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Glam Magazine

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Real Combo Lisbonense... Sambar e marchar no Carnaval

Em Fevereiro... tem Carnaval, tem Carnaval e uma dose tripla de Saudade de Você para espalhar o samba ao longo do mês....

Quem conhece Carmen Miranda? Toda a gente conhece Carmen Miranda.

Nem que sejam duas ou três músicas, das cerca de 300 gravadas pela cantora mais internacional alguma vez nascida em Portugal. Levada ainda bebé de uma aldeia junto a Marco de Canaveses, Carmen foi para o Rio de Janeiro, cresceu brasileira e nunca voltou à terra onde nasceu. Apesar disso nós, portugueses, podemos estabelecer uma ligação cultural e afectiva a partir das suas origens: o quotidiano familiar cheio de memórias; a primeira música que cantarolou aos cinco anos, um fado que lhe ensinou a irmã mais velha; o contexto do Rio no início do século XX, com uma enorme população de imigrantes portugueses; a presença de Dona Maria, a mãe, ao longo da vida. Tudo isto deixou marcas na personalidade de Carmen.

GLAM - Real Combo (1).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

De Várzea de Ovelha a Hollywood, com longa escala carioca, ela cresceu com o samba e a malandragem da Lapa, subiu na fama internacional até ao topo, mas nunca desistiu do passaporte português.

Quase 60 anos depois da sua morte, o legado de Carmen Miranda continua ausente da música feita em Portugal. É essa falha que o Real Combo Lisbonense vem colmatar, com um espectáculo e um disco totalmente novos que atravessam quase três décadas de história musical, através de uma selecção de sambas, marchinhas e outros ritmos tropicais.

E para o ano há mais... Carnaval é claro...

 

Teatro Municipal (Bragança)
5 de Fevereiro 2016 | 21.00h

 

Teatro Municipal (Vila do Conde)
6 de Fevereiro 2016 | 21.30h

 

Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)
25 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Rock in Rio Lisboa arranca mais cedo para receber “The Boss”

Não tem que ser “Born in the U.S.A” para poder ir “Dancing in the Dark” com Bruce Springsteen & The E Street Band. Springsteen está de volta em maio, não às ruas de Filadélfia (“Streets of Philadelphia”) mas ao Palco Mundo da Cidade do Rock… Para trazer o espetáculo de Springsteen ao Rock in Rio - Lisboa, a organização do festival procedeu à alteração de uma das datas, substituindo o 21 de maio pelo 19 de maio. Assim, a 7.ª edição do Rock in Rio-Lisboa passa a realizar-se nos dias 19, 20, 26, 27 e 28 de maio de 2016 e o “Boss” encerrará em grande o primeiro dia do evento.

GLAM - BS.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Bruce Springsteen, ícone da música rock, protagonizou um dos momentos mais marcantes do Rock in Rio - Lisboa quando, na edição de 2014, durante o concerto dos The Rolling Stones, subiu ao palco para um “dueto surpresa de titãs” com Mick Jagger. Dois anos antes, no Rock in Rio - Lisboa 2012, o músico já havia feito história com um admirável e memorável concerto que marcou o seu regresso a Portugal ao fim de 19 anos. Em maio deste ano, Bruce Springsteen & The E Street Band estão de volta ao Parque da Bela Vista com um novo e surpreendente espetáculo, e prometem contagiar os milhares de fãs que não vão perder o momento. Ao longo de quatro décadas, Bruce Springsteen já foi apelidado de fenómeno cultural, contador de histórias, revivalista popular, “novo Dylan”, herói da classe operária, “futuro do rock ‘n roll”, compositor eloquente, performer de energia lendária e de “majesty, the mystery and the ministry of rock ‘n roll”.

Nascido em New Jersey, em 1949, Bruce Springsteen assinou o seu primeiro contrato aos 23 anos, com a Columbia Records, altura em que formou a mítica E Street Band. Em 1975, Bruce alcançaria o estatuto de “lenda do rock” ao lançar o álbum “Born to Run”. O disco ficou em 3.° lugar nos E.U.A. e as músicas “Born to Run”, “Thunder Road”, “Tenth Avenue Freeze-Out” e “Jungleland” tornaram-se temas obrigatórios nos seus concertos e das músicas mais tocados nas rádios de todo o mundo. O segundo álbum, “The River”, vem consolidar o seu estilo musical, revelando um tom mais pop rock, com baladas fortes que conquistaram os seus fãs. “Hungry Heart”, o single de apresentação do álbum, entrou diretamente para os tops.

Mas o seu álbum mais mediático seria lançado em 1984. “Born in the USA” vendeu 15 milhões de exemplares só nos Estados Unidos e é um dos álbuns de maior sucesso de todos os tempos, com 7 singles nos tops. Um trabalho marcado pelas críticas do artista à posição dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. “Dancing in the Dark” é o single de maior destaque deste álbum, tendo alcançado a 2.ª posição nos E.U.A. O videoclip deste tema é, também ele, um fenómeno e conta com a participação de Courtney Cox. Em 1985 Bruce Springsteen aceita ser um dos muitos intérpretes da música “We are the World”, juntamente com Michael Jackson, Cindy Lauper, Lionel Richie, entre muitos outros, cujos lucros se destinaram a projetos de solidariedade em África. Tornou-se um dos maiores êxitos musicais de todos os tempos.

Tunnel of Love” (1987) é considerado o álbum mais maduro e contemplativo de Bruce Springsteen. Com o seu casamento em crise, as letras das músicas transparecem a infelicidade e desilusão do cantor com o amor. Em 1999, depois de uma década separados, o músico reune-se com a sua E Street Band; em 2002 lança “The Rising”, uma tentativa de dar algum sentido ao atentado de setembro de 2001, e em 2007 apresenta “Magic”. O seu último álbum de originais, “Working in a Dream”, foi lançado em 2009. É um álbum de contrastes, que apresenta várias facetas da criatividade do cantor, e faz uma homenagem ao cidadão comum, reforçando a visão de Springsteen de uma América humana e comunitária.

Considerado um dos compositores mais influentes do século XX, vendeu mais de 65 milhões de álbuns nos Estados Unidos, 200 milhões de cópias em todo o mundo, ganhou 20 Grammy, 2 Globos de Ouro e um Óscar (em 1994, com a música “Streets of Philadelphia”, tema principal do filme Filadélfia), sendo um dos artistas mais conceituados e reconhecidos de todos os tempos, uma referência para vários artistas e um ícone para milhares de pessoas em todo o mundo.

 

 

“Jorge Palma & Sérgio Godinho / Juntos" nos Coliseus e com datas extra

Os concertos que reunirão no palco dos coliseus de Lisboa e Porto Jorge Palma e Sérgio Godinho contam a partir de hoje com datas extra em cada uma das cidades. Inicialmente com uma apresentação prevista, o espetáculo "Jorge Palma & Sérgio Godinho / Juntos" fixa agora o calendário em dois concertos em cada um dos locais: em Lisboa, adicionando o dia 26 à data inicial, o 25 de fevereiro; e no Porto, antecipando a estreia na sala nortenha para o dia 3.

juntos.jpg(DR)

 

A passagem de "Jorge Palma & Sérgio Godinho / Juntos" pelas míticas salas nacionais sucede à edição no Natal passado do CD+DVD ao vivo. Captado quando da apresentação realizada no Theatro Circo em Braga, o registo mereceu por parte da critica especializada rasgados elogios bem como a atenção especial do público, mantendo-se no Top Nacional De Vendas desde a sua chegada ao mercado.

 

Aliás, a divulgação destas novas datas é justificada pelo interesse e procura que os espetáculos têm despertado, afinal trata-se da reunião de dois nomes maiores da história da Música Nacional que há muito preenchem a "Banda Sonora Das Nossas Vidas". E ainda, a capacidade que estes "135 Anos de Música" têm de nos emocionar de cada vez que sobem a um palco a que não será alheio o facto de serem criteriosos na escolha de quem os acompanha. Em "Juntos", Jorge e Sérgio rodearam-se de alguns dos mais consistentes e criativos músicos nacionais: Nuno Rafael e Pedro Vidal, responsáveis pela direção musical, nas Guitarras; Nuno Lucas no baixo; João Cardoso nas teclas; e João Correia e Sérgio Nascimento, nas duas baterias e percussões.  As canções, que a par da amizade e admiração os une, serão as melhores. Não porque sejam todas mas porque nunca as souberam fazer mal..

 

Coliseu dos recreios (Lisboa)

25 e 26 de Fevereiro 2016

 

Coliseu (Porto)

3 e 4 de Março 2016

Roger Plexico… Apresentação de “Roger Plexico & Ace” no Musicbox

A dupla de produtores de instrumentais Roger Plexico, que une SlimCutz e Taseh sob a forma de uma identidade única, juntou-se ao rapper Ace, dos veteranos Mind Da Gap, para produzirem um disco colaborativo.

GLAM - Roger Plexico0.jpg

(c) 2016 Sergio Magalhães

 

Composto por 14 instrumentais da dupla e as palavras do rapper, o registo este é um exercício do hip hop contemporâneo, estendendo-se a novos estilos musicais, próximos das referências da Motown, e dos subgéneros mais modernos ligados ao trap, sem com isso perder a ligação aos primórdios do rap. Lançado na recta final de 2015, este foi o primeiro selo da Baboom, plataforma online que promete revolucionar o mundo do streaming a nível mundial nascida no Porto.

GLAM - Roger Plexico1.jpg(c) 2016 Sergio Magalhães

 

A apresentação oficial de “Roger Plexico & Ace”, acontece em Janeiro no Porto e Lisboa e conta com o apoio dos djs da crew do Monstro Roxo para fazerem a festa.

 

Musicbox (Lisboa)

27 Janeiro 2016 | 22.00h

WHY Portugal… Portugal é o país de destaque no Eurosonic 2017

No seguimento de uma proposta conjunta da AMAEI – Associação de Músicos Artistas e Editoras Independentes e da Antena 3, rádio nacional que pertence à rede EBU – European Broadcasting Union, foi confirmado na edição deste ano do Eurosonic que Portugal será o país de destaque na edição de 2017 da maior conferência profissional de música e showcase festival da Europa.

why.png

WHY Portugal é a marca criada pelas entidades envolvidas nesta candidatura para que, durante um ano de trabalho contínuo, seja possível agregar artista e profissionais da indústria da música portuguesa numa base de dados bastante completa a ser apresentada ao Comité de Programação do Festival composto por Robert Meijerink, Joey Ruchtie, Ruud Berend, Peter Sikkema, Peter Smidt e Cathelijne Baron que, num momento mais próximo do evento, irá divulgar os artistas portugueses convidados a integrar a programação especial do Eurosonic dedicada a Portugal.

O Eurosonic Noorderslag acontece na cidade holandesa de Groningen e celebrou a sua 30ª edição este ano. Conta com mais de 3.900 profissionais da indústria da música, mais de 340 showcases de artistas holandeses e internacionais e 175 painéis e conferências. É o ponto de partida para o debate e principal rede de contactos para a indústria da música internacional focado na música europeia, digressões, festivais, música ao vivo e media. O sítio oficial da marca WHY Portugal já está em funcionamento e em sintonia com o Eurosonic. Neste momento, está disponível no site um relógio cuja contagem decrescente termina no dia 13 de abril, data coincidente com um dos primeiros workshops WHY Portugal, integrado no Westway LAB, único festival profissional de música em Portugal.

 

Atualmente, qualquer pessoa e/ou entidade interessada em constar da base de dados nacional que está a ser desenvolvida pela equipa WHY Portugal, poderá inscrever-se através da plataforma para começar a receber informação regular sobre a marca e, no desenrolar deste processo, um formulário específico para um maior envolvimento com as ações a desenvolver durante os meses de trabalho que culminam com o grande destaque a Portugal no Eurosonic. Ao longo do ano de 2016, a AMAEI, curadora desta plataforma, vai desenvolver uma série de sessões de esclarecimento para profissionais da área da música, começando já no mês de fevereiro. Estas sessões de esclarecimento serão anunciadas atempadamente, também através da plataforma WHY Portugal e suas redes sociais. Um dos grandes objetivos é evitar a centralização da informação, levando a informação a todos os interessados através de sessões em pontos chave do país. Após o workshop de dia 13 de abril, a equipa WHY Portugal estará, também, presente num circuito de feiras de música internacionais nas quais a AMAEI tem já presença regular, de forma a sedimentar o projeto e promover a sua divulgação junto dos profissionais da indústria da música que frequentam estes eventos.

 

Alguns exemplos de feiras internacionais onde a AMAEI e a marca WHY Portugal poderão marcar presença:

 

- Where's The Music (Suécia, 11 -13 fevereiro)

- Canadian Music Week (Toronto, 2-8 maio)

- Primavera Pro (Barcelona, 1-4 junho)

- MIDEM (Cannes, 7-10 junho)

- Reeperbahn Festival (Hamburgo, 21-24 setembro)

- Waves Central Europe (Viena, Outubro)

- MaMA Event (Paris, 12-14 outubro)

- BIME (Bilbao, 26-28 outubro)

- Womex (Santiago de Compostela, 19-23 outubro)

- Glimps (Gent, dezembro)

 

As tábuas do palco do CCVF voltam a ranger ao ritmo do GUIdance

O GUIdance, festival internacional de dança contemporânea, em Guimarães, volta a marcar o calendário cultural de inverno do país pelo 6º ano consecutivo. No cartaz constam nove espetáculos que representam o que de melhor se faz na área da criação da dança. Estreias absolutas e nacionais, artistas consagrados e emergentes, e espaço para remontagens icónicas fazem da edição deste ano um momento singular no panorama artístico nacional.

GUIdance 2016_1.jpg

À programação principal juntam-se, ainda, atividades paralelas que visam a aproximação do público com os artistas. De 4 a 13 de fevereiro, Guimarães respira dança. Os espetáculos desdobram-se entre o Centro Cultural Vila Flor e a Plataforma das Artes e da Criatividade e variam entre as 19h00 e as 22h00. Dancemos todos.

SE ALGUMA VEZ PRECISARES DA MINHA VIDA 3 crédito (c) José Caldeira

 

A abertura do GUIdance acontece já no dia 04 de fevereiro, às 22h00, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), com uma estreia absoluta pelas mãos de Victor Hugo Pontes. “Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a” parte de um texto de Tchékhov, “A Gaivota”, para o despojar de palavra e o transformar em dança. Na noite seguinte, à mesma hora, no Pequeno Auditório do CCVF sobe ao palco “Hu(R)mano”, de Marco da Silva Ferreira. Esta é uma busca constante do significado da dança enquanto produto abstrato, mutável e efémero, que se gera intuitivamente nos universos contemporâneos.

HG2015_MG_5834.jpg(DR)

 

No dia 6 de fevereiro, há dose dupla de espetáculos. Às 19h00, a Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade (PAC) recebe a estreia nacional de “Hyperfruit”, de Ludvig Daae, uma peça que se debruça sobre a forma como comunicamos nos dias de hoje. A internet como ferramenta essencial para nos conectarmos e que simula uma proximidade e intimidade que, na realidade, não existe. À noite, o Grande Auditório do CCVF acolhe a estreia absoluta de “Maremoto”, de Miguel Moreira, da companhia Útero. “Maremoto” é, em sentido figurado, o espaço para o ser humano se transcender com diversas sinergias e intensidades. É o lugar do pensamento do corpo e das múltiplas possibilidades de movimento e emoção.

Parede.jpg(DR)

 

O GUIdance prossegue no dia 10 para a segunda semana de festival. Nesta data, às 22h00, na Black Box da PAC, novamente Miguel Moreira da Útero apresenta uma remontagem do marcante espetáculo de 2002, “Parede”. A peça nasce da necessidade de orientação. Existe uma mulher, que provavelmente nunca saberemos quem é, a debater-se com o fim de uma história de amor, que também não conhecemos.

K2©JeanLouisFernandez004.jpg(c) Jean Louis Fernandez

 

Na noite seguinte, 11 de fevereiro, o Grande Auditório do CCVF recebe uma nova remontagem, desta vez de Akram Khan: “Kaash”. Há 14 anos, Akram Khan uniu esforços com o célebre escultor Anish Kapoor e com o conceituado compositor Nitin Sawhney para concretizar este espetáculo. “Kaash” (palavra hindi que significa “e se”) constrói pontes entre os mundos da dança contemporânea e a forma de dança clássica indiana Kathak. A peça, que foi um enorme sucesso aquando a sua estreia, tem agora paragem obrigatória no GUIdance.

KAORIITO_Jedanse_©Gabriel Wong-1.JPG(C) Gabriel Wong

 

No dia 12, às 22h00, o Pequeno Auditório do CCVF acolhe a japonesa Kaori Ito que traz a Guimarães a estreia nacional de “Je dance parce que je me méfie des mots”. Aqui acontece um reencontro entre um pai e a sua filha, o recuperar de algo perdido. Kaori convoca o seu pai, escultor, para esta peça e concede-lhe a dança de uma vida.

Nevoeiro-@-Margarida-Dias-12_imagem provisória.jp(C) Margarida Dias

 

No último dia de GUIdance, 13 de fevereiro, e para acabar em grande, o festival apresenta novamente dois espetáculos. À tarde, a Black Box da PAC recebe “Nevoeiro”, de Luís Guerra. Aqui os bailarinos ficam desfocados assim como a nossa visão quando se esforça para ver além da neblina. Este efeito foi conseguido por movimentos rápidos praticados com perícia pelo grupo de bailarinos que se imiscui na bruma que aqui é palco. À noite, o GUIdance retorna ao Grande Auditório do CCVF para se despedir em definitivo da edição deste ano. “Golden Hours (As you like it)”, de Anne Teresa De Keersmaeker, da companhia Rosas, em estreia nacional, encerra com chave de ouro a 6ª edição do festival. “Golden Hours (As you like it)” esconde uma peça de teatro na dança, um encontro entre o álbum “Another Green World” (cuja música “Golden Hours” empresta nome ao título da peça), de Brian Eno, e a comédia clássica de Shakespeare, “As you like it”. Para esta performance, De Keersmaeker explora um elenco de onze jovens bailarinos, acendendo os seus expressivos movimentos idiossincráticos através de uma paleta de dança rica, colorida e energética.

 

À semelhança das edições anteriores, o GUIdance apresenta também um cartaz de atividades paralelas que aproximam o público dos artistas e permitem conhecer uma outra perspetiva do processo de criação artística. Este ano, há masterclasses com Victor Hugo Pontes e a Akram Khan Company, há conversas pós-espetáculo com Victor Hugo Pontes, Miguel Moreira e Kaori Ito e há um debate moderado por Cláudia Galhós. O GUIdance também chega às escolas da cidade com os embaixadores da dança que, nesta edição, são representados por Leonor Keil e Miguel Moreira. Cláudia Galhós também visita as escolas secundárias do concelho para falar da história da dança e passa ainda pelas escolas Asas de Palco e Academia de Música e Bailado de Guimarães.  No Café Concerto do CCVF estará patente, ao longo do festival, uma exposição de desenhos de Luís Guerra que apresenta aqui uma outra faceta criativa. Também Luís Guerra abre o seu trabalho aos alunos da ESAG que são convidados a desenhar os movimentos do ensaio da peça “Nevoeiro”. O meeting point do festival acontece todas as sextas e sábados, a partir de meia-noite, no Café Concerto do CCVF para momentos de descontração e convívio.

 

Youthless editam "This Glorious No Age" dia 7 de Março

Os Youthless editam o seu primeiro álbum “This Glorious No Age” no próximo dia 7 de Março de 2016, através da Nos Discos em Portugal e da Club.the.mamoth / Kartel em Inglaterra.

SexyVersion2_cropped 150.jpg(DR)

 

Em 2011 os Youthless começaram a delinear os contornos do esboço de "This Glorious No Age", um LP sustentado em algumas das ideias de Marshall McLuhan acerca da descoberta da electricidade, e acerca de como tamanha façanha teve, e ainda tem, tão profundo impacto em todos nós. Ao segundo disco (o EP "Telemachy" foi editado em 2009), o duo decidiu contar esta história perpassando a História do rock, nomeando as canções em função de famosos duos da música, começando pelo duo acústico psico-folk de Marc Bolan, nos anos 60', e daí escalando década a década até à electrificação contemporânea abstracta dos Lucky Dragons.

No entanto, assim que a banda iniciou os trabalhos do LP, Alex (vocalista e baterista) sofreu uma lesão muscular nas costas que pôs em causa a possibilidade de continuar a tocar bateria e actuar. Durante o longo período de hiato forçado e respectiva reabilitação, Alex iniciou o processo de escrita de canções sobre a posição em que ele e o companheiro de banda Sebastiano se encontravam, o que aprofundou os temas ao ponto de encaixarem sincronicamente com o conceito do LP: temáticas como a desintegração do velho mundo, a viagem rumo a terreno incerto, pesadelos, esperanças de ascensão, como as ferramentas moldam o construtor, e a nossa obsessão pelo passado e pelo futuro... O LP desenvolveu um duplo significado, por um lado muito pessoal, circunstancial, e, por outro, universal e mitológico.

O produto final, que foi gravado morosamente em estúdios caseiros e caves de músicos, entre trabalho noutros projectos, é um inesperado avanço. Um LP de estreia que é, em simultâneo, um renascimento e um embarque para o novo destino sonoro da banda - ainda fiel às suas irreverentes raízes no noisey garage, e ao mesmo tempo uma estrada aberta para um excitante novo território.

O disco foi misturado por Justin Garrish (Vampire Weekend, The Strokes, Weezer) e gravado por Chris Common, Pedro Cruz e a própria banda em vários estúdios caseiros e sótãos entre Lisboa, Sintra e Cascais. Conta com a participação de Francisco Ferreira (Capitão Fausto, Bispo), João Pereira (Riding Pânico, LaMa), Chris Common (These Arms are Snakes, Le Butcherettes), Francisca Cortesão (Minta and the Brook Trout) e Duarte Ornelas.

Os Youthless irão começar a mostrar este último trabalho ao vivo em Portugal a partir de Março, com Francisco Ferreira (Capitão Fausto, Bispo) e João Pereira (Riding Pânico, LAmA) nos teclados. A tour arranca com uma festa de lançamento no Music Box (Lisboa) que também irá contar com as presenças da família musical próxima de longa data Octa Push, Jibóia e LAmA.

O segundo single, “Attention”, tema gutural e abrasivo retirado do novo disco “This Glorious No Age” estreou no Reino Unido e é agora lançado em Portugal. A música e o vídeo já receberam excelentes elogios das importantes Line of Best Fit e Clash Magazine, bem como duma série de blogs e estações de rádio no UK. O vídeo foi realizado, filmado e editado por Marco Espírito Santo e apresenta uma série de entrevistas feitas em tempo real em Portugal, por todo o país, transformando o vídeo num falso pseudo documentário, destacando as letras abstractas que são, ao mesmo tempo, sombrias e futuristas. Tal como a banda descreveu na sua página de Facebook, “It's about World War III... or the descent of the Holy Ghost in the form of an approaching utopian singularity... or in somewhere between.”

 

11 de Março 2016 - Musicbox (Lisboa)

12 de Março 2016 - Maus Hábitos (Porto)

18 de Março 2016 - Texas Bar (Leiria)

19 de Março 2016 - Salão Brazil (Coimbra)

1 de Abril 2016 - Stairway Club (Cascais)

“Histórias”… o novo single dos Xerife

Histórias” foi o single escolhido para encabeçar o segundo EP de originais dos Xerife, banda de rock em português. O vídeo do tema acaba de ser igualmente lançado. Gravado na vila de Coruche, o video transporta-nos para o mundo dos livros. Histórias infindáveis, milhares de vidas que se cruzam e que colidem numa só. O porto seguro de uma vida dura, com as portas abertas só para quem vier por bem.

xerife.jpgO lançamento do EP da banda está previsto para o final do próximo mês de fevereiro, bem como o concerto de apresentação do mesmo.

Os Xerife surgem em abril de 2014 e editaram o primeiro EP a 29 de setembro do mesmo ano. A banda do ribatejo tem vindo a afirmar-se no panorama musical português, tendo já passado por alguns espaços conceituados como o Cine-Incrível ou a discoteca Tokyo. Integraram também a primeira edição do Trampolim Gerador, encabeçaram o cartaz de Marvila dos Sabores de 2015 e 18 de agosto do mesmo ano, pisaram o palco das Festas de Coruche, ao lado de nomes como José Cid e Tiago Bettencourt.

A banda é constituída por Laura Macedo (Voz), Marcelo Silva (Guitarra), Zé Ganchinho (Baixo), Cláudio Marques (Bateria) e Peka (Teclas)

“O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno”

"O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno" (citação de um poema de Pascoaes) debruça-se sobre visões, representações, heresias, que Céu e Inferno, Demoníaco e Angélico, assumem na cultura portuguesa, e fá-lo sob o signo da relação: carnal, conceptual, poética. Do "amor carnal espiritualizado pela dor", segundo Pascoaes. Esta criação pretende recuperar estes céus e estes infernos, de disfarces em disfarces. Com o medo e com a excitação, num fluxo constante de dissolução de fronteiras, de livre circulação de pulsões.

o-ceu-_-disfarce-do-inferno-horizontal_1_770_9999.Direcção & Coreografia: Hugo Calhim Cristovão & Joana von Mayer Trindade

Interpretação: André Araújo, Joana von Mayer Trindade e Xana Novais

Música original: Paulo Costa

Luz: Rui Barbosa

Video: Andrea Azevedo

Design: Hugo Santos

Co-produção: Festival Cumplicidades

Apoio: GDA, Instituto de Filosofia/FLUP

Residências artísticas: Centro Cultural “George Apostu”, no contexto do “MAP-SHARING OF PROCESSES” / “E-Motional: rethinking dance” (Bacau, Roménia), Balleteatro (Porto), Companhia Instável (Porto), Circolando e Circular Festival de Artes Performativas (Vila do Conde), Centro Cultural da Gafanha da Nazaré

 

Espetáculo desenvolvido no âmbito de residência artística realizada nos Centros Culturais de Ílhavo e da Gafanha da Nazaré

 

Centro Cultural de Ílhavo

29 de Janeiro 2016 | 22.00h

O pop de Mikkel Solnado em digressão

Mikkel Solnado cresceu e viveu entre Portugal e a Dinamarca.

Filho do actor Raul Solnado e de Hanne Louise, o contato com a música surgiu ainda em criança e, a partir de 1995, em Copenhaga, começou a compor para músicos, mas também canções infantis para programas de televisão, assim como dobragens e temas para jogos infantis online.

MIKKEL SOLNADO6590_ritacarmo.jpg(c) Rita Carmo

 

Atualmente a residir em Portugal, e inspirado por nomes como Bon Iver, Jeff Buckley, Coldplay e John Mayer, Mikkel lançou, em 2014, “Daisy Chains”, o seu segundo álbum. Com temas como “E Agora?” com Joana Alegre e “Get Up” com Tom Enzy, Mikkel Solnado é um dos artistas mais requisitados nas rádios nacionais.

Em 2015, lançou o tema dançante “Turn The Lights Out” com Diego Miranda para celebrar os 12 anos da MTV Portugal.

 

Salão Brazil (Coimbra)

29 de Janeiro 2016 | 22.30h

EDP Live Bands regressa com edição dupla

Atenção… músicos talentosos e candidatos ao estrelato, o EDP Live Bands está de volta! A 3ª edição do concurso arranca a 26 de janeiro. Podem candidatar-se todas as bandas de “garagem”, de todas as áreas musicais. Exige-se talento e garra para subir aos melhores dos festivais de verão: o NOS Alive'16, em Lisboa e o Bilbao BBK Live. Além da estreia nestes eventos, os vencedores gravam o 1.º álbum com a Sony Music.

live.jpg(DR)

O sucesso das edições anteriores justifica a internacionalização da iniciativa. O EDP Live Bands estreia-se este ano no Brasil, país ao qual a EDP está ligada há 20 anos e que é reconhecido pela sua criatividade, pela intensa artística e cultural. “A promoção de jovens talentos, seja na música ou noutras categorias artísticas, bem como o incentivo à prática de desporto são centrais na estratégia de investimento social da EDP”, explica Paulo Campos Costa, diretor Geral de Comunicação e Marca do Grupo EDP. A banda vencedora do EDP Live Bands Brasil virá atuar ao NOS Alive'16, juntando-se à banda vencedora da edição Portuguesa. O EDP Live Bands contabiliza já mais de 650 bandas participantes. Depois da seleção realizada pelo júri do concurso, os jovens músicos participaram num workshop com reputados especialistas da indústria musical. Uma oportunidade para partilhar experiências e conselhos sobre como fazer carreira no competitivo mundo artístico. O workshop mantém-se nas edições deste ano. Em 2014, o EDP Live Bands deu a vitória aos Caelum’s Edge, banda que se prepara para lançar o seu 1º álbum. Na 2ª edição, o prémio foi para os Cavaliers of Fun, tendo o músico Daniel Kamish ganho uma menção honrosa e ainda participação no NOS Alive'15.

 

Além do investimento nesta nova edição transatlântica do EDP Live Bands, 2016 é, de novo, um ano de grandes apostas no mundo da música. A EDP volta a marcar o seu posicionamento enquanto energia oficial da música, apoiando um conjunto de eventos e festivais de música que vão decorrer nos próximos meses dentro e fora de Portugal.

 

Regulamento do concurso em: edplivebands.edp.pt

Telmo Pires apresenta o álbum " Ser Fado"

O fadista, poeta e compositor Telmo Pires edita, a 19 de fevereiro de 2016, o quinto álbum da carreira, “Ser Fado”, disco em que cristaliza, de forma madura e coerente, a sua ideia muito própria de fado. Um fado que nele, e em contracorrente com algum do fado que se cria agora, está cada vez mais próximo das origens, das raízes, da tradição. Um fado que vive essencialmente da voz, da guitarra portuguesa e da viola, que congrega alguns dos grandes clássicos do género, o “Fado Vianinha” de Francisco Viana, o “Alfacinha” de Jaime Santos, o “Triplicado” de José Marques ou o “Versículo” e o “Bailado” do enorme Alfredo Marceneiro, com letras originais de Telmo Pires, Nuno Miguel Guedes e Daniel Lourenço, mas que também se abre, por vezes, a outros instrumentos e a fados não tradicionais compostos por Custódio Castelo, Davide Zaccaria ou o revolucionário Alain Oulman, que abriu novos e aventurosos caminhos a Amália e ao fado. Aqui, em “Ser Fado”, Telmo Pires canta dele “As Mãos que Trago” e “Mal Aventurado”. Destaques do álbum são também uma versão alternativa do clássico “Rosinha dos Limões”, o “Marujo Português”, de Linhares Barbosa e Artur Ribeiro, e um inédito absoluto com música e letra originais de António Variações, “Ao Passar por Braga Abaixo”.

98a.jpgSer Fado” é o culminar do percurso coerente e peculiar de Telmo Pires, fadista que nasceu em Trás-os-Montes e que, depois de ter passado grande parte da vida na Alemanha, veio para Lisboa há cinco anos, deixando para trás a sua “zona de conforto” – o país que o acolheu ainda criança e que, já adulto, lhe proporcionou uma carreira de sucesso enquanto fadista, com um circuito regular de concertos na Alemanha e em países limítrofes como a Áustria, Polónia, Suiça, Luxemburgo ou França – e atirando-se, corajosamente, nas mãos do fado e da cidade que dele, o fado, foi berço.

 

O berço de Telmo Pires, por sua vez, foi Bragança, em Trás-os-Montes. Com apenas dois anos vai viver com a família na cidade industrial de Essen, na Alemanha. Vocalista de uma banda rock na adolescência, o fado entrou, porém, muito cedo na sua vida: em casa ouvia discos de Amália Rodrigues, Carlos do Carmo e Dulce Pontes, nomes fundamentais para a sua paixão pelo fado. E, enquanto estudava artes e línguas na universidade, ligou-se a uma companhia de teatro onde começou a apresentar espectáculos musicais em que cantava lieder alemães, clássicos da chanson française e fado. O seu primeiro álbum, “Canto” (2001), uma edição de autor, incluía estes três géneros. O segundo álbum, editado pela prestigiada editora alemã de jazz e world music Traumton Records, é “Passos” (2004), em que canta temas icónicos do fado (“Foi Deus”, “Povo que Lavas no Rio”, “Canção do Mar”…) ao lado de temas com música e letra da sua autoria. No terceiro, “Sinal” (2009, Monopol Records/Sony Music), arrisca interpretar fado – entre clássicos (“Maria Lisboa”, “Ovelha Negra”…) e originais seus – acompanhado apenas pela pianista alemã de jazz e música erudita Maria Baptist.

 

Já a viver em Lisboa, Telmo Pires edita “Fado Promessa” (2012, Traumton Records), em que se assume como o autor da maioria das letras – algumas sobre fados tradicionais, outras sobre temas compostos por ele ou por Davide Zaccaria, que produziu este álbum e se tornou seu cúmplice habitual. Em “Fado Promessa” incluiu ainda surpreendentes versões de “Verdes São os Campos” (José Afonso/Luís de Camões) e do instrumental “Tango to Évora”, da papisa da folk canadiana Loreena McKennitt, com letra em português de Telmo Pires e sob o nome “Os Navios”. Agora é a vez de “Ser Fado”, um disco em que Telmo Pires, embora sem esquecer o seu lado cosmopolita e de cidadão do mundo, parte à redescoberta das tradições mais profundas da canção popular de Lisboa. De um fado antigo que é, na sua voz, sempre novo.

 

Museu do Fado (Lisboa)
19 de fevereiro 2016 | 21.00h

“Porto de Encontro” com João Pedro Marques

No mesmo dia em que se assinalam os 125 anos da primeira revolta de cariz republicano em Portugal (Trinta e Um de Janeiro de 1891), o primeiro “Portode Encontro” de 2016 tem como convidado João Pedro Marques, que estará à conversa com o jornalista Sérgio Almeida, numa sessão que conta ainda com a participação especial do jornalista Júlio Magalhães. As habituais leituras serão asseguradas por Manuela Leitão.

444.pngNascido em Lisboa, em 1949, João Pedro Marques foi professor do ensino secundário e, depois, durante mais de duas décadas, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical e Presidente do Conselho Científico desse Instituto, em 2007-2008. Em 2010 a Porto Editora publicou o seu primeiro romance, “Os Dias da Febre”, ao qual se seguiu, em 2012, “Uma Fazenda em África” e, depois, em 2014, “O Estranho Caso de Sebastião Moncada”. “Do outro lado do mar”, publicado em 2015 é o seu mais recente romance. A 42.ª edição do “Porto de Encontro” conta com a colaboração da C.M. Porto e tem o apoio do Jornal de Notícias, da Antena 1, do Porto Canal, das Livrarias Bertrand, da Porto Barros e da Arcádia

 

Biblioteca Municipal Almeida Garrett (Porto)

31 de Janeiro 2016 | 17.00h

Rock in Rio encerra lineup para 20 de Maio com Mika e Fergie

Mika, Fergie e Ivete Sangalo vão marcar presença na festa dos 30 anos do Rock in Rio, e atuam no Palco Mundo da Cidade do Rock a 20 e Ivete Sangalo a 28 de maio. Com estas confirmações, o lineup do Palco Mundo para dia 20 de maio fica, assim, completo com Queen+Adam Lambert, Mika, Fergie e o espetáculo Rock in Rio-O Musical. Inspirado na história do maior evento de música e entretenimento do mundo, o espetáculo é uma adaptação de uma super produção que já passou pelos teatros do Rio de Janeiro e de São Paulo, e conta com a participação de cerca de 40 talentos, entre os quais atores e bailarinos. Ao longo de 50 minutos, os fãs vão ser transportados numa viagem de 30 anos que acompanha, através da música, a jornada do festival pelo Brasil, Portugal, Espanha e Estados Unidos.

rr.jpgJá o “furacãoIvete Sangalo, a única artista brasileira a ter estado presente em todas as edições do Rock in Rio-Lisboa, vai fazer “todo o mundo a tirar o pé do chão” a 28 de maio, no mesmo dia em que atuam Maroon 5

Mika passou por Portugal em 2012, altura em que apresentou o álbum “The Origin of Love” aos fãs. Em maio de 2016 regressa a terras lusas para a sua estreia no Rock in Rio, com um espetáculo de cor, energia e alegria. Da carreira de Mika fazem parte quatro álbuns de estúdio, que já venderam mais de 10 milhões de cópias, valendo ao artista o Ouro e a Platina em 32 países. O seu mais recente trabalho, “No Place in Heaven”, foi lançado em 2015 e colheu fortes aplausos da crítica. Neste projeto, Mika contou com a colaboração do produtor Gregg Wells (que trabalhou com nomes como Katy Perry, Pharrell Williams, Adele) e, em conjunto, criaram um álbum maduro que deixa a descoberto, além de uma voz extraordinária, o talento de Mika na composição. O artista pop de origem libanesa é conhecido por contagiar o público com a sua boa disposição em palco e por oferecer aos fãs verdadeiros espetáculos, quer em termos musicais, quer visuais. Além de tours esgotadas por todo o mundo o sucesso de Mika comprova-se, também, pelos seus vídeos, pelas inúmeras nomeações e conquistas de prémios internacionais (Brits, Grammys, Ivor Novellos, World Music Awards, MTV Europa, Ásia, Austrália e Japão, Capital Radio Awards, Q Magazine, BT, Vodafone, entre outros).

O álbum de estreia do artista, “Life In Cartoon Motion”, foi número um em 12 países, tendo vendido mais de 7 milhões de cópias em todo o mundo. O segundo álbum, “The Boy Who Knew Too Much”, continuou o sucesso do seu precedente e teve entrada direta para o TOP 10 de 11 países. Já o terceiro álbum, “The Origin of Love”, foi lançado em 2012 e contou com a colaboração de Pharrell Williams, Nick Littlemore, Ariana Grande, entre outros. O primeiro hit single do artista, “Grace Kelly” data de 2007 e vendeu mais de três milhões de cópias em todo o mundo, além de ficar para a história como o segundo single britânico a figurar no topo dos tops de downloads.

A cantora norte-americana Fergie visita a Cidade do Rock pela segunda vez, sendo este o seu primeiro concerto a solo no evento. A artista esteve na primeira edição do Rock in Rio-Lisboa, em 2004, para uma atuação com os The Black Eyed Peas e, em 2010, ainda como parte do grupo, voltou a Portugal para um espetáculo no Estádio Nacional. Fergie, venceu oito Grammy Awards e alcançou múltiplos discos platinas na sua carreira a solo e como vocalista dos The Black Eyed Peas, e agora está prestes a voltar ao palco. Recentemente, Fergie anunciou que está em estúdio a gravar o sucessor do seu primeiro album a solo, “The Duchess”, que em 2006 chegou ao nº2 do Top 200 da Billboard e onde permaneceu durante 94 semanas. “The Duchess” vendeu 6,2 milhões de cópias e teve três hits no TOP Hot 100: “London Bridge,” “Glamorous,” e “Big Girls Don’t Cry,” assim como dois singles Top 5 “Fergalicious” e “Clumsy.”

Em 2014 lançou o single “L.A.LOVE” que alcançou múltiplas platinas em todo o mundo. Fergie lançou também dois álbuns com os The Black Eyed Peas, “The E.N.D.” e “The Beginning”, que venderam mais de 32 milhões de cópias, e 60 milhões de singles, em todo o mundo.

 

Dona de uma energia contagiante, Ivete Sangalo marca presença no Rock in Rio Lisboa pela sétima vez e promete “levantar poeira” na Cidade do Rock. Com mais de 20 anos de carreira, Ivete soma já 11 álbuns a solo e mais de 300 canções (sem contar com participações especiais), que a confirmam como ícone da música brasileira em todo o mundo, conquistando o público em todas as atuações. Os seus espetáculos são marcados pela energia e alegria da artista em palco, capaz de contagiar os milhares de fãs que cantam e dançam ao som de êxitos como “O Farol”, “Tempo de Alegria”, “Sorte Grande (Poeira)”, “Pra Frente” (tema premiado no Carnaval de 2015).

 

O Rock in Rio - Lisboa realiza-se no Parque da Bela Vista, nos dias 19, 20, 26, 27 e 28 de maio. Do Cartaz do evento fazem, já, parte: Bruce Springsteen (19 de maio); Queen + Adam Lambert, Mika e Fergie (20 de maio); Hollywood Vampires, Korn e Rival Sons (27 de maio); Maroon 5 e Ivete Sangalo (28 de maio); e o espetáculo Rock in Rio – O Musical, que abrirá o Palco Mundo nos cinco dias do evento. Além do Palco Mundo, o Rock in Rio - Lisboa vai também, contar com a apresentação de diversos artistas na Eletrónica, Palco Vodafone e Rock Street Brasil

Don Letts, Leon Brichard e Ivo Costa na primeira emissão de (This is) Radio Batida

Esta sexta-feira o Musicbox é o palco da Emissão #1 de: (This is) Radio Batida.

batida.jpgA primeira de 4 noites em que Pedro Coquenão convida dj´s de programas lendários, produtores e reúne músicos para “jams”, numa emissão de rádio feita para dançar. Para a noite de estreia Batida convida: Don Letts, Leon Brichard e Ivo Costa.

 

Musicbox (Lisboa)

29 de Janeiro 2016 | 23.30h

Festival Forte em Montemor-o-Velho apresentado (Reportagem)

O Festival Forte regressa a Montemor-o-Velho em 2016. As datas para a edição deste ano já são conhecidas. 25 a 27 de Agosto a música regressa ao castelo de Montemor.

A apresentação do festival decorreu ontem, dia 26 de janeiro com a presença do Presidente da Turismo do Centro, Pedro Machado, bem como a presença de Emílio Torrão (Presidente da Câmara) e de Ilídio Chaves, responsável pela produção e programação do Festival. O Festival Forte aposta em 2016 na consolidação do evento, marcando a sua presença no panorama cultural, quer da região onde se encontra inserido, mas igualmente no panorama dos festivais nacionais, sobretudo os mais abrangentes em relação à música eletrónica.

5555.pngO espetáculo de abertura (Opening Performance) estará a cargo de Ben Frost w/MFO com o projeto “Aurora”. Apparat, Ben Klock, Daniel Miller, Helena Hauff, Marcel Dettmann, Michael Mayer, Rodhad, Sebastian Mullaert (aka Minilogue) & Ulf Eriksson, Silent Servant e Truncate são os nomes já confirmados para esta edição do festival. O evento é organizado pela Soniculture com apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e da Entidade Regional de Turismo do Centro.

 

Reportagem: Paulo Homem de Melo