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Glam Magazine

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Iggy Pop… no Super Bock Super Rock

Durante as suas 22 edições, o Super Bock Super Rock tem habituado o seu público a receber os maiores e mais carismáticos nomes da música internacional e o ano de 2016 não será exceção. Para o comprovar, o Palco Super Bock receberá no dia 15 de julho, um verdadeiro ícone da história do rock: Iggy Pop.

iggy_pop.jpgDa história de Iggy Pop poderiam escrever-se páginas de volume bíblico.

No entanto, podemo-lo resumir como um dos mais influente músicos punk-rock de sempre. Com os The Stooges editou três discos marcantes: o de estreia homónimo (1969), “Funhouse” (1970) e “Raw Power” (1973). A vibração cheia de riffs da guitarra, bateria a galope e o estilo performer inconfundível de Iggy Pop, marcaram indelevelmente os finais dos anos 60 e os primeiros anos da década de 70, perdurando até hoje. Iggy Pop é um artista total. O corpo e a alma criativa transpiram por todos os poros e sons. Depois dos The Stooges, vieram os primeiros discos a solo, em 1977, com a produção do seu “irmão” David Bowie: “The Idiot” e “Lust for Life”. Daí para cá nunca parou, e a sua obra em nome próprio atinge quase as duas dezenas de edições. Para além dos supracitados, ofereceu discos como “New Values”, “Zombie Birdhouse”, “Blah Blah Blah”, “Brick by Brick”, “American Caesar” ou os mais recentes “Skull Ring”, “Preliminaires” ou “Apres”.

Foi ocasionalmente ator, escreveu uma autobiografia e em 2010, com os seus The Stooges, passou a ver o seu nome inscrito no Rock and Roll Hall of Fame. Porque o vigor e a criatividade se mantêm intactos, juntou-se a Josh Homme e, no deserto californiano, no estúdio que é a casa dos Queens Of The Stone Age, Rancho de La Luna, gravou “Post Pop Depression”, registo que será editado em Portugal no dia 18 de Março, rodeado de enorme expectativa e atenção mediática a nível global, rodando desde o início do ano nas rádios grandes temas como “Gardenia”, “Sunday” ou “Break Into Your Heart”.

Um disco incrível de juventude e génio, que junta dois criadores, distantes na cronologia, mas capazes de harmonizar o génio para um registo singular e imenso de energia. No Super Bock Super Rock, estender-se-á a passadeira vermelha para o gigante Iggy Pop.

Portugal Fashion revela as tendências para a próxima estação fria

Depois de uma “digressão” internacional com passagens por algumas das grandes capitais da moda internacionais, tais como Londres, Milão e Paris, o Portugal Fashion regressa a "casa" para revelar as propostas e tendências da próxima estação fria 2016/17. Esta nova edição arranca no Convento do Beato, em Lisboa, já na próxima quarta feira, dia 16 de março, seguindo depois até ao Porto para uma jornada tripla de moda (17, 18 e 19 de março), repartida pelo CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel, pela Alfândega do Porto e pelo Museu do Carro Elétrico.

pf.pngModa de autor por criadores consagrados e emergentes, linhas comerciais da indústria e coordenados de jovens designers apresentados no espaço Bloom (plataforma de jovens criadores) abrem as hostes para uma edição eclética. Ecletismo esse que se traduz nos números do 38º Portugal Fashion: 24 criadores (22 em nome individual e duas duplas), oito marcas de vestuário e seis de calçado, 13 jovens designers (cinco em nome individual e oito finalistas do Concurso Bloom) e três marcas de jovens designers. Deixando os números de lado, o foco concentra-se nas propostas em passerelle, ao assinalar o regresso de Alexandra Moura, uma das mais importantes criadoras portuguesas da atualidade. Trata-se de um novo retorno que corporiza uma tendência de regresso ao Portugal Fashion, facto experimentado no passado recente por criadores como Nuno Baltazar e Pedro Pedro ou, mais atrás, pela dupla Alves/Gonçalves.

 

Entre os destaques desta edição, constam também as estreias no line-up do Portugal Fashion de Ana Sousa e da marca Pé de Chumbo. A estilista conta com mais de 50 lojas espalhadas pelo mundo e é um dos rostos do novo paradigma da indústria têxtil nos últimos 20 anos ao aliar técnica de costura, criatividade e bom gosto a uma estratégia comercial e de branding que lhe abriram as portas de inúmeros mercados. A marca Pé de Chumbo, por sua vez, é já uma referência na indústria têxtil e de vestuário nacional, estando atualmente presente em mais de 100 lojas, dispersas por 25 países nos cinco continentes.

 

Alinhada com o objetivo estratégico do Portugal Fashion na promoção de sinergias entre criadores e indústria de vestuário está também a parceria firmada com a Sport Zone. O primeiro resultado é visível na primeira linha de sportswear desenhada por Katty Xiomara que entrou hoje nos estabelecimentos retalhistas.

 

No line-up, Carla Pontes e Mafalda Fonseca transitam do Bloom para a passerelle principal apresentando um desfile duplo, no dia 18 de março, na Alfândega do Porto. Hugo Costa e Daniela Barros vão, por seu turno, apresentar individualmente pela primeira vez coleções na passerelle principal do Portugal Fashion. Todos estes nomes são exemplos de jovens criadores que, depois do tirocínio no projeto Bloom, consolidaram as suas carreiras e hoje pontificam no calendário principal do evento. Têm, de resto, participado em vários eventos de moda internacionais com o endorsement do Portugal Fashion. Com vista à renovação geracional da moda portuguesa, o Portugal Fashion acolhe também a terceira etapa do Concurso Bloom 2015. Oito jovens criadores terão oportunidade de apresentar os seus coordenados num desfile coletivo, sendo que no final serão apurados os quatro vencedores. Os finalistas distinguidos poderão voltar a apresentar o seu trabalho na passerelle do Portugal Fashion, usufruindo ainda de um incentivo financeiro para o desenvolvimento das suas coleções.

 

Finalmente, referir ainda o desfile coletivo da marca Ideias a Metro (projeto de Carla Pinto, criadora portuguesa a viver em Moçambique) e dos jovens criadores moçambicanos Omar Adelino e Shaazia Adam, todos eles estreantes no evento

Ben Frost apresenta “A U R O R A” em Portugal

Nascido em 1980 em Melbourne, na Austrália, Ben Frost mudou-se em 2005 para Reykjavík, Islândia. Os seus álbuns, incluindo “Steel Wound” (2003), “Theory of Machines” (2007), “By the Throat” (2009) e “A U R O R A” (2014) fundem arte sonora intensamente estruturada com uma militante música eletrónica pós-clássica, alternando força sonora com melodias envolventes, minimalismo concentrado com feroz e disruptivo metal.

ben.jpgPrivadas de todos os adornos que marcam os anteriores trabalhos de Ben Frost, em “A U R O R A” entramos numa paisagem totalmente privada de guitarras, pianos, de instrumentos de corda e qualquer intimidade de madeira natural.

Este corte absoluto com o amplamente aclamado “By the Throat”, afasta-se completamente da delicada visão noturna e de música de câmara desconstruída, dos álbuns que o antecedem e oferece um novo mundo composto de formas ferozmente sintéticas e interferência galáctica, percussão e metais puros..

 

GNration (Braga)

18 de Março 2016

 

Teatro das Figuras (Faro)

19 de Março 2016 | 21.30h

Mistah Isaac no Teatro do Bairro dia 17 de março

Mistah Isaac é guitarra, voz e movimento de Lisboa.

Começou os dias em Luanda, em 1986, e traz a sua arte para a Europa aos 11 anos. Aos 14 percebe o sentido e o silêncio da música no seu percurso. Aos 16 escolhe a guitarra e compõe as suas próprias músicas. No vínculo com as cordas, fala sobre pessoas reais, histórias que nos são perto.

i.jpgMúsico, compositor, poeta, cantor, ator, DJ, pessoa de pessoas, artista da arte plural. Inserido na cultura musical nacional, partilha com Lisboa a casa, as noites, os dias, o Tejo e as sonoridades de raízes e vanguarda do funk, jazz, reggae, R&B e sonoridades étnicas de Angola. Com uma bagagem europeia e também da América do Sul, Mistah Isaac já atuou em Berlim, Holanda, Itália e Brasil, no festival Land of Spirit, com Donavon Frankenriter.

Dia 17 de março, apresenta o seu EP “Mind’s Refuge” no Teatro do Bairro, com convidados como Selma Uamusse e Capicua, entre outros.

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

17 de Março 2016 | 22.30h

Deau... Apresentação de “Livro Aberto” no Porto (Plano B)

O livro está aberto.

Façam o favor de se perderem nestas páginas que não são de papel, antes de sons, de palavras, de melodias e de batidas.

GLAM - Deau.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

De ideias. De imagens. De sonhos.

Deau é um rapper especial. Melhor ainda: Deau é um artista especial. Porque a sua arte transcende um género. O seu novo trabalho tem por título “Livro Aberto” e condensa 10 polaróides, 10 pequenos contos carregados de vida e de realidade. E essa é a sua marca de diferença: mesmo quando projecta sonhos, Deau escolhe sempre uma parede real, de uma rua da sua Nova Gaia, para lançar as imagens. E nas suas rimas, palavras igualmente reais, com o calão que se recorta nas esquinas, com referências a memórias vividas na primeira pessoa – Mind da Gap, Valete, rodas de rimas, concertos.

Tudo real. Tudo exposto neste Livro Aberto.

 

Plano B (Porto)

18 de Março 2016 | 22.00h

Gil do Carmo apresenta "A Uma Voz"… no B.Leza.

O concerto acontece numa sala cuja história está intimamente ligada à música da lusofonia e que sempre foi ponto de encontro dos ritmos, das danças e dos sabores que o próprio Gil mistura neste álbum.

gil-do-carmo-pic5-2.jpgDR

 

"A Uma Voz" é o quarto registo de Gil do Carmo, oito anos depois de "Sisal", e conta com a colaboração de músicos que o ajudaram a encontrar um espaço próprio, como Yami, António Serrano, João Frade ou José Manuel Neto. "O Teu Cheiro a Café Torrado" é o primeiro cartão de visita (e cujo vídeo, gravado em Lisboa, já está disponível), mas a história do disco desenrola-se nas suas influências: o jazz, o fado, a world music e até a bossa nova estão presentes em canções como "A Menina do Calção Branco", "Flor de Sal" ou "Na Minha Esquina".

No texto que escreveu sobre "A Uma Voz", João Gobern situa-nos "na Lisboa que Gil do Carmo utiliza como quartel-general, como base para idas e voltas, como ponto de partida e de chegada". E afirma que "Gil do Carmo está na sua casa, com vista. Numa esquina onde se cruzam as histórias aparentemente corriqueiras, mas que os nossos dias ("úteis" apenas por designação oficial) tendem a ignorar, com os anseios e os objectivos tantas vezes adiados".

 

B.Leza (Lisboa)

30 de Março 2016

Teatro do Vestido apresenta… “Viajantes Solitários”

Em que pensam os camionistas durante todos os quilómetros que percorrem? O que acontece com estes homens durante estas viagens?

Que viajantes são estes e como mitigam a sua solidão? Se tivessem que parar de meter-se à estrada, aguentariam? E as famílias, há lugar para elas nestas histórias?

evento_img568da3f35447e.jpgConstruído a partir de uma extensa recolha de histórias de vida e de ‘estrada’ de camionistas, o espetáculo explora as possibilidades poéticas dessas vidas de permanente deslocação, vidas também de quilómetros de solidão, de distância física das famílias, de passagens, de noites fugazes, de um conhecimento geográfico de autoestradas, estradas nacionais, restaurantes de beira de estrada, hotéis. Um espectáculo que é uma espécie de manual de um viajante singular, ao mesmo tempo que falando dessa inquietação portuguesa que bem conhecemos - a de partir; e, estando lá fora, a vontade de regressar, para de novo partir, impelidos por essa coisa que nos puxa a percorrer quilómetros, após quilómetros, após quilómetros, continuamente.

 

Teatro do Vestido é um coletivo fundado em 2001, que realizou até ao momento 36 criações. O seu trabalho pauta-se pela pesquisa e experimentação, bem como pelo desenvolvimento de uma dramaturgia original. Caracteriza-se ainda por uma forte relação com espaços de apresentação variados, bem como com o desenvolvimento de iniciativas que visam a criação de uma comunidade de espectadores atentos e implicados na reflexão acerca da realidade. A companhia trabalha em colaboração, com direcção artística de Joana Craveiro.

 

Joana Craveiro é diretora artística do colectivo Teatro do Vestido, que fundou em 2001, e no qual dirigiu mais de 30 projetos até ao momento, tendo escrito a maioria deles e participado igualmente como atriz e cocriadora. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema (1997), é licenciada em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa, FCSH (2003), e tem o Mestrado em Encenação pela Royal Scottish Academy of Music and Drama (2004). Encontra-se de momento a realizar um doutoramento no departamento de Teatro e Estudos da Performance da Roehampton University, em Londres, sobre formas de transmissão da memória do Estado Novo, 25 de Abril e PREC; é bolseira da FCT. A relação entre os acontecimentos históricos e as suas representações no presente, bem como a recolha de memórias e histórias de vidas, e as cartografias poéticas e afectivas das cidades são algumas das questões a partir das quais Joana Craveiro e o Teatro do Vestido têm trabalhado ao longo dos últimos 15 anos, e, mais recentemente, no seu projecto “Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas” – estreado em Lisboa em Novembro de 2014, foi considerado pelo Expresso e pelo Público como um dos 10 melhores espectáculos de 2014, tendo sido igualmente nomeado para melhor espectáculo do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores, e tendo recebido o Prémio do Publico do Festival de Teatro de Almada em 2015..

 

Rua da Madeira – São Bento (Porto)

16 a 19 de Março 2016 | 21.30h

Radio Batida emite em Coimbra esta sexta-feira!

Depois da estreia no Musicbox no passado mês de Janeiro, (This is) Radio Batida vai para o ar, pela segunda vez, numa das noites de celebração do Aniversário dos 30 anos da RUC.

batida.jpgA Emissão #2 da noite em que Pedro Coquenão convida DJs de programas lendários, produtores e reúne músicos para “jams”, numa emissão de rádio feita para dançar, acontece na próxima sexta-feira, dia 18 de Março pelas 23h30, no Twiit em Coimbra, e desta vez, para além de Leon Brichard e Ivo Costa, terá como convidados: DJ Satelite e os DJs dos programas da RUC, Santos da Casa e Kalundu.

 

Twiit (Coimbra)

18 de Março 2016 | 23.30h

8 ½ Festa do Cinema Italiano… “O Conto dos Contos”

Em 2016, celebrando a sua 9ª edição, o 8 ½ Festa do Cinema Italiano regressa a Lisboa, de 30 de março a 7 de abril ao Cinema São Jorge, ao Cinema UCI – El Corte Inglés e à Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema, com 40 filmes, entre os quais nove antestreias nacionais, seis obras em competição, curtas-metragens, documentários, programação infantil, convidados de renome e espaço programático dedicado à música, à literatura, à cultura e à gastronomia italianas.

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Filmes em Destaque – Antestreias

 

O Conto dos Contos” (Il racconto dei raccont) / Filme de Abertura de Matteo Garrone

Últma obra de um dos mais conceituados e visionários autores italiano, que esteve em competição no último Festival de Cannes. De Mateo Garrone, o autor de “Gomorra, o flme” conta com a participação de Salma Hayek, Vincent Cassel, Toby Jones e John C. Reilly. É o filme de abertura da Festa do Cinema Italiano.

Três reinos vizinhos, cada um com um magnífico castelo, a partir do qual governavam reis e rainhas, príncipes e princesas. Um rei era um libertino fornicador, outro cativado por um estranho animal, enquanto uma das rainhas era obcecada pelo seu desejo de ter um flho. Feiticeiros e fadas, monstros terríveis, ogres e lavadeiras antigas, acrobatas e cortesãs são os protagonistas desta interpretação livre dos célebres contos de Giambatsta Basile.

Antestreia nacional, em colaboração com a NOS Audiovisuais (estreia 31 de Março)

Ricardo Ribeiro apresenta no Coliseu de Lisboa o novo disco: "Hoje é Assim, Amanhã Não Sei"

Hoje É Assim, Amanhã Não Sei” o novo álbum de Ricardo Ribeiro, produzido por Carlos Manuel Proença, tem já apresentação ao vivo marcada para o Coliseu de Lisboa a 30 de Abril, uma estreia de Ricardo Ribeiro em nome próprio na mítica sala da capital. “Nos Dias de Hoje” com letra e música de Tozé Brito é o single de avanço do novo álbum de Ricardo Ribeiro e já roda nas rádios

GLAM - Ricardo Ribeiro.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Descrito em 2008 como “The Rising Star of Fado” pela prestigiada revista britânica Songlines, Ricardo Ribeiro seria aclamado pela crítica e pelos seus pares como uma das maiores vozes do seu tempo dois anos depois com a edição de “Porta do Coração” (o segundo registo do artista que havia editado em 2004 o disco de estreia homónimo). Em Outubro de 2013 edita “Largo da Memória” : “..um disco fundamental. Ficará na História”, escreve Miguel Esteves Cardoso no jornal Público.

“A voz de Ricardo não se esquece. Ouvida uma vez, recordada sempre” escreve Alexandra Carita no Expresso. Os elogios repetem-se na imprensa dentro e fora de portas. A mesma Songlines que em 2008 antevia um percurso brilhante para Ricardo Ribeiro nomeia-o na categoria de “Melhor Artista” com o álbum “Largo da Memória”, na edição de 2015 dos seus prémios de música.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

30 de Abril 2016 | 21.30h

8 ½ Festa do Cinema Italiano… “Quo Vado?”

Em 2016, celebrando a sua 9ª edição, o 8 ½ Festa do Cinema Italiano regressa a Lisboa, de 30 de março a 7 de abril ao Cinema São Jorge, ao Cinema UCI – El Corte Inglés e à Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema, com 40 filmes, entre os quais nove antestreias nacionais, seis obras em competição, curtas-metragens, documentários, programação infantil, convidados de renome e espaço programático dedicado à música, à literatura, à cultura e à gastronomia italianas.

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Filmes em Destaque – Antestreias

 

“Quo Vado?” – Sessão de encerramento / de Gennaro Nunziante

Recorde de bilheteira que em Itália superou o últmo Guerra das Estrelas, criando um novo fenómeno mediátco: Checco Zalone.

É o regresso da comédia popular italiana aos ecrãs portugueses. “Quo vado?” é a história de Checco, um homem que conseguiu realizar tudo o que desejava. Queria viver com os pais para evitar os custos da independência e conseguiu. Queria namorar eternamente sem casar ou ter filhos e conseguiu. Mas principalmente, sonhava com um emprego fixo. E conseguiu emprego num escritório provincial de caça e pesca. Um dia tudo muda. O governo faz reformas decretando cortes nas províncias e Checco é posto perante uma decisão muito dificil: deixar o trabalho fixo ou ser transferido para longe. Checco aceita a transferência mas a dirigente Sironi, para provocar a demissão, dá-lhe os papéis mais improváveis e perigosos, mas ele resiste a tudo. Exausta, Sironi transfere-o a uma base de investigação cientifca no Pólo Norte, com a missão de defender os investigadores dos ataques dos ursos polares.

Antestreia em colaboração com Outsider Films & A Contracorriente Films.

8 ½ Festa do Cinema Italiano… “8½ Federico Fellini”

Em 2016, celebrando a sua 9ª edição, o 8 ½ Festa do Cinema Italiano regressa a Lisboa, de 30 de março a 7 de abril ao Cinema São Jorge, ao Cinema UCI – El Corte Inglés e à Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema, com 40 filmes, entre os quais nove antestreias nacionais, seis obras em competição, curtas-metragens, documentários, programação infantil, convidados de renome e espaço programático dedicado à música, à literatura, à cultura e à gastronomia italianas.

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Filmes em Destaque – Antestreias

 

8½ Federico Fellini

É o flme ao qual é dedicado e que dá o nome à Festa do Cinema Italiano. Por esta razão e não só, 8 ½ é um dos pontos altos da programação do 8 ½ Festa do Cinema Italiano 2016, que marca também a ocasião da estreia numa nova cópia restaurada em digital nas salas portuguesas. A sessão de apresentação do filme, no festival, conta com a presença de um dos grandes amigos e colaboradores de Fellini, durante mais de 20 anos, Gianfranco Angelucci. Escritor (autor de diversas publicações sobre a vida e obra de Fellini), jornalista, professor universitário, foi também diretor da Fundação Federico Fellini, de 1997 a 2000 e, entre outras coisas, guionista do flme Intervista (1987) que deu a Fellini o prémio especial do júri, em Cannes.

Guido Anselmi é um famoso realizador à procura de descanso e um pouco de evasão numas famosas termas. Realidade e imaginação misturam-se na sua mente e o lugar que o deveria curar e relaxar, enche-se das personagens que fazem parte da sua vida. No set abandonado do último filme, começam a reaparecer as personagens da sua vida: Guido, no meio deles com o megafone, dá ordens e todos obedecem em harmonia, de mãos dadas, formando um cordão humano que desfila com alegria sob as notas das marchas dos gladiadores.

Ganhou o Óscar como melhor filme estrangeiro em 1964. Estreia nacional 8 ½ -Festa do Cinema Italiano – 31 de março.

 

Ao mesmo tempo, a exposição 8 ½: A Viagem de Fellini, com fotografias tiradas durante a rodagem desta obra-prima, por Gideon Bachmann, em 1963, é uma oportunidade para ver raras fotos originais deste filme, no Cinema São Jorge, na FNAC Santa Catarina, no Porto, e no Cinema UCI - El Corte Inglés. A inauguração acontece no dia 30 de março, no Cinema São Jorge, dia que tem início o festival e em que tem lugar a sessão de abertura.

A máquina fotográfica de Bachmann captura de forma íntima o espírito, o engenho, os agrados e desagrados pessoais, a alegria e a tristeza, as amizades e os encontros no set com Fellini como pivot de uma gigantesca organização, onde as singularidades e piadas, os muitos observadores e participantes transportam-nos para o universo Felliniano, numa exposição realizada em colaboração com a Cinemazero, de Pordenone, onde está o seu arquivo fotográfico

 

Nascido na Alemanha, Gideon Bachmann foi criado nos Estados Unidos. Foi editor-chefe do da revista de cinema Cinemages e apresentador do programa de rádio The Art Film, durante 10 anos consecutivos. Foi também diretor do clube de cinema de Nova Iorque, The Group for Fim Study, que levou os filmes clássicos europeus para os EUA. Depois de ter-se fixado em Roma, em 1962, colaborou com mais de 100 jornais e revistas de todo o mundo (Times, The Guardian, The Australian, The New York Herald Tribune, Neue Zuercher Zeitung, Frankfurter Allgemeine, Iskusstvo Kino, Ιl Messaggero, etc.) e realizou vários filmes sobre cinema, entre outras actividades como professor de técnicas de cinema na Universidade de Rhode Island, da Universidade de Stanford e da Universidade Americana em Paris. Hoje, ou diretor de "Vox Humana", uma coleção de vozes de grandes diretores que falam sobre seu trabalho e vida

Dia Mundial da Poesia no CCB a 19 de março

O CCB volta a fazer a festa de homenagem à poesia e aos poetas, numa iniciativa conjunta com o Plano Nacional da Leitura. Luís de Camões e William Shakespeare vão estar em destaque nas comemorações deste ano na Maratona de Leitura, que conta com a participação de convidados de diferentes áreas como Guilherme d’Oliveira Martins, Fernando Pinto do Amaral e Rita Redshoes. A homenagem ao poeta português continua com a Palestra de Isabel Almeida e com a Oficina dos Lusíadas: Da Tormenta à Esperança, dedicada aos mais novos e às famílias.

Image1.jpgA Lisbon Poetry Orchestra propõe uma viagem pela poesia a partir da obra Rosa do Mundo-2001 poemas para o futuro, de Manuel Hermínio Monteiro, e no espaço Diga Lá um Poema o público é convidado a ler em voz alta o seu poema preferido ou um poema da sua autoria.

 

A Casa da América Latina volta a juntar-se à festa do CCB e este ano traz um convidado muito especial: Horácio Benavides, um dos mais conceituados poetas colombianos.

 

O Dia Mundial da Poesia conta ainda com a Feira do Livro de Poesia; o Espaço Imprensa Nacional – Casa da Moeda, a iniciativa De Viva Voz, onde poetas dizem poemas da sua autoria e de outros; a Entrega de Prémios do Concurso Faça Lá Um Poema e o Lançamento do Livro Dança das Palavras, que reúne os poemas vencedores de todas as edições do concurso.

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

19 de março 2016 | 14 às 19.00h

 

“Amanhã tou Melhor”… o regresso dos Capitão Fausto

O novo álbum de originais dos Capitão Fausto, “Capitão Fausto têm os Dias Contados” já esta pronto, segundo a própria banda. A data de lançamento deve estar para breve….

fau.jpgHoje 14 de Março surge “Amanhã tou Melhor”, o primeiro single de avanço deste novo trabalho

O single esta disponível para download gratuito no bandcamp da banda. Em breve vamos ter mais novidades