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Glam Magazine

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Há Fado no Cais… José Manuel Neto

José Manuel Neto nasceu em Lisboa em 1972.

Filho da fadista Deolinda Maria, cresceu em ambiente propício ao desenvolvimento do seu talento, tendo como referências os maiores nomes do universo fadista, como Carvalhinho, José Nunes, Jaime Santos e Fontes Rocha. Desenvolveu um estilo próprio marcado pela fluidez, versatilidade e simplicidade frásica que caracteriza a melhor música popular.

José-Manuel-Neto1.jpgA excelência do seu trabalho é unanimemente reconhecida, não somente no acompanhamento de grandes fadistas, como Carlos do Carmo, Camané, Mariza, Ana Moura, Aldina Duarte, Cristina Branco ou Mísia, mas também na forma como interpreta a sua própria música nos seus concertos a solo, como acontecerá no CCB

 

José Manuel Neto: Guitarra Portuguesa

Carlos Manuel Proença: Viola

Daniel Pinto: Baixo

 

Convidados:

Rão Kyao: Flauta

Ricardo Ribeiro: Voz

António Rocha: Voz

 

Centro Cultural de Belém // Grande Auditório (Lisboa)

22 Janeiro 2016 | 21.00h

Luís Franco-Bastos apresenta novo espectáculo… "Voz da razão"

Depois do enorme sucesso da sua anterior digressão “Roubo de Identidade”, Luís Franco-Bastos regressa à estrada com novo espectáculo a solo: “Voz da Razão”.

Image1.jpgO novo material que Luís Franco-Bastos apresenta baseia-se numa nova perspectiva sobre o mundo, numa nova fase da sua vida, agora que atingiu a maturidade tanto pessoal como artística. Os comediantes dão a conhecer a pessoa que são através do seu material e o Luís Franco-Bastos que apresenta este espectáculo não é a mesma pessoa que apresentou os seus espectáculos anteriores

Passou por novas experiências, chegou a novas conclusões e a sua visão da política, do futebol, da sociedade, da música ou das relações entre homens e mulheres, é mais complexa e crítica. A esquizofrenia vocal e as personagens que sempre o caracterizaram continuam presentes mas, através da voz dos outros, Luís Franco-Bastos exprime a sua própria. De todas as vozes que vivem na sua cabeça, passou a dar ouvidos principalmente a uma: a “Voz da Razão”.

 

Digressão "Voz da Razão":

6 de Fevereiro 2016 - CAE São Mamede (Guimarães)

20 de Fevereiro 2016 - Casino da Figueira (Figueira da Foz)

31 de Março 2016 - Coliseu (Porto)

9 de Abril 2016 - TEMPO, Teatro Municipal de Portimão

29 de Abril 2016 - Coliseu dos Recreios (Lisboa)

 

12 de Maio 2016 - Cine Teatro de Estarreja

13 de Maio 2016 - Cine-Teatro S.Pedro (Abrantes)

 

Years & Years e James Bay lideram nomeações para os Brit Awards 2016

Já foram revelados os nomeados deste ano para os Brit Awards, os mais importantes prémios entregues pela indústria discográfica britânica, sendo que o grupo Years & Years e o cantautor James Bay estão entre os artistas mais nomeados deste ano, concorrendo em quatro categorias cada um. Este ano os Brit Awards prepararam algumas surpresas nas nomeações, tendo nomeado Amy Winehouse (que morreu em 2011) na categoria de Melhor Artista Feminina Britânica, graças ao documentário e respetiva banda sonora que foram lançados no ano passado. Além de Winehouse, está também nomeada nesta categoria Florence + The Machine, que ainda concorre ao prémio de Álbum Britânico do Ano Mastercard (com "How Big How Blue How Beautiful").

static1.jpgOutra das surpresas é a nomeação dos Eagles of Death Metal para Melhor Grupo Internacional, à luz dos recentes acontecimentos trágicos que tiveram lugar em Paris. O grupo norte-americano concorre ao lado dos U2 nesta categoria. Entre os mais nomeados estão os Years & Years e James Bay. Os primeiros concorrem aos prémios de Melhor Grupo Britânico, Artista Revelação Britânico, Melhor Single Britânico e Vídeo do Ano (os últimos dois pela canção "King"). Já James Bay está nomeado para Melhor Artista Masculino Britânico, Álbum Britânico do Ano Mastercard (com "Chaos and the Calm"), Artista Revelação Britânico e Melhor Single Britânico (com "Hold Back the River").

Nesta última categoria estão ainda nomeados Ellie Goulding (com "Love Me Like You Do") e Philip George (com "Wish You Were Mine"). Já para o prémio de Vídeo do Ano, além dos Years & Years, encontram-se também entre os nomeados Sam Smith (com "Writing’s On the Wall", que já recebeu um Globo de Ouro e está nomeada para um Óscar), Jessie J (com "Flashlight") e Naughty Boy feat. Beyoncé and Arrow Benjamin com "Runnin' (Love It All)".

Nas categorias internacionais Justin Bieber volta a ser nomeado, agora para Melhor Artista Masculino Internacional, ao lado do também canadiano The Weeknd e dos rappers Drake e Kendrick Lamar. Já na categoria de Melhor Artista Feminina Internacional encontram-se, entre outras, as cantoras Lana Del Rey e Ariana Grande.

Os vencedores serão conhecidos a 24 de fevereiro, numa cerimónia a ter lugar na O2 Arena, em Londres, onde vão atuar alguns dos nomeados, entre eles James Bay, Justin Bieber e The Weeknd.

“RED / BLACK” o novo single de Alex FX

Foi hoje lançado hoje “RED / BLACK”, o single de avanço ao novo álbum de originais “Echomental 1”, de Alex FX. Este tema, parte integrante do EP homónimo, conta com remisturas de Tiago Fragateiro, Ka§par, Mr. Herbert Quain, 16Tons e Alex FX, a sair em breve numa edição conjunta Sister Ray / Echomental.

Alex FX 4.jpgDezanove anos após o lançamento de “Underdub" (1997), esta é a hora do regresso de Alex FX, um dos mais importantes pioneiros da electrónica em Portugal. “RED / BLACK" é o tão esperado single de apresentação do novíssimo "Echomental", álbum que recolhe as experiências e a visão de Alex FX, cruzando as suas máquinas, técnica e conhecimentos com convidados em vários pontos do mundo. Com uma letra escrita pela britânica Kellie Andrews e vivendo na vocalização da americana Rhianna Faye, "RED / BLACK", transforma-se numa experiência intensa, obsessiva e profunda, situando-se entre o som próprio do produtor/músico, captando e capturando a densidade de um filme para a mente, realizado para os sentidos do ouvinte.

Este não é um regresso ao passado, é um novo começo, onde as pistas para o futuro se abrem a cada nova audição.

Rocky Marsiano’s – “Meu Kamba Live”

O novo projecto de Rocky Marsiano regressa a casa.

Meu Kamba” renascido “Live” com formação revista e aumentada recupera grandes clássicos de Cabo Verde, Angola e Moçambique. “Meu Kamba Live" é portanto a pista de dança perfeita entre o semba e o funaná, com uma perninha de timbira e batidas orelhudas. Para celebrar dia 21 de Janeiro de 2016 no BLeza em Lisboa, cidade-porto de todas as sonoridades de raíz lusófona.

“Meu Kamba”, enquanto disco, nasce da colaboração entre Rocky Marsiano e a sua exploração da coleção discográfica de Rui Miguel Abreu, que seleccionou vários álbuns de paises luso- africanos. Estabelecido o ponto de partida, a travessia pelas sonoridades africanas resultou numa viagem pelos grandes clássicos, celebrada pela mais apurada arte de servir: a mão de um dos mais importantes produtores e DJ do nosso tempo. Como bem descreveu o jornal "Público": “O resultado final é excitante. Surpreendente pela simplicidade, pela leveza e pela eficácia, com ritmos, harmonias ou vozes resgatadas a mornas, coladeras ou funanás, recriadas por entre técnicas do hip-hop, elementos rítmicos dancehall, propriedades jazzisticas ou componentes disco ou afro-beat.”

Image2.jpgMeu Kamba Live” é o passo que se segue, o salto para o palco. É a reconciliação do passado, o presente do século XXI e apontamento de pistas para o futuro. A celebração pura da tradição renascida com nova roupagem. A estreia ao vivo deu-se no Lux em Setembro de 2015, com outra passagem pelo Vodafone Mexefest em Novembro de 2015.

 

Rocky Marsiano não dispensa apresentações. A sua arte é tão vasta e completa que convém situarmo-nos. Veterano produtor nacional, um dos principais impulsionadores da arte da fusão de música de cariz eletrónica com o jazz em Portugal. Foi também fundador da Loop:Recordings, e da Bloop; reside actualmente em Amesterdão. Quando criou o projecto Rocky Marsiano, o jazz foi a primeira paixão deste produtor, que no entanto foi sabendo contruir uma discografia onde se aproximou de outras latitudes, da soul à imensa música do Brasil.

Em 2015, dez anos após a estreia com o grande marco na sua carreira “The Pyramid Sessions”, baralhou e voltou a dar. Vasculhou justamente a memória musical das ex-colónias africanas e recuperou, na sua linguagem própria, revestida de batidas com um balanço contemporâneo, clássicos de Cabo Verde, Angola e Moçambique. Nasceu “Meu Kamba”, a pista de dança perfeita entre o semba e o funaná, com uma perninha de timbira e beats/batidas orelhudos/as.

Com esta nova linguagem foi o único artista português seleccionado para o cartaz oficial do WOMEX 2015 em Budapeste.

2016 é o ano de “Meu Kamba Live” em versão revista e aumentada..

 

B.Leeza (Lisboa)

21 de Janeiro 2016 | 23.00h

UHF… Digressão 'O Melhor de 300 Canções" no Cineteatro D. João V

Saiu a 30 de Outubro a colectânea de carreira dos UHFO Melhor de 300 Canções”, um repertório que começa em 1979 com “Jorge Morreu”, e segue até 2015 com o inédito “Soube Sempre Que Eras Tu”.

uhfamadora.jpgSão 35 sucessos de carreira e dois inéditos que revelam gravações originais, regravações de clássicos, takes ao vivo e canções nunca antes editadas no formato digital. Este duplo CD mostra dois universos do som dos UHF: “O Rock” e “O Roll”.

Puseste o Diabo Em Mim”, original de 1984 agora regravado, é já um vídeo de sucesso na plataforma Youtube, com realização de Zé Pinheiro. Em 2016, o espectáculo “O Melhor de 300 Canções” retrata ao vivo os sucessos de uma carreira.

 

Cineteatro D. João V (Amadora)

23 de Janeiro 2016 | 21.30h

Marta Chasqueira apresenta espectáculos de flamenco e fado

No final deste mês, a coreógrafa e bailarina portuguesa Marta Chasqueira faz a estreia absoluta do seu novo espectáculo de flamenco “Sola” e repõe “Identidade F”, em que junta esta arte da Andaluzia ao nosso fado. Ambos os espectáculos são apresentados no Auditório Fernando Lopes Graça, em Almada: “Sola” no dia 30 de Janeiro, às 21h30, e “Identidade F” no dia 31, às 17h00.

0297.jpg(DR)

 

Uma das maiores divulgadoras do flamenco em Portugal, Marta Chasqueira dedica “Sola” ao flamenco tradicional, espectáculo em que é acompanhada ao vivo por Laura Castro (voz), Carlos Mil-Homens (percussão), Juantxin Osaba (guitarra). Mas, apesar desta arte centenária nascida no sul de Espanha ser a sua paixão mais antiga, foi através dela que venceu o galardão de Melhor Coreógrafa de Danças do Mundo atribuído nos Portugal DanceAwards, em 2009, e foi por ela que fundou a sua própria escola de flamenco, na Academia Artist, Marta Chasqueira não esquece as suas origens e, arrojadamente, mistura o baile flamenco e a música de fado em “Identidade F”. Neste espectáculo, Marta será acompanhada pelos fadistas Sara Correia, Diana Vilarinho e Miguel Ramos, André Santos na viola de fado e Bruno Mira na guitarra portuguesa.

Identidade_F-04.jpgDurante os meses de Fevereiro e Março, “Identidade F” estará em digressão com espectáculos no Teatro-Cine de Pombal, dia 27 de Fevereiro, às 21h30 (com Marta a ser acompanhada por Diana Vilarinho, Miguel Ramos e Henrique Leitão na voz, João Silva na viola de fado e Henrique Leitão na guitarra portuguesa), no Cine-Teatro de Sobral de Monte Agraço, dia 5 de Março, às 21h30 (com Joana Melo, Diana Vilarinho e Miguel Ramos na voz, André Santos na viola de fado e Bruno Mira na guitarra portuguesa) e no Cine-Teatro de Torres Vedras, dia 30 de Março, às 14h00 (com Diana Vilarinho, Miguel Ramos e Henrique Leitão na voz, João Silva na viola de fado e Henrique Leitão na guitarra portuguesa).

Ivan Lins recebe Grammy pelo seu mais recente disco "América Brasil"

Ivan Lins é um nome que dispensa apresentações. É o artista brasileiro vivo mais gravado no mundo e aos 70 anos, e com 45 de carreira, continua a “dar-nos música”. Ivan Lins é um artista que atravessa gerações, zonas geográficas e esferas musicais. Detentor de vários Grammy, recebeu o mais recente prémio da Academia Latina em novembro último com o disco "América Brasil" (2015) na categoria de Melhor Álbum de MPB.

ivan_lins_x-434836.jpgÉ cantor, músico e o compositor vivo brasileiro mais gravado no mundo. Sarah Vaughan, Quincy Jones, George Benson, Ella Fitzgerald, Carmen McRae, Barbara Streisand, Diana Krall, Michael Bublé, são apenas alguns dos nomes com os quais o percurso artístico de Ivan já se cruzou. O compositor brasileiro lançou 40 discos, muitos deles de grande repercussão. Canções como “Madalena”, “Lembra de Mim”, “E Isso Acontece”, “Quem Saberia Perder” ou “Vieste” fizeram parte da banda sonora de grandes telenovelas brasileiras e algumas delas foram inclusivamente temas de abertura como “Confins” ou “Jamais te Esquecerei”.

Com espectáculos em diversos formatos, Ivan apresenta-se agora com Leonardo Amuedo, um dos grandes nomes da guitarra do jazz. O teclado de Ivan junta-se à guitarra de Leonardo para “brincar” com as melodias e harmonias do compositor. Juntos fazem do repertório de sucessos do Ivan um espectáculo inédito e muito sofisticado musicalmente. Improvisos e solos criam o inesperado e fazem as músicas conhecidas por todos parecerem, de certa forma, inéditas. O concerto deste duo com Ivan Lins e Leonardo Amuedo é especialmente rico em improvisos e solos, que resultam em momentos de rara beleza.

Leonardo Amuedo, uruguaio que viveu muitos anos na Holanda, é considerado um dos grandes nomes da guitarra no jazz, que se tem apresentado com nomes consagrados como Stevie Wonder, Maria Schneider, Vince Mendoza e a Metropole Orquesta e já trabalha com Ivan há mais de 10 anos.

22º Super Bock Super Rock | Kwabs

A aposta em artistas emergentes do panorama nacional e internacional, dando-os a conhecer ao público, sempre foi uma aposta do Super Bock Super Rock. Um deles, que agora se confirma em estreia em Portugal, é Kwabs

0000.jpg(DR)

 

De nome próprio Kwabena Adjepong, Kwabs é um inglês de origens ganesas. Com uma infância difícil, solitária e sempre protegido pela estrutura social do estado, o músico traz para as suas canções a história da sua vida, transformando cada melodia num desabafo intimista, emocionante e viciante. Depois de 3 EP lançados em 2014, editou no ano passado, o LP “Love + War”, com temas incríveis como “Cheating On Me”, o estrondoso “Walk” com mais de 90 Milhões de visualizações no Youtube ou o mais experimental “Perfect Ruin”.

ara comprovar no Super Bock Super Rock de 2016, dia 15 de julho, no palco EDP

“Ha!” de Bouchra Ouizguen (84º Aniversário do Teatro Rivoli)

Mas qual alegria?

De génio ou de sabedoria?

Ordinária ou sanguinária?

Alienadora ou libertadora?

Amorosa ou desesperada?

Delirante ou insana?

evento_img568db28414816.jpg© Hervé Véronèse - Centre Pompidou

 

Se, na Europa, os loucos são sempre encarados como “doentes”, este não é o caso na cultura árabe, onde os mesmos têm um lugar na sociedade. As palavras para descrevê-los são numerosos como são os remédios que passam através da música, dança e rituais místicos, como o transe ou xamanismo. A peça evoca uma variedade de tradições. Prosseguindo o processo que levou ao sucesso de “Madame Plaza” (2011), Bouchra partiu em viagem por Marrocos, estudando diferentes regiões e formas de expressão. A inspiração para a sua linguagem, trabalho de corpo e sonoro é apreendida através das pessoas que conhece, nas montanhas, no deserto, em escolas ou em bares: aquelas que nos assustam e que nos repelem; aquelas que são estranhas a todos e até a si mesmas; aquelas cujo silêncio nos perturba; aquelas cujas vozes revelam seres fracturados; aquelas cujos corpos se dobram para revelar uma alma fraca ou um coração magoado; aquelas que, pela intensidade da sua presença, denunciam uma vida vivida contra corrente.

 

Bouchra Ouizguen é uma coreógrafa marroquina que nasceu em Ouarzazate em 1980. Vive e trabalha em Marraquexe, onde se tornou um dos principais nomes da cena coreográfica local após 1998. Autodidata e bailarina desde os 16 anos, criou as suas primeiras peças experimentais influnenciada pelo cinema, o silêncio, a literatura, a luz, a música e a morte. Fundou a associação Anania em 2002 com Taoufiq Izeddiou e Said Ait Elmoumen, antes de fundar a sua Compagnie O em 2010. Colabora regularmente com artistas reconhecidos como Mathilde Monnier, Bernardo Montet, Boris Charmatz e Abdellah Taia. Em 2010, recebeu o prémio de revelação coreográfica da Sociedade de Autores e Compositores Dramáticos e o prémio do Sindicato da Crítica de Teatro, Música e Dança pelo espetáculo “Madame Plaza”, onde partilhava o palco com três intérpretes sobre a tradição dos Aitas.

 

Teatro Rivoli (Porto)

23 de janeiro 2016 | 21.30h

 

Rhodes atua este sábado no Coliseu em Lisboa

O músico britânico Rhodes atuará este sábado (16 de Janeiro) no Coliseu dos Recreios, na primeira parte do concerto de Hozier.

Wishes_Cvr - RHODES.jpgWishes”, o novo de Rhodes, chega às lojas em formato físico hoje, 15 de Janeiro. Este é um trabalho muito pessoal, onde o cantor e compositor retrata partes da sua vida e da sua jornada até à data. Para além do mais recente singls “Close Your Eyes”, este trabalho inclui ainda uma colaboração com a cantora e compositora Birdy no tema “Let it All Go”, escrito e produzido pela própria.