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Glam Magazine

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Jibóia apresenta "Massala" na ZDB e Rivoli

Serpenteando entre escalas e especiarias, Jibóia entra agora numa nova fase, em que o negro é a principal tonalidade. Veste-se a música em cores flamejantes, mas é o lado ritualístico, processado em colaboração com o baterista-prodígio Ricardo Martins, que eleva as composições inebriantes do lisboeta à catarse e ao transe.

GLAM - Jiboia.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

No novo disco, “Massala”, fala-se de passar de hipnotizante para possuir espíritos e exorcizá-los no mesmo exercício. Para conferir já no dia 12 de Fevereiro em Lisboa na ZDB e no dia 13 no Understage do Rivoli.

 

Galeria ZBD (Lisboa)

12 de fevereiro 2016 | 22.00h

 

Teatro Rivoli / Understage (Porto)

13 de fevereiro 2016 | 22.00h

“Sonoridades Emergentes” na Vila das Aves

De Fevereiro a Maio os novos valores da música nacional invadem Vila das Aves, numa etapa de 4 espectáculos denominada “Sonoridades Emergentes”. Tó Trips & João Doce, Norberto Lobo, Sequin e A Jigsaw & The Great Moonshiners Band são os nomes do cartaz deste evento, que pretende alargar a área de influência do Centro Cultural Municipal de Vila das Aves.

1bigo.jpgTó Trips e João Doce editam em Abril “Sumba”. No espectáculo de abertura do “Sonoridades Emergentes”, prometem desvendar um pouco deste novo trabalho discográfico, para além dos temas de “Guitarra Makaka”.

 

Tó Trips… Co-fundador de marcos da recente música nacional, como é o caso dos Lulu Blind ou Dead Combo, e membro da fase final dos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre, Tó Trips lançou em 2009 o seu primeiro álbum a solo, “Guitarra 66”, pela Mbari, efusivamente recebido pela crítica. Lindo registo de música crua, aberta, generosa, de espírito nomádico, encaixa as pistas e materializações que Trips dava já nos Dead Combo. O meta-fado de Paredes, a música de fantasminhas da boémia lisboeta, a tradição cubana como vista por Marc Ribot, o lado mais lírico do western spaghetti de Ennio Morricone ou o encontro ibero-árabe do flamenco, deixando-nos com uma linguagem que entretece todos estes vocabulários e o torna uma língua sua, real como só os verdadeiramente bons e honestos o conseguem ser.

Guitarrista do melancólico e do luminoso, transforma em som um homem que é profundamente português, fascinado pelas viagens - reais, internas, imaginárias e impossíveis. Regressou em 2015 com o novo disco “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido”. E mais uma vez não se deixa Tó prender a fórmulas, não obstante possuir, à guitarra, um estilo particularmente distinto. Isto é, o aparecimento de um novo disco a solo seu deve-se, antes de mais, à necessidade de documentar o desenvolvimento e exploração de uma nova linguagem. Mais concretamente à Guitarra Resonator, com os seus cones metálicos a ampliar de modo natural o som e raízes associadas a ícones como Tampa Red ou Bukka White. Não que Tó finja aqui ser quem não é ‐ aliás, mais longe do blues do delta do Mississippi não podia estar. Afinal, o seu interesse na tradição será apenas por aquilo que – na acepção real do termo – ela possui de mais primitivo. Isto é, o seu projecto é efectivamente o da prossecução daquilo que, em rigor, nas cordas de aço, nunca existiu em lugar nenhum. Daí que se socorra da alegoria da “ilha imaginária”, embora trabalhe igualmente no sentido de evocar memórias específicas. No fundo, mais não se fala do que de uma música que soube fazer do isolamento uma fortaleza e da independência o melhor que tem a dar de si.

Ao vivo, na senda de levar o “Guitarra Makaka” pelo país fora, Tó convidou e construiu um espectáculo cúmplice e entusiasmante com o percussionista João Doce, reputado músico angolano residente em Esmoriz, Ovar, sobejamente (re)conhecido como membro dos WrayGunn e colaborador de The Legendary Tigerman.

Esta é uma iniciativa do Município de Santo Tirso, com Direcção Artística e Produção da 1bigo – artistas e eventos.

 

Programa:

27 Fevereiro – Tó Trips & João Doce

19 Março – Norberto Lobo

16 Abril – Sequin

14 Maio – A Jigsaw & The Great Moonshiners Band

Paulo Flores e os ritmos quentes de Angola na Casa da Música

Paulo Flores, autor, compositor e intérprete, é uma das principais referências na música de Angola e um defensor incansável do Semba. Neste momento, Flores celebra 28 de anos de carreira pontuados por mais de uma quinzena de discos.

paulo flores.jpgDR

 

A voz de Paulo Flores, doce e quente, vibrante e grave, inspira-se na tradição urbana de Luanda e conta-nos histórias de ontem, de hoje e de amanhã, o que ajuda a explicar porque tanto ressoa a sua música junto do público. Angolano e não só.

Paulo Flores, que revisita o Semba através das suas matrizes tradicionais, é um tesouro de Angola e um tesouro do mundo e é em palco que este tesouro pode ser melhor apreciado.

 

Casa da Música (Porto)

20 de Fevereiro 2016 | 22.00h

NOS Primavera Sound 2016… Autolux

Autolux… O dream pop da última geração

Autolux_foto promo - CHAIRLIFT + AUTOLUX.jpgEstrearam-se em 2005 com “Future Perfect”, disco que os transformou na grande esperança branca do shoegaze do novo século mas, depois de seis anos de silêncio e algum ou outro problema com a editora, os californianos não tiveram outra escolha que não regressar à casa de partida e recomeçar com “Transit Transit”.

Agora, cinco anos depois e após a fusão da sonoridade de Sonic Youth com as cascatas de distorção de My Bloody Valentine, a banda norte-americana começou a dar pistas sobre o som do seu novo álbum, trabalho que vai aparecer em 2016 e no qual saltam do dream pop para a última geração de ritmos urbanos sob a supervisão de Boots, produtor de Beyoncé, Run The Jewels, entre outros.

 

Discografia:

 

“Future perfect” (Red ink, 2014)

“Transit transit” (TBD, 2010)

“Soft Scene” (Columbia, 2015)

“Pussy’s dead” (Columbia, 2016)

NOS Primavera Sound 2016… Animal Collective

Animal Collective… O futuro era isto

Animal Collective_01.jpgQuatro anos após a revolucionária “Centipede Hz”, os Animal Collective voltaram a estúdio para demonstrar por que se tornaram a banda que melhor soube exemplificar as mutações sonoras dos últimos tempos. O resultado é “Paiting With”, um álbum que conta com participações de John Cale e Colin Stetson e que Avey Tare, Panda Bear e Geologist conceberam como um exercício de optimismo colorido e energia polirítmica.

Seguindo o caminho marcado por trabalhos como “Merriweather Post Pavilion” e “Strawberry Jam”, a banda de Baltimore virou mais uma vez de pernas para o ar a música pop e electrónica e embarcou numa nova viagem experimental que atinge o seu clímax no NOS Primavera Sound.

Este ano, a banda norte-americana também comemorou quinze anos de carreira com o lançamento de “Live at 9:30”, o seu primeiro álbum ao vivo

 

Discografia:

 

“Here comes the Indian” (Paw Tracks, 2003)

“Sung Tongs” (Fatcat, 2004)

“Feels” (Fatcat, 2005)

“Hollinndagain” (Paw Tracks, 2006)

“Strawberry jam” (Domino, 2007)

“Merriweather post pavillion” (Domino, 2008)

“Animal Crack Box” (Boxset) (Catsup plate, 2009)

“Centipede Hz” (Domino, 2012)

“Live at 9:30” (Domino, 2015)

“Painting With” (Domino, 2016)

NOS Primavera Sound 2016… Algiers

Algiers… Revolução pelo gospel

algiers-hires-3225.jpgA sua estreia homónima foi um dos discos que marcaram 2015 e também umas das explosões musicais que mais convincentemente combinou estilos que aparentemente não estão relacionados como o gospel, a música industrial, o funk e o post-punk abrasivo.

O trio formado por Lee Tesche, Ryan Mahan e Franklin James Fisher dedicou-se de corpo e alma a este potpourri formidável depois de se dar a conhecer com um par de singles auto editados. Foi assim que se apresentaram em Barcelona, dando um dos concertos mais destacados da última edição do Primavera Club. Agora, regressam em grande para continuar a abanar essa agitação implacável também alimentada por um insurgente discurso político e social

 

Discografia:

 

“Algiers” (Matador, 2015)

NOS Primavera Sound 2016… Air

Air… Pop como obra de arte…

Air_02.jpgEm plena época de comemoração de alguns dos seus grandes sucessos, com a reedição da banda sonora de “As Virgens Suicidas” e recordando o pop etéreo e a electrónica sedosa que marcaram a carreira depois de “Moon Safari”, Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel estão de regresso.

Embaixadores estabelecidos da elegância pop, usam o french touch mais inquieto e a electrónica súbtil como ponto de partida para construir imponentes sinfonias lunares. Vinte anos após a sua formação, o duo de Versailhes continua a ser uma das grandes referências da música francesa graças a trabalhos como “10.000 Hz Legend”, “Talkie Walkie” e “Love 2”. Além dos projectos paralelos, como Darkel, lançaram em 2012 “Le Voyage Dans La Lune”, banda sonora moderna para o clássico cinematográfico de Mèliés.

Em 2014, surpreenderam com “Music For Museum”, um EP inspirado nas obras de arte do Palácio de Belas Artes em Lille

 

Discografia:

 “Moon safari” (Source, Virgin, 1997)

“The virgin suicides” (Source, Virgin, 1999)

“10 000Hz legend” (Source, Virgin, 2001)

“Everybody hertz” (Source, Virgin, 2002)

“Talkie Walkie” (Source, Virgin, 2003)

“Pocket symphony” (Virgin, Aircheology, 2006)           

“Love 2” (Virgin, Aircheology, 2009)

“Le voyage dans la lune” (EMI, 2012)    

“Music for museum” (The Vinyl Factory, 2014)

José Cid nas comemorações dos 181 anos de Albergaria-a-Velha

José Cid é um dos nomes incontornáveis da música ligeira portuguesa. Com uma carreira de meio século, conta com mais de 30 discos editados e vários prémios. Venceu o Festival da Canção por duas vezes, em 1980 e 1998.

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(C) 2014 Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Neste concerto, o cantor e compositor apresenta-se a solo, com o seu piano, num espetáculo único e intimista, onde serão recordados os seus maiores êxitos como “Na Cabana junto à Praia”, “Um Grande, Grande Amor”, “Cai Neve em Nova Iorque”, “20 Anos”, entre outros…

 

Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

13 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Myles Sanko regressa à Casa da Música

Uma nova estrela no universo da nova música soul, Myles Sanko conquistou a crítica e o público desde a edição do seu primeiro EP em 2013. A energia imparável de “Born in Black & White” é contagiante e evoca figuras inspiradoras como Bill Withers, James Brown, Al Green e Otis Redding.

myles sanko.jpegDR

 

A personalidade do cantor natural de Inglaterra vem ao de cima numa nova abordagem ao soul, especialmente no seu álbum de estreia “Forever Dreaming”, com um sabor vintage que recupera referências tanto da Motown como do acid jazz, sempre com uma nota de contemporaneidade.

A interpretação da Soul Music por Myles Sanko é totalmente distinta, única e uma lufada de ar fresco que merece, certamente, atenção.

 

Casa da Música – Sala 2 (Porto)

19 de Fevereiro 2016 | 23.00h

Os Clã passam a ser agenciados pela Força de Produção

No dia 14 de Fevereiro faz 20 anos que os Clã editaram o seu primeiro álbum, “LusoQualquerCoisa”. É, portanto, uma excelente ocasião para a Força de Produção anunciar que, com muita satisfação, assume o management e o agenciamento de uma das mais emblemáticas bandas nacionais.

GLAM - Clã.jpeg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Neste momento, os Clã encontram-se em estúdio a compor um novo trabalho, do qual teremos novidades em breve

Mastiksoul lança "Only love" feat. Shaggy, Pitbull, Gene Noble

Shaggy & Pitbull juntam forcas com o maior Dj nacional (Mastiksoul) para criar um tema estrondoso que promete ser um dos maiores de 2016. "Only Love", está já no Top 10 do Shazam Portugal, um tema que reune felicidade, dança e muito amor, que vai aquecer o verão de 2016.

mastiksoul.jpgDR

 

Mastiksoul iniciou a sua carreira como dj/produtor em 92, tornando-se hoje em dia num dos artistas mais respeitados da indústria a nível mundial. Reconhecido pelo seu estilo bem característico, conta no seu currículo com vários hits e top 10 mundiais, tendo já sido nomeado como “Melhor Produtor House” nos aclamados prémios do Beatport.

Mastiksoul é indiscutivelmente o Dj Nº1 nacional da actualidade, com presença confirmada nos melhores festivais e eventos nacionais e internacionais.

 

Birds Are Indie estão de regresso com novo single/Video e novo álbum...

Depois de "How Music Fits Our Silence", de 2012, e "Love Is Not Enough", de 2014, estes três adoráveis fora-da-lei de Coimbra preparam-se para mostrar “Let’s pretend the world has stopped”, o novo disco com data de edição prevista para o próximo dia 10 de Março pela Murmürio Records.

BirdsAreIndie_by_FranciscaMoreira-e-JoanaCorker_02(c) 2016 Francisca Moreira & Joana Corker

 

O single de avanço chama-se “Partners in Crime” e não podia ser mais que um conto delicodoce, uma espécie de manifesto-pop em que os Birds Are Indie dizem ao que vêm.

O video acaba de ser lançado...

 

 

Diogo Piçarra lança livro "Diogo Piçarra em Pessoa"

"Diogo Piçarra em Pessoa" é um projeto criativo de descoberta, reinvenção e reconstrução da obra de Fernando Pessoa e seus heterónimos, da autoria do músico Diogo Piçarra. O projecto destina-se a alunos do 7.º ao 12.º anos de escolaridade e inclui a edição de um livro, a exibição de uma peça de teatro e a adaptação musical de poemas.

dp.pngNo livro, com o mesmo nome do projeto, Piçarra reinventa-se em Pessoa e na sua heteronímia, apresentando uma reconstrução de 20 poemas pessoanos, tendo por base as suas próprias vivências e as vivências dos seus próprios heterónimos, concebidos para o efeito. O livro tem uma natureza interativa, onde o leitor é desafiado a criar a sua própria versão dos poemas de Fernando Pessoa e a construir a biografia dos seus heterónimos. Cada poema apresentado no livro é também representado por ilustrações simples, que acompanharão o leitor na interpretação e análise da obra de Pessoa.

A dramatização dos poemas constantes no livro resulta na montagem e exibição de uma peça de teatro, onde Pessoa e Piçarra (e respetivos heterónimos) se confrontam, em diálogos complexos, mas entusiasmantes, sobre as suas perceções da vida.

 

O projecto também incluiu a adaptação musical de dois poemas do livro: um poema de Fernando Pessoa e a reconstrução do mesmo feita pelo Diogo Piçarra.

O público-alvo de "Diogo Piçarra em Pessoa" são os alunos do 7.º ao 12.º anos de escolaridade, sendo que os três elementos do projeto (livro, peça de teatro e performance musical) podem ser apresentados e promovidos por escolas públicas e privadas, câmaras municipais, associações ou outras instituições de cariz educativo que trabalhem direta ou indiretamente com este público-alvo. Este projeto foi desenvolvido numa parceria entre Diogo Piçarra e a empresa Betweien, Spinoff da Universidade do Minho, especializada na área da educação, com vários anos de experiência na conceção e implementação de projetos inovadores em todo o país.

 

Eventos de apresentação do projecto:

17 de Fevereiro - Braga (Auditório Parque de Exposições) | 14.30h

18 de Fevereiro - Lisboa (Auditório Escola Secundária Eça de Queiroz – Olivais) | 11.30h

19 de Fevereiro - Faro (Teatro das Figuras) | 11.00h

"Work", novo single de Rihanna nº1 do iTunes em 91 países em menos de 36 horas

Rihanna volta a fazer história com o seu novo álbum de estúdio, "ANTI", alcançando o 1.º lugar do top de vendas nos Estados Unidos pela segunda vez consecutiva, com 166 mil cópias vendidas na primeira semana. O primeiro single retirado de "ANTI", "Work", uma colaboração com o rapper Drake, foi n.º 1 do iTunes em 91 países, incluíndo Portugal, em menos de 36 horas depois do seu lançamento, além de ter sido o single que mais vendeu, no mercado digital norte-americano, na última semana.

picture.jpg"O lançamento de "ANTI" foi muito inovador e totalmente verdadeiro para o que Rihanna é enquanto artista. Lançar um segundo álbum que chega ao 1.º lugar desta forma foi um enorme desafio e Rihanna merece todos os méritos que tem recebido por isso. Rihanna é uma artista e uma mulher de negócios sem igual. Estamos muito orgulhosos dela", disse Jay Brown, presidente da Roc Nation.

"ANTI" é o oitavo álbum de estúdio de Rihanna e é o muito aguardado sucessor do platinado "Unapologetic" (2012), premiado nos Grammys e o seu primeiro álbum a chegar ao n.º 1 no Soundscan. "Unapologetic" conta com uma mão cheia de sucessos: "Diamonds" (foi seis vezes platina), "Stay", "Pour It Up" (dupla platina), "Loveeeeeee Song", "Right Now" e "What Now".

Rihanna prepara-se também para embarcar numa nova digressão mundial, a "THE ANTI WORLD TOUR", que arranca nos Estados Unidos a 26 de fevereiro. Nos EUA e no Canadá a digressão contará com o apoio da PUMA e o rapper Travis Scott será o convidado especial. Já na Europa, os concertos terão como convidados o cantor The Weeknd e o rapper Big Sean.

Neopop Festival'16 apresenta… John Talabot, Nina Kraviz, Sunil Sharpe, John Digweed, Solar

Chegado à 11ª edição, o Neopop Festival, um dos mais conceituados eventos nacionais de música electrónica, continua a sua histórica linha de programação e avança com 5 novas confirmações de peso para a edição de 2016

john_talabot_press_shot.jpgDR / Press shot

 

John Talabot, uma das grandes revelações dos últimos anos e um dos maiores produtores espanhóis da nova geração a misturar house, disco e soul.

nina-kraviz.jpgDR

 

Nina Kraviz… A grande rainha do techno mundial, Sunil Sharpe, a super star do techno irlandês, Solar, o veterano de São Francisco, mestre a misturar, techno, disco, house e electro com a energia do punk e do rock psicadélico e por último, considerado por muitos como o DJ dos Djs, o conceituado artista inglês, John Digweed

Caixa Ribeira'16… Novas confirmações: Rodrigo & Florência, Pedro Moutinho, Joana Amendoeira.

Na semana passada foram apresentados os primeiros nomes, e o cartaz da 2ª edição do Caixa Ribeira já promete ser de excelência. Os dias 3 e 4 de junho serão de Fado na Ribeira do Porto e confirmam-se mais três grandes atuações: Rodrigo & Florência, Pedro Moutinho e Joana Amendoeira.  Rodrigo e Florência juntar-se-ão no mesmo palco para juntos desfilarem o seu reportório com décadas de história.

GLAM - Rodrigo.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Rodrigo começou novo. Incitado pelos amigos cantava de vez em quando de “capelinha em capelinha”. Aos 26 anos, regressado de França, lançou finalmente o seu primeiro álbum “A Última Toirada Real em Salvaterra” e estava iniciada uma carreira cheia de sucessos e que promete não parar por aqui. Êxitos como “Fado do 31”, “Gente do Mar” ou “Cais do Sodré” tornaram-no num dos mais queridos fadistas nacionais.

GLAM - Florencia.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Florência é uma voz da rádio. Fez igualmente televisão, teatro de revista e gravou cerca de 63 discos. Galardoada com dois discos de ouro, calcorreou o país de uma ponta a outra, assim como as comunidades portuguesas. Participou em festivais nacionais e internacionais como Festival do Minho, Figueira da Foz, Festival da Canção do Mundo Celta (Espanha) e Festival de Intérpretes (Alemanha). Florência continua em plena actividade artística. Na rádio festival apresenta o programa de divulgação de música e artistas portugueses "Portugal a Cantar".

Rodrigo e Florência juntam-se no Caixa Ribeira para um espetáculo especial e imperdível, dia 4 de junho.

 

Pedro Moutinho é uma referência e um dos maiores fadistas da atualidade. Com vários álbuns aclamados pela crítica e um Prémio Amália, Pedro Moutinho guarda já um vasto historial recheado de sucessos. Nascido numa família que respira Fado, provou desde o seu disco de estreia, “Primeiro Fado”, e depois com “Encontro”, “Um Copo de Sol”, “Lisboa Mora Aqui”, “O Amor Não Pode Esperar” e agora com o seu último trabalho "Fado em nós", que é uma das mais talentosas vozes nacionais e irá prová-lo no dia 3 de junho, no Caixa Ribeira.

 

Joana Amendoeira é um nome forte dos novos e recomendáveis do Fado. Com apenas 32 anos de idade, há mais de uma década que a sua qualidade é merecedora dos melhores elogios. Desde 1998 que edita regularmente, apresentando-se pelo mundo fora com êxito e reconhecimento. Este ano está de volta com novo disco de originais. Chama-se “Muito Depois”, reflete a luz de Lisboa e uma diversidade grande de sentimentos, e conta com a participação especial de Paulo de Carvalho. Será com certeza protagonista, dia 3 de junho no Caixa Ribeira.

 

Já Confirmados: 

António Zambujo; Joana Amendoeira; Pedro Moutinho; Raquel Tavares; Rodrigo & Florência; Simone de Oliveira; Kiko

 

Luis Severo apresenta “Cara d’Anjo” no Teatro Sá da Bandeira

Depois de dois anos a escrever novas canções e a tocar pelo país inteiro, Luís Severo acaba de lançar o seu quarto disco “Cara d’Anjo”

luis.jpg(c) Diana de Sá


Foi debaixo do signo de O Cão da Morte que Luís Severo começou um processo de experimentação adolescente enquanto cantautor, tendo vindo a lançar desde 2009 uma montra de registos que concedem ao artísta uma identidade única no panorama músical português. Em 2014, uniu-se a Coelho Radioactivo para nos apresentar radiosas canções e performances na estrada enquanto Flamingos. Finalmente, 2015 é o ano em que O Cão da Morte morre de amores pela pop que outrora experimentou e agora consolida, renascendo com o apelido materno seguindo o nome próprio.

Produzido pelo próprio, com o precioso auxílio de Filipe Sambado, este novo trabalho revelanos a sua maturidade no ofício da canção e transparece a sua qualidade enquanto letrista e o seu charme na descrição do amor no espaço urbano e suburbano. “Cara d’Anjo” foi gravado no Bairro Alto, numa sala que divide com amigos. Foi masterizado por Eduardo Vinhas no estúdio Golden Pony. Conta com a participação da banda Bernardo Álvares (baixo e contrabaixo), Ricardo Amaral (guitarras) e Luís Barros (bateria e percussões) e com participações especiais de Júlia Reis (Pega Monstro), Coelho Radioactivo, Vaiàpraia e Primeira Dama. “Cara d’Anjo” é uma edição Gentle Records.

 

Teatro Sá da Bandeira (Santarém)

11 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Scianema - Festival de cinema sobre oceanos, 18 a 22 de Fevereiro

A primeira edição do Scianema Festival, organizado pela Sciaena - Associação de Ciências Marinhas e Cooperação, realiza-se de 18 a 22 de fevereiro, em Faro e a entrada é livre. Com uma programação composta por 16 documentários dedicados aos oceanos, debates e atividades de educação ambiental, o festival tem como objetivo encorajar, inspirar e consciencializar o público para a proteção dos mesmos.

logoSCIANEMA.jpgA mostra conta com duas estreias no Algarve: os documentários “Sandgrains” e “The Lubejob”, que abordam temas particularmente relevantes para os algarvios. “Sandgrains”, filmado em Cabo Verde, fez parte da seleção de diversos festivais de cinema e mostra os impactos locais da pesca industrial. “The Lubejob” aborda um tema ainda mais atual para o Algarve: a exploração de petróleo. Outros temas abordados são as pescas e a Política Comum das Pescas (The End of The Line), as iniciativas de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) na região do Algarve (filmes FARNET) ou a questão dos animais marinhos em cativeiro (The Cove), entre outros.

 

Para além dos filmes e debates, a Sciaena, em parceria com a APA, dinamizará atividades dirigidas a crianças e famílias que pretendem incentivá-las a terem um papel ativo na conservação dos oceanos, em particular sobre o lixo marinho. O festival acontece durante cinco dias, em diversos locais da capital algarvia: Universidade do Algarve (UAlg), Instituto Português de Desposto e Juventude (IPDJ) de Faro, Escola Básica Ilha do Ancão, Escola Secundária Pinheiro e Rosa e Centro Náutico Praia de Faro, as sessões são temáticas e incluem debate após exibição do filme, facilitando a comunicação científica sobre o mundo marinho e promovendo a discussão aberta entre investigadores, estudantes, cineastas e outros interessados.

 

"Depois de uma edição bem sucedida em Faro, em 2013, do Beneath the Waves Film Festival, a Sciaena começa a desenvolver um formato próprio de festival de modo a torná-lo menos limitado, mais adaptado às realidades nacionais e uma das muitas iniciativas regulares da associação. Desta forma, com base na experiência adquirida anteriormente, pretendemos mostrar em Portugal uma seleção de documentários dedicados aos oceanos, com o objetivo de encorajar, inspirar, consciencializar e promover o seu livre acesso não só a especialistas mas também ao público em geral", refere Gonçalo Carvalho, da Sciaena.

 

Esta edição conta com a parceria da Universidade do Algarve, do Instituto Português de Desporto e Juventude, do Cineclube de Faro, da Agência Portuguesa do Ambiente, da Plataforma Algarve Livre de Petróleo e da Erasmus Social Network.

 

Extensão Caminhos Cinema Português em Castro Verde

Decorre até 24 de Fevereiro uma extensão do festival Caminhos do Cinema Português na cidade alentejana de Castro Verde. Tendo início a 10 de Fevereiro, a exibição de algumas das obras que fizeram parte da selecção do ano passado estará em exibição ainda em sessões nos dias 17 e 24 deste mês. Depois da extensão a Torres Novas no passado mês de Janeiro, a apresentação do que de melhor foi exibido em Coimbra prossegue a missão do festival de levar o cinema português ao maior número de públicos possível.

551.jpgA extensão em Castro Verde iniciou-se no dia 10 de Fevereiro com a exibição das obras nacionais “Gu”, de Pedro Marnoto Pereira, “Encontradouro”, de Afonso Pimentel, “Fortunato – D’aqui até S. Torcato”, de João Rodrigues e “Provas e Exorcismos”, de Susana Nobre.

No dia 17 de Fevereiro são exibidos os filmes “Maria”, de Leonor Pacheco, “Paloma”, de Nuno Portugal, “Que dia é hoje”, do Colectivo Fotograma 24, “A Directa”, de Beatriz Novais, “Tiny Little Delicate Foreign Castles”, de Rob Key, “O Assalto”, de João Tempera, “Otorrinolaringologista”, de André Pereira e “O Rebocador”, de Jorge Cramez.

 

Finalizando a extensão do festival a Castro Verde, o dia 24 deste mês vê a exibição dos filmes “Midgard Folk”, de Alexandra Allen e “Mau Mau Maria”, de José Alberto Pinheiro.

 

Depois das sessões em Torres Novas terem focado essencialmente a Selecção Caminhos da edição XXI do festival, Castro Verde tem a oportunidade de ver também uma amostra do que se vai produzindo nas escolas de cinema nacionais. As obras “Paloma”, “Otorrinolaringologista”, “Tiny Little Delicate”, “Foreign Castles e Midgard Folk” são alguns exemplos do que foi exibido em Coimbra na Selecção Ensaios em Novembro e Dezembro. A Selecção Ensaios é o espaço dedicado pelo Caminhos à produção de alunos dos cursos de cinema nacionais e internacionais, aberta como incentivo à promoção das novas vozes da Sétima Arte.

Todas as sessões decorrem no auditório do Fórum Municipal de Castro Verde, pelas 21:30 e sempre com entrada livre.

Mia Couto e Jorge Palma na 6ª edição do Festival Literário da Madeira (FLM)

O FLM já conquistou um lugar indelével no panorama cultural português. Pelo FLM já passaram autores como Eduardo Lourenço, Alberto Manguel, Helder Macedo, Naomi Wolf, Gonçalo M. Tavares, Zygmunt Bauman, Alessandro Baricco, José Eduardo Agua­lusa, João de Melo, Patricia Duncker, Luiz Ruffato e Irene Pimentel, entre muitos outros.

888.pngFalsidade e Verdade na Ficção Literária é o mote para uma semana de encontros, debates, espetáculos, sessões de autógrafos, e muitos outros momentos que este festival proporciona em vários pontos da ilha, entre 11 e 16 de Abril.

 

Mia Couto é o autor moçambicano mais traduzido e divulgado no estrangeiro. Tem uma obra literária extensa e diversificada que inclui poesia, contos, romance e crónicas, e que tem sido reconhecida por leitores e pela crítica. A Mia Couto foi atribuído o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos (1995), Prémio Vergílio Ferreira (1999), Prémio Mário António (2001), Prémio União Latina de Literaturas Româncias (2007), Prémio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura, na Jornada Nacional de Literatura (2007), Prémio Eduardo Lourenço (2001) e ainda o Prémio Camões (2013) e o Neustadt International Prize for Literature (2014).

 

Jorge Palma… Como se apresenta um nome incontornável do panorama musical português, com mais de 40 anos de carreira? A música fez sempre parte do percurso de vida de Jorge Palma. Compositor, poeta, intérprete e exímio pianista, venceu o prémio José Afonso em 2002, e em 2008 e 2012 foi o vencedor do Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete. Pelo seu último disco Com Todo o Respeito foi ainda galardoado pela SPA com o prémio Pedro Osório. À Madeira leva o seu espetáculo trio acústico em que se faz acompanhar por Vicente Palma (guitarra, piano, voz) e Gabriel Gomes (acordeão).