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Glam Magazine

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“Pretend” o novo single dos Owan

Pretend” é o título do novo single dos Owan.

Retirado do seu álbum de estreia “And Now You”, este tema, traz-nos mais uma canção com uma sinceridade e maturidade impar, digna do que de melhor se faz no campo da Pop/Rock e Indie Europeu

OWAN_Foto1.jpgOwan (Out With A New) é um projeto musical criado e liderado por Danniel Boone (Autor, compositor, vocalista e multi-instrumentista). Em 2007 os Owan editam um EP homónimo “Out With A New” ainda com os anteriores músicos, EP esse que trouxe alguns showcases em locais como as lojas FNAC e alguns concertos. Depois veio um período de paragem na produção da banda, devido a diferentes caminhos pessoais que levaram a uma fase de grande composição por parte de Danniel Boone.

Como cantor, compositor e guitarrista este foi o momento para o autor experimentar e procurar novos ambientes. Esta vontade de fazer música já havia começado vários anos antes desde que compôs a sua primeira música com 13 anos de idade. Neste período (2007/2011) ele desenvolveu uma maturidade que possibilitou materializar algumas das suas ideias musicais num álbum. A pré-produção do álbum, que haveria de chegar, “And Now You” começou em 2012 feita por Mike More (Baterista e produtor do EP) gravando e produzindo maquetas de cerca de 30 músicas nos estúdios FreakCastle, algumas das quais chegaram a ser tocadas em concertos.

Em 2013 os Owan tiveram a oportunidade de trabalhar com o produtor Quico Serrano e decidiram gravar um single. A partir deste trabalho no estúdio da Aguda com a colaboração de Inês Vicente (“voice coach” e “lyrics advisor”) mais músicas da fase de pré-produção e de outras músicas novas foram trazidas à vida no presente álbum “And Now You”. “One day you will realize” foi o tema escolhido para primeiro single e primeiro vídeo realizado pelo Alberto Almeida em Março de 2014

“Ivanov” em estreia nacional a 5 de Março

Se “Ivanov” é considerado o anti-herói dos tempos modernos, a versão iraniana da peça de Anton Tchekhov encarna a melancolia de uma pós-modernidade preocupante. Um mundo em constante mutação, assolado por conflitos, guerras, discriminações várias. Um mundo de diferenças, de lutas armadas, onde os países do Médio Oriente são os mais destacados a nível mundial – quer pelas diferenças culturais, quer pela intolerância à diferença. Amir Reza Koohestani lança assim, a partir do clássico russo, um olhar contemporâneo sobre a obra, fazendo uma das mais profundas reflexões teatrais ao Irão dos nossos dias. Neste espetáculo, vencedor do prémio para melhor produção teatral do seu país e que tem sido apresentado por vários países da Europa, Ivanov surge como sozinho, um ser solitário perante uma revolução desfeita (quiçá, inconsequente). Um olhar sobre um mundo sem futuro, onde a pergunta que se impõe é apenas uma: o que fazer agora, quando nada parece ter caminho definido? Uma visão do Irão reflectido em vários prismas, como se em cada um desses espelhos estivesse cada um dos países europeus.

Salgashtegi1-Mani Lotfizadeh_5.JPGAmir Reza Koohestani nasceu em 1978, em Shiraz, Irão. Tinha 16 anos quando começou a publicar pequenas histórias em jornais locais. Atraído pelo cinema, tirou cursos de realização e cinema em 1995 e realizou dois filmes, que nunca terminou. Após uma breve experiência enquanto ator, decidiu enveredar pela escrita e encenação, de forma definitiva, tendo escrito a primeira peça em 1999, “And The Day Never Came”, que nunca foi encenada. Seguiu-se “The Murmuring Tales” (2000), que recebeu rasgados elogios da crítica em Teerão, durante a apresentação no Festival Internacional de Teatro de Fadjr. Mas foi com a terceira peça “Dance On Glasses” (2001), que esteve em digressão durante quatro anos, que Amir Reza Koohestani ganhou o reconhecimento internacional, tendo recebido o apoio de vários teatros e diretores europeus, tendo apresentado desde então as suas peças um pouco por todo o mundo.

 

Texto Original: Anton Tchekhov

Adaptação: Amir Reza Koohestani, a partir da versão inglesa de David Hare

Encenação: Amir Reza Koohestani

Interpretação: Vahid Aghapour, Reza Behboodi, Saeid Changizian, Fatemeh Fakhraee, Negar Javaherian, Fariba Kamram, Mohammadhassan Madjooni, Mohammadreza Najafi, Mahin Sadri

Assistência de Encenação: Mohammad Reza Hosseinzadeh, Roxna Bahram

Cenografia: Amir Hossein Ghodsi, Amir Reza Koohestani

Música: Hooshyar Khayam

Som: Kave Abedin

Figurinos: Negar Nemati

Vídeo: Davoud Sadri

Direção de Palco: Mohammadhossein Nafariazad

Legendagem: Negar Nemati

Produção: Mehr Theatre Group

Direção de Produção: Mohammad Reza Hosseinzadeh

Produção Executiva: Pierre Reis

 

Auditório Campo Alegre (Porto)

5 de Março 2016 | 19.00h

Festival Oestrymnis… Festival de Arte Folk

O Trobadores - Taberna Medieval e a banda portuguesa Urze de Lume organizam, nos dias 4 e 5 de Março de 2016, o Festival Oestrymnis, em Lisboa. Procurando celebrar as origens mais primitivas de Portugal, o Oestrymnis Festival de Arte Folk foca-se, essencialmente, nas artes atuais que ainda mantêm vestígios de outrora, de uma era que sobreviveu à prova do tempo e que se fundiu e atualizou sem nunca perder a sua identidade primordial. O Festival contará com concertos, mostras de artesanato, exposições e conferências.

999.jpgOestrymnis (extremo oeste) foi o nome dado pelo poeta romano Rufius Festus Avienus à região oeste da Península Ibérica. Os Oestrymni eram o povo que habitava a área geográfica hoje conhecida como Portugal, desde o Algarve até à Galiza, onde se julga terem habitado desde o Neolítico até à grande invasão das serpentes (os Celtas Saefes e Cempsi). De acordo com antigas escrituras fenícias e gregas, os Oestrymni são considerados como o povo mais antigo que habitou a região a que atualmente chamamos Portugal.

Em ambiente de celebração, não faltarão a gastronomia, os licores, o hidromel e outros néctares ancestrais que irão ajudar a invocar o espírito do nossos antepassados nos dois dias deste encontro.

 

Jardim 9 de Abril (Lisboa)

4 e 5 de março 2016 | a partir das 17.30h