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Glam Magazine

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Lisboa Dance Festival… bloop recordings

A bloop recordings é uma editora portuguesa de música electrónica fundada em 2007.

Destina-se à produção dos mais diversos eventos relacionados com a música eletrónica, house e tecnho tanto por Lisboa como por todo o país. Entre originais e remisturas encontramos nomes como Anonym, Seuil, Magazino, Cruz, Rompante, Kaesar & Zoy, Tiago Marques e muitos outros.

A editora é também a principal responsável pelo regresso das matinés em Portugal.

bloop.jpgNo Lisboa Dance Festival a Bloop Recordings será representada por Magazino, Cruz e Rompante..

Magazino… Poucos artistas Portugueses conseguem alcançar um percurso notável na história da música eletrónica em Portugal. Magazino tornou-se um dos melhores Djs Portugueses no mundo da música house e respetivas sonoridades como acid, deep ou tech, possuindo a fantástica abilidade para dinamizar a pista de dança. Movendo multidões de norte a sul do país, tem-se tornado um líder marcante das festas da editora Bloop, atuando praticamente em todos os festivais, pistas de dança, clubes e after-hours de Portugal.

Cruz… O seu nome é bastante conhecido em terras portuguesas e afirma esse estatuto com grande orgulho. Cruz é o membro mais recente da editora Bloop Recordings e é um dos artistas mais falados no mundo da música eletrónica, conquistanto a presença nos principais clubes nacionais, de Lisboa ao Norte do país.

Já partilhou a cabine de Dj com referências nacionais e internacionais, como Carl Craig e Sven Vath, e promete ser alguém que irá dar nas vistas quando atua na pista de dança

 

Lisboa Dance Festival

4 de março 2016 | Sala Fábrica XL

Omnichord Records celebra o seu 4º aniversario com 5 novidades a caminho

Leiria tem-se destacado nos últimos anos pelos projetos musicais que a cidade tem emanado para fora. Recuando aos anos 90 do século XX, os Silence 4 e posteriormente a carreira a solo de David Fonseca, são sem sombra de dúvida os expoentes máximos da música produzida nas margens do Liz.

VA_Leiria Calling_Front.jpgMas nos últimos anos Leiria não parou e cada vez mais tem-se afirmado como uma verdadeira incubadora musical, referencia já em Portugal e a gerar expectativas fora de portas. Hugo Ferreira tem sido um desses grandes embaixadores da música produzida em Leiria. Em 2012 apresenta a editora Omnichord Records baseada no princípio voluntarista e de cooperativa cultural. Há quem afirme que estamos perante um Factory à escala nacional.

Ao longo destes 4 anos, fomos brindados com 10 discos, edições essas que sempre espelharam a exigência e a evolução da própria editora.

A aventura começava logo em Fevereiro de 2012 com a edição nº0, “Quack”, o disco estreia dos Nice Weather For Ducks, que com os seus sons leves e frescos, marcavam o seu território no espectro musical nacional. Em 2013 surgiam os First Breath After Coma com o álbum “The Misadventures Of Anthony Knivet”. Os sons mais clássicos do piano de André Barros marcam igualmente a evolução da editora com o 4º lançamento ser precisamente o álbum “Circustances” do pianista.

Em 2014 é lançado o álbum “Leiria Calling”, numa edição associada à revista Blitz. Um disco que dava a conhecer musicalmente Leiria ao mundo com a inclusão de temas de várias bandas da cidade, algumas delas viriam posteriormente a editar os seus trabalhos pela própria Omnichord.

O ano de 2015 seria marcado pela edição de 3 discos que confirmam a marca que Hugo Ferreira pretendia deixar na música Portuguesa através da editora. O álbum estreia dos Few FingersBurning Hands”, o EP homónimo dos Bússola e o álbum estreia, igualmente homónimo dos Les Crazy Coconuts, colocaram a cidade e sua música na senda do sucesso.

 

Para 2016 as surpresas são muitas, o já aguardado regresso dos First Breath After Coma e Nice Weather For Ducks aos discos (ambos com apresentações no CCBeat), a estreia de Surma, one-woman-band, dos Whales (vencedores da última edição do Festival Termómetro) e dos Twin Transistors (confirmados para o Lisbon Psych Fest).

Pelo que ouvimos no teaser, pelo que já vimos de atuações ao vivo de Surma e Wahles, bem como pelo o que o Hugo Ferreira já nos transmitiu (em off…), estamos perante excelentes propostas para este ano.

 

Paulo Homem de Melo / Fev.2016

JP Simões apresenta novo album em Sines

Músicos e poetas têm mais vidas que os gatos.

JP Simões aparece aqui renovado, com um mapa feito de distintas geografias, deixando para trás Brasil, Berlim e Nova York, e florescendo numa releitura pessoalíssima do blues, entre o Delta do Mississippi e a assombrosa fugaz passagem de Nick Drake pelo mundo.

jp.jpeg"Tremble like a Flower" é o título do seu próximo álbum de originais e será aqui apresentado em versão voz e guitarra, diretamente da cozinha para o mundo.

 

Centro de Artes de Sines

4 de Março 2016 | 22.00h

Lisboa Dance Festival… ÂME

Kristian Beyer & Frank Wiedemann são aliados de Dixon e como ÂME têm um dos nomes mais respeitados do planeta no terreno da música electrónica mais sofisticada, facto confirmado pela sua inclusão no Top 10 de djs da Resident Advisor para 2015.

LDF-Ame.jpgCom uma carreira repleta de triunfos, de conquistas, do desbravar de novos e excitantes terrenos no campo da música electrónica apontada às pistas de dança globais, Kristian & Frank começaram a trabalhar juntos em 2003, apesar de se terem cruzado em 2001, assinando pela editora Sonar Kollektiv e desde então têm cruzado o globo com memoráveis sets nos mais invejados clubes do mundo.

Segundos os próprios, as suas influencia percorrem campos desde Stevie Wonder, WestEnd Rec, Transmat, Weather Report e Herbie Hancock

 

Lisboa Dance Festival

4 de março 2016 | Sala Fábrica XL

Jake Bugg anuncia novo álbum a 17 de Junho

A 17 de junho Jake Bugg lança o seu muito aguardado novo álbum, "On My One”, o qual será apresentado pelo primeiro single, "Gimme the Love", uma mistura viciante entre a guitarra característica de Bugg com batidas funky.

Jake-Bugg.jpgO título deste álbum é um ditado que se diz na cidade natal de Jake Bugg, Nottingham, e que quer dizer fazer as coisas por si próprio, o que vai ao encontro da natureza deste disco. "Vi isto como o passo lógico no meu desenvolvimento enquanto compositor. Foi um desafio, mas era algo que sentia que tinha de ser feito", diz o músico. Jake Bugg compôs as 11 canções deste novo álbum, tocou quase todos os instrumentos e produziu a sua maioria (Jacknife Lee produziu três temas). Os resultados são surpreendentes. Depois do grande sucesso dos seus dois primeiros álbuns, o duplamente platinado "Jake Bugg" (2012) e o seu sucessor, "Shangri La" (2013), chega agora este novo "On My One", que afirma Jake Bugg como um dos mais entusiasmantes talentos do Reino Unido da atualidade.

Gravado entre Londres, Los Angeles e Nottingham, são muitos os destaques deste novo álbum, como a comovente "Love Hope and Misery", com o seu refrão impactante, "Bitter Salt" ou a soulful "Never Wanna Dance" e, claro, o tema que dá título ao disco. Em toda a sua diversidade, o "coração" deste "On My One" está na música blues. "Os blues são o meu género preferido", admite Jake. "Quer seja soul ou hip hop, tudo vem dos blues. Para mim os blues significam somente poder cantar as minhas emoções e expressar a minha dor, para que outros também possam sentir algo. Essa é a beleza da música. Gostaria de pensar que consegui fazer isso neste disco."

 

Gravar três álbuns com apenas 21 anos não é um feito banal. Mas conseguir criar sozinho um álbum como "On My One", atravessando com naturalidade géneros como os blues, a pop, o rap, a folk, a soul e a música country é prova de um talento para a composição de canções verdadeiramente notável.

Buraka Som Sistema encerram Festas de Lisboa ‘16

Do Mundo para Lisboa, os Buraka Som Sistema regressam a casa para encerrar as festas populares e despedir-se dos fãs. Dia 1 de julho, na Torre de Belém, os Buraka Som Sistema encerram as Festas de Lisboa com um grande espetáculo de entrada livre. Depois de 800 concertos pelo mundo, Lisboa, onde tudo começou, é o lugar ideal para uma homenagem ao grupo que irá começar uma pausa no seu trabalho em conjunto.

buraka.jpg (C) 2015 Sara Silva / Arquivo Glam Magazine

 

Em dez anos de atividade, o grupo - composto por Branko, Riot, Kalaf, Conductor e Blaya – andou na estrada e levou o novo som eletrónico da Buraca para todo o mundo, deu concertos e cruzou inspiração, géneros musicais, ideias e projetos com inúmeros artistas internacionais, lançou dois EP, três álbuns e dezenas de singles, ganhou prémios nacionais e estrangeiros. A banda regressa agora a Lisboa para se despedir do mundo e dos seus fãs.

A ponte multicultural é a síntese do ADN dos Buraka Som Sistema, grupo que olha o mundo como um todo e lhe apresentou uma sonoridade musical única criada entre Luanda e a Amadora, Lisboa e o Rio de Janeiro, Londres e Nova Iorque. Uma mistura entre o legado cultural português e a “modernidade musical internacional e contemporânea”.

Num ano em que as Festas de Lisboa comemoram os 50 anos da Ponte 25 de Abril, os Buraka Som Sistema e a EGEAC preparam um dia e uma noite memoráveis, em que convidam à viagem, à partilha e à criação de pontes entre distintas culturas, idiomas, géneros musicais e estilos de dança.

 

 

Retimbrar lançam primeiro videoclip para “Voa Pé”

Eis que nos chega o vídeo do tema bandeira do “Voa Pé”, o álbum de estreia dos Retimbrar. Realizado pela dupla Dawn Pictures, o vídeo mostra-nos a banda no seu natural espaço de trabalho, onde foram criadas e desenvolvidas todas as músicas do disco.

vilarock.jpgPor todo o cenário são visíveis os instrumentos e objectos que os Retimbrar utilizam para criar, muitos deles construídos por alguns dos seus elementos. Assim são os Retimbrar….

“Retimbrar, soa mesmo muito bem. De nome e de conteúdo. Porque é um projecto brioso e eficaz, terrivelmente eficaz. Ambicioso também. E esta é uma palavra que em Portugal se presta a um vasto feixe de equívocos. Porque é por vezes mal vista, a ambição. Confunde-se com arrivismo, ânsia e ganância de reconhecimento, falta de critério e de real talento.

Aqui, é tudo ao contrário. A verdadeira ambição é a do rigor e da excelência.

Devemos sempre aspirar a isso, sabendo sempre que ficaremos aquém do que nos propusermos. Daí o continuarmos e aperfeiçoarmos toda a matéria. A excelência não é coisa fácil nem talvez possível. Mas vai-se sempre à procura dela, muito trabalho, trabalhando.

Retimbrar é a conversão do ritmo na matéria. Os ritmos marcam tudo, desde as batidas do coração ao sopro dos pulmões (e como ambos mudam, com as ânsias e os repousos!).

E é também encontrar o timbre certo para a energia e emoção das melodias populares. Fonte perene e transformada, quando se olha a sério para ela.

 

Com origens certamente diversas, eruditos ou não dos seus instrumentos, o feixe de músicos que se juntaram neste projecto remete para o centro da nossa terra e para a largura do mundo. E fá-lo com o prazer à solta, o prazer que se agarra e se solta e manda em tudo.

Prazer de bater e fazer ecoar um instrumento, à espera de saber quem o vai ouvir e quem vai estremecer.”

Sérgio Godinho

 

Lotus Fever apresentam novo single / Vídeo “Together”

Depois do sucesso do trabalho de estreia e de vários concertos um pouco por todo o país, a banda lisboeta Lotus Fever revela uma evolução na sonoridade, fazendo-se acompanhar por Nuno Roque (Capitão Fausto, Keep Razors Sharp) na produção do tema.

Capa_Together_Huyseman.jpgO vídeo de “Together” é ambicioso, gravado em plano de sequência, e segue o fio condutor deixado pelos seus antecessores.

 

Our House is your House… Março no Musicbox curated by Frenzy

“Em Março, começando a dar ao rabo, não fica a ovelha em outeiro, nem borrego em descampado, nem pastor empelicado”, já alertavam os antigos através da sua sabedoria popular. Populares são também as festas, em que os amigos e amantes da boa música electrónica compactuam numa dança desenfreada por estas noites destemidas.

O convite está lançado, “Março amoroso faz o ano formoso.” E as quartas-feiras comprovam!

Banner_House_Março16.jpgSair à noite é um passatempo, sair para dançar e divertir é statement e nada melhor que evocar as míticas noites do Studio 54 ou o eterno Larry Levan, enquanto pregador máximo da libertinagem. Só que aqui - noites House no Musicbox Lisboa - haverá um convidado por mês que ficará encarregue de encontrar 4 parceiros e distribuí-los pelas quartas-feiras do mês. O conceito é simples e pouco inovador, mas fica a promessa de que estas noites não serão indicadas aos agentes da autoridade moral, porque sexy e sexo podem confundir-se facilmente. Estando em casa, é desfrutar da mesma.

 

Em Março, a convidada é a Frenzy, agência de DJs, produtora de eventos e editora musical que se apresenta como um pilar que deseja centrar sobre si várias vertentes de uma só cultura. A Frenzy trata de agregar sob um só selo de qualidade todos estes diferentes aspectos que sempre fizeram parte da House Music e tudo o que gira à sua volta. Com ênfase principal em satisfazer o seu público, pretende chegar não só aos ouvidos maduros como ajudar a firmar tendências e a divulgar sonoridades fora do certo e sabido.

 

Todos os meses é convidado um ilustrador para fazer o design com base num layout nosso. O convidado do mês é The Caver.

 

2 Março / PEDRO GOYA + KAESAR

“Março virado de rabo é pior que o diabo.”

Uma dupla necessária para virar os discos e deixar alguns diabos muito felizes!

9 Março / NUNO DI ROSSO + PIXEL82

“Tardes de Março, recolhe teu gado.”

É o mote que liga e orienta qualquer party animal para uma noite comandada pelas sonoridades do Norte!

16 Março / GEAR + JOHAN

“Em Março, onde quero passo!”

É com toda a certeza que esta passagem é obrigatória pelo universo sonoro destes compinchas eletrónicos!

23 Março / ACCATONE + ROGÉRIO MARTINS

“Em Março, tanto durmo como faço.”

O mês ainda não acabou e ainda há tanto para ouvir e dançar!

30 Março / SEÑOR PELOTA + PAN SORBE

“Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.”

 

Será um ano feliz, sem dúvida, ao terminar este mês com todas as vibrações sonoras projetadas para uma pista efervescente, à boa moda Frenzy!

"Mergulho", novo disco de Filho da Mãe, em stream na Antena 3

É com "Mergulho" que Filho da Mãe, esse nome que já dispensa apresentações, volta aos nossos ouvidos depois de "Cabeça" (2013), onde se consagrou como um dos guitarristas mais exímios que já escutámos. À primeira audição, "Mergulho" é um autêntico campo de batalha entre várias forças igualmente possantes que colidem e dão corpo a uma tempestade algo bucólica e imprevisível. Tudo isto deve-se não só ao homem por detrás da guitarra, mas também ao sítio onde o disco se alinhou: no Mosteiro de Rendufe, em Amares.

untitled1.jpgA sua pré-estreia, antes de chegar às várias plataformas de stream a 7 de Março e às lojas numa edição conjunta Lovers & Lollypops e Cultura FNAC a 14, dá-se pelas mãos da Antena 3, a partir de hoje (29). Depois, "Mergulho" invade os palcos do Porto e de Lisboa, apropriando-se de outros não tão naturais como o Mosteiro de Rendufe, para um autêntico regresso às origens. As actuações contam com a presença de convidados especiais como Cláudia Guerreiro (Linda Martini, Asneira), João Nogueira (Cruzes Credo, Riding Pânico) e João Brandão (produtor do disco).

 

Convém-nos acrescentar, ainda, que, na mais pura das coincidências, a residência artística de Filho da Mãe se deparou com a do realizador de "Alto do Minho", Miguel Filgueiras.

Dessa causalidade sairá, em breve, um retrato visual da concepção de "Mergulho".

 

12 Março - Claustros da Igreja de São Domingos (Viana do Castelo)

18 Março - Teatro Maria Matos (c/ Cláudia Guerreiro, João Nogueira e João Brandão) (Lisboa)

19 Março – TREMOR (Açores)

1 Abril - Auditório de Espinho

21 Abril – Teatro Helena Sá e Costa (c/ Cláudia Guerreiro, João Nogueira e João Brandão) (Porto)

22 Abril - Mosteiro de Rendufe (Amares)

30 Abril - GNration (Braga)

 

Podem ouvir e adquirir o disco aqui

 

ZONA… Uma Coreografia da Psique de Nuno Moreira

ZONA é um projecto de edição do fotógrafo Nuno Moreira realizado entre Tóquio e Lisboa, tendo como base uma performance pensada exclusivamente para o registo das cerca de 30 imagens resultantes deste livro de artista. ZONA é a segunda monografia do autor (depois de "State of Mind", 2013), que acaba de ser editada numa edição de luxo limitada a 300 exemplares que irá estar disponível na Ermida Nossa Senhora da Conceição.

zona_nunomoreira_01.jpgCom uma base assumidamente conceptual as fotografias exploram medos, sonhos e paisagens interiores, partindo de um estudo sobre a psique humana e uma procura em representar de forma concreta os recantos do inconsciente. As fotos fazem-se acompanhar por textos do escritor José Luís Peixoto em três línguas: Português, Inglês e Japonês.

zona_nunomoreira.jpgZONA é um livro com duas narrativas que se vão cruzando e completando durante um processo cruzado de leituras: imagem e texto funcionam de forma paralela podendo também ser lidas de forma completamente independente; o resultado é um livro silencioso, negro e com imagens repletas de uma qualidade cinemática.

 

Nuno Moreira… nasceu em 1982 em Lisboa e desenvolve actividade independente enquanto artista gráfico e fotógrafo. Estudou Cinema mas trabalhou sempre como designer, fotógrafo e professor especializando-se nas áreas de direcção de arte e edição editorial.

Desenvolve trabalho artístico desde 2006 expondo com regularidade em Portugal e internacionalmente projectos de fotografia, colagem e instalações de cariz multidisciplinar.

 

Ermida Nossa Senhora da Conceição (Lisboa)

5 a 27 de Março 2016

Tudo a postos para o arranque da primeira edição Lisboa Dance Festival

Será já nos próximos dias 4 e 5 de Março que o Lisboa Dance Festival tomará conta de 4 salas dentro da Lx Factory e ainda, em regime “after hours”, do Clube Ministerium, no Terreiro do Paço. Presentes estarão mais de 60 artistas nacionais e internacionais, com 16 editoras portuguesas de vários quadrantes da música electrónica a apresentarem showcases especiais que sublinham o momento particularmente vibrante que se vive. Ao todo, o Lisboa Dance Festival oferece mais de 36 horas de música divididos por dois dias que prometem ficar na memória de todos.

LDF.pngCom nomes de primeira linha do universo da Electrónica como Sven Vath, Motor City Drum Ensemble, Move D, Vakula, Âme, DJ Ride ou Magazino, o Lisboa Dance Festival posiciona-se para ser um evento de referência no mapa musical nacional e internacional. Na génese deste projeto está também um desejo de ajudar a promover a fértil cena electrónica nacional, facto conseguido não apenas com a programação de showcases de 16 dos mais ativos selos portugueses, mas também com um assinalável número de acreditações concedidas a jornalistas internacionais que se deslocarão a Lisboa propositadamente para a cobertura deste evento.

 

O Lisboa Dance Festival assenta em três pilares fundamentais: uma forte programação musical, mas também a zona Market – onde estarão representadas várias marcas de referência no universo da electrónica: escolas, marcas e lojas de equipamento, lojas de discos – e a programação Talks – que oferecerá a alguns dos principais protagonistas deste movimento a oportunidade de apresentar e discutir ideias estruturantes.

 

No dia 4 as portas abrirão às 17 horas, com o espaço Market, e os primeiros DJ sets arrancarão às 17:30 nas salas XL e Zoot.

No dia 5, a abertura de portas acontecerá mais cedo, a partir das 14 horas, com a programação Talks a arrancar no espaço Act For All a partir das 15 horas.

Em ambos os dias uma programação extra estenderá a acção musical até às 9 da manhã no Clube Ministerium, do Terreiro do Paço

"Encontros Improváveis"… Espectáculo único, onde o Circo dialoga com o Fado e com o Cante Alentejano.

Ao princípio era o Verbo”... e o Verbo mora no Fado, como habita no Cante Alentejano. Mas estará o Verbo nos gestos ousados e nos “corpos ao limite” dos artistas de circo?

O Chapitô, casa do dom e da ousadia, lugar do Circo, quer demonstrar que esse diálogo de virtuosidades é possível.

0000.jpgAos dois “patrimónios imateriais da humanidade”, Fado e Cante Alentejano, junta-se o Circo para, num espetáculo único, na noite de 15 de Março de 2016, no Coliseu de Lisboa, celebrar as vozes e os corpos em sintonia de origens. Os jovens alunos da Escola de Circo do Chapitò partilham o palco com Aldina Duarte, uma das vozes mais singulares do Fado, e com Vitorino e o Grupo de Cantadores de Pias, referência incontornável desse Canto telúrico de além-tejo!

 

Numa primeira parte do espetáculo, apresenta-se em estreia na cidade de Lisboa, para o grande público, a Ópera-Circo “O Circo do Mágico Eli Eli Eli Elias”, um texto do escritor consagrado Gonçalo M. Tavares e música de Jorge Salgueiro, encenação do Teatro o Bando a partir de uma conceptualização de João Brites, e os figurinos e adereços entregues à direção de Rachel Caiano que orienta o grupo de alunos do Curso de Cenografia, Figurinos e Adereços da Escola do Chapitô.

 

Bilhetes à venda aqui

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

15 de Março 2016 | 21.00h

Biffy Clyro com passagem confirmada no NOS Alive ‘16

Os Biffy Clyro têm passagem confirmada na 10.ª edição do NOS Alive, dia 7 de julho. A banda escocesa, conhecida pelas suas explosivas atuações ao vivo, junta-se aos já confirmados The Chemical Brothers, Pixies, Robert Plant e The 1975 no Palco NOS.

IMG_7097.jpgOs Biffy Clyro encontram-se em Los Angeles a gravar com o produtor Rich Costey (Muse, Frank Turner, Foster the People) e segundo um post no Twitter da própria banda, vai ser o álbum da década. Numa recente entrevista ao NME, Simon Neil promete que o novo álbum deverá sair em abril ou maio, trazendo ao NOS Alive novos temas.

Com seis álbuns editados, um milhão de discos vendidos, nove galardões conquistados, entre NME Awards, Kerrang! Awards, Q Awards e uma nomeação para o Mercury Prize, os Biffy Clyro são atualmente um dos maiores fenómenos do rock britânico.

 

Nomes já anunciados:

Arcade Fire, Biffy Clyro, Calexico, Carlão, Courtney Barnett, Father John Misty, Foals, Grimes, Hot Chip, Jagwar Ma, John Grant, José González, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Two Door Cinema Club, Vintage Trouble, Wolf Alice e Years & Years.

 

Carlão…. “Na Batalha” novo single

Na Batalha” é o novo single de Carlão e está a partir de hoje à venda.

Com a produção de Branko (dos Buraka Som Sistema, com quem Carlão colaborou em “Os Tais”) e Dotorado, o tema é uma reflexão madura sobre a vida quotidiana, com um beat pujante e envolvente, e já se encontra a rodar nas rádios portuguesas. É também o tema-título do novo EP, que tem edição prevista para dia 23 de Março, exclusivamente nas plataformas digitais.

CARLAO_PHOTO_1.jpgA comemorar um ano do lançamento de “Quarenta”, o primeiro disco em nome próprio de Carlão, chega “Na Batalha”, cujo primeiro single “A Minha Cena” foi editado no final de 2015, acompanhado por um vídeo notável, realizado por Vhils.

Neste novo EP “Na Batalha”, Carlão aprofunda os temas centrais de “Quarenta”, desde as grandes questões existênciais às minudências do quotidiano, que ganham a sua máxima expressão na interacção com o público, nos concertos. A digressão iniciada no ano passado continua em 2016 e conta agora com estes novos temas, que poderão ser descobertos ao vivo, pela primeira vez, dia 26 de Março, no Caparica Primavera Surf Fest.

CHVRCHES, The Tallest Man On Earth, Sharon Jones e Ryley Walker no Vodafone Paredes de Coura 2016

O electro-pop de Chvrches, o indie folk de The Tallest Man on Earth, a veterana do R&B Sharon Jones e o prodigioso Ryley Walker são as novas confirmações para o Vodafone Paredes de Coura 2016, que decorre de 17 a 20 de agosto.

cvrches.pngQuando o trio de Glasgow, Chvrches, editou o álbum de estreia, em 2013, poucos sabiam o seu nome, mas muito mudou nos últimos anos. Depois de mais de 500 mil álbuns vendidos, de esgotarem concertos por todo o mundo e de conquistarem o sucesso entre o público e a crítica, a banda regressa ao Vodafone Paredes de Coura com “Every Open Eye”. O álbum de 2015, gravado no mesmo estúdio caseiro do primeiro LP, partiu de algumas ideias que a banda juntou enquanto esteve na estrada e resulta em algo intenso e visceral que define uma vez mais o estilo próprio da banda.

 

Também da Europa, mas da Suécia, chega Kristian Matsson, mais conhecido como The Tallest Man on Earth. Depois dos primeiros registos marcados pela sua voz e guitarra acústica, Matsson foi adicionando, nos últimos álbuns, várias camadas de instrumentalização. “Dark Bird Is Home” (2015), considerado o seu álbum mais pessoal, apresenta um mundo de sonhadores e viajantes com luzes, sombras, fantasmas, árvores e pássaros, para conhecer na edição deste ano do Vodafone Paredes de Coura.

Enquanto muitos artistas vão e vêm, o ritmo e sentimento dos The Dap-Kings e a energia e alma honesta de Sharon Jones não desaparecem. Entre apresentações ao vivo eletrizantes e álbuns com aclamação da crítica e deleite do público, a banda já se apresentou por todo o mundo, além de ter colaborado com alguns dos maiores nomes da música, incluindo David Byrne e Michael Bublé. Em 2013, e a lutar contra um cancro, Sharon Jones teve energia suficiente para concluir “Give People What They Want”, editado em 2014. Um ano mais tarde, foi a vez de estrear o filme sobre a vocalista, “Miss Sharon Jones!”, no Festival Internacional de Toronto e de editar “It's a Holiday Soul Party”, uma coleção de músicas de Natal e Hanukkah.

Ryley Walker é a reencarnação do verdadeiro guitarrista americano. O talentoso cantor e compositor até pode ter começado a sua carreira por acaso, mas o seu sucesso não é um acidente. Dificuldades e contratempos só parecem instigá-lo criativamente. “Primrose Green”, o último álbum editado o ano passado, começa onde “All Kinds Of You” termina, mas rapidamente viaja para mais longe. O título pastoral e pitoresco esconde qualidades que a prática interminável e a disciplina transformam numa obra-prima. Ninguém sabe o que o futuro reserva para Ryley Walker. Por agora, a banda que mistura novos e velhos talentos de Chicago está pronta para apresentar “Primrose Green” no Vodafone Paredes de Coura.

 

Estes nomes juntam-se aos já confirmados LCD Soundsystem, Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods e The Bohicas.