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Glam Magazine

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Youthless… Apresentação de “This Glorious No Age”

“This Glorious No Age” não é só o novo longa-duração dos Youthless.

O disco, editado pela Nos Discos, parte de algumas ideias de Marshall McLuhan acerca da descoberta da electricidade e, daí, descobre as rotas que isso abriu para a humanidade. Nele traçam-se os caminhos que estão entre o duo acústico psico-folk de Marc Bolan, nos anos 60′, até à electrificação contemporânea abstracta dos Lucky Dragons. Pelo meio, ou em todo o miolo,temáticas como a desintegração do velho mundo, a viagem rumo a terreno incerto, pesadelos, esperanças de ascensão.

you.jpgDaí que “This Glorious No Age” seja, ao mesmo tempo, um renascimento e um embarque para o novo destino sonoro da banda, ainda fiel às suas irreverentes raízes no noisey garage, e ao mesmo tempo uma estrada aberta para um excitante novo território.

Os Youthless começam a mostrar este último trabalho ao vivo em Portugal a partir desta sexta feira, com Francisco Ferreira (Capitão Fausto, Bispo) e João Pereira (Riding Pânico, LAmA) nos teclados. A tour arranca com uma festa de lançamento no Music Box (Lisboa) que também irá contar com as presenças da família musical próxima de longa data Octa Push, Jibóia e LAmA.

O disco foi misturado por Justin Garrish (Vampire Weekend, The Strokes, Weezer) e gravado por Chris Common, Pedro Cruz e a própria banda em vários estúdios caseiros e sótãos entre Lisboa, Sintra e Cascais. Conta com a participação de Francisco Ferreira (Capitão Fausto, Bispo), João Pereira (Riding Pânico, LaMa), Chris Common (These Arms are Snakes, Le Butcherettes), Francisca Cortesão (Minta and the Brook Trout) e Duarte Ornelas...

 

Musicbox (Lisboa)

11 de março 2016 | 23.00h

 

Maus Hábitos (Porto)

12 de março 2016 | 22.00h

 

Salão Brazil (Coimbra)

19 de março 2016 | 22.30h

BB Blues Fest… Festa de Apresentação com Adrián Costa

Adrián Costa… Cantor e guitarrista, nasceu em Santiago de Compostela em 1979 e é um dos melhores representantes do Blues espanhol. Blues, Funk e Soul são as suas linhas mais características deste músico galego que não exista em misturar com as suas raízes latinas. Um guitarrista com uma voz poderosa que e que não concebe a musica sem a dança.

5-Alexis-Vizcaino.web_-e1455880380341.jpg

Apresenta-se acompanhado pelo seu “maquineto” (um velho sampler que sempre o acompanha e que permite gravar-se e regravar-se totalmente em directo), apresenta todas as influências adquiridas nestes últimos três anos da sua residência californiana. Mais que um concerto, as suas aparições em palco são uma viagem pela musica, numa atmosfera interactiva e irrepetível.

Começou na sua cidade Natal aos 13 anos com a banda The Red Blues Band. Em 1999 muda-se para Madrid, junto com o harmonicista Marcos Coll, para formar parte da Tonky Blues Band, onde terá oportunidade de colaborar com artistas da dimensão de Buddy Miles (Jimi Hendrix Band of Gypsys) e Mick Taylor (The Rolling Stones). Uns anos mais tarde Marcos e Adrián decidem formar um novo grupo denominado os Reyes del K.O. Esta formação dará lugar a 6 discos e com presença em inúmeros festivais europeus.

Depois de uma estadia prolongada em Berlim, Adrián decide mudar-se para a baía de São Francisco onde forma a sua banda Adrián Costa Blues Persuasion e a colaborar com artistas como Billy Boy Arnold, Jackie Payne, Kenny “Blues Boss” Wayne, Mark Hummel, Chris Burns ou Earl Thomas..

 

Musicbox (Lisboa)

10 de março 2016 | 22.30h

Programação completa Westway LAB 2016 apresentada hoje….

O Westway LAB Festival está de volta a Guimarães, de 6 a 16 de abril, para a sua 3ª edição e foi hoje apresentada a programação completa do festival em conferência de imprensa. Este que é o primeiro e único evento PRO em Portugal ligado à rede ETEP – European Talent Exchange Program, integra no seu programa Residências Artísticas, Talks, Showcases, Conferências PRO e Concertos. Nomes de referência no panorama nacional e internacional vão passar pelo festival, num formato inovador que visa aproximar profissionais da área e público em torno da criação artística.

laura_andalou_mybabyshamanaid-4bw.jpgResidências Artísticas

O desafio é forte e original: formar um projeto musical temporário ou até efémero, combinado entre músicos nacionais e internacionais. Um processo de criação sem rede onde o “choque cultural” é promovido enquanto ponto de partida para uma residência de curta duração que resultará em algo de muito imprevisível e autêntico no palco. Esta é também uma nova forma de encarar a criação contemporânea em tempo real, sem concessões, fórmulas ou predefinições, respondendo em corpo presente ao virtualismo dos dias que correm. Um cruzamento de artistas num território localizado - Centro de Criação de Candoso - com o devido estímulo à construção de utopias sonoras que se configurem nas ideias do amanhã.

 

Conferências PRO

Para a 3ª edição das Conferências PRO, o Westway LAB tem o orgulho de apresentar duas palestras de figuras de relevo na indústria da música independente internacional: Charles Caldas, da MERLIN, e Helen Smith, da IMPALA. As conferências também apresentam uma forte componente programática em torno da gestão musical: uma plataforma de conhecimento para managers de Portugal, Espanha e outros gestores internacionais, promovendo a troca de experiências profissionais, organizadas em parceria com a BIME - Bilbao International Music Experience. Painéis sobre novos festivais de música europeus, direitos musicais, edição de música e o trabalho de supervisão musical em trabalhos audiovisuais, assim como debates sobre diversos tópicos de interesse compõem a ordem de trabalhos das Conferências PRO para a edição deste ano. Programação completa disponível AQUI.

 

Talks

A criação em formato conversa na relação com o território. Eis o que as Talks promovem no âmbito do Westway LAB. Um momento para conhecimento mútuo entre os artistas e o público da cidade num ambiente informal e descontraído, que permite a passagem de informação sobre a experiência de viver Guimarães pelo angulo da criação. Uma semana retratada numa hora de conversa entre artistas, participantes e habitantes locais. A constituição de um corpo de várias partes articuladas de forma orgânica para que o processo de transformação seja total. Não é segredo que todos se entusiasmam com este encontro.

 

Os Concertos são outro dos eixos centrais do Westway LAB.

Este ano, os portugueses Filho da Mãe, PAUS e Rui Maia apresentam os seus novos trabalhos ao vivo. No caso do Rui Maia, o álbum será apresentado em Guimarães apenas uma semana após o seu lançamento. De destacar, também a estreia absoluta do trio holandês My Baby em Portugal.

Os My Baby têm a capacidade inata de agarrar uma plateia do princípio ao fim com um som potente e eletrizante, que é a imagem de marca com que carimbam os concertos. Com dois álbuns editados, a banda reúne já um notável conjunto de fiéis seguidores, dispostos a percorrer longas distâncias para os poder ver, ao vivo, com o êxtase a que já os habituaram

Má Vontade…. No Salão Brazil

Má Vontade é um projeto de música tradicional do Sul de Itália, que aborda principalmente pizzica e tarantella. O grupo, formado, em 2014, por músicos italianos e portugueses residentes em Lisboa, procura recuperar o património musical italiano, misturando-o com a tradição da música portuguesa.

Ma-Vontade.jpgUma grande parte da tradição musical popular do Sul de Itália está associada a um culto e a danças próprias; muitas destas músicas eram tocadas nos rituais de exorcismo para libertar os possuídos depois de serem mordidos pela “tarântula”, a aranha que provoca uma histeria e frenesim que só o trance da música e da dança podem curar. Com este princípio, o grupo Má Vontade coloca em palco a energia contagiante, a tradição, a harmonia e a liberdade de criação e mostram o mais recentemente o primeiro EP

 

Salão Brazil (Coimbra)

10 de Março 2016 | 22.00h

Golden Slumbers apresentam “New Messiah” em Ponte de Lima

Na próxima sexta feira, o teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima recebe as Golden Slumbers. Em 2013, as irmãs Cat e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projecto de folk Golden Slumbers, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras acústicas para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Laura Marling ou The Staves. No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP “I Found The Key”, incrustando na mente dos ouvintes o tema “My Love Is Drunk”, tema esse que figurou nos Novos Talentos FNAC de 2014.

nd-golden.jpeg (c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Desde então, têm percorrido Portugal de Norte a Sul, mostrando a sua música acompanhadas de Tiago Coelho no baixo, António Vasconcelos na bateria e, mais recentemente, Zé Guilherme Vasconcelos Dias nas teclas.

 

No início de 2016, as Golden Slumbers lançaram “The New Messiah”, o álbum de estreia, onde é perceptível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards. A composição das músicas tornou-se mais complexa e os arranjos mais detalhados, e decidiram recrutar Benjamim (Luís Nunes) para produzir o longa-duração. Ao longo de duas semanas no estúdio em Alvito, no Alentejo, as irmãs Falcão gravaram os 10 temas que compõem o disco entretanto editado com o selo NOS Discos. O single “New Messiah” precedeu o lançamento do álbum e está, juntamente com o seu vídeoclip, realizado por Martim B. Teixeira, também disponível

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

11 de Março 2016 | 22.00h

Caixa Ribeira'16…. Maria Armanda, Maria João Quadros, Filipe Duarte, Nelson Duarte, Beatriz e Liliana Luz

No Caixa Ribeira os nomes maiores e mais experientes cruzam-se na perfeição com os mais recentes revelações do Fado.

Hoje são revelados mais seis que encaixam de forma inegável neste perfil: Maria Armanda, Maria João Quadros, e a programação da Antiga Junta de Freguesia de São Nicolau com: Filipe Duarte, Nelson Duarte, Beatriz e Liliana Luz.

777.jpgMaria Armanda tem mais de 4 décadas de carreira. Pelos palcos tem brilhado na revista mas sobretudo como enorme e incontornável nome do Fado. Dona de êxitos como “O Meu Soldadinho”, "Só Porque Desenhaste A Rosa Branca", "Mulher De Qualquer Povo da Terra" ou "Mãe Solteira", há muito que o seu nome é uma das marcas indeléveis da canção portuguesa. Apresentará estes e outros sucessos na Ribeira do Porto, no dia 4 de junho.

 

Maria João Quadros é tão considerada que já viu gigantes da música brasileira escreverem para si: Ivan Lins, Francis Hime, Zeca Baleiro, Chico César e Olivia Byington. Tem cantado nas mais afamadas casas de Fado lisboetas e a sua carreira é categórica. É um dos nomes mais respeitados da nossa praça e estará no Caixa Ribeira no dia 3 de junho.

 

No edifício da Antiga Junta de Freguesia de São Nicolau, no dia 3, Filipe Duarte. Começou na casa “Faia” mas passou também pela "Mãe Preta”, a "Parreirinha de Alfama” e o "Senhor Vinho", onde esteve na década de 70, durante um período de cerca de 12 anos. A década de 80 foi a fase da internacionalização, estreando-se em países como a Espanha, Estados Unidos, Brasil, Roménia, Tunísia ou Holanda. Com Tony de Matos e Carlos Zel, abre a casa típica "Fado Menor", gerindo depois, durante 11 anos, o “Solar do Fado”, na Calçada da Memória (Ajuda).

 

A jovem fadista Beatriz estreou-se o ano passado com o álbum “Fado com cores alegres”. Nele participam os músicos Guilherme Banza, na guitarra portuguesa, Nélson Aleixo, na viola e Gustavo Roriz, no contrabaixo. Os doze temas que constituem o disco de estreia correm vários estilos - desde o fado-canção ao tradicional -, e por lá encontramos, entre outros, "Barco negro", "Foi Deus", "Estranha forma de vida" e "Maria Lisboa", do repertório de Amália Rodrigues. Visitará o Caixa Ribeira no dia 3 de junho.

 

Do Porto, Nelson Duarte. Com mais de duas décadas de carreira, dedica-se de forma visceral como se cada noite, cada canção, fossem únicas e para nunca serem esquecidas. Vai estrear-se no Caixa Ribeira no segundo dia do Festival.

 

Liliana Luz, antes de se render ao fado, deu voz à música popular, tradicional e até ao funk. Já em Lisboa, a fadista de Cantanhede, começou a cantar fado na casa Marquês da Sé e mais tarde no Restaurante Sr. Vinho, onde passou a fazer parte do elenco desde junho desse ano. Participou na Grande Noite do Fado onde alcançou o 2º lugar e foi a fadista escolhida para fazer parte do elenco da Revista “É Só Rir!”, com Octávio Matos e Natalina José. Já partilhou o palco com grandes nomes do fado como Maria da Fé, Rodrigo, Katia Guerreiro, António Pinto Basto, Anita Guerreiro, Gonçalo Salgueiro e estará no Caixa Ribeira no dia 4 de junho.

 

Já confirmados

Aldina Duarte; António Chainho com Paulo de Carvalho e Mafalda Arnauth; António Zambujo; Beatriz; Filipe Duarte; Gisela João; Gonçalo Salgueiro; Hélder Moutinho; Joana Amendoeira; Jorge Fernando; José Manuel Neto; Liliana Luz; Maria Armanda; Maria da Fé; Maria João Quadros; Nelson Duarte; Pedro Moutinho; Raquel Tavares; Rodrigo & Florência; Sara Correia; Simone de Oliveira; Kiko

 

The Happy Mess ao vivo em Ílhavo....

Este é um dos projectos mais acarinhados da Indie Rock em Portugal. Ao longo do percurso alguns dos seus singles, “Morning Sun” e “Backyard Girl”, fizeram os primeiros lugares dos tops de rádios nacionais.

GLAM - The Happy Mess.jpg (c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O projecto nasceu em 2011 e um ano depois gravava o primeiro EP “October Sessions”. Mais tarde saía o álbum de estreia “Songs From The Backyard” (2013), produzido por Fred Ferreira. Em 2016 The Happy Mess realiza uma digressão em que apresentam ao vivo o seu mais recente trabalho, “Half Fiction”, segundo álbum da banda, lançado no final de 2015. “Half Fiction” é um disco que revela uma sonoridade cada vez mais evidente no universo da Indie Rock com tonalidades de electrónica e que se divide entre canções que mergulham em estórias e personagens ficcionadas... e outras tantas reais, inquietas, politicamente inconformadas. “Half Fiction” conta com produção de Rui Maia.

 

Centro Cultural (Ílhavo)

12 de março 2016 | 22.00h

“Night by DJ Ride” na Queima das Fitas em Coimbra

Com 10 anos atrás dos decks e seis títulos de Campeão no seu currículo, além de um título de campeão mundial em 2011 como Beatbombers (com Stereossauro), inovador no scratch, DJ, designer e produtor de som, DJ Ride é uma parte inerente da cena musical e uma referência na música urbana.

DSC_0745 (Cópia).jpg(c) 2016 Paulo Homem de Melo

 

Com quase 100 espetáculos por ano, de Lisboa a Londres, da Sérvia à Polónia, de dubstep ao hip hop, em clubes ou festivais de verão com grandes multidões, abrindo para nomes como Q-bert, Flying Lotus, Dam-Funk, A-Trak, Gaslamp assassino, Steve Aoki, Moderate e sendo reservado como turntablist para muitas bandas de outras origens musicais, DJ Ride chamou a atenção dos media de imprensa, TV, programas de rádio e web.

DJ Ride é sinónimo de qualidade, talento e inovação.

 

“O Padrinho da Queima das Fitas está de volta” dia 11 de maio

Spaceheads pela primeira vez em Portugal

Numa iniciativa conjunta dos Plazianos e da Comunidade James Portugal, os Spaceheads, a banda de Andy Diagram (também conhecido como o trompetista dos aclamados James) actuará pela primeira vez em Portugal nos dias 10 e 12 de Março. Na quinta-feira, dia 10, em Guimarães e no sábado no Porto, no Rádio FM. No Porto, o concerto integra uma noite organizada em parceria com a Sister Ray, que incluirá também um concerto dos portugueses Plaza e seguirá até às 6h00 da manhã com uma das Bitch Parties, as festas que já são míticas na noite do Porto.

Spaceheads - promo7.jpgOs Spaceheads são um duo de Trompete, Bateria e Eletrónica do Reino Unido. O trompetista é Andy Diagram – que também integra os James, a aclamada banda de Manchester. O seu trompete eletrizante produz loops harmonizados ao vivo e amostras irreverentes que controla através de um telemóvel instalado em cima do seu trompete com um fish slice. Os estratos fortes do bronze são propulsionados pela bateria, percussão e folhas de metal dobradas de Richard Harrison. Os Spaceheads formaram-se em 1990, percorreram o mundo e editaram onze álbuns até à data. O novo álbum “A Short Ride on the Arrow of Time” acabou de ser lançado pela sua própria etiqueta, Electric Bass Records, seguindo o lançamento do “Sun Radar EP” em 2013 e o “Trip to the Moon EP” em 2014. Durante mais de 25 anos Andy e Richard adquiriram uma intuição sobre o que cada um vai fazer a seguir, o que torna os seus concertos semi-improvisados num regalo para a assistência.

Esta é a sua primeira vez em Portugal e serão acompanhados pela mistura visual em direto de Rucksack Cinema.

 

Os Plaza são uma banda pop futurista formada por grandes nomes da música portuguesa como, Quico Serrano, Simão Praça e Paulo Praça. Com dois álbuns de originais editados ("Meeting Point" e "All together") a banda encontra-se a trabalhar em estúdio e a preparar novos e excitantes concertos ao vivo. Os Bitch Boys são uma dupla de djs formada por Simão Praça e Paulo Praça e que têm levado o Porto à loucura com as suas inimagináveis Bitch Parties.

 

Rádio FM (Porto)

12 de Março 2016

O pop de Mikkel Solnado em digressão chega a Pombal....

Mikkel Solnado cresceu e viveu entre Portugal e a Dinamarca. Filho do actor Raul Solnado e de Hanne Louise, o contato com a música surgiu ainda em criança e, a partir de 1995, em Copenhaga, começou a compor para músicos, mas também canções infantis para programas de televisão, assim como dobragens e temas para jogos infantis online.

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(c) 2016 Sara Silva / Arquivo Glam Magazine

 

Atualmente a residir em Portugal, e inspirado por nomes como Bon Iver, Jeff Buckley, Coldplay e John Mayer, Mikkel lançou, em 2014, “Daisy Chains”, o seu segundo álbum.

Com temas como “E Agora?” com Joana Alegre e “Get Up” com Tom Enzy, Mikkel Solnado é um dos artistas mais requisitados nas rádios nacionais. Em 2015, lançou o tema dançante “Turn The Lights Out” com Diego Miranda para celebrar os 12 anos da MTV Portugal.

 

Teatro Cine (Pombal)

12 de Março 2016 | 21.30h

The Soft Moon apresenta "deeper" no CCVF

Na próxima sexta feira, dia 11 de março, o Café Concerto do CCVF apresenta Luis Vasquez, o nome por detrás de The Soft Moon, num concerto que promete ser uma introspeção às paisagens mais inquietas da alma. A música sempre foi uma necessidade. Os sons sombrios que Vasquez criou há anos atrás, no seu pequeno apartamento em Oakland, borbulharam para a superfície e, em 2010, lançou o primeiro LP, “The Soft Moon”, que foi muito aclamado pela crítica. O público reagiu e foi imediatamente arrastado pela sua música de vultos negros e laivos de pós-punk.

sm.jpgO seu mais recente trabalho, que chega agora ao Café Concerto do CCVF, é o mais introspetivo até à data, com o título revelando isso mesmo: “Deeper”. Vasquez deixou-se levar pela inspiração, tendo apenas um objetivo em mente: criar o seu álbum mais emocional. A voz de The Soft Moon nunca foi tão clara e honesta, com faixas imersivas e lentas, de uma beleza melancólica. O álbum é um retrato envolvente do músico por detrás do nome: reflexões que abordam o suicídio, a vulnerabilidade e o significado da cura. Enfrentando os seus demónios e o desalento sem ilusões, Vasquez cria “Deeper”, uma exploração da própria existência.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)
11 de março 2016 | 00.00h

Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos (Reportagem)

A história de uma companhia de teatro em meados do século XX que recruta uma "mocinha" para sair em repertório pelo interior do Brasil. As aventuras amorosas são o enlace da acção numa clara quebra das regras impostas pelo diretor da companhia, de seu nome Carlos e da ciumenta da sua esposa, a primeira Dama…

DSC_0013 (Cópia).jpgAs aventuras amorosas envolvem a companhia toda, principalmente quando chega a uma grande cidade onde os corpos do mesmo sexo se entrelaçam numa paixão sensual. Mas a cidade grande traz a prostituição e a corrupção. A "mocinha" nova segue o seu caminho de sedução junto dos atores em jogos cada vez mais íntimos e sensuais.

DSC_0063 (Cópia).jpgChegados a uma pequena cidade do Rio Grande do Sul e sem espectadores por causa da novela das 8, batem a porta das 8 casas e resolvem levar do público 8 espectadores para o palco. A representação decorre num ambiente intimista junto do público em palco até que a nostalgia toma conta dos atores com o final da representação e o vazio invade o palco e as afetividades entre protagonistas surgem pelo encanto da "mocinha" com a amante do diretor, de seu nome Carlos

DSC_0116 (Cópia).jpgA melancolia e a solidão imperam na companhia onde o galã, o Juca, faz as suas conquistas amorosas na orgia da luz onde Carlos, tal como no início se rende a beleza da "mocinha" que joga com a sedução.

DSC_0155 (Cópia).jpgNo final a chegada ao Rio de Janeiro, um rio submerso no final de ano, de um qualquer século... restava apenas Carlos e a primeira dama, mas o Carnaval chega... Chega ao Rio com columbina e Pierrot...

Columbina morria. A "mocinha" a mulher que Carlos amava desvanece…. Pois no fundo era uma amadora quadrilha

DSC_0205 (Cópia).jpgUm musical construído com base no repertório de Chico Buarque que ao longo de 90 minutos mais prolongamento, como Carlos afirmou, retrata as aventuras de uma pequena companhia de teatro pelo Brasil profundo e que procura rapidamente encontrar um sucesso que lhe traga a fama, quer seja com o D.Juan ou com a Dama das Camélias.

DSC_0213 (Cópia).jpgUma atuação de excelência acompanhada por uma banda em palco que com uma mestria sonora transportou o público ao longo de mais de 30 temas, para o imaginário das canções de Chico Buarque. O musical reúne pérolas do cancioneiro de Chico, compostas como por exemplo “Roda Viva” (1967), “Ópera do Malandro” (1978), “Calabar” (1973), “O Corsário do Rei” (1985), “Gota d’Água” (1975), o ballet “Grande Circo Místico” (1982) e também filmes como “Quando o Carnaval Chegar” (1972), “Para Viver um Grande Amor” (1983) e “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976).

 

Reportagem e Fotografias: Paulo Homem de Melo

“Nilton ao vivo” esgota 2 datas no Cine Teatro de Estarreja

Em mais de uma hora de stand up comedy, Nilton sobe sozinho a palco para falar sobre o mundo em geral e os portugueses em particular. E porque a crise ainda está na ordem do dia, dá boas ideias para nos salvar.

Nilton-bw-v-4.jpgNilton é um humorista com quatro livros editados e dois DVD. Nos últimos anos tem-se dedicado à rádio, à televisão, mas essencialmente aos espetáculos ao vivo e à tentativa de descobrir se as batatas doces sofrem ou não de diabetes.

 

Cine Teatro de Estarreja

11 e 12 de março 2016 | 21.30h