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Glam Magazine

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Música pra Ti… Rita Redshoes em Miniconcerto

Um espaço, um músico, um instrumento e uma cadeira.

Concertos informais dirigidos a famílias.

GLAM - Rita Redshoes.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Uma vez por mês são convidamos músicos a tocar durante 20 minutos e, no final, a responder às perguntas do público curioso. Aqui, a música é um “momento” intimista que aposta na proximidade com a performance e em que o conhecimento e a experiência do músico são oferecidos a crianças e a adultos.. Rita Redshoes é a primeira convidada,

 

CCB - Sala Sophia de Mello Breyner (Lisboa)

6 de fevereiro 2016 | 18.00h

Scorpions celebram 50 anos de carreira no Meo Arena

No ano em que celebram 50 anos de carreira os Scorpions estão de volta à estrada e passam por Lisboa dia 28 de junho, com um concerto único no MEO Arena. A banda traz aos palcos “Return to Forever”, o 18.º álbum de estúdio da banda editado em fevereiro de 2015.

Scorpions.jpgphoto: Promo /DR

 

Os Scorpions tornaram-se ao longo da sua carreira uma das mais bem sucedidas bandas de rock. Exemplo disso são as incontáveis bandas como os Smashing Pumpkins, Green Day, Korn, System Of A Down ou os Queensryche, que realizaram convers dos Scorpions ao longo das últimas décadas. Só a “Rock You Like A Hurricane”, contabilizou 150 interpretações de diferentes músicos.

Descrever a carreira dos Scorpions através de números é quase impossível. No entanto, há um que deve continuar a ser mencionado – mais de 100 milhões de discos vendidos até à data. Isto faz com que os Scorpions sejam a mais bem sucedida banda de rock em todo o continente europeu até à data de hoje. “Wind of Change”, “Rock You Like A Hurricane”, “Send me an Angel” e “Always Somewhere” são alguns dos muitos hinos que tornaram os Scorpions uma das mais bem sucedidas bandas rock de todos os tempos.

 

Meo Arena (Lisboa)

28 de Junho 2016 | 21.00h

 

Depois do sucesso dos concertos em Lisboa e Coimbra, Cármen Souza + Theo Pascal apresentam "Epístola" em Estarreja

Lisboa e Coimbra já tiveram a oportunidade de ver e ouvir Carmen Souza & Theo Pascal, a dupla responsável pelo novíssimo "Epístola", 11 temas cantados em crioulo, português, francês e inglês que confirmam Carmen Souza como uma verdadeira força não só da World Music mas, cada vez mais, uma das mais entusiasmantes vozes do Jazz mundial. Isto é, do World Jazz. Esta semana, a dupla prepara-se para dar o pontapé de saída a mais um do ciclo Concertos Íntimos do Cine-Teatro de Estarreja. Dia 30 de janeiro, pelas 21h30, a cantora, guitarrista, pianista e compositora e o produtor, diretor musical e um dos melhores baixistas em Portugal, vão estar juntos em palco a mostrar a riqueza das suas composições e o talento que os une.

carmensouza@2x.png

(DR)

Mas não é tudo….

No dia anterior, dia 29 de janeiro, vão também dar a conhecer o seu background e processo criativo de fusão dos seus universos musicais distintos numa masterclass. Nesta sessão, os ritmos de Cabo-Verde, como a Morna, Batuque ou Funaná, misturam-se com o jazz e encontram escalas comuns. A lotação é limitada e as inscrições podem ser feitas até 27 de janeiro através do site do Cine-Teatro de Estarreja.

 

A não perder, a "carta especial feita de sons dirigida a qualquer pessoa aberta a recebê-los" de Carmen Souza e Theo Pascal, dia 30 de janeiro, às 21h30, no Cine Teatro de Estarreja.

 

Cine-Teatro de Estarreja

30 de Janeiro 2016 | 21.30h

Paulo Gonzo… Concertos Íntimos

Paulo Gonzo comemora os 40 anos de Carreira em 2016, ao longo dos anos tem nos dados músicas de que nos apropriámos, histórias em que nos revemos, sonhos que não experimentámos. Autêntica banda sonora das nossas vidas. Na voz única e vivida de Paulo Gonzo.

Paulo-Gonzo.jpg(DR)

 

Paulo Gonzo é uma referência obrigatória da música produzida em Portugal nas últimas duas décadas, é um artista que consegue apelar tanto ao público feminino, como ao masculino, abrangendo também diversos escalões etários.

O talento e o sucesso de Paulo Gonzo, como cantor, compositor e performer, fazem deste músico, um dos melhores artistas portugueses da actualidade.

 

Teatro Aveirense (Aveiro)

12 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Orelha Negra apresentam temas do novo álbum no Hard Club (Porto)

A banda de Sam The Kid, Fred, Francisco Rebelo, João Gomes e DJ Cruzfader subiu ao​ palco do grande auditório do CCB, perante uma sala completamente cheia, para apresentar os novos temas que farão parte do disco de originais a lançar ainda no primeiro semestre de 2016. As opiniões têm sido unânimes e apontam para a excelente forma em que a banda se encontra e para a evolução do espetáculo que montaram.

orelha.jpgNo dia 30 de janeiro os Orelha Negra enfrentam uma nova prova de fogo, uma vez que apresentam o mesmo alinhamento no Hard Club no Porto pelas 22 horas. Tal como em Lisboa, o público do Porto poderá ouvir os novos temas em primeira mão, partilhando com a banda um momento único que marca o seu regresso. A digressão de 2016 será anunciada em breve, baseando-se o espetáculo em temas dos 3 álbuns do grupo e em vários medleys

 

Hard Club (Porto)

30 de Janeiro 2016 | 22.00h

Country Playground: "as homenagens também se fazem em vida"

Uma espécie de mentor omnipresente”, é assim que os Country Playground se referem a Neil Young, que colocam no topo das referências da banda e a quem decidiram prestar homenagem, dedicando-lhe o segundo single e vídeo do disco “Turdus Merula”, intitulado “Song for Neil”.

COUNTRY PLAYGROUND_1_Ricardo Gra+ºa.JPG(c) Ricardo Graça

 

A decisão de lhe dedicar uma canção aconteceu “de forma natural”. Muito antes de a música os unir, já Fernando Silva e Rodrigo Cavalheiro, individualmente, conheciam e seguiam a carreira do músico canadiano. Alguém que sempre reconheceram como “uma referência inquestionável no mundo do rock”, representando assim “um forte elo de ligação para os Country Playground”.  E talvez tenha sido essa sintonia que fez com que escrevessem a canção de uma assentada. “Na pausa de um ensaio, à mesa de um café na Marinha Grande”, lembram. Fizeram-no de forma despretensiosa, em tributo a alguém por quem partilham grande admiração, mas confessam que “teria um gostinho especial saber que isto chegou até ele”. Como tentar não custa, a banda já encetou os primeiros contactos, nomeadamente junto da actual mulher de Neil Young e da agência que o representa, na esperança, mesmo que diminuta, de que este presente lhe possa chegar. Acreditar é seguramente o primeiro passo.

“Turdus Merula” é o primeiro disco de originais dos Country Playground e foi editado em Junho de 2015 com o selo da Preguiça Magazine. O tema “Grandpa’s Grave” foi o single e vídeo da primeira fase de promoção do álbum de estreia que contou com concertos ao vivo nas principais cidades do país, entrevistas a rádios nacionais e programas de televisão. Os próximos espectáculos estão agendados para dia 5 de Fevereiro em Portalegre, 13 de Fevereiro na Figueira da Foz e duas datas – 19 de Março e 4 de Junho – em Leiria.

Peixe é o convidado de Mazgani no Theatro Circo

Depois da experiência bem sucedida no Festival F em Faro em 2015, Mazgani convida novamente Peixe para o seu espectáculo no Theatro Circo de Braga a 30 de Janeiro.

maz.jpg

Segundo Mazgani, o convite deveu-se “à grande admiração pelo génio inquieto do Peixe, que devolve sempre a cada canção uma nova vitalidade. Com ele, sentimos que o palco se torna num lugar de aventura e risco. Sem esse atrevimento as canções não nos querem”. Pedro Cardoso (Peixe) foi membro fundador dos Ornatos Violeta e dos Pluto, e é director da OGBE - Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos. Mazgani foi um dos artistas convidados para “NO AR”, o novo programa de rádio e televisão dedicado à música portuguesa, exibido na Antena 3 e na RTP 2.

 

Theatro Circo (Braga)

30 de Janeiro 2016

 

Sons de Vez (Arcos de Valdevez)

12 de Março 2016

 

Cineteatro Alba (Albergaria)

24 de Março 2016

 

Concurso do Cartaz Oficial da Queima das Fitas 2016 (Coimbra)

O concurso para o Cartaz Oficial da Queima das Fitas 2016 em Coimbra tem o seu início hoje, 25 Janeiro de 2016. O prazo para entrega de propostas a concurso decorre até ao dia 25 de Fevereiro, sendo os resultados divulgados até ao final do mesmo mês. O autor vencedor do Concurso relativo ao Cartaz oficial, será comtemplado com um prémio monetário no valor de 500€. O regulamento do concurso encontra-se disponível na página oficial da Queima das Fitas de Coimbra no facebook, aqui

GLAM - James Artrhur.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

James Arthur ao vivo na Queima das Fitas 2015 / Coimbra

 

De recordar que a Queima das Fitas de Coimbra foi uma das vencedoras da edição 2015 dos Portugal Festivals Awards na categoria de “Melhor Festival Académico”

LCD Soundsystem… no Vodafone Paredes de Coura 2016

Os LCD Soundsystem estão de volta aos discos e aos concertos e são a primeira confirmação para a edição de 2016 do Vodafone Paredes de Coura.

lcd.jpgE assim fica explicado o regresso da banda….

 

“Eu estou sempre a escrever canções. Às vezes são só canções esquisitas que canto enquanto mudo a fralda a um bebé, ou canções sobre coisas chatas que canto para mim, ou a amigos enquanto estamos sentados num bar, ou sobre o natal, ou sobre Nova Iorque. Por vezes essas canções vivem na minha cabeça durante anos e acrescento-lhes verso atrás de verso, quase infinitamente. Por vezes são só os fantasmas de ideias, e por vezes são coisas completamente acabadas que flutuam à minha frente, a parecer que seria fácil materializá-las, só para depois lutarem furiosamente assim que tento fazer alguma coisa com elas. Algumas, faço com amigos numa sala, com instrumentos. Só uma pequeníssima fração delas se torna alguma vez em Canção; gravada, como algo que deve ser partilhado. Dessas, escrevo o título ou umas letras numa página de um livrinho que trago comigo. Ou canto um bocadinho para um gravador (ou agora um telefone, suponho). Faço isto desde miúdo”.

“No inicio de 2015, apercebi-me de que tinha mais dessas do que alguma vez tivera na vida. Mais delas do que quando fui gravar qualquer um dos discos dos LCD, ou quando gravava cassete atrás de cassete de coisas horríveis no liceu. Montes delas, e dei por mim um pouco perplexo. Se as gravo, o que faço com elas? Talvez não as deva sequer gravar? Pensei nisso, que de certa forma era a opção mais fácil, mas também pareceu uma solução estranha, arbitrária ( e algo cobarde). Mas gravá-las…então, de repente tenho o quê…um disco? Por nisso convidei o Pat e a Nancy para virem ao meu apartamento tomar café e disse-lhes: vou gravar alguma música. Devo inventar um nome de banda, ou fazer um disco de “James Murphy”, ou deveria ser LCD?” Pensámos todos bastante sobre isso. Nos últimos cinco anos vivemos as nossas vidas, o que foi agradável, e eles fizeram música incrível com os Museum Of Love, the Juan MacLean, e muitas outras coisas. Eu consegui fazer um monte de coisas divertidas e estúpidas que principalmente chatearam as pessoas que gostavam da banda porque, bem, torniquetes de metropolitano e um café não são LCD, basicamente.”

“De qualquer modo, ambos disseram “vamos fazer um disco de LCD”. Sabem, se eles não quiserem, o que eu presumira mais ou menos, então não há nada que seja LCD. Imaginem isto: eu a fazer um disco, a chamar-lhe LCD, e depois vocês vão ao concerto e só está lá um tipo a tocar bateria ali, ou outra pessoa a tocar teclados. É horroroso. Depois imaginem isto: faço um disco de “james murphy”, ou sei lá, um disco de “everteen”, ou qualquer outro nome inventado que me lembrar, e está o Pat a tocar bateria, e a Nancy. Talvez o Al não esteja muito ocupado com os Hot Chip e por isso vem tocar. Que merda é essa? Estas eram as nossas opções: 1. Fazer música com os teus amigos e chamar-lhe outra coisa qualquer, o que parece hilariante (everteen) ou tão egocêntrico que quase é sociopata (disco a solo de James Murphy). 2. Fazer música, mas EXCLUIR PROPOSITADAMENTE os teus amigos por causa dos horrores que constam da opção 1. 3. Fazer um disco de LCD com os teus amigos, que querem fazer esse disco, e lidar com as repercussões que houver juntos. 4. Não fazer música para evitar os horrores de tudo o que foi descrito acima. 5. Fazer música e tipo, escondê-la algures. Decidimo-nos, claramente, pela opção 3, e eu estava totalmente preparado para um certa quantidade de cenas “oh, esse tipo que vá à merda” da parte de quem já nos esqueceu, e na verdade recebi-as de braço abertos. É estranhamente estimulante ter pessoas que não fazem música a mandar-nos palpites pela internet. E sempre houve uma tendência de O.E.T.Q.V.A.M comigo (digo comigo e não connosco porque, sejamos honestos…ninguém odeia mais ninguém dos LCD, em parte porque é impossível odiá-los, e também porque têm a sabedoria de não dizer metade das asneiras), e não faz mal. estou bastante habituado a isso, e acho relativamente engraçado”.

“Mas na minha ingenuidade não contara com uma coisa: Há pessoas que não nos odeiam de todo, que na verdade se sentem muito ligados à banda, e que colocaram muito de si próprios no carinho que nos têm, que se sentem traídos por voltarmos a tocar. Pessoas que viajaram até, ou tentaram ir, ao concerto do Madison Square Garden, e que consideraram esse momento importante para si, e agora sentem que foi diminuído. Não tinha mesmo pensado nisso. Eu sei, é ridículo da minha parte. Vi alguns comentários online há uns dias de pessoas que se sentiam assim, e fui apanhado desprevenido, e fez-me sentir incrivelmente triste. Vi outras pessoas a responder com coisas tipo “ se era disso que gostavas, e não queres que voltem a tocar, talvez gostasses da banda pelas razões erradas”, e fez-me pensar. A verdade é que, embora entenda o que a pessoa que respondeu disse, concordo com a queixa original: se gostavam muito da nossa banda, e colocaram muito de vocês naquele momento (ou qualquer outra coisa sobre nós que tenham escolhido), e agora se sentem traídos, entendo isso perfeitamente. É o vosso direito, definir o que adoram acerca de uma banda, e é o vosso direito protestar contra as ações e palavras da banda como vos aprouver, porque francamente foram vocês que fizeram muito do trabalho para sustentar essa relação, e não a banda. Eu estava tão claramente à espera dos gritos cínicos de protesto, que não contei com as queixas sinceras. Nós sempre dissemos que nunca iriamos trair ninguém que gosta de nós, mas agora estamos aqui. Quando me foi dada a oportunidade de mais uma vez fazer música nova com as pessoas de quem gosto, e que deram grande parte das vidas para fazer esta coisa estranha juntos, e que queriam voltar a fazê-lo, agarrei-a. E ao fazê-lo, traí aqueles que se sentem traídos por esta ação. Não penso, de modo algum, que todas as pessoas que gostavam da nossa banda se sentem mal agora. Muitas pessoas que gostavam da nossa banda estão muito felizes, e a reação quase avassaladoramente positiva surpreendeu-nos imenso. Na noite passada sentei-me com o Al e a Nancy num bar italiano estranho e falámos de como era incrível que tantas pessoas estivessem felizes por nos ter de volta. Mas isso não diminui aqueles que se sentem feridos. A vocês, digo: lamento mesmo muito. A única coisa que podemos fazer agora é voltar para o estúdio e acabar este disco, e fazer com que seja tão bom como pudermos fazê-lo. Precisa de ser melhor do que qualquer coisa que tenhamos feito antes, para mim, porque não vai ter a ajuda de ser a primeira vez. E temos de tocar melhor do que alguma vez tocámos, francamente. Cada concerto tem de ser melhor do que o melhor concerto que já tenhamos dado para que as pessoas digam sequer “bem, foi bom. Quero dizer, não foi tão bom como costumavam ser. mas, foi bom.” Todos sabemos isso. O que é saudável para nós, porque significa que voltamos à guerra, como no início. Para nós sempre foi guerra, mas agora é connosco, na verdade. Talvez tenhamos uma hipótese de corrigir as coisas.

Noutras notícias mais pedantes: não vamos só tocar em coachella. Vamos tocar em toda a parte. Não vamos só fazer uma “reunion tour”. Vamos lançar um disco (algures este ano, na verdade ainda estamos a trabalhar nisso), por isso isto não é uma volta de honra, o que não nos interessaria grandemente. Isto é só o autocarro cheio de professores substitutos de volta do café com musica nova e o mesmo equipamento estranho, ou aquele que ainda nos resta ( é muito interessante voltar a comprar o mesmo equipamento, e nalguns casos comprar equipamento ÀS MESMAS PESSOAS a quem o vendemos),e andar por aí a tentar ser mais barulhentos do que todos os outros. Graças a deus que nunca fomos magros e jovens, ou pelo menos eu não fui. Isso acontece sempre com as bandas…não são gordos quando voltam, geralmente, só, sei lá, mais largos. Eu tive a sorte de começar esta banda quando já era um bocado gordo e velho, por isso não há aquela cena de “olha que NOVOS que eram!” para encontrar na internet. Quero dizer, éramos mais novos e tudo, mas não éramos novos, se me entendem.”

“Um último apontamento: obrigado a toda a gente que tem sido absurdamente simpático connosco ao longo dos últimos 14(!) anos. Se avançaram e já não gostam de nós, é óbvio que isso também não tem mal. Mas por favor, se alguma vez vos demos alguma alegria, encontrem algo novo e bom que vos surpreenda, e postem na nossa página de facebook com algo tipo “hey! Vão à merda!” isto é que é A SÉRIO!” para nós podermos ouvir coisas novas boas. Isso seria o melhor para todos nós.”

Robert Plant & The Sensational Space Shifters no NOS Alive ‘16

Robert Plant and The Sensational Space Shifters, mítico vocalista dos Led Zeppelin e considerado por muitos a maior voz de todos os tempos, é a nova confirmação do NOS Alive’16. O músico vai subir ao Palco NOS dia 7 de julho, para o qual também já estão confirmados The Chemical Brothers, Pixies, The 1975, Wolf Alice e John Grant. Um nome que dispensa apresentações, Robert Plant é responsável por ter influenciado artistas como Freddie Mercury, Kurt Cobain, Axl Rose, Jeff Buckley ou Jack White. Para além da longa carreira como frontman dos Led Zeppelin, Plant editou 10 álbuns de estúdio e trabalhou em conjunto com várias lendas da música, para além do ex-companheiro Jimmy Page, como Jeff Beck, Patty Griffin, Buddy Miller, Skip Spence, Phil Collins e Alison Krauss.

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(DR)

 

Em 2008 a revista norte-americana Rolling Stone destacou Robert Plant em 15.º na lista dos melhores 100 vocalistas de todos os tempos. Já em 2011 os leitores da mesma publicação nomearam Plant como o melhor vocalista da história. Ainda em 2009 foi nomeado pelos ouvintes da rádio britânica Planet Rock como a melhor voz do rock. Várias outras publicações, rádios e críticos de música em todo o mundo deram o mesmo destaque ao artista, que é hoje indiscutivelmente um dos mais importantes e influentes músicos de sempre.

 

Na longa lista de prémios, encontram-se os cinco gramofones que arrecadou na 51.ª gala dos Grammy, em 2009, com o disco “Raising Sand” feito em colaboração com Alison Krauss. A dupla foi a grande vencedora da noite. Robert Plan, uma lenda viva. Um concerto imperdível dia 7 de julho no Passeio Marítimo de Algés.

 

Nomes já anunciados:

Courtney Barnett, Father John Misty, Foals, Hot Chip, John Grant, José González, M83, Paus, Pixies, Radiohead, Robert Plant and The Sensational Space Shifters, Tame Impala, The 1975, The Chemical Brothers, Wolf Alice e Years & Years

Cidade de Ovar recebe a monarquia em dia de eleições…

Foi em ambiente de festa, como já é tradição na cidade de Ovar, que as chaves da cidade foram entregues ao casal real que terá a responsabilidade de “governar” o reino da folia durante 3 semanas.  A denominada “chegada do rei”, é realizada todos os anos em formato de parada carnavalesca com os intervenientes do Carnaval de Ovar a participar de forma (mais ou menos) organizada, mas trazendo sempre os ritmos festivos bem como a critica social à cidade. Os diversos grupos são convidados a participar com piadas e sátiras relativas a temas da atualidade. Num dia marcado pelas eleições presidências, grande parte das “piadas” recaíram sobre as mesmas e sobre os candidatos.

DSC_0339 (Cópia).jpg(c) 2016 Paulo Homem de Melo

 

João, “O Pão-de-Ló de Ovar” e D. Sofia, “A padroeira do Azulejo” foram assim entronizados ao final da tarde junto dos paços do concelho (Praça da República), após percorrerem as principais artérias da cidade de Ovar. A escolha do Rei e da Rainha do Carnaval de Ovar representa, como habitualmente, uma homenagem a cidadãos do concelho que se destacaram pelo seu envolvimento e contributo à comunidade e ao Carnaval ao longo dos anos. Nesta edição, recaiu sobre dois elementos de Escolas de Samba, como forma homenagear o nascimento do samba no Carnaval de Ovar, que remonta à década de 80. Os reis, por sua vez, entenderam homenagear dois ex-libris do concelho, o Pão-de-Ló de Ovar e o Azulejo.

DSC_0056 (Cópia).jpg(c) 2016 Paulo Homem de Melo

 

O Rei “vareiro” chama-se João Fernando, foi um dos fundadores da Escola de Samba Charanguinha em finais dos anos 80 do século XX. Natural de Taveiro, Coimbra, João Fernando reside em Ovar há 60 anos e há 60 anos que faz parte do Carnaval da cidade. Viveu os anos do afamado Carnaval Sujo, dos cortejos do Bairros e das tradições dos grandiosos bailes de Carnaval, tendo inclusivo feito parte de uma banda, enquanto baterista, animava os bailes do Café Progresso, conhecido na comunidade pelos seus bailes de Carnaval. João Fernando é ainda uma pessoa acarinhada por toda a comunidade carnavalesca e integra ainda outras tradições do concelho de Ovar, como o tradicional Cantar os Reis, sendo igualmente um dos fundadores da Troupe de Reis JOC LOC, uma tradição bastante enraizada no município vareiro.

 

Sofia Barbosa integra o Carnaval de Ovar há 27 anos, sendo um dos elementos da Escola de Samba Charanguinha. Madrinha de Bateria, Destaque e Passista foram alguns dos seus papéis nos enredos da Escola de Samba a que pertence, recordando que o seu melhor ano foi em 1992, quando tinha 15 anos. Curiosidade acerca de Sofia Barbosa, será a primeira rainha grávida da história do Carnaval de Ovar...
Mais fotografias brevemente aqui.

 

Reportagem e fotografias: Paulo Homem de Melo / Glam Magazine