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Glam Magazine

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GNR - PSICOPÁTRIA no Super Bock Super Rock

Os concertos especiais, cantados em português, são presença assídua no Super Bock Super Rock. Ao longo de vinte e uma edições, muitos foram os momentos inesquecíveis e únicos que passaram pelos palcos do Festival, e 2016 não será exceção. A mais recente confirmação no cartaz da 22ª edição será um espetáculo de celebração: GNR – Psicopátria, dia 16 de Julho no Palco EDP.

GLAM - GNR.jpgPhoto: Miguel Pereira / Arquivo Glam Magazine

 

Foi em 1986 que os GNR - banda liderada pelo incontornável Rui Reininho, com Jorge Romão no baixo e Toli César Machado na guitarra e teclas - assumiram sem reservas uma sonoridade pop. Com o álbum “Psicopátria” a banda chegou a índices de popularidade inéditos, numa carreira ainda recente. Foi com temas históricos como “Efectivamente”, “Pós Modernos” ou “Bellevue” que a banda começou a ser convidada para os grandes eventos e grandes salas nacionais e internacionais, e que fizeram dos GNR como uma das mais importantes bandas nacionais de sempre. Depois de terem estado no primeiro Super Bock Super Rock, os GNR voltam à beira Tejo para uma viagem no tempo que recria em 2016 o melhor dos anos 80. Uma celebração imperdível dos 30 anos de “Psicopátria”.

 

Já confirmados:

 

14 de julho

Palco Super Bock - Disclosure, The National, The Temper Trap

Palco EDP - Jamie XX, Kurt Vile, Villagers, Lucius

Palco Carlsberg - DJ Shadow, Bomba Estereo

15 de julho

Palco Super Bock - Iggy Pop, Massive Attack & Young Fathers, Bloc Party

Palco EDP - Rhye, Mac DeMarco, Kwabs, Petite Noir

Palco Carlsberg - Lion Babe

16 de julho

Palco Super Bock - Kendrick Lamar, Orelha Negra

Palco EDP - GNR - Psicopátria, FIDLAR, Kelela

Palco Carlsberg - DJ Ride

DJ A Boy named Sue… A Máquina do tempo do Rock’n’Roll

Dj A boy named Sue é provavelmente o mais icónico e versátil dj do mundo do rock'n'roll em Portugal. Braço direito de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) nos seus vários projectos, há 15 anos que agita as pistas de dança por todo o país nos mais variados eventos e festivais. Já fez a primeira parte dos Jon Spencer Blues Explosion numa tour em Itália, já passou música no Festival de Cannes, Oslo, Madrid, Marselha e Macau. Tem um programa de rádio há 12 anos na Rádio Universidade de Coimbra e vai estrear em Abril uma crónica semanal no Indiegente de Nuno Calado. Em 2016 lançou-se numa tour em Portugal e o resultado são 4 meses sem uma única noite de fim de semana livre.

GLAM - DJ A Boy named sue.jpg Photo: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

DJ a boy named Sue (Tiago André), o braço direito de The Legendary Tigerman (em 1998 tornaram-se amigos inseparáveis e DJ a boy named Sue trabalha desde aí em todos os projectos de Paulo Furtado com o qual já percorreu meio mundo). Os seus sets caracterizam-se por uma forte vertente rock’n’roll, nos quais visita sonoridades Rhythm & Blues, Soul, Surf, 60’s, Latin Grooves, Exotica, Psych, Garage ou Punk Rock, uma espécie de máquina do tempo, que cria laços entre os grandes clássicos e as novas vertentes da música contemporânea.

 

Playlists ou sets pré-definidos não têm espaço neste universo caracterizado por ambientes dançáveis e festivos, intensos e imprevisíveis, recheados de hits do passado e do presente. Sinal dos tempos ou desígnio dos deuses, a boy named Sue baralha e volta a dar a História da Música Popular, sem quebras de ritmo nem tiros no escuro, como só um verdadeiro mestre-de-cerimónias é capaz.

 

Disc Jockey desde 2001, é natural de Coimbra, sendo que, nos últimos anos, tem corrido Portugal de Norte a Sul, em praticamente todas as cidades, bares, clubes, eventos e festivais. Em 2012, foi convidado pelos Jon Spencer Blues Explosion para fazer a primeira parte do seu concerto no Porto, ao que se seguiu o convite para os acompanhar também na sua Tournée em Itália. No ano seguinte passou música no Festival de Cannes e fez uma tour de 10 dias em Oslo. Em 2014, foi a Madrid fazer a 1ª parte e after party do lançamento do disco de Vinila Von Bismark, passou por Marselha para duas festas da Art-o-Rama (Marseille International Fair of Contemporary Art) e foi ao festival This Is My City, em Macau. No ano passado, marcou presença numa série de festivais (Lisbon Psych Fest, Sound Bay Fest, Reverence Valada Festival, Festival Aleste, entre tantos outros).

 

Para além dos eventos já mencionados, a boy named Sue já passou pelo Festival Barreiro Rocks, MOTELX - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, FIKE - Festival Internacional de Curtas-Metragens de Évora, Festival Internacional de Curtas-Metragens de Vila do Conde, 8 e ½ - Festa do Cinema Italiano, Queima das Fitas de Coimbra (Palco Ruc, Baile de Gala e Chá Dançante), Black Balloon, Wonderland Club, Cais do Sodré Cabaret, Beat Mod Club, mencionando apenas alguns.

 

É ainda convidado regularmente para fazer “after parties” de bandas, entre as quais The Sonics (USA), Heavy Trash (USA), Alabama 3 (UK), Son of Dave (UK), Boogarins (BRA), Becky Lee & Drunkfoot (USA), Messer Chups (RU), Los Explosivos (MEX), Autoramas (BRA), Mark Sultan BBQ (CAN), Wraygunn (PT), The Legendary Tigerman (PT), The Parkinsons (PT), Victor Torpedo (PT), Sean Riley and The Slowriders (PT), Keep Razors Sharp (PT), X-Wife (PT), Bunnyranch (PT), D3o (PT), Capitão Fantasma (PT), Dr. Frankenstein (PT), etc.

 

A sua diversidade e adaptação a diferentes espaços e ambientes faz com que tanto incendeie a pista do Musicbox num Baile Tropicante, como hipnotize as pessoas no Reverence Valada com o último rock psicadélico, meta toda a gente a dançar ao som do rock e soul no Sabotage ou antes dum concerto de Jon Spencer Blues Explosion, passa easy listening num palácio em Marselha enquanto as pessoas bebem cocktails ou faz after parties de punk rock agressivo depois dum concerto dos Dead Kennedys.

 

Quem o segue, recorda a sua TV, o objecto icónico que acompanha DJ a boy named Sue nos seus sets, que fica sempre próximo da mesa de mistura ou à sua frente onde coloca sempre as capas dos discos que está a passar de forma às pessoas saberem sempre o que estão a ouvir e para poderem apreciar o artwork. A experiência visual é muito importante daí a presença de projecções temáticas relacionadas com os universos musicais da noite em questão, de modo a estimular as pessoas, para proporcionar uma experiência audio visual ao seu público.

 

Actualmente, tem noites regulares em locais como Musicbox, Sabotage Club e Incógnito (Lisboa), Convento do Carmo (Braga) Maus Hábitos e Cave 45 (Porto), Odd (Coimbra) ou Praça Caffé (Leiria) e é o mentor de 2 clubes temáticos o Kaleidoscope e o Chills & Fever.

Para além da sua actividade como dj nas pistas de dança, faz parte da equipa da RUC (Rádio Universidade de Coimbra), onde frequentou o curso de programação em 2004, com a qual tem colaborado em vários programas de Blues e de Rock, sendo também responsável desde esse mesmo ano pelo programa de autor Cocktail Mariachi, dedicado ao Lounge e ao Easy Listening. Ainda na vertente radiofónica, a partir do mês de Abril, estreia a rubrica semanal “O Baú do Sue” (todas as segundas-feiras) no programa de Indiegente da Antena 3 de Nuno Calado.

 

Tiago André esteve sempre ligado ao mundo da música: trabalhou no teatro a seleccionar bandas sonoras para a Cooperativa Bonifrates, de Coimbra e trabalhou também, desde cedo, a todos os níveis com várias bandas de Coimbra, desde os Tédio Boys aos Belle Chase Hotel, mantendo-se actualmente como parte da equipa técnica dos Wraygunn e The Legendary Tigerman.

 

30 Março 2016 - Musicbox, Lisboa

1 Abril 2016 - Pensão Amor, Lisboa

2 Abril 2016 - Pouca-Terra, Barreiro

8 Abril 2016 - Praça Caffe, Leiria

9 Abril 2016 - Damas, Lisboa

21 Abril 2016 - Incógnito, Lisboa

22 Abril 2016 - Maus Hábitos, Porto

23 Abril 2016 - Convento do Carmo, Braga

24 Abril 2016 - Musicbox, Lisboa

27 Abril 2016 - Sabotage, Lisboa

29 Abril 2016 - Odd, Coimbra

30 Abril 2016 - Sabotage, Lisboa

Anarchicks apresentam ao vivo "We Claim The Righ To Rebel and Resist"

No próximo sábado, as Anarchicks sobem ao palco do Musicbox Lisboa para a apresentação ao vivo do álbum "We Claim The Righ To Rebel and Resist" que será editado em Abril com edição de autor e distribuição pela Sony Music Entertainment. O concerto promete ser memorável pois vai contar com alguns convidados ainda por revelar.

ana.jpg "We Claim The Right To Rebel And Resist" é o nome do segundo longa duração do quarteto que foi precedido do EP  "We Claim The Right" editado pela Blitz Records/Sony Music Entertainemnt.

O vídeo-manifesto do primeiro single, “#WeClaimTheRight”, protagonizado por Carolina Torres conseguiu mais de 200 mil visualizações em 48 horas, mais de 20 mil interacções e alcançou quase 1 milhão de pessoas.

Mais do que uma música, "We Claim The Right" pretende ser um hino à liberdade individual e à afirmação da cidadania. Um grito por uma sociedade mais justa para todos.

"We Claim The Right To Rebel And Resist" das Anarchicks, é um álbum enérgico, um apaixonado manifesto de pulso firme. e um pontapé musical. A banda espera não magoar ninguém mas pelo menos deixar marca.

 

Musicbox (Lisboa)

2 de Abril 2016 | 23.30h

Colado #2: Galgo // Basset Hounds // Fugly

Iniciadas as noites da Colado com casa cheia em Fevereiro, a Colado traz-nos agora a sua segunda festa no Musicbox Lisboa, que promete superar a loucura da primeira.

Dia 14 de Abril vamos poder ouvir os sons frenéticos de Galgo, Basset Hounds e Fugly num evento que pretende mostrar o melhor do rock que se faz no nosso país. Os bilhetes para esta grande festa estão disponiveis para compra aqui.

Cartaz completo.jpegGalgo… Se a garra punk passasse pelo cuidado extremoso do psicadélico em extra dimensionar o que já são 4 planos de percepção distintos, o resultado estaria no trote dos Galgo para se ouvir. Os lisboetas, cheios de dopping nas guitarras e sintetizadores, assentam os pés no chão com as suas arrancadas espaciais com uma ocasional dose de agressividade na bateria e no baixo — o reality check necessário para se evitarem desnecessárias divagações. Prova disso o trabalho de estreia, “EP5”, que nos leva a todo o lado, sempre na segurança de uma nave robusta e com a dose certa de groove a servir de combustível. 

Os Basset Hounds são o resultado da amplitude que nasce da necessidade de redefinir o horizonte de melodias, que se encontram entre o embalo e o impulso, conjugando guitarras aéreas, vozes dissipadas, baixos terrenos e baterias métricas.Caracterizados pela despreocupação em se cingirem a uma ideia, manifestam a fluidez da sua dinâmica e a coesão do seu som. 

Fugly é rock, é feedbacks, é proto-pizza e banana-punk, rock-lobster e tartarugas ninja.

Vinda da cidade do Porto, é garage dum miúdo da escola secundária, misturado com psicadelismos e a complexidade de quem passou da vida a ouvir tudo o que foi feito nos anos 60 e 70 

 

 

Musicbox (Lisboa)

14 de Abril 2016 | 21.30h

NOS Alive e a EDP apresentam… EDP Fado Café…

O NOS Alive e a EDP reforçam a sua parceria de longa data com a apresentação de um novo palco que pretende celebrar o género musical mais importante da música popular portuguesa – o Fado.

O EDP Fado Cafe, o sétimo palco do festival, nasce numa zona renovada do recinto com cenografia própria que irá envolver todos os festivaleiros num ambiente tradicional português. Marco Rodrigues, Raquel Tavares, Hélder Moutinho, Dead Combo e Tiago Bettencourt são alguns dos nomes que passarão pela Rua EDP no NOS Alive’16.

edp1.jpgA requalificação de uma rua com 150 metros de comprimento, eminentemente inspirada na traça pombalina, irá albergar vários elementos da cultura portuguesa, entre eles a recriação do Museu da Eletricidade e do futuro MAAT (Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia). Nesta zona viverá o novo palco, dois espaços centrais de ativação da EDP, e ainda várias zonas comerciais. O projeto é da autoria do arquiteto Rui Francisco e a produção está a cargo da EPC (Empresa Portuguesa de Cenários).

 

O fado chega ao NOS Alive através de uma cuidadosa programação que tem como objetivo dar espaço a este género musical português, que é desde 2011 Património Imaterial da Humanidade, ao mesmo tempo que revela como este estilo está bem presente na cultura de outros artistas nacionais. Dia 7 de julho o EDP Fado Cafe recebe duas das mais impressionantes vozes do Fado, Marco Rodrigues e Raquel Tavares. No mesmo dia atuará ainda Tiago Bettencourt com um espetáculo especialmente preparado para este palco, no qual o cantor irá revisitar temas do cancioneiro nacional que mais o influenciaram ao longo da sua carreira.

 

O segundo dia do festival, vai contar com a curadoria do fadista e poeta Hélder Moutinho, hoje reconhecido como um dos fadistas mais prestigiados da sua geração. A voz que dispensa apresentações traz consigo artistas bem conhecidos do fado para momentos únicos e especiais. Marco Oliveira, Vanessa Alves e Ricardo Parreira são os fadistas que se juntarão a Hélder para uma noite que promete ser especial.

 

Já dia 9 de julho será brindado com uma programação muito especial preparada pelo programador da reconhecida casa de fados, “Mesa de Frades”.  Para o EDP Fado Cafe, Pedro de Castro criou um ambiente mais próximo deste local tão especial que já viu nascer grandes vozes e por onde já passaram alguns  dos mais importantes fadistas. O local histórico será revisitado no NOS Alive através das vozes da conceituada fadista Ana Sofia Varela e da jovem Teresinha Landeiro.

edp.jpgPara encerrar em grande o EDP Fado Cafe, sobe ao palco Dead Combo & As Cordas da Má Fama. Neste espetáculo, juntam-se aos Dead Combo um naipe de cordas (violoncelo, viola de arco e violino), produzindo um espetáculo inteiramente novo, que musicalmente vai desconstruir e despir completamente as músicas dos da dupla para um formato acústico, onde o Naipe de Cordas assume um papel especial e surpreendente. Este espetáculo, será uma nova oportunidade para os muitos admiradores do duo mergulharem no imaginário único da banda, pois também do ponto de vista cénico, este será mais um momento marcante no percurso dos Dead Combo.

 

E porque há momentos que têm que ser revividos o NOS Alive vai ainda recuperar a pista de slow. Entre a meia noite e as 4 da manhã, o EDP Fado Cafe vai contar com voz, saxofone e piano onde será sempre hora para dançar.

 

Paulo Campos Costa, diretor da Direção Global de Marca, Marketing e Comunicação do Grupo EDP, salienta que “há 7 anos que a EDP está presente no NOS Alive. Darmos o nome à Rua EDP e ao sétimo palco deste festival reconhecido nacional e internacionalmente é um reforço da parceria entre as duas marcas que nasce do crescendo da estratégia do Grupo na área da música. Hoje somos uma das marcas que mais apoia a música portuguesa e o nosso apoio a este sétimo palco que irá privilegiar a música nacional é o resultado desta nossa forte aposta”.

 

Já Álvaro Covões, reforça que “levamos muito a sério a assinatura ‘O Melhor Cartaz. Sempre!’. É um marco para o NOS Alive receber o Fado, representado por alguns dos mais proeminentes artistas do género. O EDP Fado Cafe e esta rua tipicamente portuguesa vão apresentar o melhor da nossa cultura a todos os festivaleiros que nos visitam”.

 

A 100 dias da abertura de portas o NOS Alive já só tem disponíveis bilhetes diários para os dias 7 e 9 de julho. Os bilhetes diários para dia 8 de julho, bem como o passe de três dias, já se encontram esgotados.

Festival Bons Sons anuncia mais nomes….

Best Youth, Sensible Soccers, Pega Monstro, Les Crazy Coconuts, Madalena Palmeirim, Alentejo Cantado e Lodo são os nomes agora anunciados para a edição de 2016 do Festival Bons Sons em Cem Soldos.

GLAM - Best Youth.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O Festival Bons Sons apresenta a dupla Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, os Best Youth, que desfilam as canções do seu mais recente disco “Highway Moon”. Os Sensible Soccers que se apresentam no festival com um álbum acabadinho de editar, “Villa Soledade”, enquanto que as irmãs Pega Monstro levam o seu Punk Rock até ao palco do Bons Sons.

GLAM - Les Crazy Coconuts.jpgPhoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

A viola campaniça junta-se às vozes de 8 alentejanos no grupo Alentejo Cantado, e de Leiria chega o sapateado e as canções pop do trio Les Crazy Coconuts. Madalena Palmeirim apresenta no festival as suas melodias alternativas, numa mistura entre folk, country e indie pop.

Por último os Lodo trazem o seu rock progressivo à aldeia.

 

São 10 anos de Bons sons, de 12 a 15 de Agosto em Cem Soldos.

Dead Combo & As cordas da Má Fama…

Neste espectáculo, juntam-se aos Dead Combo, um naipe de cordas (violoncelo, viola de arco e violino), produzindo um espectáculo inteiramente novo, que musicalmente vai desconstruir e despir completamente as músicas dos Dead Combo para um formato acústico, onde o Naipe de Cordas assume um papel especial e por vezes surpreendente. Este espectáculo, será assim, uma nova oportunidade para os muitos admiradores dos Dead Combo, mergulharem no imaginário único da banda, pois também do ponto de vista cénico, este espectáculo constituirá mais um momento marcante no percurso dos Dead Combo.

Image1a.jpg“Consta que se encontraram em Lisboa, numa escura ruela que transbordava de cheiros e odores que pareciam estar colados às paredes imundas. Eram três, de casacos de abas de grilo cheios de mofo, cabelos que pareciam ter sido passado por uma velha frigideira de bifanas e olheiras que mais pareciam buracos negros. Disseram que tinham naufragado no Lusitânia, aquele navio de que só se falava sussurando, para não despertar os fantasmas que nele habitavam desde há muito. Segundo eles, o Lusitânia tinha sido engolido por uma vaga gigantesca, causada pelas vibrações acústicas da orquestra de cordas, quando cruzavam o oceano pacífico.

Restaram apenas aquelas três almas penadas: O magro violino do leste, a viola do Sul e o violoncelo do Norte. Fizeram uma barcaça com os seus instrumentos remaram com os seus arcos e acabaram algures na América do Sul, de onde viajaram, tocando para ganhar uns trocos, até aqui chegar.

Gato Pingado e o Gangster olharam para eles e disseram: “Almas penadas com cordas de má fama…. Juntem as vossas cordas às nossas!”

E seguiram rua adentro até desaparecerem os cinco no meio do fumo da velha fábrica de chapéus…”.

 

Dead Combo

Tó Trips: guitarras

Pedro Gonçalves: guitarras e contrabaixo

Cordas da Má Fama

Carlos Tony Gomes: violoncelo

Bruno Silva: viola de arco

Denys Stetsenko: violino

 

2 de Abril 2016 - Casa da Música (Porto)

9 de Abril 2016 - Centro Cultural e Congressos (Caldas da Rainha)

13 de Maio 2016 - Casa das Artes (Famalicão)

10 de Junho 2016 - Centro de Arte (Ovar)

 

"Tá um frio que não se pode"… o novo single de BCE feat. Raffa Noise

BCE - Brissos e os Conselheiros de Estrada é um projecto que pretende trazer de volta a sonoridade dos anos 70, envolta em influências actuais, o blues, o rock e o hip-hop dão as mãos à crítica social, à caricatura e à sátira, de forma dinâmica e divertida, num contexto conceptual que aborda os temas fraturantes da nossa sociedade e do País, totalmente interpretados em português.

BCE FB.jpgPhoto: Arquivo / DR

 

2015 marcou o início da campanha de promoção do novo álbum de originais; “Magenta” foi o primeiro single a ser apresentado ao vivo por todo o País, antecedendo o lançamento do segundo tema do mesmo disco, intitulado “Tá Um Frio Que Não Se Pode”, que conta com a participação especial do rapper Raffa Noise.

Gravado e misturado por Pedro Vidal, nos Estúdios Vale de Lobos, este álbum tem a participação de alguns amigos: Ruben El Pavoni (A.J. &the Rock' in Trio); Pedro Vidal (Jorge Palma); Luís Ferreira (Nobody's Bizness); Alexandre Frazão (Ala dos Namorados e Resistência) e de Rui Veloso.

 

Os BCE são: Paulo Brissos (voz e guitarra); Hugo Ganhão (baixo); Gonçalo Santuns (bateria); Pedro Soares (guitarra e voz) e Diogo santos (teclados).

 

Nsoki edita "Prova dos Nove" em Abril e visita Portugal…

Um dos nomes mais sonantes da actualidade da música em Angola Nsoki, a princesa do zouk como foi carinhosamente apelidada pelos seus fãs é uma cantora de Zouk/Kizomba e R&B/Soul. Formada em Finanças, Nsoki sempre teve uma inclinação para cantar, desde cedo participou em grupos corais e peças teatrais. Nos Estados Unidos de América aonde se formou a Nsoki cantava música lírica, cantando sempre as partes de soprano e mezzo soprano. Depois de terminar a sua licenciatura, uma vez de regresso a Angola decidiu depois de muita insistência por parte dos amigos gravar um disco.

1449261876.jpgEm 2009 casou-se com Luri Neto, que também é o seu manager e principal impulsionador da sua carreira, após o nascimento de sua filha e depois de quatro anos a gravar, a Nsoki lançou um single em Outubro de 2012 com as participações de Nanutu e Johnny Ramos, este single foi o começo da promissora carreira da cantora, com a musica que enchia as pistas de dança dentro e fora do pais “Meu AnjoNsoki teve de olhar para a musica de outra maneira pois todo mundo estava curioso para ver se ela conseguiria dar continuidade a esse sucesso.

 

Em Outubro de 2013 a Nsoki lançou o seu primeiro album "Meu Anjo”. Esse álbum teve produções de Heavy C, Johnny Ramos, Nguabi Montel e o brasileiro Ricardo Duna. O álbum foi gravado em Luanda, Holanda, Rio de Janeiro e Lisboa. Numa mistura agradável de musicas programadas e acústicas com os estilos Zouk, Kizomba e baladas o CD de 13 faixas musicais da Nsoki conta já com mais três hits nacionais "Infeliz", "Hoje sou Feliz" e “Bye Bye”.

Dona de uma voz inconfundível, sempre dentro da sua humildade como é caracterizada, a “Princesa do Zouk” não tinha noção de como a sua música tinha rompido fronteiras, mas em 2013 foi surpreendida com 3 nomeações na primeira edição dos Angola Musica Awards nas categorias de Artista revelação, melhor voz feminina e música do ano, foi nomeada para o concurso Divas de Angola 2013 na categoria de Diva da Música, venceu em duas categorias no consagrado Top da Rádio Luanda: Voz revelação Feminina e Melhor Voz Feminina do ano e foi também premiada como artista revelação no Moda Luanda 2014. A Nsoki foi a artista mais nomeada nos Angola Music Awards 2014 realizado em Setembro com sete nomeações. Neste mesmo concurso a Nsoki ganhou na categoria de Artista Feminina do Ano de 2014.

 

Com a popularidade a aumentar tão repentinamente e com a agenda extremamente lotada, a Nsoki foi obrigada a antecipar os seus sonhos e dar o seu primeiro espectáculo na casa 70 em Luanda aonde cantou para uma casa completamente lotada. Logo a seguir abarrotou o Cine Atlântico em Abril de 2014 andou contou com perto de 6.000 fãs que cantaram com ela do princípio ao fim do grande show. Humilde como sempre a Nsoki em várias entrevistas para imprensa explicou que não contava algum dia poder dar um espetáculo dessa envergadura e agradeceu a todos os presentes pelo carinho.

 

Neste momento a Nsoki promove a sua segunda obra discográfica intitulada "Prova dos 9". O disco foi gravado em Portugal e em Angola conta com as produções de Cox Santana, Lbeats, Baby C, Nelson Klasszik, Aires, Ravidson, Wando Moreira, Boper e Carlos Juvandes. Outros colaboradores do disco são Lil Saint, Anselmo Ralph, Halison Paixão, Bolingó, Ravidson e Ivan Alexei. "Prova dos 9" tem participações especiais de Fabious (Zona 5), Yola Semedo e Nelson Freitas. Neste album a Nsoki continua a cantar os ritmos pelos quais é conhecida como o zouk, kizomba, ghetto zouk, R&B e um pouco de Soul. O disco foi lançado em Novembro de 2015, e tem edição marcada para Portugal em Abril de 2016.

Tanita Tikaram edita novo álbum “Closer to the people”

A cantora e compositora britânica Tanita Tikaram esta de regresso aos discos com a edição no passado dia 11 de Março do álbum “Closer to the people” através da earMUSIC.

Tanita-Tikaram_Cover-125x125_RZ.jpgA voz única e característica de Tanita destacou-se em 1988 com o lançamento do álbum de estreia “Ancient Heart” que inclui ente outros os singles “Twist In My Sobriety” e “Good Tradition”.

Com a edição deste novo disco, “Closer to the people”, Tanita situa-se num registo mais independente, mais próximos dos seus fãs e do seu público que ao longo destes anos sempre a acompanhou ao vivo, Uma homenagem em disco ao público anónimo que segue a carreira da cantora.

Uma sonoridade com influencias no blues americano mas nunca esquecendo o R’n’B britânico, sempre característico dos seus temas.

Bobby Irwin, Martin Minning e Matt Radford acompanham Tanita Tikaram ao vivo na digressão que a cantora iniciou no inicio do mês de Março, infelizmente sem datas em Portugal. Os singles "Food on my table" e "Glass love train" foram os avanços a este novo album

Westway LAB a todo o vapor apresenta cartaz dedicado à indústria musical

Residências Artísticas, Conferências PRO, Talks, Showcases, Concertos.

Tudo isto num festival que concentra em três dias, de 14 a 16 de abril, grande parte da sua atividade. Serão dias preenchidos em Guimarães, sempre ao som da música que vai nascer do encontro de vários artistas que aqui se juntam para criar. Criar é o verbo. Um festival inovador e ousado que se fundamenta em três pilares basilares: processo, pensamento e produto. Nesta terceira edição, o cartaz apresenta grandes nomes, nacionais e internacionais, para se discutir e fazer música.

Westway LAB Festival 2016.jpgO Westway LAB está de regresso para mais uma edição do festival que gira em torno da criação musical e da discussão de desafios relacionados com a indústria. De 6 a 15 de abril, o Centro de Criação de Candoso acolhe as Residências Artísticas que juntam vários artistas, das mais variadas nacionalidades e estilos, num projeto singular de criação cujo resultado é depois apresentado em Showcases no Café Concerto do CCVF.

Ao longo dos três dias de festival (14 a 16 de abril) decorrem, no Palácio Vila Flor, as Conferências PRO que apresentam uma forte componente programática em torno da gestão musical. No âmbito destas conferências, o Westway LAB orgulha-se de apresentar duas palestras de figuras de relevo na indústria da música independente internacional: Charles Caldas, da MERLIN, e Helen Smith, da IMPALA. Painéis sobre novos festivais de música europeus, direitos musicais, edição de música e o trabalho de supervisão musical em trabalhos audiovisuais, assim como debates sobre diversos tópicos de interesse compõem a ordem de trabalhos das Conferências PRO para a edição deste ano.

 

As Talks estão também de regresso e representam uma das atividades mais acarinhadas por serem um momento para conhecimento mútuo entre os artistas e o público da cidade num ambiente informal e descontraído. Estas iniciativas decorrem nos dias 14 e 15 de abril, às 18h00, no restaurante Cor de Tangerina (dia 14) e no mítico Tio Júlio (dia 15).

Ivan_&_The_Parazol_1.jpgPhoto: Arquivo / DR

 

No dia 14, às 22h00, o Café Concerto do CCVF acolhe os primeiros concertos do festival: os Showcases. O primeiro, fruto das residências artísticas, a que se segue o Showcase ETEP (European Talent Exchange Programme) com a atuação de Ivan and The Parazol. Esta banda, da Hungria, tem uma batida bem identitária que remete para a contemporaneidade do séc. XXI, bebendo influência da new wave dos anos 60 e 70.

Membranes 1.jpegPhoto: Arquivo / DR

 

No dia 15, às 21h00, o palco do Grande Auditório do CCVF recebe o concerto de abertura do cartaz oficial do festival. Este ano, o festival propõe o invulgar encontro em palco da lendária banda britânica The Membranes com o Coro de Jazz do Convívio. A base desta atuação centra-se na transformação da música dos Membranes com a participação do Coro de Jazz do Convívio, que interpretará partituras escritas especialmente estruturadas para este singular momento.

Sarah-P-Press-Picture-by-Bertrand-Bosrédon-2.jpgPhoto: Bertrand Bosrédon

 

Na mesma noite, a partir das 22h00, o Café Concerto acolhe uma nova ronda de Showcases. Os primeiros a subir ao palco serão os artistas em residência, numa atuação seguida pelo showcase ETEP de Sarah P.. Cantora, compositora e atriz de nacionalidade grega, Sarah P. toca uma música minimalista, inspirada na sonoridade dos anos 90 com um forte caráter pop.

Gigmit stage_Suzie Stapleton.jpgPhoto: Gigmit stage

No último dia de festival, 16 de abril, a música invade o Centro Cultural Vila Flor.

Às 17h00, o Café Concerto acolhe outra novidade na edição deste ano do Westway LAB, o GigMit Stage, iniciativa para a qual foi aberto um “open call” ao qual responderam mais de 200 bandas à volta do mundo, das quais 3 bandas selecionadas terão oportunidade para atuar ao vivo: Suzie Stapleton, Sleepwalker’s Station e Fortnight in Florida.

Filho da mãe_por Renato Cruz Santos_2_web.jpgPhoto: Renato Cruz Santos

 

Na noite de encerramento do festival, todos os palcos do CCVF apresentam concertos. A festa começa no Pequeno Auditório, às 21h30, com um concerto de Filho da Mãe. O trabalho que apresenta é “Mergulho”, permeável à pedra, à terra e à gente que o rodeia. Um disco de Filho da Mãe que transpira espaço e transcende dimensões, imergindo-se no bucólico para o desconstruir num exercício de cubismo sónico, impregnado de efeitos e das reverberações naturais do cenário improvisado pelos Estúdios Sá da Bandeira.

PAUS High - Andre Leal.jpgPhoto: André Leal

 

A música prossegue no palco do Grande Auditório do CCVF com uma dose dupla de concertos com hora marcada para as 22h30. MY BABY e PAUS prometem uma noite eletrizante e não vão deixar pedra sobre pedra no último dia do Westway LAB. Os holandeses MY BABY têm a capacidade inata de agarrar uma plateia do princípio ao fim com um som potente e eletrizante, que é a imagem de marca com que carimbam os concertos. Com dois álbuns editados, a banda reúne já um notável conjunto de fiéis seguidores, dispostos a percorrer longas distâncias para os poder ver, ao vivo, com o êxtase a que já os habituaram. Seguem-se os PAUS, pura força rítmica de um quarteto português apostado em fazer suar quem assiste na plateia. Não há muito por onde escapar quando se dá o encontro da bateria siamesa, guitarras, teclados e vozes em uníssono. É mesmo para suar. Com um EP e três discos, o grupo conquista o público nacional e internacional através de um espetáculo físico.

Rui Maia 2.jpgPhoto: Arquivo / DR

 

O festival termina no Café Concerto em clima de pura festa para dançar pela noite dentro. A última atuação do Westway LAB será protagonizada por Rui Maia que está de volta aos discos em nome próprio com “Trinity of Thunder” EP, editado na sua recentemente criada Belong Records, contando desde já com o apoio de nomes como Laurent Garnier, Bottin, Lauren Flax, Tensnake ou Kasper Bjorke.

Para encerrar a edição de 2016 do Westway LAB, Rui Maia apresenta-se ao vivo em formato DJ Set e Live Act, onde se faz acompanhar por uma série de sintetizadores e instrumentos eletrónicos.  

Grutera anunciado no festival Bons Sons 2016

Grutera é um dos últimos nomes confirmados para a edição deste ano do festival Bons Sons

grutera.pngGrutera (nome de código de Guilherme Efe) aborda a guitarra clássica com a bagagem técnica e emocional de quem se formou entre o metal e a guitarra acústica.

A sua interpretação é inconformada e a melancolia das composições entrecortada por uma visceralidade imprevisível. Este universo singular é reforçado, na gravação dos seus discos, pela escolha de locais com uma forte reverberação natural, como é o caso do Túnel das Barricas da Herdade do Esporão, cenário do recente “Sur lie”. Mas a transposição para o palco é igualmente impressionante. A densidade musical, onde “não há distorção, baterias, voz, nem guitarras eléctricas”, mas “a composição recai sempre no mesmo sentimento”, faz com que, nas actuações de Grutera, a paixão viva a cada dedilhar.

 

“Queremos ser um grande festival, não um festival grande”… Atlantic Fest

O Atlantic Fest é o evento que não vai deixar ninguém indiferente. Na sua primeira edição, o festival reúne num só espaço uma selecção de artistas de qualidade reconhecida, onde não faltarão actividades para toda a família: haverá um espaço pensado para as crianças, um mercado discográfico, uma zona gastronómica com especialidades locais e conferências organizadas em torno dos principais temas da indústria musical.

Tendo sempre como prioridade a garantia de valor em todas as vertentes e ofertas, o Atlantic Fest é o lugar perfeito para passar um fim de semana em família ou com amigos, num espaço idílico banhado por uma praia de beleza única e autenticada com bandeira azul. O festival começa bem cedo, com concertos a decorrer no palco principal logo pela manhã. Entre as actuações, o público é convidado a mergulhar nas águas cristalinas da Ilha de Arousa para disfrutar em pleno de toda a envolvência do festival. No Atlantic Fest tudo é pensado ao pormenor para que nada escape ao nosso público!

atlantic.jpgTindersticks… Falar dos Tindersticks é falar da voz profunda e marcante de Stuart A. Staples, selo distintivo do grupo de rock formado em Nottingham. A sonoridade dos britânicos parte do pop independente para ganhar forma através das sofisticadas incorporações orquestrais, das melodias jazzísticas e das variações no soul. Na música dos Tindersticks destacam-se as influências de Serge Gainsbourg, Lee Hazlewood e principalmente de Scott Walker.

Nacho Vegas… Depois de fazer parte de Manta Ray nos anos 90, Nacho Vegas começou a sua carreira  a solo em 2001. O último disco, "Canciones populistas", publicado em 2015, é um EP em formato digital de 5 músicas gravadas de forma itinerante entre Cádis, Astúrias, Madrid, Saragoça e México. As letras reflectem um retrato acutilante da situação social e política que Espanha atravessa na actualidade.

El Niño de Elche… Experimentação, improvisação, electrónica, rock...

"Voces del Extremo" (2015), acabou por se converter no melhor disco do ano para conceituadas publicações como a Rockdelux, Hoy Empieza Todo, El País, Hipersónica ou El Enano Rabioso. A coroar a crítica está o Prémio Ruído, prestigiante galardão atribuído pela Associação de Jornalistas de Música, em Espanha. Voces del extremo” é um trabalho de vertente anti-capitalista focado na poesia de consciência contemporânea. Nele participam as vozes de dez poetas em modo krautrock, experimental e electrónico.

 

A Ilha de Arousa (Rias Baixas) é uma ilha e um município que se encontra no coração da Ria de Arousa, na província de Pontevedra, na Galiza. Com praticamente 5.000 habitantes, a Ilha está ligada ao continente por uma ponte de quase dois quilómetros, uma das maiores pontes de Espanha, inaugurada em 1985. Os seus 36 kms de costa, com praias de areia branca e águas cristalinas, valeu à Ilha de Arousa a distinção de Reserva Natural atribuída pela União Europeia. Entre as principais atracções turísticas, destaca-se o Faro de Punta Cabalo, o Islote Areoso e o Parque Natural de Carreirón, zona especial protegida para as aves e para a população da garça real. O ponto mais alto da Ilha é o Miradouro O Con do Forno, de onde é possível usufruir de uma vista magnífica sobre a vila. Estas características fazem da Ilha de Arousa um lugar idílico para acolher o Atlantic Fest e para proporcionar a todos os visitantes três dias plenos de música, actividades lúdicas e de descontração em família.

 

A produtora New Live é a responsável pela organização do Atlantic Fest.

Com mais de 15 anos de experiência na organização de eventos, a New Live decidiu traçar um novo e desafiante caminho com a realização de um festival diferente dos demais, assente numa filosofia e numa maneira de estar na música transversal a várias áreas de interesse.

 

Atlantic Fest (Ilha de Arousa)

1 a 3 de Julho 2016

Thunder & Co. e Groove Salvation com data agendada no Sziget Festival 2016

Uma banda e um DJ português integram a programação oficial do Sziget Festival, um dos maiores festivais de música da Europa, que decorre em Budapeste (Hungria) entre 10 e 17 de Agosto de 2016. Mais um passo para a internacionalização dos valores emergentes da música portuguesa e a sua afirmação no panorama europeu.

nd-thunder.jpgPhoto: 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Thunder & Co. e Groove Salvation são os nomes programados para a noite portuguesa do Sziget Festival 2016, em Budapeste, com destaque máximo no Europe Stage, imediatamente após os cabeças de cartaz do palco principal do festival. O dia 14 de Agosto fica, assim, marcado por um forte destaque para a música nacional após a parceria de internacionalização da música portuguesa mediada pela Bússola – Plataforma para o Desenvolvimento Artístico e Cultural com a associação gestora do festival húngaro.

Thunder & Co. são uma das bandas revelação de 2015 no panorama nacional, com concertos que se contextualizam num ambiente festivo e experimental, capaz de contagiar a audiência com batidas balançantes envoltas em acordes tristonhos e ambientes tensos, que dão corpo a um estilo musical muito característico. No ano 2015, entre outros, pisaram palcos no Super Bock Super Rock, NOS Clubbing, NOS em D'Bandada, Talk Fest, Indie Music Fest, Festins e Vodafone Mexefest.

 

Groove Salvation é um produtor e DJ português com uma longa experiência e uma larga reputação além-fronteiras para as suas misturas. O seu registo sonoro combina ambientes house, com deep house e tech house, num registo íntegro e contagiante.

 

Ambos atuarão no Europe Stage, o palco de divulgação de talentos emergentes da música europeia do Sziget, na mesma noite, reforçando a promoção internacional da música portuguesa e dos seus agentes. O Sziget Festival recebe anualmente mais de 400 mil visitantes, transformando uma das ilhas de Budapeste na Ilha da Liberdade, para uma semana de um intenso festival de música e artes, num inovador registo de fusão entre a música, a arte urbana, artes de rua e o entretenimento.

“Eden's Inferno”… Pior que o inferno interno, o inferno da perfeição

Dando continuidade a uma programação ininterrupta e endereçada aos públicos mais diferenciados em Ponte de Lima, na próxima sexta-feira, será a vez do concerto dos Mancines. Mancines é aquilo a que o dia-a-dia das nossas vidas deveria soar, se estas tivessem banda sonora, como nos filmes!

mancines_mupi_.jpgMancines é um projecto que chega agora ao mundo, após 15 anos de hibernação, uma vez que o motor de arranque instrumental foi composto maioritariamente nessa altura. E esteve estes anos em imobilidade tónica, sobretudo a aguardar o momento ideal para reunir Raquel Ralha (Wraygunn, Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet) e Toni Fortuna (D3o, Tédio Boys, M'as Foice) e somá-los a Pedro Renato (Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet) e Gonçalo Rui.

O resultado desta soma é o trabalho inicial "Eden's Inferno", que nos leva numa viagem sonora, sem guia turístico, às profundezas de um inferno idílico e nos convida a ficar para umas férias. É o inferno paradisíaco, o sofrimento cor-de-rosa... o pior dos infernos. Pior que o inferno interno, o inferno da perfeição! "Time" foi a primeira alma perdida a fugir de “Eden’s Inferno" e a dar a conhecer Mancines, álbum que será apresentado na totalidade no Teatro Diogo Bernardes, a par de muitas surpresas.

No dia seguinte, 2 de Abril, também a partir das 22h00, será a vez dos Gala Drop subir ao palco para um concerto marcante da banda que abriu o Festival Vodafone Paredes de Coura em 2015..

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

1 de Abril 2016 | 22.00h

BaianaSystem apresenta o seu segundo disco… “Duas Cidades”

Do Brasil chega BaianaSystem, que acaba de apresentar a capa de seu segundo disco: “Duas Cidades”, que será lançado hoje, dia 29 de Março, dia do aniversário da cidade de Salvador. Até o dia 8 de Abril, ele estará disponível em todas as plataformas digitais.

bayana.jpgCom dois singles lançados, “Playsom” e “Lucro (Descomprimindo)”, este álbum traz tanto na sonoridade como nas imagens e simbolismos, um resultado do tempo de relação com o público do BaianaSystem e com as apresentações ao vivo.

A capa criada por Filipe Cartaxo (responsável por toda a estética visual do grupo desde a sua formação), traz essa poética de “Duas Cidades”, da força de uma troca direta de sons e imagens com um público diverso, dois universos, suas dualidades, suas expressões.

Jimmy P… "Essência" em pré-escuta exclusiva no MEO Music

Em “Essência”, o seu terceiro longa-duração, Jimmy P atinge a maturidade. O seu discurso é cada vez mais coerente e personalizado, o seu estilo é cada vez mais só seu.

jimmyp_capaessencia.jpgEssência” chega às lojas a 1 de Abril mas já pode ser ouvido em exclusivo no MEO Music aqui. Será depois apresentado ao vivo no Hardclub a 8 de Abril com a primeira parte a cargo de JÊPÊ e Fábia Maia. Nesta coleção de grandes canções encontramos todos os traços que fizeram dele um artista de exceção e em permanente ascensão mas, agora, expressos com uma mestria e um equilíbrio ímpares.

 

Aqui convivem o Rap certeiro e incisivo, a riqueza harmónica e melódica da sua raiz Soul e uma sensibilidade e atualidade Pop, que é marca da melhor música urbana. E depois há as canções. Canções que nos agarram, que nos abraçam, que nos abanam e que nos conduzem ao longo de um disco com uma produção imaculada, onde todos os elementos, todos os pormenores parecem ter um propósito.