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Glam Magazine

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Lisboa Dance Festival… bloop recordings

A bloop recordings é uma editora portuguesa de música electrónica fundada em 2007.

Destina-se à produção dos mais diversos eventos relacionados com a música eletrónica, house e tecnho tanto por Lisboa como por todo o país. Entre originais e remisturas encontramos nomes como Anonym, Seuil, Magazino, Cruz, Rompante, Kaesar & Zoy, Tiago Marques e muitos outros.

A editora é também a principal responsável pelo regresso das matinés em Portugal.

bloop.jpgNo Lisboa Dance Festival a Bloop Recordings será representada por Magazino, Cruz e Rompante..

Magazino… Poucos artistas Portugueses conseguem alcançar um percurso notável na história da música eletrónica em Portugal. Magazino tornou-se um dos melhores Djs Portugueses no mundo da música house e respetivas sonoridades como acid, deep ou tech, possuindo a fantástica abilidade para dinamizar a pista de dança. Movendo multidões de norte a sul do país, tem-se tornado um líder marcante das festas da editora Bloop, atuando praticamente em todos os festivais, pistas de dança, clubes e after-hours de Portugal.

Cruz… O seu nome é bastante conhecido em terras portuguesas e afirma esse estatuto com grande orgulho. Cruz é o membro mais recente da editora Bloop Recordings e é um dos artistas mais falados no mundo da música eletrónica, conquistanto a presença nos principais clubes nacionais, de Lisboa ao Norte do país.

Já partilhou a cabine de Dj com referências nacionais e internacionais, como Carl Craig e Sven Vath, e promete ser alguém que irá dar nas vistas quando atua na pista de dança

 

Lisboa Dance Festival

4 de março 2016 | Sala Fábrica XL

Omnichord Records celebra o seu 4º aniversario com 5 novidades a caminho

Leiria tem-se destacado nos últimos anos pelos projetos musicais que a cidade tem emanado para fora. Recuando aos anos 90 do século XX, os Silence 4 e posteriormente a carreira a solo de David Fonseca, são sem sombra de dúvida os expoentes máximos da música produzida nas margens do Liz.

VA_Leiria Calling_Front.jpgMas nos últimos anos Leiria não parou e cada vez mais tem-se afirmado como uma verdadeira incubadora musical, referencia já em Portugal e a gerar expectativas fora de portas. Hugo Ferreira tem sido um desses grandes embaixadores da música produzida em Leiria. Em 2012 apresenta a editora Omnichord Records baseada no princípio voluntarista e de cooperativa cultural. Há quem afirme que estamos perante um Factory à escala nacional.

Ao longo destes 4 anos, fomos brindados com 10 discos, edições essas que sempre espelharam a exigência e a evolução da própria editora.

A aventura começava logo em Fevereiro de 2012 com a edição nº0, “Quack”, o disco estreia dos Nice Weather For Ducks, que com os seus sons leves e frescos, marcavam o seu território no espectro musical nacional. Em 2013 surgiam os First Breath After Coma com o álbum “The Misadventures Of Anthony Knivet”. Os sons mais clássicos do piano de André Barros marcam igualmente a evolução da editora com o 4º lançamento ser precisamente o álbum “Circustances” do pianista.

Em 2014 é lançado o álbum “Leiria Calling”, numa edição associada à revista Blitz. Um disco que dava a conhecer musicalmente Leiria ao mundo com a inclusão de temas de várias bandas da cidade, algumas delas viriam posteriormente a editar os seus trabalhos pela própria Omnichord.

O ano de 2015 seria marcado pela edição de 3 discos que confirmam a marca que Hugo Ferreira pretendia deixar na música Portuguesa através da editora. O álbum estreia dos Few FingersBurning Hands”, o EP homónimo dos Bússola e o álbum estreia, igualmente homónimo dos Les Crazy Coconuts, colocaram a cidade e sua música na senda do sucesso.

 

Para 2016 as surpresas são muitas, o já aguardado regresso dos First Breath After Coma e Nice Weather For Ducks aos discos (ambos com apresentações no CCBeat), a estreia de Surma, one-woman-band, dos Whales (vencedores da última edição do Festival Termómetro) e dos Twin Transistors (confirmados para o Lisbon Psych Fest).

Pelo que ouvimos no teaser, pelo que já vimos de atuações ao vivo de Surma e Wahles, bem como pelo o que o Hugo Ferreira já nos transmitiu (em off…), estamos perante excelentes propostas para este ano.

 

Paulo Homem de Melo / Fev.2016

JP Simões apresenta novo album em Sines

Músicos e poetas têm mais vidas que os gatos.

JP Simões aparece aqui renovado, com um mapa feito de distintas geografias, deixando para trás Brasil, Berlim e Nova York, e florescendo numa releitura pessoalíssima do blues, entre o Delta do Mississippi e a assombrosa fugaz passagem de Nick Drake pelo mundo.

jp.jpeg"Tremble like a Flower" é o título do seu próximo álbum de originais e será aqui apresentado em versão voz e guitarra, diretamente da cozinha para o mundo.

 

Centro de Artes de Sines

4 de Março 2016 | 22.00h

Lisboa Dance Festival… ÂME

Kristian Beyer & Frank Wiedemann são aliados de Dixon e como ÂME têm um dos nomes mais respeitados do planeta no terreno da música electrónica mais sofisticada, facto confirmado pela sua inclusão no Top 10 de djs da Resident Advisor para 2015.

LDF-Ame.jpgCom uma carreira repleta de triunfos, de conquistas, do desbravar de novos e excitantes terrenos no campo da música electrónica apontada às pistas de dança globais, Kristian & Frank começaram a trabalhar juntos em 2003, apesar de se terem cruzado em 2001, assinando pela editora Sonar Kollektiv e desde então têm cruzado o globo com memoráveis sets nos mais invejados clubes do mundo.

Segundos os próprios, as suas influencia percorrem campos desde Stevie Wonder, WestEnd Rec, Transmat, Weather Report e Herbie Hancock

 

Lisboa Dance Festival

4 de março 2016 | Sala Fábrica XL

Jake Bugg anuncia novo álbum a 17 de Junho

A 17 de junho Jake Bugg lança o seu muito aguardado novo álbum, "On My One”, o qual será apresentado pelo primeiro single, "Gimme the Love", uma mistura viciante entre a guitarra característica de Bugg com batidas funky.

Jake-Bugg.jpgO título deste álbum é um ditado que se diz na cidade natal de Jake Bugg, Nottingham, e que quer dizer fazer as coisas por si próprio, o que vai ao encontro da natureza deste disco. "Vi isto como o passo lógico no meu desenvolvimento enquanto compositor. Foi um desafio, mas era algo que sentia que tinha de ser feito", diz o músico. Jake Bugg compôs as 11 canções deste novo álbum, tocou quase todos os instrumentos e produziu a sua maioria (Jacknife Lee produziu três temas). Os resultados são surpreendentes. Depois do grande sucesso dos seus dois primeiros álbuns, o duplamente platinado "Jake Bugg" (2012) e o seu sucessor, "Shangri La" (2013), chega agora este novo "On My One", que afirma Jake Bugg como um dos mais entusiasmantes talentos do Reino Unido da atualidade.

Gravado entre Londres, Los Angeles e Nottingham, são muitos os destaques deste novo álbum, como a comovente "Love Hope and Misery", com o seu refrão impactante, "Bitter Salt" ou a soulful "Never Wanna Dance" e, claro, o tema que dá título ao disco. Em toda a sua diversidade, o "coração" deste "On My One" está na música blues. "Os blues são o meu género preferido", admite Jake. "Quer seja soul ou hip hop, tudo vem dos blues. Para mim os blues significam somente poder cantar as minhas emoções e expressar a minha dor, para que outros também possam sentir algo. Essa é a beleza da música. Gostaria de pensar que consegui fazer isso neste disco."

 

Gravar três álbuns com apenas 21 anos não é um feito banal. Mas conseguir criar sozinho um álbum como "On My One", atravessando com naturalidade géneros como os blues, a pop, o rap, a folk, a soul e a música country é prova de um talento para a composição de canções verdadeiramente notável.

Buraka Som Sistema encerram Festas de Lisboa ‘16

Do Mundo para Lisboa, os Buraka Som Sistema regressam a casa para encerrar as festas populares e despedir-se dos fãs. Dia 1 de julho, na Torre de Belém, os Buraka Som Sistema encerram as Festas de Lisboa com um grande espetáculo de entrada livre. Depois de 800 concertos pelo mundo, Lisboa, onde tudo começou, é o lugar ideal para uma homenagem ao grupo que irá começar uma pausa no seu trabalho em conjunto.

buraka.jpg (C) 2015 Sara Silva / Arquivo Glam Magazine

 

Em dez anos de atividade, o grupo - composto por Branko, Riot, Kalaf, Conductor e Blaya – andou na estrada e levou o novo som eletrónico da Buraca para todo o mundo, deu concertos e cruzou inspiração, géneros musicais, ideias e projetos com inúmeros artistas internacionais, lançou dois EP, três álbuns e dezenas de singles, ganhou prémios nacionais e estrangeiros. A banda regressa agora a Lisboa para se despedir do mundo e dos seus fãs.

A ponte multicultural é a síntese do ADN dos Buraka Som Sistema, grupo que olha o mundo como um todo e lhe apresentou uma sonoridade musical única criada entre Luanda e a Amadora, Lisboa e o Rio de Janeiro, Londres e Nova Iorque. Uma mistura entre o legado cultural português e a “modernidade musical internacional e contemporânea”.

Num ano em que as Festas de Lisboa comemoram os 50 anos da Ponte 25 de Abril, os Buraka Som Sistema e a EGEAC preparam um dia e uma noite memoráveis, em que convidam à viagem, à partilha e à criação de pontes entre distintas culturas, idiomas, géneros musicais e estilos de dança.

 

 

Retimbrar lançam primeiro videoclip para “Voa Pé”

Eis que nos chega o vídeo do tema bandeira do “Voa Pé”, o álbum de estreia dos Retimbrar. Realizado pela dupla Dawn Pictures, o vídeo mostra-nos a banda no seu natural espaço de trabalho, onde foram criadas e desenvolvidas todas as músicas do disco.

vilarock.jpgPor todo o cenário são visíveis os instrumentos e objectos que os Retimbrar utilizam para criar, muitos deles construídos por alguns dos seus elementos. Assim são os Retimbrar….

“Retimbrar, soa mesmo muito bem. De nome e de conteúdo. Porque é um projecto brioso e eficaz, terrivelmente eficaz. Ambicioso também. E esta é uma palavra que em Portugal se presta a um vasto feixe de equívocos. Porque é por vezes mal vista, a ambição. Confunde-se com arrivismo, ânsia e ganância de reconhecimento, falta de critério e de real talento.

Aqui, é tudo ao contrário. A verdadeira ambição é a do rigor e da excelência.

Devemos sempre aspirar a isso, sabendo sempre que ficaremos aquém do que nos propusermos. Daí o continuarmos e aperfeiçoarmos toda a matéria. A excelência não é coisa fácil nem talvez possível. Mas vai-se sempre à procura dela, muito trabalho, trabalhando.

Retimbrar é a conversão do ritmo na matéria. Os ritmos marcam tudo, desde as batidas do coração ao sopro dos pulmões (e como ambos mudam, com as ânsias e os repousos!).

E é também encontrar o timbre certo para a energia e emoção das melodias populares. Fonte perene e transformada, quando se olha a sério para ela.

 

Com origens certamente diversas, eruditos ou não dos seus instrumentos, o feixe de músicos que se juntaram neste projecto remete para o centro da nossa terra e para a largura do mundo. E fá-lo com o prazer à solta, o prazer que se agarra e se solta e manda em tudo.

Prazer de bater e fazer ecoar um instrumento, à espera de saber quem o vai ouvir e quem vai estremecer.”

Sérgio Godinho

 

Lotus Fever apresentam novo single / Vídeo “Together”

Depois do sucesso do trabalho de estreia e de vários concertos um pouco por todo o país, a banda lisboeta Lotus Fever revela uma evolução na sonoridade, fazendo-se acompanhar por Nuno Roque (Capitão Fausto, Keep Razors Sharp) na produção do tema.

Capa_Together_Huyseman.jpgO vídeo de “Together” é ambicioso, gravado em plano de sequência, e segue o fio condutor deixado pelos seus antecessores.

 

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