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Glam Magazine

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Márcia apresenta "Quarto Crescente" em Torres Vedras...

“Quarto Crescente”, é o mais recente disco de Márcia, e é co-produzido por Filipe C. Monteiro, responsável pela produção do anterior “Casulo”, em conjunto com a própria cantora. 

Como quem diz: esta ainda é uma obra em crescimento, um percurso de descobertas e encantos. Onde existe “A Insatisfação” (título do primeiro single) ou “A Urgência”, mas também um “Ledo Sorriso” ou um “Bom Destino”. Aberto ao que vier e disposto a convidar o público para essa viagem.

GLAM - Marcia (4).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Meo

 

Márcia queria ser pintora e cursou Belas-Artes.Talvez seja por isso que a sua música tem a delicadeza de um traço numa página em branco, ou invoca cores pintadas com paciência numa tela. Márcia também esteve próxima do cinema, e talvez seja por isso que a sua música nos cria imagens tão fortes. 

Em “Quarto Crescente”, terceiro álbum de originais, existe “A Insatisfação” (primeiro single) ou “A Urgência”, mas também um “Ledo Sorriso” ou um “Bom Destino”. O disco, editado a 15 de Junho, foi produzido por Dadi Carvalho, músico e produtor brasileiro conhecido, entre muitos outros, pelos trabalhos com os Tribalistas, Marisa Monte, Carminho e Caetano Veloso, por Filipe C. Monteiro e pela própria Márcia e sucede aos aclamados “Casulo” (editado em Maio de 2013 e “”.
Este último, editado originalmente em novembro de 2010, teve uma nova edição em novembro de 2011, na qual, ao alinhamento original, se juntou o tema “A pele que há em mim (quando o dia entardeceu)” em dueto com JP Simões. Um tema que valeu a Márcia uma nomeação para os Globos de Ouro.

 

Teatro Cine de Torres Vedras

20 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Slimmy lança novo single "Left in the Dust"… novo álbum disponível em breve

Slimmy está de regresso às raízes do eletro rock com o seu novo single "Left In The Dust". Depois de celebrar 15 Anos de carreira, Slimmy encontra-se em estúdio onde prepara o seu novo álbum com lançamento previsto para este Verão.

slimmy.pngO sucessor de "Freestyle Heart", promete contagiar o público com as suas sonoridades e energia eletrizantes.

 

O início do projeto Slimmy acontece em 1999/2000, precisamente com o impacto gerado em torno de um terceiro lugar no concurso Roland Masters Of The Groove 2000. A partir desse momento, começou a desenvolver uma inata aptidão para combinar os ritmos mais eletrónicos e dançantes com uma atitude rock sempre presente. Slimmy percorreu o país de norte a sul na pré-apresentação do tão aclamado álbum de estreia “Beatsound Loverboy” em 2007, sendo considerado um dos melhores discos do ano e valendo-lhe nomeações para os Globos de Ouro, os MTV Europe Music Awards, e eleito o terceiro melhor álbum nacional dos últimos 15 anos pelos ouvintes da Antena 3.

Novo album de Eric Clapton “I still do” com edição na primavera

Eric Clapton prepara o lançamento do seu novo album, o 23º disco a solo da sua carreira, já nesta primavera.

I still do” tem edição agendada para 20 de maio através da Surfdog Records e é o sucessor de “Eric Clapton & Friends: The Breeze, An Appreciation of JJ Cale”.

eric clapton.jpg

Arquivo: Rolling Stone

 

A produção do disco esta a cargo de Glyn Johns que já tinha trabalhado com Clapton em 1977 no disco “Slowhand”.

 

Este vai ser o alinhamento do disco:

  1. "Alabama Woman Blues"
  2. "Can't Let You Do It"
  3. "I Will Be There"
  4. "Spiral"
  5. "Catch the Blues"
  6. "Cypress Grove"
  7. "Little Man, You've Had a Busy Day"
  8. "Stones in My Passway"
  9. "I Dreamed I Saw St. Augustine"
  10. "I'll Be Alright"
  11. "Somebody's Knockin'"
  12. "I'll Be Seeing You"

Toby Driver a solo em Portugal

Toby Driver tornou-se conhecido por ser o fundador e líder dos Kayo Dot, agrupamento conotado com os movimentos mais percursores do gótico, ou como baixista dos Secret Chiefs 3.

Toby-Driver_web.jpgDR / Web

 

Ao logo da última década tem vindo assumir-se como figura central da exploração dos limites da da música, desde os territórios mais estranhos do metal, até aos ambientes etéreos do pós-rock, lado a lado com figuras como John Zorn, Trey Spruance (ex-Mr. Bungle, Faith No More), Mario Diaz de Leon (Oneirogen) e Jeremiah Cymerman.

 

Enquanto performer a solo, na guitarra, teclas e voz, Toby driver percorre progressiva e inquietantemente os caminhos mais austéros e negros do neofolk, próximo dos registos de Grouper, Michael Gira ou Wooden Wand. A tour que o traz de novo aos palcos far-se-á na companhia de Keith Abrams (Kayo Dot), na bateria, e Nick Hudson (Academy of Sun), no órgão.

 

Musicbox (Lisboa)

23 de Fevereiro 2016 | 22.00h

 

Cave 45 (Porto)

24 de Fevereiro 2016 | 22.00h

Luís Pucarinho apresenta "Orgânica mente humana"

No próximo dia 26 de Fevereiro Luís Pucarinho apresenta ao vivo “Orgânica mente humana” no Auditório Municipal de Alcácer do Sal acompanhado por Afonso Castanheira no contrabaixo, André Penas na viola d'arco, Mário Lopes na bateria, Samuel Santos no violoncelo e Zé Peps nas guitarras.

organica.jpgOrgânica / mente / humana" é o novo disco do autor e compositor Luís Pucarinho. Este álbum oferece 12 canções originais inéditas que abordam temas actuais e musicalmente bem conseguidos. Os textos são refinados e executados em português numa voz rica e demarcada e abraçam as canções que nos levam a visitar os sons latinos que não esquecem a lusofonia, com abordagens que passam pelos estilos contemplados nas músicas do mundo, como o Rock, Blues, Jazz, música Clássica ou tradicional, conseguindo assim como referência, o enquadramento da canção portuguesa na linguagem da música Universal.

 

Auditório Municipal (Alcácer do Sal)

26 de Fevereiro 2016 | 21.00h

Mais Imaginarius... atrai mais países

O Mais Imaginarius, secção do festival Imaginarius que desafia os artistas emergentes a mostrarem o seu trabalho através de um concurso de criações dirigidas ao espaço público, voltou a superar o número de países candidatos, com a receção de 148 projetos artísticos de 29 nacionalidades.

O júri vai agora selecionar os 20 finalistas que serão apresentados no festival Imaginarius (20 e 21 de maio), todos eles candidatos a um prémio final que consiste na realização de uma criação em residência, a estrear na edição de 2017.

IMAG0.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Canadá, Chile, Colômbia, Dinamarca, Eslovénia, Espanha, Estónia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, México, Nova Zelândia, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suíça e Taiwan são os 29 países que este ano apresentaram candidaturas ao Mais Imaginarius.

 

“Estes números resultam de um reforço do plano de internacionalização do festival e do potencial criativo de Santa Maria da Feira, que atrai cada vez mais artistas nacionais e internacionais para a experimentação de novas abordagens artísticas para o espaço público”, considera o vereador da Cultura, Gil Ferreira, que destaca ainda o enfoque multidisciplinar e o registo experimental mais vincado dos projetos candidatos, bem como a maior aproximação do festival às escolas artísticas nacionais e internacionais.

IMAG1.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

O júri do Mais Imaginarius encontra-se em fase de avaliação de candidaturas, de forma a selecionar os 20 projetos finalistas que serão apresentados na próxima edição do festival, a realizar nos dias 20 e 21 de Maio, sendo simultaneamente concorrentes a um prémio que consiste na criação de condições para o desenvolvimento de uma residência artística para uma nova criação com estreia marcada para o Imaginarius de 2017.

Este prémio será atribuído a cada uma das categorias a concurso: Artes Performativas e Arte Pública.

IMAG4.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

A composição do júri reforça também a dinâmica multidisciplinar do projeto Mais Imaginarius e a dimensão internacional do programa ao incluir docentes de escolas artísticas nacionais e diretores de alguns dos maiores festivais de rua da Europa, designadamente: DECA – Universidade de Aveiro; Departamento de Artes na Universidade de Évora; Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto – ESMAE; Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; diretores dos festivais Fira Tàrrega (Espanha), Cooperative de Rue et de Cirque / Festival Village du Cirque e Festival de Aurillac (França).

IMAG2.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Espaço de experimentação...

O Mais Imaginarius é uma secção que desafia os artistas para a apresentação de propostas que abordem o espaço público nas suas mais diversas perceções, testando formatos e modelos, rumo à construção de novas identidades artísticas. A diversidade, quantidade e qualidade dos projetos que têm sido apresentados a concurso, ao longo dos últimos anos, revelam a vontade dos artistas em ocupar o espaço público de Santa Maria da Feira e de se expressarem através múltiplas linguagens.

Na edição 2016, o Mais Imaginarius assume-se como um espaço de experimentação artística dentro da programação oficial do festival Imaginarius, explorando dois eixos distintos de intervenção no espaço público: Arte Pública (Novos Media, Arte Digital, Instalação, Graffiti e Multidisciplinar) e Artes Performativas (Teatro, Dança, Música, Circo, Performance, Intervenção e Multidisciplinar).

VOA 2016… Novas confirmações… Anthrax, Kreator, Mantar e Dark Oath

Anthrax, Kreator, Mantar e Dark Oath juntam-se agora aos Opeth, Anathema e Katatonia no cartaz do VOA 2016, que se realiza pela primeira vez na Quinta da Marialva, em Corroios, nos dias 5 e 6 de Agosto.  Na sequência na confirmação da presença do triunvirato composto pelos Opeth, Anathema e Katatonia, a organização do VOA 2016 anuncia a adição dos norte-americanos Anthrax ao cartaz do evento.

ANtharx.jpgParte integrante dos lendários big four do thrash, a par dos Metallica, Slayer e Megadeth, durante os anos 80 o grupo nova-iorquino foi um dos principais responsáveis pelo surgimento e propagação do género. Combinando a velocidade e fúria do hardcore com as guitarras e vozes proeminentes da N.W.O.B.H.M., a banda liderada pelos inseparáveis Scott Ian e Charlie Benante ajudou a criar todo um novo subgénero do heavy metal e, três décadas depois, continua a dar cartas com uma vitalidade impressionante. Neste Verão, mais de vinte anos depois de ter protagonizado uma incendiária atuação no Dramático de Cascais, o quinteto norte-americano vai assinar finalmente um muito aguardado regresso ao nosso país e, para o efeito, traz na bagagem a novidade “For All Kings”. Além dos famosos thrashers de Yonkers vão também subir ao palco instalado na Quinta da Marialva, em Corroios, os germânicos Kreator, porta-estandartes do género em território europeu há mais de duas décadas, os seus conterrâneos Mantar, que assinaram um dos álbuns mais aplaudidos de 2014 com “Death By Burning” e os Dark Oath, jovem banda nacional que promete dar que falar com a estreia “When Fire Engulfs The Earth”.

É muito raro que um grupo de músicos tenha uma segunda oportunidade durante a sua carreira e, no caso em questão, já se contam três; mas lá está, os Anthrax não são uma banda qualquer. Criado em Yonkers, Nova Iorque, no ano de 1981, o grupo acabaria por vender mais de dez milhões de discos em todo o mundo e, pelo caminho, transformou-se numa das mais inventivas e entusiasmantes respostas norte-americanas à efervescente New Wave of British Heavy Metal, que começava então a fazer chegar os seus tentáculos para lá do Atlântico. Três décadas depois, passaram por duas fases distintas e estão a viver uma terceira vida, mas esse nem sequer é o maior feito que podem reclamar. Isto porque, além de teimosos e perseverantes, são também a banda que emprestou a sala de ensaios para os Metallica dormirem quando estavam a gravar o “Kill 'Em All”, percursores do crossover, heróis incontestados para uma enorme legião de geeks de B.D. por terem imortalizado Judge Dredd com o tema “I Am The Law” em 1987 e pioneiros da fusão entre metal e hip-hop com uma versão de “Bring The Noise”, a meias com os Public Enemy, lançada em 1991. Tudo isto são, no entanto, curiosidades quando chega o momento de fazer o balanço de uma carreira pautada por uma determinação incrivelmente corajosa face a quaisquer probabilidades menos promissoras.

Depois do arranque a meio gás com a estreia “Fistful Of Metal”, foi “Spreading The Disease”, de 1985, que os estabeleceu em todo o mundo como um nome a ter em conta. A primeira tour europeia aconteceria dois anos depois e “Among The Living”, o terceiro longa-duração, entrou de rompante no top de vendas britânico, elevando-os de imediato a um status só comparável ao dos Metallica, Slayer e Megadeth. Já depois de “State Of Euphoria” e “Persistence Of Time”, o grupo dá então início a uma nova fase, com John Bush a ocupar o lugar de Joey Belladonna na voz. Esta aventura deu origem a vários discos emblemáticos – como são o caso de “Sound Of White Noise” e “We've Come For You All”, e durou de 1992 a 2005, altura em que Ian e Benante decidiram voltar a recrutar Belladonna para um regresso em grande ao thrash de outrora. “For All Kings”, o novo álbum da banda, tem data de edição agendada para o próximo dia 26 de Fevereiro e sucede ao muito aplaudido “Worship Music”, de 2011, provando uma vez mais que os Anthrax são ainda tão relevantes como quando surgiram em cena.

Por esta altura, Mille Petrozza e os seus Kreator são muitíssimo bem conhecidos do público nacional, tendo construído uma relação sólida e bastante próxima dos portugueses desde que, nos idos de 1993, se estrearam por cá num marcante concerto no Armazém 22, em Lisboa. Quando chegou ao nosso país pela primeira vez, o quarteto – que fica hoje completo com Ventor na bateria, Christian Giesler no baixo e Sami Yli-Sirniö na segunda guitarra – já era uma figura de proa do speed/thrash germânico, parte de um triunvirato demolidor que incluía também Destruction e Sodom. Hoje são, indiscutivelmente, uma das bandas europeias mais influentes e bem-sucedidas de sempre no campeonato do peso, sendo que são também, de longe, uma das mais duradouras. A par dos conterrâneos anteriormente mencionados, os músicos oriundos de Essen pegaram no som inovador dos Metallica, juntaram-se umas pitadas do proto-black metal incendiário dos Venom, a atitude sem rodeios dos Motörhead e a perspetiva niilista que os Black Sabbath popularizaram e criaram uma descarga sem precedentes, que influenciou de forma mais que óbvia as gerações seguintes e deixou uma marca no movimento que dura até hoje. Da segunda parte dos anos 80 para a frente, Petrozza e companhia afirmaram-se como uma força a ter em conta no panorama metaleiro e, à custa de álbuns incontornáveis como “Endless Pain”, “Pleasure To Kill”, “Terrible Certainty”, “Extreme Agression” e “Coma Of Souls”, garantiram para sempre um lugar no panteão da tendência. Desde então têm vindo a solidificar de forma consistente a sua posição como um dos nomes seminais da música extrema e, apesar de uma fase mais inconstante durante a década de 90, conseguiram reinventar-se à luz do novo milénio. Agora já na sua terceira década de atividade, os Kreator continuam a arrastar multidões sedentas de thrash por todo o mundo e a fazer digressões com mais frequência do que muitas bandas cujos elementos têm metade da sua idade... Não será fácil encontrar uma maior prova da resiliência que sempre os caracterizou.

Desde a sua criação em 2013 e do lançamento de seu primeiro álbum em 2014, os Mantar têm vindo a afirmar-se como uma das mais talentosas e esforçadas bandas da nova geração da música extrema. Não tocava junta há sequer um ano, mas a dupla formada por Hanno e Eric, uma metade alemã e a outra turca, achou que, no seguimento de um EP, seria uma boa ideia entrar em estúdio para registar o punhado de temas que tinha escrito entretanto. A 7 de Fevereiro de 2014, percebe-se por fim o que os movia. “Death By Burning”, editado pela reputada Svart Records, revelou-se quase de imediato uma baforada de ar fétido numa latrina onde há muito o ar se tinha tornado irrespirável. Derretendo num enorme caldeirão os elementos mais impactantes e sinistros do black metal, do doom e do punk, os dois músicos assinaram um manifesto de fúria primitiva não filtrada – ou, se preferirem, em estado puro. Dois músicos que soam mais pesados e poderosos que a maioria dos quartetos e quintetos que possamos conhecer, mesmo sem terem baixista na formação. Apenas bateria, guitarra e voz, afinados para a destruição. Híbrido de metal, hardcore e rock'n'roll, capaz de apelar a fãs dos Motörhead, dos Melvins ou até dos Darkthrone. São uma banda num milhão; uma exceção à regra numa cena cada vez mais formatada; músicos que não têm receio de pisar os calos dos puristas e que revelam uma força sónica avassaladora, capaz de abanar as estruturas de um prédio de pequenas dimensões. Apoiada em atuações extremamente intensas, no vértice do espancamento old school e da modernidade que lhes corre no ADN, a dupla passou os dois últimos anos a suar as estopinhas pelo mundo fora, com digressões constantes deste e do outro lado do Atlântico, incluindo diversas passagens demolidoras por Portugal em espaços fechados. O upgrade ao palco do VOA é natural, mais um fruto do crescimento que vai dar novos frutos no mês de Abril, com a edição de “Ode To The Flame” através da gigantesca Nuclear Blast.

Com bandas como Amon Amarth, Ensiferum, Fleshgod Apocalypse e Septic Flesh entre as principais fontes de inspiração, não é difícil antever que os portugueses Dark Oath fazem música bem pesada, mas também épica, pautada por um sentimento vitorioso remanescente de outra época. De formação relativamente recente, o projeto deu os primeiros passos há seis anos quando, no Verão de 2009, os guitarristas José Bértolo e Joël Martins se juntaram pela primeira vez, dando início a uma colaboração artística que lhes permitiu começar por idealizar um conceito e, depois, dar início à sua afirmação como novo valor a ter em conta no panorama. Depois de um período inicial de composição que durou alguns meses, a dupla atira-se então à busca por outros músicos para completarem uma formação capaz de atuar ao vivo. É com Pedro Galvão sentado atrás do kit de bateria, Danilo Dias no baixo e, na voz, Carlos Pereira que se estreiam em palco em Fevereiro de 2010, numa altura em que ainda nem sequer tinham comemorado doze meses de existência. Pouco tempo depois Danilo abandona o coletivo, sendo substituído por Emerson Nunes ainda antes das gravações do EP de estreia “Under a Blackened Sky”, que teve edição auto-financiada em Novembro do mesmo ano. Ainda a debaterem-se com mudanças, a banda troca de vocalista, recrutando Sara Leitão para as gravações do segundo EP, intitulado “Journey Back Home”, que foi disponibilizado ao público em 2012. Já após a saída de Emerson e da entrada de Afonso Aguiar para a posição de baixista, o grupo consolida finalmente uma formação sólida, passando os próximos três anos a moldar a estreia no formato longa-duração. Agora, 2016 promete ser um ano de expansão para a banda de Coimbra, com a recente assinatura de um contrato com o selo italiano WormHoleDeath Records com vista à edição de “When Fire Engulfs The Earth”, uma coleção de dez temas com raízes bem vincadas no death metal escandinavo, vertente melódica e épica.

 

Recorde-se, o VOA 2016 acontece nos dias 5 e 6 de Agosto.

White Haus antecipa segundo álbum com single “This is Heaven”

Projecto de João Vieira, o mítico Dj Kitten e um dos mentores dos X-Wife, White Haus prepara o seu novo álbum de originais.

white.jpgDepois de, em 2013, se estrear com um EP homónimo de clara inspiração Disco-Punk e de, no ano seguinte, ter editado o seu primeiro álbum, “The White Haus Album”, explorando territórios mais cósmicos, João Vieira acaba de gravar o seu sucessor, sintetizando, de forma superior, a amálgama de sons de que é herdeiro e que compõem a sua singular personalidade.

This is heaven”, single de avanço do segundo álbum de White Haus, retrata na perfeição este percurso feito duma assimilação e transformação, quase caleidoscópica, que torna a sua visão musical única. Como se os Talking Heads de “Remain in light” se encontrassem com Gino Soccio e Alexander Robotnik, algures na Polónia, local onde, mais uma vez, Vasco Mendes filmou o maravilhoso videoclip desta canção, numa sociedade que não pára de inovar.  

 

Festival Boreal - Teatro de Vila Real

26 de Fevereiro 2016

 

Festival NOS Primavera Sound (Porto)

9 a 11 de Junho

Westway LAB 2016… Charles Caldas é o keynote speaker desta edição do festival

A 3ª edição do Westway LAB acontece entre 14 e 16 de abril em Guimarães.

A edição de 2016 conta, também, com uma sessão de arranque do festival em Lisboa no dia 13 de abril, já com presença do keynote speaker Charles Caldas, CEO da MERLIN.

Image10.jpgCharles Caldas é descendente de portugueses e CEO da MERLIN – a agência global de direitos digitais para o setor mundial das editoras independentes. A MERLIN existe e funciona para assegurar que os seus membros têm acesso efetivo ao retorno de um novo e emergente mercado de streaming e que os seus direitos, dentro desse mercado, são devidamente valorizados e protegidos. Agrega mais de 20.000 editoras independentes e distribuidores de 46 países e de todos os continentes, representando alguns dos artistas independentes mais importantes do mundo e mais de 10% do mercado global de música gravada digitalmente.

Dentro deste contexto, um dos principais focos da conferência Westway LAB PRO de 2016 será a indústria da música digital, nomeadamente, o mercado de streaming e os respetivos licenciamentos e distribuição. O conceito inovador do Westway LAB mantém-se nesta nova edição, incorporando várias vertentes que contribuem para a força e originalidade do conceito Processo, Pensamento e Produto:

 

- Residências Artísticas que reúnem artistas nacionais e internacionais num processo criativo único ao longo de uma semana;

- Conferências PRO, dedicadas a profissionais das diversas áreas da música, que abordam temas de relevo associados à atualidade da indústria da música e em torno das quais se reúnem profissionais nacionais e internacionais de destaque;

- Talks entre os artistas, participantes das conferências, bem como o público e fãs, desvendando o processo criativo desenvolvido nas residências;

- Concertos de artistas nacionais e internacionais que promovem a divulgação dos artistas nacionais junto de um público alargado e internacional.

 

No dia 9 de março será apresentado em conferência de imprensa, no Centro de Inovação da Mouraria em Lisboa, o programa completo do festival, residências artísticas bem como a conferência PRO desta edição. A conferência de imprensa conta com a presença dos organizadores do Westway LAB, Rui Torrinha e Nuno Saraiva, assim como de um membro da direção da Fundação GDA.

 

Os bilhetes para o Westway LAB já podem ser adquiridos através da plataforma Eventbrite

"Joan and The White Harts" o album de estreia de Joana Alegre

O single "Generation" é o primeiro avanço do álbum de estreia "Joan and The White Harts", com lançamento previsto para o verão de 2016, uma produção The Cave Collective que conta com participações de Mimicat, Mikkel Solnado, Gospel Collective e ainda o artista brasileiro Jota Erre.

joana.jpg(C) Catarina Homem

 

Joana Alegre estudou guitarra na Academia Duarte Costa, mais tarde voz, guitarra e piano complementar no Hot Club de Portugal, seguindo-se o curso de verão da New School For Jazz and Contemporary Music – Nova Iorque. Em Fevereiro de 2008 ficaria em 4º lugar no concurso Billboard World Songwriting Contest, com a canção “Tribute to M” da produtora Joana Melo, e em 2010 integrou o melhor combo premiado na competição nacional “Festa do Jazz” no Teatro S. Luiz.

Viveu uma temporada em Nova Iorque, continuando os seus estudos jazz com músicos como Theo Bleckmann, Steve Coleman e Aaron Goldberg, e também na área da multiperformance através da House Foudation de Meredith Monk.

No regresso a Portugal, lança o álbum “The Pulse” (2011) enquanto lead singer e autora das letras, integrando em simultâneo o Coro Gospel Collective como solista, assim iniciando uma série de parcerias e colaborações com músicos de renome na área do Jazz e da Pop (Miguel Ângelo, The Poppers, Marta Hugon, Mimicat, entre outros).

Mais recentemente juntou-se ao colectivo de música autoral Escuta Lisboa, fonte de inspiração para assumir a sua música em território nacional, e mantém uma activa parceria com Mikkel Solnado após sucesso do single “E Agora” do último álbum “Daisy Chains” de 2014.

The Happy Mess e Rodrigo Leão este fim de semana no Teatro Diogo Bernardes

Entre sexta-feira e domingo, todas as noites a partir das 21h30, o Teatro Diogo Bernardes apresenta três concertos que vão de encontro aos mais diversificados públicos e gostos diferenciados.

 

Caberá aos The Happy Mess abrir este fim-de-semana de referência musical, grupo composto por Miguel Ribeiro (voz e guitarra), Rui Costa (teclados), Joana Duarte (voz e sintetizadores), João Pascoal (baixo) e Pedro Madeira (bateria). The Happy Mess é um dos projectos acarinhados da Indie Pop-Rock em Portugal. Ao longo do percurso, os seus singles, “Morning Sun” e “BackyardGirl” fizeram os primeiros lugares dos tops de rádios nacionais, assim como, marcaram presença em bandas sonoras (curtas-metragens, telenovelas e anúncios publicitários).

GLAM - The Happy Mess.jpg (c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

The Happy Mess tem divulgado a sua discografia em salas, auditórios e teatros de todo o país (Casa da Música, Hard Club, Centro Cultural de Belém) e em festivais nacionais (Vodafone Paredes de Coura, Super Bock Super Rock, MEO Marés Vivas, Festival do Crato, entre outros).

No dia seguinte, sábado, 20 de Fevereiro, num concerto que se encontra esgotado há tempos, subirá ao palco Rodrigo Leão, acompanhado por leque de músicos de excelência.

Dono de uma das mais importantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas, facto que lhe tem permitido ter convidados de peso nos seus discos, como aconteceu com Ryuichi Sakamoto ou Beth Gibbons (Portishead). E isso reflecte apenas uma intensa ética de trabalho que nasce de uma dedicação profunda à música, patente desde sempre na sua carreira.

Por último, principalmente para os amantes da música clássica, no domingo será uma excelente oportunidade para assistir ao Recital de Voz, Flauta e Harpa, com Angela Diel (Mezzo-Soprano), Eva-Mariana Nilsson Fornelos (Flauta) e Leandro Cardona (Harpa).

Eva-Mariana Nilsson Fornelos junta-se ao Duo Voz & Harpa, que reúne o harpista Leandro Petry Cardona, residente em Portugal e a renomada cantora, mezzo-soprano, Angela Diel, numa feliz combinação de canto com um dos mais antigos instrumentos, a harpa. O repertório inclui compositores europeus e brasileiros representativos de diversos estilos musicais, seja através de peças originais ou adaptadas para a actual formação.

 

Silvia Pérez Cruz lança hoje “Domus” e anuncia datas em Portugal

"Domus" é o nome do mais recente trabalho da catalã Silvia Pérez Cruz, que hoje chega às lojas e plataformas digitais. O novo álbum nasce da banda sonora de "Cerca de Tu Casa", o filme do realizador Eduard Cortés que a própria protagonizou. O tema central da película, os despejos, um dos mais importantes dramas da sociedade contemporânea, acabaram por dar uma nova vida às canções de Silvia.

silvia.jpgSilvia Pérez Cruz já trabalhou em música para diversos filmes e peças de teatro, para além de ter ganho 10 Prémios Goya em 2013, incluíndo Melhor Canção Original.

A cantora vai ser recebida na Gulbenkian, em Lisboa, a 30 de Março, e no Theatro Circo, em Braga, no dia seguinte, para dois concertos que celebram "11 de Novembre", o seu álbum de estreia de 2012, editado em Portugal com a participação especial de António Zambujo. A fusão entre a música tradicional da Galiza e da Catalunha, e uma visão própria do flamenco, do jazz e dos sons sul-americanos valeram-lhe a aclamação do público e da crítica. "Granada", em 2014, foi o disco sucessor, assinado em duo com Raul Fernández Miró. Silvia, que em Portugal já actuou também com Cuca Roseta e Julio Resende, é dona de "uma poderosíssima voz", segundo o El País, "afinada e lindíssima", diz, do outro lado do Atlântico, o Diário de São Paulo.

 

Auditório Gulbenkian (Lisboa)

30 de Março 2016

Theatro Circo (Braga)
31 de Março 2016

Steve Aoki no 20º MEO Sudoeste

Depois do êxito retumbante da sua passagem pelo MEO Sudoeste em 2015, Steve Aoki regressa à Herdade da Casa Branca em 2016 para partilhar o bolo… literalmente!

steve aoki.jpgSteve Aoki é um gigante do EDM. Com um reportório extenso, trabalha com muitos e a sua música corre os melhores palcos do planeta. De origens japonesas, tem entusiasmado de sobremaneira o panorama musical no que à eletrónica dançável diz respeito. Génio das remisturas, produtor, dono da editora Dim Mak Records, faz das pistas de dança a sua casa, criando atmosferas intimistas e celebratórias, como se cada performance fosse a primeira. Entre passagens de hits que vão do indie ao dubstep, ou do rock à eletrónica mais vibrante, já ninguém se espanta quando voam confettis, faustosas fatias de bolos e litros de champanhe disparados de gordas garrafas.

Com a saga em 3 capítulos “Neon Future”, composta por dois discos e um filme documentário de título “I'll Sleep When I'm Dead”, Aoki confirmou-se como um dos maiores e imbatíveis. No MEO Sudoeste desfilará toda a sua mestria, serpenteando por entre originais e remisturas que incendeiam qualquer plateia.

“La Petite Mort”, o evento que promete estimular a fantasia e a sensualidade…

Chama-se Manuela Rocha e descobriu o burlesco em 2005, graças a um teledisco de Marilyn Manson em que surgia uma mulher a banhar-se numa taça. Nesse vídeo, “Mobscene” era Dita von Teese que protagonizava a cena. A semente estava lançada, mas só em 2011 deu frutos, quando Manuela, decidiu vestir a pele de Manu de la Roche, performer de burlesco e fetiche.22.jpgEm 2012, Manuela deixou de dar aulas de Expressão Dramática a crianças para se dedicar por completo aos espetáculos de burlesco e fetiche, arte que aprender junto do Cais do Sodré Cabaret, em que se mostra provocante, nas suas vestes reduzidas e de maquilhagem cuidada, pronta a desfazer preconceitos, sobretudo sexuais, e a descentralizar aquele tipo de atuação, mais comum em Lisboa. Trabalha sozinha, desde a escolha de roupas até aos temas musicais que usa nas suas “performances”

O burlesco remete para o GLAMour dos anos 30 ou 40, onde muitas estrelas de Hollywood apelavam ao erotismo, quer pelas suas vestes e/ou postura. Muitas vezes o burlesco retratava o ridículo e a sátira aos costumes da sociedade dessa época.
Nas suas apresentações, Manu de la Roche associa o burlesco ao fetiche, transmitindo mais sensualidade junto de quem assiste às suas apresentações.

 

Casa do Povo (Ovar)

19 de fevereiro 2016 | 22.00h

Projeto Omiri reinventa a musica tradicional Portuguesa

Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa sob a mão de Vasco Ribeiro Casais. Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura; músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco.

omri.jpg(c) Tiago Camara

 

Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (Repasseados, Drum’n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos...). Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.

Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria. Depois do concerto no passado dia 27 de janeiro em Lisboa, o projeto regressa aos palcos em Março, no dia 11 em Setubal no espaço Taifa.

Deolinda… "Outras Histórias" editado hoje entra directamente para #1 do iTunes

É hoje editado o 4.º álbum dos Deolinda, "Outras Histórias".

O sucessor de "Mundo Pequenino" (2013), registado em co-produção com João Bessa, traça alguns caminhos que ainda não haviam sido explorados no repertório e estilo da banda. Em "Outras Histórias" a música popular entra num jogo de espelhos com a música pop, ponto de partida para explorações e exercicíos que, à chegada, revelam uns Deolinda no domínio pleno da arte da escrita, composição e interpretação de canções.

foto1.jpgA digressão de "Outras Histórias", que já conta com 25 concertos anunciados, tem início uma semana após o lançamento do álbum, com dois concertos nos dias 26 e 27 de fevereiro, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Em Lisboa, o concerto de apresentação do disco está marcado para o dia 22 de abril, no Teatro Tivoli BBVA e no Porto, para o dia 6 de maio, na Casa da Música. A nova digressão integra várias datas internacionais, com os primeiros concertos já anunciados, em Espanha e na Bélgica

Animar regressa a Vila do Conde com cinema de animação para toda a família!

De 20 de fevereiro a 5 de junho, o cinema de animação está de regresso a Vila do Conde com a 11ª edição da Animar. À imagem das edições anteriores, o centro das várias atividades deste projeto educativo voltará a ser a exposição na Solar – Galeria Cinemática que inaugura no próximo sábado, 20 de fevereiro, pelas 15 horas.  A exposição Animar 11 parte dos materiais, adereços, personagens, cenários e de diversos elementos que fizeram parte do processo de produção de três curtas-metragens de animação: “Nossa Senhora da Apresentação” de Abi Feijó, Alice Guimarães, Daniela Duarte e Laura Gonçalves; “Papel de Natal” de José Miguel Ribeiro; e “Amélia & Duarte” de Alice Eça Guimarães e Mónica Santos. Estes elementos, apresentados na galeria de forma interativa e surpreendente, exploram as relações de causa e efeito que as diferentes expressões, visuais e sonoras, estabelecem com a estrutura narrativa dos filmes.

home.jpgA animação “Nossa Senhora da Apresentação” foi desenvolvida durante uma residência artística de Abi Feijó no decurso da Animar / Rua Animada, em 2014, com participação de Alice Guimarães, Daniela Duarte e Laura Gonçalves. O resultado é uma curta-metragem de seis minutos que resgata um poema escrito em 1940 pelo neorrealista Álvaro Feijó, narrado por Ana Deus, e ilustrado com recurso à pixilação e ao stop motion.

 

Papel de Natal”, de José Miguel Ribeiro, conta a história de Dodu, um destemido boneco de cartão – a mesma personagem de “Dodu – O Rapaz de Cartão” –, Camila, uma menina de oito anos, e um Pai Natal que lutam contra o monstro Desperdício reciclando o papel de embrulho dos presentes de Natal. A animação conta com as vozes de Crista Alfaiate, Ivo Canelas, entre outros.

 

Em “Amélia & Duarte”, de Mónica Santos e Alice Guimarães, somos guiados através do relacionamento das duas personagens que se separaram e tentam lidar com os sentimentos do final de uma relação. A curta-metragem é feita em pixilação e stop-motion sob uma ambiência Technicolor da década de 50, retratando não só o surrealismo das ações dos protagonistas, mas também proporcionando uma impressão cromática irónica sobre o fim do amor. O filme, premiado em vários festivais em Portugal e no estrangeiro, tem sido dos mais destacados no panorama da animação nacional recente.

 

A 28 de fevereiro, domingo, o Teatro Municipal de Vila do Conde recebe a festa de abertura da Animar 11 com a exibição do filme “O Principezinho” às 16 horas. A animação é uma adaptação para o cinema de uma das mais importantes obras literárias infantis de todos os tempos, “Le Petit Prince”, da autoria do ilustrador e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) e cuja primeira edição data de 1943. Antes, pelas 14.30, a Animar convida os mais novos a mascararem-se nas várias personagens desta história para o jogo “À Descoberta dos Planetas do Principezinho”, inspirado nas viagens do pequeno príncipe. A fantasia mais original será premiada.

 

Criada pela mesma equipa que organiza o Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, a Animar desenvolve anualmente várias atividades em torno do cinema de animação destinadas a públicos de todas as idades, com destaque para a comunidade escolar da região. Até junho, estão planeados ateliês de animação orientados por formadores convidados, ateliês de iniciação de cinema na sala de aula, visitas guiadas à exposição na Solar – Galeria de Arte Cinemática, sessões de cinema no Teatro Municipal de Vila do Conde e apresentações e mostras “Antes do Filme”.

 

A 11ª edição da Animar tem como parceiros o Cineclube de Vila do Conde, a Casa da Animação e o Cartoon D’Or e conta com o apoio da Viarco, Science4you, Pintarolas e dos Chocolates Regina. A Solar – Galeria de Arte Cinemática é uma estrutura financiada pela Câmara Municipal de Vila do Conde, o Governo de Portugal, o Ministério da Cultura e a Direção Geral das Artes.

 

Novo álbum de Carlos Martins... "Carlos Martins" editado hoje

Depois da celebração do passado que será sempre presente em “Absence” de final de 2014, Carlos Martins reencontra-se com o futuro de agora, num novo álbum que, de tão pessoal, não poderia ter outro nome que não o seu. 

O músico, compositor e profícuo director artístico da Associação Sons da Lusofonia - referência maior do jazz nacional das últimas três décadas - prepara-se para, em 11 novos temas, se dedicar ao que lhe é mais querido: partilhar, questionar e celebrar a profunda e alegre relação que estabelece com o mundo que o rodeia e de que se rodeia.

carlos martins.jpg(c) Paulo Seabra

 

Depois de dar a conhecer o single "Sinos de Lisboa" e de ter encantado num concerto memorável na Culturgest, Carlos Martins apresenta o que é o seu novo álbum, trabalho que não é mais que uma viagem para Sul. Uma viagem para o seu Sul geográfico, para o seu Sul emocional.

Na companhia dos talentosos e fiéis amigos de sempre - Alexandre Frazão (bateria), Carlos Barretto (contrabaixo) e Mário Delgado (guitarra) - Carlos Martins constrói 11 novos temas que, vestidos de nuances diversas, celebram o seu mundo quotidiano e aqueles com quem partilha os afectos mais puros.

Numa inquietação serena que lhe é tão característica, o músico e compositor invoca a beleza dos seus amores, das suas amizades, do seu continente, da sua cidade, sempre com uma melancolia que só pode ser aquela de quem sente profundamente o mundo em que vive, própria de quem sente o mundo com quem vive profundamente.

Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods e The Bohicas no Vodafone Paredes de Coura 2016

Os aclamados Unknown Mortal Orchestra, os britânicos Sleaford Mods e o quarteto de indie rock The Bohicas juntam-se aos já confirmados LCD Soundsystem na 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura. O festival está de regresso às margens da praia fluvial do Taboão de 17 a 20 de Agosto.

news_umo.pngUnknown Mortal Orchestra dispensam apresentações.

Ao Vodafone Paredes de Coura, a banda de Ruban Nielson traz “Multi-Love”, o multivalente álbum de 2015 no qual o vocalista, multi-instrumentalista e compositor reflete sobre as relações e o amor numa mistura de canções inquietantes que não esquecem a música psicadélica e as influências soul.

Os britânicos Sleaford Mods trazem o som urgente e agressivo que passou de rimas cantadas ao vivo por cima de batidas pré-gravadas para um retrato pungente e certeiro dos dias de hoje. “Key Markets”, o álbum de 2015 que foi buscar o nome a um supermercado da terra natal do vocalista Jason Williamson, é inspirado na desorientação da existência moderna e serve de ponto de partida para o concerto no Vodafone Paredes de Coura.

Também do Reino Unido chegam The Bohicas para apresentar o seu ambicioso e apelativo rock 'n' roll. Depois de abrir para bandas como Franz Ferdinand, e de ser descrito como destinado a grandes actuações ao vivo, o quarteto traz a sua música afiada e vem apresentar o primeiro álbum, “The Making Of”.