Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Massive Attack & Young Fathers no Super Bock Super Rock

Seis anos depois do último álbum de originais, com uma das mais fiéis legiões de fãs e referência incontornável das últimas duas décadas e meia, estão de regresso aos discos, aos palcos e ao Super Bock Super Rock: dia 15 de julho, no Palco Super Bock, Massive Attack, que nesta tour se fazem acompanhar pelos Young Fathers.

mt.jpgDR / Arquivo

 

Com mais de 25 anos de carreira, os britânicos Massive Attack, nunca perderam o fôlego da sublimidade. Pais do trip-hop, souberam sempre elevar a música eletrónica para territórios onde só os raros têm lugar. Nomeados e vencedores por diversas ocasiões de prémios de nomeada como os Brit ou MTV Awards, a banda de "3D" (Robert Del Naja) e "Daddy G" (Grant Marshall) vem ao Super Bock Super Rock apresentar o seu reportório constituído por 5 LP e os dois EP que até ao verão rechearão a sua obra. Seis anos depois do último álbum de originais, voltaram em janeiro com “Ritual Spirit”, que conta com o regresso de Tricky, voz do tema “Take It Here” (com vídeo já lançado), com a colaboração do rapper Roots Manuva (em “Dead Editors”) e do novato mas talentoso Azekel (no tema “Ritual Spirit”).

Quem também colabora em “Ritual Spirit” são os Young Fathers (no tema “Voodoo In M Blood”) que fazem também companhia aos Massive Attack na tour que passará pelo Super Bock Super Rock. Os britânicos venceram o Mercury Prize de 2014 e são uma das bandas mais queridas do momento no Reino Unido, sendo conhecidos pelas suas extraordinárias prestações ao vivo. Na Primavera os Massive Attack editarão novo EP, tudo a servir de avanço e embalo para um dos mais aguardados novos álbuns da temporada que chegará no final do ano.

Massive Attack num grande regresso aos discos e ao Super Bock Super Rock.

 

Mais novidades a anunciar brevemente.

 

Já confirmados:

 

14 de julho

Palco Super Bock - Disclosure, The National

Palco EDP - Jamie XX, Kurt Vile, Villagers

 

15 de julho

Palco Super Bock - Massive Attack & Young Fathers, Bloc Party

Palco EDP - Mac DeMarco, Kwabs, Petite Noir

 

16 de julho

Palco Super Bock - Kendrick Lamar

Palco EDP - FIDLAR

“Bruta”… Ana Deus e Nicolas Tricot no Teatro Municipal da Guarda

Bruta”, é o disco que reúne fisicamente o trabalho que Ana Deus (Ban, Osso Vaidoso e Três Tristes Tigres) e Nicolas Tricot (Naco, Nuno Prata, Foge foge bandido e Estação de serviço) desenvolveram em torno da poesia de autores internados em manicómios ou que em algum momento da sua vida passaram pela “dor” psicológica.

GLAM - Ana Deus 1.jpg(C) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Mário de Sá Carneiro suicidou-se em Paris com 26 anos. Sylvia Plath com 31 anos. Ângelo de Lima e Stela do Patrocínio passaram a maior parte das suas vidas internados em hospitais psiquiátricos.

Nos seus poemas podem ler-se algumas das suas inquietações assim como a ironia com que olhavam para si próprios

 

Teatro Municipal – Pequeno Auditório (Guarda)

26 de fevereiro 2016 | 21.30h

Paulo Flores celebra aniversário na Casa da Música (reportagem)

Paulo Flores celebrou em jeito de homenagem o 40º aniversario da independência de Angola no passado sábado na Casa da Música, através da apresentação dos novos temas do disco “Bolo de Aniversário”, a editar já na primavera, que no fundo ilustra essa homenagem à independência do pais que o viu nascer.

Foi um regresso saudado do cantor à Casa da música numa celebração da longevidade da sua carreira musical com mais de 15 discos já editados.

paulo0.jpg

Apresentando-se em palco com uma postura descontraída e de certa forma intimista, Paulo Flores cantou e encantou os presentes com os seus ritmos quentes de tradição urbana angolana que é o semba.

paulo1.jpgO músico que sempre foi um dos principais defensores da musica tradicional angolana, quer em Portugal quer no mundo, surge na casa da musica a demonstrar esse mesmo apoio. Exímio contador de histórias em palco, quer através das suas letras quer através de vivencias angolanas contadas ao publico entre as suas canções, Paulo Flores desenrolou o seu livro musical ao longo da noite, sendo sempre acarinhado pelo publico presente.

paulo2.jpgNas suas vivências testemunhadas junto do público, Paulo Flores explora o olhar crítico da geração e da sociedade angolana, que cresceu depois da independência e reflete o sentimento de revolta face à destruição que assiste, quer a nível social e cultural, no seu país, “O país que nasceu meu pai” como o titulo do seu ultimo disco editado em 2013, uma homenagem prestada igualmente a seu pai.

paulo3.jpg

Reportagem: Sandra Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo

 

Mais fotografias do concerto aqui

Mulheres de Fado no Teatro Sá da Bandeira… Rosita, Maria do Sameiro, Sara Pinto e Florência

Todos os dias são delas, mas ainda bem que existe um para lhes fazer a homenagem que merecem. No próximo dia 5 de Março, no Teatro Sá da Bandeira, a Rádio Festival convida o Grande Porto a celebrar a força, a beleza, a inteligência e a coragem das mulheres da sua vida.

GLAM - Florencia.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Num espetáculo único com as melhores vozes femininas do Norte que já são parte da história da nossa música, Rosita, Maria do Sameiro, Sara Pinto e Florência vão justificar a frase de Miguel Esteves Cardoso quando escreveu que "as mulheres do norte deveriam mandar neste País".

Uma noite com as melhores vozes do Fado Nortenho que terá as mulheres em lugar de destaque..

 

Teatro Sá da Bandeira (Porto)

5 de Março 2016

“The Motherf**ker with the hat”... no Teatro do Bairro

A peça “The Motherf**er with the Hat” é uma comédia estridente entre dois amantes com uma relação autodestrutiva e os amigos que os rodeiam e alimentam este relacionamento.

Jackie é um ex-traficante, adicto, que acaba de ser libertado da prisão e está a tentar manter-se sóbrio através do programa dos AA. Continua apaixonado pela sua namorada de infância, Verónica, que é viciada em cocaína. Ralph D. é o “falinhas mansas” de Jackie. Um padrinho ligeiramente asneirento, com um desejo irreprimível de uma vida de tofu, yoga e chá de tisanas. Ralph D. é casado com a amargurada Victoria, que sente uns calores por Jackie. E depois há ainda Júlio, primo de Jackie. Um gay excessivamente sensível com alguns problemas de amor. Tudo parece estar a ir bem na vida de Jackie até ao repentino aparecimento de um misterioso chapéu masculino no apartamento de Jackie e Veronica.

motherfker.jpg(c) SF Playhouse

 

Uma traição sexual repleta de desconsideração e de episódios “acidentais” que vai desde a alta comédia ao desespero puro, enquanto as personagens tentam, apaixonadamente, trazer a verdade a suas casas, ao mesmo tempo que lidam com um dos paradoxos mais dolorosos da natureza humana: como boas almas podem ser filhas da puta e vice-versa.

 

De: Stephen Adly Guirgis

Encenação: John Frey

Elenco: Tiago Felizardo, Matilde Breyner, Tiago Fernandes, Salvador Nery e Ana Baptista;

Assistente de Encenação: Carolina Abrantes

Desenho de Luz: Ricardo Ladeira

Cenografia: Beatriz Realista

Arranjo Musical: John Frey

Direção de Palco: Joana Ruela

Comunicação: Pedro Caetano

Tradução e adaptação: John Frey Studio for Actors (JFSA)

Produção: John Frey Studio for Actors (JFSA).

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

25 de fevereiro a 13 de Março 2016 / Quinta a sábado 21.00h

emmy Curl ao vivo no Festival Sons de Vez e na Figueira da Foz

emmy Curl continua em digressão de suporte a “Navia”, o seu disco de estreia lançado em Outubro de 2015. Aproximam-se mais dois concertos, dia 26 de Fevereiro, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, num concerto integrado no Festival Sons de Vez, e dia 19 de Março, a solo, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

GLAM - Emmy Curl (2).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O concerto percorre o LP da cantora e compositora transmontana, reconhecida como uma das grandes promessas da indie pop nacional, e é em palco que todo o seu universo criativo se materializa, numa cuidada produção cénica, que evoca Navia, a deusa dos rios e da água na mitologia galaica e lusitana, que baptizou o Rio Neiva e dá nome a este disco.

emmy Curl está ao leme da sua caravela, na voz e guitarra, sendo acompanhada por Eurico Amorim nos teclados, João André no contrabaixo, baixo e moog e Mário Barreiros na bateria e guitarra. Em 2016 é tempo de experienciar ao vivo a arte e a música de emmy Curl.

 

Festival Sons de Vez

26 de fevereiro 2016

 

CAE Figueira da Foz

19 de Março 2016 | 23.00h

“Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a”

A Gaivota, de Anton Tchékhov, é o ponto de partida para a nova criação de dança de Victor Hugo Pontes. Não se trata de transpor o enredo para o movimento, nem sequer de posicionar as personagens numa linguagem artística distinta do teatro. A dança clássica serve-se de um libreto e este espetáculo de dança serve-se de uma peça.

JCF_8174_ÔêÅ Jose Caldeira.jpg(c) José Caldeira

 

A estrutura dramatúrgica sustenta o movimento, mas a narrativa perderá linearidade, de modo que o espectador veja aqui aquilo que quer ver num Tchékhov dançado. Um texto como ponto de partida é o desafio a que o coreógrafo se propõe. O texto de A Gaivota é, também ele, uma espécie de sucessivas tentativas de criação e de existência. De resto, a reflexão sobre o ato criativo é um dos pontos mais fortes desta peça de Tchékhov, e um dos que mais interessa a Victor Hugo Pontes

JCF_8460_ÔêÅ Jose Caldeira.jpg(c) José Caldeira

 

Interpretação: Allan Falieri, Ángela Diaz Quintela, Daniela Cruz, Felix Lozano, Jorge Mota, Leonor Keil, Marco da Silva Ferreira, Valter Fernandes, Vera Santos

Direção e coreografia: Victor Hugo Pontes

Cenografia: F. Ribeiro

Música original: Rui Lima/ Sérgio Martins

Apoio dramatúrgico: Madalena Alfaia

Assistente de coreografia: Marco da Silva Ferreira

Desenho de luz e direção técnica: Wilma Moutinho

Direção de produção: Joana Ventura

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

26 e 27 de Fevereiro | 21.00h

SMSF 2016… Forgotten Tomb, OvO e Phantom Vision confirmados

O cartaz fala por si… Rotting Christ, Sinister, Bizarra Locomotiva, Cripple Bastards, Allen Halloween, Mata Ratos, Spiritual Front, IXXI, Caronte, Decayed, Harakiri for the Sky, Atila, Amulet, Empty, Aramaic, Trepid Elucidation.

A estes acrescem agora os italianos Forgotten Tomb, OvO e Extirpation, os portugueses Phantom Vision, Bleeding Display, Vizir e M.I.L.F., e os espanhóis Celtibeerian, com black, thrash, death e um odor a putrefacção gore exaltada com clássicos góticos.

untitled.jpgSurgidos na descendente do black metal, os italianos Forgotten Tomb incorporaram uma onda que revitalizou o género com a devida sujeira, desviando-se dos caminhos mais adornados e limpos. O sangue, já putrefacto, que serviria de base para o negrume com que Herr Morbid se rodearia, que está agora solene, quase ponderado, mas o odor dissipará dúvidas. Levem o vosso melhor estômago para Beja.

 

Diferentes, pelo seu lado, os OvO são tudo e nada, encaixam em todo o lado e em lado algum, escurecem os dias e são um clarão de noite. Cruzando linguagens que vão desde o punk ao metal, com um groove em catadupa pelo set de bateria simplificado, a dupla canaliza um tribalismo cerimonial e mórbido ao ponto de hipnose. Os discípulos de Darkthrone que poderíamos pedir, os milaneses Extirpation abrem jogo no nome: black metal do mais podre e sujo que poderão ouvir. Cuidado com os salpicos na primeira fila.

 

Na frente ibérica, os já decanos Phantom Vision canalizam as nuances menos coloridas do post-punk em harmonias de sintetizadores e balanços de baixos em retalho com ritmos pop, aludindo a uma realidade sonhada e disforme. Com eles, e não menos clássicos em Portugal, vêm os Bleeding Display, exemplo do melhor death que por cá se fez; os grinders Vizir, que trazem garantias de impropérios em sucessão gore, e contarão com a ajuda dos M.I.L.F. nessa frente. A estes acrescem os espanhóis Celtibeerian, cujo sangue no álcool serve de propulsor para o folk metal mais festivo e contagiante que se poderia desejar para destilar abusos.

 

O SMSF 2016 decorre no Parque de Merendas de Beja de 9 a 11 de Junho.

Bilhetes, à venda aqui

Luzingo… novo single “Mary Jane”

Luzingo acabou de lançar um novo single.

Mary Jane”, traz-nos melodias e harmonias contagiantes, alicerçadas em ritmos balanceados que não deixarão ninguém indiferente. De salientar que este single, é o primeiro extraído do seu novo EP que irá ser editado pela Music In My Soul ainda durante o primeiro semestre de 2016.

6347164_orig.jpgLuzingo é mais que um cantor e produtor de Hip-Hop. É um artista cuja diversidade transcende esse estilo, juntando em si diversas influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Segundo LuzingoA música é um mundo sem fronteiras” e como tal, ele domina um espectro musical que abrange dos temas mais "coloridos" aos mais "cinzentos". Estes estilos, que tanto o têm influenciado ao longo da sua vida, são a matéria da sua criação e a inspiração para todas as novas canções que tão elegante e sabiamente compõe.

Judas Priest editam “Battle Cry” a 25 de Março…

A digressão dos Judas Priest de promoção do seu 17.º álbum de estúdio, “Redeemer of Souls”, foi uma das mais extensas da carreira da banda, incluindo 190 espectáculos em 33 países e apresentando um alinhamento que incluiu temas de praticamente todos os seus álbuns clássicos. E agora, os fãs podem reviver toda a experiência de assistir a um espectáculo ao vivo da banda com o lançamento do novo CD/DVD/Blu-ray, “Battle Cry”, a 25 de Março de 2016, pela Columbia Records.

priestbattle.jpgGravado ao vivo a 1 de Agosto de 2015 no Wacken Festival, Alemanha, perante 85 mil pessoas, “Battle Cry” está disponível num CD com 15 faixas, incluindo a totalidade do espectáculo em Blu-ray e DVD (com mais de 94 minutos de duração), para além dos formatos áudio e vídeo digitais. O DVD e Blu-ray também incluem 3 faixas bónus gravadas na Polónia a 10 de Dezembro de 2015 na The Ergo Arena, Gdansk, Polónia. O que torna o alinhamento do espectáculo tão apelativo é o facto de equilibrar os novos clássicos (“Dragonaut”, “Halls of Valhalla”, “Redeemer of Souls”) com clássicos para o headbanging (“Metal Gods”, “Electric Eye”, “You've Got Another Thing Coming”), para além de faixas essenciais do passado (“Devil's Child”, “Beyond the Realms of Death”, “Jawbreaker”).

 

Originalmente criada no início dos anos 70 em Birmingham, Inglaterra, os Judas Priest são responsáveis por oferecerem aos fãs de metal espalhados pelo mundo inteiro alguns dos mais influentes e importantes álbuns do género musical (“British Steel” de 1980, “Screaming for Vengeance” de 1982, “Painkiller” de 1990, etc.), ajudando simultaneamente a divulgar a sonoridade metal a públicos normalmente não associados ao género (Live Aid em 1985 e uma participação surpresa no programa American Idol em 2011) e ajudando a popularizar o visual agora rapidamente identificável de “ganga e cabedal”.

 

Durante décadas, os Judas Priest têm sido uma das maiores bandas ao vivo em todo o género heavy metal. E tal como é comprovado por “Battle Cry”, a banda está a tocar de forma mais pesada e feroz do que nunca.

“Saias”… o novo single dos Diabo na Cruz

Saias” é o quarto single retirado do álbum homónimo dos Diabo na Cruz.

O mesmo será dizer que é a quarta de onze razões que fizeram do terceiro disco do grupo um enorme sucesso perante o público português.

saias.jpgAlegre e atrevida, e com um vinco inconfundível de Diabo, “Saias” recebe agora novo tratamento com mistura de João Bessa e masterização de João Tereso e fará parte de um EP, apropriadamente entitulado “saias EP”, juntamente com “Heróis da Vila” o inédito que os Diabo na Cruz deram a conhecer na primeira semana de 2016.

 

O alinhamento do EP é o seguinte:

  1. “saias” (nova mistura de João Bessa)
  2. “Herois da Vila”
  3. “Amélia” (ao vivo na Feira da Luz)
  4. “Rusga Esquiva” (recriação de Vasco Casais)
  5. “iMoça” (remix de Luso Beat)

 

Entretanto a banda acaba de divulgar as primeiras datas da tour 2016:

27 Fevereiro – Cineteatro Alcobaça

12 Março - Centro Cultural e de Congressos (Caldas da Rainha)

02 Abril - Parque de Feiras e Exposições (Braga)

24 Abril - Comemorações do 25 de Abril - Almada

13 Maio - Sexta 13 (Montalegre)

01 Julho - Festas da Cidade (Coimbra)

06 Agosto – FlaviaeFest (Chaves)

08 Agosto - Semana do Mar Açores (Faial)

20 Agosto - Fornos de Algodres

23 Agosto - Corroios - Seixal

Programação por dias para o NOS Primavera Sound 2016

Já está disponível a programação por dias da quinta edição do NOS Primavera Sound, de 9 a 11 de Junho, no Porto. Os bilhetes diários para o NOS Primavera Sound 2016 ficam disponíveis a partir de terça-feira, dia 1 de Março, pelo preço de 55€.

nos2.png

Programação por dias:

 

Quinta-feira / 9 de Junho:

Animal Collective, Deerhunter, Julia Holter, Parquet Courts, Sensible Soccers, Sigur Rós, U.S. Girls, Wild Nothing

 

Sexta-feira / 10 de Junho:

Brian Wilson performing Pet Sounds, Beach House, BEAK>, The Black Madonna, Cass McCombs, Destroyer, Dinosaur Jr., Empress Of, Floating Points (live), Freddie Gibbs, Holly Herndon, Kiasmos, Mudhoney, Mueran Humanos, PJ Harvey, Protomartyr, Roosevelt, Savages, Tortoise, White Haus

 

Sábado / 1 de Junho:

Air, Algiers, Autolux, Bardo Pond, Battles, Car Seat Headrest, Chairlift, Drive Like Jehu, Explosions In The Sky, Fort Romeau, Linda Martini, Loop, Manel, Moderat, Neil Michael Hagerty & the Howling Hex, Royal Headaches, Shellac, Titus Andronicus, Ty Segall and The Muggers, Unsane

Telmo Pires conquista Lisboa no Museu do Fado (Reportagem)

Telmo Pires, fadista que acaba de lançar o seu 5º album, esgotou o Auditório do Museu do Fado, em Lisboa, onde fez na noite da passada sexta feira, 19 de fevereiro, a apresentação do seu novo disco “Ser Fado”.

telmo 1.jpgDurante o concerto, Telmo Pires interpretou temas como “Fado Fantasma”, “Marujo Português”, “As Mãos e Trago” ou o inédito de António Variações “Ao Passar por Braga Abaixo”, temas que se revelaram os preferidos do público, que também não enjeitou sentidos aplausos no final dos outros temas do novo disco. “Ser Fado”, é o disco em que cristaliza, de forma madura e coerente, a sua ideia muito própria do fado. De um fado antigo que é, na sua voz, sempre novo.

telmo 2.jpgCom Telmo Pires subiram ao palco do Museu do Fado os seus cúmplices Cajé Garcia (viola), Jorge Carreiro (baixo) e Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa).

 

Fotografias de Márcia Filipa Moura

6ª edição do FLM recebe os cineastas Claudia Clemente e Ivo M. Ferreira para uma conversa sobre Falsidade e Verdade na 7ª Arte

O FLM não se baliza na palavra escrita.

Este ano, o ecletismo ramifica para o ecrã, pela primeira vez, com a realização de uma conversa cruzada sobre aquela que é, nas palavras de Godard, a mais bonita fraude do mundo. O cinema tem a palavra, na realização e na represen­tação, para que a mentira possa, também aqui, ser a verdadeira forma de arte. Falsidade e Verdade na Ficção Literária é o mote para uma semana de encontros, debates, espetáculos, sessões de autógrafos, e muitos outros momentos que este festival proporciona em vários pontos da ilha da Madeira, entre 11 e 16 de Abril.

claudia.jpg(c) 2014 Carlos Ramos

 

Claudia Clemente… divide o seu trabalho principal pela escrita e a realização cinematográfica, entre ficção e documentários. Publicou dois livros de contos, “O Caderno Negro” e “A Fábrica da Noite”, e a peça Londres, vencedora do grande prémio de Teatro da S.P.A./Teatro Aberto 2011. Escreveu, produziu, realizou e montou diversas curtas-metragens. O seu primeiro documentário, & etc., foi premiado no festival Doc Lisboa. O romance A Casa Azul (Ed. Planeta, 2014), finalista do Prémio Livro do Ano da Time Out e do Prémio Literário Casino da Póvoa - Correntes d'Escritas 2016, está neste momento a ser adaptado a um telefilme.

 

O cineasta Ivo M. Ferreira, atualmente a viver em Macau, sentiu o gosto pelo cinema instalar-se desde muito cedo na sua vida: depois do Curso de Imagem e Comunicação Audiovisual da Escola de Artes António Arroio (Lisboa), ingressa na London Film School e na Universidade de Budapeste, que abandona para viajar. Numa viagem à China, co-realiza e produz o seu primeiro filme documentário, “O Homem da Bicicleta – Diário de Macau” (1997). Cartas da Guerra, o seu terceiro e maior projeto até então, construído a partir da correspondência de António Lobo Antu­nes durante a guerra colonial, integra a seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2016. O filme com­pe­te pelo Urso de Ouro, a mais im­por­tan­te categoria do Berlinale.

“Plaza Suite” em digressão...

“Plaza Suite” é uma comédia sobre o amor e fala das desventuras de dois casais muito diferentes que enfrentam momentos cruciais nas suas vidas.

Duas histórias distintas escritas por Neil Simon, um dos nomes maiores da dramaturgia norte americana. Com um humor sofisticado e deliciosamente engraçado, este texto foi um grande sucesso teatral e ainda deu origem a um filme.

Plaza_Suite_Digressao_Site.jpgCom 4 personagens interpretados por 2 atores, na primeira história uma mulher tenta reconquistar o afeto do seu marido, encenando um encontro romântico na mesma suite onde passaram a lua de mel há 24 anos. Mas mais do que qualquer festejo, o fim do casamento parece estar à vista. Será que ainda vão a tempo de o salvar?

Na segunda história os pais de uma jovem noiva tentam convencê-la a sair da casa de banho, onde se trancou poucos minutos antes de começar sua festa de casamento. De que terá ela medo? Do amor ou daquilo em que uma relação, com o passar dos anos, se pode transformar? Um hilariante ataque de nervos com um final surpreendente!

Pela primeira vez em Portugal, “Plaza Suite”, marca o regresso de Alexandra Lencastre ao teatro, no ano em que celebra 50 anos e 30 anos de carreira, ao lado de outro grande actor, com quem já contracenou Diogo Infante.

 

Texto - Neil Simon

Tradução - Luísa Costa Gomes

Encenação - Adriano Luz

Assistente de Encenação - Isabel Rosa

Cenário - Fernando Ribeiro

Figurinos - Isabel Carmona

Desenho de Luz - Luís Duarte

Produção - Força de Produção

Interpretação - Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo de Sá

 

26 Fevereiro – Cine Teatro Constantino Nery (Matosinhos)

27 Fevereiro – Cine Teatro (Estarreja)

5 Março – Teatro Figuras (Faro)

12 Março – Auditório de Lagoa

18 e 19 Março – CAE (Figueira da Foz)

24 Março – Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

26, 27 e 28 Maio – Coliseu (Porto)

 

Robin Schulz… Nova confirmação Sumol Summer Fest 2016

Robin Schulz tem apenas dois anos de carreira mas é já uma vedeta mundial. Atua no Sumol Summer Fest a 25 de junho, no dia cujo cartaz já conta com Tinie Tempah, Madcon e Jimmy P. Na véspera, dia 24 de junho, o Ericeira Camping recebe Azealia Banks, Gabriel o Pensador, Elliphant e Regula.

img_0779.jpgDR

 

No seu jeito tímido mas ambicioso, Robin Schulz começou por dominar as cabinas de pequenos clubes alemães. Porém, em 2014, em primeiro lugar com a remistura “Waves (feat. Mr. Probz)”, depois com o single “Prayer In C (feat. Lilly Wood & The Prick)”, Shulz conquistou o mundo e venceu. “Prayer In C” foi considerado o hit de 2014, vendendo milhões de cópias. No outono do mesmo ano, estreou-se com o álbum de originais “Prayer”, um disco esmagador com temas icónicos como “Sun Goes Down (feat. Jasmine Thompson)”. A solidez como autor e DJ confirmou-se definitivamente com o último LP “Sugar” no qual colaboraram grandes artistas como Francesco Yates, J.U.D.G.E., soFLY, Graham Candy, Akon, DJ Moguai ou Moby.

A sua música é feita de melodias muito cativantes e dançáveis, rebentando nos tops de muitas plataformas na internet: do YouTube ao Shazam, escalando igualmente no Spotify. As canções de Schulz são hits imediatos que viciam o corpo e a alma e por isso vão incendiando de forma contagiante os palcos dos melhores festivais como o London’s iTunes Festival, Tomorrowland, Mayday, The Nature One Festival, o Ultra Music Festival de Miami e do Japão e, em 2016, o Sumol Summer Fest com um set memorável.