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Glam Magazine

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“Jomsviking”… estreia dos Amon Amarth em disco

Foi no passado dia 25 de Março, que os Amon Amarth, reis do metal sueco, editaram o seu 1.º álbum de estúdio intitulado “Jomsviking”, pela Metal Blade Records/Sony Music (International)!

Jomsviking”, o primeiro disco conceptual da banda da sua carreira lendária, conta uma história trágica de amor e vingança, suportada pelo metal melódico e épico que caracteriza esta banda sueca, tendo sido produzido e misturado, mais uma vez, por Andy Sneap (Megadeth, Testament, Accept) e que conta também com a participação especial do baterista de sessão Tobias Gustafsson (Vomitory).

Amon-Contest-Bilboard.jpgA história épica original passa-se no mundo dos Jomsvikings, a lendária ordem de Vikings mercenários. Tal como o líder da banda Johan Hegg explica: "Os Jomsvikings foram uma facção lendária e obscura de Vikings mercenários, envoltos num mito tanto agora como na época, quando lutaram por toda a Europa e Médio Oriente.

Guerreiros impiedosos e mortíferos que lutavam por quem pagasse mais e o seu código era simples: nunca mostrar medo. Nunca retirar. Defender os irmãos e, quando fosse necessário, vingar as suas mortes - Senti que estávamos finalmente preparados para utilizar a sua história como ponto de partida para o álbum de Amon Amarth. Os Jomsvikings e o seu universo servem de pano de fundo para a história de um jovem que está apaixonado por uma rapariga que, infelizmente, vai casar. O jovem mata acidentalmente um homem quando tal acontece e tem de fugir mas jura vingança e reconquistar a rapariga. Não consegue esquecer o passado. Sente que foi injustiçado e que a sua vida foi destruída. A forma como a história evolui não é feliz."

"First Kill", o primeiro single foi filmado em Gohrweide (Alemanha) e Varsóvia (Polónia), incluindo uma representação cinematográfica das letras violentas e brutais, em conjunto com fortes imagens captadas ao vivo da banda a actuar com a sua cabeça de dragão inteira e efeitos pirotécnicos de palco

Captain Boy nas comemorações do dia nacional dos Centros Históricos

Captain Boy é o alter-ego de Pedro Ribeiro.

Vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo que canta histórias que transcendem o tempo. A sonoridade ferrugenta acompanha-o em todas as actuações remetendo-nos para um ambiente como se nós próprios estivéssemos a bordo de um barco imaginário.

GLAM - Captain Boy.jpgPhoto: 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Assim como o mar, Captain Boy é imprevisível, transformando todos os concertos numa viagem distinta. O nome “Captain Boy” é inspirado numa história de Júlio Verne, escrita em 1878. Dick Sands, com 15 anos, torna-se comandante de um navio que ruma da Nova Zelândia a Valparaíso. De alguma forma somos todos capitães, putos… com pés grandes.

O primeiro EP do Artista foi editado em 2015, com a distribuição digital da Universal Music Portugal. No mesmo ano, e resultado da parceria com a plataforma Tradiio, Captain Boy chegou ao primeiro lugar do Top50 das mais de 1200 bandas a votação no Tradiio e foi o primeiro Artista a ser escolhido para abrir o palco EDP do Festival Super Bock Super Rock em Julho de 2015. Neste momento o Artista encontra-se a preparar o seu primeiro trabalho de longa duração que será conhecido ainda em 2016.

 

Porto Sounds (Porto)

2 de Abril 2016 | 23.00h

Sequin… Apresentação de “Eden” no Musicbox

Sequin tem feito o seu caminho nas melodias doces da pop e na volupia dos sons delicados… em “Eden”, para onde vai é tão essencial quanto de onde vem, investindo no exercício de regresso a esse jardim onde começou, inocente, crua e quase despida de artíficios, para fechar um ciclo.

A melancolia corrente em todas as músicas, algumas delas compostas ainda antes de “Penelope”, despertam sentimentos saudosistas em relação ao que era antes de tudo ser e ter começado.

GLAM- Sequin.jpegPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Eden” não é uma âncora, mas sim o ponto de partida para a impossibilidade, focando-se nos tempos em que esta não existia, em que tudo estava na palma da mão de Ana Miró e em que a utopia dizia, apenas, que ainda sabia sonhar.

A indução destes novos sonhos será feita em formato digital, acompanhada de uma peça de joalharia desenhada por Medula, marca de Francisco Perdigão que Ana Miró escolheu por se identificar com o registo de “Eden”.

 

Todas as músicas e letras foram compostas por Sequin, e o EP foi gravado e produzido em conjunto com Filipe Paes.

 

Musicbox (Lisboa)

1 de Abril 2016 | 22.30h

Paraguaii atuam este sábado no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor

Este sábado, 2 de abril, à meia-noite, o Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor acolhe um concerto da promissora banda vimaranense Paraguaii. Um grupo de amigos, cúmplices na vida e também no gosto musical, uniu-se para dar corpo a um projeto que já vai conquistando um público fiel, enquanto calcorreia palcos pelo país fora. Chegou a vez do CCVF receber estes filhos do berço.

Paraguaii.jpgPhoto: Arquivo / DR

 

Depois de, em março de 2015, terem lançado o seu primeiro EP e percorrido Portugal com singles como “She”, “Tucano Baby” e “Black Ships”, os Paraguaii estiveram em estúdio a terminar o disco de estreia. O single de avanço, “Scope”, introduz o tema do álbum que foi lançado no passado mês de março. Baseando-se no conceito de amplitude espacial e envolvendo-se numa onda de cosmologia criativa, a banda busca inspiração no espaço para se interrogar sobre o nosso lugar no cosmos e a forma como este se ramifica para a autoperceção e consciencialização humana.

 

O projeto constrói, assim, a sua anatomia musical em dicotomias que conjugam elementos micro e macro, distância e proximidade, tempo e espaço. Os Paraguaii apresentam-se agora como um mergulho num denso, amplo e profundo espaço de luz. O projeto é formado por Giliano Boucinha na guitarra e voz, Igor Gonçalves na bateria, Zé Pedro Correia nos synths e baixo e, sempre que possível, conta com a participação de um quarto elemento, Rui Sousa no hammond, synths e saxofone.

A banda nasceu na procura da amizade musical e das experiências entre Igor Gonçalves e Giliano Boucinha quando ainda partilhavam o palco em Utter, um projeto anterior. Só na segunda metade do ano de 2014 surgiu, realmente, o reflexo de toda esta interação e a oportunidade de assegurar e dar vida ao projeto. Em agosto desse mesmo ano, junta-se o terceiro elemento, Zé Pedro Caldas Correia e, por fim, Rui Sousa que vem ultimar a formação. Toda uma nova história é criada e chegou agora a vez do Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor ouvir estes rapazes.

 

CCVF / Café Concerto (Guimarães)

2 de Abril 2016 | 00.00h

Gala Drop ao vivo em Ponte de Lima

No próximo sábado, 2 de Abril, sobe ao palco do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, os Gala Drop, formação portuguesa que abriu a última edição do Festival Vodafone Paredes de Coura.

GLAM - Gala Drop.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O quinteto de Lisboa lançou internacionalmente o seu novo album ‘II’ a 24 de Novembro último, em parceria com a editora nova-iorquina Golf Channel Recordings, dois anos depois do inebriante e aclamado “Broda”, disco colaborativo com o norte-americano Ben Chasny (Six Organs of Admittance). Tecedores de uma música original fascinante, inspirada pela inesgotável riqueza dos campos do rock e da música electrónica de dança, para além da transumância afectiva África – Jamaica celebrada desde o início na identidade da banda, todo o seu caminho até hoje parecia fadado a chegar a “II”. Considerado pela banda como o verdadeiro longa-duração sucessor do álbum de estreia homónimo de 2008, “II” é marcado desde logo pelo facto de Jerry the Cat cantar em vários temas e de como isso contribuiu para aprimorarem uma vez mais a identidade autoral dos Gala Drop, desta vez para um novo patamar que até há um par de anos só em sonhos se permitiam conceber. Todas as dimensões que qualificaram esta banda como sendo tão única e realmente interessante de seguir continuam presentes, sendo que agora os seus temas-canção ambicionam, pela sua elegibilidade e inteligibilidade, chegar a novos e mais amplos públicos, no éter, no mundo online, na escala dos concertos ao vivo.

Os Gala Drop são compostos por Afonso Simões (bateria), Jerrald ‘Jerry the Cat’ James (voz e percussão), Nelson Gomes (sintetizadores), Rui Dâmaso (baixo) e, agora, Guilherme Canhão, que substituiu Guilherme Gonçalves no posto de guitarrista, tendo este abandonado o grupo após a gravação do novo disco.

Os Gala Drop são uma incansável e em constante desenvolvimento aventura musical.

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

2 de Abril 2016 | 22.00h

Old Jerusalém… Lançamento de “A Rose is a Rose is a Rose”

2016 até pode ter arrancado há pouco, mas numa perspectiva de produção musical portuguesa já deixou um marco semi histórico.

De facto, nada faria apontar o surpreendente regresso aos discos de um dos mais celebrados cantautores da última década. Contas feitas, foram cerca de cinco anos sem qualquer novidade a sair do estúdio e escassas apresentações ao vivo. Como muitos outros criadores da sua geração, já se temia o pior: o tortuoso confronto entre a ‘vida real’ em paralelo com uma existência artística (e as decisões e dificuldades dessa relação). Felizmente esse longo hiato não foi sinónimo de arrefecimento ou paragem; tratou-de de uma pausa, como tantas outras, para que fosse possível surgir agora aquele que provavelmente será o seu melhor álbum até à data.

GLAM - Old Jerusalem.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Na memória colectiva de quem se manteve sempre atento ainda existe um cordão afectivo a discos como “Twice the Humbling Sun” e “April”. Foram então documentos essenciais na feitura de canções folk com o selo nacional e um exemplo de relativo sucesso num circuito independente humilde, porém coeso e diversificado. Neste sexto acto em longa duração, “A Rose is a Rose is a Rose” tem todo o potencial de agregar antigos e novos seguidores. Traz dez canções triunfantes em qualquer que seja o seu tempo. Encorpadas e adornadas com savoir faire, sente-se a estrutura de uma banda por detrás destas composições. Os destaques melódicos do teclado, o contorno das formas do baixo, a delicadeza do piano e a marcha branda da bateria adensam e fazem emergir as imagens e as palavras idealizadas por Francisco. O tema de abertura “A Charm” prepara-nos para a dimensão que está prestes a abrir-se dali adiante, grandiosa pelo notável trabalho orquestral em redor de uma atmosfera invulgar, e no entanto, familiar na essência. Há espaço para a construção detalhada, a conjunto, porém é igualmente reservada a margem à meia luz, onde quase apenas se escuta voz e guitarra – e pouco mais. Harmonioso pelo modo como gere cada um desses momentos, é de notar uma revisão aprofundada de tudo o que já se encontra atrás, cravado no passado, enquanto expressa um claro rumo em aprimorar a matéria. Aqui as melodias não parecem trabalhadas num sentido mais racional de composição, elas simplesmente seguem uma intuição certa que as tornam apelativas, vivas.

“A Rose is a Rose is a Rose” é um objecto de paixão fácil, imediata. Ameaça ser um daqueles discos de audição recorrente, parte integrante do nosso dia-a-dia sem ainda o sabermos. Quanto a este concerto, será um reencontro entre a ZDB e Old Jerusalem, todavia – como as visitas de velhos amigos após longas ausências – cheias de novas histórias e experiências para partilhar. Nuno Afonso

 

Francisco Silva (voz e guitarra)

Sérgio Freitas (teclado)

Miguel Ramos (baixo)

Miguel Gomes (guitarra)

Pedro Oliveira (bateria)

 

ZDB (Lisboa)

2 de Abril 2016 | 22.00h

Quintron & Miss Pussycat no Sabotage Club.... com os The Act-Ups

De volta à Europa e acompanhado uma vez mais por Miss Pussycat, sua mulher e companheira artistica, e o seu 'muppet show', Quintron convida-nos a assistir a todas as canções que o tornaram numa lenda viva.

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Photo: Arquivo / DR

 

Como se de um Prince do underground se tratasse, move-se entre a disco, o garage, o rock e o noise como um peixe na água, tudo isto com a sua perícia de tocar vários instrumentos ao mesmo tempo.

Quintron & Miss Pussycat é puro caos! Electrónica selvagem, batidas lamacentas, explosões, roupas incríveis e divertidas histórias de marionetas. Imperdível!

A primeira parte está a cargos dos The Act-Ups

 

Sabotage Club (Lisboa)

30 de março 2016 | 22.00h

Sérgio Godinho está de regresso à estrada com "Liberdade"

Músico regressa aos concertos depois de ter partilhado os Coliseus de Lisboa e Porto com Jorge Palma a propósito de "Juntos", o projecto colectivo criado em 2015 que junta em palco dois nomes maiores da música nacional.

GLAM - Sergio Godinho.jpgPhoto: Sergio Magalhães / Arquivo Glam Magazine

 

O primeiro dos concertos que Sérgio Godinho dará no mês de Abril, é já no próximo sábado, dia 2, em Vila Franca de Xira numa organização do Ateneu Artístico Vilafranquense em Vila Franca de Xira. Mais para o final do final do mês, no âmbito das comemorações do 25 de Abril, a "Liberdade" irá passar pelos Recreios da Amadora no dia 23; no dia seguinte, a paragem será em Grândola para uma apresentação que se prevê de enorme emoção; e, a 25, mais a norte, no Teatro Stephens, na Marinha Grande.

 

Ainda a destacar neste mês de Abril, a deslocação até Belgrado para a abertura do Festival "Todo o Mundo", evento anual que junta na Sérvia os mais nomes da música mundial. A participação no festival, que ocorrerá no dia 19, tem ainda a particularidade de ser transmitida ao vivo pela televisão e rádio estatal sérvia.

 

Ainda em território sérvio para onde viajará dias antes, Sérgio Godinho colaborará ainda no projecto europeu liderado pelo linguista André Cunha, com o título provisório de "Dicionário de Canções", que tem por objectivo a construção de um documento em que se reúnam os nomes e os temas mais importantes na composição deste formato musical desde o início da 2ª metade do século XX.

 

31 Março 2016 - Participação "Quintas de Leitura" (Teatro do Campo Alegre – Porto)

2 Abril 2016 - Ateneu Artístico Vilafranquense (Vila Franca de Xira)

19 Abril 2016 - Festival "Todo o Mundo" (Belgrado/Sérvia)

22 Abril 2016 - Jorge Palma & Sérgio Godinho – Juntos (Teatro José Lúcio da Silva - Leiria)

23 Abril 2016 - Recreios da Amadora (Amadora)

24 Abril 2016 - Comemorações 25 Abril (Grândola)

25 Abril 2016 - Teatro Stephens (Marinha Grande)

Peter Murphy regressa a Portugal em Maio

Peter Murphy, um dos mais icónicos nomes do rock britânico, passa por Portugal no próximo mês de maio com 2 concertos em nome próprio.

O músico irá realizar apenas 4 datas na Europa, sendo duas delas no nosso país. Dia 16 de maio Peter Murphy visita a capital com um espetáculo na Aula Magna e no dia seguinte ruma à invicta onde atuará na Casa da Música. Estes concertos que passam por Lisboa, Porto, Madrid e Londres vão revisitar quatro décadas de êxitos de uma carreira absolutamente grandiosa.

peter murphy.jpg Photo: Arquivo Rolling Stone

 

O músico que ganhou fama mundial como mítico vocalista dos Bauhaus iniciou a sua carreira a solo no início dos anos 80, sendo hoje dono de vários álbuns de sucesso, entre eles os aclamados “Deep”, “Love Hysteria” ou “Holy Smoke”. O músico promete nestes concertos intimistas, que terão lugar em quatro cidades europeias, reviver alguns dos principais temas da sua carreira. Um espetáculo que tem tudo para ser imperdível.

Os bilhetes estarão à venda amanhã, às 10h00, nos locais habituais.

 

Aula Magna (Lisboa)

16 de maio 2016 | 21.00h

 

Casa da Música (Porto)

17 de maio 2016 | 21.00h

Storen apresentam novo Single… "Desejo Não Querer"

Os brasileiros Storen acabam de lançar “Desejo Não Querer”, o single avanço do seu novo EP “E Daí”, a ser lançado pela Music in My Soul no próximo mês de abril.

Storen_promo.jpgPhoto: Promo / DR

 

 

Este é já o terceiro EP do quarteto de Belo Horizonte que combina influências do pop rock de início do milénio, hard rock dos anos 80 e o grunge da década de 90. Os Storen são uma banda de rock formada em Belo Horizonte em meados de 2010, a partir da união das vozes de Paloma Luiza e dos acordes da guitarra de Rodrigo Vilaça. O nome que em alemão quer dizer interferência, distúrbio; é na verdade uma referência a uma montanha onde as pessoas se retiram com a intenção de passar por grandes mudanças pessoais.

A banda lançou seu primeiro trabalho oficial em 2012, o single "Pra viver do seu lado", juntamente com um videoclipe dirigido por Mess Santos da Movie 3 Filmes (Naldo Benny, Daniel, Guilherme Arantes, Aliados, Fakenumber, entre outros), e no fim de 2013, foi lançado o álbum homónimo com a produção musical do carioca André Kostta (Diretor da Blast Stage Records) e do paulista Thiago Larrents (Guitarrista da banda Andragonia). 

Em 2015 juntaram-se à dupla a baixista Polly Alves e a baterista Ursula Patitucci. Atualmente os Storen apresentam um repertório com músicas pautadas por melodias vocais bonitas com batidas rápidas e riffs marcantes, misturando influências como o hard rock dos anos 80 e o grunge dos anos 90 com o rock pop dos anos 2000.

Diabo na Cruz… reeditam o seu álbum homónino com oferta do EP "Saias" a 1 de Abril

Saias EP" é o novo trabalho dos Diabo na Cruz que faz parte do repackage do álbum homónimo da banda. Em quatro novas versões e um inédito (“Heróis da Vila”), a banda que une rock e tradição volta a sugerir novos caminhos no seu percurso ímpar na música portuguesa.

Diabo_na_cruz.jpg

Photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O EP inclui uma nova mistura de “Saias” por João Bessa, com direito a video da autoria de Joana Faria que já havia colaborado com a banda nos videos de “Luzia”, “Vida de Estrada” e “Ganhar o Dia”. O inédito “Heróis da Vila” é misturado por Benjamim. O EP inclui ainda uma versão instrumental de "Moça Esquiva" da autoria de Vasco Casais e uma remix da mesma música por Luso Beat. “Amélia Ao Vivo na Feira da Luz" completa este sortido de novidades que se propõe explorar a maleabilidade do repertório de Diabo na Cruz e o ecletismo de uma obra onde pop, folclore, garage rock, electrónica e cante polifónico vêm convivendo unidos pelo peculiar sentimento de um país a um tempo familiar e desconhecido que se reinventa na procura de si próprio.

Eleitos em 2015 melhor actuação ao vivo nacional nos Portugal Festival Awards, os Diabo na Cruz continuam a percorrer o país em digressão.

 

Próximas datas:

2 Abril - Braga (Parque de Feiras e Exposições)

24 Abril - Almada (Comemorações do 25 de Abril)

13 Maio - Montalegre (Sexta 13)

1 Julho - Coimbra (Festas da Cidade)

15 Julho - Gavião

23 Julho - Castelo Branco

30 Julho - Lavre (Festival do Lavre)

6 Agosto - Chaves (FlaviaeFest)

13 Agosto - Valpaços (Nordeste Fest)

20 Agosto - Fornos de Algodres (Festas)

23 Agosto - Corroios - Seixal (Festas)

Jacqui Naylor … Uma das grandes vozes do Smooth Jazz pela 1ª vez em Portugal

Jacqui Naylor é seguramente uma das vozes mais aclamadas do Smooth Jazz. Senhora de uma voz aveludada e de um talento raro, a norte-americana é conhecida, não só pelas suas composições, mas também pela sensibilidade no tratamento dos standards Jazz. Mas é no encontro com a folk, a pop e rock que a sua personalidade floresce - o que já lhe valeu as melhores críticas e presença nas melhores salas e festivais.

11.jpgCom nove álbuns editados, Jacqui Naylor conta com várias entradas no Top 10 da Jazziz Magazine, do The Washington Post ou da USA Today. Ao vivo, constrói um espectáculo inesperado em que desfila, com delicadeza, os seus temas e um leque inesperado de canções intemporais muito conhecidas do grande público. É isso mesmo que vem mostrar, em quatro datas, em Portugal.

A mini tour da cantautora começa no dia 26 de Abril, em Évora, no Teatro Garcia Resende, dia 27 é altura de subir ao palco do pequeno auditório do Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, dia 29 sobe a Ponte de Lima ao Teatro Diogo Bernardes e dia 30 termina com concerto no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.

 

Oportunidade única para conferir a suavidade e certeza do talento do Jacqui Naylor.

 

26 Abril 2016 - Teatro Garcia Resende (Évora)

27 Abril 2016 - Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra)

29 Abril 2016 - Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

30 Abril 2016 - TAGV (Coimbra)

D-A-D no Paradise Garage em Junho….

Bandas de rock há muitas. Poucas há, no entanto, que consigam manter uma carreira estável durante mais de três décadas, sem revelarem sinais de cansaço ou sem permitirem que a passagem dos anos leve a melhor deles. Os D-A-D são um desses casos raros; um grupo que continua tão vital hoje como quando deu os primeiros passos, músicos que parecem ter sido injetados com um qualquer elixir da eterna juventude que, apesar da passagem dos anos, lhes permite continuarem a "rockar" de uma forma tão enérgica e contagiante que faria corar de inveja e vergonha muitas bandas formadas por elementos com metade da sua idade. A par da boa forma do quarteto está a sua música, com um repertório de canções que se transformaram verdadeiros em hinos do universo rock – e onde figuram “Sleeping My Day Away”, “Bad Craziness”, “Jihad”, “Grow Or Pay”, “Point Of View” e “I Won't Cut My Hair”, entre muitos outros – prontos a serem entoados em uníssono a cada vez que o grupo sobe a um palco para protagonizar mais uma das suas atuações eletrizantes e arrebatadoras. Na sequência do memorável concerto que assinou a 6 de Dezembro de 2014 no Paradise Garage, em Lisboa, o quarteto dinamarquês regressa agora ao local do crime para um espectáculo muito especial, em que vai tocar na íntegra os clássicos “No Fuel Left For The Pilgrims” e “Riskin' It All”.

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Photo: Arquivo / DR

 

Originalmente conhecidos como Disneyland After Dark, tomaram forma em Copenhaga no ano de 1982, lançando o longa-duração de estreia, com o arrojado título “Call Of The Wild”, quatro anos depois.

Praticantes de um auto-denominado cow punk, furioso punk rock carregado de influências country e southern rock, solidificaram uma base de seguidores sólida na sua Dinamarca natal à custa de uma aditiva versão de “A Horse With No Name” e do álbum seguinte, “D.A.D. Draws A Circle”, que incluía o single “I Won't Cut My Hair”. Chegados a 1989 começaram a incorporar o "staccato" cheio de balanço típico dos AC/DC nas suas canções, com “No Fuel Left For The Pilgrims” a revelar-se desde cedo um registo incrivelmente orelhudo e pujante, apoiado numa secção sólida como rocha e ancorado em refrões pensados para ser entoados em uníssono por clubes e estádios a abarrotar de gente.

Umas décadas e muitos discos depois, “Sleeping My Day Away” ainda continua a ser a canção mais memorável e representativa do quarteto. À edição em 1989, o single atingiu de imediato o #23 da Billboard e trepou às tabelas de vendas em diversos territórios europeus, transformando-se num clássico daquela altura e mantendo-se, hoje em dia, como incontornável em qualquer playlist de clube ou rádio rock. O álbum transformou-se, de repente, num sucesso à escala mundial – mantendo-se, por exemplo, 16 semanas no top de vendas da longínqua Austrália. Entretanto já se passaram mais de trinta anos e os D-A-D mantêm-se no ativo sem revelarem sinais de declínio criativo e assinando atuações explosivas, a que ninguém que goste de bom hard rock musculado, consegue manter-se indiferente.

 

Paradise Garage (Lisboa)

2 de Junho 2016 | 21.00h

 

Michael Kiwanuka anuncia novo álbum, "Love & Hate"

"Love & Hate", o segundo álbum de estúdio do cantor Michael Kinwanuka, será lançado a 27 de maio. O disco foi gravado em Los Angeles e Londres, tendo sido produzido por Brian Joseph Burton, também conhecido como Danger Mouse, já premiado com vários Grammys, e pelo jovem produtor britânico Inflo.

0000.jpgPhoto: Arquivo / DR

 

A propósito deste novo álbum, o músico britânico acaba de revelar o primeiro single, "Black man In A White World". O vídeo foi realizado por Hiro Murai, realizador japonês que é reconhecido pelo seu trabalho com artistas como Flying Lotus e Earl Sweatshirt. "Love & Hate" é um álbum fascinante e seguro, que sucede à muito aclamada estreia de Kiwanuka, "Home Again", de 2012. Kiwanuka havia-se revelado ao mundo em 2011 com o primeiro single desse disco, "Tell Me a Tale", uma canção de uma crueza soul impactante. 

 

 

"Love & Hate" é um disco que soa como se tivesse sido descoberto numa gaveta esquecida de um estúdio dos anos 1970, mas com uma intemporalidade que desafia qualquer artista de qualquer época. Se é verdade que ainda persiste o discurso da "morte do álbum", o novo disco de Michael Kiwanuka é uma resposta surpreendente e enfática à importância deste formato.

 

Se a canção "Where Coming Home" deu origem a comparações com Bill Withers e Otis Redding, neste novo álbum Michael Kiwanuka arrisca uma abordagem muito mais psicadélica e livre de fórmulas. O seu tema a de abertura, um opus de 10 minutos intitulado "Cold Little Heart", evoca os ambientes dos Pink Floyd, enquanto que "Falling" leva a música gospel para o século XXI. Existem várias canções que se destacam, mas "Love & Hate" é um álbum que merece genuinamente ser ouvido como um todo, com toda a atenção possível.

 

Honesto e ambicioso, neste novo disco Kiwanuka emerge do casulo emocional do seu primeiro álbum, preparando-se para assegurar o seu lugar como um dos talentos mais entusiasmantes da actualidade. 

“Rule of Thirds”… de António Cabrita e São Castro (Dança)

O fascinante nesta abordagem criativa, a partir de uma obra fotográfica, não é somente o confronto com o ato de criar a partir de uma imagem, mas também toda a dramaturgia em torno desse corte temporal incapaz de anular por completo a sugestão de movimento. O corpo em pausa.

Um foco sobre a beleza formal de um momento, o seu conteúdo expressivo, o acaso objetivo, a compreensão através do olhar. A poética ambígua do visível onde o detalhe do gesto se encontra e é intrínseco ao ato de nos movermos, numa linguagem própria, que nos fala sem uso da palavra. O processo é como uma fotografia bem enquadrada. Sensibilidade, intuição e sentido de geometria. O domínio do tempo e o controlo do espaço num olhar sobre a vida.

ruleofthirds@2x.pngPhoto: António Cabrita

 

O enquadramento natural do instinto humano numa coleção de instantes captados por Henri Cartier-Bresson e utilizados como mote coreográfico. O lado mais humano e real do sujeito captado de forma excecionalmente natural e exímia. O palco como enquadramento do corpo em tempo real

 

Conceito e coreografia: António Cabrita e São Castro

Interpretação: António Cabrita, São Castro, Luís Malaquias, Margarida Belo Costa

Música original: São Castro, António Cabrita

Música adicional: J.S. Bach, Richard Skelton, excerto de King Arthur de Henry Purcell

Figurinos: Nuno Nogueira

Desenho de luz: Vítor José

Projecto financiado por DGArtes – Direção Geral das Artes Produção Vo'Arte Coprodução Culturgest, Teatro Viriato Apoios Associação Cultural CiM, Centro Cultural de Belém, Companhia Nacional de Bailado / OPART

Apoio: Residências Artísticas StudioTrade Network – DansBrabant, Tilburg, O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo

 

Culturgest / Grande Auditório (Lisboa)

1 e 2 de Abril 2016 | 21.30h

 

Teatro Viriato (Viseu)

9 de Abril 2016 | 21.30h

“O Musical da Minha Vida”… o novo musical de Filipe La Féria

Já estão disponíveis desde segunda feira, 28 de Março, os bilhetes para o novo espectáculo de Filipe La Féria, “O Musical da Minha Vida”, na bilheteira do Casino Estoril e nos locais habituais.

cartaz_VERTICAL.jpgFilipe La Féria vai comemorar cinco décadas de Teatro com o espectáculo “O Musical da Minha Vida”, que estreará no início de Abril no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. “O Musical da Minha Vida” é a aventura maravilhosa da vida de Filipe La Féria e da sua paixão pelo cinema, pelo teatro, pela música e por todas as formas de Arte.

 

Desde a infância no Alentejo até à realização dos sonhos mais ambiciosos, alguns mesmo impossíveis. “O Musical da Minha Vida” também é a História do nosso País desde a segunda metade do século XX até à actualidade. Os mitos de La Féria, as suas vedetas, os filmes que o marcaram, o Teatro, a Música, a Literatura são o ponto de partida para uma viagem que é afinal a viagem de todos nós.

O século XX e o alvorecer do XXI, a realidade e o manto diáfano da fantasia, interpretado por grandes atores, tais como, Alexandra, Dora, Pedro Bargado, Sissi Martins, Ruben Madureira, Cláudia Soares, David Ripado, Catarina Mouro, João Frizza, Sofia Noronha e Daniel Galvão à frente de um grande elenco de cantores, bailarinos, acrobatas e uma orquestra ao vivo que irão sobrevoar os últimos cinquenta anos das nossas vidas.

M80 celebra hoje o seu 9º aniversário

M80 rádio celebra hoje, 30 de Março, o seu 9º Aniversário! Em antena a estação, na rede regional sul e no horário nacional, irá fazer blocos de notícias especiais a todas as horas, e prepara duas grandes festas para o dia 9 de abril, a ocorrerem em simultâneo em Lisboa e Porto. 

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São Noticiários Especiais a todos a horas (das 7h00 às 20h00) que entram depois das notícias da atualidade e que trazem de volta as notícias de 2007, o ano de lançamento da estação, e a nível musical será também revisitado um Hit desse mesmo ano. Um trabalho preparado por toda a equipa de Informação e Produção Musical da M80.  

Num tom mais festivo e de forma a poder celebrar com todos os ouvintes e público em geral, a M80 realiza duas festas em simultâneo em Lisboa e Porto, com o comando dos DJ’s da estação Nelson Miguel e Francisco Gil, na Main Lisbon, e Miguel Simões e Nuno K na ESKADA Porto. Duas grandes festas que prometem animação e boa música pela noite dentro ao som dos maiores hits da década de 80