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Glam Magazine

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Rock in Rio… EDP Rock Street… os artistas

Cor, calor, ritmo e alegria! No Rock in Rio – Lisboa 2016, a rua mais eclética da Cidade do Rock “tem samba como ninguém” e muita animação. Depois do sucesso alcançado nas edições anteriores, a organização do maior evento de música e entretenimento do mundo traz para Lisboa a EDP Rock Street dedicada ao Brasil.

01.jpgMart’nália (1º fim de semana)

Foi “Devagar, devagarinho” que Mart’nália se apaixonou pelo mundo da música, ao acompanhar o seu pai às rodas de samba de Vila Isabel, onde aprendeu a sambar, cantar e tocar. Nesta edição do Rock in Rio – Lisboa 2016, para além de trazer para o palco todos os seus grandes sucessos, vai ser a filha de Martinho da Vila a pedir “Canta canta, minha gente”, e a fazer o público cantarolar às “Mulheres” desta Rock Street. A cantora que “samba desde que nasceu” subiu ao palco da Cidade do Rock em 2015 num Tributo a Cassia Eller. Em 2016, vem a Lisboa e é um dos nomes mais esperados da EDP Rock Street ao cantar as músicas mais conhecidas do seu pai, o grande Martinho da Vila, e também suas próprias.

02.jpgSerjão Loroza (1º fim de semana)

“Neguinho de Madureira” inspira-se em James Brown, Gerson King Combo e Tony Tornado para desenvolver a sua carreira multifacetada. Serjão Loroza, o menino dos subúrbios cariocas, é um intérprete que canta desde as marchinhas de carnaval aos clássicos da MPB, passando pelos clássicos da música pop mundial. O cantor brasileiro sobe ao palco da EDP Rock Street para fazer a festa em Portugal cantando “A Malandragem Carioca”, já que, para Serjão Loroza, “celebrar de onde eu vim me faz ser quem eu sou”

03.jpgLéo Gandelman (2º fim de semana)

Um dos mais celebrados instrumentistas do Brasil, o saxofonista Léo Gandelman é tão transversal como o evento Rock in Rio: tanto o público jovem como os fãs de MPB, passando pelos apaixonados pelo pop, adoram a música do saxofonista. No palco da EDP Rock Street, Léo Gandelman vai, mais uma vez, ultrapassar as fronteiras entre o clássico e o popular a bordo do seu saxofone que entoa “Música de Fronteira”. Mas o artista vai ainda mais além ao interpretar músicas de Tom Jobim e Noel Rosa, que farão o público sentir “A Garota de Ipanema” a passar ao som de “Wave”. E se o “Último Desejo” do público for ouvir uma “Conversa de Botequim”, Léo Gandelman não irá desiludir. Promete, aliás, concertos inesquecíveis, tal como aconteceu no Rock in Rio – USA em 2015.

04.jpgCiro Cruz (2º fim de semana)

Apesar de já viver em Lisboa há alguns anos, o baixista Ciro Cruz vai trazer para o palco da EDP Rock Street os "Ritmos do Nordeste brasileiro". Os visitantes da cidade do rock vão poder dançar ao som dos ritmos de que ajudaram a construir a MPB, como Baião, Maracatu e Frevo. A música instrumental e cantada vai-se misturar ao longo do espectáculo, que terá também espaço para mencionar ícones da música brasileira como Alceu Valença e Chico Science. Baixista virtuoso, Ciro Cruz já trabalhou com grandes nomes da música brasileira como Gabriel O Pensador e Ed Motta.

05.jpgToni Garrido (2º fim de semana)

Toni Garrido não vai deixar ninguém “morrer de saudade” de Tim Maia. É mais um artista a subir ao palco da EDP Rock Street e a entoar grandes nomes da música brasileira. “Gostava Tanto de Você”, “Azul da Cor do Mar” e “Dia de Domingo”, são alguns dos clássicos de Tim Maia que vão fazer vibrar o público português. Toni Garrido vai também levar “Todo Meu Canto” para a cidade do rock, cantando algumas das suas músicas mais acarinhadas pelo público português. Cantor, compositor, apresentador e ator brasileiro, Toni Garrido ficou principalmente conhecido por ser o vocalista dos Cidade Negra, uma banda brasileira de reggae com influências do soul e do pop rock. O cantor atuou também com Simoninha no Rock in Rio – USA, em Las Vegas

06.jpgSimoninha (2º fim de semana)

Músico, intérprete, compósitor e produtor, Wilson Simoninha sempre esteve ligado ao mundo da música. Em mais de vinte anos de carreira, integrou produções de grandes nomes da música brasileira e foi vocalista da banda Suíte Combo. Considerado um showman da nova geração, Simoninha traz ao palco da EDP Rock Street, para além dos seus principais hits, o “suingue” e o bom gosto do samba rock de Jorge Ben Jor. Simoninha vai levar para a cidade do Rock o ritmo deste “País Tropical” e promete fazer o público vibrar ao cantarolar “Que maravilha”! Simoninha participou na homenagem dos 450 anos do Rio de Janeiro, no Rock in Rio 2015, tendo atuado no mesmo ano em Las Vegas.

 

DR

Concerto de Primavera da Rádio Amália na Casino de Lisboa

A mais bonita estação do ano está à porta, e o Fado vai voltar a ouvir-se no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa para lhe dar as boas vindas.

O Concerto de Primavera da Rádio Amália acontecerá no dia 28 de março e contará com algumas das melhores vozes do Fado: Pedro Moutinho, Joana Amendoeira, Duarte, Carla Pires, Miguel Capucho, Carolina, André Batista e Cláudia Picado.

GLAM - Carolina.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo


O concerto que terá início às 21:30, contará com alguns temas bem conhecidos de cada um dos fadistas mas também com grandes novidades. Pedro Moutinho, Joana Amendoeira e Cláudia Picado escolheram o palco do Auditório dos Oceanos e o Concerto de Primavera de Rádio Amália para apresentar novos fados que irão constar dos seus novos álbuns. Motivos mais do que suficientes para uma noite que promete ser única.

 

Auditório dos Oceanos / Casino de Lisboa

28 de Março 2016 | 21.30h

OG MACO pela primeira vez em Portugal

O hip hop electrónico, com ramificações ao trap e demais subgéneros, tem vindo a criar, ao longo dos últimos tempos, diversos fenómenos virais. Lembramo-nos aqui de nomes como Yung Lean ou Yung Sherman, que depressa assumiram os rankings de vídeos com mais visualizações do YouTube. Neste universo de autoprodução cibernética há um novo nome que surge, OG Maco, americano, bad-ass, viral. O responsável, diremos, é “U Guessed It”, o single minimal que toca universos tão díspares quanto o punk rock ou o hardcore, sem que com isso se perca a origem fundamental, o hip-hop.

og.jpgMas há mais neste OG Maco do que o fenómeno, não pouco frequente, de artistas que explodem online com um single. Ele é também cabeça para uma editora própria e um par de edições colaborativas que sumarizam o percurso musical. Não estamos certo por quanto tempo irá durar a fama, cada vez mais crescente, mas enquanto isso não se clarifica queremos tê-lo por cá, ao abrigo das Gin & Juice, o nosso olhar mensal para os novos territórios do hip hop.

Nas Gin & Juice a cronologia do Hip Hop constrói-se ainda. Os intocáveis são os mestres da velha escola e a mitologia cresce com novos deuses no panteão. É a festa da nova história no Musicbox, direta e sem floreados, com Hip Hop e derivados como o Trap no centro

 

Musicbox (Lisboa)

8 de Fevereiro 2016 | 23.00h

MEO Sudoeste… James Morrison e Yellow Claw são as novas confirmações

O MEO Sudoeste prepara para a sua 20ª edição um cartaz ao nível da ocasião. São duas décadas de festival e hoje confirmam-se mais dois nomes que são respetivamente referências da música Pop e EDM: James Morrison e Yellow Claw.

james-morrison_7644_1.jpgDR

 

O inglês James Morrison não editava desde 2011, mas voltou, em 2015, na forma e fórmula de sempre, com o brilhante “Higher Than Here”. Depois de se ter estreado em 2006 com “Undiscovered”, disco que vendeu mais de 3 milhões de cópias e que levou o britânico a ser nomeado para 2 Brits Awards, apresentou em 2008 “For You Truths For Me”, mais um sucesso nos tops dos mais vendidos. Faz música pop e tem uma capacidade inata para compor hits melodiosos simples, mas cativantes. Sucessos como “You Give Me Something”, “Broken Strings” ou “Please Don’t Stop The Rain” não deverão faltar no dia 6 de agosto, no Palco MEO.

YellowClaw-37631-1_3.jpgDR / AFP

 

O trio de DJs holandês Yellow Claw, é hoje um fenómeno. Ao vivo contagia com as suas performances, estendendo para o formato vídeo um génio comercial que atrai uma vasta legião de seguidores. Atuam nos melhores palcos do mundo - EDC Vegas, Tomorrowland ou Mysteryland – e colaboram com nomes como Diplo, DJ Snake, Flosstradamus, Skrillex, Martin Garrix, Tiësto, Showtek ou Iggy Azalea. No ano passado, editaram o seu primeiro LP, “Blood for Mercy”. O disco será, com toda a certeza, um dos protagonistas no set que preparam para a Noite de Receção ao Campista, dia 3 de agosto no Palco MEO.

 

Já Confirmados:

Noite de Receção ao Campista/ 3 de agosto – Yellow Claw

4 de agosto – Wiz Khalifa, Martin Garrix

6 de Agosto – James Morrison

7 de agosto – Steve Angello

“Norte” é o nome do novo single de João Pedro Pais”... e esgota concerto em Lagoa

O músico e compositor apresentará “Identidade” ao vivo nos dias 5 e 6 de Fevereiro em Lagoa, no Auditório Municipal, pelas 21h30.

Joao Pedro Pais - Foto promo 2 - JOAO PEDRO PAIS.jNorte” é o nome do novo single de João Pedro Pais. O tema faz parte do mais recente registo de originais “ Identidade”, que chegou às lojas em Novembro passado e que entrou directamente para o Top 10 da Tabela Nacional de Vendas. Para além de “Norte”, “Passo a Passo” é outro dos temas que podemos encontrar em “ Identidade” e que foi o single de apresentação deste novo trabalho.

 

A música de João Pedro Pais é distintiva, tem uma identidade. E esta é a impressão digital que o músico deixa em cada um dos que são expostos ao seu trabalho. É o que o aproxima das pessoas.

Produzido por Luís Jardim, misturado por Alan Winstanley, gravado entre o Livingstone Studio em Londres, e misturado no Atlantic Blue Studio em Lisboa (Paço de Arcos), “ Identidade” de João Pedro Pais conta também com a participação de grandes músicos da cena internacional e nacional, como: Keith Scott (Bryan Adams) nas guitarras, Ian Thomas na bateria (Seal, Sting, Eric Clapton, entre outros), Luis Jardim no baixo, Rui Almeida no hammond e teclas, e o Quarteto de Cordas Atlântico.

Batida passa o Carnaval em modo DJ Set entre São Paulo e o Recife!

Pedro Coquenão volta ao Brasil, a convite do Festival Rec-Beat, para passar o Carnaval em modo DJ Set entre São Paulo e o Recife. O primeiro no Sábado no Centro de São Paulo e o segundo no Domingo no Recife, a cidade original do Festival, a fechar a noite.

batida.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

É verdade que estamos mais habituados a ver Batida num palco rodeado de músicos, bailarinos e vídeo. Os seus DJ Sets são raros, um deles tornou-o mesmo o primeiro Português e Angolano a protagonizar uma sessão do Boiler Room, onde já soma 4 entre Londres, Paris e Lisboa - e são uma grande oportunidade para dançar ao som das musicas que fazem parte dos discos editados na Soundway Records mas também de algumas das remisturas e temas que o têm inspirado.

 

Festival Rec-Beat

6 de Fevereiro em São Paulo

7 de Fevereiro no Recife

Festival NOS Summer Opening 2016 regressa a 22 e 23 de julho

NOS Summer Opening… É um festival urbano inserido num contexto natural único, com o oceano Atlântico e a cidade do Funchal como pano de fundo. No anfiteatro natural do Parque de Santa Catarina ecoam boas vibrações ritmadas pelo Hip-Hop, Reggae, Funk e Soul. Uma verdadeira festa de tributo ao sol e às boas energias, no cenário perfeito… a Pérola do Atlântico.

nos.jpgMúsica e Natureza, juntamos adrenalina e experiências que promovem a cidade e a sua envolvência. Água, terra, ar e fogo, descobre a Madeira com os 4 elementos. A 4ª edição está marcada para os dias 22 e 23 de julho, quem quiser ser feliz que se junte a nós… Todos ao Parque!

 

Primeiras confirmações dentro em breve...

The Sonnabend Collection: Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part 1

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta a exposição "The Sonnabend Collection. Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part 1”, uma exposição dedicada à Coleção Sonnabend. Comissariada por António Homem, é organizada com a colaboração de Fondazione Musei Civici Venezia (MUVE), Ca’ Pesaro, em Veneza, e da Sonnabend Collection Foundation. Numa altura em que o Museu de Serralves dedica uma atenção cada vez maior à sua coleção de arte portuguesa e internacional, a Coleção Sonnabend assume uma relevância particular. Obras dessa coleção fizeram parte da exposição inaugural do Museu, "Circa 1968” em 1999, e várias delas permaneceram a título de empréstimo a longo prazo em Serralves.

9.jpg(DR)

 

Criada pela influente galerista Ileana Sonnabend, a Coleção Sonnabend é considerada uma das mais importantes coleções de arte americana e europeia da segunda metade do século XX, representando alguns dos movimentos fundamentais da arte ocidental dos nossos dias. Embora conhecida sobretudo pelo seu apoio aos principais protagonistas da arte pop, do minimalismo, da arte povera, do pós-minimalismo e da arte conceptual, Ileana Sonnabend deu continuidade ao seu compromisso até à sua morte em 2007. Um reflexo do apoio e do entendimento profundo de Ileana Sonnabend relativamente aos artistas com quem trabalhou nas suas galerias de Paris e Nova Iorque, a exposição revela a notável clarividência das suas escolhas ao longo de mais de cinco décadas e o seu duradouro legado.

 

A exposição inclui 61 pinturas, esculturas e instalações de 1956 à atualidade, da autoria de 43 artistas, a maioria apresentada pela primeira vez em Portugal. Muitos dos artistas presentes são referências essenciais na Coleção de Serralves. Entre os vários trabalhos de grande escala que integram a exposição está o desenho mural de Sol LeWitt Arc from Four Corners. A sua instalação nas galerias do Museu de Serralves conta com a colaboração do Estate of Sol LeWitt e envolve a participação de alunos da Escola de Belas-Artes do Porto.

 

A exposição está concebida em cinco núcleos. Mais do que apresentar uma organização cronológica em que prevalece uma categorização por movimentos artísticos, a seleção de peças e a organização dos núcleos expositivos pretendem salientar as afinidades conceptuais, estéticas e plásticas dos artistas representados, destacando simultaneamente o papel singular de cada um e o de uma das suas mais importantes representantes, Ileana Sonnabend, na história da arte da segunda metade do século XX.

 

No primeiro núcleo, dedicado a Ileana Sonnabend, são apresentados o retrato de Ileana por Andy Warhol e o retrato de Michael Sonnabend por George Segal, como testemunhos simbólicos e literais da importância destas figuras tutelares.

 

O segundo núcleo é dedicada à arte pop americana e ao nouveau réalisme francês e reúne obras representativas destes movimentos, que têm em comum a atitude complexa dos artistas face à inesgotável fonte de inspiração que é a cultura ocidental em constante crescimento, globalizante e mediatizada. Dessa atitude fazem parte a aceitação e o questionamento, irónico ou descomprometido, com que estes artistas desenvolveram as suas pesquisas plásticas, transformando e estetizando o banal e o quotidiano. Este núcleo inclui pinturas e esculturas de Arman, John Chamberlain, Christo, Jim Dine, Jasper Johns, Roy Lichtenstein, Robert Morris, Claes Oldenburg, Robert Rauschenberg, James Rosenquist, George Segal, Mario Schifano, Andy Warhol e Tom Wesselmann.

 

O terceiro núcleo integra obras associadas à arte povera e à antiforma, da autoria de Giovanni Anselmo, Pier Paolo Calzolari, Jannis Kounellis, Mario Merz, Robert Morris, Bruce Nauman, Guilio Paolini, Richard Serra, Keith Sonnier e Gilberto Zorio. As pesquisas dos artistas ligados à arte povera e ao movimento antiforma apresentam pontos de contacto com a arte conceptual, desenvolvida também a partir da segunda metade da década de 1960. Esses pontos de contacto são bastante visíveis nos trabalhos de Nauman e Paolini, que revelam uma dimensão mais cerebral e abstrata, reivindicando uma feição estética para os objetos e materiais comuns e dando destaque não à obra de arte enquanto mero objeto material, mas sim à obra enquanto processo de reflexão.

 

O quarto núcleo debruça-se sobre o minimalismo, com os artistas John Baldessari, Larry Bell, Mel Bochner, Peter Halley, Donald Judd, Clay Ketter, Sol LeWitt, John McCracken e Michelangelo Pistoletto. Surgido como reação ao expressionimo abstrato na segunda metade da década de 1960, e tendo raízes no construtivismo do início do século XX, o minimalismo é uma tendência artística que se caracteriza por uma simplicidade deliberadamente extrema. Os artistas minimalistas propõem ultrapassar os conceitos de pintura e escultura, direcionando as suas pesquisas para uma análise da interação entre o espaço, o material, a luz e o observador.

 

O quinto núcleo inclui uma peça de chão criada por Barry Le Va e pinturas dos neoexpressionistas alemães Jörg Immendorff, Anselm Kiefer e A. R. Penck, mostradas paralelamente a obras de Richard Artschwager, Carroll Dunham, Robert Feintuch, Fischli & Weiss, Michelangelo Pistoletto, Rona Pondick, Robert Watts e Terry Winters. Estas obras, sobre temas muito diversos, proporcionam uma visão excêntrica - surreal, mítica, simbólica, alegórica, emocional - de mundos reais ou imaginários, provocando no observador um sentimento de estranheza.

 

A exposição é acompanhada por um catálogo profusamente ilustrado com informação sobre as obras apresentadas e uma conversa entre António Homem e Suzanne Cotter, diretora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves.

 

"The Sonnabend Collection: Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part 1” é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, em associação com a Fondazione Musei Civici Venezia (MUVE), Ca’ Pesaro, Veneza, e a Sonnabend Collection Foundation, Nova Iorque. A exposição é comissariada por António Homem, diretor da Sonnabend Gallery, com a assistência da curadora de Serralves Isabel Sousa Braga.

 

Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto)

6 de Fevereiro a 8 de Maio 2016