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Glam Magazine

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Concurso de música Amanha-te já escolheu finalistas…

Chegou ao fim a 1º fase de competição do Amanha-te 2016!

Dividida por três sessões a 2ª edição do concurso de música Amanha-te, fica marcada pelo muito público que passou pela Casa do Povo de Ovar para ouvir e conhecer as 9 propostas musicais a concurso.

Amanha-te.jpgPhoto: Amanha-te /DR

 

Sobe o tema da Art work, o Amanha-te teve nas sextas feiras anteriores aos dias dedicados á competição, espaço para conversas exploratórias sobre fotografia com Vera Marmelo, vídeo com o documentarista Eduardo Morais e ilustração com Inês Caldas da Ic Illustracion. A banda sonora destas sextas-feiras este a cargo de A Boy Named Sue, Nunchuck & lena Huracán e Gil Godinho do programa Pop Art da Radio AVfm.

Amanha-te (5).jpgPhoto: Amanha-te /DR

 

Pelo palco da Casa do Povo passaram Mplus, Rui Taipa, Hugo pé descalço, Five gallon Bottle, Alex Page e The OAFS que contribuírma para o sucesso da 2º edição e também pelo importante contributo para a promoção e divulgação da nova musica portuguesa!

Amanha-te (4).jpgPhoto: Amanha-te /DR

 

Dia 16 de Abril o centro de Arte de ovar abre as suas portas para a grande final do Amanha-te 2016. The Gypsies de Leça da Palmeira, Haema de Lisboa e Não Simao também de lisboa, são os três finalistas do Amanha-te 2016.

 

Centro de Arte (Ovar)

16 de Abril 2016

Sean Riley & The Slowriders apresentam hoje o novo single "Greetings"

Sean Riley & The Slowriders apresentam hoje o novo single "Greetings" que sucede a "Dili", no dia em que editam um novo álbum de originais, homónimo. Há uns anos, o grupo embarcou nesta viagem pelo sentimento que os une de criar música e editou 3 discos em menos de 4 anos. Sean Riley & The Slowriders pisaram quase todos os palcos que há para pisar de Norte a Sul do país, editaram internacionalmente e apresentaram a sua música inúmeras vezes fora de portas.

Image1.jpgApós a tour de promoção do último registo, quis o destino que todos os membros da banda se dedicassem a outros projetos. Até bater a saudade do que sentiam juntos. Daí aos telefones tocarem e começarem a surgir, de forma errática, algumas sessões de composição em longos fins-de-semana de comunhão, foi um segundo.

 

Aquele que viria a ser o próximo corpo de trabalho da banda ficou definido em meia dúzia dessas sessões. De forma rápida, intuitiva e, acima de tudo, livre de qualquer ideia preconcebida. Era necessário que assim fosse, a música uma vez mais a falar mais alto, para que tudo fizesse sentido. Explorar e seguir o instinto ao ritmo da máxima Beat/Budista "first thought, best thought". O quarto álbum, e o primeiro de um novo ciclo - encerrada a trilogia Farewell, Only Time Will Tell, It's Been a Long Night -, nasce dessa necessidade de comunicar notas e sentimentos da forma que Sean Riley & The Slowriders o fazem. É um mergulho no desconhecido, com os pés bem assentes em terra firme.

 

De certa forma, este é o disco mais direto do ponto de vista da criação, uma homenagem ao espírito impulsionador das primeiras gravações. Por outro lado, nunca nenhum disco de Sean Riley & The Slowriders foi tão conceptual, seguindo por novos caminhos sem nunca perder de vista a essência da banda.

 

E se três anos são uma sabática considerável, a noção de tempo é sempre assente numa perspectiva subjectiva. E esta é uma banda que nunca pertenceu a um tempo. Nem ao seu nem a nenhum outro.

 

Próximos concertos:

28 de Maio 2016 - Festival A Leste (Funchal)

17 de Junho 2016 - Cine Teatro Avenida

Witness My Fall apresentam album de estreia “Rise” em digressão

O início do Ano de 2015 marca o nascimento dos Witness My Fall, com epicentro em Almada. Com uma formação de músicos experientes (ex Low Torque, Fuzzdrivers, Vertical Transmission, Blaze, Switchtense) encontram no rock energético, coeso e melódico que praticam a forma de transmitir uma mensagem emocional de redenção e superação.

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Em Outubro de 2015 editam o álbum “Rise”, tendo como produtor Wilson Silva dos More Than a Thousand, com excelente recepção do público e crítica.

 

Os Witness My Fall encontram-se em tour de promoção do Álbum com mais de 15 datas, entre as quais Santiago Alquimista, RCA, Sabotage, Tokio, Musicbox, Cine Incrível, FNACs, Festival de Musica Moderna dos Olivais, ACOI, Festival Ribarock, Festival 25 Abril a Abrir, etc…

Os Witness My Fall são constituídos por Emidio Santos (Voz & Guitarra), Pedro Almeida (Guitarra), Luis Fernandes (Baixo) e Isaac Sena Zak (Bateria)

 

16 de Abril 2016 - Vialonga Fest
29 de Abril 2016 - Another Place (Almada)

Festival de Jazz de Valado dos Frades… Mano a Mano

Assim se definem os Mano a Mano

man.jpgPhoto: Promo /DR

 

“Desde há algum tempo, apesar dos 10 anos que nos separam, que nos habituámos a tocar em duo. Ainda na Madeira era comum nos juntarmos a tocar, logo desde o 1º momento em que o mais novo começou a tocar guitarra, acompanhado o sénior no repertório típico de “jam session”.

Uns anos mais tarde fizemos a nossa 1ª apresentação ao vivo. A partir daí outras se seguiram, em palcos como: Hot Clube, Ondajazz, Scat Funchal Music Club, Silvana (NY), Rockwood Music Hall (NY), Jazz na Cidade (Évora), entre outros. Este projecto foi gravado em CD.”

 

Concerto integrado no Festival de Jazz de Valado dos Frades.

 

Bruno Santos e André Santos: guitarra

António Quintino: contrabaixo

Luís Candeias: bateria

 

Sala BIR (Valado dos Frades / Nazaré)

9 de Abril 2016 | 22.00h

Kassé Mady Diabaté na Culturgest…

Kassé Mady Diabaté pertence à família dos griots mais reputada do país mandinga. O Império Mandinga remonta ao século XIII e a música, e os griots que a praticavam ao mesmo tempo que transmitiam as memórias ancestrais, foram muito importantes para a coesão desse vasto reino da África Ocidental. Kassé, com sete anos, por causa da qualidade da sua voz, foi considerado pelos mais velhos como o herdeiro, a reencarnação, do seu avô "Jeli Fama" ("O Grande Griot"). A sua carreira já tem 50 anos, esteve em todos os projetos musicais mais inovadores do Mali. Uma extensa discografia testemunha-o. Salif Keita proclamou-o "o maior cantor do Mali".

kassemdiabate@2x.jpgPhoto: Manuel Lagos Cid

 

O concerto começou na amizade entre o violoncelista francês Vincent Segal e o tocador de corá Ballaké Sissoko. O duo gravou dois CDs afamados. Esteve na Fundação Gulbenkian em janeiro de 2011 e continua a apresentar-se em todo o mundo.

 

Admiradores, há muito, de Kassé Mady, os dois músicos sonhavam com um projeto em que o cantor fosse o personagem principal. Juntaram mais dois solistas tocadores de instrumentos tradicionais (n'goni e balafon), amigos de infância e herdeiros de grandes linhagens de músicos, e gravaram Kiriké, um álbum onde estes músicos excecionais dão largas à sua arte. O "homem com voz de veludo" reinventa-se. Como um velho camponês que resmunga no extremo do seu pedaço de terra.

 

O concerto é baseado nesse CD, muito apreciado pela crítica (a revista Songlines, especializada em música do mundo, escolheu-o como álbum do ano de 2014). Mas sem a presença do violoncelista francês.

 

Culturgest (Lisboa)

13 de Abril 2016 | 21.30h

O UM AO MOLHE chega a Évora este sábado…

O UM AO MOLHE é o primeiro festival nacional itinerante de One-Man-Bands.

Durante três meses, de Fevereiro a Abril, vai fazer-se à estrada com o cubo, dando boleia a vários artistas e passando por vários pontos do país.

A data de Évora acolhe 4 nomes de uma só assentada. Mahogany, Alek Rein, Jacketx e Oroboro são os projetos escolhidos pela Pointlist para atuarem na Sociedade Harmonia Eborense, a partir das 16:30, mas o evento estende-se pela noite fora.

um.jpgMahogany… O que começou como um teste de reverberação virou uma composição e inspirou um conceito. Em “a house in iceland”, Duarte Ferreira procura distinguir o genuíno do artificial, um exercício platónico, através de composições texturais e ambientais. Num cenário em que os álbuns se apresentam como coleções de singles. Mahogany prefere a narrativa, traçando uma viagem tão alegórica quanto real. Gravado num estúdio improvisado no seu quarto, de frente para uma estante com livros, álbuns e filmes, as gravações não escondem os passos, os sons da cadeira ou da roupa contra o corpo da guitarra, a que se juntam a reverberação e o lo-fi e fragmentos de Frank Lloyd Wright, John Coltrane e Manoel de Oliveira, entre outros.

 

Alek Rein, alter-ego de Alexandre Rendeiro, surpreendeu-nos com "Gemini", EP de inspiradíssimo psicadelismo. É o primeiro registo de um videasta, músico e artista plástico de 21 anos. E é prenúncio de algo em grande. "O Alek Rein é um gajo do campo, da folk, e essa não é a minha vida. A dele é mais bucólica que a minha, e ele é um tipo que anda em aventuras. Eu não. Eu ando aqui na minha seca de vida urbana". A declaração é de Alexandre Rendeiro, 21 anos, licenciado da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Alek Rein, o tipo de quem fala, é o autor de "Gemini", EP de cinco canções, cinco canções de inspiradíssimo psicadelismo folk, ora em movimento encantatório eléctrico-opiáceo, ora eufórico-telúrico (erguem-se timbalões e guitarras acústicas), que nos caiu em cima. Alexandre Rendeiro é Alek Rein. Imaginou-o como projeto artístico, misto de heterónimo à Fernando Pessoa (com Syd Barrett no horizonte) e de alter-ego à Ziggy Stardust (sem fatiota glam). Um músico que Rendeiro lançasse ao mundo para o ver construir-se, canção após canção, concerto a concerto.

 

Jacketx nasce em Vila Real em 2013 pelas mãos de Francisco Lima. O objetivo é o de conseguir fazer música sozinho através da improvisação e experimentação de vários componentes ao mesmo tempo, usando o pirateamento de influências e elementos e abordando campos musicais que vão da electrónica à música experimental e psicadélica. Conta já com vários registos gravados: "Dead Fish" e "Psychography" (2013), "SeaFuzz" (2014) e "1zero1zero [live@matadouro]", "Colateral" e "Modular Geometric Origami" (2015)

 

Oroboro é um projeto que explora vários universos sonoros, sem limitações criativas. Estreou-se em palco a Junho de 2014, e está atualmente em gravações a preparar a sua estreia discográfica. Define-se como punk-fado-psicadélico que cria música para planar, cair e partir ossos. Dependendo das ocasiões e dos palcos, ora se apresenta como homem-banda, ora se apresenta como duo de guitarra e bateria.

 

Organização… Antes Cowboy Que Toureiro / Pointlist / Sociedade Harmonia Eborense

 

Sociedade Harmonia Eborense (Évora)

9 de Abril 2016

Friday Chic Gin… novidade de Portugal para o Mundo… Um gin eclético capaz de agradar a gregos e a troianos

Friday Chic Gin, um (novo) gin português recentemente chegado ao mercado nacional, depois de um soft launch em Londres, o feroz palco dos mais famosos gins. Provado e aprovado pela crítica, é chic, cosmopolita e contemporâneo. A suavidade no palato e a elegância na imagem conferem-lhe um perfil eclético, capaz de agradar aos mais acérrimos gin lovers, mas também a quem agora se inicia no gin.

Friday Chic Gin_3 BR.jpgPhoto: Promocional

 

São cinco os botânicos que o compõem: zimbro, cardamomo, pétalas de rosa, flor de laranjeira, infusão de frutas tropicais e folha de videira de Baga, a casta rainha da Bairrada, berço do Friday Chic Gin. Nota para o facto de ser produzido em ambiente vitivinícola e com recurso às excelentes águas que brotam nas Termas da Curia, em Anadia. O Friday Chic Gin é floral e frutado, revelando ligeiras notas cítricas que advêm da flor de laranjeira e nuances de frutas tropicais, como maracujá, manga e papaia. A folha de videira confere-lhe um toque ligeiramente adstringente, típico da Baga, característica que é equilibrada pelo zimbro e pelo cardamomo. Tem um final de boca macio e suave, influenciado pelas pétalas de rosa.

Friday Chic Gin_2 BR.jpg Photo: Promocional

 

Distingue-se dos demais pela sua notória suavidade, do nariz à boca, num claro "piscar de olhos" aos consumidores menos ortodoxos. Com um perfil gustativo alargado, adapta-se a uma grande variedade de cocktails, cumprindo igualmente o desafio de se beber puro ou com água lisa. É também um excelente parceiro à mesa, a acompanhar refeições. Um gin que veio para dar asas à criatividade e imaginação de quem o prepara.

Friday Chic Gin_Garrafa.jpgFriday Chic Gin… elegância do produto à identidade

 

O investimento na criação de um gin de elevada qualidade e perfil singular e eclético estendeu-se do produto à identidade. Idealizado e produzido em Portugal, a “roupagem” do Friday Chic Gin é bastante internacional. O conceito e o design da garrafa tem a assinatura de um dos mais conceituados gabinetes da Europa, com o intuito de ser também uma bonita peça decorativa. A garrafa é produzida em Espanha, de onde viaja até à Polónia para ser pintada; a tampa, em madeira preta e branca e serigrafada a laser, vem de Itália. De Portugal para ícone mundial do gin, é esse o objectivo da empresa de bebidas Caves da Montanha, produtora do Friday Chic Gin. Com mais de 70 anos de história é detentora de uma vasta experiência na destilação de bebidas, entre elas o gin. Chegou a produzir com marca própria – Montanha Dry Gin -, estratégia que foi substituída pela produção para outras empresas, cujas marcas se impõem actualmente no mercado.

 

Alberto Henriques, director geral e representante da 4.ª geração da família criadora e proprietária da Caves da Montanha, afirma que “só agora encontrámos a “fórmula” com a qualidade procurada! Foram vários os anos experimentação, até conseguirmos alcançar o conceito desejado, onde se engloba o produto e imagem do Friday Chic Gin. O gestor acrescenta ainda que “foi uma coincidência, mas o timing de lançamento, o ano de 2016, parece adivinhar bons auspícios, sendo enaltecido o número 6, presente na identidade como símbolo de representação do dia da semana”.

Do Brasil o metal dos Maldita chega agora à Europa…

Os Maldita têm um novo disco. Intitulado “Strangers In a Strange Land”, já está disponível no Brasil desde o passado dia 23 de Fevereiro, chega agora ao mercado europeu com o selo da Music In My Soul. Este novo trabalho da banda carioca de metal é composto por 14 temas, incluindo os já conhecidos singles de avanço “Sacrifice (You Are One)” e “La Belle Indifférence”.

Maldita_promo.jpgPhoto: Promo /DR

 

Os Maldita são uma banda de metal alternativo/industrial, naturais do Brasil, oriundos da cidade do Rio de Janeiro. Formados em meados de 2001, têm como atual formação Erich (Voz), Fernando (Voz), Lereu (Guitarras), Magrão (Baixo) e Vidaut (Bateria). O primeiro álbum da banda, “Mortos ao Amanhecer”, foi lançado em 2005 e apresentado na sua primeira tournée pelo Brasil que totalizou 53 concertos. Já em 2007 lançam o seu segundo álbum intitulado “Paraíso Perdido”, gravam o vídeo e documentário “Bastárdos da

América” e participam em vários festivais independentes acabando, posteriormente, por abrir os concertos de Marilyn Manson no Brasil. Em 2009 conquistam a Europa com a sua tournée “Beyond The Chaos Tour” presenteando-nos com 12 concertos. No mesmo ano o seu segundo álbum intitulado “Paraíso Perdido”, gravam o vídeo e documentário “Bastárdos da América” e participam em vários festivais independentes acabando, posteriormente, por abrir os concertos de Marilyn Manson no Brasil. Em 2009 conquistam a Europa com a sua tournée “Beyond The Chaos Tour” presenteando-nos com 12 concertos. No mesmo ano sobem ao palco do Festival Maquinaria ao lado de Faith No More, Deftones, Jane’s Addiction, Sepultura, Nação Zumbi e Suicidal Tendencies.

No ano seguinte participam no programa Estilos Brasil apresentado por Andreas Kisser (Sepultura) e apresentam o seu terceiro álbum, “Nero”, cuja produção foi assinada por Stanley Soares, produtor de dois álbuns da banda Sepultura. Já bastante reconhecidos pelo público brasileiro amante de Rock, Metal, Gótico e Industrial, realizam a sua primeira grande tournée no nordeste brasileiro que incluiu 7 cidades. O ano de 2012 chegou com a apresentação do seu EP “Montagem”, nome inspirado nas influências facilmente percetíveis entre os ritmos tipicamente brasileiros e o rock mais pesado. No mesmo ano Fernando Braga (Crazy) torna-se oficialmente vocalista dos Maldita, a convite de Vidaut, e rumam à segunda tournée europeia de 40 dias.

2016 é o ano em que, através da Music In My Soul, os Maldita irão lançar o seu quarto álbum com o título “Strangers In A Strange Land” no mercado europeu.

Este álbum, que é seguramente o mais ambicioso trabalho da carreira da banda, pretende conquistar o público Europeu, mantendo o principal foco nos mercados de Portugal, Espanha e Reino Unido.

Festival Literário Infantil no arranque do Festival Literário da Madeira

Falsidade e Verdade na Ficção Literária é o mote para uma semana de encontros, debates, espetáculos, sessões de autógrafos, e muitos outros momentos que este festival proporciona em vários pontos da ilha da Madeira, entre 11 e 16 de Abril.

bannerfli.pngComo vem sendo tradição, os primeiros dias do Festival Literário da Madeira (FLM) são dedicados ao Festival Literário Infantil (FLI), lançado na edição do FLM de 2013.

 

O FLI é dedicado aos mais pequenos e tem por objetivos desenvolver o gosto pela leitura, proporcionar o contacto direto com os escritores e dar espaço à liberdade criativa.

Durante dois dias crianças e jovens têm a oportunidade de contactar diretamente com autores através de encontros e apresentações em escolas e bibliotecas. Quanto à programação no Teatro Baltazar Dias, a edição deste ano inclui a apresentação do livro “Artolas Artimanhas”, de Helena Camacho e Nelson Henriques. Para pais e educadores, é proposto uma conversa a partir da frase Todas as crianças do Mundo devem ser concebidas como seres nascidos para ler (Lídia Jorge) com Sandro William Junqueira, Graça Alves, Carla Maia de Almeida e Gabriela Ruivo Trindade, moderada por Manuela Ribeiro.

Festival de Jazz de Valado dos Frades… “Metamorphosis”… Gileno Santana

Com “Metamorphosis”, disco de uma inteligente e saborosa fusão jazz-rock, Gileno Santana chega, finalmente, ao primeiro plano, não mais será possível desconsiderá-lo depois de um feito como este.

gileno.jpgA abertura faz-se no limiar do silêncio, com electrónica, e quando o trompete toca, as conotações "milesianas" quase nos fariam suspeitar de que se trata de mais um discípulo do génio que esteve na origem de várias frentes históricas do jazz. Mas não: quando se chega a “I’m Not Miles” já as semelhanças com o tão copiado Davis estão totalmente dissipadas.

Concerto integrado no Festival de Jazz de Valado dos Frades.

 

Gileno Santana: trompete

Sérgio Alves: teclados

Pedro Peixe: guitarra

Sérgio Marques: baixo

José Marrucho: bateria

 

Sala BIR (Valado dos Frades / Nazaré)

8 de Abril 2016 | 22.00h

6ª edição do Festival Literário da Madeira em contagem decrescente

A partir do mote Falsidade e Verdade na Ficção Literária, a 6ª edição do Festival Literário da Madeira reúne mais de 60 participantes durante uma semana que se adivinha prolífica.

cartazpalma.pngEntre 11 e 16 de Abril o FLM apresenta um diversificado programa, em que inclui o Festival Literário Infantil, a sessão de abertura, conversas sobre temas como alteridade, edição, religião, cinema, biografia e direitos humanos, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, concertos, apresentações, conferências, entre muitos outros momentos imperdíveis que fazem do FLM um festival de referência no panorama cultural português.

 

O concerto de Jorge Palma agendado para o dia 15 de abril, no Teatro Municipal Baltazar Dias, encontra-se esgotado. De forma a satisfazer todos os interessados, foi marcado um espectáculo extra para o dia 14 de abril no mesmo local

“Lo Chiamavano Jeeg Robot”… o grande vencedor da 8 ½ Festa do Cinema Italiano

O grande vencedor da 9ª edição do 8 ½ Festa do Cinema Italiano é “Lo Chiamavano Jeeg Robot”, de Gabriele Mainetti. Duplamente premiado, o filme recebe o Prémio do Júri e o Prémio do Público Canais TVCine & Séries. Com interpretação de Claudio Santamaria e Luca Marinelli, que marcaram presença no festival, o filme que uniu crítica e público tornou-se já de culto em Itália. A história de um homem que ganha superpoderes e os utiliza na sua vida de delinquente, mas para o qual tudo muda quando conhece uma fã de banda desenhada japonesa que o compara ao herói Jeeg Robot.

Lo chiamavano Jeeg Robot03.jpgO júri da edição deste ano foi composto por Tiago Alves, jornalista e crítico de cinema e subdiretor de programas da Antena 1, João Monteiro, co-diretor do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa e Ronaldo Bonacchi, ator italiano, residente em Portugal há mais de 20 anos, que colaborou com Roberto Benigni em obras teatrais e participou em filmes de Fellini, Bertolucci ou Troisi. Os prémios foram anunciados durante a sessão de encerramento esgotada, no Cinema São Jorge, que incluiu a antestreia de “Quo Vado?”, de Genaro Nunziante, protagonizado por Checco Zalone, um recordista de bilheteira em Itália, onde triplicou as receitas do filme Star Wars.

Lo chiamavano Jeeg Robot02.jpgFazendo um balanço, Stefano Savio, diretor do festival, refere “as salas cheias, com várias sessões esgotadas e a aposta ganha na realização do festival num terceiro espaço, o cinema UCI – El Corte Inglés, com o qual pretendíamos aproximar-nos do público muitas vezes afastado do circuito dos festivais de cinema. O público manteve-se também fiel às salas habituais da Festa do Cinema Italiano: Cinema São Jorge e Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, que superou as nossas expectativas na homenagem a Ettore Scola, que continua até 11 de abril. Em termos de público, voltámos a aumentar uma vez mais. Partimos agora para mais cidades em Portugal, Angola, Moçambique e Brasil, onde levaremos o melhor do cinema italiano”.

 

O filme 8 ½, de Federico Fellini, em cópia restaurada e a exposição de fotografia 8 ½ - A Viagem de Fellini, com imagens de Gideon Bachmann captadas durante a rodagem da obra-prima de Fellini continuam até 14 de abril, no UCI – El Corte Inglés.

 

Depois de Lisboa, onde aconteceu de 30 de março a 7 de abril, a Festa do Cinema Italiano realiza-se noutras cidades portuguesas, bem como em Angola, Moçambique e Brasil. Assim, o festival acontecerá em Cascais (15 a 17 de abril), Coimbra (18 a 20 de abril), Porto (21 a 24 de abril), Elvas (29 e 30 de abril), Loulé (12 a 14 de maio), Caldas da Rainha (13 a 15 de maio), Évora (17 a 19 de maio), Guimarães (17 a 22 de maio), Aveiro (8 a 10 de maio), Maputo (16 a 20 de junho), Setúbal (11 a 13 de Agosto), Almada (25 e 26 de setembro, 2 e 16 de outubro), Beja, Funchal, entre outras a anunciar

Carla Pires novo disco "Aqui", hoje editado…

Aqui" é este lugar e é este tempo. É Lisboa, Portugal e o mundo vistos pelos olhos, e os sentidos, de uma fadista que canta o que é de hoje mas o que também é de ontem e de amanhã, o que é local e universal, o que nos une e nos separa, o que se deixou de celebrar mas que é cada vez mais necessário celebrar, lembrar e pensar. "Aqui", o novo disco da fadista Carla Pires, é um álbum de fado pleno e inteiro, sim, mas também um trabalho em que o fado se abre definitivamente a outros universos musicais que lhe são esteticamente próximos e a ideais que lhe são caros.

untitled.jpgEm "Aqui", Carla Pires recupera um fado clássico de Alfredo Marceneiro mas, acima de tudo, apresenta fados novos que sentiu ser urgente dar a conhecer, temas em que o fado se une naturalmente a outros géneros como o tango ou o samba e canções exteriores ao fado mas que com ele se casam, naturalmente, na voz de Carla Pires e nos instrumentos dos seus músicos. Para começar, "Utopia", de José Afonso, em que se celebra a igualdade, a solidariedade, a aceitação dos outros, do diferente, e a necessidade de se construírem pontes e não muros. Numa altura em que o mundo se debate com gravíssimas crises políticas e sociais - geradoras de intolerância e desprezo pela vida humana - é importante ouvir as palavras imortais de José Afonso: "Cidade sem muros nem ameias / Gente igual por dentro / Gente igual por fora...". Mas também a celebração da liberdade e da alegria que é "O Povo Canta na Rua" (marcha popular com música de Eduardo Paes Mamede para o histórico GAC – Vozes na Luta) ou a sublime visão do amor, amargo e doce, de "Cavalo à Solta" (Fernando Tordo e Ary dos Santos).

 

E o fado? Está aqui, sempre. Nesta sua releitura das canções já referidas. E nos fados que são fado mesmo. Fados que cantam a cidade de Lisboa, feminina, livre, diversa e onde tantas músicas se encontram com o fado: "Se Lisboa Sonhasse" (de José Manuel Coelho, que para Carla já tinha escrito "Canção do Vento e da Terra"), "Há Samba nas Colinas de Lisboa" (onde o poema de Paulo Abreu Lima encontra a música do luso-moçambicano Mingo Rangel), "Tango Quase Fado" (com poema de Rosa Lobato de Faria e música do guitarrista e compositor Mário Pacheco) e "Cidade Bela do Fado" (do enorme poeta David Mourão-Ferreira com, de novo, música de Mário Pacheco). Fados que cantam o amor, a paixão e a saudade: "Nos Rios Dessa Boca" (de Paulo Abreu Lima para música de António Zambujo), "Noites Perdidas" (com poema da própria Carla Pires em parceria com Carlos Leitão e música de Pedro Pinhal), "Voltar a Ser Criança" (com poema de Tiago Torres da Silva e música de outro grande cantautor português, Samuel Quedas). E um fado que nos relembra o passado do fado mas que também lança pontes com o presente: "Aqui", com música do lendário Alfredo Marceneiro (Fado Versículo) e letra de Carla Pires. Um poema, pessoalíssimo, em que neste "aqui" se juntam Lisboa, o amor e tudo o mais que ficou aqui atrás.

 

António Pires

 

Fotogaleria da apresentação do disco na Casa da Música aqui

Vinhos… Lavradores de Feitoria branco 2015… chega ao mercado depois de distinção internacional

Depois do crescimento na Noruega, com a introdução de uma nova referência,  o Cheda tinto, é do exterior que voltam a surgir “boas novas” sobre o projecto duriense Lavradores de Feitoria e seus vinhos. Acaba de ser divulgada a lista dos “50 Melhores Vinhos de Portugal para os EUA” e o ‘Lavradores de Feitoria branco 2014’ foi um dos eleitos. Uma excelente notícia que coincide com o lançamento da colheita de 2015, com um perfil idêntico ao do vencedor.

LavradoresDeFeitoriaDouroVB2015_72.jpg

 

Produzido com uvas das castas Malvasia Fina, Síria e Gouveio, provenientes das diferentes quintas que compõem a Lavradores de Feitoria – actualmente são 19, embora nem todas com castas brancas –, o ‘Lavradores de Feitoria branco 2015’ é um vinho de lote, com um perfil jovem, frutado e fresco. De fácil acesso no que toca aos pontos de venda, estando presente em garrafeiras e restaurantes. Na colheita de 2015, o Douro oferece-nos um vinho de cor palha limão, muito fresco e frutado. Os aromas são a citrinos, com apontamentos de alperce. No palato mantém-se a frescura e destaca-se a elegância. Harmonioso, apresenta uma acidez equilibrada, com fruta viva a lembrar líchias e ananás. No conjunto, revela um excelente contraste entre frutos citrinos e tropicais. Um branco que prima pela amplitude na harmonização, que vai desde saladas, sopas frias, peixes magros, mariscos, carnes brancas e massas com molho branco. É também uma boa escolha a solo, para refrescar os dias de calor que se adivinham!

 

Distinção nos ’50 Grandes Vinhos de Portugal para os EUA’ permite crescer neste mercado

 

Os Estados Unidos da América são um mercado prioritário para a Lavradores de Feitoria, em 2016. E digo são porque os diferentes estados têm que ser trabalhados, caso a caso, de forma autónoma. Com pouco mais de dez anos de internacionalização, os vinhos da Lavradores de Feitoria estão já presentes em oito estados. Acredito que esta distinção nos vá ajudar no trabalho de crescimento e consolidação.”, afirma Olga Martins, CEO e Directora Comercial da Lavradores de Feitoria. 

 

Citando o comunicado de imprensa da ViniPortugal, “de acordo com dados recentes, a exportação de vinhos portugueses para os EUA aumentou 16,3% em 2015, com os vinhos tranquilos a contribuírem para um crescimento de 22,6%. Um estudo recente do Wine Market Council revela que 25% dos compradores de vinho com mais elevada taxa de frequência, compram vinhos portugueses, estando 39% dessas compras associadas a Millennials, sugerindo um sucesso ainda maior dos vinhos portugueses em 2016”.

 

Esta “influente lista” surge no âmbito de um projecto mais alargado que a ViniPortugal promove há três anos nos EUA, sob o mote “50 Grandes Vinhos de Portugal para os EUA”, com o intuito de reforçar o conhecimento e a notoriedade dos vinhos portugueses junto dos consumidores e dos líderes de opinião norte-americanos, fortalecendo a afirmação da qualidade dos vinhos nacionais neste mercado.

 

A escolha dos vinhos coube a três Master Sommeliers americanos: Dennis Kelly, Madeline Triffon e Peter Granoff. Envolvido nesta iniciativa, cuja apresentação decorreu em Nova Iorque, está o também Master Sommelier Evan Goldstein, que afirma que esta lista é espelho, por si só, da grande variedade de vinhos produzidos no nosso país. "O painel dos três Master Sommeliers seleccionou uma lista inteligente, que sublinha as maiores forças de Portugal, a partir de castas autóctones de elevadíssimo valor", acrescenta.