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Glam Magazine

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Virgul…. O regresso ao MEO Sudoeste, onde esteve há 20 edições com os Da Weasel… agora a solo

As vinte edições de MEO Sudoeste são feitas de muitas histórias e muitos artistas para as contar. O nome que hoje se anuncia faz parte das memórias que são património do maior Festival de verão e regressa agora, para celebrar 20 edições do MEO Sudoeste com a sua estreia a solo. Dia 4 de agosto, no Palco MEO: Virgul.

virgul_-1.jpgphoto: Promo /DR

 

Virgul tem um passado reconhecido. Na Zambujeira do Mar, com os Da Weasel, esteve na primeira edição, em 1997, partiu uma perna com um dos seus característicos saltos mortais anos mais tarde, mas acima de tudo ficou na memória de todos como alguns dos melhores concertos destas vinte edições.

Depois de uma passagem pelo coletivo Nu Soul Family, apresenta-se, finalmente, como artista a solo e prepara um disco longa duração para sair no verão. A expectativa é grande, alicerçada no excelente single de avanço chamado “I Need This Girl”. Com letra de Virgul e do seu antigo companheiro Carlão, o tema foi disponibilizado no início de Abril para as rádios e nas plataformas digitais, entre as quais o MEO Music. A melodia revela uma frescura soul com ingredientes de kizomba e outros sons africanos.

Faz crescer água na boca para o LP que aí vem e que estará em grande estreia no dia 4 de agosto, no palco maior do MEO Sudoeste.

Fandango revelam novo video e avançam datas da tour de lançamento do álbum de estreia

Se no passado, Gabriel Gomes e Luis Varatojo cruzaram palcos e experiências em projectos como os Sétima Legião e Madredeus, ou Peste & Sida e A Naifa, no presente os dois músicos são os responsáveis pelas novas sonoridades de Fandango.

fandango1.jpgphoto: Rita Carmo

 

Sempre fiéis à música de raiz portuguesa como matéria prima de excelência, neste novo projecto, o acordeão de um e a guitarra do outro surgem acompanhados de envolventes batidas electrónicas que puxam imediatamente os pés para a pista de dança.

As músicas do FANDANGO são uma mistura exótica de melodias portuguesas com beats de eletrónica, que tanto podem fazer a banda sonora perfeita para um pôr-do-sol na costa atlântica, como a animação para uma noite na pista de dança. A diversidade de ritmos e outros elementos sonoros utilizados capturam a essência da música portuguesa, numa colorida harmonia entre linhas de sintetizadores e batidas de caixas de ritmos, que nos transportam numa viagem musical pela paisagem e cultura do país.

O álbum de estreia homónimo lançado em Setembro passado, depois de "Ritz", ganha hoje mais um single com a apresentação do vídeo do tema "Marginal".

Altura ideal para avançar com o anúncio das datas da extensa tour que a banda vai iniciar já no final deste mês, a mesma que reflecte o entusiasmo com que o álbum foi e continua a ser recebido.

 

Das salas emblemáticas aos maiores festivais, de norte a sul, de 30 de Abril a 13 de Agosto vão ser precisos dois para tocar o Fandango e muitos mais para o dançar.

 

30 Abril 2016 - Casa das Artes (Famalicão)

6 Maio 2016 - A Moagem (Fundão)

7 Maio 2016 - Centro Cultural e Congressos (Caldas da Rainha)

14 Maio 2016 - Cine Incrível Almadense (Almada)

19 Maio 2016 – Rock in Rio

27 Maio 2016 - Casa da Criatividade (S.João da Madeira)

2 Junho 2016 - Passos Manuel (Porto)

3 Junho 2016 - Oficina Municipal do Teatro (Coimbra)

11 Junho 2016 - Centro Cultural (Lagos)

1 Julho 2016 - Festival MED

12 Agosto 2016 - BOOM Festival

14 Agosto 2016 - Festival BONS SONS

 

O "Smooth" do Jazz em concerto de Primavera

A noite de terça feira foi brindada no Porto pelo concerto da Primavera promovido pela Smooth FM.

Claus Nymark e a sua Big Band eram os condutores numa noite de música com a presença de novas tendências na área do jazz, quer nacional, quer internacional. Um concerto dividido em 2 partes, com os vários solistas convidados da noite a recriarem temas desde Cole Porter, passando pelo universo musical de Hollywood terminando em Frank Sinatra.

GLAM - Maria Ana Bobone.jpgCoube a Maria Ana Bobone a abertura da noite com 2 temas que a fadista trouxe a palco sob a batuta de Claus Nymark. No registo oposto aquele que estamos habituados, Bobone encatou os presentes, neste seu registo jazzistico.

GLAM - Cherry.jpgCherry, a jovem cantora Portuguesa não deixou os seus créditos por mãos alheias, com a sua voz suave e envolvente a dominar um Coliseu praticamente esgotado.

GLAM - Isabella.jpgDa Suecia, Isabella Lundgren, uma das grandes revelações internacionais, conquista a primeira grande ovação da noite. Dona de uma voz singular mas marcante, não deixou indiferente o público que estava no Coliseu a assistir a este concerto de Primavera.

GLAM - NN.jpgNum registo paralelo ao seu trabalho nos Tok Tok Tok, Tokunbo sobe ao palco trazendo consigo as influencias etnicas da sua música, com uma forte influencia da worldmusic.

Para o final da primeira parte estava reservado aquele que seria o ponto alto da noite. Alexander Stewart, uma das grandes revelações britanicas no mundo do vocal jazz consegue arrebatar um publico exigente que, de pé, aplaude o jovem cantor. Era o culminar de uma primeira parte com muita música envolvente e acima de tudo muito "smooth".

 

Na segunda parte a abertura ficou a cargo de um solo da Big Band de Claus Nymark seguindo-se mais uma vez a interpretação vocal dos solistas convidados da noite. Cherry foi a primeira a subir a palco recriando ”I Get A Kick Out Of You" de Frank Sinatra. Maria Ana Bobone seguiu-se em palco com a intrepetação muito própria de "When I fall in Love" de Nat King Cole. Tokunbo traz a palco na segunda parte a sua versão “Summertime”, enquanto que Isabella Lundgren conseguia novamente uma grande ovação junto do público.

GLAM - Alexander.jpgNo alinhamento Claus Nymark ainda ofereceu ao público presente mais um solo da sua Big band, terminado o concerto em apoteose com 2 temas na voz de Alexander Stewart, o clássico “I've Got the World on a String” de Frank Sinatra e numa versão muito própria incluída no último disco do artista, “I Just Want To Make Love To You” de Etta James.

 

Reportagem e Fotografias: Paulo Homem de Melo

 

 

Golden Slumbers… as irmãs Falcão no Salão Brazil

Em 2013, as irmãs Cat e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projeto de folk Golden Slumbers, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras acústicas para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling.

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photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP “I Found The Key”, e o single “My Love Is Drunk”, tema integrado no Novos Talentos FNAC de 2014.

Lançaram em Fevereiro o álbum de estreia “The New Messiah”, onde é perceptível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards. A composição das músicas tornou-se mais complexa e os arranjos mais detalhados, e decidiram recrutar Benjamim para produzir o longa-duração.

 

Salão Brazil (Coimbra)

21 de Abril 2016 | 22.00h

São de Lisboa e chamam-se Urso Bardo

Chamam-se Urso Bardo e são de Lisboa e tocam música instrumental, é assim que se define a banda constituida por Ricardo Antunes (Bateria), Ricardo Canelas (Baixo), Filipe Palha (Guitarra), Tiago Pedroso (Guitarra)

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Sobre o seu percurso musical, nada melhor que o Uso Bardo se definir…

“Já todos fomos putos. Todos tivemos - e temos - outros projectos, musicais e profissionais. Enquanto músicos, somos assombrados por uma nuvem de impaciência que só se dissipa a tocar canções.

Primeiro houve a sorte de nos encontrarmos; depois veio a surpresa maravilhosa de juntos, sermos capazes de viajar. Aventurámo-nos o mais longe que sabíamos. Procurámos transcender todas as - nossas - fronteiras e escolhemos sempre correr riscos.

A nossa música descreve essa viagem. É a nossa própria banda sonora para uma road trip sem mapa, através de um território novo, que estranhamente, nos é muito familiar”.

 

 

Lançaram o seu disco homónimo de estreia no passado mês de Março, uma produção WH! & Raging Planet

Elias lança disco de estreia “Talvez Queiras Ficar” a 29 de Abril

Elias é um sinal de uma geração que foi educada na imensa fonte pop-rock, com derivações mais acústicas e folk no seu caso específico, mas cujas referências assentam na língua que Camões ofereceu ao mundo. E, como todos bem sabemos, “amo-te” e “I love you” não rimam da mesma maneira.

elias2.jpgphoto: Elias

 

Álvaro Costa enquadrou-o bem quando o apresentou, num dos seus programas da RTP, como alguém “a meio caminho entre António Variações e os Rolling Stones”, um amplo terreno que Elias explora com autoridade, inteligência, humor e refinamento em “Talvez Queiras Ficar”, o seu trabalho de estreia em formato grande.

Vindo do Porto, terra de muitas mais referências evidentes, de Rui Reininho e Manel Cruz em diante, Elias conquistou para a produção do seu primeiro álbum Nuno Mendes, homem que já assumiu a mesa de mistura em trabalhos de Best Youth ou Salto e que garante aqui a dose certa de século XXI. Pelos recantos melódicos e rítmicos do álbum passam depois experientes convidados como António Serginho (Retimbrar, Foge Foge Bandido), Eurico Amorim (Supernada, Pedro Abrunhosa), Tito Romão (Salto, Best Youth) e o saxofonista João Guimarães.

O trunfo principal, no entanto, talvez esteja mesmo na ponta da caneta e da língua de Elias: canções com alma, sem serem fadistas, com poesia, sem serem difíceis, com ideias novas, sem serem complicadas. Canções que têm estofo de rádio, que conseguem pôr-nos a sorrir ou a pensar ou até a fazer tudo isso ao mesmo tempo. Já o conhecíamos de temas como “Cientista Profissional” ou “Quem te Disse?”, mas na sua bagagem há muitas outras pérolas prontas para serem descobertas pelos nossos ouvidos. “Talvez Queiras Ficar” será talvez a primeira que todos vamos aprender: antecipa já em Abril a edição do álbum.

 

A capacidade de escrita, de surpresa, de interpretação, tem outros bónus em Elias, que também imagina e realiza vídeos, sempre com conceitos que apanham os nossos olhos desprevenidos e se revelam sintomas de uma mente irrequieta e criativa, que acredita que não há forma que não se encaixe. Basta um bocadinho de jeito. E alguma arte. Ponham o disco a tocar: talvez queiram ficar...

 

Concertos de apresentação…

 

Casa da Música (Porto)

19 de Maio 2016

 

Time Out Mercado da Ribeira (Lisboa)

21 de Maio 2016

 

“Nozes a quem não tem dentes” reflete sobre o livre arbítrio no CCVF

Esta sexta-feira, 22 de abril, às 22h00, a companhia portuense Erva Daninha apresenta o espetáculo “Nozes a quem não tem dentes” no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. O circo contemporâneo é a linguagem que dá corpo a uma peça provocante que nos faz pensar sobre a importância das oportunidades e o poder das escolhas.

CZ4B0167.jpgphoto: Promo /DR

 

Encontramo-nos num universo ficcional onde três figuras do mundo real vivem um momento de fantasia. Estranhos numa terra estranha, acabados de chegar ou prontos para partir. Um campo de sacos cheios de memórias onde a vida se refugia ou fica presa. Uma viagem onde tudo começa e acaba, instigados pela motivação, manipulação, a sensação de liberdade, a cegueira, a vertigem e o abismo da solidão.

Baseado na sabedoria popular, em “Nozes a que não tem dentes” há um pensamento sobre esta ideia de que há oportunidades que não sabemos ou não podemos aproveitar. O poder que temos sobre o nosso destino, se as escolhas dependem exclusivamente de nós e se verdadeiramente fazemos escolhas. “Nozes a que não tem dentes” procura indagar se o acesso às coisas e o poder decisório poderão ser condicionados pelo estatuto social, pela religião, o género, os conflitos. Partindo de uma perspetiva simbólica e irónica dos acontecimentos mundiais que nos inquietam, procura-se uma reflexão sobre o livre arbítrio. O que nos motiva, o que nos move?

CZ4B0692.jpgphoto: Promo /DR

 

Um universo intimista, poético e provocador onde o circo surge como expressão do risco e do desafio na comunicação do corpo e do seu movimento. Malabarismo, manipulação de objetos, acrobacia aérea são algumas das disciplinas que compõem este espetáculo de circo contemporâneo tragicómico. Estaremos todos nós no sítio certo à hora certa?

A companhia Erva Daninha tem como missão a criação de circo contemporâneo explorando o diálogo entre diferentes expressões das artes performativas. Desde 2009, o trabalho da companhia centra-se na investigação de novas formas de fazer e apresentar circo, procurando elevar o virtuosismo a uma forma de comunicação de ideias e emoções. A equipa artística que faz a Erva Daninha é uma simbiose entre profissionais de circo, teatro, dança e música. Um cruzamento de pessoas e disciplinas que tornam este circo particular, laboratorial, subversivo e provocador, inspirado na vida real.

 

Pequeno Auditório / Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

22 de Abril 2016 | 22.00h

Enter the Void LIVE faz a festa nos 3 pisos do Pitch Club (Porto)

Tudo vai acontecer já no dia 22 de Abril. O Pitch, club situado na Rua Passos Manuel no Porto, terá três pisos a funcionar num evento com várias parcerias que formam um autêntico micro-festival com vários DJ sets e concertos entre as sonoridades do Hip Hop (na cave) e Electrónica (presente nos pisos 0 e 1).

888.pngNo piso 1, I-gore e SIMºNE farão DJ set em b2b, uma escolha habitual que marca presença nas sextas-feiras do Pitch, organizadas pela Enter the Void, promotora encabeçada por Simone Francisco e Inês Pando e que estão também responsáveis pelo evento do próximo dia 22. As parcerias entre a Biruta, a Meifumado Fonogramas, Mano A Mano, a Op \/\/\ Amp, a 1980 e a Omega 3 RUM, irão decorrer no piso 0 e na cave do PITCH c/ vários concertos e DJ Sets.

 

Piso 1:

Enter the Void: I-gore e SIMºNE (b2b)

 

Piso 0 (Clube) :

Parceria: OpAmp | 1980 | Omega 3 RUM

Mike Bek (OpAmp)

Klipar (OpAmp)

JEPE(OpAmp)

Nave Mãe (1980)

King Fu (RUM / Omega 3)

 

Cave do Pitch:

Parceria: Biruta | Mano a Mano

Blasph & Beware Jack apresentam o álbum "Oprocesso" (Live)

Kap estreia novo formato live c/ temas do álbum "Do Nada Nasce Tudo" (Live)

SPOT (DJ set)

“Just like fire” é o novo single de P!nk e faz parte da banda sonora “Alice Through the Looking Glass”

Just Like Fire” foi co-escrito por P!nk, Max Martin, Shellback e Oscar Holter, e produzido por Martin, Shellback e Holter especificamente para o filme da Disney “Alice Through the Looking Glass”

P!NK JustLikeFire single - P!NK.jpgDesde a sua estreia em 2000, P!nk (Alecia Moore) lançou sete discos, vendeu mais de 60 milhões de álbuns, mais de 130 milhões de singles, mais de 2.4 milhões de DVD em todo o mundo e teve 14 singles no top 10 da Tabela Billboard Hot 100 (quatro deles em #1).

Adicionalmente, P!nk recebeu três GRAMMY® , três Billboard Music Awards, seis MTV Video Music Awards, dois MTV Europe Awards, dois People’s Choice Awards e foi nomeada pela Billboard “Woman of the Year”, em 2013.  A sua The Truth About Love World Tour contemplou 142 concertos em 13 países. No Outono de 2014, P!nk lançou um projecto paralelo com o cantor e compositor Dallas Green, intitulado You+Me.

O álbum, “rose ave.”, estreou no #1 da Tabela de álbuns Folk da Billboard e em #2 na Tabela Digital de álbuns da Billboard. Em 2015, P!nk tornou-se na mais recente embaixadora da UNICEF e é também uma forte apoiante de várias instituições como: Make a Wish Foundation, Autism Speaks, Human Rights Campaign e No Kid Hungry. 

Actualmente é porta-voz da Covergirl, e estreou-se recentemente na representação em Thanks for Sharing (Lionsgate), ao lado de nomes como Gwyneth Paltrow e Mark Ruffalo.

E do Brasil chega Edgar Parobé que acaba de lançar “Gaiah”...

O músico brasileiro Edgar Parobé acaba de lançar “Gaiah”, o segundo single do seu último EP, “O Que Há de Bom”, lançado em outubro passado com o selo da Music In My Soul. “Gaiah” sucede assim ao cartão de visita “Cantar”, mais um encontro ameno entre as sonoridades reggae, rock, soul e bossa nova que marcam este último trabalho do cantautor natural de Rio Grande

Edgar Parobé_promo.jpgphoto: Promo /DR

 

Edgar Parobé é um compositor e intérprete brasileiro que começou a sua carreira em 2001, na cidade de Rio Grande, quando montou com amigos a extinta banda de covers Absence Soul. Desde então veio desenvolvendo a sua arte em outras bandas da cena local como Nostradamus, Estrada, Dope e Lucíola. Participou em eventos locais como Novos Talentos do SESI em 2006, ganhando o prémio de melhor música com a banda Nostradamus e a FEARG/FECIS, nos anos de 2007, 2008.

Em meados de 2008 fundou a banda Resgate Kamikaze, na qual foram produzidos cerca de 15 temas autorais num estilo derivativo do rock e reggae. Destacam-se os temas “Império Contra-Ataca” e “A Sombra da Fumaça”. muito apreciados pelos media brasileiros.

 

 

Em Porto Alegre, o músico já passou por diversos eventos e concertos, entre eles: Casa de Teatro de Porto Alegre, Garagem Hermética, CCMQ, Bar do Marinho, Paraphernalia Bar, Cabaré do Verbo, Café do SESC, Meme, entre outros. Ao lado de Cláudio Pereira produziu, em 2013, o seu primeiro EP com o título “Felicidade No Ar”, de onde resultaram temas como “Folk Blue” e “Tudo Bem”. Em Outubro passado lançou através da Music In My Soul o seu novo EP “O Que Há De Bom”, que junta algumas das composições que tem vindo a construir nos últimos tempos e do qual já foi extraído o single “Cantar”.

 

Pedro Balse em concerto no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre

O músico Pedro Balse subirá ao palco do Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre no próximo dia 23 de abril, pelas 22h. O compositor da terra será acompanhado pela sua World Chill Band, sendo que estarão em destaque as canções dos seus dois álbuns, “World Chill” (2012) e “Places” (2014), num espectáculo inserido na comemoração dos 10 anos de actividade do CAE Portalegre

pedrobalse_cartaz concerto.pngPedro Balse nasceu em Portalegre, em 1972, e durante a adolescência pertenceu a diversas bandas, como baterista e baixista. Em 1996, terminou a licenciatura em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e hoje trabalha como professor de música, em Sintra.

A necessidade de se dedicar à composição surgiu em 2011, altura em que começou a criar o seu próprio estúdio. Em dezembro de 2012 editou o seu primeiro trabalho, “World Chill” – trata-se de uma nova sonoridade, uma fusão de acústico com eletrónico, numa mistura de world music com chillout/lounge.

Em novembro de 2014 editou o seu segundo álbum, “Places”, numa continuação da viagem iniciada em 2012, um trabalho claramente influenciado pela sua formação clássica, que conta com 47 participações especiais e do qual foram extraídos os singles “Bella Firenze” e “Palos de Mirandum”.

 

Nas palavras do jornalista e comentador Nuno Rogeiro, “o português Pedro Balse investe, sensivelmente, na música ambiental topográfica”. Na generalidade, a música de Pedro Balse é relaxante. Pretende proporcionar bem-estar aos ouvintes. E pretende, também, ser uma viagem imaginária, através de temas com influências de vários locais no mundo... de Buenos Aires a Lisboa, passando por Paris, Andaluzia, Dubai, Rio de Janeiro, Himalaias, Irlanda, Marrocos, etc.

 

Centro de Artes do Espectáculo (Portalegre)

23 de Abril 2016 | 22.00h

Sean Riley & The Slowriders no NOS Alive’16

Sean Riley & The Slowriders atuam dia 7 de julho no NOS Alive. O grupo apresentará ao vivo no Palco Heineken os novos temas que compõem o mais recente álbum de originais, homónimo, que esta semana entrou directamente para o 4.º lugar do Top Nacional de Vendas.

IMG_20160207_0018_PROMO.jpgphoto: Promo /DR

 

Deste novo trabalho são já conhecidos os singles “Dili”, tema escolhido como banda sonora da campanha promocional do Banco CTT  e “Greetings”, em estreia esta semana nas rádios nacionais.

De certa forma, este é o disco mais direto do ponto de vista da criação, uma homenagem ao espírito impulsionador das primeiras gravações. Por outro lado, nunca nenhum disco de Sean Riley & The Slowriders foi tão conceptual, seguindo por novos caminhos sem nunca perder de vista a essência da banda.

"The Rolling Stone's Mick Jagger looks cheery after watching his stunning protege Ana Moura perform at her London concert"

No dia em que entrou para o primeiro lugar do top nacional de vendas e que soube estar nomeada nas categorias de Melhor Intérprete Individual e Melhor Canção para a edição deste ano dos Globos de Ouro, Ana Moura regressou aos palcos internacionais e actuou em Londres, no Cadogan Hall.

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O concerto, integrado na "Tour Moura", há muito esgotado, contou com José Mourinho e Mick Jagger na plateia. O sucesso da fadista portuguesa em Londres já obrigou à marcação de um novo concerto, desta vez no mítico Barbican Centre, a 26 de Setembro, e que deverá esgotar também em breve.

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Depois de actuar para mais de 20.000 pessoas nas maiores salas portuguesas, Ana Moura continua a digressão pelos mais prestigiados palcos do mundo e de Londres segue para os EUA, onde actuará em várias cidades, com destaque para o concerto em Nova Iorque, já esgotado, no mítico Carnegie Hall, a 26 de Abril.

 

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-3549365/The-Rolling-Stone-s-Mick-Jagger-enjoys-evening-stunning-Portuguese-protege-Ana-Moura.html

Festival Literário da Madeira (FLM) encerra com número recorde de visitantes e anuncia tema da próxima edição

A 6ª edição do Festival Literário da Madeira (FLM), que decorreu entre 11 e 16 de abril, em vários locais da ilha da Madeira, terminou com "um balanço verdadeiramente extraordinário", como destacou Francesco Valentini, director-geral da Nova Delphi, promotora do evento.

DSC_3322.jpgphoto: FLM /DR

 

Cerca de 5000 pessoas assistiram às várias iniciativas que integraram a programação do FLM, como debates, lançamentos, sessões de autógrafos, concertos, conferências e apresentações em escolas.

Foram mais de 60 participantes vindos de diferentes partes do mundo que, durante 6 dias, fizeram da ilha da Madeira um palco de diálogos e partilha de conhecimento.

A realização do FLM foi possível graças às parcerias estabelecidas com a Câmara Municipal do Funchal e a Secretaria Regional de Economia, Turismo e Cultura, aos quais agradece, assim como aos patrocinadores e parceiros de media, aos autores e moderadores, aos jornalistas, voluntários, ao público e a todos os madeirenses, que desde a primeira edição abraçaram o evento.

 

O FLM regressa em 2017, em data a anunciar, com o tema "A Literatura e a Web - entre o Medo e a Liberdade".