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Glam Magazine

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The Soft Moon, The Happy Mess e The Holydrug Couple visitam Guimarães este mês

O mês de março promete grandes noites no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor. Logo no dia 11, The Soft Moon pisa o palco do espaço cultural vimaranense para apresentar o mais recente trabalho, “Deeper”. No dia 18, é a vez dos The Happy Mess mostrarem ao vivo o resultado do processo de criação que culminou em “Half Fiction”. Vindos do Chile, os The Holydrug Couple brindam o público com um concerto no dia 25, onde apresentam o seu “Moonlust”.

sm.jpgNo dia 11 de março, o Café Concerto do CCVF apresenta Luis Vasquez, o nome por detrás de The Soft Moon, num concerto que promete ser uma introspeção às paisagens mais inquietas da alma. A música sempre foi uma necessidade. Os sons sombrios que Vasquez criou há anos atrás, no seu pequeno apartamento em Oakland, borbulharam para a superfície e, em 2010, lançou o primeiro LP, “The Soft Moon”, que foi muito aclamado pela crítica. O público reagiu e foi imediatamente arrastado pela sua música de vultos negros e laivos de pós-punk.

O seu mais recente trabalho, que chega agora ao Café Concerto do CCVF, é o mais introspetivo até à data, com o título revelando isso mesmo: “Deeper”. Vasquez deixou-se levar pela inspiração, tendo apenas um objetivo em mente: criar o seu álbum mais emocional. A voz de The Soft Moon nunca foi tão clara e honesta, com faixas imersivas e lentas, de uma beleza melancólica. O álbum é um retrato envolvente do músico por detrás do nome: reflexões que abordam o suicídio, a vulnerabilidade e o significado da cura. Enfrentando os seus demónios e o desalento sem ilusões, Vasquez cria “Deeper”, uma exploração da própria existência.

A 18 de março, é a vez dos The Happy Mess visitarem o Café Concerto do CCVF para mostrar o resultado do processo de criação que culminou em “Half Fiction”.

O projeto nasceu em 2011 e um ano depois gravava o primeiro EP, “October Sessions”. Mais tarde saía o álbum de estreia “Songs From The Backyard” (2013), produzido por Fred (Orelha Negra, Banda do Mar, 5-30). Agora, em 2016, a banda realiza uma tournée de concertos em que apresenta ao vivo o seu mais recente trabalho, lançado em finais de 2015. “Half Fiction” é um disco que revela uma sonoridade cada vez mais evidente no universo do indie rock com tonalidades de eletrónica e que se divide entre canções que mergulham em estórias e personagens ficcionadas... e outras tantas reais, inquietas e politicamente inconformadas.

Mais no final do mês, no dia 25, o Café Concerto recebe ainda os The Holydrug Couple, banda chilena que traz na bagagem o mais recente trabalho, “Moonlust”. Neste último projeto dos The Holydrug Couple, as músicas são alusões ao universo onírico das bandas sonoras do cinema francês das décadas de 70 e 80, com uma particular inspiração em Serge Gainsbourg. Havia uma visão clara daquilo que os músicos queriam transpor para este trabalho. O resultado é este “Moonlust”, gravado no Chile e misturado em Brooklyn – que sai bem fora das fronteiras predominantes do psych-rock.

Além das influências das bandas sonoras francesas e de Serge Gainsbourg em particular, eles buscam também inspiração nas baladas soul de Aretha Franklin, na synthpop sul-americana dos anos 80 e dos franceses Air. As músicas são simplificadas, sem recurso a acessórios barrocos ou enfeites desnecessários, para atingirem o derradeiro objetivo a que se propuseram. “Um sentimento de luxúria, desejo por algo que se vê na escuridão, mas está tão distante que parece inatingível.” O som da melancolia.

Todos os concertos têm início à meia-noite

10 novas confirmações no Palco Vodafone Rock in Rio 2016

Pela segunda vez consecutiva, a Vodafone faz a curadoria de um dos palcos daquele que é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo, tornando assim a presença da Marca na Cidade do Rock ainda mais significativa. Foi em 2014 que o Palco Vodafone nasceu no Rock in Rio – Lisboa. Por ele passaram alguns dos mais recentes talentos da música nacional e internacional, como é o caso dos britânicos Wild Beasts, Blood Orange e Bombay Bicycle Club ou os cada vez mais reconhecidos Linda Martini. Dar visibilidade a promessas da música nacional e internacional tem sido uma aposta constante da Vodafone. No Rock in Rio - Lisboa este posicionamento materializa-se no Cartaz do Palco Vodafone, que promove novas tendências e dá destaque a artistas que têm tudo para se tornarem na “próxima grande cena”. O objetivo do Palco Vodafone é apresentar a uma plateia de massas as sonoridades que estão a entusiasmar os melómanos mais convictos, conquistando, assim, novos públicos

rr.jpgDurante os cinco dias de Rock in Rio - Lisboa 2016, o Palco Vodafone vai ter a presença de 15 bandas. Cada dia contará com três atuações: um cabeça de cartaz internacional, uma banda de relevo nacional e uma jovem promessa portuguesa, cujos nomes vão ser revelados em breve (Vodafone Wild Card)

 

Black Lips

A banda de Atlanta (EUA), surgiu em 1999 e o disco homónimo de estreia foi lançado em 2003. O garage rock de guitarras ritmadas e bem audíveis, tocadas de forma indomável, foi sempre a imagem de marca da formação, mas são as canções mais melódicas que se fixam nos nossos ouvidos. “Bad Kids”, “Veni Vidi Vici”, “Oh Katrina” e “Boys in the Wood” são alguns dos temas mais conhecidos e exemplo disso mesmo. Ao vivo são conhecidos pelas atuações irreverentes e altamente eletrizantes, que culminam sempre com a plateia mais próxima do palco extasiada e bastante suada

Keep Razors Sharp

Os Keep Razors Sharp são uma superbanda nacional, composta por Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Pernas de Alicate, entre outros). O disco homónimo de estreia saiu em outubro de 2014. Com uma sonoridade entre o psicadelismo, o shoegaze e o pós-rock, os dois singles de estreia “I See Your Face” e “9th” tornaram-se sucessos radiofónicos e valeram-lhes a aposta nacional da revista Blitz para 2014.

Boogarins

São uma banda brasileira de rock psicadélico formada em 2012. O disco de estreia surgiu em 2013, intitulado “As Plantas Que Curam”. O trabalho permitiu-lhes andar em digressão pela América do Sul, Europa e Estados Unidos, tendo inclusive atuado no prestigiado festival South by Southwest, no Texas. Em 2015, a banda lançou o segundo álbum, “Manual”, e é este trabalho que trazem até ao Palco Vodafone do Rock in Rio - Lisboa 2016

 

Sensible Soccers

Os membros dos Sensible Soccers juntaram-se em 2010 para fazerem umas canções e, de repente, aperceberam-se que se tinham tornado numa banda. Depois de um par de concertos no início de 2011, editaram o EP de estreia no final desse ano, conquistando algum reconhecimento mediático por parte do público. O primeiro longa-duração, “8”, acabou por sair em 2014 e a banda terminou esse ano com vários jornalistas especializados a elegerem o trabalho como o Melhor Disco nacional do ano. Este mês lançam o segundo álbum, “Villa Soledade”, e será esse o mote do concerto no Palco Vodafone no Rock in Rio – Lisboa

Metz

O trio canadiano, natural de Toronto, surgiu em 2008, mas o disco homónimo de estreia só chegou em 2012. Três anos depois, lançaram o segundo álbum, intitulado “II”. Com os dois trabalhos, os Metz foram indicados para os Polaris Music Prize, um dos prémios de música mais importantes no Canadá. A sonoridade da banda é marcada pelo rock agressivo, cheio de canções cruas, distorcidas, ruidosas, corrosivas e catárticas. Orgulham-se de ser “uma boa banda ao vivo”. “Tocamos de forma coesa, como uma máquina”, diz com frequência o vocalista Alex Edkins.

Glockenwise

Quatro rapazes de Barcelos: Nuno Rodrigues, Cristiano Veloso, Rafael Ferreira e Rui Fiusa. Depois da estreia “Building Waves” e de “Ileches” (2013), regressaram aos discos no final de 2015 com “Heat”, editado pela Lovers & Lollypops. Com “Heat” confirmam que são um dos valores mais seguros e competentes do rock português atual. Em 2011, o single ‘Scumbag’ foi a primeira música a passar na Vodafone FM

Real Estate

Naturais de New Jersey, os Real Estate surgiram em 2009, ano em que lançaram o primeiro disco. Seguiram-se “Days” (2011) e “Atlas” (2014). Sediados em Brooklyn, a banda norte-americana aposta em sonoridades da dream pop e folk psicadélica, com canções intimistas e nostálgicas

Capitão Fausto

Os Capitão Fausto lançaram o disco de estreia, “Gazela”, em 2013. Os refrões certeiros e as guitarras ritmadas conquistaram público e crítica. No ano seguinte editaram “Pesar o Sol” e, no segundo disco, mudaram um pouco de direção, revelando o amadurecimento da sua sonoridade, em muito Influenciada pelas referências psicadélicas de uns Pink Floyd ou Tame Impala.

Em simultâneo criaram mais duas bandas: os Modernos e os Bispo, com o objetivo de experimentar em novas abordagens, tocarem mais ao vivo e, assim, ganharem rodagem de estrada. Estão atualmente em estúdio a terminar o terceiro disco de originais e já deverão apresentar composições novas no concerto no Palco Vodafone. São considerados pela crítica especializada uma das mais fortes promessas da música nacional, com elogios rasgados vindos de consagrados como Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta) ou Rui Reininho (GNR).

Hinds

Formado por quatro amigas, a banda de Madrid surgiu em 2011, mas o disco de estreia, “Leave me Alone”, só chegou este ano. O álbum aposta na sonoridade lo-fi, equilibrando melodia pop com ritmos rasgados de rock’n’roll. Apesar da curta carreira, as Hinds já conquistaram a atenção de consagrados como Bobby Gillespie (Primal Scream) e Patrick Carney (Black Keys). Nos próximos meses vão andar em digressão com os Libertines, Vaccines e Black Lips.

 

B Fachada

B Fachada é o nome artístico do cantautor e multinstrumentista Bernardo Cruz Fachada. É um dos mais produtivos músicos nacionais, já tendo lançado desde 2007 mais de dez discos. “Deus, Pátria, Família”, “Há Festa na Moradia”, “B Fachada é para Meninos” e “Criôlo” são algumas das suas edições mais aclamadas. De álbum para álbum revelou sempre um fascínio pelo risco, ao mudar de registo com frequência. Essa mutação constante assumiu-se de várias formas: ao aprofundar as raízes da música tradicional portuguesa com a viola braguesa, ao explorar num disco só o piano para compor ou ao fazer um álbum para crianças. Em 2012 revisitou a primeira obra de Sérgio Godinho, “Os Sobreviventes”. O disco de versões – feito a meias com Minta e João Correia, recebeu elogios da crítica e do próprio Sérgio Godinho. Ainda em 2012 editou “O Fim”, anunciando uma ausência sabática de dois anos. Regressou em 2014 com “B Fachada

“Indie songs don’t lie”… Quentin Sirjacq

O piano é extensão natural, todo corpo e protagonista na música de Quentin Sirjacq. Parisiense, estudou os clássicos mas deles vingaram, para inspiração, os mais próximos de um certo modernismo e inventividade como Ravel ou Satie. O Jazz é outra das suas paixões, e para materializar criativamente a harmonia dos géneros de que gostava, investiu fortemente numa dimensão académica que pudesse garantir-lhe destreza no improviso e harmonia e génio composicionais. Para tal, fixou-se durante uns anos em Haia, no Royal Conservatory da cidade holandesa e no Mills College, em Oakland, California.

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As geografias e o seu talento promoveram encontros musicais de nota, com gigantes da música experimental e avant-garde como Fred Frith, Joëlle Léandre ou William Winant. Versátil, Sirjacq, que nunca dispensa a melodia, viaja por diferentes meridianos sonoros, arrumando as notas de uma forma elegante e sempre sofisticada.

A sua obra discográfica tem sido marcada pela parceria estreita e profícua com Chris Hooson (Dakota Suite), acrescentando à melancolia pop do inglês arranjos de cordas e liquidez neo-clássica. São quatro os discos que editaram mas importam também os registos a solo de Sirjacq, onde, claramente, impera a criatividade que despeja harmonia entre o minimalismo, uma certa erudição, a electrónica e o jazz.

Estreou-se com “La Chambre Claire” (2010), tendo editado em 2013 “Piano Memories ” e “Bright Days Ahead”. Este ano está de volta com “Far Islands And Near Places”, um disco que, para além do piano, conta com a inclusão de instrumentos como a marimba ou o vibrafone, temperando os temas com percussão subtil e precisa. Pela primeira vez a solo em Portugal, Quentin Sirjacq apresentará "Far Islands And Near Places" no Salão Brazil, espaço que, pela mão da Lugar Comum, já recebeu, ao piano, músicos como Rauelsson ou Daniel Knox.

 

Salão Brazil (Coimbra)

18 de março 2016 | 22.00h

The Cinematic Orchestra na 13ª edição do edpcooljazz

Depois do concerto esgotado no passado mês de novembro, a banda inglesa regressa a Portugal pela mão do festival mais cool. Com uma composição instrumental assegurada por nove elementos que dão corpo a sonoridades numa fusão perfeita do nu jazz e a pop eletrónica, o seu som é descrito como pequenos filmes transformados em música.

Cinematic-Orchestra-par-Car.jpg.scaled.1000.jpgLiderada por Jason Swinscoe, a banda britânica formada em finais dos anos 90 regressa a Portugal para se estrear no palco do edpcooljazz e trazer aos Jardins alguns temas dos seus álbuns mais emblemáticos como “Motion”, “Everyday” e “Ma Fleur”, entre os quais não faltará o maravilhoso e enorme êxito “To build a home”.

Ma Fleur”, editado em 2007, é o ultimo álbum de originais da banda, e desde essa altura Jason Swinscoe criou já inúmeras bandas sonoras para a Disney, e apostou também num novo concerto com uma componente visual mais impactante. The Cinematic Orchestra junta-se a Jill Scott (12 de julho), Seal (20 de julho) Stacey Kent (21 de julho) e Koop Oscar Orchestra (23 de julho) para mais um inesquecível edpcooljazz.

 

Concertos edpcooljazz 2016:

 

Jill Scott

Jardins Marquês Pombal (Oeiras)

12 de Julho 2016 | 21.00h

 

The Cinematic Orchestra

Jardins Marquês Pombal (Oeiras)

17 de Julho 2016 | 21.00h

 

Seal

Parque dos Poetas (Oeiras)

20 de Julho 2016 | 21.00h

 

Stacey Kent

Jardins Marquês Pombal (Oeiras)

21 de Julho 2016 | 21.00h

 

Koop Óscar Oechestra

Jardins Marquês Pombal (Oeiras)

23 de Julho 2016 | 21.00h

A pop “solta” de Mikkel Solnado no Cineteatro António Lamoso (Reportagem)

Mikkel Solnado subiu ao palco do Cine teatro António Lamoso em Santa Maria da Feira no passado sábado dia 27 de Fevereiro para apresentar o seu mais recente álbum “Daisy Chains”

01.jpgNasceu na Dinamarca, sendo que a sua adolescência foi passada em Portugal, onde depois retorna a Dinamarca…. anos mais tarde volta a Portugal, muito por culpa de uma música que fez na Dinamarca e que esta teve uma grande repercussão em Portugal e que Mikkel nunca esperava que tal acontecesse.

02.jpgSão estes pormenores que vai contando ao longo de um concerto que dura pouco mais de 60 min e onde Mikkel Solnado sozinho em palco vai tocando vários instrumentos, desde guitarra a percussão, e desfiando a sua vida pessoal e musical, fala da história por detrás de cada música, dos contactos que vai tendo e das surpresas que este país Portugal lhe foi proporcionando, desde do seu casamento até à relação com a mãe, onde lhe dedica um tema e fala da sua última viagem que fizeram juntos ao norte de África.

03.jpgUma sala que não se encontrava cheia, mas quem ali estava para assistir ao concerto, conheciam o repertório do cantor, notando-se quando Mikkel pedia ao público para o acompanhar e este fazia-o bem. Sempre de sorriso na cara Mikkel Solnado divertia o público com pequenas observações como “acho que nunca comi tão bem na minha vida…aqui come-se muito bem…”

Público que começou tímido, mas com as músicas mais conhecidas como “We can do anything” não deixavam de manifestar através das muitas palmas e assobios, não fosse esta a música que deu a conhecer o cantor a Portugal em 2010.

04.jpgApresenta músicas novas como a mais recente “E Agora” que conta com a participação especial de Joana Alegre, e o tema de “Turn The Lights Out” que fez com Diego Miranda o “maninho” como ele lhe chama…tema que fizeram a convite da MTV Portugal para celebrar os seus 12 anos de carreira.

Além de cantar ele produz as suas músicas, fala da partilha com outros músicos, e das escrita de músicas a 4 mãos, com a irmã.

05.jpgO concerto termina com um encore que faz questão de vir para mais perto do público com a sua guitarra e entra pelas portas de acesso do público e sem microfone passeia-se entre as pessoas e canta e encanta os presentes, puxa pelo público com a música “E Agora”, com alguns bis pelo meio termina onde começou o concerto – no palco.

No fim partilha sorrisos e autógrafos, selfies e palavras com que quisesse no foyer, a sua disponibilidade e simpatia para com os presentes é enorme, o que não deixa ninguém indiferente pela sua simplicidade e à vontade.

06.jpg

Alinhamento do concerto:

- “Mother”

- “I wanna know you”

-“ Na tua Imaginação”

- “We can do anything”

- “Champions”

- “E Agora?”

- “ Life is Life”

- “Imagine”

- “Fade into You”

- “O teu sol”

- “Get up”

- “Faking it”

- “Turn the lights out”

Encore

- “E agora?”

 

Reportagem e fotografias: Sara Silva

Mais fotografias do concerto aqui

10º Aniversário Primeira Linha no Plano B

A Primeira Linha celebra 10 anos!

10 anos de história, 10 anos de música e 10 anos de muita dedicação.

1l.jpgQuem diria que 10 anos depois, a Primeira Linha, fizesse parte de acontecimentos históricos como assinalar uma década de trabalho de Natiruts em Portugal, celebrar os 45 anos de carreira do Martinho da Vila, produzir tours europeias com Marcelo D2 ou "O Rappa", ou ainda mais recentemente esgotar 17 coliseus com António Zambujo e Miguel Araújo. Fruto de muito trabalho desta produtora com raízes no Porto, eleva os seus artistas (nacionais e internacionais) ao mais alto nível na cena musical portuguesa, em paralelo com os primeiros passos na internacionalização de alguns destes projetos.

10 anos são mais do que motivos suficientes para celebrar em grande e com um lineup especial, que vai contar com Mimicat (live) e os DJ set de CIA (Brasil), João Dinis, Pixel82, João Semedo e Ratusfari a 12 de março no Plano B.

Comecemos pelo concerto de Mimicat. Com uma sonoridade marcadamente “Retro” e uma personalidade bem vincada, Mimicat é a imagem da elegância e glamour dos “Golden Days” que tão bem contrasta com a sua atitude atrevida e invulgarmente forte em palco. As suas canções falam-nos das suas inseguranças, vulnerabilidades, dos seus amores e desamores e de histórias que “pediu emprestadas a outros”.

 

O DJ CIA é um dos nomes mais importantes do Rap brasileiro. DJ e produtor musical, já trabalhou e trabalha com nomes como Daniela Mercury, Caetano Veloso, Seu Jorge, Ana Carolina, entre outros. Já atuou em grandes festivais como o Lollapalooza e o PercPan, além das tours internacionais pelo mundo fora. Uma estreia em Portugal a não perder no Plano B.

 

João Dinis, não poderia faltar à festa. Com mais de uma década de trabalho enquanto DJ, João Dinis, teve o privilégio de atuar em alguns dos principais festivais e clubs de referência de Portugal, bem como caminhar no sentido da internacionalização. O bom gosto musical e a forma intensa como vive a música define a sua autenticidade. Funk, Samba, Jazz, Afrobeat, Reggae, Dub e muito mais fazem parte das suas grandes referências que tornam os seus sets tão únicos e especiais.

 

Na Sala Cubo, a JackYaBody também se junta ao aniversário. Pixel82 e João Semedo são os anfitriões de uma noite inesquecível que será marco de 10 anos de muita história que ainda está por contar.

 

Plano B (Porto)

12 de Março 2016 | 22.00h

Os Salto levam o "Passeio das Virtudes" até Santa Maria da Feira

É já esta quarta-feira, 2 de março, a partir das 21.30h qie os Salto, banda promissora na cena musical nacional que traz a Santa Maria da Feira o seu mais recente trabalho, “Passeio das Virtudes”, lançado no passado dia 30 de janeiro.

salto 06.jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

A vida de um músico pode nascer de várias formas. Os Salto tiveram a sorte de nascer na mesma família e de, desde cedo, terem vivido a música em conjunto.

Os primos portuenses Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro rapidamente perceberam que juntos poderiam ser uma banda e, em 2006, pisam o palco pela primeira vez. Em 2012, editam o primeiro longa-duração. Em 2014, os Salto, a quem se juntam agora Tito Romão e Filipe Louro, revelam-nos parte do resultado destes últimos dois anos repartidos entre o estúdio, a sala de ensaios e os cerca de 70 concertos que os fizeram passar por vários palcos nacionais. “Passeio das Virtudes”, o segundo álbum dos Salto, reflete a nova dimensão que o grupo ganhou, depois ter crescido para um quarteto. Este novo trabalho é o culminar das vivências da banda depois do período que passaram em tour, espelhando um pouco as experiências vividas na estrada.

Os Salto são uma das revelações da música portuguesa e prova disso é o sucesso dos dois primeiros singles deste trabalho, “Mar inteiro” e “Lagostas”, que têm passado nas rádios e deixado o público rendido.

 

CineTeatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

2 de março 2016 | 21.30h

“Oráculo de Amor” recriado pelos Thunder & Cº.

A convite do programa Super Diva - Ópera Para Todos, da RTP2, os Thunder & Cº. recriaram a ária "Oráculo de Amor", da ópera Guerras de Alecrim e Manjerona, de António José da Silva.

nd-thunder.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

“Fizemos uma recriação escura e atormentada mas dançável porque a principal mensagem que retirámos desta ária é que, nos momentos da vida em que vivemos na ânsia de saber se a nossa paixão será correspondida e vivemos presos na incerteza do bem me quer, mal me quer, nada mais nos resta senão ‘levar boa vida, comer e beber’ (usando as palavras do próprio António José da Silva no séc. XVIII).”

 

"Oráculo de Amor" está disponível para download gratuito no soundcloud da banda.

 

Thunder & Co. são uma banda de música de dança a atirar para o emocional cujo som é caracterizado pelas batidas balançantes envoltas em acordes tristonhos e ambientes tensos. Pelo menos é o que tem saído da fábrica de trovões em Lisboa, propriedade de Rodrigo Gomes e Sebastião Teixeira. Estes dois amigos casam os gostos, discutem, negoceiam e, juntamente com o seu fiel produtor, Duarte Ornelas, chegam ao som dos Thunder & Co. “Nociceptor” é o nome do álbum de estreia deste grupo “disco-lamechas” e tem 10 músicas (incluindo “Apples”, single de avanço para este disco, e “O.N.O.”, single que até aqui só tinha sido editado digitalmente).

Portugal estará representado, pela primeira vez, com um country stand no SXSW 2016 (Texas)

Portugal estará representado, pela primeira vez, com um "country stand" no SXSW 2016 (South by Southwest) em Austin, no Texas, organizado pela plataforma WHY Portugal. A edição de 2016 do SXSW conta, ainda, com o showcase dos portugueses Holy Nothing, agenciados pela Turbina.

why.jpgO "country stand" estará no Trade Show SXSW de 13 a 16 de março, seguindo-se a participação WHY Portugal na conferência SXSW Music até dia 20 de março. O "country stand" garante grande visibilidade a Portugal, através da divulgação desta presença junto dos delegados registados no SXSW e da presença diária de dois representantes que podem esclarecer o percurso que está a ser desenvolvido no âmbito da divulgação da indústria da música em Portugal.

Trata-se da primeira presença WHY Portugal num evento internacional da área no contexto da promoção e aumento da visibilidade da plataforma e do trabalho a desenvolver com os vários profissionais associados ao cluster da música em Portugal para o Eurosonic 2017, evento no qual Portugal será o "country focus".

As pessoas e/ou entidades que se inscreveram na plataforma WHY Portugal desde o seu lançamento, nomeadamente, através das sessões de esclarecimento que aconteceram em fevereiro, estarão representadas no festival e serão referenciadas conjuntamente com os restantes parceiros WHY Portugal - AMAEI, APORFEST e MMF Portugal. O stand organizado pela plataforma WHY Portugal será para utilização "pública" de todas as entidades nacionais já inscritas no Trade Show do SXSW, seja nas suas vertentes Music, Film ou Interactive. Todos os profissionais e/ou entidades nacionais presentes no evento, desde que se inscrevam na plataforma WHY Portugal e entrem em contacto com a organização, podem utilizar o stand para reuniões, encontros profissionais e outros.

 

Qualquer entidade ou profissional que esteja interessado em participar no SXSW 2016 poderá ainda contactar o WHY Portugal para saber mais acerca desta missão assim como avaliar as suas possibilidades de participação.

Asimov… novo álbum “Truth” é editado e apresentado em março

Asimov, o duo psicadélico do Cacém, está pronto a revelar o seu terceiro álbum intitulado “Truth”.

No dia 24 de Março de 2016. a verdade vai ver a luz do dia e conta com edição em cassete pela Ya Ya Yeah e em cd pela Raging Planet, a primeira vez que tal acontece em qualquer um destes formatos. O lançamento de “Truth” vai ser celebrado numa Listening Party no mesmo dia.

asimov.jpgDR

 

Onde? Num dos últimos bastiões de bom gosto que é O Pai Tirano, o mais melómano e boémio bar de Lisboa.

O vídeo de “Even Tame Tigers Bite Their Masters”, o single de avanço já se encontra disponivel

 

O Pai Tirano (Lisboa)

24 de Março 2016

Linda Martini… Primeiro single estreia hoje

Chama-se “Unicórnio de Sta. Engrácia”, a primeira amostra de “Sirumba”, o novo álbum dos Linda Martini. O single com estreia hoje em rádio, chega a todas as plataformas digitais no dia 4 de março. O videoclip tem estreia marcada para a segunda semana de março, no canal VEVO da banda. Entretanto, “Sirumba” já se encontra em pré-venda, onde os fãs podem adquirir uma t-shirt exclusiva, apenas disponível até dia 31 de março e limitada ao stock existente. “Sirumba” estará disponível também em Vinil.

linda.jpgOs Linda Martini são, na sua geração, a banda mais relevante da música nacional. “Sirumba” é o sucessor do muito aclamado álbum de 2013,”Turbo Lento”, o primeiro disco editado com o selo da Universal Music Portugal, álbum que entra diretamente para o #2 lugar o top de vendas. Chegam a este estatuto aos ombros dos fãs que os seguem desde sempre, desde que a Antena 3 os apontou como banda revelação, em 2005, quando editaram o EP homónimo pela independente Naked Records. Em 2006, editaram o primeiro álbum: “Olhos de Mongol”, também por uma independente (Rastilho) e voltaram a chamar a atenção da crítica, tendo sido eleitos pela Blitz como o melhor Álbum. Vieram depois o EP “Marsupial” (2008, Rastilho Records), eleito pelos leitores da Blitz como um dos melhores discos do ano, o EP “Intervalo” (2009, Optimus Discos), disco ao vivo gravado a pedido do Henrique Amaro da Antena 3 e o segundo álbum “Casa Ocupada” (2010, Lisboa Agência), com o qual tiveram o primeiro TOP 5 na tabela de vendas nacional, onde se nas 3 semanas seguintes.

2016, com a edição de “Sirumba” a 1 de Abril, é talvez o ano da consagração. Pisam, pela primeira vez, o mítico palco do Coliseu de Lisboa (2 de Abril) e esperam uma noite de festa, uma sala esgotada, vozes em coro a cantar as novas e velhas canções. Esta foi a primeira data anunciada, estando já anunciado o concerto na edição deste ano do NOS Primavera Sound, no Porto.

 

Os Linda Martini são André Henriques (voz e guitarra), Cláudia Guerreiro (baixo), Pedro Geraldes (guitarra) Hélio Morais (bateria)

Pentatonix regressam a Portugal em Junho

O quintento Pentatonix, banda vencedora de um Grammy, que fez sucesso mundial graças aos seus temas cantados "a capella", vai passar por Portugal com dois concertos em nome próprio inseridos na digressão mundial “Pentatonix: The World Tour 2016”.

O quinteto norte-americano atua dia 25 de junho no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte ruma à Invicta, onde atuará no Coliseu do Porto. A dupla Us The Duo será responsável pela abertura de ambos os espetáculos.

PTX_Christmas_Publi72C8723.jpgDesde que explodiram na cena musical em 2011, os Pentatonix comprovaram ser um verdadeiro fenómeno. Hoje são Disco Platina, com mais de 2,7 milhões de álbuns vendidos nos EUA, venceram um Grammy Award, esgotaram salas por todo o mundo, acumularam mais de 1,4 mil milhões de visualizações no Youtube, onde contam com mais de 10 milhões de subscritores.

O mais recente álbum de estúdio homónimo, “Pentatonix”, lançado em outubro do ano passado, e o primeiro que conta com temas de originais, estreou em #1 nas listas Billboard Top 200 e Current Albums Chart. O primeiro single divulgado, “Can’t Sleep Love”, contou com mais de 17 milhões de visualizações no Youtube.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

25 de Junho 2016 | 21.00h

 

Coliseu (Porto)

26 de Junho 2016 | 21.00h