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Glam Magazine

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Bryan Adams encheu em Lisboa e elogiou Cascais (Reportagem)

Bryan Adams veio a Lisboa e encheu o Meo Arena, deixando o público muito satisfeito. Não se esqueceu de elogiar de uma forma muito entusiasmada a vila de Cascais. Ao longo de, quase duas horas, Bryan Adams cantou e tocou para uma plateia cheia de vontade de o ver.

Bryan Adams_06.jpg(DR)

 

O cantor não desiludiu e iniciou o concerto com os temas "You do what you got to do" e "Can't Stop this Thing We Started". O público aplaudiu efusivamente de pé. Após o quarto tema disse: "My name is Bryan". E para que percebessem que sabia falar a nossa lingua disse: "Em português, o Bryan". "Bryan, Como estás?", seguindo com a interpretação do tema "Go Down Rockin".

Bryan Adams_08.jpg(DR)

 

O pavilhão estava cheio de casais, dos mais novos aos mais velhos, que no tema "Heaven" se abraçaram e cantarolaram juntos. Um dos temas mais esperados do concerto, surgiu no meio, "Summer of 69". O público acompanhou Bryan do principio ao fim, sendo de esperar o forte aplauso do final. As redes sociais vão, esta noite e durante o dia, ficar inundados de videos do concerto. Eram milhares os que captaram o cantor a interpretar as suas musicas.

Bryan Adams_12.jpg(DR)

 

Com um intervalo de um tema, veio outro, mais calmo, bem conhecido de todos, "(Everything I do) I do It for you". Outros temas bem conhecidos do grande público foram interpretados pelo cantor e os seus magnificos musicos, como "Somebody", "You belong to me", "I'll always be right there", "Have you ever really loved a woman?", "18 til I die", terminando com "The only thing that looks good on me is you".

Bryan Adams_03.jpg(DR)

 

Para o encore reservou quatro temas, o single do seu novo trabalho "Brand new day", passando o videoclipe por de trás dos musicos; a versão de "C'mon everybody" de Eddie Cochran, também com as imagens em video por de trás dos musicos. Os dois últimos temas foram "Straight from the Heart", onde pediu a colaboração do público para o acompanhar no refrão e termina a solo com "All for Love", onde pediu para que o público ligasse a luz dos telemóveis e o acompanhasse no tema. Foi um fecho em grande.

 

Reportagem: António Teixeira
Parceria Jornal Hardmusica / Glam Magazine

 

Depeche Mode entram em estúdio já em Abril

Os Depeche Mode preparam-se para entrar em estúdio já em Abril para a gravação do novo disco de originais da banda britânica. Segundo declarações de Martin Gore, numa entrevista conduzida Rob Bell e divulgada no seu podcast, algumas das canções do novo disco, escritas por Dave Gahan, já estão prontas a serem gravadas.

Depeche-Mode-Berlin-34.jpgSegundo o artista, “o Dave tem bastante material e já fizemos algumas demos. Nas próximas semanas vamos reunir e agendar a gravação a partir de Abril…”

Os Depeche Mode editaram o seu último álbum de originais, “Delta Machine” em 2013. Este novo será o 14º disco do grupo.

pUTAN cLUB no Salão Brazil esta quinta feira

Formado pela italiana Gianna Greco (baixo, voz e electrónica) e pelo francês François R. Cambuzat (guitarra, voz e efeitos), o duo Putan Club define a sua sonoridade como Industrial, Avant Rock, Techno/Dubstep e Sauvagerie.

g_putanclub2_1_980_2500.jpg(DR)

François é vocalista e guitarrista dos L’Enfance Rouge e o duo é conhecido como banda de apoio de Lydia Lunch. Contam mais de 200 concertos por ano e mais de 1000 desde a sua constituição, entre a Europa, África e Ásia. Em Portugal, passaram pelo Amplifest, Milhões de Festa, Lounge e Salão Brazil. Neste regresso a Coimbra, a experiência leva-nos a esperar que os Putan Club troquem o palco pela plateia, numa performance envolvente entre o groove e caos.

 

Salão Brazil (Coimbra)

28 de Janeiro 2016 | 22.00h

Deolinda… Novo álbum já disponível em pré-venda

O novo álbum dos Deolinda, com edição prevista para 19 de fevereiro, já se encontra disponível em pré-venda no iTunes e na Fnac. No iTunes, os fãs que encomendarem o disco, recebem imediatamente o primeiro single do álbum, "Corzinha de Verão", o tema que já toca nas rádios. Na Fnac, "Outras Histórias" está disponível num formato exclusivo e na pré-compra, os fãs recebem uma reprodução da capa, assinada pela banda, numa oferta limitada.

deo.jpgO 4.º álbum de estúdio dos Deolinda, "Outras Histórias", sucede "Mundo Pequenino", trabalho que rendeu à banda mais um disco de platina, mais um Globo de Ouro, um Prémio José Afonso, bem como mais algumas voltas ao Mundo, confirmando assim a importância do trabalho dos Deolinda para a música portuguesa.

 

O seu novo trabalho, "Outras Histórias", registado em co-produção com João Bessa, traça alguns caminhos que ainda não haviam sido explorados no repertório e estilo da banda. Destaque ainda para as participações de Manel Cruz (Ornatos Violeta), que aparece em dueto com Ana Bacalhau, no tema "Desavindos" e de Riot (Buraka Som Sistema), numa inesperada colaboração em "A Velha e o DJ". A Orquestra Sinfonietta de Lisboa, conduzida pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo, com os arranjos para cordas escritos por Filipe Melo, é outra das presenças no disco.

Mural Sonoro - Projecto RAPortugal 1986 – 1999

O Projecto “RAPortugal 1986 – 1999” candidato em 2015 aos apoios pontuais da Direcção Geral das Artes (DGArtes) pela Associação Mural Sonoro esteve entre os mais bem avaliados e foi seleccionado mesmo nos últimos dias do ano para apoiar em 2016. Da equipa central fazem parte Soraia Simões (Direcção de Investigação e Coordenação Geral), Carlos Gomes (Direcção de Produção e Direcção Artística) e Makkas (Rapper, ex integrante do grupo Black Company, Direcção Musical e Direcção Pedagógica).

mural.jpgEntre as suas parcerias, o projecto conta com a do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, da Transibéria, mas também, entre outros, com as da Câmara de Almada, do Festival Temps D'Images e da Associação Moinho da Juventude. Trata-se de um projecto de criação e investigação que incide sobre a prática do rap e o impacto da cultura hip-hop no período descrito na sociedade portuguesa, com 3 eixos de intervenção e apresentação finais. Será apresentado no próximo ano.

O projecto RAPortugal 1986 - 1999 é simultaneamente um projecto de investigação, de documentação, de formação, de intervenção social e de criação artística. Alicerça-se no estudo e investigação sobre o primeiro período bem definido da história do RAP em Portugal, entre 1986 e 1999, da iniciativa de Soraia Simões na sequência do trabalho que tem vindo a desenvolver no projecto Mural Sonoro e desde Fevereiro de 2015 no âmbito da sua integração como investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

 

O projecto concretiza-se em várias frentes, destacamos as principais:

- Um e-book. Que relacionará testemunhos de sujeitos desta história em Portugal com a história social e cultural do país, devidamente contextualizado como parte integrante do património musical, sonoro e cultural português e dos movimentos sociais que transformaram a sociedade portuguesa (coorden. textos e de investigação: Soraia Simões).

- O registo audiovisual dos testemunhos. Peça fundamental da comunicação do projecto, a disponibilizar como registo sonoro através do Europeana Sounds e do Mural Sonoro e na sua versão vídeo no site da Transiberia (coords: Soraia Simões, Makkas. Realização Doc final: Carlos Gomes)

- Um workshop. Para um grupo de 12 jovens entre os 15 e os 20 anos.

Terminará com uma apresentação pública de resultados. A selecção será feita a partir de carta de motivação e/ou envio de registo sonoro, sendo o único critério de selecção os materiais apresentados. Makkas, um dos percursores da prática, profundamente conhecedor das suas fontes primárias, das suas influências, das suas causas, das suas ânsias, das suas técnicas e das suas diversas expressões artísticas, será o orientador, com o apoio de Soraia Simões, Carlos Gomes e outros convidados.

- Um ciclo de debates (coorden. Soraia Simões). Estes debates, procurarão dar a conhecer a música que se fez na época e o contexto social e político em que a mesma eclodiu. Congregarão intervenientes de várias áreas disciplinares no campo das ciências sociais e humanas e protagonistas directos deste expressivo movimento, no período abordado.

- A edição de um CD/colectânea que reunirá os principais protagonistas que fizeram parte da primeira colectânea, neste domínio, editada em Portugal no ano 1994 (Direcção de Prod: Carlos Gomes).

- Um concerto. A partir da reunião do grupo Black Company.

HHY & The Macumbas apresentam resultado de residência artística

Sob alçada de conceituado músico Jonathan Uliel Saldanha, que se assume como construtor sonoro e cénico, Filipe Silva, Álvaro Almeida, Frankão, Rui Leal, André Rocha e Brendan Hemsworth constituem os HHY & The Macumbas, coletivo portuense que em 2014 editou o seu álbum de estreia, “Throat Permission Cut”, disco que arrecadou as melhores críticas pela imprensa especializada.

hhy.jpg (c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

Com formação variável em palco, entre seis a dez músicos, os HHY & The Macumbas não se definem, escondem os rostos e apresentam-se mascarados. Tudo neles é um ato de magia negra, voodoo e ocultismo. A música percorre várias identidades: do dub ao kraut-rock, do jazz exploratório ao tropicalismo negro. Aquando da atuação na última edição do festival Milhões de Festa, o jornal Público referiu-os como “feiticeiros num cerimonial de música enquanto experiência apontando à transcendência”. Foi também essa transcendência que os levou a marcar presença em festivais tão importantes como o Outfest, Amplifest ou Sonar. A convite do gnration, os HHY & The Macumbas levaram a cabo uma residência artística onde desenvolveram matéria que irá integrar o próximo trabalho discográfico. Fechados em contínuas sessões de estúdio, elaboraram composições sonoras que poderão ser ouvidas em antemão. A 29 de janeiro, na Blackbox, os HHY & The Macumbas levarão o público numa viagem experiencial, recompensadora e surpreendente.

 

Gnration (Braga)

29 de Janeiro 2016 | 22.30h

"O teu cheiro a café torrado"... o novo single de Gil do Carmo

É já a 12 de Fevereiro que Gil do Carmo apresenta o seu novo disco. "A Uma Voz" é composto por 12 novas canções e conta com "O Teu Cheiro a Café Torrado" como single de avanço para o album agora disponivel. Inteiramente escrito por si, este é o quarto trabalho da carreira do cantor, ao lado de músicos que o ajudaram a encontrar um espaço próprio, como Yami, António Serrano, João Frade ou José Manuel Neto.

picture1.jpgO brasileiro Ivan Lins descreve o álbum como o mais autêntico de todos os seus lançamentos, por ser "um disco totalmente acústico, utilizando instrumentos ligados à musica popular portuguesa, como violas acústicas, guitarra portuguesa, acordeão, e instrumentos de percussão. O que mais chama a atenção, após tão belas sonoridades e arranjos, é a forma como Gil e seu co-produtor e co-arranjador, o angolano Yami, construíram uma atmosfera sonora, que namora inúmeras tendências dos ritmos que se mesclaram através dos anos dentro do universo da musica portuguesa. O resultado, a serviço de composições simples e belos textos, só prova o amadurecimento de Gil como compositor e ideólogo de seus projetos".

Nascido numa família para quem a música foi raiz e, mais do que uma profissão, um modo de ser, Gil do Carmo tirou o que mais podia das suas experiências e aprendizagens. Aos 19 anos mudou-se para os Estados Unidos e estudou em duas importantes escolas de música em Los Angeles e Boston. Em 1995 regressa a Lisboa e, a partir daí, os seus talentos de compositor, letrista e cantor levam-no a editar “Mil Histórias”, “Nus Teus Olhos” e, em 2008, “Sisal”, um álbum que conta com o apoio de nomes como Bernardo Sassetti, Sara Tavares, Rão Kyao ou a Sinfonietta de Lisboa. Foi também proprietário do Speakeasy em grande parte deste período. Oito anos depois, Gil do Carmo volta a focar-se na música a cem por cento, com um disco que é quase como uma impressão digital do seu autor. "A Uma Voz" tem as janelas abertas, uma vista desafogada sobre Lisboa e um claro olhar posto no mundo.

André Tentugal (We Trust) e Ed Rocha Gonçalves (Best Youth) em mais uma edição da Heineken Starlight no Plano B

A primeira Heineken Starlight do ano não podia começar da melhor forma, com a estrela em ascensão, Route8. A festa mensal dedicada às novas tendências da música eletrónica marca encontro com Route 8, esta próxima sexta, 29 de Janeiro no Plano B.

999.pngDJ e produtor oriundo de Budapeste, o seu trabalho tem vindo a ganhar reconhecimento através das labels Lobster Theremin e Nous. Com mais de uma década de trabalho nas lides da música eletrónica, inspirado pela House e o Techno, a sua produção também se expande em territórios ambientais infligidos por tons melancólicos e ritmados.

A sala Cubo do Plano B, é uma pista de excelência, onde os amantes de música de dança, terão a possibilidade de ouvir, num ambiente intimista e exclusivo, alguns dos principais artistas que estão a despontar nesta área, especialmente no âmbito da produção nacional que ficará a cargo de Bababa e André Carvalho, jovens talentos da Invicta que desde sempre estiveram ligados à musica eletrónica. São estrelas reconhecidas do panorama musical português: Ed Rocha Gonçalves (Best Youth) e André Tentugal (We Trust) vão gladiar-se em formato dj set entre os êxitos da música pop.

Tudo bons motivos, para não faltar a mais uma edição da Heineken Starlight recheada de estrelas, que nesta noite vão conduzir-nos a um idílio musical

 

Plano B (Porto)

29 de Janeiro 2016

“Birds & Passarões” a partir de As Aves de Aristófanes

Dois homens, Pistétero e Evélpides, procuram um lugar livre de impostos e de burocracia onde possam viver descansados, mas são confrontados com a realidade: esse lugar não existe e vai ser necessário construí-lo. Para o conseguir, Pistétero, demagogo e populista, comporta-se como um homem da sociedade que antes criticou. Aristófanes escreveu “As Aves” há 2.429 anos em Atenas e, no entanto, os homens, os pássaros e os deuses que criou vivem as alegrias, os medos, as misérias e os jogos políticos que encontramos diariamente entre nós, na atualidade. Na versão que apresentamos com o título Birds & Passarões, as referências são as de hoje, mas a natureza humana é a de sempre.

03t.jpg(DR)

 

Versão e Encenação: Maria João Rocha;

Interpretação: Abel Garnico, Anaïs Thinon, Ana Marta Kaufmann, André Almeida, Camila Phillipps-Treby, Carmen Tello, Luana Pedroso, Mafalda Portulez Gomes, Noa Covelo, Susana Afonso, Tiago Amaral, Vaniny Alves;

Direcção Vocal: Isabel Campelo;

Movimento: Sofia Soromenho;

Figurinos: Concepção colectiva;

Coordenação Pedagógica e Direcção de Produção: Júlio Martín;

Produção Executiva: Abel Garnico, Ana Marta Kaufmann, Carmen Tello, Mafalda Portulez Gomes;

Comunicação: André Almeida, Luana Pedroso, Noa Covelo, Vaniny Alves;

Estética Cénica: Anaïs Thinon, Camila Phillipps-Treby, Susana Afonso, Tiago Amaral;

Logística de Apoios: Tiago Amaral, Vaniny Alves;

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

29 a 31 de Janeiro 2016 | 21.00h (29 e 30) 16.00h (31)

“No centenário de Vergílio Ferreira” com Lauro António

O Município de Ponte de Lima promove a palestra intitulada “No centenário de Vergílio Ferreira”, com o cineasta e crítico de cinema, Lauro António, no próximo dia 4 de fevereiro, pelas 9h30, no Auditório Rio Lima.

lauro_antonio.jpgEsta iniciativa integra o programa comemorativo dos 100 anos de nascimento do escritor Vergílio Ferreira (1916-2016) e dirige-se não só à população estudantil, mas também ao público em geral, convidado a associar-se ao tributo endereçado a um dos maiores vultos da ficção nacional da segunda metade do século XX. A palestra, que versará, entre outras temáticas, sobre a adaptação ao cinema do romance “Manhã submersa”, permitirá o contacto com o realizador que melhor conheceu Vergílio Ferreira, em ambas as esferas profissional e pessoal.

Uma sessão que, além do tributo ao autor de Aparição, constituirá uma oportunidade para travar conhecimento com uma das figuras mais emblemáticas do cinema português e da crítica cinematográfica, um defensor da Sétima Arte e da sua história.

 

Auditório Rio Lima (Ponte de Lima)

4 de Fevereiro 2016 | 9.30h

Jimmy P… nova confirmação Sumol Summer Fest

Jimmy P, é o primeiro artista nacional confirmado para o cartaz Sumol Summer Fest de 2016. Representa a mistura perfeita de várias influências com que se foi cruzando ao longo da sua vida: o gosto e o hábito de ouvir Rap, adquiridos no tempo que viveu em Paris, e a influência de outros estilos musicais de várias partes do globo, herdados do pai (Semba, Morna, Coladera, Salsa, Reggae, Jazz).

GLAM - Jimmy P.jpeg

(C) 2015 Paulo Homem de Melo

 

A fusão do Hip-Hop, Reggae, R&B e Rock aliados a uma performance que tem sido reconhecida pelo público e indústria tornam-no um artista singular e camaleónico. Participou em projetos de renome como a coletânea “Rascunhos” (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema) e o tema “Melhores Anos” com Valete, e desenvolveu colaborações com artistas como Chullage ou Bezegol.

Jimmy P lançou em 2013 o primeiro longa duração “#1” que surpreendeu crítica e público e em 2014 destacou-se pela qualidade das suas atuações ao vivo e sucesso do tema “Marcha” que conta com as rimas de Valete e produção de Dj Ride. 2015 marcou o regresso de Jimmy P com “FVMILY F1RST”, segundo álbum de originais. No entanto, o artista não parou por aqui e, no final do ano passado, lançou ainda um novo single em antecipação do que será o seu próximo disco a lançar já na primavera de 2016.

O tema “Valer a Pena” já conta com mais de 300.000 visualizações no Youtube e comprova o percurso ascendente do artista.

Com a confirmação da presença de Jimmy P no Sumol Summer Fest, foram revelados os primeiros seis artistas que fazem parte do cartaz do Festival: dia 24 de junho sobem ao palco Sumol Azealia Banks, Gabriel o Pensador e Elliphant, e no dia 25 de junho, Tinie Tempah, Madcon e Jimmy P.

Chairlift…. Novo álbum já disponivel

Chairlift, o duo pop composto pela frontwoman Caroline Polacheck e pelo multi-instrumentista e produtor Patrick Wimberly lançaram no passado dia 22 de Janeiro 2016 o novo álbum “Moth”.

Chairlift_Moth_Cvr.jpegO grupo, que actuou no passado dia dia 27 de Novembro 2015 no Vodafone Mexefest (no Coliseu dos Recreios), lança agora o seu terceiro álbum, cujo artwork da capa é da autoria de Rebecca Bird, e é composto por dez canções que inclui os temas “Ch-Ching”, “Romeo”, ambos intitulados pela Pitchfork como “Best New Music”, bem como o mais recente “Crying in Public

O álbum tem recebido rasgadas críticas da imprensa internacional: “…best and smoothest long-player statement” (Pitchfork); “Albums To Get You Amped for 2016” (Billboard).

 

Alinhamento “Moth”:

Look Up

Polymorphing

Romeo Ch-Ching

Crying In Public

Ottawa to Osaka

Moth To The Flame

Show U Off

Unfinished Business

No Such Thing As Illusion

Serralves… Inauguração da exposição de Wolfgang Tillmans

Para a sua primeira exposição em Portugal, Wolfgang Tillmans, presta especial atenção ao que descreve como as suas "Paisagens Verticais”, fotografias dos fenómenos naturais da luz quando o dia encontra a noite, o céu encontra a terra, a nuvem encontra o céu. Datadas de 1995 ao presente e impressas em escalas que vão das dimensões fotográficas estandardizadas à expansão panorâmica de quatro metros, as fotografias traduzem o potencial expressivo do apurado formalismo visual de Tillmans e o compromisso do artista com a fotografia tão inerentemente físico quanto imaterial.

tilmans.png(DR)

 

Desde que estabeleceu a sua reputação entre a juventude e a cultura dos clubes da Londres dos anos 1990, Tillmans tornou-se um dos artistas mais influentes do nosso tempo.

A exposição estará patente até ao dia 25 de Abril

 

Serralves (Porto)

29 de Janeiro 2016 | 22.00h

Arcade Fire na 10ª edição NOS Alive

Os Arcade Fire vão atuar dia 9 de julho no NOS Alive’16. Este será um dos únicos dois festivais europeus onde a banda atuará este verão, sendo Portugal e o NOS Alive um dos palcos escolhidos.

Arcade.jpg(DR)

 

O quarto álbum de estúdio de Arcade Fire, “Reflektor, foi lançado em outubro de 2013, nos estúdios Sonovox, e referido pela imprensa como “a dark disco classic” (The Times) e “an art rock epic” (The Telegraph). Com o nome da primeira faixa do álbum, “Reflektor”, atingiu o N.º 1 nas principais tabelas do Reino Unido, Canadá, Irlanda, Portugal, Bélgica e EUA e liderou as tabelas do iTunes em 40 países.

Funeral”, o álbum de estreia da banda editado em 2004, foi fortemente aplaudido pela crítica e considerado “Álbum da década” pelas publicações NME, Pitchfork, The Guardian, Mojo e Rolling Stone. O successor “Neon Bible”, lançado em 2007, estreou em N.º 2 nas tabelas britânicas e também na Billboard Hot 100. Ambos os discos foram nomeados para o Grammy de “Melhor Álbum Alternativo” no ano do seu lançamento. Em 2011 a banda venceu o Grammy “Álbum do Ano” com o terceiro longa-duração, "The Suburbs" (2010). Nesse mesmo ano foram vencedores dos prémios “Melhor Grupo Internacional” e “Melhor Álbum Internacional” nos BRIT Awards.  Formados em Montreal, os Arcade Fire são Win Butler, Régine Chassagne, Richard Reed Parry, William Butler, Tim Kingsbury e Jeremy Gara.

 

Nomes já anunciados:

Arcade Fire, Courtney Barnett, Father John Misty, Foals, Hot Chip, John Grant, José González, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Wolf Alice e Years & Years.