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Glam Magazine

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Da Chick e Xinobi visitam o CCVF para dois concertos onde todos dançam no palco

Esta sexta-feira, dia 19 de fevereiro, pelas 22 horas, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, apresenta uma dose dupla de concertos, em que o público é literalmente convidado a subir ao palco do Grande Auditório e dançar ao som destes filhos da conceituada label Discotexas. Da Chick abre a pista com a sua energia contagiante e depois segue-se Xinobi, que promete fazer a sala rebentar pelas costuras. Que a festa comece!

GLAM - Da Chick.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

A noite começa com Da Chick a tomar o palco de assalto. Com paixão e frontalidade, ela quer, pode e manda. Da Chick traz o funk da velha escola, o groove eterno da soul e salta ao balanço rítmico do disco com um cocktail na mão, debitando letras açucaradas sobre deliciosas batidas.

“Chick to Chick”, o seu primeiro álbum, gravado e produzido por Moullinex, Xinobi, Cut Slack e Isac Ace, viaja pelo universo da soul, seja ele contemplado pelo funk, disco ou hip hop. É um disco sem estação – tanto tem de verão como de inverno – tem música solarenga, mas tem simultaneamente momentos inspiradíssimos de introspeção. São os dois polos mais interessantes de “Chick to Chick” – um primeiro que nos mostra a Street-Diva que já conhecemos e um segundo que apresenta uma Chick mais calma, sóbria e pronta para crescer.

Depois de Da Chick, é vez do já veterano Xinobi continuar a festa. Xinobi é Bruno Cardoso, um eterno jovem português obcecado com música. Ao gravar em editoras como a Discotexas, a Work It Baby, a Ministry of Sound ou a Nervous Records, ganhou reconhecimento entre artistas de renome e reputados opinion makers, aumentando, simultaneamente, o seu culto no underground; fatores que justificam uma rica e regular agenda nacional e internacional.

 

Apesar de poderem ser rotuladas como disco, house, electro ou techno, a verdade é que as suas músicas têm uma carismática marca de água, que é também transparecida nas suas atuações. Pode viajar-se do funk a um ambiente mais deep, com a coerência de uma banda sonora que une as palmeiras de Miami às noites gélidas de Berlim. Todos no palco, porque é lá que se vai fazer a festa!

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

19 de Fevereiro 2016 | 22.00h

Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos

Estreado em 2014, no Brasil, Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos é o espectáculo oficial da celebração do 70º aniversário de Chico Buarque e foi entusiasticamente aclamado pelos pares, crítica e público.

Dez anos depois do grande sucesso de Ópera do Malandro, a dupla de criadores brasileiros, Charles Möeller e Cláudio Botelho, regressa a Portugal com esta nova e grandiosa encenação que nos leva por uma viagem pelas mais belas canções de Chico Buarque, escritas para produções musicais como Gota d’Água, Ópera do Malandro, O Corsário do Rei, Calabar, Quando o Carnaval Chegar, O Grande Circo Místico, Dona Flor e Seus Dois Maridos, entre tantas outras.

abre.jpg(c) 2014 Vanessa Barros

 

Produzido e encenado por Möeller e Botelho, o espectáculo Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos canta a história de uma companhia de teatro, seus sucessos, encontros e desencontros, através das memórias, já comprometidas pela idade, do seu director.

Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos: uma história comovente interpretada por um elenco e uma banda de luxo através das inesquecíveis canções de Chico Buarque. Imperdível!

 

Coliseu (Porto)

8 e 9 de Março 2016 | 21.30h

 

Campo Pequeno (Lisboa)

11 e 12 de Março 2016 | 21.30h (12 março também às 16.00h)

 

Marco Luz em concerto solidário

Marco Luz é um virtuoso guitarrista de coração aberto para o Céu.

O domínio irrepreensível sobre o instrumento justifica sentidos aplausos, no entanto, é o estado de graça das suas criações que nos faz atrair e permanecer com apego emocional ao habitat que, de um modo generoso, partilha connosco. Cores é o recente álbum que combina a subtileza dos detalhes com a grandiosidade melódica, patenteada ao longo dos seis temas aí reunidos. O palpitar telúrico do dedilhado nas cordas aliado ao voo proporcionado pelo slide, torna essa ascensão às nuvens possível e magnânima.

marco.jpgA respiração de Marco Luz sente-se nas suas gravações. É ela que acompanha os dedos, à guitarra, numa orgânica surpreendente. Ao passar, de forma subtil, entre o acústico e a electricidade, deixando transparecer a crueza do momento ou complexificando as sonoridades com ambientes electrónicos, a sua música toca-nos a pele e entra-nos directamente nos pulmões, para que respiremos com ele.

Exímio guitarrista, com formação na Escola Superior de Música de Lisboa, Marco Luz apresenta-se agora a solo, em paralelo ao seu projecto ZORRA. O disco de estreia "Cores" editado em 2015 pela Murmürio records, mostra um músico que compõe e grava sem pressas, colocando em cada tema as medidas exactas de despojamento e virtuosismo.

 

A receita reverte a favor dos Artistas e da Associação de Amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional.

 

Escola de Música do Conservatório Nacional (Lisboa)

19 de fevereiro 2016 | 21.30h

João Lum estreou novo single "Luz do Universo" no dia de São Valentim

João Lum estreou ontem, 14 de Fevereiro e dia de São Valentim, o seu novo single “Luz do Universo”.

joao lum.jpgProduzido e realizado por André e Diogo Piçarra, tendo a participação especial da modelo Kate Kaira, o novo video fala da luz da noite, onde a magia da luminosidade presente, leva-nos a viajar pelo entardecer até de madrugada.

João Lum escolheu esta data especial para partilhar e oferecer a todos os seus seguidores um dos seus temas favoritos do seu 2º álbum “Atmosfera”, que se encontra disponível nas FNACs e lojas online

A música regressa a Cem Soldos… 5º Festival Por Estas Bandas

A 5ª edição do Festival Por Estas Bandas vai diversificar o seu tom e acentuará a sua dinâmica criativa. Para além dos habituais concertos, o Por Estas Bandas vai se afirmar no seio da música portuguesa com workshops, conferências, exposições e showcases.

por.pngDesta forma, o evento cresce e constrói uma identidade própria, utilizando vários espaços que dão a cara por Cem Soldos. Desde a sede do SCOCS, o coração do evento, passando também pelo auditório e pelo secular Centro de Exposições.

 

Dia 9 e 10 de Abril vem criar, discutir e assistir a cultura portuguesa. Isto tudo em Cem Soldos, Aldeia Cultura.

Inmyths apresentam novo EP já dia 18 de fevereiro

O arranque do ano de 2016 marca o lançamento do EP "Chasing Dreams".

O quarteto, liderado por Hugo Celso Almeida, tem a apresentação do EP agendada em Lisboa numa festa/concerto no Popular Alvalade no próximo dia 18 de fevereiro às 22h.

capa.pngNeste trabalho houve uma forte aposta na gravação e produção, que esteve a cargo do reconhecido produtor João P. Miranda, que já trabalhou com nomes como Carlos Barretto e a A Jigsaw, no seu Attack - Release Studio em Portalegre. A obra artística do álbum art, é da autoria do guitarrista da banda, Ricardo Mourão Motta.

 

Nas quatro músicas do EP “Chasing Dreams”, são evidentes as influências desde o rock dos anos 90, à génese de cantautor de Hugo Almeida, mas com a sofisticação já presente nos trabalhos anteriores. As letras continuam a ser um ponto forte deste projeto, pela percepção e convicção de que a música tem um papel fundamental e influente na mudança da sociedade.

O single de avanço é a música que dá nome ao EP "Chasing Dreams". De acordo com o seu mentor, a coerência musical não é um objetivo em Inmyths, é sim um objetivo a liberdade artística e a criatividade do seu mundo interior, ou "inner myths", repleto de mitos, à espera de serem revelados.

A música dos Inmyths merece certamente uma escuta mais atenta. A edição do EP ficou a cargo da Indies & Co.Boys.

 

Popular Alvalade (Lisboa)

18 de Fevereiro 2016 | 22.00h

 

Cais Sodré Funk Connection apresentam novo álbum a 26 de fevereiro

O título do novíssimo álbum dos Cais Sodré Funk Connection, “Soul, Sweat & Cut the Crap”, diz-nos praticamente tudo o que importa saber sobre a música que fazem: vem da alma, exige energia e entrega, e é honesta e directa.

Sem truques, sem artifícios, sem efeitos especiais ou enquadramentos artificiais de modas vazias.

cs.jpgEste é já o segundo álbum dos Cais Sodré Funk Connection depois da auspiciosa estreia assinada com “You Are Somebody” que o próprio grupo lançou em 2012. A estreia discográfica data de um par de anos antes, com o single “Lose It” que foi concebido com a participação de Rickey Calloway.

E em todos estes anos, o colectivo foi polindo o verdadeiro diamante que revelaram ser desde a primeira hora: com incontáveis gotas de suor largadas em palco, com pérolas como “Summer Days of Fun” a conquistarem espaço nos nossos ouvidos, corações e ancas e até com o improvável hit que resultou do cruzamento com esse original soul boy que é Paulo de Carvalho no enorme “Mãe Negra”.

O som dos Cais Sodré Funk Connection é, obviamente, canalizado através dos grandes: de James Brown e Aretha Franklin, de Marvin Gaye e Eatta James, reis e raínhas que ainda hoje são referências incontestadas onde quer que se valorize o poder da alma acima do ruído das luzes.

Com “Soul, Sweat & Cut the Crap” este colectivo de irmãos e irmãs soul prova que se pode crescer e tornar ainda mais perfeito o que já era de uma beleza irrepreensível: os metais soam mais coesos, mais sofisticados, os ritmos mais sensuais, as melodias mais luminosas. Os temas, que em termos de autoria resultam quase sempre da combinação dos talentos musicais e poéticos de Tiago Santos, João Gomes e João Cabrita – são poderosas evocações de uma tradição, mas realizados a partir do presente, como se o tempo fosse uma mera ilusão: “Take it Like a Man”, “Soul Lady”, “Ridin’ a Funkin’ Bike” ou “Like No Other” e “Do The Math” são bombas de açúcar para os nossos ouvidos, ímans irresistíveis para os nossos pés e enchem-nos de sorrisos. São lições de groove, precisas e fluídas ao mesmo tempo. Como só a soul sabe ser.

 

João Gomes, Francisco Rebelo, Tiago Santos, João Cabrita, José Raminhos, Miguel Marques e Rui Alves são os inexcedíveis instrumentistas de serviço, poços de bom gosto em que sabe bem mergulhar. À frente, a classe pura de Silk e Tamin que injectam alma em cada tema como se o Cais Sodré fosse ali algures ao lado de Memphis, um sítio obrigatório para passar a caminho dos estúdios da Stax.!

 

Titanic sur Mer (Lisboa)

26 de Fevereiro 2016 | 23.00h

Pedro Abrunhosa… duas noites esgotadas no Cineteatro António Lamoso (Reportagem)

Pedro Abrunhosa acompanhado pelo Comité Caviar subiu ao palco do Cineteatro António Lamoso em Santa Maria da Feira na passada sexta e sábado, duas noites esgotadas há já algum tempo. Apesar do terrível mau tempo que se fez sentir nestes dias, estas noites foram um verdadeiro aconchego a todos os que tiveram oportunidade de assistir a um verdadeiro show.

IMG_6351 (Cópia).jpgUm concerto que se incide sobretudo no seu sétimo álbum “Contramão” mas que não esquece, nem o público deixa esquecer, os seus grandes temas que ao longo de vinte anos encheram os tops nacionais. “Voamos em Contramão” dá os primeiros acordes e Pedro Abrunhosa entra, com os seus óculos escuros e nunca os tira, afinal é a sua imagem de marca, num palco quase sem iluminação, destacando-se as lanternas, ligadas, que traz consigo com as quais vai incidindo sobre o público, como se faróis de um carro se tratassem.

IMG_6635 (Cópia).jpgAs luzes acendem-se para “Quem me leva os meus fantasmas”, uma plateia que no refrão acompanha Pedro Abrunhosa, todos sabem as letras das músicas, uns são mais audazes que outros, mas ninguém se cala. “Hoje é o teu dia”, Pedro pergunta: ” quem faz anos? Há sempre alguém que faz anos…”, mas ninguém se acusa…”Acima & Abaixo” é o inicio para que ninguém se mantenha sentado acompanhando a coreografia que os próprios músicos fazem em palco com Pedro Abrunhosa, que não satisfeito, faz a sua 1ª incursão pela sala, mas leva consigo alguns elementos dos Comité Caviar e desce as escadas do palco, passeando-se e cumprimentando as pessoas que enchem a sala, deambulando pelas filas e pondo toda a gente de pé a dançar e a cantar com ele.

IMG_5143 (Cópia).jpgO mote está dado é hora de trocar de lugar, chamando o público para perto de si, “Pontes entre nós” canta-se com um palco cheio de gente, de várias gerações, desde crianças a avós, onde ele agradece o facto de os “pais trazerem os filhos, e os filhos trazerem os pais…” Pedro Abrunhosa, dança, pula, partilha palavras, como o microfone, diz piadas….ele é a energia em palco, ele é “O rei do bairro alto” em Santa Maria da Feira. Não debita só música, ele é o verdadeiro entertainer, até um pouco de stand up comedy têm direito a quem assiste…há na plateia pessoas da Coreia, da Venezuela que mostram a sua bandeira e que ele agradece a presença e diz: “não devem perceber nada disto” e troca palavras e selfies com o coreano que sobe ao palco e traduz parte de uma letra de música.

IMG_6743 (Cópia).jpgNão esquecendo que é véspera de dia de S. Valentim “Je t’aime moi non plus” arranca suspiros e sorrisos da plateia…para de seguida entrar na onda do funky do 1º álbum “Socorro”. Não esquece Lou Reed, David Bowie, fala do Sérgio Godinho…IMG_6491 (Cópia).jpg

Quando se senta ao piano, sozinho em palco, relembra “Momento” fala do “A.M.O.R” do Deus, da guerra e como sempre não deixa de ser acutilante nos seus comentários políticos com os problemas sociais que se passam no nosso país e mundo, refere-se aos refugiados, à europa…”Halellujah” é a versão de Leonard Cohen que faz levantar os telemóveis para registar o momento, da mesma forma que em “Ilumina-me” desligam-se as luzes da sala, do palco e as luzes dos telemóveis acendem-se num ápice….Um pedido de casamento acontece na plateia e as atenções viram-se para o casal “Sim ”- diz ela, tudo o resto torna-se secundário, pois por mais vezes que isto aconteça em concertos é sempre momento de alguma emoção e curiosidade.

IMG_6640 (Cópia).jpgO público pede um encore em pé efusivamente, com os Comité Caviar em palco e Pedro Abrunhosa aparece no meio do público, novamente, percorrendo a sala, tira selfies, cumprimentos, recebe flores da 1ª fila enquanto “Lua” é cantada e esticada durante alguns minutos. O público pede mais… “Para os braços da Minha mãe” coloca a emoção em palco e na plateia termina com a cereja, a inevitável “Tudo o que eu te dou”.

IMG_6896 (Cópia).jpgQuase 3 horas de concerto onde Pedro Abrunhosa & Comité Caviar demonstrou nestes 2 dias que só segue o alinhamento musical, tudo o resto é fruto do momento, um concerto não é igual ao outro, a energia em palco, o generosidade de Pedro Abrunhosa para com os músicos é enorme, dá-lhes espaço para brilharem, ele é o maestro. É um músico que não precisa de provar nada a ninguém, celebra com o público durante o tempo todo, muitos anos, muitas músicas e passou tudo tão rápido.

 

Alinhamento

- Voamos em Contramão

- Quem me leva os meus fantasmas

- Toma conta de mim

- Acima & Abaixo

- Pontes entre nós

- Rei do Bairro Alto

- Se eu fosse um dia o teu olhar

- Não desistas de mim

- Je t’aime moi non plus

- Socorro

- É preciso ter calma

- Momento

- Halellujay / A.M.O.R.

- Ilumina-me

- Fazer o que ainda não foi feito

Encore:

- Lua

- Para os braços de minha mãe

- Tudo o que eu te dou

 

Reportagem e Fotografias: Sara Silva

As Golden Slumbers editam hoje o seu album de estreia “The New Messiah”

Este é o primeiro disco de longa duração das Golden Slumbers “The New Messiah”. Em 2013, as irmãs Cat e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projeto de folk “Golden Slumbers”, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras acústicas para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling. No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP “I Found The Key”, incrustando na mente dos ouvintes o tema “My Love Is Drunk”, tema esse que figurou nos Novos Talentos FNAC de 2014. Desde então, têm percorrido Portugal de Norte a Sul, mostrando a sua música, com Tiago Coelho no baixo, António Vasconcelos na bateria e, mais recentemente, Zé Guilherme Vasconcelos Dias nas teclas.

golden.jpg"The New Messiah” é o álbum de estreia, onde é percetível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards. A composição das músicas tornou-se mais complexa e os arranjos mais detalhados. Ao longo de duas semanas no estúdio do Benjamim (Luís Nunes), produtor do disco, em Alvito, no Alentejo, as irmãs Falcão gravaram os 10 temas que escreveram e que compõem o disco.

O disco conta com a participação de Cat e Margarida Falcão nas guitarras acústicas e vozes, António Vasconcelos Dias nas baterias, Tiago Coelho no baixo e Luís Nunes nas guitarras elétricas e teclas. Luís Nunes foi responsável também pelas misturas e a masterização do disco.

O disco pode ser descarregado gratuitamente aqui

 

O concerto de lançamento do disco ocorrerá no dia 26 de Fevereiro na Casa Independente, numa noite que contará ainda com DJ set de Benjamim. A lista completa de concertos agendados até à data é a seguinte:

 

26 de Fevereiro – Casa Independente (Lisboa)

27 de Fevereiro – Teatro de Vila Real – Festival Boreal

4 de Março – A Moagem – Sons à Sexta (Fundão)

11 de Março – Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

21 de Abril – Salão Brazil (Coimbra)

13 de Maio – CAE Portalegre

"Eden” o agridoce de Sequin é hoje editado

Sequin tem feito o seu caminho nas melodias doces da pop e na volupia dos sons delicados, em “Eden”, para onde vai é tão essencial quanto de onde vem, investindo no exercício de regresso a esse jardim onde começou, inocente, crua e quase despida de artíficios, para fechar um ciclo.

A melancolia corrente em todas as músicas, algumas delas compostas ainda antes de “Penelope”, despertam sentimentos saudosistas em relação ao que era antes de tudo ser e ter começado.

sequin.jpg

Eden” não é uma âncora, mas sim o ponto de partida para a impossibilidade, focando-se nos tempos em que esta não existia, em que tudo estava na palma da mão de Ana Miró e em que a utopia dizia, apenas, que ainda sabia sonhar.

A indução destes novos sonhos será feita em formato digital, acompanhada de uma peça de joalharia desenhada por Medula, marca de Francisco Perdigão que Ana Miró escolheu por se identificar com o registo de “Eden”.

Todas as músicas e letras foram compostas por Sequin, e o EP foi gravado e produzido em conjunto com Filipe Paes

 

Os concertos de apresentação do seu novo trabalho já estão marcados:

5 Março - Auditório da Casa Antiga do Povo (Ovar)

25 Março - Maus Hábitos (Porto)

1 Abril – MUSICBOX (Lisboa)

8 Abril - Praxis Club (Évora)

16 Abril - Centro Cultural de Vila das Aves (Santo Tirso)

23 Abril - Beat Club Leiria)

30 Abril - Aqui Base Tango (Coimbra)

 

O EP pode ser aquirido aqui

Alinhamento:

  1. Ellipse
  2. SVU
  3. Monolith
  4. Icecream
  5. Two in one

Diogo Piçarra anuncia concerto em Braga…

Diogo Piçarra tem marcado para o próximo mês de março a comemoração de um ano de sucesso, após a edição do seu álbum de estreia "Espelho".

Às salas já anunciadas, o Grande Auditório do CCB, em Lisboa, dia 10 e a Sala Suggia da Casa da Música, no Porto, no dia 13, junta-se agora o concerto no igualmente emblemático Theatro Circo de Braga, a 12 de março.

DSC_6137.jpg(c) 2015 Filipe Limen

 

Antes disso, ainda este mês, Diogo Piçarra irá apresentar o livro "Diogo Piçarra em Pessoa", um projeto criativo de descoberta, reinvenção e reconstrução da obra de Fernando Pessoa e seus heterónimos, da autoria do músico.

As apresentações serão feitas dias 17 de fevereiro em Braga, às 14h30 no Auditório do Parque de Exposições de Braga, dia 18 em Lisboa, às 11h30 no Auditório da Escola Secundária Eça de Queiroz nos Olivais e dia 19, em Faro, às 14h30, no Teatro das Figuras.

Throes + The Shine com novo single/vídeo “Capuca”

Os Throes + The Shine estão de volta e com eles trazem um novo single. Chama-se “Capuca” e é uma colaboração com Pierre Kwenders, um músico congolês com base actual no Canadá.

2016_Throes+TheShine_1_Ricardo Almeida.jpg(c) 2016 Ricardo Almeida

 

É uma mistura de melodias derivadas da música pop ocidental, vocais que misturam a fúria verbal do kuduro com o efeito contagiante dos cânticos congoleses e ritmos mais ligados à cumbia, sonoridade típica da Colômbia.

Uma verdadeira lufada de ar fresco para a banda e apenas uma das primeiras canções a serem reveladas do seu terceiro disco, “Wanga”, produzido por Moullinex e cuja edição acontecerá em Maio, através da Discotexas.

Lastro… de Né Barros na Culturgest 19 e 20 de fevereiro

Sob um céu estranho os corpos vão ocupando um lugar e gerando a sua rotina e as suas ligações. Os movimentos dos corpos juntamente com o dispositivo cénico criam o lugar teatral, um lugar subjetivo, em mudança, um lugar que é feito de memória. É essa memória que se persiste depois da catástrofe, as coisas mudaram e ficou apenas uma memória alastrada. Neste lugar, os corpos realizam dois ciclos em quase repetição, repetem para resistir ao final que se imagina e para que algo perdure. O apagamento final é o alastrar de uma catástrofe é sob este estado que este lugar teatral é zona de perigo e espaço de abandono.

lastro.jpg(C) José Caldeira

 

Simultaneamente previsível e imprevisível, o lastro é também o peso que afunda os corpos e, neste caso, que os assombra. O céu pode cair e seria a última coisa que poderíamos prever. Como num sem-saída, não se progride, a coreografia é uma marcha num continuum infinito, não levará a lado algum.

Né Barros

 

Direção e Coreografia - Né Barros

Música - Gustavo Costa

Cenografia - Cristina Mateus

Interpretação - André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Joana Castro, Pedro Rosa, Sónia Cunha, Afonso Cunha e Katycilanne Reis (estagiários)

Interpretação Musical - Angélica Vasquez (Harpa) e Cristina Mateus (Bombo)

Desenho de luz - José Álvaro Correia

Maquinista - Filipe Silva

Produção - Tiago Oliveira

Coprodução - Balleteatro, Culturgest, Teatro Municipal Rivoli

 

Culturgest / Grande Anditório (Lisboa)

19 e 20 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Primeira apresentação a solo de PLUTONIO no Paradise Garage….

Nascido a 28 de Junho de 1985 o rapper PLUTONIO, como é conhecido, é oriundo do Bairro da Cruz Vermelha em Cascais. Iniciou o seu percurso musical em 2000 quando se associou aos rappers Atômico e Jamaica, formando mais tarde os “Atoxicos” grupo que terminaria em 2006, integrando depois vários projectos, mixtapes e colaborações. Em 2013 lançou o seu primeiro albúm, intitulado “Histórias da minha life”. Neste concerto único em Lisboa terá a oportunidade de ouvir os êxitos "Última Vez", "2765" e "Hitman" pela primeira vez, ao vivo.

plutonio.jpgPara tornar a noite ainda mais especial, todos os presentes receberão uma cópia do muito aguardado novo álbum de PLUTONIO, "Preto e Vermelho", antes de este ser lançado oficialmente!

A primeira parte estará a cargo de uma das sensações do momento, MISHLAWI, e do grupo que acompanha PLUTONIO para todo o lado, os GHETTO SUPASTARS. Como convidados especiais, PLUTONIO vai contar com Richie Campbell, Dengaz e Kosmo da Gun.

 

Paradise Garage (Lisboa)

30 de Abril 2016

Zendaya revela novo single com Chris Brown

Zendaya acaba de divulgar o seu novo single, "Something New", que já está a conquistar a crítica, tendo rapidamente recebido elogios de publicações tão diversas quanto a "Rolling Stone", "Teen Vogue", "Seventeen", "Complex", "Harpers Bazaar" ou "Perez Hilton". A canção foi produzida pelo reputado Kenny "Babyface" Edmonds, conta com a colaboração do cantor Chris Brown e mostra a faceta mais R’&B da jovem de 19 anos, ouvindo-se, inclusivamente, um sample de "Creep", das TLC.

pictureCAHDHF9Y.jpgZendaya também participou na compilação "Finding Neverland: The Album", criada a propósito do musical da Broadway "Finding Neverland", dando voz à canção "Neverland". A cantora, que se estreou com um álbum homónimo em 2013, do qual faz parte o sucesso "Replay", está assim de volta numa altura em que também foi anunciado que a jovem será a nova cara da linha de cosmética Covergirl. Zendaya está rapidamente a tornar-se numa das estrelas ascendentes mais influentes da sua geração.

Atualmente Zendaya protagoniza e coproduz a nova sitcom do Disney Channel, "K.C. Undercover", e está a trabalhar no seu segundo álbum de estúdio. Já nomeada para os Teen Choice Awards, Zendaya atuou um pouco todo o mundo, incluindo na Casa Branca.

D.A.M.A e Rui Veloso confirmados no MEO Marés Vivas

Considerado um dos maiores músicos nacionais Rui Veloso dispensa apresentações e vai estar no palco do Festival MEO MARÉS VIVAS no dia 16 de Julho para um concerto bem português.

rui veloso.jpg(C) 2014 Paulo Homem de Melo

 

São trinta e cinco anos de carreira, que prometem uma subida ao palco do MEO MARES VIVAS muito especial, onde o músico irá revisitar os mais importantes temas que marcaram várias gerações – “Não há estrelas no céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti”.

Rui Veloso, que se iniciou na música com apenas seis anos de idade, lançou o seu disco de estreia, “Ar de Rock”, aos 23 anos. Temas como “Chico Fininho”, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e do letrista Carlos Tê, foram algumas das razões para este ter sido considerado um dos melhores 50 álbuns portugueses das últimas quatro décadas, pela reconhecida revista de música Blitz. Com Rui Veloso começa-se finalmente a falar do rock português. O músico que elevou o rock nacional, cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projecto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

Dono de um acervo de clássicos que nos impressionam e que fazem inveja a muitos artistas pela originalidade e por influenciar gerações inteiras, pais e filhos, canções que fazem parte da nossa vida, da nossa história. Anos de muitos sucessos e distinções públicas, concertos, convites, produções, participações, prémios e muito mérito caracterizam o percurso artístico de Rui Veloso. De volta ao Porto irá agora no dia 16 de Julho subir ao palco MEO do Festival MEO MARÉS VIVAS

 

dama.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

D.A.M.A., sigla para a expressão “Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo”, começou por ser um projecto de pop / rap, tendo vindo, progressivamente, a libertar-se de quaisquer restrições musicais, procurando sempre escrever músicas com que as pessoas se identifiquem, mas que, acima de tudo, transmitam uma mensagem muito positiva.

 

Sobem ao palco MEO do MEO MARES VIVAS a 14 de Julho, no primeiro dia do festival. Os D.A.M.A são a grande revelação da música portuguesa nos últimos 2 anos. O disco de estreia “Por Uma Questão de Principio” foi disco de platina e mantém-se nos 3 primeiros lugares do Top de vendas por 48 semanas consecutivas. Em 2015 levam mais de 150 espetáculos com lotações esgotadas em auditórios, discotecas, semanas académicas, festas municipais, entre outros. os singles “Balada do Desajeitado”, “Às Vezes” e “Luísa” atingem os milhões de visualizações no canal de Youtube tornando a banda num fenómeno nacional.

O novo disco “Dá-me um Segundo” com edição a 26 de Outubro de 2015 conta já com 2 singles de peso “Não Dá” e “Não faço Questão” com a participação especial do artista brasileiro Gabriel , O Pensador.