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Glam Magazine

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First Breath After Coma apresentam… “Umbrae”... o novo video

Quando, em 2013, gravaram um disco de estreia conceptual estavam longe de pensar que temas como “Escape”, “Shoes For Men With No Feet” ou “Apnea” conseguissem chegar a rádios internacionais e os levassem a uma extensa digressão com paragem em festivais como Paredes de Coura, Bons Sons ou o festival espanhol Monkey Week.

GLAM - First Breath.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Glam Magazine

 

O cruzamento da influência post-rock com o formato canção que fez do seu disco uma surpresa auspiciosa era apenas o início de uma viagem que agora tem um segundo capítulo. Gravaram sons de quase tudo o que os rodeava, perderam-se nas discografias da evolução do rock e da música eletrónica e o resultado, “Drifter”, carrega o ADN dos First Breath After Coma mas aponta ainda mais caminhos para o presente e para o futuro desta jovem formação leiriense.

Umbrae” é o novo video lançado hoje e é mais um tema forte do album "Drifter" apresentado na passada sexta feira no Hard Club no Porto. O tema conta com a participação especial de Noiserv. O Video foi realizado pela Omnichord Records, com edição de Rui Gaspar & Telmo Soares (First Breath After Coma). Rui Paixão com o seu projeto Cão à Chuva foi o responsavel pela "perfomance" do video

Apresentação de “Ensemble” de Rui Massena (Reportagem)

Ensemble” o segundo disco de Rui Massena, foi o convite que levou o público a esgotar a casa da música a uma segunda-feira para assistir a mestria do músico em palco.

GLAM - Rui Massena 01.jpgAcompanhado em palco por um conjunto de músicos de excepção, a suavidade mas o mistério tomaram conta do palco nos primeiros minutos do concerto. A magia de Sintra, local onde o disco foi idealizado, foi o início da viagem por um conjunto de canções que percorreram desde o início uma autêntica aventura....

 

Feitas as apresentações e a introdução, o maestro fez-nos saber que iria seguir o alinhamento do disco, como prova que o mesmo pode ser interpretado ao vivo. Uma noite especial que segundo o próprio Rui nunca pensou estar aqui a apresentar o seu segundo trabalho. "Borboleta" tema dedicado a uma grande amiga, curiosamente não incluído no disco, foi a melodia que se fez acompanhar ao violino.

GLAM - Rui Massena 02.jpgComo um processo continuo e mestriamente acompanhado ao violino, aventurou a sua música pelos caminhos sombrios de uma paisagem bucólica, tocada por vezes pela emoção das cordas envoltas em mistério.

Mas “Ensemble” é uma reunião, e Massena faz-se novamente acompanhar em palco pelos músicos que iniciaram o concerto. Uma capacidade fugaz de desenhar as notas que vai debitando do piano, acompanhado por um coro de cordas misterioso mas tranquilo, remetendo a envolvencia da sala para paisagens idílicas mas misteriosas.

Um crescendo musical ao longo do concerto, numa sintonia única onde o piano de Rui substitui a batuta do maestro. A tranquilidade traz a melancolia. Perdida entre acordes de piano ou de amores profundos no deslizar das cordas de violino, somos mais um vez levados na banda sonora das nossas vidas.

GLAM - Rui Massena 03.jpgAgradecimentos antes do dois temas finais, “Renascer”, porque nas palavras do maestro é preciso renascer sempre, e “Valsa” como despedida. Em noite de estreia "Ensemble " vem confirmar o excelente trabalho de composição de Rui Massena quer a "solo" quer em "Ensemble ".

Uma hora de magia mas acima de tudo de encanto pelos acordes de Rui e dos seus companheiros em palco... “E estamos juntos”

 

Fotografias e Reportagem: Paulo Homem de Melo

Carlão e Boss AC assinam tema do novo programa líder de audiências da SIC “E Se Fosse Consigo?”

Volvidas apenas algumas semanas sobre o lançamento de “Na Batalha”, Carlão reencontra-se com Boss AC, 11 anos depois da última colaboração, para compor o tema de apresentação do novo programa de informação da SIC sobre discriminação e preconceito - “E Se Fosse Consigo”. Um formato inovador e disruptivo que está a conquistar o público português, é o programa mais visto dos canais generalistas no seu horário de exibição, alcançando 1.159.000 espectadores no dia da estreia e 1.455.000 no segundo episódio. Nas redes sociais, os conteúdos relacionados com o 2º episódio alcançaram cerca de 3 milhões de pessoas.

CARLAO_PHOTO_ESFC_5.jpgConceição Lino está ao leme da produção e apresentação do programa que testa a capacidade de intervenção dos portugueses na defesa do outro, a partir de situações ficcionadas, e revelou em entrevista que Carlão foi a sua escolha imediata para escrever a letra do tema de apresentação, a par com Boss AC na composição musical. “E Se Fosse Contigo” é acompanhado por um vídeo realizado por Hugo Sousa e Rui Berton que pode ser visto abaixo.

Na Batalha” o mais recente EP de Carlão, editado exclusivamente em formato digital, a 23 de Março, chega um ano depois de “Quarenta”, o seu primeiro disco a solo, e aprofunda as suas temáticas centrais. Carlão continua em digressão, agora com um concerto de imagem renovada que mistura os temas de “Na Batalha” e “Quarenta”, com passagem assegurada por Lisboa, num concerto especial que irá decorrer no NOS Alive, dia 8 de Julho.

 

“E se fosse contigo e se fosse consigo

Sempre tão polido, até tenho um amigo

Por isso não és racista, homofóbico, purista

Por isso não és xenófobo, porco, machista (…)”

Carlão “E Se Fosse Contigo?”

 

Os discos de Prince… “Prince”

Prince foi o segundo album de estudio de Prince. Lançado a 19 de Outubro de 1979, o disco teve edição internacional, ao contrário do primeiro disco de Prince. As gravações do disco decorreram entre Abril e Junho de 1979, e à semelhança do seu primeiro trabalho, mais uma vez Prince tocou todos os instrumentos das canções,

prince.jpgDeste segundo disco, foram editados 5 singles “I Wanna Be Your Lover”, editado antes da edição do LP, “Why You Wanna Treat Me So Bad?”, “Still Waiting”, “Sexy dancer” editado apenas na Inglaterra e no Japão, e por último, editado apenas na Bélgica, o single “Bambi

 

A primeira digressão de Prince nos Estados Unidos decorre entre Novembro e Dezembro de 1979, onde ao vivo Prince apresentava este disco na integra.O disco alcançou o lugar nº 22 da tabela da Billboard a 17 de Novembro de 1979, e o nº 3 da Billboard Soul LPs Chart. As 28 semanas na tabela de vendas traduziram-se no disco de platina atribuído pela RIAA por vendas superiores a 1 milhão de cópias.

 

Alinhamento do disco

Lado A:

- I Wanna Be Your Lover (5:47)

- Why You Wanna Treat Me So Bad? (3:49)

- Sexy Dancer (4:18)

- When We're Dancing Close And Slow (5:18)

 

Lado B:

- With You (3:59)

- Bambi (4:22)

- Still Waiting (4:24)

- I Feel For You (3:24)

- It's Gonna Be Lonely (5:26)

 

Edição: Warner Bros. Records

Festival da Liberdade '16 com cartaz completo…

Foi no passado sábado, 30 de Abril, no sunset realizado na Praia de Alburrica, que foi apresentado o Cartaz completo da edição de 2016 do Festival da Liberdade. A apresentação da vasta programação para os dois dias de Festival Liberdade trouxe mais uma surpresa, a participação do Rui Unas, como apresentador do Festival e com a realização, ao vivo e em direto, do seu programa “maluco beleza”.

GLAM - Ritchie Campbell 2016.jpgphoto: Sergio Magalhães / Glam Magazine

 

O sunset de apresentação juntou centenas de pessoas nesta praia do Barreiro, destacando-se a presença de vários autarcas da região, de artistas como Richie Campbell, Rui Unas, entre outros, e de diversos dirigentes associativos juvenis.

 

Na apresentação Rui Garcia, presidente do Conselho Diretivo da AMRS e Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro foram unanimes em referir que este Festival será um espaço de convívio, de cultura e debate, onde a juventude e as suas associações, constroem o seu próprio espaço, concretizam as suas ideias e trocam experiências, um palco para mostrarem à região e ao país o que de muito se faz no associativismo juvenil.

 

Palco Liberdade:

10 de Junho

22.00h – Kumpania Algazarra

23.00h – Dengaz

00.30h – Ritchie Campbell

 

11 de Junho

22.00h – Dead Combo

23.00h – Carlão

00.30h – Gabriel O Pensador

 

Palco da Paz:

10 de Junho

16.00h – Xplain

17.00h – (a indicar a 13 de Maio)

18.00h – Since Today

19.00h – Margem Sul

20.00h – Skyard Band

21.00h – Rysko

 

11 de Junho

16.00h – Salacian Mafia

17.00h – Staff Estraga

18.00h – Loosense

19.00h – Cruzados

20.00h – Ossos Oficio

21.00h – Boombox

Tim Hecker apresenta novo disco, Love Streams, em Braga

Um dos nomes mais conotados do ambientalismo apresenta novo disco segunda-feira no gnration, em Braga, e um dia depois no Teatro Maria Matos, em Lisboa. “Love Streams” marca a estreia do canadiano na conceituada 4AD.

Tim Hecker - Love Streams (4AD, 2016).jpgTrês anos depois do aclamado “Virgins”, o canadiano Tim Hecker está de regresso aos discos com “Love Streams”, disco que marca a sua estreia na conceituada editora britânica 4AD, atual casa para nomes como The National, Beirut ou Bon Iver. Gravado ao longo dos últimos dois anos no Greenhouse Studios, em Reiquejavique, capital da Islândia - onde partes de Virgins e Ravedeath, 1972 foram também gravadas -, “Love Streams” contou com a colaboração da teclista Kara-Lis Coverdale e dos sopros de Grímur Helgason, ambos colaboradores no anterior “Virgins”.

 

O novo disco conta também com a participação da Icelandic Choir Ensemble, dirigida pelo referente compositor islandês Jóhann Jóhannsson. Com mais de 15 anos de carreira, Tim Hecker é um nome incontornável da música eletrónica nos dias que correm. Vencedor de um prémio Juno, Hecker passou a última década a habitar uma interseção única entre o ruído, a dissonância e a melodia. Nas suas variadas e celebradas obras observa-se um enlace muito forte entre fontes digitais e orgânicas. O resultado é uma estética híbrida que relembra a abstração eletrónica e o minimalismo psicadélico. Com larga experiência de palco, contexto no qual se revela um mestre contemporâneo do volume e textura, tem apresentado as suas obras no Institute of Contemporary Art (Londres), Primavera Sound (Barcelona), Unsound Festival (Cracóvia), All Tomorrow’s Parties (Minehead), Fondation Cartier (Paris), Bimhuis (Amesterdão), Columbia University’s Miller Theatre (Nova Iorque), entre outros. Além do seu trabalho de composição a solo, Hecker tem trabalhado com músicos como Oren Ambarchi, David Bryant (Godspeed You! Black Emperor), Daniel Lopatin (Oneohtrix Point Never) e Aidan Baker. A obra de Hecker inclui ainda comissões para dança contemporânea, bandas sonoras de filmes e várias composições.

Tim Hecker apresenta “Love Streams” a 9 de maio (segunda-feira) no gnration (Braga) e a 10 (terça-feira) no Teatro Maria Matos (Lisboa).

The Loafing Heroes… Apresentação de “The Baron in the Trees”

O novo álbum dos Loafing Heroes, “The Baron in the Trees” é o melhor e mais elaborado conjunto de canções da banda até hoje, produzido por Tadklimp.

Loafing-Heroes-web.jpgA banda, cosmopolita e vagabunda, continua a fundir a música folk com a poesia, world music e pop, interligando violinos, contrabaixo, piano, baixo clarinete e trompete, entre outros instrumentos. Os álbuns anteriores “Crossing the Threshold”, “Planets”, “Chula” e “Unterwegs” são um produto dos anos em Lisboa e Berlim. Os The Loafing Heroes têm um público muito fiel na Irlanda e em Portugal que segue os seus concertos, canções e poesia povoada de viagens com revolucionários, vagabundos e almas perdidas, tecida habilmente entre factos e ficções.

 

The Loafing Heroes são uma banda em constante evolução, liderados pelo vocalista, guitarrista e compositor irlandês Bartholomew Ryan. A banda de Lisboa simboliza um encontro internacional de ideias musicais: Giulia Gallina (Itália) na voz, piano e concertina, João Tordo (Portugal) no contrabaixo, Judith Retzlik (Alemanha) no violino, e Jaime McGill (Estados Unidos) no clarinete baixo. As suas canções falam de viagens por paisagens imaginárias e personagens revolucionárias, vagabundos e almas que partiram.

 

Musicbox (Lisboa)

6 de Maio 2016 | 22.30h

Festival Rock Nordeste… Linda Martini, Best Youth e Branko são as primeiras confirmações.

Linda Martini, Best Youth e Branko (Buraka Som Sistema) são os primeiros nomes anunciados para a edição de 2016 do festival Rock Nordeste, em Vila Real. O festival tem como característica a forte aposta no melhor da nova música portuguesa. Dois anos depois de regressar com um novo formato, o Rock Nordeste está de volta para o terceiro ano.

Festival Rock Nordeste 2016_2_(c)LinoSilva.jpgphoto: Lino Silva

 

A 1 e 2 de julho, sexta e sábado, respetivamente, os melhores nomes da música portuguesa apresentam-se no Parque Corgo, margem esquerda do Rio Corgo, e no Auditório Exterior do Teatro de Vila Real. A entrada é livre e oferece dois dias repletos da melhor música que se faz no país.

Os Linda Martini são, na sua geração, a banda mais relevante da música nacional. Chegam a este estatuto aos ombros dos fãs que os seguem desde sempre, desde que a Antena 3 os apontou como banda revelação, em 2005, quando editaram o EP homónimo pela independente Naked Records. Este ano, com a edição de “Sirumba”, é talvez o ano da consagração, onde pisam, pela primeira vez, o palco do Coliseu de Lisboa.

Branko, DJ e produtor natural de Lisboa, líder da editora Enchufada, alumnus da Red Bull Music Academy e co-fundador dos Buraka Som Sistema, embarca agora numa nova aventura. O reconhecido e multifacetado artista partiu numa viagem à volta do mundo para se conectar com algumas das mais entusiasmantes cenas musicais da atualidade, colaborando com uma nova geração de artistas para criar o álbum de estreia a solo “Atlas”.

Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas são os Best Youth, mais do que uma banda, uma celebração da amizade que os une. Em 2012 lançaram, pela Optimus Discos, o primeiro EP, “Winterlies”, e rapidamente a reação do público apanhou os Best Youth de surpresa, alcançando os lugares cimeiros dos tops de airplay da Antena 3 e Rádio Comercial. Pelo caminho, os Best Youth marcaram presença em vários festivais, como Paredes de Coura, Optimus Alive, Sudoeste TMN e Optimus Primavera Sound. Em 2015, lançaram o primeiro álbum, “Highway Moon”, que os colocou entre os melhores novos nomes portugueses.

 

O festival Rock Nordeste levou, nas duas anteriores edições, mais de vinte e duas mil pessoas à relva do Parque Corgo, motivadas para ouvir o melhor da atualidade da música moderna portuguesa. Pelo evento de música, ao longo de duas edições, passaram nomes como Dead Combo, Capicua, Batida, Moullinex, peixe:avião, Sensible Soccers, Glockenwise, Throes + The Shine ou Octa Push.

 

O festival Rock Nordeste é uma iniciativa da Câmara Municipal de Vila Real.

 

Porto Best of… Dealema + Capicua

Dealema é um dos mais antigos grupos de hip hop português, criado na década de 90, com membros de Gaia e do Porto. Começaram com a fusão de dois projetos – Factor X que juntava Mundo Segundo e DJ Guze, e Fullashit na qual estavam Fuse e Expeão – entretanto conheceram o quinto elemento Maze, e todos juntos formaram os Dealema que há 18 anos se mantêm no activo exactamente com a mesma formação. MC's de língua afiada e com um extenso vocabulário, todos os membros da banda são também produtores, o que tem gerado um crescente número de fãs não apenas em Portugal, mas em outros países de língua oficial portuguesa onde a banda tem já uma base sólida de seguidores. O primeiro trabalho dos Dealema a ver a luz do dia surge em 1996, ano em que apresentam o mítico “Expresso do Submundo” que foi recentemente reeditado em formato K7, uma prenda aos fãs que nunca tiveram acesso comercial a este disco.

capicua.jpg

Capicua é Ana Matos Fernandes. Com 15 anos descobre o hip hop, primeiro pelos desenhos nas paredes, depois pelas rimas em cassetes, até chegar aos microfones. Rapper militante desde 2004 regista já dois EP’s em grupo, duas mixtapes em nome próprio e dois discos editados, assim como inúmeras colaborações em diversas compilações e trabalhos de alguns dos mais conceituados Dj’s e Produtores de Hip Hop nacionais. Em 2012, com o seu primeiro álbum, editado com selo Optimus Discos, sai do nicho para atingir novos públicos, surpreender a crítica e ganhar destaque nas mais prestigiadas listas de melhores discos do ano. O segundo LP, “Sereia Louca” (ou serei a louca, se quiserem), lançado em 2014 pela Norte Sul, confirma Capicua como um dos maiores talentos da nova música portuguesa e uma das mais incontornáveis da sua geração. Em 2015, Capicua surge com “Medusa”, um disco de remisturas e dois originais, no qual marcam presença alguns dos mais estimulantes projetos e mc’s de hip hop e da atual música urbana de raíz eletrónica.

 

Rivoli / Grande Auditório (Porto)

18 de Maio 2016 | 21.30h

HOUSE… Our House is Your House… John-E + Ruizinho

Todos nós temos perfeita consciência que trocar lençóis por uma pista de dança, a uma quarta-feira, não é a situação ideal para qualquer jovem que se esteja a entregar ao trabalho e ao mundo das contribuições fiscais. É por isso que temos a certeza de que as novas noites HOUSE vão dar-vos a alegria de estar ressacado no escritório ou nas aulas, absolutamente felizes.

john-e.jpgphoto: LXMusic

 

John-E, nasceu em 1977 em Lisboa, mas foi em Macau e Hong Kong que descobriu o seu interesse por festas e música electrónica, onde cresceu com o movimento britânico, no começo dos anos 90. Teve o prazer de seguir Djs como Lee Burridge no seu primeiros palcos explodindo clubes como a “BIG APPLE” e as famosas “Fire parties”. Tinha 16 anos quando marcou o seu primeiro "gig" em Macau e teve residências em clubes como UFO (Macau), I SPY (Hong Kong), SANTA FÉ (Tailândia)  Full Moon Party em Had Rin @ Paradise Bungalow (Tailândia).

 

Acreditando sempre na sua paixão pela música e pela cultura de uma forma geral, John-E decide deixar a Ásia em 1997 à procura de novos desafios e conhecimentos. Em 1998, até 2001, assentou arraiais em Londres, tocando regularmente em clubes como “414” e “George V” assim como em festivais Techno. Londres estava no auge e John-E teve a oportunidade de enriquecer a sua cultura, de Breaks a Acid Techno, Progressive, Minimal, Deep House, Disco ou Funk, a sede de conhecimento traçou-lhe o caminho, levando-o a explorar as diversas sonoridades. Em 2001 regressa a Portugal tornando-se um dos impulsionadores do movimento underground em Lisboa, como residente no Europa por mais de 10 anos. Teve a oportunidade de explorar o seu estilo e participar nos melhores “afters” da cidade. e eventos. Rapidamente ganhou o respeito merecido dos promotores e organizadores de eventos. Devotado à procura do melhor em qualquer género musical, os seus sets vão do mais deep e intrínseco ao mais cru e energético. Como raver, a produção musical foi sempre vista como um hobbie contando apenas com alguns lançamentos em labels como: Kismet Recordings, Vapour, Aroma Music, Global Scum, New Breed and Benthic. Hoje em dia mantém boas relações em Berlim e Londres e Suíça, onde já actuou em clubes como Fabric, The Egg, Cargo, Plastic People, Fire, Ritter Butzke, Golden Gate, Mikz. Actualmente, John-E é residente no Europa com as suas “WLDB”, trabalha como Dj e Designer para a LX MUSIC e planeia dedicar mais tempo à produção a partir de 2016.

 

Ruizinho sempre gostou de música mas o primeiro contacto com os pratos dá-se em 1982 quando se torna dj oficial das festas dos amigos. A partir de 1988 dedica-se a 100% à carreira de DJ, iniciando a sua primeira residência no bar “Romanoff” no Porto. Daqui, salta para a cabine do lendário “Swing” onde se mantém ate 1994.

Ganhou o estatuto de DJ de referência nacional, em particular na zona norte, colaborando com a KAOS Records e participando em quase todos os eventos organizados até 1997. Em 1996 recebe o convite da “Strictly Rhythm”, uma editora americana, para misturar um CD intitulado “Strictly Rhythm: The Hits...” e assume a cabine do Rock's no Porto, como um dos residentes. Junta-se a DJ Vibe no ano seguinte, como residentes do Kremlin em Lisboa. Sempre ligado à música, apostou no mercado do vinyl, ligando-se a lojas como Bimotor (1990/1992), World Music (1993/1995), Illegal Records (1996) e Discomundo Porto (franchising do projecto de Tó Pereira e Luís Amaral em Lisboa). Em 2000, cria a sua marca, a Vinyl Market e junta-se à agência e produtora Heart & Soul, onde participa em eventos como Dance in Douro e Elektro Parade. No ano de 2001, juntamente com Frank Maurel e Carlos Fauvrelle, sai a sua primeira produção, “Keep Calm”, editada pela espanhola Weekend. Em 2005, decide dedicar-se exclusivamente à gerência da Vinyl Market, abandonando a posição de DJ. No ano de 2008, a convite do seu amigo de longa data Rui Cardoso muda-se do Porto para a Covilhã e abraça o projecto Companhia Club, onde faz parte da gerência e tem a seu cargo a direcção artística. Com a proximidade aos DJ's e aos Technics, decide voltar e retomar a cabine, onde mostra que “Old is Gold” e dá a conhecer o melhor do “Vocal House”.

Para trás ficam muitas noites, raves, festas, clubes e cabines, com os melhores DJ's nacionais e internacionais. Fica a intenção de recriar os momentos, a magia e a música.

 

MusicBox (Lisboa)

4 Maio 2016

HOUSE… Our House is Your House… May Curated by LX Music

Todos nós temos perfeita consciência que trocar lençóis por uma pista de dança, a uma quarta-feira, não é a situação ideal para qualquer jovem que se esteja a entregar ao trabalho e ao mundo das contribuições fiscais. É por isso que temos a certeza de que as novas noites HOUSE vão dar-vos a alegria de estar ressacado no escritório ou nas aulas, absolutamente felizes.

Cartaz_House_Maio.jpgSair à noite é um passatempo, sair para dançar e divertir é statement e nada melhor que evocar as míticas noites do Studio 54 ou o eterno Larry Levan, enquanto pregador máximo da libertinagem. Só que aqui haverá um convidado por mês que ficará encarregue de encontrar 4 parceiros e distribuí-los pelas quartas-feiras do mês. O conceito é simples e pouco inovador, mas fica a promessa de que estas noites não serão indicadas aos agentes da autoridade moral, porque sexy e sexo podem confundir-se facilmente. Estando em casa, é desfrutar da mesma.

 

4 Maio 2016

JOHN-E + RUIZINHO

11 Maio 2016

ARBG + TIAGO FRAGATEIRO

18 Maio 2016

JACKSPOT + DJ THE FOX

25 Maio 2016

GLOVE + X-Man aka Dj Mario Roque

 

Todos os meses é convidado um ilustrador para fazer o design com base num layout da HOUSE. O convidado do mês de Maio é Andy Calabozo.

Musicbox Lisboa – Todas as Quartas-Feiras

 

Adriana Calcanhotto estreia-se hoje ao vivo no Luxemburgo…

Adriana Calcanhotto estreia-se na sala mais prestigiada do Luxemburgo, a Philharmonie, esta quarta-feira, 4 de Maio, acompanhada pela Orchestre Philharmonique du Luxembourg e conta com uma convidada especial em dois temas, a portuguesa Mísia. O espectáculo acontece no âmbito do ciclo Autour du Monde, a série de concertos da Philharmonie dedicada à música do mundo, e representa uma oportunidade única para redescobrir o reportório de Adriana Calcanhotto que se fará acompanhar pelo seu costumeiro violão e pela majestosa Orquestra Filarmónica dirigida pelo maestro, compositor e arranjador Gast Waltzing.

888.jpgphoto: Leo Aversa

 

O reencontro de Adriana Calcanhotto e Mísia em palco acontece em dois temas, “Tive um Coração e Perdi-o”, poema original de Amália Rodrigues com música de Fontes Rocha, e “Noite de São João”, de Alberto Caeiro, um dos heterónimos de Fernando Pessoa.

 

Neste concerto especial da cantora e compositora brasileira, que já editou 11 álbums, ganhou um Grammy e é actualmente embaixadora da Universidade de Coimbra no Brasil, esperam-se alguns dos seus clássicos, como “Esquadros”, “Mentiras”, “Tua”, Nunca”, “E Sendo Amor” com arranjos de André Mehamari e dos Maestros Celso Chaves e Gast Waltzing.

 

Philharmonie (Luxemburgo)

4 de Maio 2016

Cuca Roseta em concerto nos Coliseus…

Cuca Roseta sobe ao palco dos Coliseus no próximo mês de novembro. A fadista irá atuar pela primeira vez, nas duas das mais prestigiadas salas do País, onde irá percorrer os temas mais fortes da sua carreira. Dia 5 de Novembro, Cuca Roseta sobe ao Palco do Coliseu de Lisboa e no dia 12 do mesmo mês atua no Coliseu do Porto.

Cuca_0.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O talento de Cuca Roseta nunca passou despercebido aos olhos dos maiores produtores mundiais. Foi Gustavo Santaolalla (reconhecido produtor argentino vencedor de dois óscares), que viu em Cuca "uma artista única, rara e ultra talentosa" ao ouvi-la numa casa de fados em Lisboa. Foi a convite de Gustavo que Cuca gravou o seu primeiro disco, homónimo e que veio a receber os mais elevados elogios por parte do público e da crítica nacional e internacional. Desde então a fadista não tem parado de surpreender e de se afirmar no panorama do fado, sendo hoje uma das mais aclamadas e prestigiadas vozes da nova geração.

 

O seu mais recente álbum “Riû”, com produção de Nelson Motta, foi uma das maiores surpresas de 2015, e foi agora galardoado com o Disco de Platina, confirmando Cuca Roseta como uma das artistas portuguesas de maior projeção internacional. A fadista promete um espetáculo intenso, repleto de surpresas e de momentos especiais, no qual apresentará também alguns dos temas do seu próximo álbum.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

5 de Novembro 2016

 

Coliseu (Porto)

12 de Novembro 2016

Eugénia Melo e Castro… colecção de álbuns nas plataformas digitais a 13 de Maio

Verdadeira embaixatriz portuguesa em terras brasileiras, Eugénia Melo e Castro conseguiu em mais de três décadas de carreira reunir duetos e parcerias autorais com os maiores nomes da música Brasileira.

 

Image1a.jpgEugénia Melo e Castro cantou com Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Tom Jobim, Ney Matogrosso, Gal Costa, Caetano Veloso, Chico Buarque, Adriana Calcanhotto e muitos outros. Esta é uma colecção digital de alguns dos grandes êxitos de Eugénia Melo e Castro.

 

Também nesta colecção está o álbum “Conversas Com Versos” da autoria de sua mãe, Maria Alberta Menéres.

 

Titulos disponíveis a partir de 13 de Maio

- Paz

- Ao Vivo em S. Paulo

- Desconstrução

- Dança da Luz

- Dança_da_Lua.doc.2004

- Motor da Luz

- Recomeço

- Lisboa Dentro de Mim

- Conversas com Versos

Richie Campbell lança hoje novo single… “Do You No Wrong”

“Do You No Wrong” é o novo single de Richie Campbell que, demonstra mais uma vez que é um artista incrivelmente versátil. O single "Do You No Wrong" é um tema Soul/R&B moderno, sobre uma relação disfuncional, que abre o véu para um 2016 cheio de novas músicas e novas sonoridades.

richie.jpgO videoclip conta com a participação dos actores Pedro Barroso e Sara Salgado, e foi filmado na famosa Rua do Alecrim em Lisboa, reforçando mais uma vez a ligação do artista à cidade de Lisboa e ao extraordinário momento cultural que esta atravessa.

A música foi produzida pelo português Lhast Hope e editada pela Bridgetown Records / Sony Music Portugal e o vídeo foi realizado por Pedro Dias, realizador dos vídeos para os temas “Best Friend” e “I Feel Amazing”.

 

Recentemente chegado de concertos na Polónia, Suíça, Luxemburgo, Alemanha e Espanha, Richie Campbell prepara, à semelhança dos últimos anos, mais uma tour de enorme sucesso que conta já com a presença nas Queimas das Fitas de Lisboa e Porto e no Festival do Crato, entre muitos outros concertos.

Riding Pânico trazem Marvel Lima e Quelle Dead Gazelle a Barcelos

Os Riding Pânico regressam ao Milhões de Festa, desta feita também como curadores. De 21 a 24 de Julho, Barcelos abre portas ao Milhões de Festa, e o Milhões abre portas ao mundo, um universo vasto, para o qual convidamos guias e gurus experimentados na suas órbitas complexas. A começar, teremos os mais conhecedores dos artistas que recebemos, os mais rodados e sempre justificados Riding Pânico, que, com a sua habitual actuação, acumulam o papel de curadores, levando até Barcelos as contribuições de Marvel Lima e Quelle Dead Gazelle.

GLAM - Riding Panico.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Ao longo da semana, iremos levantar o véu sobre todas as curadorias do Milhões de Festa, que agitarão as tardes quentes do palco Taina e servirão de aperitivo para todas as iguarias a enriquecer a vista sobre as margens do rio Cávado. Serão quatro, de várias nacionalidades e invariavelmente prementes, com o toque inconfundível de cada um dos curadores a estender o campo gravitacional do sistema triangular. Estas contribuições à programação juntam-se à já anunciada da promotora britânica Baba Yaga’s Hut, que proporcionarão actuações de Part Chimp, Tomaga e Evil Blizzard em Barcelos.

 

 

Riding Pânico

Tocaram em todos os palcos e em todas as edições do Milhões, esgotaram-nos as palavras para os descrever, saturaram o prefixo “pós” com milhentas abordagens e recolheram sob o nome Riding Pânico algumas das figuras mais essenciais do underground português; para 2016, cabe-lhes o único papel que não assinaram em Barcelos, o de curadores, claro, a Bela será sempre o Monstro, mas desta vez leva amigos para não parecer tão feia em comparação.

Quelle Dead Gazelle

É ‘quela cena. Pegas na ‘quela guitarra, juntas-lhe ‘quela bateria e tens a base de todas as equações rock possíveis, imagináveis e quantificáveis — com base nessa tabuada de riffs, os Quelle Dead Gazelle redefiniram prioridades e abordagens, prefixando-se de forma pós-moderna, em constante dúvida, para se projectarem numa viagem instrumental pelas melodias sinuosas de quem fala apenas com os instrumentos, sempre com um ascendente no post-rock, nos épicos crescendos e em descargas de electricidade incontíveis. São repetentes no Milhões, pelo que sabemos que têm força no pé e que são de estoiros; tenham cuidado à baliza com estes meninos escolhidos pelos Riding Pânico.

Marvel Lima

Estão no quase há tanto tempo que parece mentira: mas é já este ano que os Marvel Lima, depois de namoros constantes e incessantes insinuações, se estreia com um álbum a solo. Porque “Mi Vida” é a epitome da boa onda rockeira e já não serve para satisfazer desejos de requinto pop, o quinteto apresentará o registo debutante no pico do calor, com as melodias quentes a justificarem a tarde soalheira que os receberá. Vêm a Barcelos pelas mãos dos curadores Riding Pânico, doutorados em várias formas de rock, e de Milhões.

Ricardo Ribeiro triunfa no Coliseu…

Ricardo Ribeiro subiu pela primeira vez em nome próprio, no passado sábado dia 30 de Abril, ao palco do Coliseu de Lisboa para apresentar em primeira mão o álbum “Hoje é assim, amanhã não sei.”

000.jpgphoto: Pedro Soares

 

Com Ricardo Ribeiro esteve um elenco de luxo como o pianista João Paulo Esteves da Silva, José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença e Daniel Pinto.

O acordeonista Ricardo Dias, os guitarras clássicos Artur Caldeira e Daniel Paredes ou o trompetista Diogo Duque. Tal como no disco, Ricardo Ribeiro teve a companhia do Coro dos Ganhões de Castro Verde, para fechar o concerto com chave d´ouro.

Um apresentação triunfal do fadista que mais uma vez demostrou que tem uma capacidade musical abrangente e sem dúvida uma voz da Música do mundo. Para a estreia numa das salas mais nobres em Portugal, o fadista este sempre à altura de um público igualmente exigente.

001.jpgphoto: Pedro Soares

 

O próximo concerto de Ricardo Ribeiro esta agendado para o dia 18 de Maio no Museu do Fado em Lisboa

 

Onde vai estar Gisela João no Caixa Ribeira?

A fadista vai atuar no festival do Porto a 4 de junho, mas apenas no próprio dia os fãs saberão onde encontrá-la. O Fado não tem geografia. É uma arte maior que, no Festival Caixa Ribeira, é ainda mais elevada, tendo como cenário um dos mais carismáticos lugares do país, envolvendo o público numa imensa celebração, fazendo vibrar as ruas da Ribeira do Porto e dando uma outra vida a muitos dos seus espaços. A vivência do festival é tanto maior quanto mais o público se deixa surpreender pela descoberta, do fado e da cidade.

DSC_0453 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Com este sentido de aventura em mente, a 2ª edição do Caixa Ribeira orgulha-se de apresentar uma saborosa surpresa: Gisela João, fadista de alma cheia que chama casa ao norte de Portugal, irá atuar de surpresa. A 4 de junho, a minhota vai certamente emocionar a plateia da Invicta, mas primeiro os seus admiradores terão de descobrir onde, e a que horas, o espetáculo vai acontecer.

 

 Conhecida pelo empenho que coloca em cada subida ao palco, neste concerto “secreto” Gisela João depositará toda a sua magia – e algum suspense, contagiando com a sua espontaneidade o imperdível Caixa Ribeira. No mês em que o Porto sai à rua em honra do “seu” São João, procurar – e encontrar – Gisela no labirinto da Ribeira não podia ser mais adequado e apetecível.

 

Cartaz completo:

3 de Junho:

Ana Moura; António Chainho com Paulo de Carvalho e Mafalda Arnauth; António Zambujo; Beatriz; Beatriz Felizardo; Eduardo Pinto; Filipa Cardoso; Filipe Duarte; Gonçalo Salgueiro; Homenagem a Fernando Farinha: Miguel Xavier, Patricia Costa, Alexandra Guimarães e Valdemar Vigário; Joana Almeida; Joana Amendoeira; José Geadas; José Gonçalez; José Manuel Neto; Maria da Fé; Maria do Sameiro; Maria João Quadros; Miguel Ramos; Manuel Salé; Nádia Bastos; Pedro Moutinho; Rute Rita; Kiko

 

4 de Junho:

Aldina Duarte; Ana Sofia Varela; Anita Faria; Clássicos do Fado interpretados por Rosita, Manuel Barbosa, Maria da Luz e António Cerqueira; Fados a Nossa Senhora: Ana Pinhal, Miguel Xavier, Patrícia Costa e Sérgio Martins; Gisela João; Helder Moutinho; Jorge Fernando; José Manuel Barreto; Liliana Luz; Maria Armanda; Nelson Duarte; Paulo Ribeiro; Raquel Tavares; Rodrigo & Florência; Sandra Correia; Sandra Loureiro; Sara Correia; Simone de Oliveira; Teresa Tapadas;

 

Fado à Janela: Jorge Silva, Miguel Monteiro, José Manuel Rodrigues

 

 

Pional… de regresso ao Plano B

Miguel Barros, aka Pional, deu-se a conhecer em 2011 com “Last House On The Left EP”.

As três faixas foram embaladas com sons fervilhantes de sintetizador, bass robusto, referências disco subtis e a voz cheia de reverb do próprio produtor Madrileno, ganhando-lhe uma legião de fãs leais composta por amantes de Indie e club goers.

Pional_2.jpegphoto: Promo /DR

 

Um ano mais tarde a sua colaboração com John Talabot permitiu que a sua notoriedade chegasse a uma audiência maior que o levou a remixar artistas como The Rapture, Chairlift e uma tour nos EUA com os The XX.

 

Plano B (Porto)

6 de Maio 2016 | 01.00h

Alex Zhang Hungtai / David Maranha / Gabriel Ferrandini

Alex Zhang Hungtai é o homem por detrás de projetos como Dirty Beaches ou Last Lizard. Em 2014, a convite da ZDB e do Teatro Maria Matos, visitou Lisboa para um concerto único intitulado Landscapes in the Mist (ainda sob o nome Dirty Beaches).

gabriel-ferrandini-credito-de-pedro-tropa_page_imaphoto: Pedro Tropa

 

O encontro com Gabriel Ferrandini e David Maranha aconteceu numa outra visita ao país e resultou num concerto (no palco do Maria Matos) em torno da obra de Coltrane. Last Train to God Knows Where deixou uma impressão de tal modo forte que os três músicos decidiram prosseguir o projeto. Trata-se, portanto, de uma rara oportunidade para ver três notáveis músicos em mais uma fase de uma aventura sónica de contornos singulares.

 

Alex Zhang Hungtai (percussão, saxofone)

David Maranha (percussão, orgão, violino)

Gabriel Ferrandini (percussão)

 

Salão Brazil (Coimbra)

4 de Maio 2016 | 22.00h

Novidadades do Vodafone Paredes de Coura… Minor Victories e Capitão Fausto

Minor Victories, o supergrupo de Stuart Braithwaite (Mogwai), Rachel Goswell (Slowdive), Justin Lockey (Editors) e James Lockey (Hand Held Cine Club) e os portugueses Capitão Fausto são as mais recentes confirmações para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

minor-victories-band-shot.jpgMinor Victories, a superbanda que se tornou pública em 2015, junta Justin Lockey, dos Editors, Rachel Goswell, dos Slowdive, Stuart Braithwaite, dos Mogwai, e James, o irmão de Lockey, numa colaboração expansiva que reúne o melhor de cada um dos seus projetos. Justin Lockey, atual guitarrista dos Editors, chegou de uma tour com vontade de criar algo novo e diferente daquilo a que estava habituado. A sua visão para um EP de noise extremo, que contasse com uma voz delicada e feminina, levou-o a Rachel Goswell, a vocalista dos Slowdive que, sem nunca o conhecer, começou a colaborar, à distância, em faixas para o projeto. Quando a ideia de que outro guitarrista seria bom em algumas faixas, Rachel mencionou Stuart Braithwaite, dos Mogwai, com quem Lockey acabou por gravar, em Glasgow. Com as gravações a progredir, as colaborações estenderam-se também a Mark Kozelek e James Graham.

O single de estreia, "A Hundred Ropes", chegou no início de 2016. O álbum de estreia homónimo tem lançamento marcado para 3 de junho e, em agosto, faz-se ouvir no Vodafone Paredes de Coura.

 

Também à Praia Fluvial do Taboão chegam os Capitão Fausto com o seu rock psicadélico. Formado por Tomás Wallenstein (voz e guitarra), Domingos Coimbra (baixo), Manuel Palha (guitarra), Francisco Ferreira (teclados) e Salvador Seabra (bateria), o quinteto apareceu como lufada de ar fresco no panorama musical português e não parou desde então.

"Gazela", o primeiro álbum, foi lançado em novembro de 2011 e o segundo trabalho, "Pesar o Sol", em 2014. Dos laivos psicadélicos a instrumentos de sopro, metais e cordas, é o próprio Wallenstein que assume um novo ciclo. O terceiro álbum, “Capitão Fausto Têm os Dias Contados”, chegou este ano para se assumir quase indiscutivelmente como o melhor trabalho da banda.

 

De 17 a 20 de agosto, Minor Victories e Capitão Fausto juntam-se a LCD Soundsystem, Chvrches, The Tallest Man On Earth, Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods, Sharon Jones & The Dap-Kings, The Bohicas, Portugal.The Man, Ryley Walker, Cage The Elephant, Thee Oh Sees, Suuns, Kevin Morby, Cigarettes After Sex, Lust For Youth, Orelha Negra, King Gizzard & The Lizard Wizard, Joana Serrat e Filho da Mãe & Ricardo Martins.

 

[Portugal] Wine Trophy… Bairrada recebe o gigante dos concursos

Considerado um dos mais importantes e maiores concursos mundiais de vinhos, o ‘Wine Trophy’ regressa este ano a Portugal e vai “montar palco” na Bairrada, mais propriamente no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, entre os dias 5 e 8 de Maio. O certame, organizado pela Deutsche Wein Marketing (DWM), é habitualmente realizado em Berlim, na Alemanha, tendo a edição de 2015 decorrido em Daejeon, na Coreia do Sul. Agindo sob o “guião” da OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho, o ‘Portugal Wine Trophy 2016’ será uma repercussão do sucesso da primeira edição em território nacional: no Porto em 2014.

CVB 3 - © Helder Coelho BR.jpgphoto: Helder Coelho

 

O painel internacional de jurados conta com cerca de setenta provadores que premiarão os melhores vinhos de entre os cerca de 1750 submetidos a concurso por produtores de todo o mundo. Os 117 produtores associados na Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) têm a vantagem de poder registar cinco vinhos sem qualquer encargo. Na apresentação do evento, que teve lugar no passado dia 1 de Abril no Museu do Vinho Bairrada, o vice-presidente da autarquia de Anadia, Jorge Sampaio, declarou que se trata de uma competição não só importante para o país, mas também para a região da Bairrada e para Anadia.

 

Em adição às vantagens óbvias do ingresso, que se prendem com a premiação dos vinhos à prova, este ano verificam-se algumas inovações: participação no ‘Asia Wine Trophy’ sem custos adicionais; apresentação dos vinhos vencedores na ‘Asia Wine Business Week’, também sem custos; e participação na ‘Golden League’ de todos os Wine Trophy existentes (prémio especial de mais de €250.000 para o melhor vinho de todos os concursos).