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Glam Magazine

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Miguel Ângelo em Concerto Íntimo no Cine-Teatro de Estarreja

Apresentações dispensam-se.

A sua voz atravessou gerações que no próximo sábado terão oportunidade de se juntar para mais um Concerto Íntimo, com Miguel Ângelo.  A eterna figura dos Delfins e também membro fundador dos Resistência surge pela primeira vez no cartaz do Cine-Teatro de Estarreja, motivado pelo lançamento de “Segundo”, o seu mais recente álbum a solo. Pai pela terceira vez há pouco tempo, neste concerto de Miguel Ângelo sobressairá um tom especialmente familiar, indo de certa forma ao encontro dos objetivos do ciclo Concertos Íntimos do CTE, onde existe uma maior proximidade do artista com o público, e que comemoram a sua 10ª edição em 2016.

20140317 Miguel Angelo 2014 Horizontal foto Edgar (c) 2014 Edgar Keats

 

Os concertos “mais intimistas têm sempre outro sabor”, sublinha Miguel Ângelo. Num auditório como o do Cine-Teatro de Estarrejaa música ouve-se de outra maneira, nos festivais por vezes interessa mais a festa... É por isso que faço sempre primeiro a apresentação de canções novas em espaços deste tipo.” Miguel Ângelo não tem dúvidas que para o público “estas experiências mais ‘pessoais’ perduram na memória.”

Esta é a primeira vez que Miguel Ângelo atua em Estarreja e o dia não podia ser mais especial. Para além de ter sido “pai muito recentemente”, este “é também o dia de aniversário da minha mulher. Logo vai-se respirar um ambiente muito familiar no Cine-Teatro! E nada melhor do que isso para se passar uma noite ‘quente’ junto do público que me tem acompanhado ao longo de muitos anos e é também já ele uma entidade muito familiar.” O concerto vai incidir naturalmente sobre o seu trabalho a solo. “É uma carreira já longa, com muitas histórias e canções para contar.” Será no entanto possível ignorar 25 anos de carreira e de êxitos com os Delfins? “Seria impossível não fazer essa viagem... Até porque estes espetáculos mais íntimos propiciam memórias e histórias de outros tempos. Mas também acho que devo manter um pé no presente e outro no futuro e, como autor, gosto sempre de apresentar ao público o que ando a escrever e a compor de momento”, ressalva. Em “Segundo” a nova versão de "O Vento Mudou", em dueto com Eduardo Nascimento, é uma verdadeira a surpresa à qual se acrescentam os temas “Anda Lá" ou "A Volta a Dar" e "Na Hora Certa".

Depois de Carmen Souza & Theo Pascal (ver reportagem aqui) e antes de João Pedro Pais (21 de maio), Miguel Ângelo, aos 30 anos de carreira, presenteia os Concertos Íntimos do CTE trazendo êxitos de sempre da música portuguesa e novas composições. “Que venham novos e velhos!”, um convite lançado pelo próprio Miguel Ângelo que, reconhecendo a dinâmica cultural do CTE, deseja que o público continue “a acompanhar as visitas dos diversos artistas ao Cine-Teatro de Estarreja.”

 

Cine-Teatro de Estarreja

19 de março 2016 | 21.30h

Viviane… entre amigos em Faro

Este é o primeiro de três concertos que Viviane vai apresentar no Teatro das Figuras ao longo de 2016 na condição de Artista Figuras 2016.

viviane.jpgNeste concerto Viviane irá fazer uma retrospetiva do inicio sua carreira, apresentando uma viagem musical através dos grupos e projetos em que participou. Entre Aspas, Camaleão Azul e ainda Linha da Frente são os três projetos que serão revisitados nesta noite. Para isso Viviane vai contar com vários amigos convidados. Em palco vai estar a primeira e a segunda formação dos Entre Aspas, a formação do projeto Camaleão Azul, nomes destacados do atual panorama musical algarvio como Gaijas, NOME, oLUDO Música, Mundopardo, Funkarmonica, Diogo Piçarra, Tercio Nanook e ainda os DJ´s Lord Vegan (Lionel Guerreiro), Gijoe e Helena Isabel.

 

Teatro das Figuras (Faro)

26 de março 2016 | 21.30h

António Zambujo… a biografia do sucesso…

António Zambujo nasceu em Beja, Alentejo, a 19 de Setembro de 1975.

Por inerência familiar e geográfica, cresceu a ouvir a gravitas do cante alentejano. Sabe-se, também, que, ainda pequeno, se deslumbrou com as grandes vozes fadistas, Amália Rodrigues à cabeça, mas trazendo à ilharga Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro ou Max. Dispôs de uma feliz infância musical, começou a estudar clarinete com apenas oito anos, e de uma adolescência activa neste campo, cantando em família ou ganhando um concurso destinado a jovens fadistas, quando tinha 16 anos, até que aportou a Lisboa, numa decisão de risco que ajudou a moldar-lhe o futuro.

zambujo.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Em dois passos, fez-se amadurecer: no primeiro, pela mão do guitarrista e compositor Mário Pacheco, conheceu em regime diário (ou nocturno, se preferirem) os bastidores e os segredos do universo fadista, juntando-se ao elenco do Clube do Fado. No segundo, desbastou as inseguranças e os truques do palco, como um dos escolhidos por Filipe La Féria para o musical Amália, em cena durante quatro anos; António era nem mais nem menos do que Francisco Cruz, o primeiro marido de Amália.

Recentemente, outra jornada que vai parar à “Rua da Emenda”. Um disco que ora é viela estreita para amores arraçados de fadista, ora se transforma em avenida larga para escalas que trazem todo o mundo (Brasil, França, Uruguai, África) para a dimensão maior de um artista português.

Dispensa os condicionamentos de trânsito, porque, guiados pelo sinaleiro que canta, todos têm lugar, sem problemas de estacionamento: aos lugares reservados para os colaboradores habituais, somam-se espaços novos e amplos para quem chega e é recebido em festa, casos de Samuel Úria e José Fialho Gouveia. As geografias ajustam-se à dimensão desta rua onde, num ápice, cabem os talentos imortais de Noel Rosa ou de Serge Gainsbourg, lado a lado com os nossos contemporâneos Jorge Drexler, Rodrigo Maranhão ou Pedro Luís. Prova de que esta Rua da Emenda é, afinal, uma rua do mundo. Generosa, coerente, variada e fascinante, como só acontece com aquilo que é tangente às nossas vidas.

Em 2015 António Zambujo voltou sem medo onde já foi feliz: aos palcos. Começou o ano em Paris, onde deu 13 concertos em 12 dias e chegou ao nº1 do top de World Music do iTunes francês. Mais tarde, e depois de 3 noites entre os Coliseus do Porto e Lisboa, foi agraciado com dois Globos de Ouro para Melhor Intérprete Individual e Melhor Música, com “Pica do 7”. Em Junho seria condecorado pelo Presidente da República com a comenda de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Continua numa intensa digressão, nacional e internacional, com mais de 100 concertos no ano 2015. São noites em que nos sentimos convocados a agradecer-lhe todos estes anos, todas estas canções, todos estes momentos em que a sua voz foi o espelho, necessariamente melhorado, das nossas próprias vozes. E lá estaremos, ao lado de quem nos chama, sem nunca nos gritar.

Já este ano de 2016 junta-se ao amigo Miguel Araújo…. Mas isso já é outra história de sucesso..

 

Discografia:

- “O mesmo Fado” (2002)

- “Por meu Cante” (2004)

- “Outro Sentido” (2007)

- “Guia” (2010)

- “Quinto” (2012)

- “Lisboa 22:38 - Ao Vivo no Coliseu” (2013)

- “Rua Da Emenda” (2014)

Márcia… e o "Quarto Crescente” no Theatro Circo

”, o primeiro álbum, lançado em 2010 pela Pataca Discos de João Paulo Feliciano, tornou-se num pequeno fenómeno de popularidade, levando à contratação de Márcia pela Warner e pelo relançamento do disco em 2011, com um pequeno “bombom”… uma nova versão de um tema do EP, “A Pele Que Há em Mim”, em dueto com J. P. Simões.

GLAM - Marcia (4).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Visto mais de dois milhões de vezes no YouTube, um dos temas mais vendidos no novo mundo da música digital (iTunes e afins), “A Pele Que Há em Mim” ultrapassou todas as expectativas. A cantora foi mãe entre “” e o segundo álbum, “Casulo”, publicado em 2013, e a experiência moldou necessariamente o novo trabalho, produzido por Filipe C. Monteiro e que contou com a colaboração de Samuel Úria no tema “Menina” que, a par de “Deixa-me Ir”, foi um dos dois singles retirados do álbum. O disco, afinal, chama-se “Quarto Crescente” e vem co-produzido por Filipe C. Monteiro, responsável pela produção do anterior “Casulo”, em conjunto com a própria cantora.

Como quem diz: esta ainda é uma obra em crescimento, um percurso de descobertas e encantos. Onde existe “A Insatisfação” (título do primeiro single) ou “A Urgência”, mas também um “Ledo Sorriso” ou um “Bom Destino”.

Aberto ao que vier e disposto a convidar o público para essa viagem

 

Márcia Santos: voz

Filipe Monteiro: guitarra e pedal steel

Manuel Dordio: guitarra

David Santos: baixo

Rui Freire: bateria

 

Theatro Circo (Braga)

18 de Março 2016 | 21.30h

Urso Bardo apresentam álbum de estreia dia 19 de Março no Sabotage

Os Urso Bardo são a mais recente aposta da Raging Planet e trazem-nos sons que facilmente poderiam fazer parte de uma banda sonora de um qualquer filme, Instrumentais de uma riqueza harmónica e de composição, os Urso Bardo mostram como a ligação entre os instrumentos é algo de muito importante na música; os diálogos constantes entre as duas guitarras e uma secção rítmica irrepreensível, deixam-nos com a vontade de os ouvir vezes sem conta.

urso_bardo.jpgO concerto de apresentação está marcado já para o dia 19 de Março no Sabotage Club em Lisboa.

 

Sabotage Club (Lisboa)

19 de Março 2016 | 22.00h

The Happy Mess trazem ao Café Concerto do CCVF o amor puro pela música

Eram uma banda de garagem na adolescência e anos mais tarde juntaram-se para atuar nas festas da cidade natal, Valpaços. Nos ensaios para esse concerto reacendeu-se a chama e os miúdos, agora já adultos, voltaram a juntar-se. O projeto cresce, torna-se mais sério e segue-se o concerto no Super Bock Super Rock que dá à banda uma projeção que surpreendeu a todos. Depois do EP “October Sessions” nunca mais pararam. Seguiu-se o álbum de estreia, “Songs From The Backyard” (2013), produzido por Fred Ferreira que revelou grande adesão por parte do público e apresentam agora este “Half Fiction”.

GLAM - The Happy Mess.jpg (c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Para este trabalho, os The Happy Mess estiveram em reclusão para o fervilhar do processo criativo que culminou neste álbum. Todos os membros da banda são provenientes de áreas profissionais muito distintas, como comunicação, arquitetura, psicologia ou dança. Apenas um membro é músico profissional, o que resulta numa sinergia muito interessante e que é também matriz identitária deste projeto. Também o gosto pela criação de novas estéticas e o cruzamento com outras áreas da cultura como a pintura, o teatro ou a dança, justifica esta “mess” que dá nome à banda.

Este projeto bebe influências de grupos como Arcade Fire, The National, Alt-j ou Tame Impala e é portanto natural que o disco revele uma sonoridade cada vez mais evidente no universo do indie rock, com tonalidades de eletrónica e que se divide entre canções que mergulham em estórias e personagens ficcionadas... E outras tantas reais, inquietas e politicamente inconformadas.

 

Café Concerto CCVF (Guimarães)

18 de Março 2016 | 00.00h

Lorenzo Senni ao vivo no Understage…

Lorenzo Senni, artista multidisciplinar, compositor e produtor a residir em Milão, estudou musicologia na Universidade de Bolonha, é um investigador incansável dos mecanismos da música de dança e dos subgéneros da cultura rave dos anos 90, sendo reconhecido como um dos artistas mais sólidos, singulares e incontornáveis da nova geração de exploradores musicais.

lorenzo-e1406734966576.jpgDR

 

Com um trabalho de síntese dos ritmos e estruturas melódicas que definem géneros como techno ou o trance, nos quais assenta grande parte da sua estrutura musical, caraterizada por estruturas simples que se transformam em espirais sonoras de percussões infinitamente contagiosas e efervescentes que o próprio nomeou de "Pointilistic Trance" plenamente concretizado nos álbuns "Quantum Jelly" (na editora Editions Mego) e "Superimpositions" (na Boomkat). Criou a sua própria editora, focada nas novas sonoridades da cena musical contemporânea, onde lançou álbuns de vários artistas de renome internacional como Florian Hecker, Carl Michael Von Hausswolff, Carsten Holler, Powell, Palmistry, How to Dress Well, EVOL, DJ Stingray, Gábor Lázár, Theo Burt e Lasse Marhaug.

 

Teatro Rivoli / Understage (Porto)

19 de Março 2016 | 22.00h

Caixa Ribeira ’16… Programação completa das salas do Mercado Ferreira Borges

O Mercado Ferreira Borges é um dos espaços mais carismáticos da Ribeira do Porto e as salas I e II do Hard Club locais emblemáticos e privilegiados para os melhores concertos. Hoje anunciam-se os nomes que completam a programação destes dois espaços. Na Sala I, a juntar à já anunciada Simone de Oliveira, actuarão Filipa Cardoso, Miguel Ramos e Paulo Ribeiro. Na Sala II para além da apresentação do novo CD do jovem Kiko, contar-se-á também com os concertos de Joana Almeida, José Geadas, Beatriz Felizardo, Sandra Correia e Teresa Tapadas.

GLAM - Filipa Cardoso.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Sala I

Filipa Cardoso acreditava, em 2004, aos 25 anos e depois de ser mãe, que "sem cantar Fado a sua vida não fazia sentido" e concorre à Grande Noite do Fado, em Lisboa. Venceu nesta noite, que decorreu no Teatro São Luiz e passou a ser presença notada em casas de Fado de referência do país como Arcadas do Faia, Café Luso, Marquês da Sé ou Clube de Fado, tendo ficado como fadista no elenco privativo do Sr. Vinho, da fadista Maria da Fé. Segue-se também o Teatro de Revista. Em 2005 deve-se assinalar o lançamento, numa edição de autor, do seu primeiro CD, “Fragmento do Fado”. Em 2007, participou no Festival RTP da Canção, num dueto com Edmundo Vieira. A canção "Desta Vez" ficou em 6º lugar. Em 2009, lança o seu segundo álbum “Cumprir Seu Fado”, com a participação de Argentina Santos no tema "Fado da Herança". Estará no Caixa Ribeira, dia 3 de junho.

 

Também no dia 3, Miguel Ramos. Inicia a sua carreira aos 14 anos como fadista na casa de Fado "Os Ferreiras”, com Fernando Maurício. Em 1996 concorre a vários concursos de Fado onde obtém em todos o 1º lugar com a “Balada do Sol Errado”. Após a consagração na Grande Noite do Fado, foi convidado a integrar os elencos das casas de Fado mais prestigiadas do país. Aos 24 anos, foi convidado a integrar o elenco da peça de teatro "Amália" de Filipe La Feria durante 2 anos. Posteriormente foi convidado por Jorge Fernando a fazer parte do CD "100 anos de Fado". Como músico, teve o privilégio de substituir, aquele que ainda hoje é a sua referência musical, Carlos Manuel Proença. Miguel Ramos tocou para fadistas profissionais como Camané, Aldina Duarte, Pedro Moutinho, Lenita Gentil, António Rocha, Anita Guerreiro, Carlos do Carmo, Fernanda Baptista, Ada de Castro Ana Sofia Varela, Maria da Fé, Maria Amélia Proença entre muitos outros ilustres.

 

Paulo Ribeiro tem mais de duas décadas de carreira e é o rosto e a voz do Bandalusa, um dos grupos de maior êxito na música ligeira portuguesa. A sua incursão no Fado já não é novidade e a sua paixão pela música portuguesa e a procura constante de novos desafios levaram-no a aceitar este convite. Uma abordagem diferente ao Fado, no dia 3 de junho.

 

Sala II

Joana Almeida tem apenas 18 anos e, acreditem, o Fado é-lhe paixão recente. Ainda assim, tem um talento inato, e por isso, com mérito, venceu o 2º Grande Prémio Nacional do Fado (RTP1/Rádio Amália) em 2015. A sala II do Hard Club recebe-a no dia 3 de junho.

 

No mesmo dia, o alentejano, José Geadas. Começou, com 6 anos e de ouvido, por tocar instrumentos de corda. Primeiro o cavaquinho, depois a guitarra portuguesa. Com nove anos foi vencedor da Grande Noite do Fado de Lisboa, na Aula Magna, com um tema inédito que deu título ao seu primeiro CD, "Assim sou Feliz". Fez parte do elenco do Musical “Fado -História de Um Povo“ de Felipe Lá Féria que está em exibição no Casino do Estoril.

 

Também alentejana e também a 3 de junho, Beatriz Felizardo. Começou a cantar aos 7 anos de idade, tendo participado em diversos concursos televisivos. Hoje, tem uma agenda cheia de concertos e promete ser um caso sério na nova geração de fadistas.

 

No dia seguinte, 4 de junho, Sandra Correia. Profissional desde os 16 anos de idade, a sua carreira é rica de concertos percorrendo palcos de muitos países europeus. Fez rádio, cinema, mas é no Fado que assenta a vida. Tem uma voz sólida e hoje é fadista residente no Clube de Fado, em Alfama.

 

Também no último dia do Festival, Teresa Tapadas. Em 1997, a convite de Ricardo Pais e Mário Laginha, participa em Raízes Rurais, Paixões Urbanas, actuando no Teatro S. João, no Porto, na Cité de La Musique, em Paris, e no Teatro da Trindade, em Lisboa. Em 2001 integra o grupo Entrevozes e, em 2004, o grupo Quatro Cantos. Depois de participar no CD La Copla y El Fado, acompanhada pela Orquestra Nacional da Moldávia, estreia-se com o LP “Meu Grão de Paraíso”. Muitos têm sido os países a reconhecerem-lhe o talento. Em 2012 edita o 2º de originais, “Traços de Fado”. Depois veio a versão ao vivo, registada para CD no espectáculo realizado no Centro Cultural de Belém, no final de 2014.

 

Já confirmados

Aldina Duarte; António Chainho com Paulo de Carvalho e Mafalda Arnauth; António Zambujo; Beatriz; Beatriz Felizardo; Filipa Cardoso; Filipe Duarte; Gisela João; Gonçalo Salgueiro; Hélder Moutinho; Joana Almeida; Joana Amendoeira; Jorge Fernando; José Geadas; José Manuel Neto; Liliana Luz; Maria Armanda; Maria da Fé; Maria João Quadros; Miguel Ramos; Nelson Duarte; Paulo Ribeiro; Pedro Moutinho; Raquel Tavares; Rodrigo & Florência; Sandra Correia; Sara Correia; Simone de Oliveira; Teresa Tapadas; Kiko

Portugal Fashion…. Bloom: duas estreias e oito talentos a concurso

O line-up do Portugal Fashion integra 10 desfiles do projeto Bloom, plataforma criada para valorizar o trabalho dos jovens criadores. A marca HIBU abre novamente o calendário do Bloom com a apresentação da sua coleção, pelas 21h00, no dia 16 de março, no Convento do Beato. Seguem-se oito desfiles no Porto, com destaque para as estreias de Maria Kobrock e Sara Maia e para a decisão final do Concurso Bloom 2015.

A renovação geracional da moda portuguesa é um objetivo estratégico do Portugal Fashion que pode, nesta edição, ser traduzido com a apresentação de propostas de 13 jovens designers e três marcas na passerelle do Bloom. Em Lisboa, a marca HIBU, desenvolvida pelos jovens designers Marta Gonçalves e Gonçalo Páscoa, apresenta a sua inovadora coleção para o próximo outono/inverno. No Porto, entre 17 e 19 de março, estão previstos mais oito desfiles de jovens criadores (Eduardo Amorim, Inês Marques, Maria Kobrock, Pedro Neto e Sara Maia) e de três marcas (HIBU, KLAR e [UN]T).

bloom.jpgNo calendário estão em evidência as estreias de Maria Kobrock e Sara Maia.

A designer luso-alemã estudou design de moda e "pattern making/draping" na ESMOD Berlin – University of Art for Fashion, estando atualmente a frequentar o curso intensivo de Design de Calçado na Escola de Moda Gudi, no Porto. Já Sara Maia formou-se na Escola de Moda do Porto e no Citex e já trabalhou com vários criadores nacionais. A designer conquistou, em 2012, o Primeiro Prémio de jovem designer no espaço Bloom do Portugal Fashion e em seguida mudou-se para Londres, onde colaborou com várias marcas (Marques Almeida, Aitor Throup, Maharishi).

 

Além dos referidos desfiles, a passerelle do Bloom contempla ainda a apresentação das coleções dos oito finalistas do Concurso Bloom 2015 (Amorphous, Beatriz Bettencourt, David Catalan, Fii, Inês Maia, KDI, Patrícia Shim e Sara Marques).

No final serão eleitos os quatro vencedores, sendo que os criadores distinguidos poderão voltar a apresentar e divulgar o seu trabalho na passerelle do Portugal Fashion e usufruem ainda de um incentivo financeiro para o desenvolvimento das suas coleções. Trata-se, pois, de uma oportunidade para impulsionar novos talentos no universo da moda nacional que teve a sua edição inaugural em 2004 e já foi responsável pelo lançamento no mercado de nomes como Filipe Trindade, Pedro Pinto, Diogo Miranda, Carla Pontes, Susana Bettencourt ou Hugo Costa.

 

Importa referir ainda que o Bloom foi um projeto criado pelo Portugal Fashion em 2010 com o propósito de apoiar, divulgar e valorizar, nacional e internacionalmente, os talentos emergentes da moda nacional. Desde a sua criação, o projeto já viabilizou o lançamento de 34 jovens designers no mercado, pontificando muitos destes nomes anualmente no calendário principal do Portugal Fashion. Carla Pontes e Mafalda Fonseca são os casos mais recentes de evolução da plataforma Bloom para a passerelle principal do certame. Na contribuição ativa para este percurso de evolução positiva, o Bloom abraça também uma dimensão internacional viabilizando aos jovens criadores a apresentação das suas propostas em desfiles e showrooms internacionais como já aconteceu em Londres, Viena, Paris, Copenhaga ou Madrid.

 

line-up dos desfiles do Espaço Bloom para o Porto

18 Março 2016 | Alfândega do Porto

16.00h Maria Kobrock

17.00h Sara Maia

19.00h Inês Marques

20.00h [UN] T

22.30h Concurso Bloom: Amorphous | Beatriz Bettencourt | David Catalan | Fii | Inês Maia | KDI | Patrícia Shim | Sara Marques

 

19 Março 2016 | Alfândega do Porto

17.00h Eduardo Amorim

18.00h KLAR

19.00h Pedro Neto

 

A Entrada para os desfiles no espaço é livre mas condicionada à lotação da sala.

Deolinda em n.º 1 do top de vendas pela terceira semana consecutiva

Pela terceira semana consecutiva, "Outras Histórias", o mais recente álbum dos Deolinda, ocupa o #1 lugar do top de vendas nacional. Este é o 4.º álbum de estúdio da banda, o mesmo que tem sido citado pela crítica como "um dos melhores álbuns da música portuguesa da última década". Tudo graças à capacidade de se reinventarem de álbum para álbum, experimentando neste diferentes recursos musicais e parcerias, arriscando nos arranjos e interpretação, sempre sem perder de vista as histórias do quotidiano com que nos identificamos, crónicas de costumes narradas com fina ironia.

Image1.jpgÉ este o disco que inclui o single "Corzinha de Verão", o tema cujo videoclip já conta com mais de 110 mil visualizações.

"Outras Histórias" tem sido a base do alinhamento do novo espetáculo com qual a banda já começou a percorrer o País e o Mundo. Já este fim-de-semana, dia 18, passarão pela Póvoa de Varzim e dia 19 atuarão em Beja.

 

Muitas datas e cidades se seguem em Portugal e além-fronteiras, para consultar aqui.

Em Lisboa, os Deolinda atuam no Teatro Tivoli BBVA, dia 22 de Abril, e no Porto, dia 6 de Maio, na Casa da Música.

Portugal Fashion Fall/Winter 2016/17… Fatima Lopes

O Portugal Fashion regressa entre os dias 16 e 19 de março às cidades de Lisboa e Porto. O primeiro dia de desfiles acontece na capital, mas a invicta continua a destacar-se como centro nevrálgico do certame, com a Alfândega do Porto a reafirmar o seu papel de quartel-general. Depois das passagens por Londres, Milão e Paris, o Portugal Fashion cumpre a sua 38ª edição e vai revelar as propostas de criadores e marcas para o período outono/inverno de 2017

Estamos a dar a conhecer os criadores que fazem parte do line-up das apresentações desta 38ª edição.

PF - Fatima Lopes.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Fátima Lopes nasceu em 1965, na ilha da Madeira. Em 1990 mudou-se para Lisboa, onde abriu uma loja com o seu nome. Em 1992, realizou, no Convento do Beato, o seu primeiro desfile. A partir de então, não mais deixou de apresentar as suas coleções em grandes desfiles individuais, em Portugal e no estrangeiro.

A primeira apresentação de Fátima Lopes em passerelles internacionais com o apoio do Portugal Fashion aconteceu em 1999, em São Paulo. Ao fim de alguns anos a expor e vender as suas criações na CidadeLuz, a criadora efetuou também nesse ano o seu primeiro desfile em Paris. A partir de março de 1999, começa a desfilar duas vezes por ano na conceituada Paris Fashion Week.

Mais recentemente, em setembro de 2011, e também com a produção do Portugal Fashion, Fátima Lopes voltou a surpreender o mundo da moda ao efetuar o primeiro desfile de sempre na Torre Eiffel.

 

Recorde aqui a última passagem de Fátima Lopes no Portugal Fashion

Portugal Fashion Fall/Winter 2016/17… Anabela Baldaque

O Portugal Fashion regressa entre os dias 16 e 19 de março às cidades de Lisboa e Porto. O primeiro dia de desfiles acontece na capital, mas a invicta continua a destacar-se como centro nevrálgico do certame, com a Alfândega do Porto a reafirmar o seu papel de quartel-general. Depois das passagens por Londres, Milão e Paris, o Portugal Fashion cumpre a sua 38ª edição e vai revelar as propostas de criadores e marcas para o período outono/inverno de 2017

Estamos a dar a conhecer os criadores que fazem parte do line-up das apresentações desta 38ª edição.

PF - Anabela Baldaque.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

Na fotografia: Anabela Baldaque

 

Anabela Baldaque concluiu, em 1983, o curso de Estilismo e Modelismo na Escola de Moda Gudi, no Porto. Dois anos mais tarde, estagiou com Emilio Pucci em Florença, Itália.

Em 1988, cria a marca de vestuário Anabela Baldaque e o seu nome passa, poucos anos depois, a figurar nos principais eventos de moda nacionais, sendo, aliás, uma das criadoras presentes na 1ª edição do Portugal Fashion, em 1995.

Em 2000, inaugura a sua primeira loja, no Porto, e inicia o seu processo de internacionalização com um desfile na Fashion Week de Nova Iorque, a convite do Portugal Fashion, projeto com o apoio do qual participaria ainda em eventos de moda em Paris, Barcelona e São Paulo. Em 2015, assinala-se a abertura de loja própria no coração de Lisboa, como comemoração dos 30 anos de carreira

 

Recorde aqui a última passagem de Anabela Baldaque no Portugal Fashion

Portugal Fashion Fall/Winter 2016/17… Hugo Costa

O Portugal Fashion regressa entre os dias 16 e 19 de março às cidades de Lisboa e Porto. O primeiro dia de desfiles acontece na capital, mas a invicta continua a destacar-se como centro nevrálgico do certame, com a Alfândega do Porto a reafirmar o seu papel de quartel-general. Depois das passagens por Londres, Milão e Paris, o Portugal Fashion cumpre a sua 38ª edição e vai revelar as propostas de criadores e marcas para o período outono/inverno de 2017

Estamos a dar a conhecer os criadores que fazem parte do line-up das apresentações desta 38ª edição.

PF - Hugo Costa.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Hugo Costa concluiu, em 2008, o Curso de Design de Moda e Têxtil na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Em 2009, foi um dos finalistas do Concurso Acrobatic, competição onde arrecadou o prémio de Melhor Coordenado Masculino em 2009 e 2010, sendo que nesse último ano foi também seu o título de "Melhor Coleção”.

Desde de 2007, tem vindo a desenvolver coleções de vestuário calçado, acessórios e ilustração de estamparia para diversas empresas nacionais em regime de freelancer. Desde setembro de 2012 tornou-se formador, trabalhando com a Escola de Moda do Porto, Modatex e Centro de Formação Profissional da Indústria de Calçado.

Hugo Costa tem 32 anos e as suas coleções em nome próprio são apresentadas no Portugal Fashion desde outubro de 2010.

 

Recorde aqui o último desfile de Hugo Costa no Portugal Fashion

Portugal Fashion Fall/Winter 2016/17… Pedro Pedro

O Portugal Fashion regressa entre os dias 16 e 19 de março às cidades de Lisboa e Porto. O primeiro dia de desfiles acontece na capital, mas a invicta continua a destacar-se como centro nevrálgico do certame, com a Alfândega do Porto a reafirmar o seu papel de quartel-general. Depois das passagens por Londres, Milão e Paris, o Portugal Fashion cumpre a sua 38ª edição e vai revelar as propostas de criadores e marcas para o período outono/inverno de 2017

Estamos a dar a conhecer os criadores que fazem parte do line-up das apresentações desta 38ª edição.

PF - Pedro Pedro.jpg(c) 2015 Poulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Pedro Pedro nasceu em 1973 e completou um curso de Design de Moda na Academia de Moda do Porto, em 1997. O criador iniciou o seu percurso profissional em 1996 e, nesse mesmo ano, venceu o concurso "New Expo-Wear Designers". Começou a fazer ilustrações de moda e desenvolveu vários projetos dentro da indústria: uniformes, linhas de jeans e roupa para Homem.

Em 1998, o criador lançou a marca Pedro Pedro, apresentou coleções no Portugal Fashion e no Porto de Moda. Em 2003 conquistou o primeiro prémio na competição "I Mode You European Fashion Awards 03", realizada em Bruxelas. Um ano mais tarde, Pedro Pedro colaborou com Júlio Waterland no lançamento da marca Pedro Waterland, exibida no Portugal Fashion e na ModaLisboa.

O designer mostrou o seu trabalho em 2006 e 2007 na Semana de Moda de Paris. Desde então, a marca Pedro Pedro continuou a ser exibida desde a coleção primavera/verão 2008. Em 2015, o criador regressa ao Portugal Fashion, após várias referências de destaque em revistas como a Vogue, a Elle ou a Collezione Dona

 

Recorde aqui a última passagem de Pedro Pedro pelo Portugal Fashion

Portugal Fashion Fall/Winter 2016/17… Júlio Torcato

O Portugal Fashion regressa entre os dias 16 e 19 de março às cidades de Lisboa e Porto. O primeiro dia de desfiles acontece na capital, mas a invicta continua a destacar-se como centro nevrálgico do certame, com a Alfândega do Porto a reafirmar o seu papel de quartel-general. Depois das passagens por Londres, Milão e Paris, o Portugal Fashion cumpre a sua 38ª edição e vai revelar as propostas de criadores e marcas para o período outono/inverno de 2017

Estamos a dar a conhecer os criadores que fazem parte do line-up das apresentações desta 38ª edição.

PF - Julio Torcato.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Júlio Torcato conclui o curso de estilismo na Academia de Moda Artes e Técnicas do Porto, em 1989. No mesmo ano é vencedor do concurso Portex (Primavera/Verão) para jovens estilistas, a que se seguem outros prémios, entre eles o 1º prémio Design para a Indústria Portex. Começa a sua participação em feiras internacionais, sendo a primeira o Shem, em Paris, onde expõe de 1989 a 1993. Desde então o seu nome figura nos principais eventos de moda nacionais, como a Moda Lisboa e, mais tarde, o Portugal Fashion. Participa ainda em diversos desfiles nacionais e internacionais.

Em 1992 funda o seu próprio gabinete de design e consultadoria de moda, direcionado para o apoio à indústria têxtil e de vestuário, tendo sido responsável pelo design e imagem de várias empresas e marcas nacionais, das quais se destacam a Decénio, Queens, Lion of Porches, Salsa e Red Oak. Ao mesmo tempo desenvolve a sua própria etiqueta "Júlio Torcato”. Em 2008, inicia o processo de internacionalização da sua marca com o apoio da Associação Seletiva Moda, destacando-se as participações em Poznan, Polónia, em Brno, na República Checa, em S. Paulo, Brasil, no Angola Fashion Week, em Luanda, Angola, no Mozambique Fashion Week, em Maputo, Moçambique e na Mercedes-Benz Fashion Week, em Madrid, Espanha. Participa assiduamente em júris de concursos, sendo de destacar o Acrobactic e Modtíssimo. Foi presidente do Júri Internacional do Prémio IAF (Internacional Apparel Federation) integrado na 28ª Convenção Mundial de Vestuário.

É convidado a intervir em várias conferências e palestras, sendo de destacar a conferência "M & M – Marketing e Moda 2006” na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa, as "Jornadas da Engenharia Têxtil” da Universidade da Beira Interior, o "Seminário Internacional Santo Tirso – Quarteirões Culturais Experiências e Desafios” e "Conferência Internacional Design Sustentável e Inclusivo” – Guimarães. Leciona na Universidade da Beira Interior, a partir de 2007, a cadeira de Projeto do Mestrado em Design de Moda. O seu trabalho vem referenciado em publicações como "Porto Cenários de Moda” (edição Porto 2001, S.A.), no livro "Moda Portuguesa” de Cristina Duarte e diversos artigos na imprensa nacional e estrangeira

 

Recorde aqui o último desfile de Julio Torcato no Portugal Fashion

"Everything is Changing" é o avanço do novo album de Rui Maia

Chama-se "Fractured Music" e é o novo álbum a solo de Rui Maia, músico e produtor ligado à banda de rock electrónico X-Wife e ao projecto indie - disco Mirror People. "Everything is Changing" é o single de apresentação do álbum. O vídeo foi realizado por Vasco Mendes. Gravado, durante o final de 2015, no seu estúdio em Lisboa, somente com sintetizadores analógicos e um gravador de fita, em "Everything is Changing", Rui Maia explora uma sonoridade electrónica com influências techno, onde os sons mais abstractos e as batidas fortes e minimalistas têm maior destaque.

Rui_Maia_Everything_is_Changing_capa_single.jpg"Fractured Music" tem edição Digital e em Vinil marcada para dia 11 de Abril e vai ser apresentado em formato "Live Act" um pouco por todo o país…

Para já são estas as datas já conhecidas

 

16 Abril 2016 - Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

21 Maio 2016 - Plano B (Porto)

28 Maio 2016 - Convento do Carmo (Braga)

James Bay lança single de beneficência… “Running (Live At Abbey Road)”

A campanha de beneficência Sport Relief, que faz parte do evento Comic Relief, e que pretende angariar fundos para ajudar pessoas com mais necessidades, acaba de anunciar que James Bay, vencedor deste ano do prémio Brit para Melhor Artista Masculino Britânico, vai lançar uma versão muito especial da canção "Running" como single oficial do Sport Relief de 2016, sendo que o tema já se encontra disponível para download no iTunes.

James bay.jpgEurosonic 2015

 

A versão original desta canção fez parte da edição deluxe do multiplatinado álbum de estreia do músico britânico, "Chaos and the Calm", sendo que esta nova versão foi regravada no mês passado nos célebres estúdios de Abbey Road para angariar fundos para o Sport Relief.

O vídeo do single foi filmado durante a gravação de James nos estúdios de Abbey Road e já está disponível no canal Vevo. James Bay vai ainda interpretar esta canção no evento Sport Relief Night of TV, que será transmitido na BBC One esta sexta-feira.
Recordando que James Bay é um dos nomes confirmados para a edição de 2016 no festival MEO Marés Vivas.

João e a Sombra apresenta "Outra Coisa Qualquer" em concerto

Depois do EP homónimo de 2008 e de uma série de concertos que passaram por várias salas do país, o actor e músico João Tempera ressuscita o seu alter-ego musical João e a Sombra, trazendo à luz do dia e da noite o novo disco "Outra Coisa Qualquer".

joao.jpgNum registo mais denso e ambicioso, este é um trabalho que evidencia o amadurecimento do músico reflectido na escrita de canções com letras fortes e poéticas, todas cantadas em português. O primeiro single intitula-se "Despertar da Primavera", não estivéssemos quase a chegar ao primeiro equinócio do ano. O novo "Outra Coisa Qualquer" por onde passaram mais de trinta músicos convidados - entre eles, João Correia (Tape Junk), Celina Piedade, Mário Delgado, Rita Reis (Mesa), André Santos (Melech Mechaya) e Rui Berton (Bizarra Locomotiva) - chega agora a palco na capital.

 

No próximo dia 18 de Março, sexta-feira, pelas 22h, o Lusitano Clube, em Lisboa, recebe João e a Sombra acompanhado de Vasco Teodoro (guitarra e baixo) e Rui Berton (bateria).

 

Lusitano Clube (Lisboa)

18 de Março 2016 | 22.00h

MEDEIROS/LUCAS lançam novo single de "Terra do Corpo”

O ponto de partida para "Terra do Corpo", que já provou ser uma nova metáfora na curta mas rica vida de MEDEIROS/LUCAS, inicia-se na música "Sede", uma colaboração com o desmedido nome do jazz Carlos Barretto.

untitled-1.jpg"Sede" apresenta-se como uma inquietação contemplada em voz alta, com traços niilistas e sarcásticos, carregada pela voz de Carlos Medeiros, pelas melodias de Pedro Lucas e pelo contrabaixo de Barretto. Partindo das letras inéditas de João Pedro Porto, MEDEIROS/LUCAS inventam em "Terra do Corpo" uma nova forma de viajar com os pés bem assentes na terra.  

Para além de Carlos Barreto, o disco conta ainda com a participação dos já residentes no projecto Ian Carlo Mendonza e Augusto Macedo, de um duelo de guitarras protagonizado por Tó Trips (Dead Combo) e Rui Carvalho (Filho da Mãe) e das vozes de Selma Uamusse e de António Costa (Ermo).

 

A viagem também já está marcada para alguns palcos:

27 de Abril 2016 - Aquário - ZdB (Lisboa)

30 de Abril 2016 - Passos Manuel (Porto)

Diana Martinez & The Crib apresenta "Reverie" na Casa da Música

Apesar de ser ainda muito jovem, Diana Martinez revela já uma definitiva maturidade como artista, tendo colaborado com músicos como os Expensive Soul ou Pedro Abrunhosa.

IMG_0918 (Cópia).jpg(c) 2015 Sara Silva / Arquivo Glam Magazine

 

Autora e vocalista dos singles de sucesso "That's Just How We Do It" e "Reverie", encontrou a visão e o conceito para “Diana Martinez & The Crib” com o apoio do produtor João André, cuja sonoridade reflete a sua verdadeira paixão: o R&B, o Soul e o Hip Hop.

Durante a composição, Diana Martinez aborda e questiona os desafios diários característicos da sua geração, particularmente sobre o ponto de vista das mulheres, permitindo a quem ouve fazer uma viagem emocionante ao interior da artista. Em Coimbra, apresenta o álbum de estreia, que conta com colaborações com Orelha Negra, The Black Mamba e We Trust.

 

Casa da Música (Porto)

16 de março 2016 | 22.00h

Sean Riley & The Slowriders de regresso com novo album

Sean Riley & The Slowriders estão de regresso com um novo álbum de originais. O registo homónimo tem edição agendada para 8 de Abril e o single de apresentação é o tema “Dili

Sean Riley & The Slowriders_CAPA DO ALBUM com sticHá uns anos, o grupo embarcou nesta viagem pelo sentimento que os une de criar música e editou 3 discos em menos de 4 anos. Sean Riley & The Slowriders pisaram quase todos os palcos que há para pisar de Norte a Sul do país, editaram internacionalmente e apresentaram a sua música inúmeras vezes fora de portas. Após a tour de promoção do último registo, quis o destino que todos os membros da banda se dedicassem a outros projetos. Até bater a saudade do que sentiam juntos.

Daí aos telefones tocarem e começarem a surgir, de forma errática, algumas sessões de composição em longos fins-de-semana de comunhão, foi um segundo. Aquele que viria a ser o próximo corpo de trabalho da banda ficou definido em meia dúzia dessas sessões. De forma rápida, intuitiva e, acima de tudo, livre de qualquer ideia preconcebida. Era necessário que assim fosse, a música uma vez mais a falar mais alto, para que tudo fizesse sentido. Explorar e seguir o instinto ao ritmo da máxima Beat/Budista "first thought, best thought".

O quarto álbum, e o primeiro de um novo ciclo - encerrada a trilogia “Farewell”, “Only Time Will Tell”, “It's Been a Long Night”, nasce dessa necessidade de comunicar notas e sentimentos da forma que Sean Riley & The Slowriders o fazem. É um mergulho no desconhecido, com os pés bem assentes em terra firme. De certa forma, este é o disco mais direto do ponto de vista da criação, uma homenagem ao espírito impulsionador das primeiras gravações. Por outro lado, nunca nenhum disco de Sean Riley & The Slowriders foi tão conceptual, seguindo por novos caminhos sem nunca perder de vista a essência da banda.

E se três anos são uma sabática considerável, a noção de tempo é sempre assente numa perspectiva subjectiva. E esta é uma banda que nunca pertenceu a um tempo. Nem ao seu nem a nenhum outro.

 

Alinhamento (CD, Digital; Vinil):

  1. Intro: Flying Back
  2. Dili
  3. Dark Rooms
  4. Swimming Pool Blue
  5. Wherever You Go
  6. Gipsy Eyes
  7. Greetings
  8. Pearly Gates
  9. Today Forever
  10. Outro: S-Bahn

Chama-se “Walk & Dance” e traz a nova música a Freamunde

De 24 a 26 de Março, a nova música Portuguesa invade Freamunde, na segunda edição do “Walk & Dance
É o regresso deste conceito de festival, que no fim de semana da Páscoa pretende colocar literalmente toda a gente a caminhar e a dançar entre espaços, nesta freguesia do concelho de Paços de Ferreira.

GLAM - Mirror People.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Os concertos para estes 3 dias acontecem em 3 locais distintos de Freamunde, Palco Fibramunde, ao ar livre, no Teatro ASM Freamundense e no café concerto “Espaço A”. O cartaz desta segunda edição reflete as várias vertentes da nova música moderna nacional com nomes como Mirror People, Benjamim, Plus Ultra, Toulouse, The Sunflowers, The Cave Story, Pega Monstro, Carnival Tales, Mr. Jacket e Miguel Cardoso.

A organização é da responsabilidade de The New Party Makers

Tarja Turunen, a diva do metal sinfónico regressa a Portugal….

Quando se pensa numa cantora lírica soprano associada ao heavy metal, não há como contornar a realidade de que o primeiro nome que vem à cabeça é inevitavelmente o de Tarja. Entre 1996 e 2005, tornou-se conhecida internacionalmente como frontwoman dos Nightwish, porta-estandartes e pioneiros do metal sinfónico como o conhecemos hoje, uma das mais aplaudidas e badaladas propostas dentro de um género que, na transição para o novo milénio, acabou por transformar-se numa das coqueluches da música pesada. Hoje em dia, mais de duas décadas depois, sabe-se que o segredo para o enorme sucesso do grupo finlandês residia exatamente no estilo muito próprio e individual da sua vocalista que, através do um tom tão poderoso como doce, consegue criar uma conexão emocional com os ouvintes que transcende quaisquer linguagens, localizações ou estilos musicais. Seja como solista com a Ópera Nacional Finlandesa, a cantar numa igreja, ou a segurar a atenção de milhares de fãs de rock em arenas pelo mundo, Tarja é um verdadeiro fenómeno.

tarja.jpgDR

 

Não é por isso estranho que o inesperado despedimento da cara e voz por trás de êxitos colossais como “Oceanborn”, “Wishmaster” ou “Once”, através de uma carta aberta enviada à imprensa em 2005, tenha deixado de rastos uma enorme legião de seguidores. Felizmente, Tarja não se deixou abalar, tendo encetado uma carreira a solo que, durante a última década, tem espelhado na perfeição a versatilidade que caracteriza o seu talento, mantendo os fãs de longa data e, ao mesmo tempo, chegando também a um público mais vasto. Apoiada numa sequência de registos soberbos em que se tem dividido entre o rock, o metal, a pop e a ópera, a talentosa finlandesa tem levado a cabo um rigoroso esquema de digressões, atuando perante plateias esgotadas um pouco por todo o lado. No próximo dia 4 de Novembro, o público nacional vai ter uma vez mais oportunidade de se render ao charme da diva de Kitte, que regressa por fim ao nosso país para apresentar o seu mais recente registo de originais, que tem data de edição agendada para este ano. Recorde-se que esta é já a quarta passagem da carismática artista por Portugal, depois da estreia no Verão de 2005 no festival Vilar de Mouros ainda com os Nightwish e, em nome próprio, duas atuações colossais na Aula Magna, em 2012 e 2014.

 

Nascida Tarja Soile Susanna Turunen Cabuli a 17 de Agosto de 1977, ao longo de uma carreira que já dura há mais de duas décadas Tarja conseguiu alcançar o impensável unindo de forma muito inteligente mundos que, à primeira vista, pareciam estar em polos opostos; neste caso, o heavy metal e a ópera. Provavelmente ninguém pensava que seria possível ver dois estilos tão distintos a ombrearem de igual para igual, sem se diluírem um ao outro, mas a soprano finlandesa provou-o além de qualquer dúvida. Apesar de ter ficado mundialmente conhecida como a voz e a cara dos Nightwish, que fundou em 1996 ao lado de Tuomas Holopainen, esta natural de Kitte não ficou a descansar à sombra dos êxitos do passado quando, em 2005, foi subitamente dispensada pelos ex-companheiros. Aliás, o ano não tinha chegado ao fim e já estava de regresso à estrada, dando início a uma primeira tour em nome próprio que se estendeu até ao final de 2006, altura em que lançou o primeiro álbum solo, “Henkäys Ikuisuudesta”. A 19 de Novembro de 2007, regressa ao formato rock/metal com “My Winter Storm”, que se transformou num enorme sucesso comercial e inspirou mais uma digressão mundial. Incansável, lança “What Lies Beneath” a 3 de Setembro do ano seguinte, com a subsequente tour a dar origem ao DVD “Act I: Live In Rosario”. Em Agosto de 2013 lança “Colours In The Dark” e, após a revolucionária colaboração com Mike Terrana em “The Beauty And The Beat” e de um muito aplaudido retorno à ópera com “Ave Maria – Ein Plein Air”, de 2014 e 2015 respetivamente, está agendado para este ano o regresso às edições com o quinto álbum de originais a solo “The Shadow Self”.

 

Aula Magna (Lisboa)

4 de Novembro 2016 | 21.00h