natural, origem do nome da banda, e um show acústico a voz, guitarra e teclados de seu som único, que transita por entre as raízes do soul, pop, jazz e da música popular brasileira

 

Lusitano Clube (Lisboa)

12 de Maio 2016 | 22.30h

Os CRU estreiam-se em casa com concerto no Maus Hábitos…

André Hollanda (Zen, Demitidos de Jorge Palma), Nuno Carneiro (Ace dos Mind Da Gap), Pedro Santos (Miguel Araújo) e Sérgio Freitas (We Trust, Old Jerusalem) estreiam-se na Invicta enquanto CRU.

Apresentam-se pela primeira vez no Porto a 14 de Maio para dar a conhecer alguns dos temas que vão figurar naquele que será o seu primeiro álbum com edição prevista para Setembro.

CRU Promo 1.jpgphoto: Promo /DR

 

O som que praticam é uma viagem ora calma, ora frenética onde o combustível é a inspiração. Dos ambientes mais melódicos aos momentos mais dançantes, a música dos CRU tem um efeito físico real.

Crua mas refinada, subtil mas avassaladora, metafórica mas honesta, é assim a música dos CRU.

 

Maus Hábitos (Porto)

14 de Maio 2016  

Rogério Charraz ao vivo com o novo disco "Não tenhas medo do escuro"

Rogério Charraz está de volta com o terceiro álbum de originais. “Não Tenhas Medo do Escuro” é o nome do seu novo trabalho. “Este é um disco muito verdadeiro, em que as canções estão muito mais próximas da sonoridade original, quando acabam de ser compostas. É um disco de autor, feito por alguém que não precisa de fronteiras nem de gavetas para se definir. É um disco de música portuguesa e também de música do mundo”, explica Rogério Charraz.

untitled-1.jpgO álbum é composto por 11 canções e todas são da autoria do próprio Rogério Charraz, com exceção de “Meu Amor Eterno”, composta em parceria com o pianista Júlio Resende, que também a toca no álbum. É uma canção muito comovente, com uma letra escrita por Rogério Charraz e dedicada à sua mãe. Além de Júlio Resende, “Não Tenhas Medo do Escuro” conta ainda com as honrosas participações da fadista Katia Guerreiro, da guitarrista Marta Pereira da Costa e do acordeonista João Gentil. Os irmãos Buba e Eduardo Espinho e também António Caixeiro completam a lista de músicos convidados, trazendo o Alentejo para a canção Chuva nos Beirados.

 

Entre os autores das letras destaca-se o jornalista José Fialho Gouveia, que assina cinco das canções do disco. Joana Correia (mulher de Rogério Charraz que se estreia na escrita de canções com duas letras), a romancista Filipa Martins, Maria Morgado e Rogério Perrolas escreveram as palavras para os restantes temas. Todas as imagens promocionais – incluindo a foto de capa – são da autoria de Jorge Simão, fotojornalista que tem feito trabalhos com vários artistas portugueses e que, em 2011, foi galardoado com o Prémio Gazeta de Fotografia.

 

Quem tem a sorte de poder contar com estas colaborações não pode ter medo do escuro”, sublinha Rogério Charraz.

 

Cinema São Jorge / Sala 2 (Lisboa)

26 de Maio 2016 | 21.30h

Rosário Beach Party regressa em Julho para a 3ª edição e já com cartaz completo...

O Rosário Beach Party é um festival anual de Verão que se realiza no Parque das Merenda junto à praia fluvial do Rosário, concelho da Moita, organizado pela Comissão de Festas em parceria com a União de Freguesias Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos.

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Pretende-se que este evento seja um marco na dinamização cultural desta freguesia, mas também do concelho e do distrito, tendo a primeira edição (2014) cerca de 2000 visitantes e a segunda (2015) mais de 2500 visitantes, com um publico alvo muito abrangente graças à grande diversidade musical, que passa pelo rock, reggae e a musica electrónica.

 

A terceira edição, irá decorrer nos dias 1, 2 e 3 de Julho de 2016 e acaba de ser anunciado o cartaz completo.

 

1 Julho 2016

Palco: Pearl Band (tributo Pearl Jam), Urbanvibsz, ZOP

Electrónica: NOX, Anna Wild, Tinker vs Duende, Pemba

 

2 Julho 2016

Palco: Negative Creeps (tributo a Nirvana), Os Compotas, Pista

Electrónica: Chadubritt, Poppy, Synthom, Manelinho

 

3 Julho 2016

Sunset Color Party: Diego Miranda, Krash, Supa Dust Man, Kuch, Not Bluff