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Glam Magazine

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Tori Sparks em Portugal no mês de Abril…

Tori Sparks estará em Portugal no próximo mês de abril para uma tour que contempla datas em Lisboa, Porto e Coimbra. Esta será a estreia da cantora norte-americana em solo nacional, com o propósito de apresentar ao público as canções do seu 5º álbum de originais, “El Mar”, de onde foi extraído “Everybody Knows”, o seu mais recente single.

_8378726_orig.jpgTori Sparks é natural de Chicago e está no mundo dos Blues desde nascença. Viveu no berço da música country em Nashville até se mudar para Barcelona. Passa a maior parte do tempo em tournée, tocando em média 200 concertos cada ano. Só nos últimos dois anos tocou em 23 países. Estudou jazz e música clássica e tem dupla nacionalidade: italiana e americana.

Tori é uma deslumbrante performer, e mistura humor ao seu lado emocional, com canções inventivas escritas em inglês, espanhol e ocasionalmente em francês. Tocou para 30 pessoas num concerto em casa e para 30 mil pessoas em prestigiosos festivais de música, tais como, o Montreux Jazz Festival na Suiça e o Bele Chere em Asheville.

Desde 2005, Tori lançou 5 álbuns amplamente elogiados pela crítica e pela sua editora (Glass Mountain Records), incluindo o seu mais recente trabalho “El Mar”. O novo album é a culminação das várias experiências culturais e musicais da cantora desde que começou a fazer a sua primeira tournée, há uma década atrás.

Os 3 álbuns anteriores de Tori Sparks (“Rivers + Roads”, “Under The Yellow Sun”, “The Scorpion in the Story”) chegaram aos tops da Americana and College Radio Charts nos EUA, Reino Unido e Europa. Músicas desses álbuns foram licenciadas pela MTV, a Lifetime, a Oxygen Network, a Lufthansa Airlines, o Travel Channel, o canal SciFi, entre outros, sendo o aparecimento recente de sua canção "Cold War" na série televisiva de drama/crime “Criminal Minds”, um dos muitos marcos da sua carreira.

 

São as seguintes as datas da digressão nacional:

 

13 Abril 2016 - Murphy’s Irish Pub (Coimbra)

14 Abril 2016 - Hot Five Jazz And Blues Club (Porto)

15 Abril 2016 - Conservatório Nacional – Espaço Le Foyer (Lisboa)

16 Abril 2016 - Fábrica do Braço de Prata (Lisboa)

Músicas do mundo… Mbye Ebrima

Mbye Ebrima é natural da Gâmbia, onde viveu grande parte da sua vida.

A sua ligação à música é de caráter especial pois, tal como acontece em alguns países da costa ocidental africana o papel social do músico não se resume ao entretenimento.

Mbye Ebrima_4.jpgMbye Ebrima é um djéli: tocador de kora, cantor e conhecedor de história dos seus. O seu pai, Alagi Mbye, é um dos exímio executante da kora e transmite a herança cultural do povo em programas de rádio semanais. A sua mãe, Jabou Susso, é djélimuso e dedicou-se ao canto. Em Fevereiro de 2015 visitou Lisboa e, encontrando uma cidade multi-cultural e aberta para ouvir o seu kora e a sua história, decidiu fixar-se aqui por alguns meses. Além de atuar a solo, criou e faz parte de vários projetos. Em Portugal, o djéli Mbye Ebrima apresentará o seu projeto solo - a música enraizada na Senegâmbia, mas interpretada da sua própria forma – o resultado da sua experiência e pesquisa musical.

 

Auditório de Espinho

11 de Março 2016 | 21.30h

 

Salão Brazil (Coimbra)

12 de Março 2016 | 22.30h

Ópera sem vozes no Festival Terras sem Sombra em Sines

A “ópera sem vozes” Sempre/Ainda (em castelhano, Siempre/Todavia) é um espetáculo singular em que a música para piano solo e as imagens projetadas num ecrã nos vão revelando, pouco a pouco, um texto; a sua matéria-prima resulta de umas anotações, tiradas dos seus cadernos de viagem, pelo autor do texto, durante uma transcendental estadia em Damasco antes da tragédia que a assola.

terrassemsombra_1_980_2500.jpgHoje não sabemos o que permanece, o que vai permanecer de Damasco, Alepo, Palmira, dos seus museus e do património cultural que até agora se tinha conservado nessa antiga região entre a antiga Mesopotâmia e o Mediterrâneo; não podemos deixar de nos questionar e de descobrimos que uma parte da resposta está implícita nesta peça, desde o primeiro boquejo: nós fazemos parte dessa memória; permanecemos, ao menos, todos nós.

 

Textos e imagens: Alberto Corazón

Música: Alfredo Aracil

Realização multimédia: Simón Escudero

Piano: Juan Carlos Garvayo

 

Centro de Artes de Sines

12 de Março 2016 | 21.30h

Meghan Trainor estreia novo single “No”

Antecipando um dos lançamentos mais aguardados de 2016, Meghan Trainor lança o novíssimo single “No”, que apresenta o segundo registo de originais, intitulado “Thank You”, com data de lançamento prevista para 13 de Maio. Este é o primeiro lançamento após a artista ter ganho este ano o GRAMMY® Award na Categoria de “BEST NEW ARTIST”, devido ao multiplatinado álbum de estreia “Title”.

Meghan Trainor - Capa album 'Thank You' - MEGHAN TO novo álbum já se encontra em pré-venda no iTunes e quem efectuar a mesma poderá efectuar o download do novo single “No” imediatamente. “No” foi produzido por Ricky Reed [Jason Derulo, Pitbull, Twenty One Pilots]. A produção executiva de “Thank You” ficou a cargo da própria Meghan Trainor e de Ricky Reed.

Em 2016, Meghan Trainor encontra-se nomeada para vários prémios. Nos iHeartRadio Music Awards como “Female Artist of the Year” e “Best Collaboration” (“Like I’m Gonna Lose You” feat. John Legend), nos Nickelodeon Kids’ Choice Awards, para “Favorite Female Singer” e “Favorite Collaboration” para “Like I’m Gonna Lose You.” Meghan continua a bater recordes, a fazer história, a inspirar fãs um pouco por todo o mundo e a mudar o panorama da música e cultura pop. A artista entrou em 2016 a ganhar o título de “Favorite Album” pelo multiplatinado álbum de estreia, Title, nos People’s Choice Awards. No ano passado, “Title” não só conquistou o primeiro lugar do Billboard Top 200, como também foi o “First #1 full-length debut from a female solo artist in five years”. Considerado “One of only seven albums to sell over a million copies in 2015”, também conquistou quatro singles multiplatinados no Top 10 Billboard Hot 100 - “All About That Bass” (9x-platina), “Lips Are Movin” (4x-platina), “Dear Future Husband” (2x-platina), e “Like I’m Gonna Lose You” [feat.g John Legend] (2x-platina).  

Para Meghan Trainor, tudo começou com “All About That Bass”. O tema apresentou-a ao mundo e ela tornou-se numa artista global durante o processo. O fenómeno “All About That Bass” esteve 8 semanas em número 1 no Billboard Hot 100, tornando-se no “longest-running Hot 100 #1 by an Epic Records artist” e “longest-running Got 100 #1 by a female artist in 2014.” A sua influência permaneceu muito após o seu lançamento, atingindo o “Top Hot 100 Song” e o “Top Digital Song” nos Billboard Music Awards de 2015, bem como o Pop Music Award na categoria de “Most Performed Song” nos ASCAP. O êxito “All About That Bass” foi nomeado para “Song Of The Year” e “Record Of The Year” na edição de 2015 dos GRAMMY® Awards. Adicionalmente, Meghan Trainor recebeu três nomeações para os American Music Awards e mais três nos Teen Choice Awards

Paula Morelenbaum com Bossarenova Trio em Portugal

A digressão nacional dos Bossarenova Trio, projecto liderado por Paula Morelenbaum, vai passar também por Coimbra, dia 31 de Março, num concerto integrado nas “Quintas do Conservatório”, no Auditório do Conservatório de Música. O itinerário soma agora quatro concertos, com a estreia absoluta em Portugal a decorrer em Lisboa, dia 29 de Março, no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, seguindo-se Coimbra, Vila Nova de Famalicão, onde actuam na Casa das Artes, dia 1 de Abril, e Ponta Delgada onde terminam a digressão no Teatro Micaelense, dia 2 de Abril. Bossarenova Trio 2.jpg

Paula Morelenbaum, cantora de referência da bossa nova, que dá voz a este trio transatlântico, tem percorrido o mundo inteiro liderando inúmeros projectos musicais dos quais se destacam o Quarteto Jobim / Morelenbaum e o Trio Morelenbaum 2 / Sakamoto, ambos com o seu marido Jaques Morelenbaum. Iniciou a sua carreira cantando ao lado do Maestro António Carlos Jobim, tendo construído também um sólido percurso em nome próprio, com vários discos editados e premiados.

Os espectáculos em Portugal marcam também a estreia de uma nova canção no repertório de Bossarenova Trio... o poema “Sim, Bem Sei” de Fernando Pessoa, musicado por José Miguel Wisnick

Formado em 2009, a propósito das comemorações dos 50 anos de Bossa Nova, este trio é, ainda, constituído por dois músicos Alemães de excepção que têm marcado o panorama musical das últimas décadas: o conceituado pianista de formação clássica Ralf Schmid, que colaborou com Ivan Lins, Eliane Elias, Diane Warwick, Natalie Cole, Herbie Hancock; e o muito premiado Joo Kraus, considerado um dos melhores trompetistas do jazz europeu.

Samba Prelúdio”, unanimemente aplaudido pela crítica, reúne interpretações de Schubert, Schumann, Tom Jobim e Villa-Lobos entre outros, inaugurando com sucesso uma nova linguagem musical: o projecto desenvolve uma combinação única da herança musical brasileira e alemã, assegurando a criação de pontes culturais nunca antes estabelecidas entre a bossa nova, o jazz e o clássico.

 

29 março 2016 – Centro Cultural Belém (Lisboa)

31 março 2016 - Auditório do Conservatório de Música (Coimbra)

1 abril 2016 – Casa das Artes (Famalicão)

2 abril 2016 - Teatro Micaelense (Ponta Delgada)

Imaginarius… 15 anos depois, Plasticiens Volants regressam a Santa Maria da Feira

A histórica companhia francesa Plasticiens Volants vai apresentar a estreia mundial da sua nova criação “Da Vinci, Volare!” no festival Imaginarius, que decorre nos dias 20 e 21 de maio, em Santa Maria da Feira. Trata-se de um grande formato de rua, que transforma em realidade os esboços de máquinas voadoras de Leonardo Da Vinci, conquistando os céus de uma forma mágica e surpreendente.

DaVinciVolare_imagem.jpgApós a estreia da sua última produção, em 2015, no Festival d'Aurillac, em França, a companhia francesa, especialista em estruturas cénicas insufláveis que nos transportam para um mágico mundo imaginário, dedicou-se ao desenvolvimento de uma ideia de longa data do seu diretor Marc Mirales, com inspiração nos esboços de máquinas voadoras e na criatividade de Leonardo Da Vinci.

 

O novo espetáculo “Da Vinci, Volare!” – performance, teatro aéreo e música – representa uma nova dimensão de projetos de rua de larga escala, que se apresentará pela primeira vez ao mundo em Santa Maria da Feira, precisamente 15 anos depois da participação dos Plasticiens Volants na primeira edição do festival Imaginarius, em setembro de 2001. Este projeto nascerá lado a lado com a criação Imaginarius VERTICO, desenvolvida pelas companhias locais Décadas de Sonho e Persona, que se alinha no mesmo desafio de desenvolvimento do modelo de criação de espetáculos de larga escala, desenvolvendo espetáculos mais curtos e intensos, de extrema interação com o público. Após a estreia no Imaginarius, o novo espetáculo dos Plasticiens Volants iniciará uma tournée mundial, com circulação confirmada em três continentes.

Junior Boys, Branko, Sg Lewis, Bob Moses, Xinobi (Live) e Throes + The Shine… dia 7 de Julho no Palco NOS Clubbing

A 10.ª edição do NOS Alive volta a apostar forte no cartaz, desta vez com a revelação do alinhamento do Palco NOS Clubbing para dia 7 de julho. Junior Boys, Branko, SG Lewis, Bob Moses, Xinobi (live) e Throes + The Shine são os nomes que irão subir ao Palco NOS Clubbing no primeiro dia do festival.

JuniorBoys Tom Weatherill_0398_F1.jpgA dupla canadiana Junior Boys, um dos nomes mais proeminentes da cena eletrónica atual, vai apresentar em primeira mão no NOS Alive o mais recente disco de estúdio “Big Black Coat”, editado no passado mês de fevereiro. O sucessor de “It’s All True” é o primeiro registo editado pelo duo em cinco anos. O regresso aos discos de Jeremy Greenspan e Matt Didemus representa em tudo o trabalho da dupla ao longo dos últimos anos.

Branko, produtor, compositor, DJ e mentor da label Enchufada, conhecido pelo seu trabalho a solo, bem como por ser a força de criação dos Buraka Som Sistema, apresenta dia 7 de julho no NOS Alive o disco de estreia, “Atlas”. Este primeiro trabalho reúne a visão e foco de um artista que quebra barreiras constantemente. O resultado final foi conseguido com uma viagem de cinco semanas, que passou por três continentes, cinco cidades e que contou com a participação de 20 artistas diferentes.

Neste mesmo dia sobe também a palco SG Lewis. O produtor oriundo de Reading é conhecido pelo seu trabalho que mistura as influências da club music com o toque clássico das canções, de forma a criar o seu estilo pessoal. O jovem produtor de 20 anos ganhou a atenção da editora PMR Records graças ao remix feito do recente single da cantora Jessie Ware, “You & I Forever”. Esta é a estreia do músico em Portugal.

Bob Moses - Talk - Photo Credit Tim Saccenti -300dA dupla Bob Moses é outra das confirmações para o primeiro dia do NOS Alive’16. O projeto de Tom e Jimmy traz ao Palco NOS Clubbing o disco de estreia “Days Gone By”, que de acordo com os próprios é o balanço entre o homem e a máquina numa dança delicada. Este primeiro trabalho de estúdio revela Bob Moses como os mestres da sua arte.

Xinobi, nome pelo qual Bruno Cardoso é cada vez mais conhecido, sobe igualmente ao Palco NOS Clubbing no primeiro dia do festival com um live set. A sua música tornou-se universal depois de temas como "BMX" ou "Day Off" se tornarem populares. As influências de Xinobi são tão diversas quanto a sua colecção de discos. As suas produções soam por isso ecléticas e sempre renovadas. Não é fácil deixar escapar algo que Xinobi lance e não ficar surpreendido.

Por último mas não menos importantes são os Throes + The Shine oriundos do Porto e de Luanda. A sua génese prendeu-se com a fusão do kuduro com o rock, mas que entretanto alargou os seus horizontes de forma a albergar uma multitude de culturas que podem ir de África à Europa ou da América do Sul aos Estados Unidos. Depois de lançarem dois álbuns e palmilharem por essa Europa fora, está para sair um novo álbum no próximo mês de maio, que conta com a produção de Moullinex e irá contar com o selo da Discotexas.

 

Nomes já anunciados:

Arcade Fire, Band Of Horses, Biffy Clyro, Branko, Bob Moses, Calexico, Carlão, Courtney Barnett, Curadoria DJ Kamala (NBC, Sir Scratch e Bob da Range Sense, Mundo Segundo e Sam The Kid, HMB, DJ Kamala e Filipe Gonçalves, MGDRV, Da Chick, Rocky Marsiano, Meu Kamba Sound), Father John Misty, Foals, Grimes, Hot Chip, Jagwar Ma, John Grant, José González, Junior Boys, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant, SG Lewis, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Throes & The Shine, Two Door Cinema Club, Vintage Trouble, Wolf Alice, Years & Years e Xinobi (Live).

Tara Perdida apresentam “Metamorfose” com os Boca Doce

Formados no Bairro de Alvalade, em 1995, os Tara Perdida surgiram da vontade de dar continuidade ao movimento punk rock português. Com influência no trabalho dos Censurados e Peste & Sida, são autores de temas como “Isto Não Vai Melhorar”, “Até M’Embebedar”, “Nasci Hoje” e “Desalinhado”.

Tara Perdida 2015.jpgO reconhecimento nacional permitiu-lhes partilhar palcos com bandas internacionais como NOFX, Ratos de Porão, Exploited e The Offspring. Em 2015, o grupo editou “Luto”, sétimo disco de estúdio, em homenagem a João Ribas.

Atualmente constituída por Rui Costa (guitarra, voz), Tiago Ganso (guitarra, voz), Pedro Rosário (bateria), Tiago Afonso (voz) e Alexandre Morais (baixo), a banda de Lisboa comemora 21 anos e apresenta “Metamorfose” no Salão Brazil, primeiro disco acústico, distribuído em parceria com a revista Blitz.

 

Salão Brazil (Coimbra)

11 de Março 2016 | 22.00h

Birds are Indie… novo álbum e nova tour com início a 19 Março na Casa Independente

Depois de darem a conhecer o primeiro single “Partners in Crime”, os Birds are Indie desvendam hoje “Let’s pretend the world has stopped”, a colecção de 14 novas canções que compõe o terceiro longa-duração do trio conimbricense. Numa altura em que o presente parece condenado a rapidamente se tornar obsoleto, este é um álbum sobre a vontade de parar, a vontade de parar o mundo e ver o que acontece.

a2149947025_10.jpgEntre contemplações mais ou menos introspectivas, este é um disco sobre as dúvidas e as certezas, o amor e a solidão, a calma e a urgência. A editar em formato digital, CD e vinil, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork ficaram, mais uma vez, totalmente a cargo da banda, mantendo assim a certeza que foi tudo feito à sua maneira. Isto é o mesmo que dizer que ouvir “Let’s pretend the world has stopped” é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa.

Por isso, se já os conhecem, convidem-nos a entrar com um sorriso. Se ainda não, não os deixem ficar à porta! “Let’s pretend the world has stopped” sai hoje, 10 de Março, com o selo da Murmürio Records.

 

A tour de apresentação começa em Lisboa, na Casa Independente, às 22h30 do próximo dia 19 de Março.

 

Concertos de Apresentação

19 Março 2016 - Casa Independente (Lisboa)

31 Março 2016 - La Lata de Bombillas – Zaragoza (Espanha)

1 Abril 2016 - Concerto SecretoBarcelona (Espanha)

2 Abril 2016 - Fotomatón (+ Tiger & Milk) – Madrid (Espanha)

8 Abril 2016 - Mercado Negro (Aveiro)

9 Abril 2016 - Convento do Carmo (Braga)

6 Maio 2016 - Maus Hábitos (Porto)

28 Maio 2016 - TAGV (Coimbra)

Agosto 2016 - Festival Bons Sons (Tomar)

 

Showcases FNAC

12 Março - Coimbra

18 Março - Oeiras

9 Abril - Braga

10 Abril - Gaia

 

O novo disco pode ser escutado e adquirido aqui

Milhões de Festa… The Heads, The Bug Presents Acid Ragga with Miss Red e Bixiga70 juntam-se ao cartaz

O Milhões de Festa 2016 já se está a compôr e que bem que está… à composição geométrica anunciada junta-se, agora, um novo triângulo de nomes - The Heads, o retornado The Bug, que nos introduz o seu rebento Acid Ragga e a estonteante Miss Red, e Bixiga 70.

untitled.jpgA primeira linha desenhada fica a cargo dos britânicos The Heads, que encarnam um revivalismo americano pelo arrastado e dão-lhe uma nova estética, desterrando o rock e atirando-o a alta velocidade para junto dos astros. Nascidos em Bristol durante os anos 90, os Heads surgiram no embalo do revivalismo Sabbathiano da década que trouxe nomes seminais dos riffs arrastados, ao qual deram uma nova roupagem, desterrando o rock e atirando-o para o espaço sideral. Paul Allen, que em 2015 deixou a sua aura xamãnica nas margens do Cávado com Anthroprophh, regressa assim com o nome que o catapultou, e que quebrou o enguiço electrónico da cidade britânica em que a sua música se sediou; os Heads, que já protagonizaram um regresso ao activo para o Roadburn Festival, já apontaram aterragem em Barcelos. Quem embarcar, tem de se preparar para um descolagem movida a riffs de velocidade superior a mach 3… Esperamos que as estrelas de Barcelos aguentem com eles.

 

O segundo lado do triângulo concentra-se na força da natureza avistada em The Bug no ano passado, num dos concertos mais vibrantes e fora da caixa do festival. Desta vez, Kevin Martin apresenta-se ainda melhor, na companhia da prepotente voz de Miss Red, apresentando a sua editora, a Acid Ragga.

Em 2015, quebrou-se uma regra que nunca foi: onde antes encaixava uma banda de guitarras para a despedida do palco principal, no último verão surgiu The Bug, uma explosão dancehall, a puxar aos galões grime de Flowdan e Manga, que se revelou impactante, física e mentalmente. Kevin Martin apagou dos ouvidos dos presentes frequências e desenhou com as suas vibrações o momento mais empolgante do festival; para este ano, o produtor regressa com o seu lado mais caribenho em destaque e com a voz corrosiva de Miss Red para liderar a cerimónia. Acid Ragga a puxar aos ritmos mais empolgantes da Jamaica; um The Bug mais festivo, mas não menos destrutivo

O triângulo unifica-se assim com a reinvenção mais interessante de afrobeat que chega até nós pelo ensemble de 10 homens, os brasileiros Bixiga 70, que fazem questão de se diferenciar através da mistura excêntrica de géneros e influências, como uma verdadeira ode a Fela Kuti. Sobre a lápide de Fela Kuti (Afrika 70) e no seio da cidade de Bixiga que se concretiza o colectivo de música cumbia, afrobeat e funk que são os Bixiga 70, que já se consagraram como um dos grupos instrumentais mais entusiasmantes do Brasil e, provavelmente, de qualquer festa.

Não se deixando ficar pela reinvenção vulgar do afrobeat, o grupo de 10 músicos fá-lo com mais gusto do que os outros, adicionando à equação ingredientes que a tornam inesquecível: ritmos latinos e brasileiros, perfeitamente temperados com várias influências de pequenas tribos africanas, provocando uma autêntica explosão de sabores.

Ricardo Azevedo + Coro Juvenil Mais Música

Ponto de passagem obrigatório, o Cineteatro Municipal D.Joao V recebe Ricardo Azevedo, numa altura em que o cantor comemora 15 anos de carreira.

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Ao lado de convidados muito especiais, esta retrospetiva da vida artística de Ricardo Azevedo, fundador da banda EZ Special, será apimentada pelos êxitos "Daisy", "My Explanation", "Pequeno T2", "Entre o Sol e a Lua", entre muitos outros.

Este concerto conta com a participação especial de Beatriz Felicio e o Coro Juvenil Mais Música

 

Cineteatro Municipal D.João V (Amadora)

11 de março 2016 | 21.30h

The Temper Trap, a fusão indie rock com pop electrónica do quinteto Lucius e o r&b de Kelela no Super Bock Super Rock

O cartaz do 22º Super Bock Super Rock está cada vez mais completo e hoje anunciam-se mais três nomes de estilos diferentes que prometem conquistar a audição de todos os que se deslocarem ao Parque das Nações de 14 a 16 de Julho: o universo indie rock dos The Temper Trap, a fusão indie rock com pop electrónica do quinteto Lucius e o r&b de Kelela

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Os australianos The Temper Trap nasceram há uma década mas só em 2009, com o single "Sweet Disposition", retirado do LP de estreia, “Conditions”, produzido porJim Abismo, produtor de artistas como Arctic Monkeys e Kasabian, é que caíram nas bocas do mundo. A sua música tem sido banda sonora para publicidade, cinema e jogos de computador. Ao vivo e em estúdio, são de uma energia imparável, fundindo o rock com a pop-eletrónica. Em 2012 editaram o segundo LP, um disco homónimo que os confirmou como um dos mais seguros valores do universo indie atual.

Em 2016 estão de volta e já lançaram uma nova música “Thick as Thieves” e prevê-se que mais material seja publicado até ao encontro com o público português, dia 14 de julho no Palco Super Bock.

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A norte-americana Kelela Mizanekristos (aka Kelela), é um dos nomes mais promissores da música que se equilibra entre o grime, a soul e o R&B. Antes de se fixar no som que lhe tem garantido enormes elogios, cantou standards de jazz em cafés, integrou a banda indie rock Dizzy Spells e tentou, imagine-se, o metal progressivo depois de conhecer Tosin Abasin.

Hoje, o seu timbre vocal e imagem distintivos são alvo de enormes enaltecimentos. Nomes como Bjork e outros são fãs desta jovem que promete encantar o Palco EDP no dia 16 de julho.

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O quinteto de Brooklyn Lucius, liderado pelas carismáticas Jess Wolfe e Holly Laessig, é uma das mais charmosas e vibrantes bandas de indie rock com pop-eletrónica do momento. Com um disco de originais, o segundo, “Good Grief” tem lançamento marcado para amanhã, dia 11 de Março e promete mostrar as novas sonoridades da banda.

Depois de passarem por palcos como Bonnaroo, Lollapalooza, Reading and Leeds e partilhado palco com nomes como Roger Waters, Jack White ou David Byrne prometem marcar a edição do Super Bock Super Rock de 2016 no dia 14 de julho, no Palco EDP.

 

Já confirmados:

14 de julho

Palco Super Bock - Disclosure, The National, The Temper Trap

Palco EDP - Jamie XX, Kurt Vile, Villagers, Lucius

15 de julho

Palco Super Bock - Massive Attack & Young Fathers, Bloc Party

Palco EDP - Rhye, Mac DeMarco, Kwabs, Petite Noir

Palco Carlsberg - Lion Babe

16 de julho

Palco Super Bock - Kendrick Lamar, Orelha Negra

Palco EDP - FIDLAR, Kelela

Trevo… o novo som da música nacional edita disco de estreia em Abril

Na música como em tudo na vida é preciso sorte. Gonçalo Bilé, Ivo Palitos e Ricardo Pires tiveram a fortuna de cruzar destinos musicais e influências.

trevo.jpgO resultado é um álbum com um punhado de canções em estado puro, onde a presença das guitarras se combina com histórias que são ou já foram as nossas. Sem esconder a intenção de cruzar o rock que pisca o olho ao punk com a música tradicional, o Trevo segue no caminho de nomes como os Peste e Sida ou os Sitiados, mas com uma identidade muito própria e actual, a que se junta uma energia bem vincada no ADN.

Temas como “Face Meu” entranham-se à primeira audição. E se no fim se notar que estes três rapazes passaram muitas e boas noites da adolescência com um copo na mão a beber o som de Jorge Palma, então não é pura sorte.

 

O Trevo nasceu agora e está pronto a colher.

António Tavares, Gabriela Ruivo Trindade e Bruno Vieira Amaral na 6ª edição do Festival Literário da Madeira (FLM)

Três autores com obras distinguidas com os principais prémios literários portugueses marcam presença na 6ª edição do FLM. Falsidade e Verdade na Ficção Literária é o mote para uma semana de encontros, debates, espetáculos, sessões de autógrafos, e muitos outros momentos que este festival proporciona em vários pontos da ilha da Madeira, entre 11 e 16 de Abril.

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António Tavares (Angola, 1960) é romancista, ensaísta e autor de textos para teatro. É professor do ensino secundário e, atualmente, exerce o cargo de vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Foi jornalista, fundador e diretor do jornal regional A Linha do Oeste. Fundou e coordenou a revista Litorais – Estudos Figueirenses. Como romancista, obteve uma Menção Honrosa do Prémio Alves Redol (2013), atribuída pela C.M. de Vila Franca de Xira ao romance “O Tempo Adormeceu Sob o Sol da Tarde”. Foi finalista do Prémio Leya 2013 e do Prémio Literário Fernando Namora, com a obra “As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia”. O seu romance mais recente, “O Coro dos Defuntos”, foi Prémio Leya 2015.

 

Gabriela Ruivo Trindade (Lisboa, 1970) é psicóloga de formação, área na qual trabalhou até 1999. Vive em Londres desde 2004, onde se dedica ao artesanato e à escrita. É autora dos blogues Far Far Away e Gaby Crafts. Em 2011, o seu texto Uma Mulher de Palavra foi o primeiro vencedor do Desafio de Escrita - Micronarrativas, promovido pela ecO-Associação Cultural de Leiria, sendo posteriormente publicado no jornal Região de Leiria. Baseado numa figura familiar, “Uma Outra Voz”, o seu romance de estreia, foi galardoado com o Prémio Leya 2013 e com o Prémio Primeira Obra do P.E.N. Clube Português (2015). O seu conto infantil “A Vaca Leitora” foi publicado em março de 2016.

 

Bruno Vieira Amaral (1978) é crítico literário, tradutor, e autor do Guia Para 50 Personagens da Ficção Portuguesa e do blogue Circo da Lama. Foi colaborador no DN Jovem, na revista Atlântico e no jornal i. Atualmente é editor-adjunto da revista Ler e assessor de comunicação das editoras do Grupo Bertrand Círculo de Leitores. Com o seu primeiro romance, “As Primeiras Coisas”, conseguiu a rara proeza de arrecadar cinco prémios de relevo: Prémio Novos 2013 - Categoria Literatura, Livro do Ano 2013 pela revista Time Out, Prémio P.E.N. Clube Narrativa (2013), Prémio Literário Fernando Namora (2013) e Prémio Literário José Saramago (2015).