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Glam Magazine

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"Soma"... o novo EP de Azul-Revolto

Depois de em “Ouija” nos ter brindado com quatro temas que privilegiavam a introspecção (não só do autor, mas também do ouvinte), o novíssimo “Soma” é um exercício de esplendor rítmico que encerra uma fisicalidade quase palpável. Sobejamente inspirado pelo house e pelo garage mais selvagem, “Soma” foi pensado para a entrega e a recompensa do corpo: sem medo de ser duro quando deve ser duro, e a apontar clara e indubitavelmente à pista de dança.

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Soma”, o segundo EP de azul-revolto, foi editado em formato digital pela ZigurArtists a 16 de janeiro e numa edição limitada em vinil de 12’’.


"Soma pode ter muitos significados. O mais antigo, dos gregos, diz-nos que sôma significa corpo. Tratava-se, no entanto, de uma ideia particular de corpo, entendido na sua pura condição material e carnal, como se, de forma dualista, fosse possível abstraí-lo da mente.
O que azul-revolto nos propõe neste disco é diferente. A dimensão física é irrecusável em sucessivos apelos, quase reflexivos, ao movimento e à dança mecânica dos corpos. Mas estes já não são corpos separados da sua consciência. Em Soma, os baixos, as batidas quebradas, as cadências progressivas, tudo isso está lá ao serviço, não apenas do corpo, mas da mente e dos seus devaneios. Divaga-se por estas três faixas com a convicção de que nos podemos projectar livremente em cada um dos universos que nos são propostos, apesar das turbulências, das hesitações e do nevoeiro que ameaça turvar-nos o caminho. Entretanto, ainda não sabemos se já chegámos. Sabemos, porém, que estamos a formar um lugar onde podemos habitar. SOMA é, também, esse lugar. Um lugar onde, no fim, o nevoeiro se dissipa sempre e, entre os seus vestígios, percebemos que qualquer outra coisa começa a raiar."

(Manuel Bogalheiro  a.k.a. Mr. Herbert Quain)

A Festa de Anos de O Salgado....

Uma festa de anos que é um festival?
Um festival que é uma festa de anos?
Nunca ninguém percebeu muito bem. No entanto, já vai com três edições, sempre esgotadas, e tem juntado todos os anos mais de 1000 pessoas para a celebração.

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Este ano, acontece dia 30 de Janeiro no sítio que sempre conheceu: o emblemático Maus Hábitos, no Porto. As portas abrem às 21.30h e nunca ninguém sabe quando encerram; pelo meio, há mais de duas dezenas de concertos, Djsets, instalações e exposições espalhados pelos 3 palcos e pelo espaço.

 

Palco O Salgado
Concertos
22h30 - Osso vaidoso
23h30 - Equations
00h30 - Plus Ultra
01h30 - Holy Nothing
DJsets
02h30 - Sensible Soccers
03h30 - Fabulosa Marquise
04h30 - I-gore (GHETTHOVEN)
05h30 - BENT

Palco Wav.
Concertos
22h00 - Clementine
22h45 - Ghost Hunt
23h45 - The Sunflowers
00h30 - Evols
01h30 - Cave Story
DJsets
02h30 - Sérgio Hydalgo
03h30 - Nuno Dias + André Gomes
04h30 - La FLAMA Blanca

Palco Stockhausen
Concertos
22h00 - Digitópia Casa da Música
23h00 - Pedro Tudela
00h00 - Landforms
01h00 - LAmA
Performance
02h00 - Parental Advisory Of A Mind Decay por Flavio Leihan
DJset
02h30 - Tanzwerk

Escadas
Instalação: Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação por Berru

Mupi Gallery
Exposição: "O Salgado Faz anos...FEST!" por André Covas

 

Maus Hábitos (Porto)

30 de Janeiro 2016

Jacco Gardner promete viagem alucinante no Café Concerto com "Hypnophobia"

No próximo sábado, 23 de janeiro, a partir da meia-noite, Jacco Gardner apresenta no palco do Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, o seu mais recente trabalho. “Hypnophobia” traduz com brilhantismo a peculiaridade de Gardner que aqui opera num elevado estado de consciência para levar a audiência ao olho do furacão, onde tudo serena com a tempestade em volta. Jacco Gardner batiza o seu mais recente trabalho de “Hypnophobia” numa alusão ao medo de dormir e dos pesadelos que o sono carrega. Com este trabalho, Gardner lança um majestoso e vibrante feitiço psicadélico que vai hipnotizar o público levando-o ao limite, onde a realidade e o sonho se encontram.

Jacco Gardner_cr+®ditos Shawn Brackbill.jpeg(c) Shawn Brackbill

 

“O título Hypnophobia surgiu quando estava prestes a adormecer, mas parte do meu cérebro não conseguia desligar”, explica Gardner. “Sempre tive dificuldade em desligar-me da realidade, apesar de preferir o mundo dos meus sonhos… Hypnophobia vem de um lugar onde os medos, a escuridão e a criatividade colidem, como um assustador sonho lúcido. Temer a perda de controlo, definitivamente, tem um papel importante aqui.” Mas calma porque se há coisa que não se perde aqui é o controlo. Gardner atua de forma meticulosa e nenhum som integra este trabalho por mero acaso. Nota-se a cada acorde a exaustão implícita no processo criativo.

 

Capturando um verdadeiro sentido exploratório, “Hypnophobia” combina a paixão de Gardner pelas viagens com o encanto pela sonoridade de instrumentos vintage. Mas é importante que não confundamos Gardner com o revivalismo retro. Ele é um aficionado das novas tecnologias, às quais recorre para criar os universos paralelos que nos oferece a cada concerto. “É maravilhoso viver neste tempo em que podemos ver o passado tão claramente, através da Internet e de todos os diferentes media. Com o passado a revisitar constantemente o presente, temos o luxo de fazer exatamente o que quisermos com ele e moldar o futuro", explica o músico. Com “Hypnophobia” espera-nos uma exibição estonteante de luxúria instrumental, psicadelismo puro que rasga o ar e letras magistrais que, no seu todo, nos libertam a imaginação até ao tutano de uma infância já longínqua. Desde que revelou o seu “Cabinet of Curiosities”, em 2013, críticos e fãs foram arrastados para o reino fantástico de Jacco Gardner. Depois de tocar pelo mundo fora com vários projetos, Gardner afinou e refrescou a sua sonoridade inebriante com uma meticulosa precisão que culmina neste trabalho.

 

Café Concerto - Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

23 de Janeiro 2016 | 00.00h

 

Às voltas com Carmen Miranda no Carnaval... e os Real Combo

Quem conhece Carmen Miranda?

Toda a gente conhece Carmen Miranda.

Nem que sejam duas ou três músicas, das cerca de 300 gravadas pela cantora mais internacional alguma vez nascida em Portugal.

Levada ainda bebé de uma aldeia junto a Marco de Canaveses, Carmen foi para o Rio de Janeiro, cresceu brasileira e nunca voltou à terra onde nasceu. Apesar disso nós, portugueses, podemos estabelecer uma ligação cultural e afectiva a partir das suas origens: o quotidiano familiar cheio de memórias; a primeira música que cantarolou aos cinco anos, um fado que lhe ensinou a irmã mais velha; o contexto do Rio no início do século XX, com uma enorme população de imigrantes portugueses; a presença de Dona

Maria, a mãe, ao longo da vida. Tudo isto deixou marcas na personalidade de Carmen.

GLAM - Real Combo (1).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

De Várzea de Ovelha a Hollywood, com longa escala carioca, ela cresceu com o samba e a malandragem da Lapa, subiu na fama internacional até ao topo, mas nunca desistiu do passaporte português.

Quase 60 anos depois da sua morte, o legado de Carmen Miranda continua ausente da música feita em Portugal. É essa falha que o Real Combo Lisbonense vem colmatar, com um espectáculo e um disco totalmente novos que atravessam quase três décadas de história musical, através de uma selecção de sambas, marchinhas e outros ritmos tropicais.

 

Teatro Municipal (Vila do Conde)
6 de Fevereiro 2016 | 21.30h

As Músicas perdidas do Daniel João...

A Gentle Records está prestes a editar o primeiro trabalho de Daniel João, um jovem lisboeta que, juntamente com as suas músicas perdidas, nos enviou esta carta de apresentação:

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"Olá, o meu nome é Daniel Carlos João mas o meu nome artístico é apenas Daniel João. Decidi gravar um disco sozinho porque estava aborrecido. Estou a aprender a tocar guitarra, mas não consigo seguir as tabs que encontro na net. Portanto a solução mais fácil foi mesmo tentar escrever as minhas próprias canções. Também queria aprender a gravar música sozinho, em casa, ser uma coisa totalmente minha, mas todos os tutoriais que encontrei requeriam uma certa experiência que eu ainda não tenho, mas com mais algumas brincadeiras talvez consiga lá chegar. Este disco é dedicado aos meus amigos e a todos os que têm o coração partido."

 

O disco foi editado hoje e esta disponivel aqui

 

Caetano Veloso e Gilberto Gil lançam "Dois Amigos, Um Século de Música"

Os vencedores de prémios Grammy® Caetano Veloso e Gilberto Gil anunciaram o lançamento do seu mais recente projecto, “Dois Amigos, Um Século de Música”, agendado para dia 22 de Janeiro. Este encontro histórico é não só uma pérola da história da música brasileira, como transcende uma amizade de uma vida, sendo também uma comemoração dos 50 anos de carreira de ambos os artistas que quebraram barreiras culturais, sociais e políticas através da música, à escala global.

A digressão de Dois Amigos, Um Século de Música começou em Amesterdão a 25 de Junho, passou por Portugal, no Festival EDP CoolJazz a dia 31 de Julho. Desde então, realizaram-se 44 espectáculos esgotados em 21 países, 35 cidades e para uma audiência superior a 135 mil fãs no mundo inteiro.

46112369.jpg Este registo único e de impecável gosto musical será lançado no formado de 2 CD + 1 DVD. Este formato inclui o concerto na íntegra com 28 canções, incluindo “Nine Out Of Ten” em inglês,“Tres Palabras” e “Tonada de Luna Llena” em castelhano, “Come Prima” em italiano e um novo tema inédito “As Camélias do Quilombo do Leblon”. Para além disso, os fãs também vão poder desfrutar dos seus maiores êxitos como “Coração Vagabundo”, “Desde que o Samba é Samba", "Expresso 2222" “Esotérico", "Drão" e muitos outros.

 

O nível de intimidade presente entre as vozes e guitarras de Caetano e Gil é tal que parece ir além das décadas de amizade que os une, com início nos anos 60 em Salvador, na Baía. Muitas coisas foram experimentadas em parceria desde esses dias. Os concertos históricos no Teatro Vila Velha, as actuações em festivais de música, a chegada ao Rio de Janeiro e São Paulo, a prisão, o exílio em Londres. O facto é que a forma como olham um para o outro e a forma como cantam os versos, revelam nitidamente as inúmeras alegrias, tristezas, acordos, desacordos e músicas que estes dois artistas partilharam nas suas vidas. O espectáculo foi realizado por ambos os artistas, a engenharia de som esteve a cargo dos seus filhos, Moreno Veloso e Bem Gil. O cenário foi criado por Hélio Eichbauer e o DVD foi realizado por Fernando Young, Henrique Alqualo e Pedro Secchin, produzido por UNS Produções, Gege Produções e Multishow.

 

Tanto Caetano Veloso como Gilberto Gil desempenharam um papel fundamental no processo de modernização constante da música popular brasileira. Participam neste universo há 50 anos e desenvolveram umas das carreiras mais relevantes e consagradas como cantores, compositores, escritores e guitarristas. A importância de Caetano e Gil para a cultura do seu país remonta aos anos 60, quando ambos criaram o Tropicalismo – o movimento Tropicália. Radicalmente inovador no panorama musical, o movimento assimilou a cultura pop aos géneros musicais brasileiros, sendo extremamente crítico do ponto de vista político e moral. O tropicalismo acabou por ser reprimido pelo regime autoritário. Gil e Caetano foram presos e exilados.

 

Gil lança álbuns no estrangeiro desde 1978, o ano após a sua actuação de êxito no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça. Todos os anos, o artista faz digressões pela Europa, América do Norte, América Latina e Japão com a sua música pop contagiante cantada em português do Brasil. Com 52 álbuns editados, Gilberto Gil já vendeu 12 discos de ouro, 5 álbuns de platina, 7 prémios Grammy e vendeu mais de 4 milhões de discos. Com 49 álbuns editados, Caetano tem um legado musical de 400 canções e mais de 2 mil temas gravados, para além de 2 prémios Grammy e 10 Grammys latinos.

Pelo seu empenho criativo inflexível para mostrar ao mundo o corpo e alma da música brasileira, ambos os artistas foram homenageados por várias entidades e personalidades, tendo também recebido muitos prémios no Brasil e no estrangeiro

“Blackbird – The Beatles album” é o novo disco de Milos Karadaglic

Depois de embelezar multidões com o seu virtuousismo e técnica à guitarra, Milos Karadaglic apresenta o seu novo disco que promete conquistar novos fãs.

78.jpgBlackbird – The Beatles album” é o novo disco onde Milos reinterpreta vários temas da banda de Liverpool. À semelhança dos The Beatles, o guitarrista optou por gravar este novo trabalho nos estúdios de Abbey Road com artistas de vários quadrantes musicais como Tori Amos, Anoushka Shankar, Gregory Porter entre outros.

Temas como “Blackbird”, “Come together”, “While my guitar gently weeps” e “Eleanor Rigby” entre outros estão presentes neste novo album, que Milos Karadaglic reescreveu para a sua guitarra.

Rogério Charraz & Os Irrevogáveis

Rogério Charraz apresenta-se no Fórum Municipal Romeu Correia (Almada), no próximo dia 23. Sobe ao palco do Auditório Fernando Lopes acompanhado pelos Irrevogáveis Paulo Loureiro (teclas), Jaume Pradas (bateria) e Carlos Lopes (acordeão). O espectáculo inicia-se às 21h30.

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Para além dos temas de "Espelho" e de "A Chave", o musico revela que irá tocar músicas novas, antecipando em palco canções do próximo trabalho discográfico, com edição prevista para a próxima Primavera, e que nas próximas semanas começará a chegar às rádios.

 

Fórum Municipal Romeu Correia (Almada)

23 de Janeiro de 2016 | 21.30h

Novo Single de Xinobi com muito “Charm”

"Charm", o novo single de Xinobi, é mel dançável.

A balada, retirada ao seu primeiro álbum, "1975", tem a participação de Bráulio Amado na voz. Relata o amor e a desavença entre duas pessoas.

Xinobi-Charm.jpgNo videoclip de "Charm", temos Xinobi como voyeur, a contemplar uma relação desequilibrada, que se evapora para a ambiguidade do onírico e para um delírio onde encontram a harmonia desejada. Xinobi é um dos nomes confirmados para o dia 5 de Março na 1ª edição do Lisboa Dance Festival.

 

“Não nos deixeis cair em tradição”… o disco dos Sampladélicos

“Não nos deixeis cair em tradição”, não é obviamente um disco, um cd, é muito mais que isso, é uma obra. Um documento para o futuro, uma posição ética e política, uma encenação construída com os conceitos individuais do que é tradição, ou património, ou mesmo música.

9988.jpgSomos educados para dar nome às coisas e para honrar e aceitar muitos conceitos, sem os interrogar, em quase tudo, na arte, na gastronomia, aquilo a que chamamos muitas vezes de senso comum, está muito presente na nossa sociedade. Os Sampladélicos são só dois, Tiago Pereira e Sílvio Rosado. Não tocam baixo, guitarra e bateria, não criam com sons provenientes de "Softwares" para compor música, criam com coisas vivas, com pessoas, com sons orgânicos, muitos com tendência a desaparecer.

O que fazem são colagens vivas das paisagens sonoras de um país: um búzio na ilha do Pico, um tear em Guimarães, uma viola de arame na Madeira, um amolador no Alentejo, bombos das fanfarras dos Bombeiros, mulheres a dançar fandango e adufeiras, poetas populares, polifonia do Minho e de Lafões, Cante Alentejano e cavaquinhos de Braga, conversas sobre o sistema nacional de saúde e bênção de ovelhas na serra da Estrela. Cada uma das faixas é um mundo próprio, uma criação do possível, uma ficção científica da possibilidade de poder haver sons organizados, a que podemos chamar de música, assim, cheios de cor, de vida, nunca respeitando um tempo certo ou uma métrica, pois é trabalho feito por humanos com máquinas a partir de sons de humanos, é sempre imperfeito, mas extremamente complexo.

É também um sonho, uma hipótese, a de podermos dançar e fruir com as memórias, as memórias da infância, das aldeias, das avós, disso a que chamamos memória colectiva de uma região, de um país. E é sobretudo fazer perguntas, interrogar, espicaçar, nunca nos deixar cair em tradição.

Não nos deixeis cair em tradição” está disponível para download gratuito em nosdiscos.pt, a partir de hoje, 18 de Janeiro.

Os Cheers Leaders apresentam "The Wizard Spell"

Os Cheers Leaders vão apresentar "The Wizard Spell", o disco de estreia da banda, já no próximo dia 21 Janeiro (Quinta-Feira), no MusicBox em Lisboa. O concerto conta ainda com a participação dos New Mecânica.

777.jpgBalanceado em tons de Rock e Metal, o disco de estreia contém 12 temas originais que a banda pretende levar para a estrada e apresentar em espetáculos intensos. O grupo apresenta-se em palco com uma sonoridade muito própria, com forte carisma e personalidade que pode ser comprovada já na próxima quinta-feira.

Os Cheers Leaders formaram-se no início do ano de 2015.

 

Musicbox (Lisboa)

21 de Janeiro 2016 | 22.30h

“Strange and Dirty Blues” novo single de Billy Lobster

O segundo single de Billy Lobster já tem data de apresentação.

Dia 18 Fevereiro, o projeto One Man Band Billy Lobster lança “Strange and Dirty Blues”.

9999.jpgFoi à um ano atrás que o músico nacional de origem Moldava editou o seu primeiro single. Durante o ano de 2015 apresentou-se ao público com passagens por locais tão diversos como o Hard Rock Cafe (Lisboa), Sabotage Club (Lisboa), O Meu Mercedes Bar (Porto) entre muitos outros em Portugal.

Strange and Dirty Blues” é o primeiro tema de um conjunto de 9 gravados no Menos Um Studios e que constituem o alinhamento do primeiro álbum de Billy Lobster, "Boogie on The Fly", a editar no verão de 2016.

 

 

Lá Fora… na Culturgest

Duas mulheres guardam uma luz no sótão. Podemos ver essa luz de fora e saber que Elas estão lá dentro, a olhar cá para fora. “Lá Fora...” nasce da vontade de subir a esse lugar, de encontrar a memória coletiva onde pais e filhos partilham um ambiente criativo.

lafora@2x.png(c) Nuno Figueira

 

“Lá Fora...” teve como ponto de partida alguma da dinâmica da obra de Shel Silverstein, poeta, compositor, músico, cartoonista e autor americano de livros para crianças. A performance cria um espaço lúdico e sonoro que incita o público a imaginar o impossível, demonstrando assim a importância de ver o mundo de outros ângulos e o potencial que cada um tem de criar. “Lá Fora...” é um sítio onde aprendemos e descobrimos tudo pela primeira vez, às vezes tropeçamos e caímos e encontramos a diversão de nos levantarmos e cair e levantar outra vez.

 

Interpretação e criação: Crista Alfaiate e Carla Galvão

Música baseada em: Forró Bé Beri Bé, de Camarão; Les Rois Fainéants, de André Bourvil; Lagoa, de Hermeto Pascoal; Mwana Talitambula, Tulô, Tulô, cancioneiro da comunidade judaica do Uganda; poema sem título de Lucinda Atalaya Espaço cénico, adereços e figurinos Marco Fonseca Desenho de luz Nuno Figueira

Fotografia: Filipe Ferreira e Nuno Figueira

Produção executiva e difusão: Stage One – Produção e Agenciamento

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor e Teatro Meridional

Apoio: João Pires (Metropolitana), Eira, Máquina Agradável, Fernando Mota, Pedro Lima, Inês Pereira e Pedro Filipe Marques

 

Culturgest – Pequeno Auditório (Lisboa)

23 e 24 de Janeiro 2016 

Diana krall regressa a Portugal com dois concertos em julho de 2016

A multigalardoada cantora jazz Diana Krall vai passar mais uma vez por Portugal com dois concertos já agendados, dia 22 de julho no Campo Pequeno e dia 23 de julho no Pavilhão Multiusos de Gondomar. A cantora traz na bagagem mais de 20 anos de carreira e 14 álbuns editados, que lhe garantiram o reconhecimento mundial como uma das mais influentes pianistas, cantoras e compositoras de jazz da atualidade.

Diana Krall.jpgDiana Krall é a única cantora de jazz a ter registado a entrada direta de oito álbuns no TOP da reconhecida tabela “Billboard Jazz Albums chart”. Até à data os seus discos já conquistaram cinco Grammy, oito Juno Awards, nove discos de ouro, três de platina e sete multi-platina. Desde 1993 já vendeu mais de 15 milhões de álbuns em todo o mundo.

Com uma longa história de digressões mundiais, Diana Krall já atuou ao lado de nomes como k.d. lang, Tony Bennett, Ray Charles e Elvis Costello. Em 2012 a artista foi convidada de Paul McCartney a fazer parte do seu disco “Kisses on the Bottom”. O talento único de Diana Krall promete arrebatar mais uma vez os fãs com dois concertos intimistas.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

22 de Julho de 2016 | 21.30h

 

Pavilhão Multiusos de Gondomar

23 de Julho de 2016 | 21.30h