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Glam Magazine

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Os discos de Prince… “For You”

For You é o primeiro disco de estudio de Prince, bem como o primeiro trabalho discográfico do músico. O LP foi editado quando Prince tinha apenas 19 anos, a 7 de Abril de 1978.

A edição internacional só viria a aconteceu 2 anos mais tarde.

616gNZ8wbsL._SL1101_.jpgGrande parte das canções do disco (“For You”, “Soft and Wet”, “Just As Long As We're Together”, “Baby My Love Is Forever” e “I'm Yours”) já tinham sido gravadas por Prince entre 1976 e 1977, entre aventuras em estudio e/ou gravações efetuadas em casa.
As faixas foram entretanto regravadas para a edição do disco juntamente com os temas “when In Love”, “Crazy You” e “So Blue”.

As gravações do disco decorreram entre Outubro e Dezembro de 1977.

Do disco de estreia foram editados 2 singles “Soft and Wet”, 2 meses depois da edição do disco, e “Just as long as we’re together” editado em Novembro de 1978.
Em finais de 1978 Prince forma a sua primeira banda de suporte ao vivo e o primeiro concerto surge apenas a 5 de Janeiro de 1979, no Capri Theatre.

O disco entra para as tabelas da Billboard a 28 de Outubro de 1978, ocupando um modesto lugar nº 163. Apenas se manteria na tabela por 5 semanas.

 

Alinhamento do disco

Lado A:

- For You (1:06)

- In Love (3:38)

- Soft And Wet (3:01) 1

- Crazy You (2:17)

- Just As Long As We're Together (6:24)

 

Lado B:

- Baby (3:09)

- My Love Is Forever (4:09) 2

- So Blue (4:26)

- I'm Yours (5:01)

 

Edição: Warner Bros. Records

Anaquim animam Baile de Gala das Faculdades em Coimbra

Os Anaquim são uma banda de Coimbra, liderada pelo compositor e letrista José Rebola. A sua música tem diversas influências de cantautores portugueses, dos quais se destacam Fausto, Sérgio Godinho e Zeca Afonso, mas ainda da canção francesa, da música country e do blue grass.

04_BO_Anaquim_15_042016_web.jpgCom letras de constante atualidade e de uma ironia certeira, as suas actuações ao vivo são sempre sinónimo de qualidade, diversidade, boa disposição, interacção e festa. Depois de uma excelente recepção ao seu álbum de estreia "As Vidas dos Outros", que atingiu o nº 12 do top nacional de vendas, tendo também tendo também sido considerado um dos “Dez Melhores Álbuns Nacionais” desse ano, pelos leitores da revista Blitz, os Anaquim apresentaram-se nas mais importantes salas e festivais do país, como o Festival Sudoeste, Festival Marés Vivas ou a Queima das Fitas de Coimbra.

Ocupando o seu posto de firme valor na nova música portuguesa, o reconhecimento não se limitou a Portugal. Para além da Hungria, o seu segundo álbum “Desnecessariamente Complicado”, levou-os a países como a Namíbia, o Zimbabwe e a África do Sul. Em 2016 os Anaquim regressam com “Um dia destes”, um disco maduro, que vem consolidar ainda mais a posição da banda no panorama musical português.

Deste trabalho destacam-se as parecerias com artistas de referência, tais como: Jorge Palma, Luísa Sobral, Quiné Teles, Daniel Tapadinhas e Gabriel Gomes (ex-Maderedeus e Sétima Legião). Dar novos caminhos à sua sonoridade característica, continuando a explorar a diversidade da palavra escrita em português em tom irónico e certeiro, é o compromisso da banda liderada por José Rebola em "Um dia destes".

 

Dia 7 de Maio em Coimbra, no Baile de Gala das Faculdades integrado na semana da Queima das Fitas

Miguel Araújo em concerto solidário no Cineteatro António Lamoso (Reportagem)

No passado dia 21 Miguel Araújo passou pelo Cineteatro António Lamoso, a convite pela Rotary Feira, com o apoio da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira o concerto reverteu a favor da Rotary Foundation e da CerciFeira.

IMG_5261 (Cópia).JPGSozinho em palco, o compositor, cantor e letrista, Miguel Araújo rodeou-se de guitarras, e mostrou o porquê de ser um compositor de exceção no panorama nacional e por onde passa as salas esgotam, como foi o caso no Cineteatro. Miguel Araújo é membro fundador, guitarrista e compositor d’Os Azeitonas, mas conta com dois álbuns a solo “Cinco Dias e Meio” (2012) e “Crónicas da Cidade Grande” (2014).

Num espetáculo intimista, Miguel Araújo trouxe na bagagem além das músicas dos seus álbuns, algumas inevitáveis do seu grupo Os Azeitonas, e ainda músicas que compôs para outros nomes grandes da música portuguesa.

IMG_7235 (Cópia).JPGComeçou a solo com "Carolina", "Capitão Fantástico" (que dedica ao Kiko que se encontra na plateia: “ Bem sei que está adoentado- febril, mas como fez um esforço para estar presente esta é para ti..”, sem muitas palavras para com uma sala esgotada, a plateia, heterogénea, era composta por várias gerações, desde pais com filhos, avós com netos , o que mostra que a música do Miguel chega a todos os públicos, e todos sabem alguma música, um refrão, pois ouvia-se em surdina os refrões das músicas na sala, que o músico em palco ia desfiando os temas.

Reader’s Digest” fala da forma como teve contacto com os livros desta na sua infância na casa dos seus avós. “Fizz limão” leva-nos para os verões com o famoso gelado. A cada música que passa, vai trocando de guitarra, até chegar ao cavaquinho e sozinho num palco onde se transforma numa romaria tipicamente portuguesa, quando as luzes se acendem e chegamos à “Romaria de Santa Eufémia”, e os pássaros pendurados no cenário são uma das imagens de marca do Miguel, nos seus concertos, e tudo parece magia.

IMG_5267 (Cópia).JPGBalada Astral” foi dedicada ao Luis e Eunice, onde Miguel pergunta: “estão aí, ou nem por isso?” Alguém se acusa na plateia e as palmas surgem naturalmente.

Fala do grupo “Cidade” do qual fez parte “ já lá vão mais de 100 anos que este grupo existiu, e na altura da separação, separamos os bens e esta música ficou para outro, e até já ganhou prémios e eu nada…, aliás ele esteve nesta sala a umas semanas atrás…” brinca com “Pica do sete” a música que trouxe para a ribalta o seu amigo de longa data e de concertos António Zambujo, o público ri-se, mas não deixa de acompanhar o músico na letra.

IMG_7358 (Cópia).JPG“Os Maridos das Outras”, tema que lançou a carreira a solo do músico, é acompanhado pelo Paulo no bandolim, jovem de Santa Maria da Feira. Aliás é a única música que Miguel se fez acompanhar em palco.

Algumas das músicas como“ Lá vai sofia”, “Recantiga”, “Cidade Grande”, "Desenhos Animados" com um arranjo sui generis em que a meio da letra encaixa “Efectivamente” dos GNR, vão enchendo a noite e um concerto que ia arrancado sorrisos na plateia e algumas trocas de palavras entre Miguel e os presentes, há pedidos na plateia, mas este termina com Miguel Araújo a cantar em inglês: "American Tune", do álbum "There Goes Rhymin' Simon" (1973), o segundo disco a solo de Paul Simon.

IMG_7266 (Cópia).JPGUma ovação de pé e muitos aplausos depois Miguel volta ao palco, senta-se à guitarra e faz discos pedidos, alguém fala mais alto “Cartório”, mais 2 músicas e despede-se de todos….mas o público ainda não satisfeito “obriga” a um 2º encore de Miguel Araújo, com a música que faltava "Anda comigo ver os aviões" da banda de que faz parte Os Azeitonas, “Rancho fundo” satisfaz uma brasileira que se encontrava na plateia que diz “vim do Brasil para te ver”…

O concerto termina com o público em pé, numa grande ovação, uma sala rendida à música de Miguel Araújo e mais uma vez uma casa cheia no Cineteatro António Lamoso. Concerto agradou a todos os fãs que sairam no final satisfeitos e alegres com a boa música e boa disposição do músico, foram 90 minutos cheios.

No final da sua actuação, Miguel Araújo teve ainda tempo para dar autógrafos e tirar fotografias com pessoas que com ele foram ter.

 

Reportagem e Fotografias: Sara Silva

Indie Music fest divulga as primeiras confirmações…

O Indie Music fest está de volta para a sua 4ª edição nos dias 1, 2 e 3 de setembro. O Melhor Micro-Festival do país, pelo segundo ano consecutivo, estenderá os palcos, a natureza e alegria a vários nomes nacionais, mas os de presença já confirmada são Savanna, The Walks (na fotografia), Muay, Wilde Apes e o artista da casa, Solution.

GLAM - The Walks.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Com a promessa de mais um lineup nacional de excelência, eclético e surpreendente, a edição de 2016 do Indie Music Fest tem ainda muitos mantos por destapar, mas garante a mesma energia, festividade e magia a que já estão habituados os que têm passado pelo Bosque do Choupal, em Baltar.

Depois de receber pela segunda vez o prémio de Melhor Micro-Festival em Portugal, o Indie Music Fest promete aos festivaleiros mais indie do país muita arte, performances e, acima de tudo, a melhor música portuguesa alternativa da atualidade, em concertos ora intimistas, ora mais festivos.

O Milhões de Festa acrescenta mais uma onda de confirmações ao cartaz de 2016, encabeçada por Dan Deacon, Nídia Minaj e 10 000 Russos.

Aos 15 nomes que têm vindo a ser anunciados semana após semana, adicionamos ao cartaz do Milhões de Festa 2016, que decorre de 21 a 24 de Julho, na Praia Fluvial de Barcelos, com mais três confirmações que têm marcado presença nos mais variados palcos, nos mais variados cantos do planeta. São elas o excêntrico Dan Deacon, a arrebatadora Nídia Minaj e os poderosos 10 000 Russos.

DanDeacon_FrankHamilton_2.jpgphoto: Frank Hamilton

 

O nome de Dan Deacon já não será, certamente, desconhecido em solos portugueses. Tendo estado em Portugal no início deste ano, no paraíso insular que é a ilha de São Miguel (Tremor #3), a electrónica de Dan Deacon tem tanto de êxtase como de caos, misturando-a com LSD e empurrando-a até à estratosfera de qualquer festa. Deixando a consciência de lado e, provavelmente, fora do corpo humano, Dan Deacon é o pastor mais convincente de que há registo na história dos performers, incorporando os vários corpos que o rodeiam na sua rotina de caos matematizado e elevando a electrónica com que experimenta ao êxtase em esteroides ou, quem sabe, LSD. É fechar os olhos e sentir a felicidade — sensação que, em Barcelos, será apresentada num concentrado de Deacon, que se apresentará a solo, como nos bons velhos tempos.

tumblr_no1chrwK6E1qz8095o1_1280.jpgphoto: Dif Magazine

 

Nídia Minaj certamente não precisará de apresentações. Com o cunho da Príncipe Discos, Minaj tem como dote natural começar festas completamente descontroladas, com a sua fusão de house, techno e de kuduro, fazendo chegar até nós uma combustão desgovernada de alegria electrónica. Não se pode resumir Nídia Minaj ao house, ao techno, ao kuduro, aos compassos trenários, nem aos contratempos medonhos que nos quebram as pernas, mas exaltam a languidez. Nídia Minaj, uma das mais aventureiras exploradoras do novo mundo da electrónica que se está a desenvolver nos subúrbios de Lisboa, existe na tensão de tudo isso, misturando, desmisturando e criando uma sonoridade que só a ela lhe pertence, sempre com o ritmo louco do kuduro, com o negrume grave do techno e a alegria melódica do house. É festa e vem com o cunho de qualidade da Príncipe Discos, realeza da rua e dos clubes de dança.

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Outro furacão, também sob a chancela “o que é nacional é bom”, são os 10 000 Russos, peritos em corporificar planos mentais inferiores ao consciente com o seu psicadelismo diabólico e em mantra. Não sendo cantores gregos nem mesmo da terra dos czares, os 10 000 Russos são uma força da natureza alavancada por três homens que brincam com o psicadélico e lhe dão uma rotina diabólica e negra, um reflexo do local onde gravaram o seu último disco: num centro comercial dos anos 80 completamente abandonado. Filhos da mesma mãe que os Goat, a Fuzz Club Records, os 10 000 Russos são os verdadeiros peritos em materializar o subconsciente e trazê-lo até à superfície durante uns bons minutos, deixando-nos colados ao chão de onde a consciência se ergue.

 

 

O Milhões de Festa regressa ao Parque Fluvial de Barcelos nos dias 21, 22, 23 e 24 de Julho e os bilhetes já se encontram à venda por 50€ via Bilheteira Online e nos locais habituais, estando também e já disponível o pack com alojamento da Get a Fest. A partir de 10 de Maio, os preços dos ingressos gerais sobem para as 55€.

Programação completa do Palco Carlsberg… Super Bock Super Rock

No Super Bock Super Rock ressoam muitos géneros, mesmo que a atitude rock seja sempre a protagonista. No Palco Carlsberg, situado na Sala Tejo do MEO Arena, a música ecoará em formato after-hours, para fazer vibrar os corpos, numa celebração de sons eletrónicos de diferentes estilos, por artistas de nomeada de Portugal e do resto do mundo.

A completar a programação do Palco Carlsberg, as confirmações de RIOT,  Moullinex, Batida – Uma Lata DJ Set, Daniel Haaksman, e Trikk

GLAM -  Moullinex.jpegphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Moullinex é o projeto do viseense Luís Clara Gomes.

Produtor, DJ, músico e dono da editora Discotexas, que fundou em 2006, com o cúmplice Xinobi, tem já dois discos de originais. O último chama-se “Elsewhere”, edição mais orgânica do que o trabalho de estreia, vem cheia de soul e funk do passado, com garage rock, MPB e psicadelismo à mistura, não faltando, claro, sintetizadores a soar a nostalgia. Em “ElsewhereMoullinex assume as vocalizações, sendo protagonista total de um disco que, como em tudo o que toca, faz mexer o corpo e as emoções. A não perder, dia 15 de julho.

 

RIOT é Rui Pité.

Conhecido membro Buraka Som Sistema, começou como baterista numa banda de garagem e funda Cooltrain Crew, o mais antigo coletivo nacional de Jungle/Drum & Bass, em conjunto com João Barbosa (conhecido como Branko, também ele membro fundador dos Buraka). Apaixonado pelo drum & bass e a música eletrónica com ingredientes tropicais, encontra-se igualmente com o Zouk Bass, género musical baseado nas sonoridades zouk das Antilhas e da kizomba de África. Em 2014 edita pela Enchufada, com o EP "Originator". Para além das noites "Fala Baixo", sismos a abanarem o Cais de Sodré, tem actuado por geografias como Copenhaga, Ilhas Canárias, entre outros lugares. Dia 14 de julho é a vez de agitar o Super Bock Super Rock.

 

Também no dia 15 de julho, um filho do Porto, Trikk. Este jovem talento é um dos principais embaixadores do movimento underground da cidade Invicta. Depois de editar através de editoras como a Pets Recordings e a Man Make Music, e de ter feito remixes para a Hotflush Recordings, provou que é um dos nomes a reter a nível nacional. Neste momento encontra-se em Londres onde tem passado os seus dias a produzir house elaborado, rápido e lento, áspero e suave, tudo ao mesmo tempo. Jovem, corajoso e único, um talentoso membro do underground de hoje.

De Berlim, carregado de música, chega Daniel Haasksman.

Como DJ, tem percorrido o mundo com sets onde mistura baile funk, house, trap, bubbling, kuduro, entre outros géneros. No entanto, revela muitas facetas: é dono da editora Man Recordings, um dos principais selos do género designado por Tropical Bass Music, tendo lançado, entre outros, nomes como Diplo, Schlachthofbronx, Crookers, Bert On Beats e artistas brasileiros como Deize Tigrona, João Brasil ou Marina Gasolina. Realiza semanalmente o programa “Luso FM“ na rádio pública alemã e escreve para várias publicações. Em 2004, com a compilação "Rio Baile Funk Favela Booty Beats" ofereceu ao mundo o som das favelas, criando o movimento sonoro “Baile Funk“. Editou recentemente “African Fabrics”, revelando o seu génio e capacidade de harmonizar uma miríade de estilos. Para dançar, no dia 16 de julho.

 

Batida - Uma Lata DJ Set é o projeto de Pedro Coquenão. Começou por ser um programa de rádio com o intuito de divulgar a mais inovadora e interessante música africana. Depressa cresceu para os melhores palcos do mundo como Glastonbury, Roskilde, Pitch, Lowlands ou Eurockéennes, apenas alguns exemplos de uma lista extensa. O ano passado, a revista de música francesa Les InRockuptibles, considerou o seu espetáculo um dos melhores de 2015. Já este ano, a dança faz-se com os mesmos ingredientes: África e contemporaneidade. Com os congoleses vencedores de um Grammy, Konono Nº1, editou “Konono No1 Meets Batida”​. Como DJ, oferece sets vibrantes e únicos. Chega ao palco Carlsberg do Super Bock Super Rock no dia 16 de julho com Batida – Uma Lata DJ Set

 

O Palco Carlsberg do Super Bock Super Rock será, assim, definitivamente, o melhor lugar para terminar as noites de 14, 15 e 16 de julho.

Mike El Nite apresenta “O Justiceiro”

Mike El Nite é um dos expoentes de uma nova escola e uma nova sensibilidade no universo do rap nacional: estudou música electrónica, fez electro, trabalhou – e ainda trabalha – com Da Chick, rima, mas também se coloca atrás dos pratos em inúmeras ocasiões, nomeadamente para suportar outros artistas. Estes factos são relevantes apenas para se entender que o seu percurso e as suas coordenadas não lhe permitem um encaixe fácil na prateleira mais ou menos definida da cena do Hip Hop Tuga.

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photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

A diferença de Mike El Nite começa logo no nome: referência à memória televisiva de infância carregada de humor e com a dose certa de “word play”. Depois há os EPs que o colocaram no mapa: Rusga Para Concerto em G Menorde onde saiu um monumental “Mambo No 1” que ganhou espaço na compilação regular que a Fnac dedica aos novos talentos nacionais e também Vaporetto Titano,lançado o ano passado e outro dos marcos na história ainda jovem, mas promissora, da ASTROrecords.

Com tudo isto, exigia-se, muito naturalmente um álbum: em disco e em concerto Mike El Nite tem sabido mostrar que é avesso a convenções, que gosta de procurar originalidade nos beats que usa ou nas temáticas que aborda (“Ride a Bike” é uma espécie de hino ecológico enviesado e “Só Badalhocas” com participação de Da Chick agitou as águas digitais da internet com alguma celeuma feminista injustificada) e que continua a usar a memória televisiva como motor para a sua criatividade.

 

Musicbox (Lisboa)

30 de Abril 2016 | 23.00h

“Capitão Fausto têm os dias contados” com entrada directa para o primeiro lugar do top nacional

O novo trabalho dos Capitão Fausto é apresentado ao vivo hoje e amanhã (28 e de 29 abril) no lux, em dois concertos já esgotados.

GLAM - Capitão Fausto.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

O disco “Capitão Fausto têm os dias contados” teve entrada directa para o primeiro lugar do top nacional

 

Datas da digressão ’16

28 Abril - Lisboa, Lux Frágil Esgotado
29 Abril - Lisboa, Lux Frágil Esgotado

30 Abril - Leiria, Texas Bar
05 Maio - Évora
06 Maio - Pinhal Novo, Auditório AJCOI
13 Maio - Viana do Castelo, Castelo Santiago da Barra 14.05 Braga, GNRation
15 Maio - Coimbra, Aqui Base Tango

Mais 9 novidades para o Festival Bons Sons…

O Bons Sons 2016 revela mais 9 nomes que enchem o seu cartaz de música portuguesa. A rocktrónica de João Vieira no projecto a solo White Haus, o turbo-baile de Tocha Pestana, os jogos rítmicos das Adufeiras do Paúl, as canções tresmalhadas de Diego Armés, as quatro baterias de Tim Tim por Tim Tum e as canções dramáticas de João e a Sombra são os novos nomes para o alinhamento desta edição.  A estes nomes junta-se a Enchufada, editora que faz 10 anos e celebra com o seu aniversário com o Bons Sons. Branko, Rastronaut e Dotorado Pro, são nomes emblemáticos da editora criada pelos fundadores dos Buraka Som Sistema, e que prometem encher a noite de ritmos globais na aldeia de Cem Soldos.

GLAM - White Haus.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

João Vieira, depois do sucesso aos comandos de X-Wife e DJ Kitten, entrou na composição e produção electrónicas com o projecto White Haus.

A dupla Tocha Pestana, percorrendo deliberadamente a estética pop-rock portuguesa dos anos 80, são os reis do turbo-baile. Pop de bola de espelhos a reflectir nos óculos escuros retro-futuristas.

As Adufeiras do Paúl misturam as palavras das suas recolhas etnográficas com os sons de adufes, peneiras e pedrinhas.

Para lá de Feromona e Chibazqui, projectos que integra, Diego Armés deixa fugir a solo as suas canções frágeis e isoladas, apoiadas no som da guitarra acústica.

As quatro baterias em palco de Tim Tim por Tim Tum (José Salgueiro, Alexandre Frazão, Bruno Pedroso e Marco Franco) comportam um universo tão vasto quanto a imaginação de quem as toca e de quem as ouve.

O actor e músico João Tempera ressuscitou o seu alter-ego musical João e a Sombra. Traz canções negras que consolam as penas e embalam os medos.

 

Ao celebrar 10 anos, como o Bons Sons, era mais que justo que a festa fosse conjunta. Em Agosto, a Enchufada vai levantar os decibéis em Cem Soldos com Branko, Rastronaut e Dotorado Pro.

Branko, pioneiro da editora, depois de uma residência na BBC Radio 1 e Antena 3, editou o seu álbum “Atlas” em 2015, com uma sonoridade classificada como “sonoridade sensualmente dançante”.

Rastronaut encarna na plenitude a missão da Enchufada, de azimute traçado desde o continente africano até Campo de Ourique.

Dotorado Pro, um dos mais recentes nomes lançados pelo selo português, trabalha num misto de afrohouse e sonoridade progressiva.

 

Nesta edição, o bilhete para os 4 dias do evento inclui já a oferta da caneca Bons Sons. Ao (re)utilizar a caneca de alumínio, pretende-se que os visitantes contribuam activamente para a redução da pegada ecológica, com diminuição substancial dos resíduos produzidos com os copos de plástico. Além desta medida, e sabendo que grandes eventos são também grandes estruturas de produção de resíduos, promovemos o respeito pelo espaço que acolhe o Festival — a aldeia de Cem Soldos — desenvolvendo estratégias de sensibilização para a reutilização de materiais, diminuição do desperdício e implementação de sistemas de recolha e tratamento mais eficientes.

 

Estas boas práticas ambientais e a contribuição para o desenvolvimento local têm sido motivos de reconhecimento do Bons Sons como um dos melhores e mais sustentáveis eventos de música ibéricos: Melhor Contribuição para a Sustentabilidade e Melhor Festival de Média Dimensão no Iberian Festival Awards 2015 e Melhor Festival de Média Dimensão 2015 e Festival Mais Sustentável 2014 no Portugal Festival Awards.

A próxima edição do Bons Sons decorre de 12 a 15 de Agosto de 2016 em Cem Soldos, Tomar.

Señoritas ao vivo em Maio... Cafe Au Lait (Porto) e Casa Independente (Lisboa)

Señoritas é o novo projeto de Mitó Mendes e Sandra Baptista. Este novo projeto, minimalista do ponto de vista musical, assenta na Voz e Guitarra de Mitó Mendes e no Acordeão e Baixo Elétrico de Sandra Baptista, suportados por sets de programações que realçam a crueza e nudez da linguagem musical.

senoritas.jpgPhoto: Nuno Carvalho

 

O tema “NOVA”, lançado recentemente, é o single de estreia e apresentação deste projeto.  No entanto, as Señoritas têm outros temas preparados, todos originais e da autoria da própria banda que vão apresentar, pela primeira vez, ao vivo em maio em dois concertos intimistas e exclusivos no Porto e em Lisboa.

Dia 20 de maio, sexta feira, acontece a estreia de Señoritas ao vivo no Café Au Lait no Porto seguida de um concerto na Casa Independente, em Lisboa, no dia 21 de maio, sábado.

Em 2014, com o fim d’A NAIFA, partilhando o gosto comum de ensaiar, compor e tocar juntas, nascem as Señoritas. Desta vontade, surgiu um conjunto de canções que giram em torno de um universo feminino e tendencialmente urbano. Com uma atmosfera densa, feminina e bem portuguesa, numa abordagem singular, canta-se a vida, mas de uma forma crua e direta. 

 

Café Au Lait (Porto)

20 Maio 2016 | 22.30h

 

Casa Independente (Lisboa)

21 Maio 2016 | 22.30h

 

 

 

Keso lança terceiro album “KSX2016” a 6 de Maio

Keso, o original marginal do Porto, um obsessivo compulsivo produtor e multifacetado artista retorna com o seu terceiro álbum “KSX2016”. Após 5 anos desde o mítico álbum “O Revólver Entre As Flores” (2011), um dos segredos bem guardados da cidade invicta e para muitos um ícone da cena musical portuense, continua a desafiar ouvidos desabituados a um artista de fina ironia sem medo de arriscar os limites de concepção no hip-hop português. Keso é um conhecedor enciclopédico do rap feito em Portugal, que facilmente manobra palavras como vínculo de um observador, que reserva a si um espaço de autenticidade onde desenlaça memórias episódicas da sua vida entre Porto, Lisboa e Londres.

KSXFRENTE.jpgKSX2016” é fruto de uma apetência especial por parte de Keso para recolher as virtudes dos seus convidados musicais (singularidades da cidade como Virtus, Minus, Kapataz, Gatos do Beko) e moldá-las a uma sonoridade auto-sustentada: todas as composições são da sua autoria com base em recolhas de samples e batidas configuradas na clássica Akai MPC1000, filtradas por sintetizadores analógicos e vozes manipuladas, um combinado que resulta em transversalidade entre o minimalismo da eletrónica e o rap.

 

O álbum será editado nas várias plataformas digitais e em edição física (CD) no dia 6 de Maio (parceria Biruta e Paga-lhe o Quarto) e a sua primeira apresentação oficial é feita já hoje, dia 29 de Abril no Maus Hábitos (Porto), num evento que contará  também com presença de L-Ali & Pesca na primeira parte do evento. Todos os temas de “KSX2016” foram escritos e produzidos por Keso. A fotografia de capa é da autoria de Maria João Sousa e o design gráfico foi desenvolvido pelo Wag Studio.

 

Maus Hábitos (Porto)

29 de Abril 2016

First Breath After Coma apresentam… “Drifter”

Quando, em 2013, gravaram um disco de estreia conceptual estavam longe de pensar que temas como “Escape”, “Shoes For Men With No Feet” ou “Apnea” conseguissem chegar a rádios internacionais e os levassem a uma extensa digressão com paragem em festivais como Paredes de Coura, Bons Sons ou o festival espanhol Monkey Week.

555.jpgO cruzamento da influência post-rock com o formato canção que fez do seu disco uma surpresa auspiciosa era apenas o início de uma viagem que agora tem um segundo capítulo. Gravaram sons de quase tudo o que os rodeava, perderam-se nas discografias da evolução do rock e da música eletrónica e o resultado, “Drifter”, carrega o ADN dos First Breath After Coma mas aponta ainda mais caminhos para o presente e para o futuro desta jovem formação leiriense.

 

A abrir as hostilidades da noite, mais um grande nome da Omnichord recordsSurma.

 

Hard Club (Porto)

29 de Abril 2016 | 22.00h

Uma das maiores beach parties europeias chega finalmente a Lisboa… Les Plages Electroniques Lisboa

Após 10 anos de enorme sucesso na praia de La Croisette, em Cannes - uma das mais belas da Côte d'Azur - o prestigiado evento francês de música electrónica Les Plages Eletroniques escolhe a capital portuguesa como primeiro destino fora de portas.

pe_lisboa_annonce_20160216_1200x630.pngNos próximos dias 3 e 4 de Junho, a Praia do Rei, na Costa da Caparica, uma das praias mais bonitas da área metropolitana de Lisboa, recebe a estreia de Les Plages Eletroniques LIsboa e irá transformar-se numa gigante pista de dança comandada por alguns dos melhores djs e produtores portugueses, e um conjunto excepcional de artistas americanos, franceses, ingleses e espanhóis. Se nos dois primeiros dias estão garantidos os pés na areia, dia 5 de Junho, a festa muda-se para um dos terraços com melhor vista sobre a cidade de Lisboa para o remate final de uma festa que não se vai querer ver terminada. (lineup e local a anunciar brevemente).

 

Mantendo-se fiel ao espírito e seguindo a receita do sucesso da sua congénere francesa, Les Plages Electroniques Lisboa estreia-se com um cartaz de luxo, que tem tanto de eclético como de inesperado, indo do Techno ao House, passando, entre outros, pelo Nu-disco ou novos ritmos africanos.

 

3 de Junho

- Jimmy Edgar [USA]

- Danny Daze [USA]

- Magazino [Portugal]

- Bondax [UK]

- Yall [Spain]

- Villanova [France]

- Glove b2b John E [Portugal]

 

4 de Junho

- Etienne de Crécy [France]

- Fakear [France]

- Moullinex B2B Xinobi [Portugal]

- DJ Marfox [Portugal]

- The Geek x Vrv [France]

- Crayon [France]

   & mais nomes a anunciar brevemente

 

5 de Junho

A anunciar brevemente

 

Les Plages Electroniques Lisboa é uma experiência sem igual, moderna, cosmopolita, nascida da colaboração entre a Panda Events (Les Plages Electroniques, Les Dunes Electroniques, Crossover, Martizik...), a Allo Floride (Ground Control, TheSoundYouNeed, Positiv Festival...), e da portuguesa Lux Lsd.

Raw Coreto by G-Star Raw…. no NOS Alive ‘16

O Raw Coreto by G-Star Raw, um dos mais originais palcos do NOS Alive, em forma única de coreto, acaba de revelar o alinhamento completo para esta edição. Este palco, que tem como missão receber os mais proeminentes nomes da cena independente, volta a contar com um cartaz de luxo. The Poppers, Youthless, Kero Kero Bonito, Golden Slumbers, The Loafing Heros, Jibóia, Galgo, Elotee, Alex D'Alva não é um DJ, Gandambiente e DJ Glue, são alguns dos nomes que marcarão presença no Raw Coreto ao longo dos três dias do festival.

nos.jpgDia 7 vai arrancar com vários nomes de peso. A.J. & the Rockin’ Trio, o quarteto clássico de Rockabilly que junta voz, viola acústica, guitarra eléctrica, contrabaixo e bateria e a banda lisboeta Ganso, uma das mais recentes surpresas musicais da cidade, são duas das presenças neste dia. Juntam-se também ao alinhamento Golden Slumbers, o duo composto pelas irmãs Cat e Margarida Falcão, donas do projeto Folk que evoca sonoridades de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling.

 

The Poppers, a banda que leva nas veias a prova viva de que o Rock’N’Roll não passou de moda, atua igualmente neste primeiro dia. O coletivo apresenta ao vivo no NOS Alive o álbum de estúdio que se encontra em fase de finalização e que conta com a produção de Paulo Furtado. Para terminar em grande este primeiro dia sobe a palco Alex D’Alva Teixeira nos comandos dos pratos para um DJ set que promete elevar os ânimos do Raw Coreto.

 

Dia 8 de julho a festa continua com alguns dos mais distintos nomes da cena atual. Lotus Fever, a banda lisboeta estreia-se no NOS Alive para apresentar o primeiro trabalho de estúdio, “Search for meaning”, que promete uma viagem sonora por ambientes do rock progressivo. Elotee, a primeira aventura a solo do vocalista e fundador dos For Pete Sake, Pedro Sacchetti, é outro dos nomes que passarão por este palco. Junta-se ainda The Loafing Heroes, a banda que chama “casa” a Lisboa, liderada pelo vocalista e guitarrista irlandês Bartholomew Ryan, acompanhado por Giulia Gallina, João Tordo, Judith Retzlik, Jaime McGill e João Abreu. A banda traz ao NOS Alive o último disco de originais “The Baron in the Trees”.

 

A dupla Youthless, composta por Sebastiano Ferranti e Alex Klimovitsky é também presença garantida neste dia para apresentar o tão aguardado primeiro longa-duração, “This Glorious No Age”, editado no passado mês de março após um longo período de hiato da banda. Para acabar em festa este segundo dia do NOS Alive, sobe a palco a Boy Named Sue, pseudónimo de Tiago André, conhecido como um dos um dos maiores DJs de Rock’N’Roll em Portugal.

 

Já dia 9 de julho o Raw Coreto by G-Star Raw volta a receber uma seleção de luxo. O quarteto Savanna, marca presença com o seu álbum de estreia “Dreams to be Awake”, editado em 2015 e que conta com a produção de Moullinex nas misturas. Os portugueses Galgo são outra das confirmações para este dia. A banda já se encontra em estúdio a preparar o segundo registo de originais, sucessor do bem sucedido “EP5”. Também com disco na calha está o português Jibóia, que leva neste dia ao Raw Coreto “Masala” o sucessor do longa-duração de estreia, “Badlav”.

 

Nesta mesma noite sobe ao palco o trio britânico Kero Kero Bonito, formado por Sarah Midori Perry, Gus Lobban e Jamie Bulled. A banda sensação estreia-se no NOS Alive com a apresentação do primeiro álbum “Intro Bonito”. Para terminar a 10.ª edição do NOS Alive o Raw Coreto by G-Star Raw recebe o virtuoso e contagiante DJ Glue, seguido da dupla Gandambiente, composta por Quim Albergaria e Hélio Morais, que fará girar discos e fazer deste o palco mais desejado do festival.

Berg… novo álbum chama-se “Tempo” e é editado na sexta feira

Tempo” é o nome do novo álbum de BERG, que tem data de lançamento agendada para 29 de Abril. No mesmo dia, BERG assinalará esta data com um showcase de apresentação no aniversário do Amoreiras Shopping, pelas 18h00.

capa_Berg_tempo - BERG.jpgO músico e compositor está assim de regresso às edições discográficas e tem como single de apresentação o contagiante “Ma Belle”, que conta com a participação de Boss AC, com quem já havia trabalhado no estrondoso êxito “Princesa (Beija-me outra vez)”.

O novo registo de originais “Tempo” será o primeiro trabalho de BERG totalmente interpretado em português, onde o músico continua a evidenciar a versatilidade vocal e o domínio de vários instrumentos deste talentoso cantor e compositor. Para além de Boss AC, nele participam também Miguel Coimbra (D.A.M.A) e Inês Barros.

 

Esta nova edição sucede ao álbum homónimo, editado em Novembro 2014, que entrou directamente para o quinto lugar do Top Nacional de Vendas e deu a conhecer os singles “Tell me” (que conquistou o primeiro lugar do iTunes português, bem como a primeira posição do Top AFP Digital de singles), “Girl” e “Somebody Hear me”, “Alice” e uma versão do emblemático tema “Chuva”.

Leopardskin lança álbum de estreia com fusão de rock e blues

O músico Pedro Fidalgo assume definitivamente o nome artístico de Leopardskin e apresenta o seu primeiro álbum num espectáculo ao vivo que acontece já a 30 de Abril no Hard Club.

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Este álbum de estreia, cujo nome é também "Leopardskin", foi produzido nos "Black Sheep Studios" por Pedro Tatanka, vocalista dos The Black Mamba, e marca o início de uma fase mais robusta do autor e intérprete nortenho que, depois de actuar ao vivo em bares e acompanhar vários músicos consagrados, lançou há poucas semanas o single "Lovers", gravado nos Estúdios Sá da Bandeira, e difundiu através da internet "Rock all night" e "Blues for my Baby".

No concerto de apresentação, em que se apresentará com músicos convidados, Leopardskin vai mostrar o fruto de um trabalho de cerca de dois anos, já que o álbum começou a ser preparado em 2013, sendo predominantes as influências do rock e dos blues, dois estilos do particular agrado do músico.

Pedro Fidalgo assume integralmente a autoria das letras e músicas, mas cria e interpreta em inglês porque, apesar de "adorar o Português", considera que "em termos de composição e canto, é mais fácil o Inglês”.

Avesso a concursos de televisão, Leopardskin tem somente 19 anos e começou muito cedo a dedicar-se à música. Desde os 15 anos que toca guitarra, embora sempre de uma forma autodidacta, com a ajuda de amigos e recurso à internet.

Quando o material para a estreia discográfica ficou concluído, decidiu mostrá-lo a Pedro Tatanka. E estavam dados os acordes para o lançamento da carreira, em cujo percurso, contudo, Leopardskin quer incluir um curso de aperfeiçoamento.

 

Hard Club (Porto)

30 de Abril 2016 | 22.00h

Medusa apresentam EP de estreia…

Vindos de Lisboa os Medusa são uma banda prog rock moderno e pesado. Com um som diversificado e distinto, o seu recente EP de estreia “Monstrologia (Lado A)” é uma colecção de músicas complexas com uma prestação vocal muito melódica. Esta dicotomia peso/melodia faz deste EP uma verdadeira delícia para os ouvidos e torna-se impossível de não o ouvir do início ao fim.

medusa.jpgphoto: Pedro Almeida

 

A banda começou em finais de 2012 mas apenas se tornou em algo mais sério quando se juntaram os três músicos que são o núcleo forte da banda. São eles Bruno Sílvio Martins nas vozes e guitarras e teclados, Nuno R. Silva no baixo e João Gonçalves na bateria. Ao vivo são acompanhados por Tiago Mendonça nas guitarras e teclados.

Em 2014 começaram as gravações de “Monstrologia (Lado A)” que gravaram e produziram eles próprios. A masterização ficou a cargo de Fernando Matias dos Pentagon Audio Manufacturers.

Foi lançado digitalmente em Outubro de 2015 em todas as plataformas de distribuição digital. O EP foi recebido com boas críticas nacionais e na imprensa britânica e o são tidos no meio underground português como uma das maiores esperanças para o rock pesado e melódico em Portugal. Este EP é a primeira parte ou Lado A, de um duplo álbum planeado do qual a banda já tem mais seis músicas em preparação que será o Lado B.

Apresentação oficial em concerto do EP de estreia de Medusa acontece na FNAC do Almada Forum já no próximo dia 29 de Abril pelas 22 horas.

 

A Charanga esta de volta e lança 3 em 1…

A Charanga está prestes a lançar o seu segundo LP "Tribut'ó Ti Tobias", com lançamento marcado para Maio de 2016, e lança já um 3 em 1: novo video, novo single e uma campanha de financiamento do novo álbum.

CAPA_TTT_BC.jpg"Tribut'ó Ti Tobias"… partindo da ideia de homenagem, presta-se tributo a todos os que constroem e construíram a música ibérica (se é que ela existe). O álbum inclui clássicos da dita música tradicional revirados do avesso, tributos à sopa de feijão, desgarradas, uma homenagem ao emigrante do século XXI e muitos outros. O trabalho está já em fase de produção sendo que a edição física do CD estará pronta em Maio de 2016. O grande lançamento será no dia 21 de Maio, em Almada.

A Charanga é um projecto de criação e performance musicais. Na era digital e cultura actual, usam computadores, beatboxes, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, mas também o tambor, a gaita-de-fole, o violino, a D. Ermelinda que canta a Moda da Ceifa e os adufes. O repertório é maioritariamente original, sendo complementado com variações, versões e deambulações inspiradas nas construções melódicas, harmónicas e rítmicas do cancioneiro popular português e galego.

 

A Charanga foi vencedora dos prémios Megafone/SPA 2014 organizados pela associação Megafone5 - João Aguardela e atribuído por um diverso painel de júris composto pelas seguintes personalidades: Luis Varatojo (Músico), Pedro Gonçalves (Crítico de Música da Time Out), Ricardo Alexandre (RTP/Antena1), Jorge Cruz (Músico), Fausto da Silva (Rádio Universidade de Coimbra), Raquel Bulha (Antena 3) e Luís Ferreira (Director do Festival Bons Sons). Ao longo da curta carreira da Charanga foram também várias as referências, entrevistas e presença em vários programas, jornais e rádios de referência (Antena 3, RDP, Terra Pura, Radio 3 Espanha (rTVe), Radio Nacional Belga, Rádio Universitária de Coimbra, Mundofonias, jornal i, Público, Ípsilon, TSF, canal Q, RTP, SIC etc). Deram espectáculos um pouco por todo o país e em Espanha em auditórios municipais e outros locais de espetáculo de referência. E participámos em festivais do circuito da música e cultura portuguesas (Andanças e Festa do Avante - 2010 / Outonalidades e Salva a Terra – 2011,2013 / L Burro e l Gueiteiro – 2012 / Iberfolk - 2013 / Festival Terra Transmontana e Festival Bons Sons 2014, etc).

Revivalismo invade a Invicta…

Em parceria com o Plano B, Best Models e Ton-Up Garage realiza-se a 1ª edição do The Timers, Gentlemen Motorsport Revival Festival nos dias 20, 21 e 22 de maio no Porto. Com meeting point no Quartel da Serra do Pilar, o The Timers promete entretenimento para amantes das máquinas do passado durante o penúltimo fim de semana de maio. Ducati, Piaggio, Triumph e Moto Guzzi são algumas das marcas conceituadas que vão estar presentes, exibindo os seus neoclássicos e submetendo-os às provas do festival.

888.jpgDe uma programação preenchida destaca-se, no sábado, a Douro Ride, um passeio de máquinas na marginal do Rio Douro, segundo de um jantar e um after party revivalistas no Quartel Serpa Pinto, e no domingo, as corridas de Dusty Track, que vão pôr à prova garagens e preparadores de carros e motos de todo o país.

 

O recinto contará ainda com uma Art Gallery, onde serão expostas as viaturas de colecionadores particulares, par a par com obras de fotografia e ilustração de vários artistas nacionais, e com lojas revivalistas, onde os festivaleiros poderão vestir-se a rigor, cortar o cabelo e até mesmo fazer tatuagens.

 

Como não poderia deixar de ser num festival, a música assumirá um lugar de destaque durante todo o fim de semana, com concertos e dj sets que vão trazer de volta êxitos do passado, assim como a comida, com a presença das melhores street food trucks do país

Rafael Toral estreia trabalho associado à exposição de Rui Toscano patente no CIAJG

Este sábado, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) acolhe um concerto do Space Collective 3, projeto de Rafael Toral no qual o músico se faz acompanhar por Ricardo Webbens e Ricardo Dillon Wanke. Esta formação do Space Collective irá estrear “Moon Field”, trabalho associado à exposição “Civilizações de Tipo I, II e III”, de Rui Toscano, que se encontra patente no CIAJG.

Rafael Toral_cr+®dito Vera Marmelo_FOTO OFICIAL.jphoto: Vera Marmelo

 

Rafael Toral desenvolve uma pesquisa sistemática a novas possibilidades para a música eletrónica, em que a performance gestual, a fisicalidade humana do movimento, o foco no fraseado e no silêncio, as matrizes disciplinadas de decisão e o instrumentário experimental prefiguram no seu conjunto uma abordagem à música eletrónica sem precedentes conhecidos. Para uma música melodiosa mas sem notas, rítmica mas sem batida, familiar mas estranha, meticulosa mas radicalmente livre, Toral usa matérias da música eletrónica experimental e aplica-lhes uma disciplina e um modo de funcionar próprias do jazz.

O Space Collective é uma formação aberta e variável, com capacidade para múltiplas abordagens musicais. A sua formação pode ir do duo a uma orquestra e a numeração indica o número de músicos de cada formação. Este concerto é a primeira apresentação do Space Collective em Guimarães.

Rafael Toral chama para esta formação Ricardo Webbens que, entre muitos outros talentos, inventa os seus próprios instrumentos eletrónicos de comportamentos imprevisíveis e faz parte do projeto desde 2011. Também Ricardo Dillon Wanke, multi-instrumentista e compositor nascido em Génova, agora estabelecido em Lisboa, participa no grupo tendo-se notabilizado internacionalmente pelos seus trabalhos em guitarra e piano.

Ricardo Webbens_cr+®dito Vera Marmelo.jpgphoto: Vera Marmelo

 

A exposição “Civilizações de Tipo I, II e III”, de Rui Toscano, encontra-se patente nas salas 9, 10 e 11 do Centro Internacional das Artes José de Guimarães desde o passado dia 27 de fevereiro, podendo ser visitada até ao dia 12 de junho, de terça a domingo, das 10h00 às 19h00. Aos domingos de manhã, a entrada é livre.

 

Centro Internacional das Artes José de Guimarães

30 de Abril 2016 | 22.00h

Festival DDD… Million de Né Barros

Terra. Ocupação. Dentro e fora, migrações. Regressar e refazer.

Estas são algumas palavras-chave que podem caracterizar esta obra coreográfica que inicialmente foi criada para a companhia de dança lituana Aura e que agora é reconstruída com bailarinos portugueses.

b_coliseu_DDD_million_1132x472.png4 million era o titulo original da peça e foi apresentada no contexto da Kaunas Biennial TEXTILE 11, com cenografia da artista plástica Patricija Gilyte.

Numa referência ao problema da taxa de população lituana, a peça funcionava como um poema de intensificação da terra e como movimentos que pudessem evocar milhões de sensações. Para isso, explorei a sensual e volumétrica plasticidade das espumas propostas pela Patricija. Durante a performance aquela terra especial é uma extensão dos bailarinos, faz parte dos seus corpos, é uma extensão deles.

Os bailarinos são artesãos dessa terra ou simplesmente aqueles que andam sobre ela, às vezes eles são fragilidade naquela superfície, outras vezes eles são motores da deslocação dessa superfície (aqui evoquei os ballets neo-concretos de Lygia Pape que tenho tido a oportunidade de reconstruir). Million funciona igualmente como evento performativo e como espectáculo teatral e a sua espacialidade e temporalidade resulta de misto efémero de deslocações, ocupações e transformações territoriais. Estas são as condições para um lugar renovado e para criar simplesmente um lugar.

 

Coliseu (Porto)

28 de Abril 2016 | 19.00h

David Fonseca… espetáculos especiais para o aniversário da Associação CAIS no Porto e Lisboa

"HIT PARADE" é o espetáculo que David Fonseca apresentará no âmbito do 22.º aniversário da Associação CAIS e integrado no "Festival + Música + Ajuda" nos próximos dias 12 e 13 Maio na Casa da Música, no Porto, e no Estúdio Time Out, em Lisboa, respectivamente. Tal como o sugestivo título deixa adivinhar, em "HIT PARADE" David Fonseca reunirá e interpretará algumas das canções que de uma forma ou doutra o marcaram artisticamente ao longo da sua vida.

tt.jpg"O universo musical dos outros foi sempre algo me fascinou e ponto de partida para tudo isto - afinal a minha ligação com a música começou enquanto ouvinte. A oportunidade de reproduzir ou recriar temas que me emocionam é um prazer antigo, que nunca deixei de exercer nos meus concertos. Dos guilty pleasures às canções que me moldaram enquanto músico, de todos essas se fará a história deste "Hit Parade" que levarei a palco na companhia da minha banda", revela David Fonseca. Efectivamente, a grande novidade destas apresentações será o facto de David Fonseca reunir pela primeira vez em palco uma parte significativa dos temas que “versionou” ao longo dos anos - "Video Killed The Radio Star" dos Buggles; "Lithium" dos Nirvana; ou "Together in Electric Dreams" de Giorgio Moroder e Phil Oakey, são alguns desses exemplos - juntando-os a estreias que só quem estiver presente irá descobrir.

 

A oportunidade de colaborar nesta iniciativa surge na sequência da colaboração que David Fonseca teve com a revista CAIS recentemente: "Colaborar com a CAIS nesta iniciativa e enquadrá-la neste desafio artístico é algo a que não podia deixar de aceder. Quando há uns meses preparava os conteúdos para a Revista CAIS publicada em Janeiro passado e de que tive o prazer de ser “cara”, apercebi-me de quão gratificante é  colaborar na angariação de fundos, divulgando uma causa de forma criativa. Saber que para além do mais, se comemoram os 22 anos da revista que mudou a nossa forma de ver e viver a solidariedade, uma verdadeira justificação para montar esta "Hit Parade". Será uma celebração aberta a todos!", explica David Fonseca.

 

A receita de bilhetes vendidos pelo + Música + Ajuda é revertida em fundos para que a Associação CAIS possa aumentar o número de pessoas acompanhadas, o número de refeições servidas e horas de formação aplicadas no reganho de competências de todos aqueles que acompanha. Os bilhetes para o concerto de David Fonseca têm um custo de 6€ e estão à venda na Ticketline (online e em vários pontos de venda, tais como: FNAC, Campo Pequeno, Estúdio Time Out, Casa da Música).

 

"HIT PARADE" será então um interlúdio na tournée "Futuro Eu" que iniciará em Junho próximo as suas apresentações em eventos ao "ar livre" depois de ter percorrido o país nos passados meses com concertos nos teatros e auditórios nacionais. A primeira paragem sucederá no dia 4 de Junho no âmbito das Festas de Oeiras.

 

Casa da Música (Porto)

12 de Maio 2016

 

Estúdio Time Out (Lisboa)

13 de Maio 2016

Blaya, Riot, Sensi e Cruzfader no Soundset Ribeira d'Ilhas… Sumol Summer Fest

Desde 2015 que, mais do que estar junto a uma das praias icónicas do surf e desportos de mar, o Sumol Summer Fest integra essa paisagem idílica na programação do Festival e acontece, também, em Ribeira D’Ilhas com atividades e, claro, muita música. Assim, o Soundset Ribeira d'Ilhas vai criar a banda sonora perfeita para aproveitar ao máximo os dias de praia. Durante duas horas, será possível viver o ambiente do Festival, conviver com os artistas presentes e começar a aquecer o espírito e mente para os restantes concertos do dia.

Image1.jpg No dia 24 de junho, o Soundset Ribeira d'Ilhas recebe Blaya, embaixadora do kudafro que em 30 minutos é capaz de gastar as energias de uma vida. Já se tornou uma referência do Sumol Summer Fest e, este ano, apresenta-se em dose dupla. A acompanhá-la estará Riot que desce até Ribeira d'Ilhas para um set exclusivo numa party hard de tendência afro colorida. Não há barreiras, é dançar do zouk bass ao tropical bass.

 

E no dia 25 de junho é a vez de Sensi e DJ Cruzfader, nomes fortes do Hip Hop nacional. Além do seu percurso como artista a solo, Sensi lançou-se como DJ em 2013, após um convite direto e, desde então, não deixou de marcar presença nos principais clubes de Lisboa. Especialista em Rnb, Hip Hop, Soul e Funk, estes serão os ritmos fortes a ouvir em Ribeira D'Ilhas. DJ Cruzfader é o seu companheiro neste dia. Unanimemente reconhecido no mercado nacional pelas várias mixtapes e participações nos melhores álbuns de Hip Hop, é o único DJ português com um título numa competição DMC World Online.

 

Como já vem sendo hábito, o Sumol Surf Camp está de regresso ao Sumol Summer Fest.

De 23 a 26 de junho, os fãs de surf podem usufruir de um curso intensivo de surf que vai permitir aos participantes, amantes da modalidade, aprimorar a sua técnica e viver toda a experiência do Festival ao máximo, numa zona exclusiva no Ericeira Camping. O pack Sumol Surf Camp, com inscrições limitadas, custa 119€ e oferece condições únicas: bilhete de 2 dias para o Sumol Summer Fest, curso intensivo de surf com professores credenciados da Federação Portuguesa de Surf e que inclui o aluguer de equipamento (fato + prancha), 3 noites de camping na zona reservada Sumol com pensão completa, deslocações via beach transfer (camp-praia-camp), beach games e ainda acompanhamento e coordenação de staff, seguro e vigilância 24 horas.

 

Na emblemática vila da Ericeira junto à meca do surf na Praia de Ribeira D'Ilhas, os fãs do Festival têm oportunidade de passar um fim de semana num dos melhores parques de campismo do país - o Ericeira Camping - ao som da melhor banda sonora que marca o início do verão.