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Glam Magazine

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Orquestra Jazz de Leiria + Tiago Bettencourt no Teatro José Lúcio

A Orquestra Jazz de Leiria surgiu em Fevereiro de 2011, e teve como principal objectivo juntar a comunidade jazzística de Leiria com o intuito de fazer um tipo de música diferente. Esta Orquestra junta músicos do distrito de Leiria, e é um projecto apoiado pela Câmara Municipal de Leiria e que tem como mentor o músico César Cardoso (professor na escola de Jazz do Hot Clube de Portugal).

De destacar a colaboração com Vânia Fernandes em 2012, a participação na 3ª edição do Festival “A Arte da Big Band” em Lisboa no ano de 2012, o concerto no dia da cidade de Leiria com David Fonseca em Maio 2013, o concerto em Janeiro 2014 com a cantora Maria João, em Novembro 2014 com Herman José e em Março 2015 com Luísa Sobral e Áurea em Novembro de 2015.

tiago.jpgPhoto: Promo /DR

 

Para este concerto, a OJL tem o prazer de convidar Tiago Bettencourt um cantor que dispensa apresentações e que tem vindo a fazer um percurso fantástico e que conta já com vários discos em seu nome. Este será um concerto que junta diversos universos musicais, que vai desde a música do Tiago ao longo destes anos de carreira e também de covers escolhidos para este espectáculo.

Todas estas músicas terão arranjos específicos e originais para a OJL e para este concerto. Concerto inédito a não perder.

 

Teatro José Lúcio (Leiria)

8 de Abril 2016 | 21.30h

“Sumba” de Tó Trips & João Doce no CineTeatro António Lamoso (Reportagem)

O disco que junta Tó Trips e João Doce, “Sumba” foi o mote do concerto que o CineTeatro António Lamoso apresentou na passada quarta-feira, 6 de Abril. Mais um concerto experiencia que levou perto de 2 centenas de pessoas literalmente ao palco do Auditório, para assistir a um concerto integrado na programação do segundo trimestre do CineTeatro.

001.jpgUm concerto 360º, que juntou o publico à volta dos artistas num ambiente intimista e descontraído. Foi nesse ambiente descontraído que Tó Trips e João Doce proporcionaram uma grande noite de música. A apresentação do disco “Sumba” revelou-se um sucesso sem precedentes para uma noite de quarta-feira, com um público que estava ali para ouvir boa música.

000.jpgFugindo da sua postura mais austera dos Dead Combo, Tó Trips brindou o público com um à vontade extraordinário, apesar da sua timidez, e com a colaboração de João Doce criou-se o ambiente mais integrado no contexto do concerto.

002.jpgO concerto abriu ao som de “First God”, seguindo-se o tema que dá titulo ao album “Sumba”. Ao longo do concerto foi um desfilar de canções, desconhecidas para a maior parte do público que ali se encontrava, mas que rapidamente encontrou um porto seguro.

004.jpgPelo meio algumas explicações mais ou menos curiosas sobre as musicas e sobre o titulo das mesmas. Titulos de canções dispersos de uma realidade, mas presentes na memória de “Sumba” e os sons mágicos originários da Makaka Island. O Imaginário serve como inspiração às sonoridades envolventes transmitidas por Tó, tanto com a sua guitarra tradicional como no uso da guitarra makaka. João Doce, com a sua mestria única na percussão, transporta o ambiente para os locais tão distantes mas que envolvem a deslocação marítima junto à costa da Ilha Makaka, como no tema “Migratória”. A participação do público foi sempre importante com João Doce a impor o ritmo e a “conduzir como uma orquestra” quem assistia ao concerto.

003.jpgForam cerca de 70 minutos de um concerto prolongado por mais alguns, primeiro por um encore programado, onde o duo trouxe um tema sem nome, a tal nova, e por um segundo encore não programado que e João aproveitaram para interpretar novamente… “aquela” música

 

Uma aposta ganha para uma noite de quarta-feira num concerto único que juntou em palco público e artistas. De realçar que o disco “Sumba” esteve disponível antes da sua edição para quem quis levar para casa, a música da Ilha Makaka

 

Alinhamento:

- First God

- Sumba

- Danças

- Baia das negras

- Cuca

- Makumba das Fonças

- Pedra Lume

- Migratória

- Primitiva

- Suva Blues

Encore

- “Música sem nome / nova”

Encore 2

- “aquela música”

 

Fotografias e Reportagem: Paulo Homem de Melo

 

Expensive Soul… “Ao Vivo Nos Coliseus” numa pen…

Raros têm sido os músicos portugueses com o atrevimento de pensar “out of the box” relativamente à forma como a sua obra chega ao público. Habituados que estão a trilhar o seu caminho com independência, os Expensive Soul são dos poucos que o têm feito.

es.jpgMais uma vez, a pensar diferente para ir ao encontro do seu público, os Expensive Soul se atrevem a experimentar em Portugal a edição discográfica num suporte diferente. Há hoje fãs dos Expensive Soul que nunca ouviram um CD mas que usam regularmente os meios digitais para consumir música.

Ao Vivo Nos Coliseus” chega ao mercado a 15 de Abril num “Concert Stick USB“, suporte mais conhecido como Pen. Não há geração consumidora de música que não veja utilidade e não tenha ainda manuseado este suporte físico da era digital. Usá-lo para distribuir música é algo que já se vai vendo com cada vez mais frequência em vários mercados internacionais. Em Portugal é ainda território praticamente virgem. Território que os Expensive desbravam sem medos. Porque sempre tiveram coragem de pensar “out of the box”.

15 de Abril é também o dia em que os Expensive Soul abrem a sua loja online, onde podem encontrar à venda todos os artigos dos Expensive Soul e em primeira mão o Vinil duplo de “Sonhador” que só será comercializado na loja

Festival Santos da Casa… Mancines

Composto por Raquel Ralha (Wraygunn, Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet), Toni Fortuna (D3o, Tédio Boys, M'as Foice), Pedro Renato (Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet) e Gonçalo Rui, o grupo Mancines estreou-se enquanto coletivo em 2015, com o disco “Eden’s Inferno”.

Mancines.jpgPhoto: Promo /DR

 

Time” e “Near Me” são os singles extraídos do primeiro álbum do projeto que estava idealizado há cerca de 15 anos. A ideia de um inferno paradisíaco e da perfeição como um problema, servem de mote para a construção do disco, que se apresenta com temas cantados em inglês e italiano. Com inspiração na Itália dos anos 60 e 70 e no seu cinema, transparece a elegância na composição e interpretação dos temas sublimes de “Eden’s Inferno”.

Concerto integrado no Festival Santos da Casa RUC.

 

Salão Brazil (Coimbra)

9 de Abril 2016 | 22.30h

Paraguaii… novo álbum “Scope” já disponível e concertos de apresentação agendados

Depois de darem a conhecer o single de avanço "Scope", os Paraguaii acabam de desvendar o álbum com o mesmo nome. Os 8 temas que compõem o longa duração vão beber inspiração ao Universo no sentido de questionar sobre o nosso lugar no cosmos e perceber a forma como este se ramifica no sentido da auto-percepção e consciencialização humana. "Scope" foi gravado, produzido e masterizado pela banda nos estúdios Lobo Mau. A edição é da Elephant MUSIK e está já disponível em formato K7 e em mp3's nas principais plataformas digitais

scope.jpgPhoto: Promo /DR

 

A infindável busca musical e empírica vivida pela banda vimaranense constituída por Igor Gonçalves, Giliano Boucinha e Zé Pedro Caldas Correia vai materializar-se ao vivo um pouco por todo o país com datas marcadas em Lisboa, no dia 16 de Abril, no Sabotage e dia 22 de Abril, no Armazém do Chá, no Porto.

Alinhamento de "Scope"

  1. Why Should We Think
  2. Scope (single)
  3. Godz
  4. Alien Love
  5. They Are Landing
  6. Indian Man
  7. Today
  8. Swim

 

8 Abril 2016 - Espaço A (Freamunde)

16 Abril 2016 - Sabotage Club (Lisboa)

22 Abril 2016 - Armazém do Chá (Porto)

23 Abril 2016 - CCOB (Barcelos)

29 Abril 2016 - Sé La Vie (Braga)

30 Abril 2016 - Cineclube (Guimarães)

13 Maio 2016 - Viana do Castelo

14 Maio 2016 - Pouca Terra (Barreiro)

27 Maio 2016 - Club Vila Real (Vila Real)

 

O disco pode ser adquirido aqui

 

The Lucilles vêm a Portugal apresentar o seu novo álbum de originais "Northern Exposure"

Os The Lucilles são um colectivo musical radicado em Madrid mas com elementos de latitudes tão diversas como Portugal, França, Estados Unidos e Argentina. A banda é liderada por um mexicano.

Foi no Soul e na paixão que estas sonoridades envolvem que os elementos da banda encontraram a paixão de fazer musica.

the_lucilles.jpgPhoto: Promo /DR

 

A “soul”, a alma faz parte da vida deste colectivo, que recuou até aos anos 60 com a soul music e aos anos 70 com o Northen Soul, para construir a sua música. O seu primeiro disco, "Sweet Soul Music vol.1" data de 2013 e foi editado pela etiqueta basca Gaztelupeko hotsak. Em 2014 são consideradas uma das bandas favoritas em Espanha conseguindo alcançar o topo desse estatuto já em 2015, graças as suas participações em festivais como "Festimad" e "Madgarden".

 

 

Editam agora o álbum "Northern Exposure" que apresentam este fim de semana em Portugal em 2 concertos.

 

Gingal Terrasse (Almada)

8 de Abril 2016

 

Sabotage Club (Lisboa)

9 de Abril 2016 | 22.30h

Coreógrafos Clara Andermatt e Henrique Amoedo orientam residência artística

De 7 a 13 de abril, os coreógrafos Clara Andermatt e Henrique Amoedo coordenam a segunda residência do laboratório de dança inclusiva Lab InDança, lançado em dezembro passado.
No dia 13, às 21h30, o público é convidado a assistir ao resultado de uma semana de trabalho intensivo e a participar numa conversa informal sobre inclusão pela arte, no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. Esta iniciativa pretende reunir um grupo heterogéneo de participantes, desde artistas, trabalhadores sociais, jornalistas, pais, professores, alunos e outras comunidades em torno de uma conversa para reflexão e partilha do processo criativo em construção, que aceita a diferença na criação e produção artística.

LaB InDança@Leonel de Castro.JPGPhoto: Leonel de Castro

 

São convidados desta tertúlia: os coreógrafos Paulo Ribeiro, Clara Andermatt e Henrique Amoedo; os bailarinos José Manuel Figueira, Telmo Ferreira e Mickaella Dantas; e Susana Ribeiro, professora de dança que acompanha o grupo Lab InDança em permanência desde janeiro.

 

O projeto Lab InDança apresenta-se como um espaço que proporciona a todos, em particular às pessoas com deficiência, uma multiplicidade de experiências formativas e performativas na área da dança. O objetivo é promover a presença de práticas artísticas na vida de um número cada vez mais alargado de pessoas, assente na ideia de acessibilidade da experiência artística, enquanto um direito e um valor. Sob a orientação dos coreógrafos Clara Andermatt (ACCCA – Companhia Clara Andermatt) e Henrique Amoedo (Grupo Dançando com a Diferença), diretores artísticos do projeto, pretende-se desenvolver metodologias de experimentação e exploração do corpo | movimento | espaço, que aliem processos de criação e produção da dança, sensibilizando para o sentido estético e cultural da dança enquanto forma de arte.

 

O Lab InDança é um projeto da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e dgARTES – Direção Geral das Artes, Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens do Concelho, Imaginarius – Festival internacional de Teatro de Rua e Provedoria Municipal para a Mobilidade, que pretende fomentar as oportunidades para a prática de dança, direcionadas para as pessoas com deficiência.

Chicos de Nazca + Ghost Hunt em Leiria

Nada desconhecidos pelos portugueses, devido a passagens por festivais como Reverence Valada, Taina Fest ou pela confirmação para o próximo Lisbon Psych Fest, os chilenos Chicos de Nazca são uma das bandas a surgir na cena de Santiago do Chile a merecer mais atenção.

GLAM - Chicos.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Parte da família da BYM Records, e com line-up a ir variando entre membros de La Hell Gang, Delta 21, The Holydrug Couple ou Föllakzoid, contam já com três álbuns, estes marcados pelos efeitos analógicos, camadas infinitas de guitarra e teclados que se envolvem e criam uma atmosfera sonora única que nos leva a um longo passeio pela costa do Chile, passando pelo sequíssimo deserto de Atacama até mudarmos de rumo até às imponentes formações glaciais da Patagónia.

 

Ao apoderar-se da tripla herança guitarra-sintetizadores-engenharia-de-som, Pedro Oliveira chama a si muita da história do pop-rock, e faz isso com a veemência de quem a submete a um processo de fusão nuclear. Ghost Hunt é ruído feito com muitas máquinas, mas é ruído feito com paredes e paredes de som meticulosamente combinadas. Paredes essas que revelam ser linhas melódicas, que podem ser curtas como jingles ou longas como cantos de baleia. Com Pedro Chau(The Parkinsons) a servir-lhe as linhas de baixo, Pedro Oliveira instala em palco um estúdio de som. Para um ouvinte com carinho por etiquetas, a primeira referência a que imediatamente associamos Ghost Hunt é à geração do Krautrock de nomes como Kraftwerk, Harmonia, Cluster ou Neu, mas também shoegaze, psychedelia, synthpop, punk, garage, Detroit techno e acid.

Com um 2015 marcado por passagens por Nos em D’bandada, Reverence Valada ou Black Bass Évora Psych Fest, os Ghost Hunt são uma das formações mais promissoras da música independente e alternativa nacional para este ano.

 

Espaço O Nariz / Recreio dos Artistas (Leiria)

13 de Abril 2016 | 22.00h

 

Napoleão Mira apresenta "12 Canções Faladas e 1 Poema Desesperado"

Napoleão Mira é escritor, contudo ser pai de Samuel Mira mais conhecido pelo moniker Sam the Kid, influenciou porventura um percurso onde surgem colaborações em discos ligados ao universo de um dos nomes maiores do hip hop nacional.

mira.jpgPhoto: Camille Leon

 

Contextualizando, paralelamente à sua actividade como escritor - criou “Pratica(mente)” e “Slides - Retratos da Cidade Branca” para o disco “Pratica(mente)” de Sam The Kid. Participou com o tema “Subúrbio” no disco “Eu e os Meus” de Dino & The Soulmotion. Integrou o projecto Hip Hop Pessoa por altura do 120º aniversário do nascimento de Fernando Pessoa, recriando e dizendo “Tabacaria”. Em parceria com Sam The Kid, criou e interpretou, para o primeiro Festival Silêncio!, o espectáculo “Palavras Nossas”. Nos últimos tempos participou nos álbuns de: Orelha Negra, Reflect, Sir Scratch e Grilocks.

Lança por estes dias "12 Canções Faladas e 1 Poema Desesperado", em parceira com o colectivo Reflect. A Casa Independente recebe a apresentação esta sexta-feira do disco de "canções faladas" como o próprio apelida, combinando música e poesia. A voz grave de Napoleão Mira para encantar numa noite de performance em modo spoken word. No Sábado Cacilhas recebe Mira no Gingal Terrasse

 

Casa Independente (Lisboa)

8 de Abril 2016 | 23.00h

 

Gingal Terrasse (Cacilhas)

9 de Abril 2016 | 22.30h

 

Richie Campbell regressa ao NOS Summer Opening…

Dizem que à terceira é de vez…

A presença constante de uma mensagem positiva faz de Richie Campbell a personificação da filosofia do NOS Summer Opening, a sua energia contagiante e performance sublime deixam-nos sempre a desejar por mais. No dia 23 de Julho, ele está de volta e melhor que nunca...

Richie Campbell - I Feel Amazing (single).jpgPhoto: Promo /DR

 

Richie Campbell… nº1 do Top do iTunes em apenas duas horas, o lançamento surpresa do álbum "In The 876" foi um enorme sucesso e deu o mote para mais um ano imparável de Richie Campbell. Reino Unido, Suiça, Alemanha, Itália, Polónia e Áustria juntaram-se aos públicos de todo Portugal a cantar êxitos como "Best Friend", a música de um artistas português com maior airplay em Portugal em 2015, “That's How We Roll” e “Feel Amazing”, encerrando o ano com um concerto para mais de 200 000 pessoas no Terreiro do Paço, Lisboa. 2016 marca uma aposta de Richie Campbell na reivenção da música que sempre o acompanhou.

Novas sonoridades, várias participações inesperadas e principalmente uma abordagem como há muito não o vemos fazer. Já no início deste ano, Richie utilizou o single “Work” de Rihanna para, através da sua remistura, mostrar um pouco do que o poderemos ver a fazer este ano.

A sua digressão arrancou em Março e ainda antes deste Verão serão lançadas músicas e vídeos novos.

Grand Sun apresentam-se ao vivo com 2 datas em Lisboa

João Simões (ou Simon) é desde muito cedo um rapaz musicalmente curioso – muito influenciado pelo meio envolvente e consequente necessidade de experimentação sonora, integra vários projetos desde muito novo.

Toca ao vivo em pequenos festivais assim como em alguns bares desta nossa Lisboa. Decide no final de 2014 formar uma banda para responder à constante mutação do panorama musical e decide também fugir às salas de ensaio e ir para os Nirvana Studios (a casa das divagações Grand Sun desde então). Entre as suas influências e necessidades musicais encontra-se o psicadelismo e seu revivalismo assim como o rock progressivo, o rock dos sintetizadores e dos deselegantes anos 80 e o Indie, e é isso que o liga ao António, um virtuoso e extrovertido pianista e incansável criador de aveludadas linhas melódicas que emergem tanto do seu lado mais clássico como da sua criação pura e experimental.

grand sun.jpgPhoto: DR

 

Depois de alguns meses nos Nirvana a ensaiar com outro projeto, encontram o Miguel, o ponto de equilíbrio da banda com uma forte pulsação Jazz, Dixie e Bossa e o Manel, uma alma naïve que traz muito à-vontade à criação sonora com elementos surfy, stoner e hard-rock. Entre a formação da banda (Abril de 2015) e Janeiro de 2016 qualquer um dos Sun empenha-se a explorar ao máximo o que o cenário musical nacional tem para oferecer ao vivo, e é nesta altura que se juntam à recém-criada Xita Records.

Gravam a sua primeira canção em estúdio, Apolo, para a compilação da label : “Um EP Xita Records”.

 

Casa Independente (Lisboa)

16 de Abril 2016

 

Sabotage Club (Lisboa)

28 de Abril 2016

Jorge da Rocha apresenta disco de estreia “These are a few of my favorite songs”

Depois de vários concertos entre as cidades Barcelona e Berlim, o momento de entrar em estúdio finalmente chegou para Jorge da Rocha, o musico Português radicado nos últimos anos em Barcelona.

O album acaba de ser lançado neste mês de Abril pela Whatabout Music (Barcelona). “These are a few of my favorite songs”, é um disco em que o músico interpreta algumas das suas canções preferidas. Um trabalho impressionante, em que todos os sons que se ouvem vem apenas de dois instrumentos… a voz e o contrabaixo, que dão a cada versão um caracter diferente e que ressaltam a originalidade do músico.

jorge.jpgÉ de facto surpreendente a versatilidade deste album enquanto a estilos, recursos timbricos e rítmicos, ambientes sonoros e efeitos de som que captam a atenção de quem o escuta desde o primeiro momento. O disco foi gravado e misturado por Dave Bianchi em Drytown studios, Barcelona. A masterização esteve a cargo de  Alexis Kevork Bassali em Kevork Mastering Studio, França.

Jorge tem uma relação intima com o publico em cada concerto em que se apresenta, que é conquistado pela sinceridade do musico e pela surpresa da descoberta destes dois instrumentos que se combinam de uma forma magica! Uma mistura curiosa de estilos, canções originais e versões que vão desde Bob Marley a Bjork ou Radiohead, de Massive Attack a White Stripes!

“Je suis Cordes…” com Rui Sinel de Cordes ao vivo

Je suis Cordes” de Rui Sinel de Cordes teve estreia em Outubro de 2015 no Coliseu. Passou pelo Teatro Sá da Bandeira e chega agora a Ílhavo. Este espectáculo marca o regresso ao estilo de stand-up comedy puro a que Rui Sinel de Cordes nos habituou em "Black Label" e "Punchliner", pelo que o público pode contar com estórias engraçadas, one-liners, pensament... oh, quem é que estamos a tentar enganar?

rui.jpgPhoto: Arquivo /DR

 

Será mais uma noite épica de rock'n'roll em forma de comédia, sem regras nem pedidos de desculpas e carregado de gin tónico e verdades incómodas.

Mas acima de tudo, gin tónico.

 

Centro Cultural (Ílhavo)

9 de Abril 2016 | 22.00h

Fred Martins edita o CD "Para Além do Muro do Meu Quintal"

Um verso de Alberto Caeiro (heterónimo de Fernando Pessoa), “Para Além do Muro do Meu Quintal”, extraído do poema Noite de São João, também musicado por Fred Martins, dá nome ao primeiro álbum do cantor e compositor brasileiro gravado na Europa. O trabalho foi gravado em Lisboa, com produção musical do pianista e compositor açoriano Paulo Borges e conta com a participação especial da cantora cabo-verdiana Nancy Vieira e do paulistano Renato Braz.

capa_cd_fred_martins_para_alem_do_muro.jpegCom três CDs e um DVD lançados no Brasil, Fred Martins registra neste disco algumas das canções mais marcantes de sua trajetória. São composições que se tornaram indispensáveis nos seus concertos, incluindo aquelas que ficaram também conhecidos nas vozes de outros intérpretes como Ney Matogrosso, Maria Rita, Renato Braz e Zélia Duncan. “É um disco comemorativo que reúne minha experiência no Brasil e pelo mundo fora, reúne também parceiros e músicos que admiro”. Fred Martins vive na Galiza, há cinco anos, e explica que o novo trabalho registra a impressão que teve da Europa. O disco, de música brasileira, dialoga com essas outras culturas e traz as sonoridades experimentadas nas duas décadas de carreira. “Reconhecer Brasil na Península Ibérica, nossos colonizadores, com sua música popular forte e poética, foi inspirador e ampliou as fronteiras da arte”.

 

O disco agora lançado em Portugal pela Ampla Portugal e distribuído pela Compact Records traz o estilo arrojado e contemporâneo de Fred Martins, combinando fluidez e densidade estética que dialoga com a bossa de João Gilberto, com o samba de Paulinho da Viola, Nelson Cavaquinho e Cartola, incluindo o nordeste modal brasileiro e também elementos do blues e do rock. Seguindo a linhagem dos clássicos autores da música brasileira, a poesia permeia de forma intensa todo o trabalho do autor, não só na já citada canção poema, como na parceria frequente com os poetas Marcelo Diniz (“Depressa a Vida Passa”), Manoel Gomes (“Poema Velho”), Fred Girauta (“Meu Silêncio”), Roberto Bozzeti (“Terras do Sem Fim”), Alexandre Lemos (“Novamente") e Francisco Bosco (“Sem Aviso).

 

Apresentação do CD ao vivo está agendada para o próximo dia 11 de Maio no B’leza, em Lisboa

Noite Príncipe nos 10 Anos do Musicbox

Noite Príncipe longa e abrilhantada, a de Abril, graças ao desafio, patrocínio e cumplicidade do Musicbox, em celebração da sua primeira década de actividade ao longo deste 2016. Em palco um programa especial que agrupa os nomes seminais das equipas de produção dos bairros limítrofes da capital, responsáveis pelo novo léxico da música de dança electrónica, da Batida e dos Tarraxos e dois destaques internacionais: Jlin, a produtora que se tem assumido como uma das vozes mais originais e distintivas do Footwork de Chicago, e a tripla AJ Tracey, Elf Kid & General Courts que trazem algumas das mais interessantes obras do Grime do último ano.

Principe_discos.jpgPuto Anderson abrirá o terreno de dança ao som das suas produções e dos seus sócios da Firma do Txiga. Disco de estreia na Príncipe este ano, prestem atenção.

 

De Londres chegam para estreia em Lisboa AJ Tracey e Elf Kid, acompanhados de General Courts nos CDJ’s a lançar os instrumentais. Sem dúvida dois dos mais destacados MCs do underground Grime em firme ascensão ao longo do último ano para uma sessão vigorosa do género ao vivo. Nídia Minaj regressa à sua adorada Tuga para tocar na festa e mostrar os mais recentes sons a perfilar no novo disco com edição já não tarda.

 

Outra primeira vez é presença da norte-americana Jlin, uma nova e original voz no Footwork que se anunciou internacionalmente com o seu muito elogiado LP de estreia “Dark Energy”, em 2015, na Planet Mu.

 

No último terço desta festa transatlantica, Dj Firmeza reclama para si o palco e a selecção da música no PA que transforma a tocar como o espírito livre que é.

 

Musicbox (Lisboa)

9 de Abril 2016 | 23.00h

 

 

Tributo a Adriano Correia de Oliveira…

O tributo a Adriano Correia de Oliveira é um espetáculo de música e poesia com o qual se pretende dar uma visão geral da vida e obra deste cantor e a sua importante influência no virar de página do panorama cultural português.

Será evocado o percurso musical que vai dos tempos de Coimbra aos poemas de Manuel da Fonseca, passando pelos tradicionais portugueses e pelas canções musicadas por José Niza.

adriano.jpgAlém dos temas de Adriano Correia de Oliveira, serão interpretados temas originais, da responsabilidade de cada um dos Artistas participantes.

Um espetáculo único de homenagem e agradecimento a um Homem bom!

 

Cineteatro Municipal D. João V (Amadora)

8 de Abril 2016 | 21.30h

Super Bock Super Rock… Novas confirmações completam a programação do Palco EDP

Situado na pala do Pavilhão de Portugal com o Rio Tejo como pano de fundo, o Palco EDP é um dos locais mais apreciados do Super Bock Super Rock, não só pelo enquadramento único, mas  pelo cartaz que o integra, e que este ano conta com nomes como Mac DeMarco, Kurt Vile, Jamie XX, Kwabs ou GNR - Psicopátria. Quatro novas confirmações completam o cartaz deste palco: Capicua, The Parrots, Pás de Problème e Surma (artista recomendada pela Tradiio).

GLAM - Surma 1.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo

 

No seguimento da parceria iniciada em 2015 com a Plataforma Tradiio, Surma estará no Super Bock Super Rock a mostrar o porquê de ser uma das artistas a seguir com mais atenção no ano de 2016. Débora de nome próprio, tem crescido de forma completamente avassaladora na plataforma Tradiio e as suas sonoridades exóticas não deixaram ninguém indiferente. O seu projeto one-woman-band, onde domina teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para o post-rock, transportam quem a ouve para locais incertos mas surpreendemente agradáveis. Depois de mais de 30 espetáculos entre Portugal e Espanha e da edição do seu primeiro tema “Maasai”, a próxima paragem é no Palco EDP, no dia 14 de julho.

GLAM - Capicua (1).jpgPhoto: Sara Silva / Arquivo Glam Magazine

 

Capicua é Ana Matos Fernandes e é de forma unânime um dos maiores nomes da nova geração da música nacional. Apesar de começar a editar em 2004, é em 2012, com o seu primeiro álbum, que é descoberta por grande parte do público português e o êxito foi retumbante. 2014 foi ano de confirmação, com “Sereia Louca” a ser aclamado por toda a critica especializada, e em 2015 surge “Medusa”, um disco de remisturas e dois originais que será certamente destaque no dia 16 de julho no Palco EDP.

the parrots.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Vindos diretamente do país vizinho, os irreverentes, mas altamente contagiantes The Parrots, são uma imparável “garage-surf party-machine”, como se definem, e têm entusiasmado um pouco por todo lado com o seu Punk Rock refrescante, que teve no EP “Weed for the Parrots” a sua primeira e entusiasmante materialização. Depois de uma muito bem sucedida tour pelo Reino Unido, com salas esgotadas e rendidas à nova coqueluche do rock espanhol, estarão no dia 16 de julho no Palco EDP

 

Dia 15 de julho, o Palco EDP prepara-se para uma exótica speed-party altamente influenciada pela improvisação do jazz, mas com uma atitude traçada pelo delírio punk. Em resumo, uma Real Padrada como lhe chamam os Pás de Problème. Estes portugueses que, excetuando as habituais invasões por parte do público, são 9 em palco, fazem dos seus espetáculos festas sem paralelo, e têm previsto para 2016 o lançamento do seu primeiro álbum. Celebração garantida no Super Bock Super Rock.

 

Já confirmados:

 

14 de julho

Palco Super Bock - Disclosure, The National, The Temper Trap

Palco EDP - Jamie XX, Kurt Vile, Villagers, Lucius, Surma (artista recomendada Tradiio)

Palco Carlsberg - DJ Shadow, Bomba Estereo

 

15 de julho

Palco Super Bock - Iggy Pop, Massive Attack & Young Fathers, Bloc Party

Palco EDP - Mac DeMarco, Rhye, Kwabs, Petite Noir, Pás de Problème

Palco Carlsberg - Lion Babe

 

16 de julho

Palco Super Bock - Kendrick Lamar, Orelha Negra

Palco EDP - GNR - Psicopátria, FIDLAR, Capicua, Kelela, The Parrots

Palco Carlsberg - DJ Ride

Capitão Fausto têm os dias contados em directo no RedBull.pt

Já podemos contar os dias que faltam para a estreia do novo disco dos Capitão Fausto em redbull.pt. O novo disco vai merecer stream a partir da sala de ensaios da banda!

 

DiasStreamPR.pngOs Capitão Fausto podem ter os dias contados, mas isso significa que todos temos os sonhos, os desejos, as preocupações, os anseios cantados por uma das melhores bandas nacionais. O terceiro álbum que o grupo de Domingos, Francisco, Manuel, Salvador e Tomás se prepara para editar terá apresentação, ao vivo e em directo da sala de ensaios, em redbull.pt já no próximo dia 12, entre as 21:30 e as 23:00. Será uma daquelas ocasiões em que todos poderemos acender uma velinha e dar graças pela internet: "espreitar" assim para dentro de uma sala onde nascem canções, onde ideias tomam a forma de ritmos e riffs, de palavras e melodias, é algo que não se deve perder, pois claro.

FaustoPressDias3_.png Photo: Promo /DR

 

Os Capitão Fausto nasceram com “Gazela” em 2011 e cresceram com “Pesar o Sol” em 2014. Nesse período impuseram-se como uma das mais originais propostas rock do nosso presente musical, embaixada psicadélica congeminada em Portugal onde, afinal de contas, o sol pode pesar tanto como na Califórnia ou em qualquer outro ponto do globo onde cresçam cogumelos. Recolheram elogios e aplausos, assinaram memoráveis concertos nas melhores salas e festivais, como coleccionaram uma verdadeira legião de fãs.

 

Agora, o grupo regressa com um disco “Capitão Fausto têm os dias contados” que é lançado a 15 de Abril pela Sony Music, garante quem já o ouviu, lhes supera todas as marcas elevadas que anteriormente tinham estabelecido. Um disco que fala de mágoas e anseios, de sonhos esfumados, de dramas interiores e alegrias tímidas. Que rocka e faz dançar, que tem teclados e metais e guitarras, que tem mais criatividade do que um brainstorming numa galeria de arte. Isso merece celebração. E a festa vai acontecer em redbull.pt. Que ninguém falte já que os Capitão Fausto têm os dias contados.