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Glam Magazine

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As “Músicas do meu mundo” de Olavo Bilac (Reportagem)

As novas Aventuras de Olavo Bilac percorrem os sons da lusofonia com uma viagem pelos 4 cantos musicais da cultura portuguesa. Lançado em finais de 2013, este projeto do músico português, filho de cabo-verdianos nascido em Moçambique, e casado com uma Angolana regressa em 2016 aos palcos, como aconteceu na passada sexta feira, 15 de Janeiro de 2016, no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré (Ílhavo). Numa sala composta, por um público maioritariamente adulto, Olavo entra em palco ao som de uma jam session. Com alguma timidez e ao som de Copacabana traz as suas novas sonoridades junto do público.

olavo 1.jpgOs ritmos africanos, as mesclas de sons tropicais e o ritmo reggae dominam a primeira parte de um concerto onde o público rapidamente agarra no ambiente e entra na festa sonora que emana da música de Olavo Bilac. “Fala-me de amor”, um clássico dos Santos & pecadores surge no alinhamento com um sonoridade tropical, muito distante da versão original.

olavo 2.jpgOlavo Bilac fala deste seu projeto, da sua busca por novas roupagens e temas clássicos da lusofonia, e apresenta em palco um clássico de Rui Veloso, “Primeiro beijo” mesclado com uma morna de Cabo Verde. Já com uma sala em ritmo de dança, “Não voltarei a ser fiel”, mais um clássico dos Santos & Pecadores ecoa pela sala com sonoridade tropical.
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Olavo Bilac fala mais deste seu trabalho, de como algumas musicas Portuguesas serviram de inspiração para o projeto, desde o folclore ao fado, introduzindo no concerto o tema “Coimbra”. “Fruto proibido” em criolo surge no alinhamento de forma natural, dada a origem do músico. A viagem musical de Olavo segue para o Brasil onde recupera um clássico dos anos 80, “Lilás” de Djavan, trazendo uma vivacidade para a sala, contagiando os presentes. O final do concerto anunciava-se mas Olavo Bilac regressaria para um encore, onde de forma acústica e com sonoridade de morna de Cabo Verde, recupera o tema “Jardins proibidos” de Paulo Gonzo, deixando a sala completamente rendida.

olavo 4.jpgCom as habituais saudações dava como terminado o concerto, quando o público exige mais uma música. Olavo Bilac regressa ao palco e questiona o publico se querem mais uma e a resposta é unânime… Copacabana fecha o concerto da mesma forma que teve inicio.  Sem dúvida uma nova roupagem, uma nova vida para uma carreira de mais de 20 anos de Olavo Bilac.

 

Reportagem e Fotografias: Paulo Homem de Melo

84º Aniversário do Teatro Rivoli… HHY & The Macumbas

Os HHY & The Macumbas entram agora numa nova fase, após a estreia com o álbum "Throat Permission Cut". Preparam um novo disco previsto para este ano de 2016.

hhy.jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

HHY & The Macumbas é um ensemble do Porto que desde 2009 convoca no seu som a pulsação percussiva, numa máquina elétrica que usa as estratégias do Dub para desvendar o espectro sonoro e os ritmos da selva mental, combinando uma barragem de percussões, sub-graves e massas de sopros e de eco, através do sangue eléctrico da mesa de mistura..

 

Teatro Rivoli - Subpalco (Porto)

23 de Janeiro 2016 | 23.00h

Isaura \ Francis Dale de regresso aos palcos em 2016

“Há histórias que se escrevem lado-a-lado; sem se ver, sem se tocar. Isaura \ Francis Dale nasce para contar uma dessas histórias. Não são complementares, não são antagónicos, não são compensatórios, não são invertíveis, não são comparáveis, não são imiscíveis, não são fundíveis. Isaura \ Francis Dale são duas verdades singulares, duas perspectivas do mesmo espaço e do mesmo lugar. É o estar bem e o estar mal, é o gostar mas não compreender, é o querer mas não aceitar, é o precisar mas não consentir. Protagonizam uma história para nos lembrar de quantas vezes falamos sem nos conseguirmos verdadeiramente explicar; de quantas amizades se perdem na falta de harmonia e de quantos amores se apagam depois de lutar simplesmente porque se chegou ao fim.  Francis Dale tem sol, Isaura tem sombra; Francis Dale canta a força de ficar, Isaura o desalento de partir. Estão lado-a-lado sem se ver e sem se tocar; guardam as cores que trocaram.”

isaura.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Um espectáculo conjunto de “música electrónica tocada em tempo real”, onde as duas promessas da nova música portuguesa se deixam descobrir. O arranque da digressão em 2016 acontece já este sábado na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, com os temas dos últimos trabalhos de Isaura e Francis Dale, “Serendipity” e “square”, respectivamente.

 

Café Concerto - Casa das Artes (Famalicão)

23 de janeiro 2016 | 23.00h

Blind Zero ao vivo na Casa da Música dia 29 de Janeiro… 20 anos de "Trigger"

A 29 de Janeiro de 1994 realizou-se o primeiro ensaio dos Blind Zero e a partir dessa noite tudo mudou na vida de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Mário Benvindo. Ano e meio depois editaram o primeiro disco, “Trigger”, que foi aclamado pela crítica e rapidamente atingiu o galardão de Disco de Ouro, o primeiro para uma banda de rock a cantar em inglês.

blind.jpgRecognize”, “Big Brother” e “More Than Ever” são alguns dos temas que integram o álbum de estreia dos Blind Zero e que continuam a ser obrigatórios nos concertos da banda. E porque são muitos os motivos para festejar os 20 anos do “Trigger”, os Blind Zero apresentam um concerto especial na Casa da Música onde vão tocar na íntegra o primeiro disco.

 

Casa da Música – Sala 2 (Porto)

29 de Janeiro 2016 | 23.00h

"A rose is a rose is a rose" é o novo disco de Old Jerusalem

Depois de um período de interregno desde o último álbum homónimo editado em 2011, Old Jerusalem regressa às edições discográficas com “A rose is a rose is a rose”, o sexto trabalho de longa duração do projecto.

GLAM - Old Jerusalem.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Por contraponto ao anterior “Old Jerusalem” (PAD, 2011), integralmente composto e intepretado por Francisco Silva, “A rose is a rose is a rose” retoma a colaboração com outros músicos, destacando-se a este título o trabalho desenvolvido com Filipe Melo, responsável pelo piano e arranjos de cordas do álbum e um verdadeiro e empenhado cúmplice na delineação do rumo estético do trabalho. De facto, quase poderia afirmar-se que na sua génese as canções de “A rose is a rose is a rose” serviram como “pretexto” para esta colaboração, que começou a delinear-se logo no momento em que os dois músicos se conheceram, num concerto de homenagem a Bernardo Sassetti em Lisboa.

Juntando à prestação de fiéis colaboradores habituais (como o produtor Paulo Miranda e o baterista Pedro Oliveira) os contributos de músicos e técnicos que trabalham pela primeira vez em disco com o projecto (o já mencionado Filipe Melo no piano, Nelson Cascais no contrabaixo, as colaborações pontuais de Petra Pais e Luís Ferreira, dos Nobody’s Bizness, na voz e guitarras, respectivamente, o quarteto de cordas de Ana Pereira, Ana Filipa Serrão, Joana Cipriano e Ana Cláudia Serrão, bem como o trabalho de misturas de Nelson Carvalho e de gravação de Luís Candeias e João Ornelas), “A rose is a rose is a rose” apresenta uma versão de Old Jerusalem mais expansiva, ainda que sempre centrada na atenção às canções e à forma mais eficaz e agradável de as comunicar ao ouvinte.

A edição do disco esta agendada para 11 de Março de 2016

 

Concertos de lançamento:

2 Abril 2016 – Galeria Zé dos Bois (Lisboa)

8 Abril 2016 – Maus Hábitos (Porto)

16 Abril 2016 – Teatro Gil Vicente (Barcelos)

 

Gil do Carmo anuncia "A Uma Voz", o novo disco

É já a 12 de Fevereiro que Gil do Carmo apresenta o seu novo trabalho.

"A Uma Voz" é composto por 13 canções e conta com "O Teu Cheiro a Café Torrado" como cartão-de-visita. A canção fica imediatamente disponível para quem encomendar o disco no iTunes, cuja pré-venda arrancou hoje. Inteiramente escrito por si, este é o quarto trabalho da carreira do cantor, ao lado de músicos que o ajudaram a encontrar um espaço próprio, como Yami, António Serrano, João Frade ou José Manuel Neto.

picture1.jpgO brasileiro Ivan Lins descreve o álbum como o mais autêntico de todos os seus lançamentos, por ser "um disco totalmente acústico, utilizando instrumentos ligados à musica popular portuguesa, como violas acústicas, guitarra portuguesa, acordeão, e instrumentos de percussão. O que mais chama a atenção, após tão belas sonoridades e arranjos, é a forma como Gil e seu co-produtor e co-arranjador, o angolano Yami, construíram uma atmosfera sonora, que namora inúmeras tendências dos ritmos que se mesclaram através dos anos dentro do universo da musica portuguesa. O resultado, a serviço de composições simples e belos textos, só prova o amadurecimento de Gil como compositor e ideólogo de seus projetos".

Nascido numa família para quem a música foi raiz e, mais do que uma profissão, um modo de ser, Gil do Carmo tirou o que mais podia das suas experiências e aprendizagens. Aos 19 anos mudou-se para os Estados Unidos e estudou em duas importantes escolas de música em Los Angeles e Boston.

Em 1995 regressa a Lisboa e, a partir daí, os seus talentos de compositor, letrista e cantor levam-no a editar “Mil Histórias”, “Nus Teus Olhos” e, em 2008, “Sisal”, um álbum que conta com o apoio de nomes como Bernardo Sassetti, Sara Tavares, Rão Kyao ou a Sinfonietta de Lisboa. Foi também proprietário do Speakeasy em grande parte deste período. Oito anos depois, Gil do Carmo volta a focar-se na música a cem por cento, com um disco que é quase como uma impressão digital do seu autor. "A Uma Voz" tem as janelas abertas, uma vista desafogada sobre Lisboa e um claro olhar posto no mundo.

“O fado em nós” de Pedro Moutinho editado a 26 de fevereiro

Este novo trabalho de Pedro Moutinho chama-nos a um fado que em cada um, a nosso modo se descobre, se desvenda e se cumpre. Primeiro, nas melodias tradicionais, que trazem o eco de tantos que as cantaram e tocaram, as emoções de quem as ouviu, os espaços diversos onde aconteceram. É NÓS em título e em muitas dimensões. E único, de um modo a que não somos alheios. É Pedro Moutinho. Que magistralmente nos leva a todos nesta viagem, vestida com o tempo da gente que o fado é.

capapedro_mini.jpgGravado no coração das memórias fadistas, o Museu do Fado, fora da convencionalidade dos estúdios, tem esse sabor especial do fado ao vivo, com todos nós virtualmente a assistir. Traz o ritual que se cumpre em simultâneo, onde uma guitarra, uma viola e um baixo de excepção, respiram com a voz, adensam o toque quando a sentem mordaz ou audaz, gingam acentuando a ironia ou o convite ao baile da vida, ou tremem, quando depois de um antecipado silencio, ela se revela desgarradamente só.

 

Traz um pedido: Leva-me contigo. A todos, mas em especial àqueles para quem o fado não é uma pertença óbvia. Um pedido do fado a lembrar que ele sempre se encantou com outras ambiências musicais, que se alimenta de diferentes experiencias de vida, com sentidos despertos para tudo o que acontece em nós e no mundo. E traz um recado: Vem ao baile, chamando a própria vida a cumprir-se.

 

“O fado em nós” é isto. Vem cá de dentro. É Pedro Moutinho inspirado, maduro, eco de histórias do fado feitas nossas, quando nos sentimos delas. Em NÓS estão evocações de uma Hermínia Silva ou de um Carlos Ramos. Estão poetas de sempre, como Fernando Pessoa ou Alexandre O'Neill e, as actualíssimas Manuela de Freitas, Amélia Muge ou Mª do Rosário Pedreira. Pedro Moutinho faz aos temas tradicionais, aquilo que a família faz, quando nos transmite as suas características: o olhar da avó, o sorriso do tio, as mãos do pai. Reforça nessas semelhanças o que somos e o que temos de único e contemporâneo. Põe o fado ao espelho como nos põe a nós. Remete-nos para quem somos. Renova-se e renova-nos. Moderniza os nossos sentidos ao escutá-lo. Pedro Moutinho regressou. Ouvi-lo é descobri-lo em nós. É como sermos mais uma corda tensa de guitarra, vibrando, ficando a soar por dentro. Aqui e sempre. Um clássico

 

Músicos:

José Manuel Neto – Guitarra portuguesa

Carlos Manuel Proença – Viola

Daniel Pinto – Viola baixo

 

“Amplitude"... Danças Ocultas com novo disco

Com sete trabalhos discográficos editados e uma das mais prestigiadas carreiras internacionais, 20 anos depois de editarem o primeiro disco, os Danças Ocultas preparam-se para apresentar no mercado nacional um novo trabalho.

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Amplitude” é editado a 12 de Fevereiro e regista dois espectáculos que juntaram o quarteto formado por Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel à Orquestra Filarmonia das Beiras em Maio de 2015 em duas das mais importantes salas do país: a Sala Suggia da Casa da Música, no Porto e o Grande Auditório do CCB, em Lisboa. Estes concertos contam com a participação de convidados especiais, que representam o lado mais nobre do espírito de aventura do colectivo e muito contribuíram para contagiar a magia musical às plateias repletas das duas salas: Carminho, Dead Combo e Rodrigo Leão.

O primeiro avanço deste trabalho intitula-se “Dança II” e é um dos temas que mais identifica as Danças Ocultas. "Uma melodia alegre por cima do sopro ritmado dos foles ilustra a abordagem urbana e contemporânea que fazemos da tradição".

 

Caelum's Edge lançam "Enigma" pela Sony Music

Caelum's Edge são uma banda Rock do Barreiro que venceu a primeira edição do concurso EDP Live Bands e promete em 2016 ter muita energia para espalhar pelo mundo. O novo disco "Enigma" será lançado pela Sony Music Portugal a 29 de Janeiro e o single “O Jogo” já está a rodar nas rádios nacionais. 

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Uma parte da história da música e do rock português foi forjada na margem sul e os Caelum´s Edge aos poucos vão conquistando o seu lugar. Em 2012, lançaram o seu primeiro EP "New World",conquistaram o 2º lugar a nível nacional do Hard Rock Rising Competition 2013 e já pisaram grandes palcos nacionais como o Nos Alive 2013 e 2014, Hard Club e Rock no Rio Sado.

Os Caelum’s Edge apresentam o seu primeiro disco "Enigma", um disco com canções em português e inglês e definem o seu próprio caminho musical como Space Rock. Fruto de um intenso e apaixonante trabalho, Enigma é um álbum mais maduro, com vista a um público mais vasto. Entoa melodias épicas e encorpadas, mostrando uma faceta emocional com canções que versam sobre viagens interiores, relações humanas e saudade, um tema tão português. A banda é composta por Pedro Correia (voz e guitarra), Diogo Costa (guitarra e teclado), José Ganchinho (baixo) e Diogo Lopes (bateria).

A apresentação ao vivo está agendada para 11 de Fevereiro no Popular Alvalade, o mítico ponto de encontro em Lisboa com dedo de músicos. A entrada é gratuita.

José Camilo & Seus Cúmplices no Popular Alvalade

Depois de ter lançado com o apoio da Antena 3, no final do ano passado, o single “Sangram os Dias”, tema que serve de avanço para o disco que sairá já este ano e com o titulo de “Obra Camiliana”, José Camilo propõe-se agora a mostrar algumas das canções desse novo disco pela 1ª vez num concerto no próximo dia 22 de Janeiro, no Popular Alvalade às 22.30h.

00.jpgSerá a primeira vez que essas canções serão mostradas ao público e, para tal, José Camilo contará com o apoio da sua nova banda de suporte, Os Cúmplices.

Os Cúmplices com Tomás Borralho na Bateria, Luis Pereira na guitarra, Cláudia Correia nas teclas e Pedro Sousa no baixo, são os músicos que têm a responsabilidade de passar as canções escritas e gravadas em disco por José Camilo para um espectáculo ao vivo. A julgar pelo novo tema “Sangram os dias”, prevê-se um espectáculo pautado por um rock mais agressivo do que o do seu trabalho anterior, mas também haverá espaço para canções do seu primeiro disco “24 Horas no Subúrbio”.

 

Depois do concerto a festa continua com Rock em Stock, um tributo ao Rock Português.

 

Popular Alvalade (Lisboa)

22 de Janeiro 2016 | 22.30h

 

Jazz ao Centro Clube (JACC)… O Jazz é Fixe!

O Jazz ao Centro Clube (JACC) é uma associação cultural dedicada à promoção da cultura musical. A componente pedagógica da atividade do JACC desde o início se evidenciou em iniciativas como o Portugal Jazz – Festival Itinerante de Jazz, através do qual se procurou promover a criação nacional em todos os municípios portugueses, num claro esforço de descentralização da oferta cultural. Esta iniciativa, e outras, precursoras na mediação do JACC entre os artistas e o público, consolidou-se através da criação, em Janeiro de 2015, do Serviço Educativo do Jazz ao Centro Clube (SE JACC).

o jazz é fixe_crédito JOÃO DUARTE.jpg(c) João Duarte

 

Crentes nas palavras do maestro Daniel Barenboim, de que a música nos ensina que está tudo ligado, é a partir do Salão Brazil, sede do JACC e o seu espaço de programação, que o SE JACC procura intervir e criar uma convivência e ocupação efetiva do espaço urbano que habita, através da colaboração com as instituições culturais e sociais da cidade e do apelo à participação ativa dos seus habitantes, em especial dos seus vizinhos. Estar ligado a tudo é estar atento, desperto e pré-disposto a relacionar, a saber valorizar, a catalisar… Entendendo a mediação e a criação enquanto domínios em permanente contacto, é do Serviço Educativo que surge a primeira criação própria do JACC: o espetáculo musical O Jazz é Fixe!

Se através desta proposta o JACC se aproxima do desejo de criar momentos lúdicos de aprendizagem, é no valor social da música, enquanto expressão artística capaz de criar laços e sentidos comuns, unir emoção e conhecimento e desfazer preconceitos, que assentam propostas como o Chá das 5, projeto comunitário desenvolvido em parceria com o Atlas, que procura envolver a população idosa da Baixa e Alta de Coimbra ou a oficina Coexistir – a liberdade de sermos muitos. O contágio e o diálogo que o JACC deseja receber e manter das e com as mais diversas expressões artísticas e áreas do conhecimento ganham uma primeira expressão através de dois projetos que iniciam este trimestre: Das palavras nascem sons dos sons nascem ideias e Entre Sons, este em parceria com o Exploratório – Centro de Ciência Viva de Coimbra e as Lojas do Saber, iniciativa que cruza a música e a ciência numa Orquestra de pequenos a graúdos improvisadores.

 

O Jazz é Fixe!

Espetáculo Musical….

 

Fantoches, instrumentos, danças, blues e valsas, desde Django Reinhardt a Charlie Parker: assim se descobre que o Jazz é fixe! Um trio composto por Álvaro Rosso (contrabaixo), Vânia Couto (voz e guitarra) e João Mortágua (saxofone) apresentam um espetáculo lúdico-pedagógico sobre o Jazz: a sua história, como se constrói, como se improvisa, como se pode cantar e sentir a música. Neste espetáculo o público não se limita a assistir: um blues que se aprende a cantar e a improvisar, uma bateria feita de sacos de plástico, um saxofone que se toca com os pés, os dedos estalam e os corpos dançam até ao swing! Trata-se da estreia da primeira produção própria do Serviço Educativo do JACC: um espetáculo musical dirigido especialmente a um público mais jovem, através do qual se procura sensibilizar as crianças e jovens, mas também a família e os professores - e criar a oportunidade de contacto com os sons e a história do JAZZ. Apela-se, através desta iniciativa, para o respeito pelas várias culturas como valor fundamental, através de uma expressão artística desde sempre ligada a contextos de experimentação, criatividade e liberdade.

Conceção e execução: Álvaro Rosso (Contrabaixo), João Mortágua (Saxofone), Vânia Couto (Guitarra e Voz)

 

Salão Brazil (Coimbra)

24 Janeiro 2016 / 21 Fevereiro 2016 / 20 Março 2016 | 11.00h ás12.00h

 

"Cão" o single estreia dos Barbante...

Barbante... Um quarteto de rock português com sangue na guelra nascido no Outuno de 2013. Tocado com alma e cantado com raiva os temas amarram-nos através das harmonias, dos solos que falam ao ouvido e das vozes que ecoam histórias de um passado presente. Composto por guitarras, rajão, baixo e um telefone. Barbante é um desenrolar eléctrico de uma sonoridade arrojada em distorções e com(tradições).

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Cão” é o primeiro single a ser lançado oficialmente pela banda, tema este que fará parte do primeiro trabalho discográfico com lançamento previsto para 2016 sob o formato de um EP.

A banda encontra-se sediada em Lisboa e desde que iniciou a sua actividade tem tido a oportunidade de actuar em alguns locais de renome tais como MusicBox, Teatro do Bairro, Sabotage Club, República da Música passando também pela Casa do Povo de Ovar ou até mesmo pelo Festival Fica na Cidade no Funchal, entre outros. Assim como o “Toca a Todos” evento de solidariedade promovido pela RTP e Antena 3.
A banda é constituida por André Goes (Baixo e Voz), André Rosado (Guitarra Solo), Paulo André Ferreira (Bateria e Vozes) e Pedro Sousa (Guitarra, Rajão e Voz)
O Single esta disponivel aqui

“Stay Strong” é o novo single de Mimicat

Depois da edição do álbum de estreia “For you”, pela Sony Music a 20 de Outubro 2014, de onde saíram os singles “Tell Me Why”, “Savior” e “Marry Me”, Mimicat lança agora o novo single “Stay Strong”, um tema da sua autoria que já se encontra disponível digitalmente.

Mimicat - capa single 'Stay Strong' - MIMICAT.jpgA cantora e compositora inicia a digressão de 2016 já no próximo dia 22 de Janeiro, no Teatro-Cine em Torres Vedras, passando depois por Águeda a 11 de Março (Teatro Cine) e Porto (Plano B) no dia seguinte. A digressão passa por Coimbra (TAGV) a 8 de Abril e a 8 em Portalegre (CAE), chegando a Lisboa (B. Leza) no dia 13 de Abril e em Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes) a 14 de Maio.

“For you”, o primeiro registo de originais da cantora e compositora inclui vários temas envolventes, apaixonantes e contagiantes, abrilhantados pela grande voz de Mimicat, e também contou com a participação especial de Tatanka (The Black Mamba), numa versão do tema “Tell Me Why”

Tame Impala regressam a Portugal… ao NOS Alive’16

Os Tame Impala, banda liderada por Kevin Parker e constituídos por Cam Avery, Julien Barbagello, Dominic Simper e Jay Watson, são a mais nova confirmação do NOS Alive’16. A banda australiana regressa assim a Portugal e sobe ao Palco NOS dia 8 de julho com os três discos de sucesso que lhe valeu o gigante reconhecimento mundial por parte do público e da crítica.

tame impala.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

O primeiro disco “Innerspeaker”, editado em 2010, foi a prova consistente do sucesso que se adivinhava. Em 2012 os Tame Impala consolidam-se definitivamente como uma das mais incontornáveis bandas da atualidade com o lançamento do segundo registo de originais, “Lonerism”. Em 2015 a banda brinda os fãs com o aclamado “Currents” e com uma passagem pelo Festival Vodafone Paredes de Coura, não deixando margem para dúvidas quanto à capacidade de continuarem a inovar e surpreender.

Perante o óbvio sucesso os australianos de Perth passam a fazer parte da lista das maiores bandas da atualidade. Três discos de sucesso, várias nomeações e prémios conquistados, destaque nas maiores publicações mundiais como NME, The Guardian, Rolling Stones, Uncut, MOJO, foram muitos dos feitos conseguidos. Em 2016 os Tame Impala encontram-se nomeados para um Grammy, na categoria “Best Alternative Music Album”.

Os vencedores serão revelados dia 15 de fevereiro.

Deolinda… novo álbum “Outras Histórias” é editado a 19 de Fevereiro

Chama-se "Outras Histórias" o novo trabalho dos Deolinda. O 4.º álbum de estúdio da banda, sucessor de "Mundo Pequenino" (2013), tem edição prevista para 19 de fevereiro. O primeiro single dele retirado, "Corzinha de Verão" chega à rádio amanhã, 20 de janeiro, dia em que é editado em todas as plataformas digitais. "Mundo Pequenino" rendeu à banda mais um disco de platina, mais um Globo de Ouro, um Prémio José Afonso, bem como mais algumas voltas ao Mundo, confirmando assim a importância do trabalho dos Deolinda para a música portuguesa.

picture.jpgO seu novo trabalho, "Outras Histórias", registado em co-produção com João Bessa, traça alguns caminhos que ainda não haviam sido explorados no repertório e estilo da banda. Para provar que "Outras Histórias" está mesmo repleto de outras histórias, a banda desafiou um leque surpreendente de convidados a enriquecer o repertório, com evidente destaque para a participação de Manel Cruz, que aparece em dueto com Ana Bacalhau, no tema "Desavindos" e de Riot (Buraka Som Sistema), numa inesperada colaboração em "A Velha e o DJ". A Orquestra Sinfonietta de Lisboa, conduzida pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo, com os arranjos para cordas escritos por Filipe Melo, é outra das presenças no disco.

deo.jpgO tempo é um conceito subjectivo. Aos Deolinda estes últimos três anos passaram a correr, mergulhados nos muitos concertos e projectos que tiveram. Para os fãs, três anos já foi tempo demais.