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Glam Magazine

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Cage The Elephant, Thee Oh Sees, Suuns e Kevin Morby no Vodafone Paredes de Coura 2016

O esperado regresso dos Cage The Elephant, a energia surpreendente dos Thee Oh Sees, os canadianos Suuns e o indie suave de Kevin Morby estão confirmados no cartaz do Vodafone Paredes de Coura 2016.

De 17 a 20 de agosto, juntam-se a LCD Soundsystem, Chvrches, The Tallest Man On Earth, Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods, Sharon Jones & The Dap-Kings, The Bohicas e Ryley Walker.

GLAM - Cage the Elephant.jpg

(c) 2014 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Cimentada como uma das bandas mais explosivas do mundo, os Cage The Elephant são um dos regressos mais pedidos e esperados para o Vodafone Paredes de Coura. Depois do primeiro álbum homónimo, lançado em 2008, e de "Thank You, Happy Birthday" e "Melophobia", regressam agora com "Tell Me I’m Pretty". No novo registo, estendem os avanços que fizeram com o anterior álbum, nomeado para os Grammy, ao mesmo tempo que bebem dos sons que inicialmente os inspiraram a fazer música. O resultado são as canções mais focadas e poderosas que a banda alguma vez criou, gravadas, na maioria, à primeira tentativa, para capturar a energia crua e frenética das atuações ao vivo.

Os Thee Oh Sees são a mais recente encarnação psicadélica da constante evolução pop-folk do cantor e compositor John Dwyer. Conhecidos pelos lançamentos prolíficos de álbuns, pela energia das atuações ao vivo e pela estética visual extravagante, chegam ao Vodafone Paredes de Coura para apresentar "Mutilator Defeated at Last". O projeto mais leve das expedições musicais Dwyer não deixa de marcar pela energia e ser capaz de atrair uma base de fãs cada vez mais dedicada e em constante crescimento.

Desde o início que os Suuns têm procurado fazer as coisas de forma diferente. A banda deu os primeiros passos em Montreal quando, em 2007, o cantor e guitarrista Ben Shemie e o guitarrista Joe Yarmush se uniram para trabalhar nalgumas demos, aos quais rapidamente se juntaram Liam na bateria e Max Henry no sintetizador. Sempre preferiram ser uma banda que tenta ir além da zona de conforto. Uma ideia que pode ser igualmente aplicada a "Hold/Still", o terceiro e enigmático álbum que abraça os opostos e leva a música rock por um novo caminho.

O cantor e compositor Kevin Morby ficou conhecido com o seu trabalho em Babies e Woods, mas foi depois de se mudar para LA que gravou as músicas que seriam parte do seu álbum de estreia a solo, em 2013. Foi também em Los Angeles que, ao mudar de casa, Morby encontrou um piano que os antigos inquilinos tinham deixado. As experiências com a nova descoberta e os longos passeios que deu pela vizinhança deram forma a "Singing Saw", um registo simples na sua escrita e magistral na sua realização, para ver e ouvir na 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

 

Os passes gerais para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em BOL.pt, Ticketscript, Seetickets e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés, Worten,...) pelo preço de 90,00€.

O regresso do SpiritFest a Bragança...

O SpiritFest está de volta dia 26 de Março! O festival sem data fixa, sem preço fixo, sem local fixo e que teima em acontecer só por acontecer, regressa à cidade Bragança para mais uma edição cheia de música intensa. A 5ª edição vem confirmar a teimosia e a vontade da Dedos Bionicos em fazer acontecer um evento de contornos inéditos, apostando num cartaz de caris eclético e revivalista.

O SpiritFest 5 decorrera no pavilhão dos BVB, espaço gentilmente cedido pela União de Freguesias de Bragança que este ano apoio a festival.

spiritfest5.jpgArtistas confirmados:

A Rússia é quase impossivelmente vasta, um país cuja geografia enorme se reflete numa gigante diversidade cultural. Os Gnoomes são oriundos da cidade de Perm, que significa 'terra distante'. A cerca de 700 km de Moscovo, Perm veio a torna-se no exílio de todos os que se atreviam a ofender o Czar Alexandre I no séc. XIX. Apareceram em fevereiro de 2014 e contam com os membros Alex, Pavel e Dmitriy. Para evitar categorias musicais surgiram com o seu próprio género 'Stargaze'. Um estado psicológico e social, uma forma de escape à realidade: o isolamento como um gatilho para sonhar, e às vezes um sonho como uma motivação para fazer algo diferente contra todas as circunstâncias inóspitas do quotidiano. Estar numa banda é a única coisa que nos impede da loucura russa afirmam os Gnoomes. Em outubro de 2015 lançaram o seu debut com a mítica Rocket Recodings da Grã-Bretanha (editora que lançou Goat, Hills, Hey Colossus, Teeth Of The Sea, entre muitos outros).

Spirit_gnoomes.jpgOs Galgo são provenientes dos soalheiros lados de Oeiras, preferem a azáfama real ao mundo virtual, não se importam se alguém manda um “prego” em concerto e nos últimos tempos têm-se tornado numa presença relativamente incontornável na cena da música lisboeta. Tendo batido terrenos como o Reverence Festival Valada, o Nova Música (que se passa na casa académica de Miguel, a Nova SBE) e o NOS Alive!, e ganho a edição do transato ano do Oeiras Band Sessions, os quatro garotos estão lançados num bom ritmo mediático e apreciativo que já lhe conferiu uma vistosa e energética base de fãs, numerosa nos concertos.

Spirit_galgo.jpgOs The Black Zebra nasceram da vontade em criar uma banda juntos, dos irmãos Nuno Machado e Hugo Machado, já tocávam juntos há cerca de dois anos e embora achassem que fazê-lo por mera diversão fosse salutar (no crescimento de qualquer músico) chegou ao ponto em que finalmente sentiram necessidade de partir para um projeto mais sério e coeso. Desde o início assumiram que queríam lançar tudo de forma séria. Depois de mostrarem o EP “The Worst Shit” está para breve a edição do seu primeiro longa duração “Nonsquare” gravado no Black Sheep Studios em Sintra.

Spirit_lack zebra.jpgSun Blossoms é o “bedroom project” pessoal e (in)transmissível de Alexandre Fernandes, um adolescente lisboeta que se tornou uma das apostas prioritárias no scouting da editora vimaranense, Revolve. Lo fi, reverbs e delays, que desabrocham acordes circulares e brandos de guitarra, invadidos bem lá no fundo por uma voz demorada e confessional contaminada pelo Kurt Vile. Um apartamento na capital, consumido pelos raios solares da Califórnia e pelo revivalismo itinerante deste slacker pop, guiado por Mac DeMarco, Ariel Pink ou por uns Ducktails precoces. Um audacioso e embaciado casulo a estagiar em tom Maior, consumado pela experiência nos seus Blue Drones.

Spirit_sunblossoms.jpgCAN CUN é a banda de Bruno André Azevedo, Bruno Coelho e Jorge Simões, um trio de Vila Real que se juntou em 2014 para desconstruir um imaginário complexo assente em sintetizadores, riffs, ritmos em loop e melodias sonhadoras. Se por um lado o nome sugere paisagens de areias brancas, águas límpidas e faunas tropicais, a sonoridade itinerante entre o dream pop e o rock dos anos 90 mostra-nos uns CAN CUN crus e obreiros de texturas sonoras espessas. Uma espécie de natureza mutável na sua génese transformadora, com raízes na imponente Serra do Marão e horizontes que desaguam num azul cristalino do Oceano Pacífico

Spirit_can cun.jpgProdutor de Bragança, dgtldrmr – Digital Dreamer se estiverem perdidos no meio de tantas consoantes – é a mais recente aposta do coletivo Monster Jinx sobre o qual podem ler (e ver e ouvir) noutra página do ReB. Som do futuro imaginado há 5 minutos e projetado agora mesmo para um sistema de som em órbita sobre as nossas cabeças. Essa é a sensação que se obtém quando se ouvem estes movimentos repentinos, mas a Monster Jinx assegura que o que aqui se escuta e pressente é o resultado de um aturado trabalho, de alguns anos, de uma maturação técnica e estética lenta e segura. Em pistas, mas também no laboratório. Baixos de recorte digital prontos para conquistarem espaço dentro dos nossos ouvidos.

Spirit_dgtldrmr..jpgHenrique Rodrigues é um jovem talento de Bragança que entre outros projetos, embarca agora em nome próprio numa aventura que pretende levar a bom porto com as suas músicas cheias de intenção e propósito.

Acompanhado por Rui na guitarra, Rómulo no baixo e Milton na bateria, Henrique Rodrigues apresenta no SpiritFest pela primeira vez o seu novo cunho.

Perry Blake regressa a Portugal com o novo projecto ESB (Electro Sensitive Behaviour)

Depois das várias visitas a Portugal em formato acústico mais intimo, o músico Irlandês prepara o regresso aos palcos com um novo conceito dominado pela electrónica em que nos apresenta o seu disco de estreia do projecto ESB. feat Perry Blake. Ao vivo, Perry Blake promete apresentar não só o seu novo trabalho, mas também revisitar alguns dos clássico da sua carreira.

perry.jpgO novo álbum "Modern Love" foi escrito e gravado no estúdio de Perry Blake na Irlanda durante passado ano. O disco foi produzido pelo próprio Perry Blake numa parceria com o seu mais fiel companheiro musical, Glenn Garrett. Um disco dominado por ambientes Electro Pop Retro, com influencias de Depeche Mode, David Bowie entre outros.

Este trabalho foi misturado pelo conceituado produtor Graham Murphy no The Suite Production em Dublin.

Paralelamente aos seus projectos em nome próprio, Perry Blake tem feito algumas colaborações, exemplo disso a sua presença no CCB com a Orchestre National de Jazz sob a direcção de Daniel Yvenec, a apresentar o galardoado álbum "Around Robert Wyatt”.

São 2 concertos para todos os fãs de Perry Blake, mas sobretudo um momento a não perder para todos os amantes da electrónica mais retro.

 

Cine -teatro João D´Oliva Monteiro (Alcobaça)

1 de Abril 2016 | 21.30h

 

Centro de Arte (Ovar)

2 de Abril 2016 | 21.30h

Em Braga é tudo à grande…

White Fence, Steve Gunn, Josephine Foster, Föllakzoid, Capitão Fausto e B Fachada passam também pelo gnration nos próximos meses. Aos já anunciados Tim Hecker, Sensible Soccers, Filho da Mãe, Glockenwise e PZ, o gnration adiciona mais seis nomes ao programa. É um dos melhores trimestres de sempre em Braga.

white fence 1 (2014).jpgO gnration dá a conhecer a totalidade da sua programação para o trimestre de abril, maio e junho. No campo internacional, os White Fence, de Tim Presley, nome destaque do rock’n’roll norte-americano, dividem noite memorável com o guitarrista Steve Gunn; a singular singer-songwriter Josephine Foster apresenta-se no impar Salão Nobre do Museu dos Biscaínhos, um concerto inserido no ciclo gnration@; a fechar a programação internacional, os chilenos Föllakzoid voltam à Europa e enchem a Blackbox de kraut psicadélico. No cardápio português, os Capitão Fausto, que rumam a Braga para apresentar o novo disco, “Capitão Fausto têm os dias contados”, e B Fachada, que trará também novas canções ao norte.

O californiano Tim Presley dispensa grandes apresentações. Amigo de Ty Segall, com quem criou o “garageiro” psicadélico álbum “Hair”, vimos Presley já com os The Fall, de Mark E. Smith, e ainda como senhor que deu a conhecer ao mundo as canções de Jessica Pratt, através da Birth Records, editora que fundou propositadamente em 2012 para lançar o disco de estreia de cantautora de São Francisco. Por Portugal, e com White Fence, deixou memoráveis concertos no Primavera Sound, em 2013, e no Vodafone Paredes de Coura, no ano passado. Regressa a 30 de maio a Braga, e um dia antes à Galeria Zé dos Bois. Na cidade nortenha, Presley terá a companhia do compatriota Steve Gunn, guitarrista outrora dos The Violators, banda que acompanha Kurt Ville. Gunn, que também vimos num impressionante final de tarde do Paredes de Coura de 2015, regressa ao continente mais velho para apresentar um novo disco que terá saída pela referente Matador Records, casa atual de nomes como Yo La Tengo, Lee Ranaldo, Thurston Moore ou Interpol.

Também do país do Tio Sam, Josephine Foster visitará Braga para apresentar o novo disco, “No More Lamps In The Morning”. Depois do estonteante “I’m A Dreamer”, a cantautora vai com o gnration para fora de portas e apresenta-se na beleza única do Salão Nobre do Museu dos Biscaínhos, um concerto inserido no ciclo gnration@, iniciativa que pretende dinamizar atividades culturais em locais emblemáticos da cidade. Josephine atuará a 9 de abril, num concerto com lotação limitada a 100 pessoas.

São poucos os nomes kraut-rock que conhecemos originários do Chile, mas o que é facto é que possuem um dos segredos mais bem guardados da atualidade do rock psicadélico. O nome já não soará estranho aos mais atentos: Föllakzoid, quarteto que nos leva em transe por longos temas psicadélicos com base rock. Gravado em 2014 e editado um ano mais tarde, III marca o segundo disco pela nova-iorquina Sacred Bones, uma das melhores editoras norte-americanas dos últimos anos, sendo este o mote para a passagem por Braga a 17 de junho.

Ainda sem data de lançamento agendada, os Capitão Fausto, uma das mais entusiasmantes bandas portuguesas dos últimos anos, apresentaram já um dos temas que constituirá o terceiro disco, Capitão Fausto têm os dias contados. “Amanhã Tou Melhor”, a nova canção, percorre já as bocas de todos os que ansiavam por um novo trabalho do grupo de Lisboa. Apresentam esta e outras novas canções a 14 de maio, onde teremos também a sorte de ouvir temas que ficaram de “Pesar o Sol”, disco de 2014 que os levou a um patamar mais alto de popularidade.

 

No esquadrão nacional que visitará o gnration nos próximos meses, B Fachada não ficará de fora. Nome incontornável da música portuguesa, e um dos nomes maiores da canção portuguesa, regressa a Braga a 25 de junho para levar material novo a um concerto que terá lugar no pátio do edifício. Em 2014, Fachada lançou um brilhante disco homónimo que nos levou a dançar sem igual, percorrendo o país de norte a sul em concertos lotados. No final do ano passado, junto com as Pega-Monstro, e para assinalar uma tour conjunta, lançou um split em que toca canções das duas irmãs e vice-versa.

 

Aos novos nomes, o gnration tinha já anunciado o canadiano Tim Hecker, que terá novo disco no próximo mês de abril. “Love Streams” marcará a estreia de um dos nomes mais respeitados da música eletrónica na conceituada editora 4AD. Veremos Hecker na Blackbox a 9 de maio.

 

Situado na capital de distrito mais jovem do país e uma das mais jovens da Europa, o projeto resultante da Braga 2012: Capital Europeia da Juventude assinala três anos de existência com as portas abertas e um leque variado de iniciativas culturais. A 30 de abril, o espaço que se tornou um polo de referência cultural no país oferecerá ao público concertos das bandas portuguesas Sensible Soccers, Glockenwise, PZ e Filho da Mãe. O gnration oferece a possibilidade de assistir a todos os espetáculos de música dos próximos meses através do passe trimestre música gnration.

Por apenas 25 euros, o público poderá assistir aos concertos de White Fence, Steve Gunn, Josephine Foster, Tim Hecker, Föllakzoid, Capitão Fausto e B Fachada.

Slander juntam-se aos Shitmouth para uma mini digressão Ibérica

No início do próximo mês, o punk hardcore veneziano junta forças ao old skool dos Shitmout para um digressão com paragens em Lisboa, Caldas da Rainha, Porto e Vigo. Não é mentira nenhuma… as mentiras constroem-se e não se anunciam: de 1 a 4 de Abril, a força punk de Veneza prepara uma invasão às salas portuguesas pelas mãos dos Slander, que se propõem a distribuir atitude à chapada e de riff em riff. A acompanhá-los, estarão os portuenses Shitmouth e o seu hardcore 80s, a ditar ritmo para as quatro descargas apontadas para o Disgraça em Lisboa, o Stronghold nas Caldas da Rainha, o Cave45 no Porto e La Fabrica de Chocolate em Vigo.

untitled.jpgOs Slander são um dos casos agradáveis em que as raízes não prendem a árvore ao chão, o ponto de partido está acertado, mas não é delimitador da ética punk/DIY com que encaram a música, sem fronteiras para conter criatividade e atitude. De escarro em grito, os venezianos abalam embarcações com impropérios old skool e riffs com um groove actual que os encaixaram perfeitamente em palcos com nomes como Gorilla Biscuits, Trash Talk, Defeater, Terror, entre tantos outros. A Portugal, os italianos trazem um alinhamento cheio de músicas novas, a constar do álbum recentemente gravado com Jay Maas, ex-Defeater.

 

Os Shitmouth, pelo seu lado, não se coíbem de abrir jogo desde logo — começa com palavras o que acaba com música, uma diatribe da velha guarda do hardcore, com a raiva como catalizador de riffs, de ritmos e abordagens, todos gritados na cara de quem os encara, com o mesmo desprezo nefasto pela sociedade. Nesta nova tour, o quarteto do Porto abre jogo em relação ao álbum de estreia, agora em processo de gravação, para um test drive em concerto.

 

As primeiras partes de cada concerto caberão a Estado de Sítio, Discórdia, BAD!, Chaos AD e Not Enough. Eis as datas detalhadas:

 

1 Abril 2016 - La Fabrica de Chocolate, Vigo

2 Abril 2016 - Cave45, Porto c/ Estado de Sítio, Discórdia

3 Abril 2016 - Stronghold, Caldas da Rainha c/ BAD!, Chaos AD

4 Abril 2016 - Disgraça, Lisboa c/ Not Enough

Caixa Ribeira ’16… Homenagem a Fernando Farinha e clássicos do Fado na Casa do Infante

Na Casa do Infante, espaço novidade do Festival, Miguel Xavier, Patricia Costa, Alexandra Guimarães e Valdemar Vigário irão homenagear Fernando Farinha e no dia seguinte Rosita, Manuel Barbosa, Maria da Luz e António Cerqueira interpretarão Clássicos do Fado. Logo ali ao lado na Cave do Cais da Estiva, oito fadistas do Porto preencherão a programação: Rute Rita, Nádia Bastos, Manuel Salé, Sandra Loureiro, Anita Faria e Eduardo Faria e ainda dois vencedores do Concurso Rádio Festival/Porto Canal. Para finalizar o leque de confirmações anuncia-se também o Fado à Janela com Jorge Silva, Miguel Monteiro, José Manuel Rodrigues.

GLAM - Rosita.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

No dia 3 de junho, na Casa do Infante, homenagem a Fernando Farinha.

Os versos de Farinha ilustram bem a sua entrega ao Fado. O miúdo da bica, como assim era chamado, criou um espaço que ainda hoje é recordado com muito carinho pelas diversas gerações amantes do Fado. “Eterna amizade”, “Belos tempos”, “Destino marcado” ou “Fado das trincheiras” são alguns dos muitos Fados, que ficaram celebres na voz de Fernando Farinha e que serão recordados na Casa do Infante por três jovens fadistas, Alexandra Guimarães, Miguel Xavier e Patrícia Costa aos quais se junta a experiencia de Valdemar Vigário, uma das referências da cidade do Porto.

 

No dia 4 de junho, o mesmo espaço receberá alguns dos maiores Clássicos do Fado. Numa época em que o Fado conhece novas sonoridades e novas vozes, recordamos neste espetáculo os temas mais antigos que o tempo não deixou apagar. Rosita (na fotografia) e Maria da Luz marcaram uma época onde percorrendo o norte atuavam em salas cheias ao lado de grandes nomes do Fado, Amália Rodrigues, Carlos Ramos, Hermínia Silva e tantos outros. Também Manuel Barbosa e António Cerqueira juntam a sua experiência numa história de fados que irá fazer reviver outros tempos e outras formas mais puras de os interpretar.

 

A Cave do Cais da Estiva também será recheada de vozes do Norte.

No dia 3, atuam Rute Rita, vencedora do Casting Fado 2015 da Rádio Festival para o espetáculo no Coliseu dos Recreios e assídua de várias Casas de Fado do Porto, Nádia Bastos, uma mulher da música, habituada aos palcos, quer na banda onde atua, quer a solo onde o Fado faz parte do seu reportório e Manuel Salé, chegou às mais castiças casas onde se canta o Fado Vadio no Porto.

No dia seguinte, dia 4 mais três intérpretes nortenhos, Sandra Loureiro que tal como Rute Rita venceu o Casting fado 2015 rádio Festival para o espetáculo no Coliseu do Porto, Anita Faria que apesar de já ter pisado palcos para interpretar canções, é no fado que mais se evidencia, tendo já inúmeros trabalhos gravados, e atuações por todas as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo e Eduardo Pinto que conta já com larga experiencia nas lides fadistas interpretando de forma muito característica  o Fado tradicional. A estes nomes juntar-se-á em cada dia um vencedor do Concurso Rádio Festival/Porto Canal

 

Situado no Cais da Estiva, o Fado à Janela vai encher as ruas e ruelas da Ribeira com Fado. Nas janelas do típico edifício da Ribeira do Porto, Jorge Silva, Miguel Monteiro, José Manuel Rodrigues terão nas suas mãos uma Guitarra Portuguesa, uma Viola e um Baixo, respetivamente.

 

Já confirmados

Aldina Duarte; Anita Faria; António Chainho com Paulo de Carvalho e Mafalda Arnauth; António Zambujo; Beatriz; Beatriz Felizardo; Clássicos do Fado interpretados por Rosita, Manuel Barbosa, Maria da Luz e António Cerqueira; Eduardo Faria; Filipa Cardoso; Filipe Duarte; Gisela João; Gonçalo Salgueiro; Helder Moutinho; Homenagem a Fernando Farinha: Miguel Xavier, Patricia Costa, Alexandra Guimarães e Valdemar Vigário; Joana Almeida; Joana Amendoeira; Jorge Fernando; José Geadas; José Manuel Neto; Liliana Luz; Maria Armanda; Maria da Fé; Maria João Quadros; Miguel Ramos; Manuel Salé; Nádia Bastos; Nelson Duarte; Paulo Ribeiro; Pedro Moutinho; Raquel Tavares; Rodrigo & Florência; Rute Rita; Sandra Correia; Sandra Loureiro; Sara Correia; Simone de Oliveira; Teresa Tapadas; Kiko

Fado à Janela:

Jorge Silva, Miguel Monteiro, José Manuel Rodrigues

C.Joynes e Nick Jonah Davis no Porto…

Quando se juntam dois guitarristas com carrreira consolidada, cada um com um percurso assente na guitarra acústica mas decidem explorar todas as possibilidades e variações na guitarra eléctrica, acontece um album incrível feito a quatro mãos.

festas.jpgIsto foi o que aconteceu num disco construído de forma inteligente, em locais-chave e particularmente sui generis, entre East London, Nottingham, Cambridge e Outer Hebrides.

"Split Electric" nasceu no dia 31 de Janeiro deste ano, pela mão da Thread Recordings. C Joynes e Nick Jonah Davis juntam-se agora numa tour electrizante, com passagem obrigatória em Portugal.

 

Meu Mercedes (Porto)

23 de Março 2016 | 22.30h

António Bastos lança novo Single… “Misirlou”

O imaginário de António Bastos chega ao cinema…

“A disparar ficheiros de memória Pulp Fiction, o novo single de Antonio Bastos, "Misirlou", é uma ode à reinvenção, devido à sua mistura única de motivo e tons, algo que tem sido a imagem de marca do músico. Vibrações "Cleópatras" num disco que leva "Misirlou" a outro público.”

[Artwork_YPM006]_Antonio_Bastos_-_Misirlou_.jpegMisirlou” é uma música tradicional grega (quer dizer garota egípcia) que ficou conhecida pelo filme "Pulp Fiction", e que foi revisitada agora por Antonio Bastos. O culpado foi Paulo Bastos (músico da World Music), que o desafiou a fazê-lo para um concerto dele, e o resultado final está à vista.

 

 

The Loafing Heroes lançam… “The Baron in the Tress”

The Loafing Heroes são uma banda com "casa" em Lisboa mas em constante evolução: um encontro internacional de ideias musicais de vários países liderado pelo vocalista e guitarrista Bartholomew Ryan (Irlanda), com Giulia Gallina (Itália) na voz e concertina, João Tordo (Portugal) no contrabaixo, Judith Retzlik (Alemanha) no violino, xilofone e trompete, Jaime McGill (Estados Unidos) no clarinete baixo, e João Abreu (Portugal) na percussão.

LH_Baron_cover.jpgO novo disco, uma pérola intitulada “The Baron in the Trees”, será editado dia 6 de Maio, depois de dois anos a trabalhar num conjunto de doze canções. Os álbuns anteriores (Crossing the Threshold, Planets, Chula e Unterwegs) são um produto dos anos em Lisboa e Berlim. Os The Loafing Heroes têm um público muito fiel na Irlanda e em Portugal que segue os seus concertos, canções e poesia povoada de viagens com revolucionários, vagabundos e almas perdidas, tecida habilmente entre factos e ficções.

 

O novo álbum dos Loafing Heroes, “The Baron in the Trees”, será lançado no dia 6 de Maio no Musicbox, em Lisboa – o melhor e mais elaborado conjunto de canções da banda até hoje, produzido por Tadklimp. A banda, cosmopolita e vagabunda, continua a fundir a música folk com a poesia, world music e pop, interligando violinos, contrabaixo, piano, baixo clarinete e trompete, entre outros instrumentos.

The Holydrug Couple apresentam novo álbum no Café Concerto do CCVF

Esta sexta-feira, a partir da meia-noite, o palco do Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor pertence à banda chilena The Holydrug Couple. Na bagagem trazem a ambiência do cinema francês das décadas de 70 e 80 que se traduz no mais recente trabalho que agora aqui apresentam sob o nome “Moonlust”. São músicas que sabem a sonhos.

The Holydrug Couple 2.jpgNeste último trabalho dos The Holydrug Couple, as músicas são alusões ao universo onírico das bandas sonoras do cinema francês das décadas de 70 e 80, com uma particular inspiração em Serge Gainsbourg. Havia uma visão clara daquilo que os músicos queriam transpor para este trabalho. O resultado é este “Moonlust”, gravado no Chile e misturado em Brooklyn – que sai bem fora das fronteiras predominantes do psych-rock. Além das influências das bandas sonoras francesas e de Serge Gainsbourg em particular, eles buscam também inspiração nas baladas soul de Aretha Franklin, na synthpop sul-americana dos anos 80 e dos franceses Air.

As músicas são simplificadas, sem recurso a acessórios barrocos ou enfeites desnecessários, para atingirem o derradeiro objetivo a que se propuseram. “Um sentimento de luxúria, desejo por algo que se vê na escuridão, mas está tão distante que parece inatingível.”

O som da melancolia.

 

Centro Cultural Vila Flor – Café Concerto (Guimarães)

25 de Março 2016 | 00.00h

Retimbrar lançam vídeo de Manel Cruz e anunciam concertos na Casa da Música

Ao som das percussões do tema “Ao Alto”, este vídeo revela o processo de construção da capa de Voa Pé, o álbum de estreia dos Retimbrar. Nasceu de uma ideia de Manel Cruz e concretizou-se numa colagem que reuniu recortes fotográficos provenientes das memórias individuais e colectivas do grupo. Baseado em vivências autênticas, o quadro final cristalizou-se num lugar imaginário, aberto a quem o vier percorrer.

front original.jpgVídeo de Manel Cruz (com ajuda de Afonso Passos e António Serginho), fotografia de Pedro Nascimento e pós produção de Manel Cruz e André Tentúgal. Dia 23 de Abril, às 16h00m e às 22h00m, os Retimbrar apresentam o espectáculo Voa Pé na Casa da Música, com direcção cénica de João Pedro Correia.

 

 

Cantam bombos, chocalham tréculas, rufam guitarras, dedilham vozes. O arraial que se comemora é imaginário. A cultura vive, recria-se e transforma-se, fica mais forte na nossa imaginação e nas nossas mãos ganha forma o invisível. A vida traduz-se em ritmo e em jogo. Bebemos em várias fon­tes, é essa a nossa força transportando com ela a vontade de partilhar e de unir. É p’ra quem quer, não p’ra quem pode!

 

Casa da Música (Porto)

23 de Abril 2016 | 16.00h e 22.00h

Joana Machado está de regresso com "Baby Let's Get Close"

"Baby Let's Get Close" é o novo single de uma das mais originais e sofisticadas cantoras e compositoras que Portugal viu nascer na última década.

a0593041239_10.jpg(c) Alexandre Pinto

 

Com quatro álbuns editados - e quando se prepara para lançar um novo trabalho ainda este ano - Joana Machado desvenda um tema novo onde continua a fazer do jazz o playground perfeito para nele jogar todas as suas influências que vão da soul ao rock, levando-a a continuar a construir uma sonoridade única, difícil de catalogar.

E é nesse território em que os géneros se aproximam que Joana Machado pretende definitivamente dar azo ao seu talento e versatilidade.

“Kiss me”… novo single dos Fingertips

Os Fingertips estão de volta e apresentam uma lufada de ar fresco, com um mood indie-pop cheio de energias positivas!

Fingertips-KissMe-Artwork.jpgChama-se "Kiss Me" e é a agitação da juventude reconciliada com a música. Num hino à paixão, a canção fala-nos do amor à primeira vista e da rebelião que os corações acelerados provocam.

Os Fingertips percorreram as ruas da “cidade do amor” à procura de uma boa vibe. Este vídeo pertence à série "Hit the Road". O vídeo oficial da música será gravado, brevemente, na Califórnia..

Time Shifter lançam o single “Sailing”

As portuenses Time Shifter acabam de lançar “Sailing”, o novo single do seu EP de estreia, intitulado “Even Dolls Can Wake Up From Their Porcelain Sleep”. Repleto de significados ambíguos, melodias agridoces e trilhos secretos comandados por fios invisíveis presos às engrenagens mecânicas da alma, este EP pretende abalar os alicerces do panorama musical, com a sua quota parte de experimentalismo e linguagens trip-hop.

Time Shifter_ foto.jpgHá quem diga que existe por aí uma caixa que viaja no tempo para te encontrar. Há quem diga que quando a encontras, o tempo pára para te mostrar, que ainda há tempo para te encontrares. É o mote para uma performance multidisciplinar de 40 minutos onde o som, o movimento, a luz, o cenário e as projeções multimédia se conjugam harmoniosamente em busca de uma nova identidade artística. O tempo pára e a caixa de música abre­se... 

O projeto Time Shifter nasceu no Porto em junho de 2014 quando Sónia Vicente e Raquel Devesa decidiram fundir a sua paixão pela música dentro de uma caixa que viaja no tempo. Até que ponto um violoncelo, sons eletrónicos e voz conseguem encontrar­se no espaço­tempo das emoções para criar essa atmosfera musical?

Para além da viagem sonora entre o Trip­hop e o experimental, há uma preocupação constante em exprimir vários ambientes, quer seja com os cenários, quer seja com a teatralização da própria performance em palco. 

A Volta ao Mundo em 80 concertos… Dias da Música em Belém

Em 1873 Júlio Verne descreve a tentativa do inglês Phileas Fogg em dar a volta ao mundo em apenas 80 dias – uma verdadeira proeza para a época, só possível graças à determinação do protagonista e do seu fiel ajudante Passepartout. Com este livro, não foi apenas Phileas Fogg a viajar, mas todos os que se deixaram levar pela imaginação indo com ele até paragens nunca antes pensadas pela maioria dos leitores.

untitled.jpgTambém a música, pela sua universalidade, teve um papel fundamental nesta descoberta. Em 1867, Giuseppe Verdi, que em 1862 já tinha composto um Hino das Nações para a Exposição Universal de Londres, compunha Don Carlos por encomenda da Ópera de Paris, uma obra que teve de ser encurtada para as pessoas poderem apanhar o último comboio do dia; em 1889, as sonoridades do gamelão de Java vinham para influenciar toda uma geração de compositores, a começar por Claude Debussy; em 1900, Paris era inundada de músicos da ilha de Madagáscar com os seus ritmos tribais.

 

São 80 concertos que representam países, povos, culturas e músicos que há muito já deixaram de ser daqui ou dali, e passaram a pertencer a todos e cada um de nós.

Da Bélgica para o NOS Alive… 2ManyDjs

A 10.ª edição do NOS Alive conta com mais uma confirmação para dia 7 de julho. Os belgas 2ManyDjs vão subir ao Palco Heineken no primeiro dia do festival com um DJ set que promete ser explosivo. Também no mesmo dia atuam The Chemical Brothers, Pixies, Robert Plant and the Sensational Space Shifters, The 1975, Wolf Alice, entre outros já anunciados.

DSC_0877.jpgAs remisturas e os mash ups de temas conhecidos, que deram uma nova personalidade a canções de artistas conhecidos como The Chemical Brothers, David Bowie, Kylie Minogue, The Stooges, Peaches, entre muitos outros são um dos principais cartões de visita do duo. Artilhados com uma mesa de mistura e dois gira-discos, a dupla é capaz de incendiar qualquer palco. Um set que mais se parece com uma viagem é o que prometem os irmãos Dawaele para a 10.ª edição do NOS Alive.

 

Nomes já anunciados:

2ManyDJs (DJ Set), Agir, Arcade Fire, Biffy Clyro, Branko, Bob Moses, Calexico, Carlão, Courtney Barnett, Curadoria DJ Kamala (NBC, Sir Scratch e Bob da Range Sense, Mundo Segundo e Sam The Kid, HMB, DJ Kamala e Filipe Gonçalves, MGDRV, Da Chick, Rocky Marsiano, Meu Kamba Sound), Father John Misty, Foals, Grimes, Hot Chip, Jagwar Ma, John Grant, José González, Junior Boys, Little Scream, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant, SG Lewis, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Throes & The Shine, Two Door Cinema Club, Vintage Trouble, Wolf Alice, Years & Years e Xinobi (Live).