Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

III Mostra de Robertos e Marionetas

A terceira edição da Mostra de Robertos e Marionetas está mais internacional. Além de uma viagem ao imaginário português, apresentam-se espetáculos de companhias provenientes de Inglaterra e da Ucrânia, bem como um singular atelier de Teatro de Sombras Japonesas, por Beniko Tanaka, do Japão.

MRM_logo_2016_RGB_1_770_9999.jpgDestaque, igualmente, para a estreia nacional de dois espetáculos das Marionetas da Feira. Em 2016, a exposição terá particular importância pela apresentação do projeto de criação inspirada nas gentes de Ílhavo, que será estreado na quarta edição da Mostra, em 2017.

 

Programa:

 

Exposição de Robertos e Marionetas

20 de fevereiro (inauguração às 21h00) a 24 de março

terça-feira a sábado | 15h00-20h00

(entrada gratuita)

 

Espetáculos:

"Peregrinação" | Lafontana Formas Animadas (Vila do Conde – Portugal)

20 fevereiro 2016 | 22h00

 

"Punch & Judy" | The Puppettree Company (Uplyme – Inglaterra)

“Zé do telhado” e “Castelo Assombrado” (estreia nacional) | Marionetas da Feira (Santa Maria da Feira – Portugal)

27 fevereiro 2016 | 16h00

 

"The Duckling" | Three’Co (Kiev- Ucrânia)

5 março 2016 | 16h00

 

Atelier Teatro de Sombras Japonesas com Beniko Tanaka (Japão)

3 e 4 março 2016 | 19h00 às 22h00

5 março 2016 | 10h00 às 13h00

David Fonseca estreia vídeo de "Deixa Ser" com Márcia

David Fonseca estreou ontem ao final da tarde nas suas plataformas sociais o vídeo da canção "Deixa Ser" incluída no seu mais recente disco, "Futuro Eu". O tema, recordamos, conta com participação da cantautora Márcia e tem sido um dos temas que mais atenção tem merecido por parte dos fãs.

GLAM - David Fonseca (4).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

"Há mistérios na composição de uma canção que nunca conseguirei desvendar. Quando escrevi "Deixa Ser", foi como se a canção já viesse agarrada à voz da Márcia, mesmo sem saber se ela aceitaria fazer parte dela. Felizmente aceitou e ajudou-me a construir uma das minhas canções favoritas de "Futuro eu", refere David. Apaixonado por duetos clássicos rapaz/rapariga, desde a formação dos Silence 4, passando pelos duetos nos últimos anos com Rita Redshoes, Mallu Magalhães, Luísa Sobral ou Catarina Salinas, David Fonseca tem nesta parceria com Márcia, um momento particularmente feliz nesse diálogo musical, uma canção que aborda esse fenómeno comum a todos e que nos assalta frequentes vezes: a saudade.

Também a estética que David escolheu para o vídeo reforça a intensidade da canção, dois planos fixos, o ecrã dividido e uma iluminação dura e directa remetem o espectador para a complexidade emocional que a saudade sempre impõe. Para este momento visual recorreu uma equipa pequena constituída por si na realização, por Ricardo Magalhães na direcção de fotografia e Sandra Pinto no make-up num set em que a exiguidade impera.

 

A publicação de "Deixa Ser" acontece num momento em que David Fonseca se encontra na estrada a apresentar "Futuro Eu" que inclusive, o levou na semana passada até Espanha para algumas acções promocionais e onde regressará ainda este mês para concertos em Barcelona, a 18, e em Madrid, no dia seguinte, dando sequência à publicação no mercado local do seu último trabalho de originais. Antes ainda, no final desta semana, David participará nos festivais "Sons de Vez" e "Às Vezes O Amor":

 

 

 

Quarteto Ricardo Toscano no Centro Cultural de Belém

Natural de Lisboa, Ricardo Toscano desenvolveu uma ligação com a música desde muito cedo por intermédio do pai, que também é músico. Aos 8 anos começou a aprender clarinete numa banda filarmónica, aos 13 entrou no Conservatório Nacional na classe de clarinete, onde estudou dois anos, e aos 15 ingressou na Escola Profissional Metropolitana na classe de clarinete de Jorge Camacho, Nuno Gonçalves e João Ramos. Aos 16 começou a frequentar a Escola de Jazz Luiz Villas-Boas, na classe de saxofone de Desidério Lázaro, com quem estudou dois anos. Aos 17 entra na Escola Superior de Música de Lisboa, no regime de sobredotado, onde ainda permanece.

Quarteto Ricardo Toscano.jpg(DR)

 

Já teve aulas/masterclasses com: Danilo Perez, Wynton Marsalis, Greg Osby, João Moreira, Pedro Moreira, Miguel Zenon, Aaron Goldberg, Kurt Rosenwinkel, Joe Lovano, Ben Street, George Garzone e muitos outros. Ricardo Toscano é já uma certeza no panorama do jazz tocando com músicos como: Nelson Cascais, André Fernandes, Óscar Graça, Júlio Resende, Afonso Pais, Bruno Pedroso, João Moreira, Carlos Barretto, Alexandre Frazão, etc. Em 2011 formou o Ricardo Toscano 4teto com André Santos, João Hasselberg e João Pereira, formação que ganhou a 25ª edição do Prémio Jovens Músicos na categoria de Jazz. Em 2011 teve também o privilégio de participar no disco Os fados e as canções do Alvim do grande mestre Fernando Alvim. Colaborou com artistas como Fafá de Belém, Carlos do Carmo, Camané, Rui Veloso, António Zambujo, Carminho, Amélia Muge, Cristina Branco e outros. Conta com muitas participações em discos, tanto na área do jazz como noutras.

 

O seu mais recente projecto é em quarteto com João Pedro Coelho, Romeu Tristão e João Pereira.

Ricardo Toscano: saxofone

João Pedro Coelho: piano

Romeu Tristão: contrabaixo

João Lopes Pereira: bateria

 

Centro Cultural de Belém – Pequeno Auditório (Lisboa)

12 de Fevereiro 2016 | 21.00h

 

Novo álbum de Carlos Martins.. Concerto de apresentação em Lisboa

Depois da celebração do passado que será sempre presente em “Absence” de final de 2014, Carlos Martins reencontra-se com o futuro de agora, num novo álbum que, de tão pessoal, não poderia ter outro nome que não o seu.  O músico, compositor e profícuo director artístico da Associação Sons da Lusofonia - referência maior do jazz nacional das últimas três décadas - prepara-se para, em 11 novos temas, se dedicar ao que lhe é mais querido: partilhar, questionar e celebrar a profunda e alegre relação que estabelece com o mundo que o rodeia e de que se rodeia. As histórias de quem com ele se cruza na vivência do seu fascínio pela luz e cultura do Sul da Europa - do nosso Sul - são as principais fontes onde Carlos Martins vai beber inspiração para este novo trabalho.

carlos martins.jpg(c) Paulo Seabra

 

E mais uma vez, inevitável é também o cruzamento com Alexandre Frazão (bateria), Carlos Barretto (contrabaixo) e Mário Delgado (guitarra), os maravilhosos músicos e amigos com quem partilha as geografias emocionais que mapeiam a sua vida.  "Carlos Martins" é editado a 12 de Fevereiro, dia em que é apresentado no palco do Grande Auditório da Culturgest, às 21h30. Os bilhetes custam 18€ e estão à venda nos locais habituais.

 

Grande Auditório da Culturgest (Lisboa)

12 de Fevereiro 2016 | 21.30h

The Lumineers lançam novo álbum "Cleopatra" a 8 de Abril

O trio de Denver, The Lumineers, anunciou hoje o lançamento do muito aguardado segundo álbum de estúdio, "Cleopatra", sucessor do álbum de estreia, homónimo, nomeado para vários Grammys. Com este novo disco o grupo levará ainda a cabo uma nova digressão por palcos britânicos. A banda acaba também de revelar hoje o primeiro single, "Ophelia", imediatamente reconhecido como uma canção dos The Lumineers, com o seu piano sincopado e um refrão forte.

picture.jpgDepois de terem surpreendido tudo e todos com o irrepreensível "Ho Hey" e, depois, com o tema "Stubborn Love" (que recentemente fez parte da playlist de Spotify do presidente dos EUA, Barack Obama), os The Lumineers passaram três anos em digressão por seis dos sete continentes. Nesse período, a banda viu-se nomeada para os prémios Grammy (Artista Revelação e Melhor Álbum Americana), contribuíram com duas canções para a banda sonora da saga "The Hunger Games" (incluindo o êxito "The Hanging Tree", uma colaboração entre Jennifer Lawrence e James Newton Howard) e venderam três milhões de álbuns em todo o mundo.

 

"Cleopatra" junta os membros originais da banda, Wesley Schultz e Jeremiah Fraites, que formaram a banda em 2002, à cantora e violoncelista Neyla Pekarek e prova que o grupo não toma por garantido a sua boa sorte nem se senta sobre os louros conquistados. Com a ajuda do produtor Simone Felice (The Felice Brothers, The Avett Brothers), a banda fechou-se no Clubhouse, um estúdio que fica no topo de uma montanha na zona rural de Rhineback, não muito longe de Woodstock. A partir daí começaram a dar um sentido musical à grande aventura que viveram nos últimos três anos

O Chocolate em Lisboa… A Reportagem

A terceira edição do O Chocolate em Lisboa, que teve como país convidado o Peru, terminou este domingo, no Campo Pequeno (Lisboa). Dos 74 expositores que se encontravam no certame, estivemos à conversa com alguns para saber as suas características, origens e que produtos comercializam.

_MG_7524.jpgO país produtor convidado foi o Peru, que segundo o Chef Luis Ascenção, da organização, "têm muito interesse em comercializar o seu cacau no nosso país". O Chef pasteleiro referiu "só estão expositores de chocolate", embora tivéssemos encontrado bolas de Berlim recheadas com creme d'ovos. O Chocolate em Lisboa, não é "uma feira ou um mercado", pois para a organização a ideia não é "imitar Óbidos", com o seu Festival de Chocolate. O Chef pasteleiro Paulo Santos tem estado desde a abertura do certame a esculpir, em chocolate, um Imperador Inca. O público pode "ajudar a esculpir o imperador", conforme explicou. A peça depois de estar concebida, gastou 170 a 180 Kg de chocolate.

 

Também era possivel ver um painel de 750 azulejos de chocolate com 3/2,5m, com as montanhas de Machu Picchu, no Perú.

O stand da pastelaria, de Esposende, Marbela tem expostos os deliciosos macarrons, "uma novidade lançada em Janeiro", explicou Paula Santos. Foi-nos dado a provar e aconselhamos vivamente a visitar o espaço e provarem, ou até mesmo levarem para casa os macarrons. Eles são fofos e acabam por se desfazer na boca, permanecendo o sabor durante mais algum tempo. O "ex-libris da casa", segundo Paula Santos são "os nossos bombons". A Pastelaria existe desde 1987, "mesmo no centro de Esposende". Estivemos ainda à conversa com Mario Andresen Leitão, da casa Denegro!, que nos falou do "Saudade", um chocolate negro e exclusivo desta marca. "A ideia era fazer um chocolate com 70% de cacau, mas o Chef António Marques, decidiu que o sabor 'perfeito' não chegava a esse valor, ficava nos 69%". E como o sabor e o Chef são quem decide "decidimos que por 1% psicológico não se iria alterar o sabor". Andresen explicou que o Saudade com chocolate de leite foi, também, concebido "para as crianças poderem comer", uma vez que não é tão amargo. Tem 47% de cacau. Neste chocolate "não sentimos o leite, fica o sabor do cacau", explicou. Sobre o nome Saudade, salientou que "nada tem a ver com o fado". A imagem é diferente, é a capa de um CD. A justificação é que "se o meu chocolate é único no mundo, tinha de ter uma imagem diferente". Existem duas capas, a de Lisboa, com a ponte e o Cristo Rei; e a do Porto, com um barco Rabelo. O Saudade preto, está a ser servido em mini tablete a bordo dos aviões da TAP, na classe executiva. Para além do Saudade, provamos os bombons, que são feitos "manualmente e sem formas", como explicou o Chef António Marques. Um dos vários que referenciamos é o "espinheiro do mar". São poucas as palavras existentes para descrever o sabor de tal iguaria, mas referimos que o seu sabor de Clementina misturado com chocolate, é algo de querer comer mais. Existem outros como o Roquefort (chocolate com queijo roquefort) e o Cabernet (chocolate com vinho francês).

Para o Chef, que também é professor em Lisboa, Setúbal e Portalegre, responsável pela carta de doces do Restaurante Bica do Sapato e do Papa Açorda, este desafio não foi muito complicado, pois "foi dar biberon ao bebé e foi ensina-lo a andar". Isto porque o projecto começou em 2007 com outras pessoas e António Marques, mas em 2012 foi quando em conjunto com Mário Andresen Leitão o tornaram mais sério e competitivo. Em conjunto com Eduardo Santini, conceberam o bombom gelado, comercializado em todas as gelatarias da marca Santini. Para Mário "o criar um bombom gelado é um sonho", referindo que o seu sócio "Chef António Marques ajudou o santini a fazer o bombom".

Luís Ascenção afirmou ainda que o objectivo deste ano era "manter o número de visitantes do ano anterior, os 28 mil". Referiu também que o evento tem "potencial para mais pessoas, mas com uma espera de uma hora para entrar e ou estacionar, mais duas horas para visitar e comprar, num espaço tão apertado, só noutro local". No entanto disse que "enquanto o Campo Pequeno nos quiser, nós vamos ficar cá".

Um dos maiores problemas que se nota no espaço é a falta de civismo, pois com corredores tão apertados "os pais insistem em trazer os filhos nos carrinhos de bebé", explicando que "não podemos proibi-los de entrar com eles". Realmente é muitíssimo complicado com duas mil pessoas no recinto quererem circular e o carrinho de bebé estar no caminho. Quanto a nós, os carrinhos deveriam ficar à porta, "mas o Campo Pequeno não tem capacidade para os guardar", frisou. O Chef pasteleiro do hotel Intercontinental, prometeu que "para o ano temos umas surpresas para melhorar o evento", salientando que "temos 95% dos stands que queremos" e "queremos que eles para o ano melhorem um pouco a sua apresentação", concluiu Luís Ascenção.

 

Reportagem: António Teixeira

Flor de Sal editam disco de estreia a 18 de Fevereiro

O primeiro disco dos Flor de Sal contém dez temas originais e cinco versões, anuncia a esperança de um novo recomeço.

Os Flor de Sal são Ana Figueiras na voz e flautas de bisel e Zé Francisco na voz, guitarra acústica e bandolim. Eles trazem-nos uma música cintilante como os cristais da flor do sal colhidos diariamente durante o Verão nas salinas do sotavento algarvio.

untitled.jpgFlor de Sal têm como músicos convidados Rui Afonso nas percussões tradicionais portuguesas e do Norte de África e Nuno Faria no contrabaixo, que juntos, marcam os ritmos exóticos e dançantes do Magreb e do Médio Oriente, complementados ainda pelas paisagens planantes da guitarra elétrica de Johan “Zilverzurf” Zachrisson.

 

O disco ainda inclui dois temas instrumentais originais em registos completamente opostos, “Procura, dançante e exuberante” e “Suspiros do Mar”, tema melancólico, onde se entende melhor o que para os portugueses significa a saudade.

O disco foi produzido pelos Flor de Sal e por Johan “Zilverzurf” Zachrisson, foi misturado por Johan «Zilverzurf» Zachrisson na Casa Carma, masterizado por Joaquim Monte no Estúdio Namouche, tem fotografias de Luís da Cruz e design de Jorge Galvão.

 

Os espetáculos que se avizinham deste novo grupo prometem!

13 Fevereiro - Cine-Teatro António Pinheiro (Tavira)

18 Fevereiro - Cine-teatro Louletano (Loulé)

20 Fevereiro - Ass. Recreativa e Cultural de Musicos (Faro)

3 Março - Teatro Figuras (Faro)

Kodaline… a mais recente confirmação MEO Marés Vivas

O quarteto irlandês Kodaline, composto por Steve Garrigan (voz, guitarra, teclados, bandolim e harmónica), Mark Prendergast (guitarra, voz secundária e teclados), Vinny May (bateria e percussão) e Jason Bolard (baixo e voz secundária), são a mais recente confirmação para o MEO Marés Vivas. Sobem ao palco no dia 15 de Julho no Palco MEO.

kodaline.jpgDR

 

Coming Up For Air” é o mais recente trabalho da banda Irlandesa, reconhecidos pelo incrível sucesso do seu álbum de lançamento “In a Perfect World”, que entrou directamente para o primeiro lugar do Top Irlandês e para o terceiro do Top Britânico. Receberam o convite para viajarem até LA e juntar-se ao conhecido produtor Jacknife Lee e desta experiência não esperavam a abordagem completamente nova que receberam, o carinho pelos sintetizadores e o single do segundo álbum, já escrito.

Mas aquilo que realmente caracteriza os Kodaline é o poder emocional que transmitem nas suas músicas e a relação com os fãs, fazem deles uma banda de sucesso. No dia 15 de Julho o MEO Marés Vivas vai viver uma noite especial ao som de Kodaline.