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Glam Magazine

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Lisboa Dance Festival…Horários para o dia 5

Será já nos próximos dias 4 e 5 de Março que o Lisboa Dance Festival tomará conta de 4 salas dentro da Lx Factory e ainda, em regime “after hours”, do Clube Ministerium, no Terreiro do Paço. Presentes estarão mais de 60 artistas nacionais e internacionais, com 16 editoras portuguesas de vários quadrantes da música electrónica a apresentarem showcases especiais que sublinham o momento particularmente vibrante que se vive.

lisboa_dance_festival_2016_dr.jpgAo todo, o Lisboa Dance Festival oferece mais de 36 horas de música divididos por dois dias que prometem ficar na memória de todos.

 

Horários e alinhamento para o dia 5 de Março

 

Fábrica XL:

Artivista: 17.00 – 18.00

Jorge Caiado: 18.00 – 19.30

Glen Astro: 19.30 – 21.00

Motor City Drum Ensemble: 21.00 – 22.30

Prosumer: 22.30 – 00.00

Move D: 00.00 – 01.30

Sven Vath: 01.30 – 04.00

 

Zoot:

Isaac Ace (live): 17.00 – 18.15

Slow J: 18.25 – 19.25

Isaura\Francis Dale: 19.40 – 20.40

Xinobi (live): 20.55 – 21.55

Moullinex (live): 22.05 – 23.20

Dj Ride (live): 23.30 – 00.30

Dj Maboku & Dj Lilcox: 00.35 – 01.45

Blacksea Não Maya: 01.45 – 03.00

Niagara (live): 03.00 – 04.00

 

BI+CA:

Nitronious: 18.00 – 19.30

Darksunn: 19.30 – 21.00

Ghost Wavvves: 21.00 – 22.30

Márcio Matos e Nuno Bernardino: 22.30 – 23.50

Roundhouse Kick (live): 00.00 – 01.00

Violet: 01.10 – 02.30

Photonz: 02.30 – 04.00

 

Normajean:

Cleymoore e Diogo Lacerda: 17.00 – 18.30

S.A.M.: 18.30 – 19.30

Zé Salvador: 19.30 – 21.00

Gonçalo: 21.00 – 22.30

XDB: 22.30 – 00.00

St. Joseph: 00.00 – 01.30

Daze Maxime (live): 01.30 – 02.30

João Maria: 02.30 – 04.00

 

Ministerium Club:

HNRQ: 00.00 – 03.00

Shcuro: 03.00 – 05.00

Alex.do: 05.00 – 09.00

The Parrots + NOOJ no Musicbox

Os The Parrots são uma das novas promessas da cena indie espanhola, ao apontarem uma abordagem nova ao garage-punk com raízes nos 60.

Sujo e lo-fi, o punk tem vindo a descontruir os lugares comuns do rock n’ roll, mantendo viva a paixão pelo vivo e causando danos aos ouvidos de centenas de pessoas no mundo.

the parrots.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Prova é “Weed for the Parrots”, EP de estreia, para ouvir em Lisboa já no arranque de Março. Diego García, Alex de Lucas e Larry Balboa são mais três “miúdos” viciados nesta adrenalina que é tão underground quanto universal, porque o trio pode ter apenas um maço de cigarros no bolso e uma muda de roupa, mas há uma genuinidade na sua linguagem que nos parece sempre, familiar. A primeira parte está entregue aos NOOJ.

 

Musicbox (Lisboa)

5 de Março 2016 | 22.30h

Da França…. Le Skeleton Band

Outrora um trio, Le Skeleton Band é um grupo francês composto por Alex Jacob (voz, guitarras, harmónica, concertina e teclado), B. Jacob (baixo, banjo, contrabaixo, melódica, lap steel e voz), Salsky Jr. (bateria, glockenspiel, guitarra e xilofone) e Jérémie Vansimpsen (guitarras, teclados e vozes).

Le Skeleton Band copyright J-B Senegas.jpgCom o aplauso da crítica ao álbum de estreia “Blues Preacher”, Le Skeleton Band distinguem-se na música folk/blues, pelo uso perspicaz de objetos pouco convencionais, como panelas ou rodas de bicicleta, criando um ambiente quase surreal, que se interliga com as vozes e restantes instrumentos musicais..

 

Salão Brazil (Coimbra)

5 de Março 2016 | 22.30h

Teatro na Culturgest… Guy de Cointet

Foi em Los Angeles, onde se radicou em 1966, que Guy de Cointet (1934, Paris – 1983, Los Angeles) produziu uma obra notável, cuja relevância no campo das artes visuais é hoje consensualmente reconhecida. No contexto da exposição retrospetiva na Culturgest, são apresentadas várias das suas peças teatrais, para as quais escreveu os textos e produziu os objetos cénicos. Nelas se manifesta, em todo o seu esplendor, um fascínio pela linguagem e pelos seus usos em contextos tão diferentes como a literatura (Raymond Roussel é uma referência assumida), a televisão e a rádio, ou as conversas quotidianas – um fascínio que também cultivou na sua prolífica e belíssima produção de desenho.

Guy de Cointet explorou recorrentemente procedimentos de codificação e abstração da linguagem a partir do cruzamento entre texto, forma e cor. Nas suas peças teatrais, o artista desenvolveu um estilo muito próprio, pleno de artifício e de humor, construindo narrativas em que o familiar, o absurdo e o enigmático se entrelaçam.

guycointet_teatro@2x.pngEste programa inicia-se com algumas das suas primeiras peças teatrais (monólogos para uma atriz) e irá prolongar-se até meados de maio.

 

Sábado 5 de março - 18h30 Pequeno Auditório

“Two Drawings” (1974) Dois desenhos

Duração: 20 minutos · Em inglês, sem legendas

Encenação: Yves Lefebvre · Interpretação: Mary-Ann Duganne Glicksman

 

Deambulando numa loja da zona ocidental de Los Angeles, uma mulher jovem é atraída por um desenho com uma forma curiosa. «Bastante simples e bonito», diz para si própria, e compra-o. Mas em casa, olhando-o com cuidado, tem que admitir que aquela modesta obra é estranha. Muito estranha, mesmo. Tão estranha como outro desenho… A peça é um relato pormenorizado das reações desta jovem mulher perante estes dois desenhos.

 

“My Father's Diary” (1975) O diário do meu pai

Duração: 15 minutos · Em inglês, sem legendas

Encenação: Yves Lefebvre · Interpretação: Sarah Vermande

 

No leito de morte um homem oferece à filha um livro, um precioso livro, cheio de textos, sinais, diagramas, desenhos. «Este é o meu diário…» começa por dizer. Já demasiado fraco para continuar, fecha os olhos… para sempre. Nesse momento a guerra rebenta, arrastando no seu turbilhão a rapariga e o diário. Recordando para o público estes trágicos acontecimentos, apresenta o enorme livro e tenta explicá-lo página por página.

 

Sábado 5 de março - 20h Pequeno Auditório

“Going to the Market” (1975) Ir ao Mercado

Duração: 15 minutos · Em inglês, sem legendas

Encenação: Yves Lefebvre · Interpretação: Mary-Ann Duganne Glicksman

 

Uma pintura, com uma forma geométrica invulgar, uma moldura colorida e um fundo branco coberto de letras pretas dispostas ao acaso. Ao acaso? Decididamente, não… A atriz, em poucos minutos, irá deslindar toda a história contida nesta obra.

 

“At Sunrise A Cry Was Heard or The Halved Painting” (1974)

Ouviu-se um grito ao nascer do sol ou A pintura dividida ao meio

Duração: 20 minutos · Em inglês, sem legendas

Encenação: Yves Lefebvre · Interpretação: Violeta Sanchez

 

Maio de 1978. É primavera em Moscovo. Num apartamento que dá para a magnífica capital russa, na parede da sala, está pendurada uma grande pintura vermelha. A pintura – por causa da sua abstração, antiguidade e incontestável beleza – é motivo constante de discussão e controvérsia. A peça tenta encontrar entre as muitas interpretações diferentes, a que conduza à ideia original.

 

Domingo 6 de março - 16h e 17h Galeria 1 (sala 2)

“La très brillante artiste Huzo Lumnst, présente son nouveau travail: CIZEGHOH TUR NDJMB” (1973)

A brilhantíssima artista Huzo Lumnst apresenta o seu novo trabalho: CIZEGHOH TUR NDJMB

Duração: 10 minutos

Sessão das 16h: em inglês, sem legendas / Sessão das 17h: em francês, sem legendas

Encenação: Yves Lefebvre · Interpretação: Sarah Vermande

 

Inventar o trabalho de um personagem inventado. Um personagem de um romance, por exemplo. Inventar um artista. Inventar vários artistas com relações próximas entre eles. O trabalho inventado de um artista inventado. «A brilhantíssima artista Huzo Lumnst apresenta o seu novo trabalho…»

 

Sábado 19 de março - 21h30 Pequeno Auditório

“Comme il est Blond! (ou De Toutes les Couleurs)” (2013)

Como ele é loiro! (ou de todas as cores)

Adaptação de Yves Lefebvre a partir de De Toutes les Couleurs de Guy de Cointet (1982)

Duração: 40 minutos · Em francês, sem legendas

Encenação: Yves Lefebvre · Interpretação: Pauline Haudepin, Paul de Launay e Sarah Vermande

 

O cenário, os adereços, provocam, do princípio ao fim, incidentes que por sua vez arrastam mudanças súbitas de situação. Qualquer dos elementos do cenário pode provocar reações em cascata que modificam a atitude dos personagens, perturbam a sua maneira de pensar e agir. Nesta adaptação, o texto original é encurtado, o número de atores reduzido, as réplicas redistribuídas.

 

 

Ana Moura... Videoclip de "Tens os Olhos de Deus" estreou hoje

Estreou hoje, no canal VEVO de Ana Moura, o videoclip do seu novo single, "Tens os Olhos de Deus". Este é o segundo single de "Moura", o mais recente álbum de Ana Moura. Com letra e música de Pedro Abrunhosa, a canção encontra na voz de Ana Moura a intensidade e poesia que habitualmente têm os temas do músico.      

GLAM - Ana Moura (9).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

        

Realizado por Bruno Ferreira (habitualmente ligado a produções de publicidade, já trabalhou com bandas como PAUS, Linda Martini ou Riding Pânico) e pela produtora Show Off, o videoclip foi filmado na costa alentejana, em jeito de road movie.

Está disponível, a partir de amanhã, a edição em vinil de "Moura", mesmo a tempo do início da digressão nacional. O arranque dá-se já no dia 12 de Março, no Multiusos de Guimarães. Évora, Elvas, Faro, Lisboa e Porto seguir-se-ão nas poucas oportunidades que teremos de ver Ana Moura ao vivo em Portugal.

Mário Laginha ao vivo no Salão Brazil

Mário Laginha tem construído grande parte da sua carreira a partilhar palcos e

projetos com outros músicos. O pianista sente-se bem nesta partilha, mas não foge ao desafio de enfrentar auditórios sozinho em palco e de concretizar projetos em monólogo interior.

Mário Laginha - foto de Bernardo Sassetti.jpg(c) Bernardo Sassetti

 

Foi assim que nasceu o único disco pensado para piano solo, “Canções e Fugas”, de 2006. O repertório para piano solo incorpora temas como “Fado”, “Berenice”, “Do lado de cá do mar” e algumas fugas do disco a solo, e adaptações para um piano de temas que têm resistido ao tempo e são reclamados pelos apreciadores da obra de Mário Laginha, como é o caso de “Despedida”, que integrou o disco “Hoje” (1994).

 

A solo ou acompanhado, Mário Laginha alia um notável domínio da técnica e do improviso a uma sensibilidade poética vigorosa.

 

Salão Brazil (Coimbra)

4 de Março 2016 | 22.30h

“Põe de lado o GPS” é single de avanço de Rogério Charraz

“Põe de lado o GPS” é o primeiro avanço do novo disco de Rogério Charraz. Uma letra muito inspirada de José Fialho Gouveia que fala da necessidade de, por vezes, seguirmos o nosso instinto e aproveitarmos a vida, sem fazer muitos planos...

r.jpgO disco tem a edição prevista para o próximo mês de Abril, e terá como título “Não tenhas medo do escuro”. Tendo muitas ligações com os dois discos já editados, será um registo mais acústico, orgânico e ligado às raízes da música portuguesa. Para além de José Fialho Gouveia, que assina metade das letras do disco, existem outras parcerias relevantes com a fadista Katia Guerreiro, a guitarrista Marta Pereira da Costa, o pianista Júlio Resende e algumas das novas vozes do cante: Buba Espinho, Eduardo Espinho e António Caixeiro.

 

A produção ficou a cargo do próprio Rogério Charraz e do acordeonista Carlos Lopes. Mais novidades brevemente!