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Glam Magazine

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“A Cantora Careca” no Teatro do Bairro

A história passa-se no interior de Inglaterra e mostra o quotidiano de dois casais (Os Smith e os Martin), da empregada Mary e do Comandante dos Bombeiros. De conversas banais e com pouco sentido, até palavras desarticuladas que se limitam a sons, e num crescente clima de violência, a peça vai-se desenvolvendo. Considerada pelo autor uma “anticomédia”, o texto conservou também o absurdo nos diálogos, marcados por clichês e futilidades. Os absurdos nas conversas levam os seis personagens à completa incomunicabilidade, através do diálogo inexplicável.

01t.jpgA obra procura ilustrar o absurdo da existência humana de forma cómica, assim como o distanciamento e a frieza na comunicação entre as pessoas. O foco central da peça é a linguagem, fazendo uma referência a um tenebroso futuro para as relações humanas e, consequentemente, para a comunicação: a impossibilidade de diálogo entre as pessoas.

 

Texto original: Eugène Ionesco;

Adaptação, Tradução, Concepção Cénica, Encenação, Figurinos, Desenho de Luz e Administração de Produção: Mónica Santos;

Interpretação: Clara Rodrigues, Shaquill Carvalho, Fábio Vasconcelos, Maria Toscano, Cristiana Mendes e André Louro;

Produção: Noyob

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

18 a 21 de fevereiro 2016 | 21.30h

Pedro Tochas junta 2 espetáculos e surge “Remix”

Pedro Tochas apresenta um REMIX com os melhores momentos de dois dos seus espetáculos de stand up comedy: “Maiores de 18” e “Já tenho idade para ter juízo”.

tochas.jpegPequenas histórias, divagações, alucinações, improvisações e interações com o público, fazem parte deste REMIX que mais parece uma conversa entre amigos. A não perder para quem gosta de rir com as pequenas coisas da vida.

 

Próximas datas:

20 de Fevereiro 2016 – Teatro Esther de Carvalho (Montemor-o-Velho)

3,4 e 5 de Março 2016 – Teatro da Trindade (Lisboa)

11 de Março 2016 - Auditório Municipal de Lagoa

GNR + Lobo… Porto Best of... no Rivoli

Mesmo a melhor das histórias merece uma outra oportunidade.

No Porto Best Of não há canções nem letras que se considerem mortas. Pelo palco do Teatro Rivoli passará o melhor do passado em revisitação pelo tempo presente e o melhor que o presente traz e que o futuro dirá. Em cada noite Porto Best Of, um artista ou banda emblemática da cidade do Porto tocará, na íntegra, o seu primeiro, mais influente ou seminal álbum, revisto à luz do tempo presente. Em cada uma das noites, partilhará o palco com algumas das mais excitantes propostas da nova música da cidade. É mais do que um encontro de géneros, estilos ou de gerações. Estamos, em todos os casos, a presenciar o nervo musical do Porto no coração da cidade e a sua particular influência na história da música portuguesa.

gnr.jpgA 9 de Março, a primeira noite Porto Best Of, encontraremos a chave que repousa no divã para a redescoberta do álbum “Psicopátria” d' Os GNR, com a luz própria de 1986. As onze canções deste disco fazem parte do imaginário colectivo de uma geração mas não se esgotam sem futuro. Numa nova primeira vez, para ver e ouvir na íntegra.

Tendo já revisitado a canção “Pós-Modernos”, a noite abre voraz com o Lobo, banda de Pedro Bessa que traz para palco o álbum “Reverberação” (2015), pontuado por uma singular versão de “Homens Temporariamente Sós”.

Miguel Guedes

 

O álbum "Psicopátria" dos GNR, registo em que a banda do Porto assumiu sem reservas uma sonoridade pop, completa 30 anos de existência. Com este disco, Portugal começou a cantar em uníssono, levando a banda a índices de popularidade nunca atingidos, permitindo cimentar a sua ainda recente carreira. A partir desse momento, os GNR passaram a tocar nas grandes salas, onde o público cantava imediatamente aos primeiros acordes de “Efectivamente”, “Pós Modernos” ou “Bellevue”. Contudo, este sólido álbum não fica pelos sucessos mais mediáticos. Canções como “Dá Fundo”, “Nova Gente”, “Choque Frontal” ou “Paciente” completam esta obra prima da música portuguesa, de melodias marcantes e letras nonsense, atingindo o equilíbrio quase perfeito entre o sucesso comercial e a aclamação da crítica. Um grande concerto com forte identidade GNR. Uma viagem no tempo, que recria em 2016 o melhor do anos 80. É a altura certa para comemorar o melhor disco dos GNR!

 

Principal veículo de Pedro "Lobo" Bessa, o projeto Lobo não tem compromissos com géneros musicais, subvertendo-os, na ingrata procura da canção perfeita. Alternador de discos, produtor e obsessivo por música desde que ouviu o “1967/1970” dos Beatles no gira discos dos pais, percorreu o país de lés-a-lés a tocar, desde sítios pequenos a festivais com bandas como os Buena ou Renderfly e gravou e misturou discos para MESA, Slimmy, Nuno Prata (Ornatos Violeta) ou Valter Lobo no "seu" Estúdio Eléctrico. "Ecléctico is my middle name", diz o músico. Foi Novo Talento Fnac 2009 com o tema “Agora, Aqui” e edita, também nesse ano, o disco de estreia "Socorros a Náufragos". No final de 2015 chega o segundo disco, "Reverberação". O Lobo é: Pedro Lobo (Voz e Guitarra), Luís Ribeiro (Guitarras e Voz), Bruno de Oliveira (Bateria e Voz) , Sérgio Valmont (Baixo), João Mascarenhas (Teclados) e Eva Danin (Voz).

 

Rivoli (Porto)

9 de Março 2016 | 21.30h

Festa Moderna: Modernos Big Band convidam José Cid + Diego Armés + Jónatas Pires + Luís Severo

É já no próximo dia 20 de Fevereiro: a Festa Moderna.

É a 20 de Fevereiro que o colectivo Cuca Monga, que junta os Modernos, Bispo e El Salvador, se inaugura no Musicbox.

FestaModernaCartazWEB-e1453803967836.jpgCom uma periodicidade trimestral, o espaço programático terá como base a construção de uma big band que integrará os músicos do colectivo e convidados especiais.

Para 20 de Fevereiro, a banda a dar corpo ao alinhamento de canções e estrutura da banda são os Modernos. A partilharem o palco com eles estarão: José Cid, Diego Armés (Chibazqui / Feromona), Luís Severo e Jónatas Pires (Pontos Negros).

A sessão serve também como ponto de lançamento para a colectânea Cuca Monga, a sair no mesmo mês via Universal Records.

 

Musicbox (Lisboa)

20 de Fevereiro 2016 | 23.00h

É noite de swing no Coliseu… Glenn Miller Orchestra

A Glenn Miller Orchestra não deixa morrer a memória e a herança musical do grande trombonista Norte Americano desaparecido em 1944.

1409069494.jpgA Glenn Miller Orchestra continua a encantar nos seus espectáculos com os grandes sucessos, “Moonlight Serenade”, “In The Mood”, “Tuxedo Junction” ou “Chattanooga Choo Choo”. Ray McVay dirige cerca de 20 talentosos músicos e cantores nesta big band que em duas horas de espectáculo, como num estalar de dedos, nos faz recuar até aos anos trinta. Um concerto único já este sábado, 20 de fevereiro.

 

Coliseu (Porto)

20 de fevereiro 2016 | 21.30h

Filho da Mãe e Ricardo Martins… Apresentação de "Tormenta"

Não será com insultos que mediremos o talento de Filho da Mãe, mas muito lhe serão reservados: Rui Carvalho, com um CV preenchido a preceito com If Lucy Fell, I Had Plans e mais uma série de mirabolantes explosões de criatividade, já largou a electricidade há algum tempo e abraçou a solidão da guitarra clássica em força.

8.jpgAgora, com Ricardo Martins na bateria (Lobster, Cangarra, Adorno, Papaya), outro colosso da música nacional, sobe-se a parada sem se alterar a missão… o Filho da Mãe não precisa de mais do que uma guitarra para impressionar, mas traz um dos melhores percussionistas que por aqui temos para o desafiar em cada incursão.

"Tormenta", o disco, saiu para os escaparates nacionais com selo Revolve e CTL-Musicbox no passado dia 12 de Fevereiro e os concertos de apresentação acontecem já este fim de semana

 

Musicbox (Lisboa)

19 de fevereiro 2016 | 22.30h

Maus Hábitos (Porto)

20 de fevereiro 2016 | 22.30h

 

Ana Moura… Estreia no Olympia com lotação esgotada

A dois dias de estrear as canções do mais recente álbum em palcos internacionais, Ana Moura recebe a notícia de que o fará para uma sala completamente lotada. Dia 19 de fevereiro, o mítico Olympia em Paris abre a Tour Mundial de "Moura", o disco que foi editado no início deste mês em França. Esta é a primeira vez que Ana Moura se apresenta nesta sala e o maior concerto, em nome próprio, que dará em Paris.

GLAM - Ana Moura (9).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

No final da semana passada, a fadista esteve em destaque na televisão francesa, na France 2. "Dia de Folga", o primeiro single extraído de "Moura", atualmente, um dos três temas nacionais mais tocados na rádio nacional, ultrapassou 1 milhão de visualizações no canal da artista no VEVO. Será aqui que também estreará, no início de Março, o vídeoclip de "Tens os Olhos de Deus", o tema composto por Pedro Abrunhosa e que será o segundo single de "Moura".

Ana Moura parte no dia seguinte para o Luxemburgo, para dois concertos também esgotados. Da TOUR MOURA destacam-se ainda os concertos em Londres, dia 19 de Abril, no Cadogan Hall, que se encontra muito perto de esgotar e a 26 de Abril no prestigiado Carnegie Hall, em Nova Iorque.

 

Em Portugal, a digressão começa em Guimarães, a 12 de Março, passa pela MEO Arena, em Lisboa dia 9 de Abril e termina, nesta primeira fase, com dois concertos no Coliseu do Porto, a 15 e 16 de Abril.

Todas as datas para consultar aqui

Festival “Montepio às vezes o amor” junta mais de 12.000 corações apaixonados e esgota salas de norte a sul do país!

A 2ª edição do Festival “Montepio às vezes o amor” juntou mais de 12.000 pessoas, espalhadas de norte a sul do país, num fim de semana de emoções fortes em 8 cidades portuguesas, com muita cumplicidade e onde a música portuguesa foi, uma vez mais, a banda sonora de uma noite inesquecível.

GLAM - Bruno Nogueira.jpg(C) 2016 Sergio Magalhães / Arquivo Glam Magazine

 

Nomeado para os 'Portugal Festival Awards' e 'Iberian Festival Awards', o festival regressou em força às cidades de Caldas da Rainha, Castelo Branco, Évora, Ílhavo, Leiria, Lisboa, Porto e Vila do Conde, apresentando no seu cartaz nomes consagrados como Paulo Gonzo, David Fonseca e João Pedro Pais, projectos especiais como o de Bruno Nogueira & Manuela Azevedo - Deixem o Pimba em Paz (desta vez acompanhados pela Orquestra Filarmonia das Beiras), novos compositores que nos últimos anos se afirmaram como referências incontornáveis como Miguel Araújo e Tiago Bettencourt, os Amor Electro, umas das bandas sensação do momento com a sua carismática cantora Marisa Liz, aos quais se juntaram ainda a energia contagiante dos D.A.M.A (talvez o maior fenómeno da música portuguesa da actualidade) e Easy B, uma das novas apostas do Hip Hop português.

 

9 artistas em 8 salas de 8 cidades diferentes, num total de 11 espetáculos e mais de 16 horas de música!

 

Cerca de 200 pessoas envolvidas nesta grande 'maratona' de música portuguesa, entre artistas, músicos e profissionais, que juntamente com um público fantástico, ajudaram a construir o sucesso da 2ª edição de 'Montepio às vezes o amor - o festival de música do dia dos namorados'.

Do Canada para o Titanic Sur Mer… Clara Venice

Conhecida pela sua peculiar musicalidade, ela é também uma das poucas pessoas que toca o theremin como um verdadeiro instrumento, adicionando uma diversidade emocional à sua música.

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DR

 

Compositora, multi-instrumentista e sonhadora, Clara Venice compõe e interpreta as suas músicas num acto de "one woman band".

A primeira parte do concerto é da responsabilidade dos Plause, uma banda cujas sonoridades viajam entre o Indie Rock, New Wave, Minimal e o Post Punk.

 

Titanic sur Mer (Lisboa)

19 de fevereiro 2016 | 22.00h

Os sons quentes de Cabo Verde… Jon Luz no B.Leeza

Jon Luz, Junzin D’Rosa, nascido na Ilha de Santo Antão e criado em São Vicente, Cabo Verde, é acima de tudo um autodidacta crioulo, músico de cordas tradicionais e compositor.  Treze anos e trezentos escudos haviam de chegar para pagar a primeira guitarra e com ela pode entrar na escola musical do Mindelo: as serenatas da Ilha. Aos dezassete já vai de violão para as noites na casa da portuguesa D. Mariazinha e, percorrendo a Ilha, acompanha e aprende com artistas como Totono, Malaquias Costa, Canhota, Eugene Lima ou Luís Morais.

jon.jpgEm 1994, constitui, com Zé de Paiva, a formação musical “Serenata”, que o traz, pela primeira vez, a Portugal em 1996. Após dois anos de regressos intermitentes, fixa-se em Lisboa quando, em 1998, vem para integrar a companhia de dança contemporânea Clara Andermatt, com a qual colaborou até 2001. As deambulações no arquipélago natal e para fora dele dão corpo ao universo musical de “Farrope d’Poesia”, o disco de temas originais, compostos entre 1994 e 2002, que edita em 2006.

As cumplicidades musicais que experimenta em “Farrope d’Poesia” hão-de ser desenvolvidas e aprofundadas ao longo dos quase 20 anos em que Lisboa passou a ser a sua colina da saudade: acompanha ao vivo e grava com artistas de todos os quadrantes e identidades musicais que informam a sua própria música (Ana Moura, António Zambujo, Armando Tito, Celina Pereira, Cristina Branco, Chico César, Filipa Pais, Hermínia, Humberto Ramos, Ildo Lobo, Joana Amendoeira, Joana Melo, João Afonso, Lura, Luís Pastor, Manecas Costa, Maria Alice, Mayra Andrade, Nancy Vieira, Pantera, Roberta Sá, Sara Tavares, Tito Paris, Uxía, Vitorino, Titina, Zeca Medeiros, Voginha… ).

Num território artístico e de criação propício e aberto a intersecções, desenvolve colaborações artísticas transdisciplinares compondo paisagens musicais para outras linguagens: escreve música para dança (Amélia Bentes, Felix Lozano, Marta Silva), cinema (Manthia Diawara, Sofia Marques), televisão (“Tradições – Retalhos da Vida de um Povo”) e para outros intérpretes (Cesária Évora, Maria Alice, Nancy Vieira, Rosa Mestre, Uxía).

A partir da estranha ausência das Ilhas, começa agora a materializar-se o projecto que Jon Luz tem vindo a desenvolver nos últimos anos: uma viagem à volta da Ilha em 80 canções que cruzam as tradições da morna e coladera com o jazz, a improvisação e a música portuguesa.

 

Morna Ulíme”, o disco a lançar no primeiro semestre de 2016, será a primeira estação da viagem e o concerto que dará no próximo dia 18 de Fevereiro, no B.leza, em Lisboa, a primeira paragem para apresentar mornas que vão do Tejo à sua Ribeira de Craquinha natal.

 

B.Leza (Lisboa)

18 de fevereiro 2016 | 23.00h

Oeiras Crescendo Fest 2016… Os artistas confirmados

O Oeiras Crescendo Fest (OCF) nasce em 2014 fruto de uma parceria entre a Crescendo nas Artes Associação Cultural e a Input Produções. Desde a 1ª edição que pretendemos que o OCF se firme como um inovador conceito de Festival, onde o espectador é convidado a descobrir novos talentos, num ambiente acolhedor e requintado, e onde todos os momentos são valorizados.

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Dino D´Santiago (Música tradicional Cabo Verdiana)

Claudino de Jesus Borges Pereira, Dino, assume uma nova identidade ao relançar a sua carreira a solo. Dino d’Santiago é agora o nome artístico de Dino que, desta forma, assume claramente as suas raízes crioulas na música. Dino d’Santiago, nasceu em 1982, no sul de Portugal (Quarteira), filho de pais cabo-verdianos do interior de Santiago. Foi no acolhedor clima algarvio que encontrou o cenário perfeito para dar os seus primeiros passos no mundo das artes. Proveniente de uma família religiosa, desde muito cedo a música esteve ligada à sua fé, tendo cantado em coros de igrejas locais e galas para pequenos intérpretes. Em 2003 foi um dos finalistas da segunda edição do programa da RTP1 “Operação Triunfo”.

No ano seguinte, embarcou numa nova aventura ao tornar-se membro da Jaguar Band, a banda que acompanha os Expensive Soul ao vivo. Depois da bagagem adquirida tanto em estúdio (mais de 40 participações em álbuns de outros artistas) como em palco (Festival Sudoeste TMN, Rock in Rio, Coliseu de Lisboa, Super Bock Super Rock) Dino quis dar voz a essas experiências lançando o seu primeiro álbum a solo em 2008, intitulado “Eu e os Meus”. Apesar de ser apenas o seu primeiro trabalho a solo o álbum contou com várias participações de artistas de renome no panorama da música nacional como Virgul e Pacman (Da Weasel), Valete e Sam The Kid. Teve ainda o privilégio de trabalhar com Tito Paris no tema “Mamã”. Em 2009, após ter concluído os concertos do seu trabalho a solo, juntou-se a Virgul dos Da Weasel para fundar os Nu Soul Family. Logo com o primeiro álbum da banda “Never Too Late To Dance” e com o single “This is For My People” ganha o prémio da MTV para Best Portuguese Act. O ano de 2011 também foi um marco importante para Dino pois juntamente com os Expensive Soul & Jaguar Band ganhou o Globo de Ouro para melhor banda nacional.

 

Em 2012, Dino assume o pseudónimo Dino d’Santiago para começar a explorar uma vertente musical mais ligada às suas raízes. O crioulo de Cabo Verde e o português são as línguas dominantes numa fusão afro que junta os ritmos tradicionais crioulos, com o fado, o soul, o R&B e tantos outros estilos que resultam das vivências e experiências. O disco "Eva" que fez uma homenagem à sua origem e ao local de onde provém a família (Assomada- Poilão de Boa Entrada) conta com o contributo musical de artistas de várias latitudes da lusofonia, foi considerado um dos Melhores álbuns de World Music, pelos jurados da European World Music Charts 2013. Em 2014, Dino d'Santiago e o seu "Eva", vencem 2 Cabo Verde Music Awards, nas categorias de "melhor álbum acústico" e "melhor batuku/ kola sanjon" com o tema “kabu Tchora”.

Tem sido o artista revelação de vários palcos da cena Mundial. Com críticas que surgem desde a Atlantic Music Expo 2014 (Cabo Verde),o Festival Ulsan (South Korea), o Festival Minas Musica Mundo (Brasil), passando pelos Festivais Europeus como Afrika Festival (Alemanha) e o Festival Med, Sol da Caparica e Sons do Atlântico (Portugal), Summer Stage Festival NY), contagiando o público e critica, abrindo novos horizontes!

12.jpg Les Triplettes de Lisbonne (Jazz Manouche)

Les Triplettes de Lisbonne são constituídos por João Roxo (clarinete/ sax tenor), João Santos (guitarra) e Fiuza Duarte (contrabaixo). Este grupo celebra a sonoridade e o reportório característico do Jazz Manouche onde se incluem standards norte-americanos das primeiras décadas do século XX, bem como alguns originais dos mais célebres nomes deste género musical, tais como, Django Reinhardt e Stephane Grappelli. Formados em 2012, os Les Triplettes de Lisbonne começaram por se apresentar com regularidade em vários espaços culturais de Lisboa. Foram convidados a integrar o cartaz do Festival Junta-te ao Jazz (2013) e Festival Jazz & Wine (2014).

mig101.JPGMiguel Amado Group (Jazz)

O baixista, contrabaixista e compositor Miguel Amado é mestrado em Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa. Enquanto estudante de música frequentou as escolas Crescendo Centro Musical, Escola de Musica Nª Srª do Cabo, Academia de Amadores de Musica, Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. Conta com três discos editados em nome próprio: “Mensagens de Fumo” (2004), “This is Home” (2010) e “Story to be Told” (2013). Dentro da área do jazz e música improvisada já colaborou, em palco ou em estúdio em projectos como, Kolme, Spill, Ficções, Underpressure, Septeto do Hot Clube, LUME, Brutus, entre vários outros.

Em outras áreas musicais as suas colaborações incluem nomes como Fausto, João Gil, Janita Salomé, André Sardet, Lúcia Moniz ou Nuno Guerreiro. Durante vários anos leccionou na escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e na licenciatura de Jazz da Universidade Lusíada. Presentemente é professor na escola de música Musicentro

14.jpgCati Freitas (Worldmusic)

O que liga Vinicius de Moraes a Edu Lobo e Chico Buarque?

E o que liga esses mestres a Dani Black, Rodrigo Amarante, Pedro Altério ou Marcelo Camelo?

A nacionalidade é uma resposta óbvia, mas que deixa de fazer sentido se a essa lista se acrescentar Cati Freitas. O que liga esses nomes é o facto de todos assinarem temas presentes no alinhamento de “Dentro”, o seu álbum de estreia. Cati Freitas, portuguesa de 28 anos, vem de Braga, mas bem podia vir de qualquer outro local do mundo, porque o seu talento não se contenta com as nossas fronteiras. A escolha de repertório já envia uma mensagem de sofisticação, por um lado, mas também de atualidade. A língua portuguesa é trabalhada com requinte, dando especial enfoque à mensagem. Descobrir a voz é afinal a razão mais funda para Dentro. "Dentro" foi gravado no Brasil, produzido por Tiago Costa (que no seu currículo tem participações em Vento em Madeira, Maria Rita, entre muitos outros nomes) e contra com composições da própria Cati

Trama.jpgTrama (Worldmusic)

Trama é um quinteto de música portuguesa, cantada em português. O grupo nasceu em 2012 e conta com: Maria Inês Fernandes na voz, Dina Hernandez na flauta transversal, Nuno Cintrão na guitarra clássica e composição, Francisco Brito no contrabaixo e Marco Fernandes nas percussões. Podemos falar de world music, jazz, música tradicional, fado e música erudita, como fios de uma Trama musical que se tece ao longo de cada música, misturando as diferentes experiências musicais dos seus elementos. A sonoridade da sua música transporta o ouvinte numa viagem que começa seguramente em Portugal, mas que não tem fronteiras e viaja pelos quatro cantos do mundo. Após a sua estreia em 2012 e uma série de concertos, o grupo prepara a pré-produção e gravação do seu álbum de estreia que deverá estar concluído no início de 2016

10.jpgSimone de Oliveira (Música Portuguesa)

 

Verdadeiro ícone de várias gerações de artistas, Simone de Oliveira é um dos maiores nomes da história da música portuguesa dos últimos 50 anos. Neste espectáculo intimo e de “olhos nos olhos”, serão revisitados alguns dos momentos mais marcantes da sua magnifica carreira, canções intemporais e histórias de uma mulher fascinante. Simone de Oliveira será acompanhada a piano pelo maestro Nuno Feist, numa viagem onde a música será o fio condutor desta noite entre amigos

 

Programa da edição 2016:

8 de Abril 2016

- Les Triplettes de Lisbonne (Jazz Manouche)

- Dino D´Santiago (Música tradicional Cabo Verdiana)

9 de Abril 2016

- Miguel Amado Group (Jazz)

- Cati Freitas (Worldmusic)

10 de Abril 2016

- Trama (Worldmusic)

- Simone de Oliveira (Música Portuguesa)

Oeiras Crescendo Fest 2016

O Oeiras Crescendo Fest (OCF) nasce em 2014 fruto de uma parceria entre a Crescendo nas Artes Associação Cultural e a Input Produções. Desde a 1ª edição que pretendemos que o OCF se firme como um inovador conceito de Festival, onde o espectador é convidado a descobrir novos talentos, num ambiente acolhedor e requintado, e onde todos os momentos são valorizados.

Novo cartaz.jpgNas duas primeiras edições trabalhámos com 12 bandas: Raiz, La Farse Manouche, Catarina Pinho, Ngoma Mozambik, João Charepe, Vitor Zamora, De Medio Tiempo, P.L.I.N.T, Marta Hugon, Marafona, Trio Edu Miranda E Seiva. Após a reação do público às duas primeiras edições, o OCF começou imediatamente a ser pensado, preparado e concebido, permanecendo firme no propósito de dar a conhecer o que de novo e melhor se faz na música, em Portugal. A edição de 2016, pretende, em representação das diferentes culturas do nosso Mundo, da qualidade dos seus executantes e da paixão pela música e pela cultura, garantir, uma vez mais, uma experiência inesquecível e irrepetível.

 

Os mais diferentes ritmos e melodias do Mundo estarão novamente convidados: Fado, Jazz, Bossa-Nova, Flamenco, a Música Tradicional Popular Erudita, na promessa de uma viagem por diferentes sons, culturas e ambientes, que permanecerão na memória e no seu coração de todos os participantes.

 

A III Edição chega a Oeiras ao Auditório Municipal Eunice Muñoz, nos dias 8,9 e 10 de Abril, com dois concertos por noite.

Programa das edição 2016:

 

8 de Abril 2016

- Les Triplettes de Lisbonne (Jazz Manouche)

- Dino D´Santiago (Música tradicional Cabo Verdiana)

9 de Abril 2016

- Miguel Amado Group (Jazz)

- Cati Freitas (Worldmusic)

10 de Abril 2016

- Trama ( Worldmusic)

- Simone de Oliveira (Música Portuguesa)

Caixa Ribeira'16… Aldina Duarte, Gonçalo Salgueiro e José Manuel Neto são as novas confirmações

O melhor do Fado tem encontro marcado na Ribeira do Porto a 3 e 4 de Junho. Durante dois dias a festa vai invadir as ruas daquela emblemática zona da baixa portuense. Aldina Duarte, Gonçalo Salgueiro e José Manuel Neto são as mais novas confirmações.

aldina duarte.jpg(c) Rita Carmo

 

Nome imenso do Fado... Aldina Duarte dispensa apresentações. Para além de uma voz soberba e distinta, escreve como ninguém, sendo também cantada por nomes já icónicos do Fado como Camané, Joana Amendoeira, António Zambujo, Ana Moura, Carminho, Pedro Moutinho, Mariza, entre outros. Fadista-residente no conhecido Sr. Vinho em Lisboa, Aldina leva também com frequência a sua voz além-fronteiras como uma das grandes referências nacionais. Em 2015 regressou com “Romance(s)”, um duplo CD onde se canta um romance escrito em verso por Maria do Rosário Pedreira. Considerado por muitos um dos discos do ano, vai ter, com certeza, lugar de destaque no concerto no Caixa Ribeira.

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DR

 

Gonçalo Salgueiro é um artista multifacetado. Músico, ator e produtor, participou em espetáculos musicais e em algumas das mais conhecidas produções de Filipe La Féria. Foi precisamente em “Amália” que a sua voz começou a merecer reconhecimento. Tem um registo muito particular, quase angelical e um reportório com vários discos. Em 2014, com a renomada soprano internacional Elena Mosuc, juntou Fado, Ópera e Musical, na produção “OPERFADO”. Regressa ao Caixa Ribeira para encantar.

José-Manuel-Neto1.jpgDR

 

José Manuel Neto é filho de Fadista e começou a tocar Guitarra Portuguesa com 15 anos. É um dos mais virtuosos e reconhecidos instrumentistas da atualidade. Em estúdio gravou com Argentina Santos (“Argentina Santos”), António Zambujo (“O Mesmo Fado”, “Outro Sentido”), Camané (“Esta coisa da Alma”, “Pelo Dia Dentro”, “Como sempre… Como Dantes”, “Sempre de Mim”), Carlos do Carmo (“Ao vivo no Coliseu dos Recreios: 40 anos de Carreira”, “Fado Maestro”), Ana Moura (“Aconteceu”) e Pedro Moutinho (“Encontro”, “Um Copo de Sol”).

Autodidata, o seu talento fez com que ao longo dos anos fosse acompanhando vários artistas em casas de Fado de renome. Hoje, depois de vários álbuns, conta também com digressões ao lado de grandes nomes do universo fadista como Carlos do Carmo, Camané, Ana Moura, Aldina Duarte, Cristina Branco ou Mísia. Vai desfilar todo o seu virtuosismo no Caixa Ribeira.

 

Já Confirmados:

Aldina Duarte; António Zambujo; Gonçalo Salgueiro; Joana Amendoeira; José Manuel Neto; Pedro Moutinho; Raquel Tavares; Rodrigo & Florência; Simone de Oliveira; Kiko

EDP Cooljazz 2016… Seal é a primeira confirmação

O edpcooljazz apresenta Seal na 13ª edição do festival mais cool, a realizar-se durante o mês de julho, nos Jardins Marquês de Pombal e no Parque dos Poetas, Estádio Municipal de Oeiras. A voz de Seal volta assim a fazer-se ouvir nos palcos do edpcooljazz, desta vez entoando os melhores êxitos dos seus 25 anos de carreira, com especial destaque para o seu último disco “Seal 7”, editado em finais de 2015.

seal-2.jpgDR

 

Seal, que celebra 53 anos já no dia 19 de fevereiro, é um cantor e compositor britânico reconhecido pela singular mistura que imprime às suas canções com os vários ritmos soul, folk, dance, rock e pop, num exercício único e criativo onde expressa a experiência cheia de amor através da música. No dia 20 de julho sobe ao palco do edpcooljazz para um grande concerto no Parque dos Poetas, Estádio Municipal de Oeiras.

“Seal 7”, o seu último álbum, vai estar em destaque neste concerto, bem como outros êxitos da sua carreira que o celebrizaram ao longo destes últimos anos como “Killer”, “Crazy”, “Kiss From a Rose”, “Prayer for the Dying” ou “Color”, entre muitos outros.

Seal consagrou-se a nível mundial, na década de noventa, com o seu segundo álbum “Seal II”, que vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo e lhe rendeu os Grammys de 1996 com a melhor música “Kiss From a Rose” e ainda como melhor intérprete masculino. Para além de “Kiss From a Rose”, a canção “Prayer for the Dying”, que fala de um ritual entre vivos e mortos, também alcançou sucesso mundial.

Desde então, Seal já arrecadou três Brit Awards, na categoria de melhor cantor masculino, quatro Grammys e um MTV video Music Award.

 

Parque dos Poetas/Estádio Municipal de Oeiras / edpcooljazz

20 de Julho 2016 | 21.00h

Ratatat… no NOS Alive’16

A 10.ª edição do NOS Alive conta com mais uma confirmação.

A dupla electrónica nova-iorquina Ratatat, composta por Mike Stroud e Evan Mast, atua dia 9 de julho no Palco Heineken, palco onde já estão também confirmados nesse mesmo dia Grimes, José González e Paus.

GLAM - Ratatat 2.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Conhecidos pelas produções originais, bem como pelas remisturas de nomes distinguidos da cena indie, as suas atuações contam com uma forte componente visual e uma poderosa presença em palco. O duo traz na bagagem cinco discos de estúdio, entre eles “Magnifique”, editado no passado mês de julho.

 

Nomes já anunciados:

Arcade Fire, Carlão, Courtney Barnett, Father John Misty, Foals, Grimes, Hot Chip, Jagwar Ma, John Grant, José González, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Ratatat, Robert Plant, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Two Door Cinema Club, Vintage Trouble, Wolf Alice e Years & Years.

Lina Nyberg Band… em concerto no Salão Brazil

Com o aplauso da crítica e do público, Lina Nyberg Band fez a sua primeira digressão em Portugal no ano de 2015, esgotando os palcos do Salão Brazil e da Festa do Jazz de Lisboa. Lina Nyberg é uma das mais criativas e inovadoras cantoras de jazz da Suécia e conta no currículo com o prémio “Artista Jazz do ano”, da Sveriges Radio.

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“Aerials" (2016) é a segunda parte da trilogia de Lina Nyberg sobre o mundo, os elementos e a própria música. Desta vez a compositora e cantora sueca canta sobre aves, pilotos, ventos e astronautas. O registo inclui composição para quarteto de cordas, bem como interpretações poéticas e expressivas de standards de jazz como "Fly me to the moon" e "Bye Bye Blackbird".

 

No dia 17 de fevereiro a artista sueca vai marcar presença no Conservatório de Música de Coimbra para um workshop entre as 14 e as 16 horas

 

Salão Brazil (Coimbra)

19 de fevereiro 2016 | 22.30h

FIMO - Festival Internacional de Marionetas de Ovar apresenta… Alex & Barti

O FIMO - Festival Internacional de Marionetas de Ovar regressa novamente em 2016 para mais uma edição do Festival. A cidade de Ovar recebe entre os dias 10 e 12 de junho os nomes nacionais e internacionais mais relevantes do Teatro e da arte de Marionetas. A primeira confirmação para a edição de 2016 acaba de ser anunciada pela organização. Trata-se da dupla Alex & Barti.

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Alex Mihajlovski, nascido na Macedónia, mas radicado na Dinamarca desde 1992, vai trazer a marioneta Barti a Ovar e certamente conquistar o exigente público do FIMO!

Alex começou a desenvolver a sua “complexa” marioneta Barti em 1986, na altura a viver em Espanha. Barti é manobrado por um complexo sistema de mais de 40 fios, praticamente invisíveis para o público, o que possibilita a Alex Mihajlovski trabalhar de uma forma inédita as próprias expressões da marioneta. A primeira apresentação de Barti ocorreu em Espanha no ano de 1988, na altura eram apenas 9 “fios” que manobravam Barti. Desde essa estreia que a evolução tem sido uma constante, fruto dos diversos espetáculos realizados praticamente por toda a Europa.

 

Para descobrir a arte da Marioneta sem “discurso” de Alex Mihajlovski na edição de 2016 do FIMO, de 10 a 12 de junho.

 

17 fev / Paulo Homem de Melo

Rodrigo Serrão prepara album “Stick to the Music” para o Outono 2016

Músico, compositor e produtor, Rodrigo Serrão participou em concertos por todo o mundo e gravou em mais de uma centena de discos. Trabalhando com os mais influentes artistas portugueses do Jazz ao Fado e da Pop à World Music, é um músico numa constante busca de desafios onde possa expressar por inteiro a sua criatividade.

Rodrigo serrao.jpgActualmente é o único músico em Portugal a apresentar um concerto de Chapman Stick. Lançará o seu primeiro album a solo, “Stick to the Music” no Outono de 2016.

Imagine um Piano, uma Guitarra, um Contrabaixo e uma Harpa todos combinados num único instrumento: é isto o Chapman Stick. Com a sua implantação mundial nos últimos anos, este instrumento visionado por Emmet Chapman em 1969 é, em termos histórico-musicais, o grande herdeiro de uma tradição cujos mais recentes casos de sucesso remontam a Adolphe Sax com a invenção do saxofone (séc XIX) e a Bartolomeo Cristofori, inventor do Piano (séc XVIII).

 

A particularidade comum a todos estes casos foi a criação de um instrumento novo, de tal versatilidade que a sua utilização se generalizou, ultrapassando barreiras e linguagens musicais. É, hoje em dia, utilizado em todo o mundo e em todos os géneros musicais: desde o repertório “clássico” até à musica Pop.

Benjamin Clementine nos Coliseus de Lisboa e Porto em Junho

Benjamin Clementine está de regresso a Portugal dias 1 e 2 de Junho para dois espectáculos únicos, nos Coliseus de Lisboa e Porto. Chega apenas alguns meses após a digressão que conquistou o público e a crítica em Braga, Aveiro, Porto, Lisboa e Faro, com todos os concertos esgotados..

GLAM - Benjamin Clementine.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

"At Least For Now" é o disco de estreia de Benjamin Clementine, lançado em Abril de 2015, que foi reconhecido como um dos melhores álbuns do ano por numerosas publicações de referência e distinguido com o Mercury Prize 2015, o prestigiado galardão da indústria fonográfica britânica.

Pianista autodidacta, com um percurso de vida atribulado, Benjamin Clementine é um talento precoce, que cresceu inspirado em figuras como Leonard Cohen. Desde que participou no programa televisivo da BBC2 "Later … with Jools Holland" em 2013, tornou-se no artista mais partilhado no Spotify, foi distinguido com o "Best New Act" em Les Victoires de la Musique, esgotou espectáculos em toda a Europa e nos EUA, e tocou nas primeiras partes dos concertos de artistas como Cat Power, Tune-Yards ou Woodkid e nos festivais de verão Wilderness Festival, com curadoria de Bjork, e no Meltdown Festival, de David Byrne.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

1 de Junho 2016 | 21.30h

 

Coliseu (Porto)

2 de Junho 2016 | 21.30h