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Glam Magazine

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Minta & The Brook Trout apresentam “Slow” em Sesimbra

Slow”, o terceiro longa duração dos Minta & The Brook Trout, e chega às lojas no final de fevereiro de 2016.

Este é o primeiro concerto em que se vão ouvir as novas canções e aquele em que renovada formação da banda se estreia ao vivo.

minta.jpg(C) 2015 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Depois de “Olympia” (2012), editado em Portugal pela NOS Discos e nos EUA pela Hope For The Tape Deck, de Filadélfia, e apresentado ao vivo por todo o país, Minta & The Brook Trout regressam às edições e aos palcos com um trabalho novo na manga, sem esquecer as dezenas de canções gravadas desde o princípio desta história, no ano de 2008.

 “Can’t handle the summer” é o single de avanço que já se pode ver e ouvir.

 

Cineteatro Municipal João Mota (Sesimbra)

19 de Fevereiro 2016 | 21.30h

O "acústico" dos Xutos & Pontapés em Viana do Castelo

Há muitas histórias dentro da história dos Xutos & Pontapés.

A história do "acústico" é uma das mais bonitas. Porque há coisas que não são planeadas mas podem ser muito importantes. Há momentos, inesperados, em que uma banda renasce, porque se reencontra… consigo mesma, com as suas canções e com o público.

xutos.jpgEm 1995, de uma emissão de rádio, fez-se um disco "Ao Vivo na Antena 3", que mudou o modo como este país sentiu a força da música dos Xutos & Pontapés. As canções, já feitas hinos, tornaram-se ainda maiores e, depois disso, por causa disso, nada voltou a ser como antes.

Agora, vinte anos depois, Tim, Zé Pedro, Kalu, João Cabeleira e Gui revisitam esse momento tão singular nas suas carreiras: "Se me amas" é o regresso dos Xutos & Pontapés ao formato acústico. Um encontro feliz e raro, feito de desafio e cumplicidade, entre músicos totalmente entregues à essência de canções que fazem parte da vida. Da deles e da nossa.

 

Centro Cultural (Viana do Castelo)

27 de fevereiro 2016 | 22.00h

Elton John apresenta “Wonderful Crazy Night” em dezembro no MEO Arena

Elton John regressa já no dia 11 de dezembro de 2016 ao MEO Arena, sala que esgotou em 2009, num concerto aclamado pelo público e pela crítica que ficaram rendidos aos seus grandes sucessos, mas também à voz, simpatia e presença em palco de um dos maiores artistas de sempre.

Depois do anuncio da presença do cantor na edição de 2016 do Festival MEO Marés Vivas, esta é a segunda data este ano em Portugal de Sir Elton John.

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Esta digressão tem o mesmo nome do seu mais recente álbum de originais, “Wonderful Crazy Night”, editado no passado dia 5 de fevereiro, o 32º álbum de estúdio da carreira do artista, que foi já considerado pela Rolling Stoneum dos seus melhores de sempre”. Neste novo espetáculo ao vivo, o músico apresenta não só este álbum como também os grandes êxitos da sua carreira. "Blue Wonderful" é o single de apresentação deste disco.

Elton John é sem dúvida um nome incontornável da música e da sua história. Começou a carreira em 1969 (ver artigo) e desde então já deu mais de 4000 concertos em mais de 80 países e vendeu mais de 250 milhões de álbuns. Autor de grandes sucessos como “Candle in the Wind”, “Your Song”, “Can You Feel the Love Tonight”, “Rocketman” e tantos outros temas, Elton John é o artista a solo que mais álbuns já vendeu em todo o mundo.

Será sem dúvida uma noite para reviver os grandes sucessos de um dos maiores artistas de todos os tempos.

Os bilhetes estarão à venda a partir de dia 20 de Fevereiro nos locais habituais.

 

MEO Arena (Lisboa)

11 de Dezembro 2016

Myles Sanko apresenta “Forever Dreaming” no Musicbox

Uma nova estrela no universo da nova música soul, Myles Sanko conquistou a crítica e o público desde a edição do seu primeiro EP "Born in Black & White” em 2013. A energia da sua música é contagiante e rapidamente conquistou a critica da especialidade.

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O EP integrava sete temas, escritos e interpretados por Myles e que seguem, de forma fiel, a herança deixada por nomes como Otis Redding, Bill Withers, James Brown e Al Green. A personalidade do cantor natural de Inglaterra vem ao de cima numa nova abordagem ao soul, especialmente no seu álbum de estreia “Forever Dreaming”, com um sabor vintage que recupera referências tanto da Motown como do acid jazz, sempre com uma nota de contemporaneidade.

A interpretação da Soul Music por Myles Sanko é totalmente distinta, única e uma lufada de ar fresco que merece, certamente, atenção.

 

Musicbox (Lisboa)

18 de Fevereiro 2016 | 22.30h

Ricardo Azevedo + Quarteto de Cordas do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian

Ponto de passagem obrigatório, o Cine-Teatro de Estarreja recebe a apresentação do novo disco acústico de Ricardo Azevedo, numa altura em que o cantor comemora 15 anos de carreira.

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Ao lado de convidados muito especiais, esta retrospetiva da vida artística de Ricardo Azevedo, fundador da banda EZ Special, será apimentada pelos êxitos "Daisy", "My Explanation", "Pequeno T2", "Entre o Sol e a Lua", entre muitos outros.

Este concerto conta com a participação especial do Quarteto de Cordas do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian

 

Cine Teatro de Estarreja

19 de fevereiro 2016 | 21.30h

Charlie Puth completa o Cartaz do Palco Mundo do Rock in Rio - Lisboa

Está fechado o line-up do Palco Mundo para a 7.ª edição do Rock in Rio – Lisboa…. Charlie Puth, um dos artistas revelação norte-americanos, atua na Cidade do Rock a 29 de maio, abrindo o palco a Ariana Grande que, por sua vez, o cederá a Avicii.

Charlie-Puth-Pub-2-Catie-Laffoon.jpg(c) 2015 Catie Laffoon

 

Este será o primeiro concerto em Portugal do cantor e compositor que, este ano, recebeu três nomeações aos Grammy (incluindo Song of the Year e Best Pop Duo/Group Performance). “The next big thing in music”, como foi apelidado pela imprensa internacional, é já uma certeza no passeio da fama das estrelas da música. O seu álbum de estreia, “Nine Track Mind”, foi lançado em 2015 e é já um sucesso mundial, com o single “Marvin Gaye” (que conta com a participação de Meghan Trainor) a alcançar o primeiro lugar no Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia, além de ter vingado no top de outros tantos países

Vencedor de dois prémios Teen Choice Awards e um Hollywood Film Award, Charlie Puth é, também, a voz de “See You Again”, tema que conta com a participação especial de Wiz Khalifa e integra a banda sonora original do filme Furious 7. O single permaneceu no primeiro lugar da Billboard Hot 100 durante 12 semanas consecutivas e o videoclip já ultrapassou 1,5 mil milhões de visualizações no Youtube.

Vocalista, produtor, compositor e músico versátil, Charlie Puth chegou a Los Angeles em julho de 2014 com grandes ambições. Depois de assinar pela editora Atlantic Records co-escreveu, co-produziu e protagonizou, juntamente com Wiz Khalifa, o single “See You Again”. O single alcançou 4 platinas e liderou a tabela da Billboard Hot 100 durante 12 semanas, tendo chegado a número 1 em mais de 100 países.

Com o lançamento de “Marvin Gaye”, Charlie Puth “voou” para o estrelato passando a ser presença assídua em talk shows (já foi convidado no Saturday Night Live, The Today Show, The Tonight Show with Jimmy Fallon, entre outros). Nesse mesmo ano, fez-se à estrada para abrir os concertos de Meghan Trainor na sua tour pelos Estados Unidos da América e arrecadou vários prémios, incluindo dois Teen Choice Awards e um Hollywood Film Award, além de ter sido nomeado para outros tantos como os American Music Award, MTV Video Music Award, MTV Europe Award e uma nomeação para os Globo de Ouro na categoria de “Melhor Canção Original”.

Os Zanibar Aliens apresentam novo single “Bongsmoker”

Os Zanibar Aliens não são a típica banda de rock portuguesa” foi escrito numa das primeiras criticas à banda.

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Diríamos mais, os Zanibar Aliens pertencem ao mundo e, em 2016 vão provar que merecem estar à altura de todo o entusiasmo que os rodeia.

No Plano B apresentam "Bongsmoker", o novo single da banda num concerto a não perder.

Os Zanibar Aliens são constituídos por Carl Fernandes, Filipe Fernandes, Martim Seabra, Ricardo Pereira e Diogo Braga

 

Plano B (Porto)

19 de Fevereiro 2016

“Plaza Suite” na Casa das Artes de Famalicão

“Plaza Suite” é uma comédia sobre o amor e fala das desventuras de dois casais muito diferentes que enfrentam momentos cruciais nas suas vidas. Duas histórias distintas escritas por Neil Simon, um dos nomes maiores da dramaturgia norte americana. Com um humor sofisticado e deliciosamente engraçado, este texto foi um grande sucesso teatral e ainda deu origem a um filme.

981498.jpg (c) 2015 Força da Produção / DR

 

Com 4 personagens interpretados por 2 atores, na primeira história uma mulher tenta reconquistar o afeto do seu marido, encenando um encontro romântico na mesma suite onde passaram a lua de mel há 24 anos. Mas mais do que qualquer festejo, o fim do casamento parece estar à vista. Será que ainda vão a tempo de o salvar?

Na segunda história os pais de uma jovem noiva tentam convencê-la a sair da casa de banho, onde se trancou poucos minutos antes de começar sua festa de casamento. De que terá ela medo? Do amor ou daquilo em que uma relação, com o passar dos anos, se pode transformar? Um hilariante ataque de nervos com um final surpreendente! Pela primeira vez em Portugal, “Plaza Suite”, marca o regresso de Alexandra Lencastre ao teatro, no ano em que celebra 50 anos e 30 anos de carreira, ao lado de outro grande actor, com quem já contracenou Diogo Infante.

 

Texto - Neil Simon

Tradução - Luísa Costa Gomes

Encenação - Adriano Luz

Assistente de Encenação - Isabel Rosa

Cenário - Fernando Ribeiro

Figurinos - Isabel Carmona

Desenho de Luz - Luís Duarte

Produção - Força de Produção

Interpretação - Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo de Sá

 

Casa das Artes (Famalicão)

19 e 20 de Fevereiro 2016 | 21.30h

III Mostra de Robertos e Marionetas – “Peregrinação”

Traduzido em linguagem teatral pela companhia Lafontana - Formas Animadas, a interpretação da obra Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto, torna-se mais ainda sedutora. Num palco transformado em estúdio de cinema, as imagens são recolhidas por um sistema informático que promove o seu tratamento, montagem, mistura, sonorização e inserção de efeitos especiais, tudo em tempo real. O resultado final é projetado numa tela. Graças à conjunção teatro/cinema, o maior anti-herói da história portuguesa quinhentista surge aos nossos olhos com uma intemporalidade fabulosa.

Marionetas4_1_770_9999.jpg(DR)

 

Fernão Mendes Pinto relatou as “muitas e muito estranhas coisas que viu & ouviu” em “muitos reinos & senhorios das partes Orientais”, num livro a que deu o nome de Peregrinação, publicado em 1614, trinta anos após a sua morte. Trata-se de uma obra reunindo vários géneros literários e que constitui um precioso documento de uma época gloriosa da história portuguesa. Aliás, a sua projeção imediata no mundo, sedento de informações de paraísos desconhecidos, fez com que a Peregrinação seja, depois de Os Lusíadas, o livro português mais divulgado no mundo. Traduzido agora em linguagem teatral pela companhia Lafontana - Formas Animadas.

 

CC Gafanha da Nazaré (Ílhavo)

20 de Fevereiro 2016 | 22.00h

BEHEMOTH… em Outubro no Paradise Garage

Os ícones polacos do black/death metal regressam a Portugal em Outubro para um concerto intimista em Lisboa. Dois anos depois de, em Agosto de 2014, terem assinado uma atuação verdadeiramente demolidora no Vagos Open Air, os polacos BEHEMOTH regressam finalmente a Portugal para um muito aguardado espetáculo em nome próprio num recinto fechado. O quarteto composto por Nergal, Inferno, Orion e Seth sobe ao palco do Paradise Garage, em Lisboa, no dia 25 de Outubro e prometem uma atuação ainda mais intensa e, por certo, intimista, apoiada num alinhamento onde não vão faltar os clássicos mais venerados do grupo oriundo de Gdańsk.

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Como se isso não fosse razão mais do que suficiente para marcar já a última terça-feira de Outubro na agenda, os autores de “The Satanist” trazem na bagagem duas das mais excitantes propostas saídas do movimento black metal underground nos últimos anos. Também polacos, os MGLA têm mantido um fluxo constante de edições que culminou, em 2015, com o colossal “Exercises In Futility”, um registo que consegue ser, ao mesmo tempo, frio e envolvente, e provar que há projetos capazes de empurrar os limites do que é possível fazer dentro de um género em que parece que já foi tudo inventado. Criatividade e arrojo são, de resto, qualidades algo que não faltam também aos alemães Secrets Of The Moon... Apesar da abordagem um pouco mais direta, “Sun”, o mais recente registo do coletivo liderado pelo misterioso sG, editado no ano passado, é outra prova cabal de que, afinal, o black metal não tem de ser sempre tão hermético como muita gente parece pensar.

Um quarto de século e dez álbuns depois de terem sido criados por Nergal, os BEHEMOTH continuam a ser uma das bandas mais respeitadas e influentes da sua geração. “The Satanist”, o mais recente registo de estúdio do quarteto polaco, é o exemplo perfeito disso mesmo – verdadeira declaração de intenções, de compromisso, determinação e, sobretudo, da capacidade de escrever algum do death e black metal mais poderosos alguma vez gravados. Registado na sequência de uma batalha do estratega do projeto com a leucemia que lhe foi diagnosticada em 2010, este é um registo de ressurreição; um conjunto de canções em que, em vez de se vergar a entidades divinas, a banda opta por mergulhar de cabeça em 45 minutos de arte bem obscura, desta vez mais black que death metal, mas que tanto se pode munir da sumptuosidade de guitarras que vão buscar influência às raízes blues do heavy metal como à violência do tremolo picking e dos blastbeats infernais que se tornaram populares durante os anos 90. Um exemplo de luta contra todas as adversidades, “The Satanist” prova de nada os pode parar – nem mesmo uma doença mortal.

 

É, de resto, de perseverança, resiliência e de uma força de vontade do tamanho do mundo que se tem feito uma carreira que, por esta altura, caminha a passos largos para a marca das três décadas. Criados numa altura em que a Polónia ainda não tinha qualquer tradição no que toca ao black metal ou à música extrema, os BEHEMOTH destacaram-se desde cedo dos seus pares, mas ainda tiveram de gravar três maquetas e cinco álbuns, fazer uma tour europeia e assinar com uma editora italiana antes de lançarem os dois petardos, “Satânica” e “Thelema 6”, que lhes permitiram furar para fora do underground. No entanto, a partir do momento em que lançaram “Zoa Kia Cultus (Here And Beyond)”, em 2002, não mais pararam de crescer, desenvolvendo um conceito visual mais elaborado e tornando, progressiva e paulatinamente, a sua música mais coesa, musculada, cirúrgica. Já na viragem do milénio transformaram-se numa verdadeira máquina de guerra que, apoiada em discos demolidores como “Demigod”, “The Apostasy” e “Evangelion”, conquistou o mundo, recolhendo aplausos unânimes que não encontram grandes precedentes na tendência de que saíram

 

Paradise Garage (Lisboa)

25 de Outubro 2016 | 19.30h

Paraguaii apresentam novo single/vídeo "Scope"

Depois do EP lançado em 2015 e de terem chegado à final do Festival Termómetro, a banda de Guimarães apresenta o tema de avanço do que será o seu álbum de estreia. Paraguaii é o resultado da infindável busca musical e empírica vivida por Igor Gonçalves e Giliano Boucinha, busca que teve início nos tempos em que partilhavam o palco enquanto Utter.

paraguaii.jpg(c) Indian Productions

 

A eles, juntou-se Zé Pedro Caldas Correia e, desde 2015, que essa procura se tem vindo a materializar com a edição dos singles "She", "Tucano Baby" e "Black Ships" que lhes valeu lugar assegurado na fase final da última edição do Festival Termómetro.

2016 começa com a banda a mostrar "Scope", o primeiro single/vídeo do que será o seu primeiro álbum de originais a ser editado na primavera. "Scope" lança o mote do longa duração e vai buscar inspiração ao Espaço para questionar sobre o nosso lugar no cosmos e a forma como este se ramifica no sentido da auto-percepção e consciencialização humana.

O video tem realização de Pedro Zimann e conta com a participação do ator Romeu Anjos Pereira

 

Bem-vindos à amplitude espacial envolvida numa onda de cosmologia criativa dos Paraguaii, um mergulho num denso, amplo e profundo espaço de luz.

DJ Ride… “Hold me” feat. Mia Holiday é o novo single/vídeo

Hold me” com a participação de Mia Holiday é o terceiro single a sair do aclamado álbum “From Scratch” de DJ Ride.

1455625259.jpgA dar continuidade aos sucessos de “Ciúmes” com HMB e “Fumo Denso” com CAPICUA, num disco com 13 temas e 13 convidados, “Hold Me” chega ao público acompanhado por um vídeo com uma estética 3D lo-fi em que personagens low-poly povoam um cenário árido e desértico. Um vídeo que pretende ser, simultaneamente, um exercício gráfico e uma homenagem ao abraço

From Scratch” é um álbum que reúne alguns dos nomes mais significativos da mais moderna música urbana, como HMB, Capicua, Dengaz & Zacky Man, Stereossauro, Mia Holiday, Free The Robots & Lewis M, MGDRV, Holly, Jimmy P, Valete, NBC ou Enoque e em que afirma, mais uma vez, o seu gosto pelo risco, pela experimentação, partindo dos alicerces do Hip-Hop para viajar pelos universos mais futuristas da cena ecletrónica atual.

 

Como não podia deixar de ser, DJ Ride levará ao palco um espectáculo único e muito especial, onde contará com participação da maioria dos seus convidados do álbum já no próximo dia 5 de Março como uma das mais importantes actuações do Lisboa Dance Festival na LX factory

“The 58th Grammy’s” Awards… os vencedores...

Os vencedores da edição 58 dos Grammy’s Awards foram conhecidos esta madrugada.

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A lista completa dos nomeados e vencedores em cada categoria.

 

Disco do Ano:

D'Angelo & The Vanguard - "Really Love"

Mark Ronson featuring Bruno Mars - "Uptown Funk" (VENCEDOR)

Ed Sheeran - "Thinking Out Loud"

Taylor Swift - "Blank Space"

The Weeknd - "Can't Feel My Face"

Melhor “Pop Duo/group Performance”

Florence + The Machine – “Ship To Wreck”

Maroon 5 – “Sugar”

Mark Ronson feat. Bruno Mars - "Uptown Funk" (VENCEDOR)

Taylor Swift feat. Kendrick Lamar – “Bad blood”

Wiz Khalifa feat. Charlie Puth – “See You Again”


Canção/Single do Ano

Kendrick Lamar - "Alright"

Taylor Swift - "Blank Space"

Little Big Town - "Girl Crush"

Wiz Khalifa feat. Charlie Puth - "See You again"

Ed Sheeran - "Thinking Out Loud" (VENCEDOR)

Melhor “Pop Solo Performance”

Kelly Clarkson – “Heartbeat Song”

Ellie Goulding – “Love Me Like You Do”

Ed Sheeran – “Thinking Out Loud” (VENCEDOR)

Taylor Swift – “Blank Space”

The Weeknd – “Can't Feel My Face”

 

Album do Ano

Alabama Shakes – “Sound & Color“

Kendrick Lamar – “To Pimp A Butterfly”

Chris Stapleton – “Traveller”

Taylor Swift – “1989” (VENCEDOR)

The Weeknd – “Beauty Behind the Madness”

 

Melhor Novo Artista

Courtney Barnett

James Bay

Tori Kelly

Meghan Trainor (VENCEDOR)

Sam Hunt

 

Melhor Album / “Urban Contemporary”

The Internet - “Ego Death”

Kehlani - “You Should Be Here”

Lianne La Havas - “Blood”

Miguel -, “Wildheart”

The Weeknd - “Beauty Behind The Madness” (VENCEDOR)

 

Melhor Album / “Country”

Sam Hunt - “Montavello”

Little Big Town - “Pain Killer”

Ashley Monroe - “The Blade”

Kacey Musgraves - “Pageant Material“

Chris Stapleton - “Traveller” (VENCEDOR)

 

Melhor Album / “Rock”

James Bay - “Chaos And The Calm“

Death Cab for Cutie - “Kintsugi”

Highly Suspect - “Mister Asylum”

Muse - “Drones” (VENCEDOR)

Slipknot - “The Gray Chapter”

 

Melhor “Rock Performance”

Alabama Shakes - "Don't wanna fight" (VENCEDOR)

Florence + The Machine - "What kind of Man"

Foo Fighters - "Something for Nothing"

Elle King - "Ex's & Oh's"

Wolf Alice - "Moaning Lisa smile"

Melhor Canção Rock

Alabama Shakes - "Don't Wanna Fight" (VENCEDOR)

Elle King - “Ex's & Oh's”

James Bay – “Hold Back The River”

Highly Suspect – “Lydia”

Florence + The Machine – “What Kind Of Man”

 

Melhor “Rap Performance”

Cole - "Apparently"

Drake - "Back To Back"

Fetty Wap - "Trap Queen"

Kendrick Lamar - "Alright" (VENCEDOR)

Nicki Minaj feat. Drake & Lil Wayne - "Truffle Butter"

Kanye West feat. Theophilus London, Allan Kingdom & Paul McCartney - "All Day"

Melhor colaboração “Rap”

Big Sean feat. Kanye West & John Legend - "One Man Can Change The World"

Common & John Legend - "Glory"

Jidenna feat. Roman GianArthur - "Classic Man"

Kendrick Lamar feat. Bilal, Anna Wise & Thundercat - "These Walls" (VENCEDOR)

Nicki Minaj feat. Drake, Lil Wayne & Chris Brown - "Only"

Melhor Canção / “Rap”

Kanye West feat. Theophilus London, Allan Kingdom, and Paul McCartney - "All Day"

Kendrick Lamar -, "Alright" (VENCEDOR)

Drake - "Energy"

Common & John Legend - "Glory"

Fetty Wap - "Trap Queen"

 

Melhor Album / “Rap”

Cole - “2014 Forest Hills Drive”

Dr. Dre - “Compton”

Drake - “If Youre Reading This It's Too Late”

Kendrick Lamar - “To Pimp A Butterfly” (VENCEDOR)

Nicki Minaj - “The Pinkprint”

 

Melhor Album / “Alternative Music”

Alabama Shakes – “Sound & Color” (VENCEDOR)

Björk - “Vulnicura”

My Morning Jacket - “The Waterfall”

Tame Impala - “Currents”

Wilco - “Star Wars”

 

Melhor “R&B Performance”

Tamar Braxton - "If I Don't Have You"

Andra Day - "Rise Up"

Hiatus Kaiyote - "Breathing Underwater"

Jeremih feat. J. Cole - "Planes"

The Weeknd - "Earned It (Fifty Shades Of Grey)" (VENCEDOR)

Melhor Canção / “R&B”

Miguel - "Coffee"

The Weeknd - "Earned It (Fifty Shades Of Grey)"

Jazmine Sullivan - "Let It Burn"

D'Angelo & The Vanguard - "Really Love"  (VENCEDOR)

Tyrese - "Shame"

Melhor Album / “R&B”

Leon Bridges - “Coming Home”

D'Angelo & The Vanguard - “Black Messiah” (VENCEDOR)

Andra Day - “Cheers To The Fall”

Jazmine Sullivan - “Reality Show”

Charlie Wilson – “Forever Charlie”

    

Melhor album Popular

Tony Bennett & Bill Charlap - The Silver Lining: The Songs Of Jerome Kern (VENCEDOR)

Bob Dylan – “Shadows In The Night”

Josh Groban – “Stages”

Seth MacFarlane – “No One Ever Tells You”

Barry Manilow – “My Dream Duets”

 

Melhor album Pop

Kelly Clarkson - “Piece By Piece”

Florence + The Machine – “How Big, How Blue, How Beautiful”

Mark Ronson – “Uptown Special”

Taylor Swift – “1989” (VENCEDOR)

James Taylor – “Before This World”

 

Melhor “Metal Performance”

August Burns Red - “Identity”

Ghost - "Cirice" (VENCEDOR)

Lamb Of God – “512”

Sevendust – “Thank you”

Slipknot - “Custer”

Melhor Album Reggae

Rocky Dawuni – “Branches Of The Same Tree”

Jah Cure – “The Cure”

Barrington Levy – “Acousticalevy”

Luciano – “Zion Awake”

Morgan Heritage – “Strictly Roots” (VENCEDOR)

 

Melhor Album World Music

Gilberto Gil – “Gilbertos Samba ao Vivo”

Angelique Kidjo – “Sings” (VENCEDOR)

Ladysmith Black Mambazo With Ella Spira & The Inala Ensemble – “Music From Inala”

Anoushka Shankar – “Home”

Zomba Prison Project – “I Have No Everything Here”

 

Melhor canção “Dance/Electronic”

Above & Beyond feat. Zoë Johnston - "We're All We Need"

The Chemical Brothers - "Go"

Flying Lotus feat. Kendrick Lamar - "Never Catch Me"

Galantis - "Runaway (U & I)"

Skrillex & Diplo feat. Justin Bieber - "Where Are Ü Now" (VENCEDOR)

Melhor Album / “Dance/Electronic”

Caribou – “Our Love”

The Chemical Brothers - “Born In The Echoes”

Disclosure - “Caracal”

Jamie XX – “In Colour”

Skrillex & Diplo - “Skrillex & Diplo Present Jack Ü” (VENCEDOR)

 

Melhor Video

ASAP Rocky - "LSD"

The Dead Weather - "I Feel Love (Every Million Miles)"

Kendrick Lamar - "Alright"

Taylor Swift feat. Kendrick Lamar - "Bad Blood" (VENCEDOR)

Pharrell Williams - "Freedom"

 

16 Fevereiro / Paulo Homem de Melo

Marta Dias… "Quantas Tribos" ao vivo no B.Leeza..

No dia 19 de Fevereiro Marta Dias apresenta o seu novo disco “Quantas Tribos” ao vivo.

Marta Dias, portuguesa que herda de Goa e de pai são-tomense, desde sempre se definiu por múltiplos. O seu historial prospetivo identifica-se por diversidades postas em jogo: elementos urbanos, contemporâneos e telúricos, saberes e sabedorias, intuições bem pensadas, sensualidade em equilíbrio com contenção, e interseções musicais e humanas.

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“Quantas Tribos” teve data de lançamento no dia 5 de Fevereiro, e é uma nova etapa no percurso da cantora, tendo por objectivo dar a conhecer uma parte da rica herança cultural são-tomense, homenageando os seus poetas e as suas tradições musicais.

 

Os dez inéditos compostos por Oswaldo Santos, compositor e guitarrista clássico são-tomense radicado em Londres, ilhéu na ilha, exibem uma paleta de sonoridades que evoluem do registo nostálgico ao exuberante, emergentes da sua interioridade insular e do manejo de ritmos são-tomenses, a que acrescenta o virtuosismo da guitarra, consolidando a identidade do disco. Marta Dias também se aventura na composição, colaborando em “No Dia Em Que Foste Embora”, “Corpo Moreno” e “Ilha Nua”. No baixo esteve Yuri Daniel, nas percussões Ruca Rebordão e João Frade no acordeão. Costa Neto foi, também, um dos músicos que colaborou nas vozes. Marta Dias contou ainda com os convidados Carmen Souza, que participou no tema “Os Rios da Tribo” e Kalaf em “Humanidade”.

 

B.Leeza (Lisboa)

19 de fevereiro 2016 | 21.00h

 

Prémio Pedro Osório 2016… distingue José Cid

O Prémio de Música Pedro Osório, em homenagem ao pianista, compositor e maestro Pedro Osório, que foi membro da Direcção e administrador da SPA, vai ser atribuído ao cantor, compositor e músico português José Cid pelo disco "Menino Prodígio", editado no ano de 2015 e também pelo grande êxito da sua carreira em palco e em estúdio.

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(C) 2014 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Este prémio, criado após a morte de Pedro Osório em de 2011, distingue anualmente um nome e uma obra relevantes na vida musical portuguesa. Apoiado pelo Millenniumbcp, o Prémio Pedro Osório, com o valor de 2.000 euros e com um troféu comemorativo, já distinguiu Pedro Abrunhosa, Rão Kyao, Jorge Palma e Janita Salomé.

 

O prémio será entregue em sessão a realizar na sede da SPA em data a anunciar. Recorde-se que Pedro Osório integrou como membro da Direcção e como administrador a equipa que a partir de Setembro de 2003 promoveu uma importante mudança na vida da SPA.

Hozier lançou vídeo no dia dos Namorados que alerta para a tragédia da violência doméstica…

Hozier está a tornar a sua canção "Cherry Wine" uma chamada de atenção para alertar as pessoas quanto ao problema da violência doméstica. A estreia do vídeo ocorreu no passado dia 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, e nele o músico enfrenta diretamente esta questão. As receitas das vendas deste single, lançado exclusivamente no iTunes, serão doadas por Hozier a várias associações por todo o mundo que têm como objetivo combater a violência doméstica e apoiar as vítimas e sobreviventes destes abusos.

Em Portugal o lançamento do vídeo conta com o apoio da AMCV - Associação de Mulheres Contra a Violência.

hozier.jpgHozier vai também espalhar a sua mensagem nas redes sociais recorrendo à hashtag #FaceUpToDomesticViolence, apelando a todos que se unam para combater este flagelo social.

O vídeo de "Cherry Wine" conta com a atriz Saoirse Ronan, já nomeada por duas vezes para os Óscares, que veste a pele de uma mulher que é vítima de violência doméstica na sua relação, numa prestação comovente. O vídeo conta ainda com Moe Dunford (que já participou nas séries "Vikings" e "Guerra dos Tronos"), tendo sido realizado por Dearbhla Wlash, vencedora de um Emmy.

 

"Cherry Wine" foi composta por Hozier a partir da perspetiva masculina de uma vítima de abuso. A letra dá uma perspetiva única sobre um relacionamento abusivo, destacando o ciclo da "justificação" que é muitas vezes perpetuado em incidentes de violência doméstica, ciclo este que, segundo os especialistas em saúde pública, controla e envergonha as vítimas, transferindo para elas mesmas a responsabilidade do comportamento dos abusadores.

 

A propósito de ter decidido criar esta campanha, Hozier referiu:

"A violência doméstica é um problema constante na nossa sociedade, as estatísticas são chocantes e os seus efeitos prejudicam famílias inteiras, comunidades e atravessa gerações. Com a canção "Cherry Wine" tentei abordar a dificuldade que existe em se enfrentar a violência doméstica e as dinâmicas de uma relação abusiva. Tenho muito orgulho em estar acompanhado por Saoirse Ronan, Dearbhla Walsh e Moe Dunford em chamar a atenção para este problema."

Concerto Few Fingers + Surma na Casa Independente…

Burning Hands”, canções simples e despretensiosas, embaladas pela lap steel guitar, que assumem um legado folk e uma escola indie. Apesar de já terem pensado muitas vezes em fazer algo juntos, o desafio de criarem um tema para a compilação “Leiria Calling” foi decisivo para que tenham começado a passar finais de tarde juntos em casa a comporem e a gravarem o que íam fazendo.

few.jpgSem pressas nem objectivos e ambições pré-determinados, o conjunto de canções gravadas em casa fez todo o sentido num disco que explora as dificuldades de criar e manter relacionamentos com outras pessoas, numa época em que, aparentemente, estamos todos ligados. “Burning Hands” acaba por ser um disco de canções feitas ali naquele lusco-fusco onde conseguimos parar para pensar um bocadinho em como foi o dia e no que podemos fazer até cairmos de cansaço. Acaba por ser também um resultado de uma cumplicidade musical previsível mas ainda não consumada. Os Few Fingers são Nuno Rancho e André Pereira e em palco fazem-se acompanhar por Luís Jerónimo e Paulo Pereira. Nuno Rancho é músico dos Dapunksport e dos Bússola, colaborou com os Indignu, liderou os Team Maria e, a solo, já lançou três discos e foi Novo Talento Fnac. André Pereira formou-se no Guitar Institute em Londres e tem acompanhado formações como Ultraleve, Team Maria ou Quem é o Bob?.

 

Surma é Débora Umbelino, original de Leiria, mas o que nos traz vem de paisagens bem mais exóticas. Surma, é o seu projecto one-woman-band, onde domina teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para o post-rock, da electrónica para o noise e nos levam para paragens mais ou menos incertas, com paisagens desconhecidas e muito prazer na viagem.

 

Casa Independente (Lisboa)

19 de Fevereiro de 2016 | 22.00h

O gnration apresenta duas propostas que espelham as novas linguagens do jazz… Dawn of Midi e os OZO

Oriundos de Brooklyn, Nova Iorque, os Dawn of Midi assumem a forma instrumental de um trio clássico de jazz: juntam um piano clássico, um contrabaixo e uma bateria. Mas, apesar dessa forma, a música que produzem foge às noções pré-estabelecidas daquilo que se considera geralmente “jazz”: aqui não há swing nem improvisação aberta.

Dawn of Midi - press photo 02 by Falkwyn de Goyene(c) Falkwyn de Goyeneche

 

Aakaash Israni (contrabaixo), Amino Belyamani (piano) e Qasim Naqvi (bateria) trabalham uma música minimal. A partir da base instrumental clássica inventaram um universo sonoro alternativo, assente na repetição de um padrão rítmico e melódico de modo obsessivo. Sendo minimal, a música do trio não é estática, vai evoluindo - mas vive num desenvolvimento lento. Ao longo de três discos, “First” (Accretions, 2010), “Live” (edição de autor, 2011) e “Dysnomia” (Thirsty Ear, 2013), o trio de Israni, Belyamani e Naqvi foi aperfeiçoando a sua fórmula, que chegou a um ponto de rebuçado alcançado no seu álbum mais recente.

 

Altamente original, este projeto não encontra paralelo na atualidade: o trio combina de forma única um profundo minimalismo, ritmos que poderiam ser roubados às profundezas de África, um abstracionismo ímpar. Mecânica e repetitiva, esta é a música que os Kraftwerk fariam se tivessem nascido na era pós-moderna em formato de trio de jazz. Isto não é eletrónica, é uma música viva e orgânica, mas pela regularidade metronómica quase poderia ser. Isto não é jazz para fãs de jazz, isto é jazz para fãs de eletrónica minimal e repetitiva.

ozo2.jpgNa mesma noite atuam os portugueses OZO, que se apresentaram ao mundo com o disco de estreia “A Kind of Zo”, lançado na Shhpuma Records – a subsidiária da Clean Feed para projetos fora do jazz. Os OZO são Paulo Mesquita (piano preparado) e Pedro Oliveira (percussões), duo que trabalha uma música que combina improvisação e experimentação, na procura de um sentido comum. Esta é uma música em evolução constante, atravessando diversas cores e contrastes, que vai de um puro classicismo de câmara até momentos de quase noise…

Nuno Catarino

 

Gnration (Braga)

17 de Fevereiro 2016 | 22.00h

 

Dawn of Midi atuam no Teatro Maria Matos, em Lisboa, a 16 (terça-feira) de fevereiro, e no Salão Brazil, em Coimbra, a 18 (quinta-feira).

 

Taylor Swift e Kendrick Lamar triunfam nos Grammys

Ontem a cerimónia de entrega dos Grammys arrancou com uma atuação de Taylor Swift, que interpretou "Out of the Woods", o mais recente single do seu último álbum, "1989". E no final da noite a cantora norte-americana foi mesmo a grande vencedora, tendo levado para casa alguns dos prémios mais importantes, nomeadamente os de Álbum do Ano, Melhor Álbum Pop e Melhor Vídeo Musical (este último para "Bad Blood", uma colaboração com o rapper Kendrick Lamar).

GLAM - Kendrick.jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

Lamar concorria com Swift na categoria de Álbum do Ano, com "To Pimp A Butterfly", mas, mesmo assim, foi outro dos grandes vencedores da mais importante cerimónia da indústria discográfica norte-americana. O rapper estava nomeado em 11 categorias (quase igualando o recorde de Michael Jackson, que já teve 12 nomeações num só ano) e venceu os prémios de Melhor Performance Rap (com "Alright"), Melhor Colaboração Rap (com "These Walls", uma parceria com Bilal, Anna Wise & Thundercat), Melhor Canção Rap (novamente com "Alright") e Melhor Álbum Rap (com "To Pimp A Butterfly").

Kendrick Lamar foi responsável por uma das atuações mais memoráveis dos Grammys, recuperando os temas "The Blacker the Berry" e "Alright", numa performance onde não deixou de lado os problemas de discriminação racial que os Estados Unidos continuam a enfrentar.

 

Justin Bieber recebeu o primeiro Grammy da sua carreira graças ao single "Where Are Ü Now", uma colaboração com os produtores Diplo e Skrillex, distinguido na categoria de Melhor Gravação de Música de Dança.

 

Esta edição dos prémios Grammys contou ainda com um tributo a David Bowie pela norte-americana Lady Gaga, que passou por uma mão cheia de sucessos do cantor, entre os quais canções incontornáveis como "Space Oddity", "Changes", "Ziggy Stardust", "Suffragette City", "Rebel Rebel", "Fashion", "Fame", "Let’s Dance" e "Heroes".

“As Bodas de Figaro” no Fórum Municipal Luisa Todi

Depois de “Così fan tutte” e “Don Giovanni”, o Ateliê de Ópera da Metropolitana traz-nos, em 2016, “As Bodas de Fígaro”.

Completa-se assim o conjunto das três colaborações de Mozart com o libretista Lorenzo da Ponte. Sempre com direção cénica e vocal do barítono Jorge Vaz de Carvalho e direção musical do maestro Pedro Amaral, a OML, o Coro de Câmara Lisboa Cantat e os jovens cantores participantes no ateliê interpretam esta divertida e subtil reflexão sobre os sentimentos e relações humanas.

luisatodi.jpgA história desenvolve-se entre casamentos adiados e atrações enganosas. Fígaro e Susana preparam-se para casar, mas o Conde de Almaviva, para quem ambos trabalham, pretende exercer o seu ‘direito de senhor’, o privilégio de tomar o lugar do noivo na noite de núpcias dos seus criados! Entretanto, o sinistro Dr. Bartolo odeia Fígaro. A sua governanta, Marcelina, deseja casar-se com este último. E como se não bastasse, o pajem Cherubino, um adolescente namoradeiro, está apaixonado pela condessa, mas é assediado por Barbarina, a filha do jardineiro. As peripécias e os mal-entendidos sucedem-se até ao final (... feliz, claro está!).

Opera em 4 atos

 

Orquestra Metropolitana de Lisboa / Coro de Câmara Lisboa Cantat

Maestro do Coro: Jorge Carvalho Alves;

Cantores: Ateliê de Ópera da Metropolitana;

Direção cénica e vocal: Jorge Vaz de Carvalho;

Direção musical: Pedro Amaral

 

Fórum Municipal Luisa Todi (Setubal)

19 de Fevereiro 2016 | 20.00h

Carlão na edição de 2016 do NOS Alive’16

Carlão é a nova confirmação do NOS Alive’16. O vocalista e letrista, conhecido do público como uma das caras dos saudosos Da Weasel, vai subir ao Palco Heineken dia 8 de julho para apresentar o mais recente álbum de estúdio, “Quarenta”, editado em março de 2015.

GLAM - Carlão (2).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Quarenta”, o álbum que promoveu o reencontro de Carlão com a rima, encontra-se nas listas dos melhores discos nacionais de 2015 e conta com participação de fortes produtores da praça - Fred & King Kong, Branko, D.J. Glue, Holly Hood e Agir. O músico também contou com a colaboração de vários amigos, como Sara Tavares (em dois temas, sendo um deles composto pela própria), New Max (Expensive Soul) e Dino D' Santiago.

 

Nomes já anunciados:

Arcade Fire, Carlão, Courtney Barnett, Father John Misty, Foals, Grimes, Hot Chip, Jagwar Ma, John Grant, José González, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Two Door Cinema Club, Vintage Trouble, Wolf Alice e Years & Years.