Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Quintron & Miss Pussycat em Leiria a 29 de Março

A prometer ser o fim de tarde/início de noite brindado com a festa mais cósmica, sideral e anormal dos próximos séculos, o Covil da Preguiça recebe a 29 de Março o norte-americano Quintron.

0000.jpgDe volta à Europa e acompanhado uma vez mais por Miss Pussycat e o seu 'muppet show', Quintron convida-nos a assistir a todas as canções que o tornaram numa lenda viva. Como se de um Prince do underground se tratasse, move-se entre a disco, o garage, o rock e o noise como um peixe na água, tudo isto com a sua perícia de tocar vários instrumentos ao mesmo tempo.

Quintron & Miss Pussycat é puro caos! Electrónica selvagem, batidas lamacentas, explosões, roupas incríveis e divertidas histórias de marionetas. Imperdível!

 

Covil da Preguiça (Leiria)

29 de março 2016 | 19.00h

Portugal Fashion... O dia 2 no Porto com mudança de cenário

O segundo dia chegou com uma mudança de cenário. A arquitetura quase espacial do CEIIA , deu lugar à imponente escadaria granítica do edifício da Alfândega, onde se podia observar aquela correria de última hora: as luzes preguiçosas, obrigadas a acender, o borburinho da equipa de sala, o frenesim dos fotógrafos procurando o melhor ângulo, a incidência da iluminação, os modelos a ensaiar e, lá em baixo, a fila expectante que se alonga para subir até ao salão de paredes caíadas como se fosse para chegar ao topo da montanha.

Diogo_Miranda_ (285) (Cópia).jpgO Portugal Fashion chegou à Alfândega com um grito de fazer ecoar no imponente salão.

 

Carla Pontes…

Carla Pontes levou-nos até ao refúgio de inverno nas montanhas, um quase retiro espiritual proporcionado pelo fluxo orgânico dos elementos. A paleta de cores, que acompanha o ciclo natural de maturação dos cumes, viajou do creme aos verdes e castanhos mais escuros, passando por cinzas, em instantes azulados.

DSC_0035 (Cópia).jpgDSC_0029 (Cópia).jpg

A assimetria geométrica dos detalhes, aplicados às bainhas e costuras foi transversal, uniformizando a coleção que, na sua maioria lisa, admitiu algumas estampas singulares. Tal tendência viu-se também refletida nos sapatos de saltos também geométricos, recortados e bicudos, recriando essa alusão aos picos e reentrâncias da natureza.

DSC_0138 (Cópia).jpgDSC_0114 (Cópia).jpg

Carla proporcionou um espetáculo de um imaginário visual imponente com mangas longas e dramáticas, que deixavam rasto à passagem de cada manequim. O que reverberou mesmo foi o aplauso no final da coleção.

Galeria completa do desfile de Carla Pontes aqui

 

Mafalda Fonseca…

E da natureza passamos ao imaginário do puzzle e do lego. A única coleção integralmente masculina do dia trouxe um personagem jovial, que brinca com texturas e com as influências do seu imaginário.

DSC_0192 (Cópia).jpgDSC_0178 (Cópia).jpg

Procura a completude entre materiais mais ou menos orgânicios de diferentes impactos visuais criando com isso um jogo de encaixe entre peças e texturas. As proporções também entram na mistura e assistimos às sobreposições de longas camisolas de malha canelada sobre calças tanto largas e curtas.

 

DSC_0279 (Cópia).jpgDSC_0235 (Cópia).jpg

Entre puzzles e golas de samurai, as peças desfilaram-se do preto ao verde, passando pelo azul escuro e cinza, estruturando cromaticamente a apresentação. O conforto marcou presença também no calçado com ténis robustos.

Galeria completa do desfile de Mafalda Fonseca aqui

 

Daniela Barros…

Se começamos por ouvir um som de libertação com o primeiro desfile, Daniela Barros traz-nos um grito silenciado, que, desta vez, ecoa na alma. Uma coleção pungente, para uma mulher focada, capaz de se transfigurar.

DSC_0382 (Cópia).jpgDSC_0400 (Cópia).jpg

Assistimos a essa transmutação pelas peças recortadas, com incursões geométricas, que proporcionam fendas acentuadas. As calças e casacos oversized induzem um quase apelo à androgenia, com linhas um tanto sóbrias e quase formais, reforçado pela narrativa estrutural e cromática.

DSC_0499 (Cópia).jpgPretos, brancos, verdes e azuis assumem um não diálogo, apresentando-se quase imiscíveis . O carácter forte e austero, algo militar é visível nos calções, calças largas e botas que se assemelham a coturnos. Uma mulher em busca do extravaso da silhueta mas que se auto “polícia”.

DSC_0478 (Cópia).jpgDSC_0457 (Cópia).jpg

The Wild Card: a escolha de plástico, em três momentos, que contrastam com a origem orgânica dos restantes tecidos e vincam a transfiguração experimental.

Galeria completa do desfile de Daniela Barros aqui

 

Elsa Barreto…

To be or not to be? - questão que iniciou um drama, esperado no mínimo shakespeariano. Na segunda apresentação, Elsa Barreto não desapontou na resposta. Rendas, pêlo e texturas encadearam-se numa narrativa visualmente bem conseguida e que não deixou espaço para respirar.

Elsa_Barreto_ (55) (Cópia).jpgElsa_Barreto_ (66) (Cópia).jpg

 

As peças sequenciaram-se ora em modelos rígidos, de linhas bem definidas e cinturas afinadas, ora em peças de corte mais amplo e caimento fluído. À história acrescentam-se os casacos e coletes de pêlo luzidio, que somam textura e dimensão – a dimensão da paixão, predominante nos vermelhos dos casacos exuberantes.

Elsa_Barreto_ (449) (Cópia).jpgOs tecidos densos foram dando lugar a caímentos esbeltos e rendas sumptuosas. Sucederam-se corpos, que se cobrem e se desnudam pelas rendas sobre a pele exposta, num jogo de sedução e afirmação.

Elsa_Barreto_ (175) (Cópia).jpgElsa_Barreto_ (164) (Cópia).jpg

A narrativa levou-nos pelo drama das espiãs russas, seja pelos materiais, seja pelo acabamento arrendondado das extremidades, o que conferia às peças aberturas laterais generosas; pelo destemor dos ombros largos das rainhas do power dressing; e pela delicadeza das damas dos romances clássicos com longos vestidos, que pela cor e rendas trazem a sensualidade do vestuário interior.

Galeria completa do desfile de Elsa Barreto aqui

 

Carlos Gil…

All on bord?
Embarcamos na proposta de Carlos Gil, que de nome eclético, se apresentou entre o singular e o dramático. Entre os cortes limpos e brilhos inesperados, as transparências e os corpos apenas se vislumbram, dando uma lição de sedução e elegância. Foi impossivel ficar indiferente a esta proposta de charme clássico, que bebe da fusão entre o retro e a formalidade casual da atualidade.

DSC_0422 (Cópia).jpgDSC_0420 (Cópia).jpg

Uma silhueta romântica, feminina, com padrões pequenos e complexos, apresenta sobreposições glamorosas de casacos e sobretudos, pousados sobre sedas e rendas.

DSC_0642 (Cópia).jpgAssistimos à exploraçao da tendência do duplo casaco, que, jogando com parceria de cores e profundidade, nunca pareceu tão sofisticado.

DSC_0533 (Cópia).jpgDSC_0652 (Cópia).jpg

A atenção aos detalhes é de um rigor mencionável, seja na construção da narrativa seja no pormenor do acabamento das calças, que nos remetem para os uniformes da força aérea.

Galeria completa do desfile de Carlos Gil aqui

 

Diogo Miranda…

Com Diogo Miranda entramos no paradigma da subtileza e da geometria, que lhe é tão característica. Ainda que com silhuetas oversized, podemos adivinhar o meticuloso trabalho de cada peça, seja pelo impecável acabamento, seja pela atenção ao pormenor das costas que tanto se desnudam como se protegem de golas e correntes.

Diogo_Miranda_ (129) (Cópia).jpgDiogo_Miranda_ (68) (Cópia).jpg

Uma linhagem sóbria, em tons preto, branco, e cinza. Formas geométricas de inspirações arquitetónicas traduzem-se nos vestidos de cortes retos, dando uma característica sóbria e imponente a cada movimento. A cintura alta e elegante contrapõe os casacos sobredimensionados.

Diogo_Miranda_ (196) (Cópia).jpgFendas expressivas e elegantes proliferam das extremidades arredondadas. Entre a cintura definida, as mangas extrapoladas e alguma ornamentação, subtrai-se uma inspiração oriental, como se a gueixa contemporânea nos seduzisse com toda a sua simplicidade.

Diogo_Miranda_ (318) (Cópia).jpgDiogo_Miranda_ (215) (Cópia).jpg

O corte sempre feminino, oscilou entre a silhueta justa e o fluido.

Galeria completa do desfile de Diogo Miranda aqui

 

Luís Onofre…

Luís Onofre, foi uma das apresentações mais aguardadas e, conforme esperado, a imponência dos saltos tomaram as atenções. Canos exagerados, rígidos e maleáveis fizeram as pupilas dilatar. Tudo se vê demarcado no preciosismo da altura dos agulha matriarcais, que se esbatem pontualmente. Uma coleção atenta aos detalhes, com formas esculturais, trouxe pormenores lindíssimos de atilhos e esporas. As carteiras seguem a tendência cromática e revestem-se de pêlos coloridos.

DSC_0137 (Cópia).jpgDSC_0140 (Cópia).jpg

Botas e botins dominam a coleção e as sandálias clássicas aparecem para coroar a majestosa apresentação. As influências são variadas, apontamentos de liberdade através do verde e dos recortes da pele que nos permitem emergir no imaginário do Peter Pan.

DSC_0251 (Cópia).jpgOs apontamentos equestres são claros, seja pelo corte diagonal dos canos, seja pelas nuances de esporas, que viram acessório do acessório.

DSC_0239 (Cópia).jpgDSC_0193 (Cópia).jpg

As biqueiras são essencialmente pontiagudas, sofrendo subtis arredondamentos com a diminuição da altura. Luís Onofre mistura a força da natureza com imponência dos edifícios, indo do preto ao bordeaux, passando pelo verde musgo como quem se aproxima da clareira dos sentidos.

Galeria completa do desfile de Luís Onofre aqui

 

Miguel Vieira…

Poderia dizer que a noite fechou com chave de ouro, mas na verdade Miguel Vieira abriu-nos a imaginação e o dourado pouco fez parte da equação. O estilista criou um impacto visual através da sua sequência de cores, indo do azul olimpo ao azul marinho escuro e do preto ao branco, com apontamentos coloridos em amarelos e laranjas.

DSC_0311 (Cópia).jpgDSC_0285 (Cópia).jpg

A subversão dos estereótipos entre homem e mulher criou, não uma estranheza, mas um completude, em que mulheres viram personagens que se apoderam de capas heroicas e os homens acessorizam os fatos impecavelmente talhados com bolsas e lenços cheios de personalidade. Conjugação de cor e corte, provocam uma reação passional ao introduzir de cada peça. Não fosse o azul olimpo, diria mesmo que há um apelo às deusas e deuses, presente em cada individuo.

DSC_0457 (Cópia).jpgDSC_0437 (Cópia).jpg

Uma subversão simbólica, que não procura uma homogenização nem a alteração do fluxo integral da corrente, criando apenas uma narrativa complexa e imbrincada, que nos parece tão fluída quanto os macacões deslizantes. Os cabelos soltos e lânguidos assentuam uma figura longilinea e as malhas são utilizadas para uma transição imperceptivel.

DSC_0531.jpgDSC_0271 (Cópia).jpg

A não perder de vista o vestido longo azul olimpo com uma capa que parecia esconder os segredos da levitação.

Galeria completa do desfile de Miguel Vieira aqui

 

Reportagem de Telma Luis com fotografias de Paulo Homem de Melo

Mozambique fashion week…. no Portugal Fashion

Mozambique fashion week foi um parênteses que bem poderia ter sido história principal. A rutura musical trouxe também uma rutura cromática, permitindo que cores quentes desfilassem com o devida atmosfera.

DSC_0792 (Cópia).jpg

 

Ideias a Metro…

Ideias a metro trouxe a fusão effortless entre Portugal e Moçambique, que se deu pela inclusão dos padrões, tanto com uma inspiração tribal quanto minhota.

DSC_0591 (Cópia).jpgDSC_0610 (Cópia).jpg

O laranja entrou estruturado e deixou-se suceder pelos verdes e castanhos, com uma ambiência grega, seja nas sandálias, nos cabelos entrançados e na maquiagem.

DSC_0656 (Cópia).jpgDSC_0666 (Cópia).jpg

O branco fez-se tela para a tradição do norte do país. Modelos leves, inicialmente estruturados vão adquirindo um cair mais fluido.

Galeria completa do defile de Ideias a Metro aqui

 

Omar Adelino…

Com narrativa própria, de força estrutural, a coleção de Omar Adelino surge na humildade dos pés descalços. Rapidamente percebemos que a despretensão é mestria. Levou o glamour até à selva.

DSC_0726 (Cópia).jpgDSC_0739 (Cópia).jpg

Peças com cortes clássicos, impecavelmente desenhadas nos corpos, sucedem-se num diálogo entre cor e sobriedade. A combinação do preto básico com os cortes clássicos dos crop tops em dourados e cores vibrantes, combinaram glamour e simplicidade, transformando o desfile numa aula de classe e sedução.

DSC_0763 (Cópia).jpgDSC_0788 (Cópia).jpg

Os acessórios dramáticos, com claras referências tribais presentes nos brincos e pulseiras, despertaram os sentidos mais primitivos.

DSC_0769 (Cópia).jpgA renda traz a referência religiosa das mantilhas, num paradoxo de resguardo e exposição de pecado.
Omar Adelino, que transformou o salão em catedral, “divou”.

Galeria completa do defile de Omar Adelino aqui

 

Shaazia Adam…

Shaazia Adam traz uma tonalidade com menos impacto visual mas não menos expressiva. Com tendências florais e referências dinásticas, a coleção sucesse em tons rosas, salmão e coral com toques amarelos e verdes azeitona.

DSC_0830 (Cópia).jpgDSC_0840 (Cópia).jpg

A silhueta oscila entre o fluído dos vestidos curtos e macacões e a estrutura rígida das saias, tanto midi quanto longas, que acentuam a cintura fina com bordados e peplum.

DSC_0857 (Cópia).jpgGaleria completa do defile de Shaazia Adam aqui

 

Reportagem de Telma Luis com fotografias de Paulo Homem de Melo

 

Companhia João Garcia Miguel em Lisboa

A Companhia João Garcia Miguel vai estar em Lisboa de 24 de Março a 3 de Abril, com um espectáculo de entrada gratuita que junta Teatro e Música, encenado por João Garcia Miguel. O espectáculo é interpretado por três artistas emergentes: Sara Ribeiro, Frederico Barata e Rita Barbita.

FredericoBarata BichosCiaJGM.jpgO espectáculo terá entrada gratuita e será no Atelier Real, no poço dos negros, à saída do bairro alto, em Lisboa. A peça, incluída no ciclo "Novas Bacantes" da Companhia João Garcia Miguel junta três solos: um conto cantado que junta teatro e música chamado "Leões", interpretado e criado por Sara Ribeiro com texto de João Garcia Miguel. A interpretação dos "Bichos" de Miguel Torga por Frederico Barata, e para introduzir estes dois solos existirá uma performance, "Pés Descalços", interpretada por Rita Barbita.

 

O ciclo "Novas Bacantes" procura dar espaço a três jovens actores multidisciplinares, com um trabalho que começa a ser referência não só em Portugal, como também em países como Angola e Brasil. É também o esforço em dar continuidade numa aposta sobre interpretes que são também criadores, que olham e pensam o mundo com um corpo atento e um espírito crítico, para uma aproximação do outro, para nos conhecermos melhor a nós mesmos.

 

Atelier Real (Lisboa)

24 de Março a 3 de Abril 2016 | 16.00h (domingo) 21.30h (quinta/sexta/sábado)

Brissos e os Conselheiros de Estrada apresentam álbum de estreia "Depois do fim do mundo"

Brissos e os Conselheiros de Estrada é um projecto que pretende trazer de volta a sonoridade dos anos 70, envolta em influências actuais, o blues, o rock e o hip-hop dão as mãos à crítica social, à caricatura e à sátira, de forma dinâmica e divertida, num contexto conceptual que aborda os temas fraturantes da nossa sociedade e do País, totalmente interpretados em português.

brissos.jpg2015 marcou o início da campanha de promoção do novo álbum de originais; “Magenta” foi o primeiro single a ser apresentado ao vivo por todo o País, antecedendo o lançamento do segundo tema do mesmo disco, intitulado “Tá Um Frio Que Não Se Pode”, que conta com a participação especial do rapper Raffa Noise.

 

Gravado e misturado por Pedro Vidal, nos Estúdios Vale de Lobos, este álbum tem a participação de alguns amigos: Ruben El Pavoni (A.J. &the Rock' in Trio); Pedro Vidal (Jorge Palma); Luís Ferreira (Nobody's Bizness); Alexandre Frazão (Ala dos Namorados e Resistência) e de Rui Veloso.

Os BCE são: Paulo Brissos (voz e guitarra); Hugo Ganhão (baixo); Gonçalo Santuns (bateria); Pedro Soares (guitarra e voz) e Diogo santos (teclados).

Edição a 18 de Março CD e Vinil (O vinil contêm um gift card para download grátis do álbum em MP3)

 

RCA Club (Lisboa)

26 de Março 2016 | 23.30h

“A Festa da Vida” leva Carlos Mendes em digressão…

Carlos Mendes recebeu, em 2014, a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores, na cerimónia 'O Homem, o Músico e o Cantor', alcançando assim o pleno reconhecimento público, por uma vida dedicada à música e recheada de sucessos e de bons momentos. Em 2015 o artista celebra os seus 50 anos de carreira e, para comemorar a data da melhor forma, regravou algumas das canções mais emblemáticas do seu repertório, como “Amélia dos Olhos Doces”, “Ruas de Lisboa” e “A Festa da Vida”, em versões de voz e piano, evidenciando assim, da melhor forma, os seus dotes de cantor e intérprete.

cm.jpgTranspondo este conceito para a estrada, Carlos Mendes apresenta A Festa da Vida, um concerto intimista, em que o público é convidado a partilhar, de forma sincera, a sua vida repleta de histórias, de risos e celebrações que marcaram, inevitavelmente, a música portuguesa.

Este é um espetáculo diferente do habitual, mais íntimo, onde se canta e se conta, onde se ouvem risos e libertam emoções; onde se brinca com o passado e se sonha com o futuro. Uma voz. Um piano. Juntos, no grande palco da Vida, da Alegria e dos Afetos.

 

Auditório Centro Cultural (Lagos)

8 de Abril 2016 | 21.30h

Amélia Muge… "Concerto n`Um porto para o Mundo"

Na comemoração do dia de Vila do Conde, Amélia Muge apresenta, no Teatro Municipal, o "Concerto n`Um Porto para o Mundo", criado especificamente para este dia. "Vila do Conde é um porto para o Mundo". É com esta definição inspiradora que a própria cidade dá de si própria e que Amélia Muge abre a porta deste concerto. Amélia estabelece assim um paralelo entre a sua própria visão muito alargada do que é o património musical português - com influências mediterrânicas, mas também lusófonas - e esta cidade portuária.

amelia.jpgNeste dia de comemoração, Amélia Muge propõe-se a apresentar um concerto multi-facetado em termos de temáticas, evocando o mundo para melhor nos aproximarmos de uma cultura portuguesa que sempre associou a música à literatura (de base escrita ou oral) de uma forma muito marcante. É um canto em português que não significa, de modo nenhum, estar menos aberto a novas linguagens e novos recursos tecnológicos. Um longe que se faz perto, um mar onde a viagem leva as memórias da "casa" que, sendo urbana, não deixa de estar fortemente enraizada na ruralidade.

 

Entrada livre mediante o levantamento de bilhetes no próprio dia do espetáculo, no Teatro Municipal, até ao limite da lotação da sala.

 

Teatro Municipal (Vila do Conde)

24 de Março 2016 | 21.30h

WIENER BALL 2016… a tradição austríaca chega ao CCB

Trazendo de volta a Lisboa uma das mais emblemáticas tradições austríacas, o Baile Vienense 2016 vai garantir a todos os participantes uma experiência autêntica e única. Patrocinado pelo Embaixador da Áustria, este evento acontece no dia 7 de abril, a partir das 19h30, e inclui um jantar de gala, tômbola e música de baile assegurada pelo Maestro Laurentiu Ivan-Coca e a sua Johann Strauss Ensemble Lisboa, bem como os conhecidos Lucky Duckies.

Baile©WienTourismus.jpgDR

 

Inaugurado por um comité de jovens debutantes vestidos de preto e branco e instruídos pelo Mestre de Dança Vicente Trindade, o Wiener Ball 2016 não será apenas uma ocasião para reviver a elegância dos tempos passados. O baile tem, também, um cariz solidário, uma vez que a receita angariada reverterá por inteiro a favor da Orquestra Geração, projeto que utiliza o ensino da música como meio de inclusão de crianças desfavorecidas.

 

Para fazer a sua reserva, basta enviar um e-mail para o endereço reservas@wienerball.pt


Centro Cultural de Belém (Lisboa)
7 de abril 2016