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Glam Magazine

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Noiserv em especialíssimo filme-concerto em homenagem a Hayao Miyazaki

Aproveitando o pretexto do aniversário redondo de Miyazaki, o gnration dedica fim-de-semana ao “Walt Disney japonês”. As celebrações arrancam já amanhã incluirão a projeção de mais de 8 filmes do realizador nipónico e um especialíssimo filme-concerto encomendado ao músico português Noiserv.

la-et-mn-hayao-miyazaki-honorary-oscar-governors-aHayao Miyazaki fez 75 anos no passado 5 de janeiro. O mestre do cinema de animação nipónico, construiu uma carreira sólida e contribuiu para o diluir de fronteiras entre os filmes analógicos e os filmes de animação, que sob a sua direcção são verdadeiras obras-primas da 7ª Arte. Habitualmente, apresenta personagens femininas fortes e independentes, trata temas ecológicos e pacifistas, aborda as questões de equilíbrio entre a Natureza e a Tecnologia, e repudia a guerra e a violência.

As suas narrativas são ricas e bem estruturadas, vertiginosas e imaginativas, e o bem triunfa sempre sobre o mal, veiculando nesse processo valores ético-morais basilares na educação e formação do seu público primeiro, as crianças e adolescentes, e famílias. Por tudo isto, aproveitando o pretexto do aniversário redondo de Miyazaki, o gnration resolveu dedicar este fim-de-semana ao “Walt Disney japonês”. As celebrações incluirão a projeção de mais de 8 filmes do realizador nipónico e um especialíssimo filme-concerto encomendado ao músico português Noiserv, que irá musicar uma obra de Miyazaki em duas sessões: sábado, já esgotado, e domingo, restando já pouquíssimos bilhetes

 

Programa:

Sexta 15 Janeiro

10:00 – O Castelo Andante – Galeria gnration

14:30 – O Porquinho Voador – Galeria gnration

16:30 – Kiki, A Aprendiz de Feiticeira – Galeria gnration

22:00 – As Asas do Vento – Blackbox Todo o dia – Conan – Sala Serviço Educativo

Sábado 16 Janeiro

10:00 – A Princesa Mononoke – Galeria gnration

14:30 – O Castelo no Céu – Galeria gnration

16:45 – A Viagem de Chihiro – Galeria gnration

18:45 – Nausicaã do Vale do Vento – Galeria gnration

22:30 – Filme-concerto Noiserv – Blackbox (esgotado)

 

Data Extra:

Domingo 17 janeiro

17:00 Todo o dia – Conan – Serviço Educativo

Cachupa Psicadélica & Convidados no Musicbox

Nasceu Cabo-Verdiano, na cidade do Mindelo. Foi criança nos anos oitenta, apaixonou-se pelo rock de Seattle na adolescência num Mindelo de “rockeiros latinos”. E um dia, sem se dar conta, acabou nas Caldas da Rainha. Alguns projectos musicais pelo meio e alguns anos depois, encontra-se aqui na encruzilhada da sua Cachupa Psicadélica: música para fazer fotossíntese, música das entranhas do seu Cabo-Verde, nação cultural.

cachupa.jpg(DR)

 

Chegou às lojas digitais e plataformas de streaming em Novembro o primeiro disco de Cachupa Psicadélica. Chama-se “Último Caboverdiano Triste” e inclui, entre outros temas, “Amor d’1 Laranjeira”, tema que fez parte dos Novos Talentos FNAC 2014, e ainda o tema de avanço “3/4 de Bô”, cujo vídeo foi realizado por Basil da Cunha. Depois de passagens por festivais como o Vodafone Mexefest e o RBMA Boiler Room, e antes de partir numa digressão onde fará as primeiras partes da banda Paus, a Cachupa Psicadélica irá rodear-se de convidados especiais para uma noite única no Musicbox Lisboa.

 

Musicbox (Lisboa)

16 de Janeiro 2016 | 23.30h

“Deixem o Pimba em paz” com a Orquestra Filarmonia das Beiras

A pouco mais de um mês da data daquele que promete ser um dos acontecimentos musicais do início do ano, é imperioso relembrar os que andam mais distraídos: quando uma ideia resulta em concertos esgotados, público rendido, um disco editado, Coliseus ao rubro, há qualquer coisa que se passa e o melhor é descobri-la ao vivo, agora ao lado da fantástica Orquestra Filarmonia das Beiras.

GLAM - Pimba 1.jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

No dia 13 de Fevereiro "Deixem o Pimba em Paz" sobe ao palco do mítico Coliseu Porto com a participação da Orquestra Filarmonia das Beiras, inserido no Festival Montepio Às Vezes o Amor.

 

Coliseu (Porto)

13 de Fevereiro 2016 I 22.00h

emmy Curl continua digressão de “Navia” em 2016

Semeado no Outono, “Navia”, o álbum de estreia de emmy Curl, continua a dar frutos. Nas próximas semanas, a cantora e compositora que Trás-os-Montes viu nascer como Catarina Miranda, apresenta ao vivo as canções sonhadoras que caracterizam o seu reportório, materializando também em palco o universo que as inspira.

GLAM - Emmy Curl (3).jpg(C) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Sempre próxima da natureza e dos mais profundos sentimentos, emmy Curl saltita entre o inglês e o português, idioma que brilha em “Volto na Primavera”, o tema destacado pela imprensa nacional, incluído pela BLITZ na lista de melhores canções de 2015, e internacional, com o site norte-americano Tiny Mixtapes a aplaudir a sua magia. No final de 2015, “Navia” foi também considerado um dos 30 melhores discos portugueses pela BLITZ e o segundo melhor pela Glam Magazine.

Esta e outras canções marcam presença nas atuações que emmy Curl já tem agendadas: a 16 de Janeiro, toca a solo na FNAC do Norte Shopping e dia 22, leva o cenário caprichado de “Navia” ao intimista Salão Brazil, em Coimbra. Já em Fevereiro, visita a FNAC de Santa Catarina no dia 13 e o Festival Sons de Vez, dia 26. emmy Curl rege-se sempre pela estrela das canções tão delicadas como poderosas e marcantes, a solo ou com a sua banda. Ao vivo esta magia é reforçada, conhecendo-se um porto de abrigo seguro na nova música portuguesa.

Nomeados aos Oscars 2016

Já são conhecidos os candidatos aos Oscars 2016. Aqui fica a lista completa de nomeações:

oscar-759.jpg

 

Melhor Filme

  • Bridge of Spies ("A Ponte dos Espiões")

 

  • Brooklyn

 

  • Mad Max: Fury Road

 

  • Room

 

  • Spotlight

 

  • The Big Short

 

  • The Martian

 

  • The Revenant

 

Actor Principal

  • Bryan Cranston (“Trumbo”)
  • Eddie Redmayne (“The Danish Girl”)
  • Leonardo DiCaprio (“The Revenant”)
  • Matt Damon (“The Martian”)
  • Michael Fassbender (“Steve Jobs”)

 

Actor Secundário

  • Christian Bale (“The Big Short”)
  • Mark Rufallo (“Spotlight”)
  • Mark Rylance (“Bridge of Spies”)
  • Sylvester Stallone (“Creed”)
  • Tom Hardy (“The Revenant”)

 

Actriz Principal

  • Brie Larson (“Room”)
  • Cate Blanchett (“Carol”)
  • Charlotte Rampling (“45 Years”)
  • Jennifer Lawrence (“Joy”)
  • Saoirse Ronan (“Brooklyn”)

 

Actriz Secundária

  • Alicia Vikander (“The Danish Girl”)
  • Jennifer Jason Leigh (“The Hateful Eight”)
  • Kate Winslet (“Steve Jobs”)
  • Rachel McAdams (“Spotlight”)
  • Rooney Mara (“Carol”)

 

Filme de Animação

  • Anomalisa
  • O Menino e o Mundo
  • Inside Out
  • Shaun the Sheep Movie
  • When Marnie Was There

 

Fotografia

  • Carol
  • Mad Max: Fury Road
  • Sicario
  • The Hateful Eight
  • The Revenant

 

Guarda-roupa

  • Carol
  • Cinderella
  • Mad Max: Fury Road
  • The Danish Girl
  • The Revenant

 

Realização

  • Mad Max: Fury Road
  • Room
  • Spotlight
  • The Big Short
  • The Revenant

 

Documentário

  • Amy

 

  • Cartel Land

 

  • The Look of Silence

 

  • What Happened, Miss Simone?

 

  • Winter on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom

 

 

Curta-metragem Documental

  • A Girl in the River: The Price of Forgiveness
  • Body Team 12
  • Chau, Beyong the Lines
  • Claude Landmann: Spectres of the Shoah
  • Last Day of Freedom

 

Edição

  • Mad Max: Fury Road
  • Spotlight
  • Star Wars: The Force Awakens
  • The Big Short
  • The Revenant

 

Filme Estrangeiro

  • A War
  • Embrace of the Serpent
  • Mustang
  • Son of Saul
  • Theeb

 

Caracterização

  • Mad Max: Fury Road
  • The 100-Year-Old Man Who Climbed Out The Window And Disappeared
  • The Revenant

 

Canção Original

  • “Earned It” – The Weeknd ("Fifty Shades of Grey")

 

  • “Manta Ray” – J.Ralph & Antony ("Racing Extinction")

 

  • “Simple Song #3” – Jumi Su ("Youth")
  • “Til It Happens To You” – Lady Gaga ("The Hunting")

 

  • “Writings On The Wall” – Sam Smith ("007 Spectre")

 

 

Banda Sonora Original

  • Bridge of Spies
  • Carol
  • Sicario
  • Star Wars: The Force Awakens

 

  • The Hateful Eight

 

Design de Produção

  • Bridge of Spies
  • Mad Max: Fury Road
  • The Danish Girl
  • The Martian
  • The Revenant

 

Curta-metragem de animação

  • Bear Story
  • Prologue
  • Sanjay’s Super Team
  • We Can’t Live Without Cosmos
  • World of Tomorrow

 

Curta-metragem

  • Ave Maria
  • Day One
  • Everything Will Be Okay
  • Shok
  • Shutterer

 

Edição de Som

  • Mad Max: Fury Road
  • Sicario
  • Star Wars: The Force Awakens
  • The Martian
  • The Revenant

 

Mistura de Som

  • Bridge of Spies
  • Mad Max: Fury Road
  • Star Wars: The Force Awakens
  • The Martian
  • The Revenant

 

Efeitos Visuais

  • Ex Machina
  • Mad Max: Fury Road
  • Star Wars: The Force Awakens
  • The Martian
  • The Revenant

 

Argumento Adaptado

  • Brooklyn
  • Carol
  • Room
  • The Big Short
  • The Martian

 

Argumento Original

  • Bridge of Spies
  • Ex Machina
  • Inside Out
  • Spotlight
  • Straight Outta Compton

 

A cerimónia está marcada para 28 de Fevereiro 2016

Sia… novo album “This is acting” é editado a 29 de Janeiro

Depois do enorme sucesso de “1000 Forms of Fear”, de onde saíram os êxitos “Chandelier” e “Elastic Heart”, a cantora, compositora, produtora Sia está de regresso com o novo álbum “This is acting”, com edição agendada para 29 de Janeiro 2016.

SIA - This is Acting - capa sem sticker - SIA.jpgQuem efectuar a pré compra de “This is Acting” no iTunes, receberá automaticamente o single “Alive” (composto por Sia, Adele e Tobias Jesso Jr e produzido por Jesse Shatkin) e os temas “Bird Set Free”, “One Million Bullets”, “Cheap Thrills” e “Reaper” (co-escrito e co-produzido por Kanye West). O novo registo foi escrito e produzido pela própria Sia (produção executiva), que contou com a colaboração na escrita de temas e na produção de grandes nomes Adele, Kanye West ou Jack Antonoff, Tobias Jesso, Jr, Greg Kurstin (colaborador e produtor de longa data) ou Jesse Shatkin (com quem também compôs e produziu em parceria “Chandelier”, tema que conquistou 4 Grammy), entre outros. Adicionalmente, Sia lançou recentemente o EP “Alive Remixes”, que inclui remisturas deste single por Maya Jane Coles, AFSHeeN, Boehm, Cahill e Plastic Plates.

O último ábum de Sia, “1000 Formas of fear”, foi lançado em Julho de 2014, chegou ao topo das tabelas mundiais, foi aclamado pela crítica, e inclui os singles de sucesso “Chandelier” e “Elastic Heart”. O vídeo para o tema “Chandelier” já registou mais de mil milhões de visualizações no YouTube e o segundo vídeo para o tema “Elastic Heart”, conquistou mais de 500 milhões de visualizações.

 

Sia é uma artista extraordinariamente criativa e intransigente e também uma profícua criadora de êxitos e compositora, tendo sido autora de grandes êxitos durante os últimos anos para terceiros. Já compôs temas para ícones da música pop como Rihanna (“Diamonds”), Katy Perry (“Double Rainbow”), Britney Spears (“Perfume”), Kelly Clarkson (“Invincible”), Carly Rae Jepsen ("Making the Most of the Night"), Beyoncé (“Pretty Hurts”) e Celine Dion (“Love Me Back To Life”), entre vários outros nomes. Sia também participou como vocalista em alguns dos maiores êxitos que compôs para terceiros, incluindo os temas “Titanium” com David Guetta, “Beautiful Pain” com Eminem e “Wild Ones” com Flo Rida.

Para além disso, Sia recebeu uma nomeação para um Globo de Ouro o ano passado para o tema “Opportunity”, para a adaptação de 2014 do musical da Broadway, “Annie”.

ÂME no Lisboa Dance Festival

Trata-se de mais uma confirmação para o novo e mais entusiasmante festival de electrónica deste Inverno: a música de ÂME tomará conta do principal espaço do Lisboa Dance Festival a 4 de Março. Kristian Beyer & Frank Wiedemann são aliados de Dixon e como ÂME têm um dos nomes mais respeitados do planeta no terreno da música electrónica mais sofisticada, facto confirmado pela sua inclusão no Top 10 de djs da Resident Advisor para 2015.

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A carreira dos ÂME de Kristian Beyer e Frank Wiedemann está repleta de triunfos, de conquistas, do desbravar de novos e excitantes terrenos no campo da música electrónica apontada às pistas de dança globais. A história desta dupla é por demais conhecida: Kristian e Frank cruzaram-se pela primeira vez em 2001, numa loja de discos, ligando-se imediatamente mercê de uma paixão partilhada por house e techno de recorte clássico. Em 2003 começaram a assinar música juntos para a etiqueta Sonar Kollektiv, pertença dos Jazzanova. O primeiro e homónimo álbum dos ÂME, editado em 2004, é hoje visto como um clássico absoluto. E a partir daí foi sempre a subir: gravaram com Dixon e Henrik Schwarz e Derrick Carter o igualmente insuperável “Where We At” em 2006 e na última década têm cruzado o globo para assinarem memoráveis sets nos mais invejados clubes do mundo e mergulhado nos mais sofisticados estúdios para assinarem projetos crescentemente ambiciosos do ponto de vista artístico, quer seja música para modernas produções de ballet ou o mais direto banger pensado para agitar pistas de dança em hora de ponta, às 4 da manhã

 

Do Robert Johnson, em Frankfurt, passando pelo Fabric, em Londres, o Air, em Tokyo, e até pelo incontornável Panorama Bar, de Berlim, muitas têm sido as sessões assinadas pelos ÂME que têm entrado para a história do clubbing moderno. Um dj set com carimbo de qualidade Âme é a mais recente adição ao ambicioso cartaz do Lisboa Dance Festival com passagem marcada para a cabine da Sala XL no dia 4 de Março.

 

O Lisboa Dance Festival é um evento pluridisciplinar que se estreia em 2016 na LX Factory, um dos principais hubs criativos da capital portuguesa. Além de concertos e dj sets por parte da guarda avançada electrónica nacional e internacional, o Lisboa Dance Festival promete ainda uma programação de TALKS com palestras, conferências e workshops e uma área de MARKET onde marcarão presença algumas importantes lojas de discos e de material de produção musical.

De referir que a programação musical do Lisboa Dance Festival ainda não está totalmente fechada e que mais novidades deverão ser anunciadas em breve.

 

Lx Factory (Lisboa)

4 e 5 de Março de 2016

Braga, Tavira e Silves marcam o mês de Janeiro dos Virgem Suta

A banda de Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda está a preparar-se para um agitado começo do ano, com vários concertos nos próximos dias.

GLAM - Virgem suta.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

A aventura começa este Sábado, 16 de Janeiro, em Braga, no Theatro Circo, acompanhados de banda, com Nuno Rafael na guitarra, João Cabrita nas teclas, Helder Morais no baixo e Jorge Costa na bateria. Depois descem o país: a 23 chegam a Tavira, para uma actuação na Casa do Povo de Santo Estevão. A 28 e 29 é a vez de Silves, onde os Virgem Suta entram no Lado B, uma iniciativa que inclui uma conversa à volta de livros, músicas e filmes, na Biblioteca Municipal (na Quinta-Feira, às 21h30), e um concerto no Teatro Mascarenhas Gregório (na Sexta-Feira, também às 21h30).

 

Entre novas canções e memórias de outros trabalhos dos Sutas, o principal destaque destas noites chama-se "Limbo": o terceiro disco de originais da banda, de onde se extraem canções como "Regra Geral" e "Ela Queria", já está disponível nas lojas físicas e digitais.

 

“Por vezes, parece que a expressão "linhas tortas" foi feita a pensar nos Virgem Suta, responsáveis por algumas das voltas-ao-texto mais sinceras e incisivas da pop em português, mas ao mesmo tempo mais bonitas e enternecedoras. É meia volta da chave para fazer o ouvinte pensar, em tempos tão importantes. É um "Limbo": da dualidade surge o título do disco, um trabalho crítico mas que se sente optimista, um jogo que traça a linha entre estar bem ou mal, apaixonado ou não, com ou sem vontade de ficar e lutar, tal como o turbilhão de emoções que a banda sentiu ao longo deste período. As letras dos Sutas colocam sempre as duas perspectivas, mas geralmente, as histórias acabam sempre com um final mais positivo”.

A produção está a cargo de Nuno Rafael, aliado de Sérgio Godinho desde “Domingo no Mundo” (1997), mas também um dos criadores desse momento especial que foram os Humanos, para além de ter colaborado com bandas tão diferentes como Dead Combo, The Poppers, OIOAI ou Xutos e Pontapés, e de já ter participado em "Doce Lar".

VOA 2016…. Vagos Open Air muda-se para sul

O ano de 2016 marca o início de uma nova vida para o Vagos Open Air, com uma mudança para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade. Surgido no ano de 2009, ao longo de sete edições o festival VAGOS OPEN AIR assentou arraiais na região de Vagos e, de forma inteligente, tratou de afirmar-se como o maior evento dedicado à música pesada em Portugal. Sete anos depois, a organização opera uma mudança estratégica de localização para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade, que mantém intacta a vontade de construir cartazes em que a qualidade importa mais que a quantidade.

voa16.jpgAgora sob o nome VOA e num novo local, ainda mais acessível e com maior oferta de serviços básicos que permitirá um crescimento sustentado em anos vindouros, o evento irá realizar-se na Quinta da Marialva, em Corroios, um local já com fortes ligações à música pesada, nos dias 5 e 6 de Agosto de 2016. Mantendo a fasquia da qualidade bastante alta como é, de resto, seu apanágio, a organização aproveita também para anunciar que os primeiros nomes confirmados para o VOA 2016 são os suecos Opeth, os ingleses Anathema e os suecos Katatonia, três nomes de luxo e razões mais que suficientes para ansiarmos todos ainda mais pelo calor que se faz sentir habitualmente no primeiro fim-de-semana de Agosto.

Opeth-2014.jpg(DR)

 

Mikael Åkerfeldt e os seus Opeth passaram as últimas duas décadas e meia a labutar incessantemente – e a crescer, a vários níveis. Pelo caminho transformaram-se num dos nomes mais influentes da sua geração e acumularam um corpo de trabalho que revela, simultaneamente, uma devoção enorme pelo conceito de progressão estética e um fervoroso desejo de busca pela perfeição que, mais tarde ou mais cedo, culminará inevitavelmente na criação de um misticismo especial e na ocupação de um lugar de destaque semelhante ao que "deuses do metal" como os Black Sabbath, Led Zeppelin ou Iron Maiden ocupam hoje. Talvez a uma escala diferente, porque os tempos são obviamente outros, mas com a mesma criatividade e vitalidade. Prova disso é o facto de todos os anos tocarem para milhares de pessoas pelo mundo fora, sendo que atualmente são já um dos nomes mais consensuais no espectro da música pesada. As raízes no doom e no death metal sueco infundido de ocultismo e romantismo a pender para o obscuro são inegáveis e, ouvindo álbuns como “Orchid”, “Morningrise” ou “My Arms, Your Hearse”, essa abordagem nunca será razão para pedirem desculpa. Foi, no entanto, com a edição de “Still Life” e “Black Waterpark” que começaram a transformar-se no colosso que conhecemos hoje, com uma sequência irrepreensível de registos – “Deliverance”, “Damnation”, “Ghost Reveries”, “Watershed”, “Heritage” e “Pale Communion” – que os levou aos píncaros, provando que o inimitável Åkerfeldt, estratega, vocalista, guitarrista e compositor do grupo, sabe exatamente como remodelar o seu veículo artístico sem sacrificar o espírito criativo que o caracteriza desde a formação em 1990.

anathema-511cb210609d9.jpg(DR)

 

Ao lado dos Paradise Lost e My Dying Bride, os Anathema completaram a tríade do doom britânico no início dos anos 90, ajudaram a estabelecer os parâmetros para a fusão death/doom e cimentaram-na, por direito próprio, como um subgénero da música extrema. Abraçando o imaginário gótico e cinzentão tipicamente britânico, entre lápides cobertas de musgo, os músicos de Liverpool assinaram, no espaço de quatro anos, algumas das pedras basilares do estilo. “Crestfallen”, “Serenades”, “Pentecost III” e “The Silent Enigma” estabeleceram a sonoridade, influenciaram toda uma geração e viram o nome da banda inscrito no panteão da música lenta e pesada. Desde “Eternity”, em 1995, talvez inspirados pela imensidão de grupos que tentavam recriar o que tinham feito nos primeiros discos, optaram por uma abordagem mais melódica e atmosférica, que deu origem a outros tantos títulos um pouco diferentes mas igualmente incontornáveis e marcantes – “Alternative 4”, “Judgement”, “A Fine Day To Exit”, “A Natural Disaster”, “We're Here Because We're Here”, “Weather Systems” e “Distant Satellites”. Hoje, do doom inicial às paisagens encantadoras dos discos mais recentes, passando pela doce solidão que dominou grande parte dos álbuns que gravaram nos anos que rodearam a viragem de milénio, a banda britânica tem encarado sem qualquer receio ou pudor a missão a que se propôs desde muito cedo na sua carreira – transcender os limites da música como forma de arte.

katatonia-50361c3fe4f4f.jpg(DR)

 

Os Katatonia cresceram muito desde que, pelas mãos de Jonas Renkse e Anders Nyström, mostraram o seu black/doom de contornos góticos ao mundo, transformando-se num dos nomes mais fascinantes e únicos surgidos do boom underground do início da década de 90. Evoluíram para tão longe das suas raízes e o que fazem é tão próprio que, atualmente, são já detentores de um estilo próprio, impossível de rotular de forma estanque. Fala-se neles e vêm logo à cabeça os leads melancólicos, carregados de camadas de delay, a parede de guitarras fortes, a secção rítmica muito sólida, o registo embargado de Renkse e os enormes refrões, revelando a sensibilidade melódica irresistível que premeia a sua música. Coisa cada vez mais rara no mundo da música pesada, o coletivo sueco tem também uma capacidade inata para escrever grandes canções. “Teargas”, “Criminals”, “Ghost Of The Sun”, “I Am Nothing”, “Deadhouse”, “Evidence”, “I Break”, “For My Demons” – a lista de temas, daqueles que se colam ao córtex cerebral para nunca mais o voltarem a largar, emoções à flor da pele e melancolia latente em todo o seu esplendor, não é difícil de elaborar a partir de um fundo de catálogo sempre em crescendo. Quatro anos e profundas mudanças de formação após o soberbo “Dead End Kings”, que mostrou os músicos de Estocolmo ainda mais entregues à melancolia urbana que tem dominado grande parte da sua já longa carreira, 2016 vai marcar por fim um muito aguardado regresso do quinteto aos discos de originais, aos palcos e a Portugal.

“The New Messiah” o novo single das Golden Slumbers

Depois de um bem recebido EP de estreia, “I Found the Key”, de onde saiu o single “My Love is Drunk”, e de uma nomeação para a categoria de Artista Revelação nos Portugal Festival Awards 2015, as Golden Slumbers apresentam “New Messiah”, tema de avanço do primeiro disco de longa duração deste duo de folk composto pelas irmãs Cat e Margarida Falcão.

golden.jpgDa felicidade e da euforia ao desânimo e à melancolia, passando pela negação, “New Messiah” relata os vários estados de espírito de uma alcoólica. É com este tema (menos adocicado) que as Golden Slumbers abrem as hostilidades para o segundo capítulo da sua ainda curta existência. O tema foi composto pelas Golden Slumbers e gravado em Alvito por Luís Nunes (Benjamim), produtor do disco (edição NOS Discos), que se chamará “The New Messiah” e cujo lançamento está agendado para o dia 15 de Fevereiro.

84º Aniversário do Teatro Rivoli

O Teatro Municipal Rivoli tem uma história que começou em 1932, a 20 de janeiro-, acompanhando a vida social e política da cidade, até chegar aos dias de hoje como um dos grandes equipamentos culturais da cidade do Porto. Festejar o seu aniversário é também prestar homenagem a todos aqueles que acompanharam de perto o ano de 2015, ano de grande atividade artística e de enorme mobilização de públicos.

3818193722_27faebae34_b.jpgA festa, que começará bem cedo e acabará noite dentro, atravessará as principais áreas de programação do Teatro Municipal do Porto convidando todos a participarem. Cinema para toda a família; um espetáculo para crianças de uma artista croata; a inauguração de uma exposição do fotógrafo José Caldeira que captou, durante o ano de 2015, a vida do Teatro; um percurso poético por espaços inusitados; um intrigante espetáculo de dança da coreógrafa marroquina Bouchra Ouizguen; um concerto no emblemático Understage; e uma festa no bar Passos Manuel serão motivos suficientes para se juntarem a nós nesta data festiva.

 

Programação:

22 / 23 Janeiro 2016 – Teatro para crianças: “Partituur”

23 Janeiro 2016 – 2015 Imagens

23 Janeiro 2016 – Poesia à solta

23 Janeiro 2016 – Concerto: HHY & The Macumbas

23 Janeiro 2016 – Teatro: Bouchra Ouizguen

 

Teatro Rivoli (Porto)

22 e 23 de janeiro 2016

 

Exposição Múltiplos, na Casa da Praia em Lisboa

A exposição Múltiplos apresenta os espaços de trabalho dos seis artistas que compõem o novo grupo residente do ateliê Casa da Praia - Cécile Mestelan, Filipe André Alves, Joana Trindade Bento, Pedro Pedrosa da Fonseca e Sérgio Azevedo - simultaneamente com os múltiplos escolhidos (pelos próprios) para figurarem na exposição. A exposição decorre de 16 a 24 de Janeiro 2016.

Joana Trindade Bento.jpgJoana Trindade Bento

 

O percurso tem início no piso térreo com uma apresentação de múltiplos que dá título à mostra e desenrola-se, inevitavelmente, para o andar inferior revelando, neste segundo momento, a fatal predominância de um lugar-laboratório como espaço embrionário que se cria e aqui se funde com as obras expostas. O ateliê é, à partida, um local de intimidade e privacidade, que se quer preservado e resguardado do exterior, permitindo a natural convivência com o erro e frustrações inerentes às experiências e gestos mais intuitivos do processo criativo. É também o local do caos e da “desorganização”, um espaço de acumulação de materiais e utensílios variados, de ideias e “arquivos” pessoais – “coisas” sem sentido aparente.

Filipe Andre¦ü Alves.jpgFilipe André Alves

 

Em Múltiplos, este espaço torna-se visitável pela segunda vez e os artistas tornam-se anfitriões, abrem as portas do seu ateliê ao público e apresentam uma exposição que liga simbólica e fisicamente, dois pontos do caminho da obra de arte – do ateliê à exposição, por meio de peças de autor que se situam algures entre o exercício de reflexão e a obra final. Múltiplos é a quinta exposição do ateliê Casa da Praia e a segunda no seu próprio espaço expositivo, em Lisboa.

Pedro Pedrosa da Fonseca.jpgPedro Pedrosa da Fonseca

 

Durante a inauguração, terá lugar um sorteio de seis múltiplos, uma iniciativa informal para apoiar o ateliê, que pretende dar início a um projecto de programação anual e levar a cabo obras de melhoramento do espaço.

Se¦ürgio Azevedo.jpgSérgio Azevedo

 

Casa da Praia

O nome Casa da Praia nasce do exercício de conjugar a actividade artística com outras responsabilidades laborais, afastando-se do universo convencional dos ateliês e outros “locais da arte” e afirma uma atitude de aceitação de um tempo próprio necessário, criando um contexto de distanciamento em relação à dinâmica do mundo “real”: alguma espécie de refúgio das actividades quotidianas, que se mostra urgente e essencial. Fundado no início de 2014, o ateliê Casa da Praia surgiu da necessidade primária de dar continuidade aos processos de trabalho dos artistas fundadores, numa altura em que contavam cerca de dois anos do término das suas formações académicas.

“Nome próprio” em digressão...

Depois de um enorme sucesso em Lisboa, durante o mês de Janeiro, “Nome próprio” vai percorrer quatro grandes cidades do país. Venha divertir-se e descobrir o que se esconde por detrás do simples nome de um bebé, num belíssimo texto de comédia.

Press_Mailling_News.jpgInterpretação: José Pedro Gomes, Aldo Lima, Ana Brito e Cunha, Francisco Menezes e Joana Brandão

 

Texto: Matthieu Delaporte e Alexandre de La Patellière

Tradução: Ana Sampaio

Encenação: Fernando Gomes

Assistente Cenografia: Rui Lopes

Desenho de Luz: Paulo Sabino

Figurinos: Fernanda Ramos

Música: Filipe Melo

Assistentes de Encenação: Anaísa Raquel e Elsa Galvão

Produção: Força de Produção

 

21 Janeiro 2016 – TAGV (Coimbra)

22 Janeiro 2016 – Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

29 Janeiro 2016 – Teatro Aveirense (Aveiro)

30 Janeiro 2016 – CAE (Figueira da Foz)

Dj Overule lança single “Turn Over” com o jamaicano Charly Black e o produtor belga Jay Psar

Turn Over” é o single promocional de Dj Overule que, juntamente com o produtor belga Jay Psar e o músico jamaicano Charly Black (empresta a voz ao tema), tem previsto para breve o lançamento do álbum de estreia “It’s not over”. Com a chancela da Desbobina Records (label própria), “Turn Over” foi lançado simultaneamente em diversas lojas digitais e num dos maiores canais do Youtube de Dancehall Music, o “Reggae & Dancehall TV”.

Sessa~o Overule-109.jpg(DR)

 

Turn Over” é o primeiro single extraído de “It’s not over”, tendo o tema sido exibido com destaque na plataforma www.djcity.co.uk, uma das maiores a nível mundial para dj’s e promotores de música. “Turn Over” é a sequência natural do processo evolutivo do português Overule enquanto um dos Dj’s mais populares em Portugal, mas também em vários países da Europa ou em paragens como Marrocos, Angola, Estados Unidos da América e Canadá, onde foi acumulando experiências para formar esta espécie de multinacional musical. Dj Overule manifesta agora toda a sua maturidade musical em “Turn Over”, que surge com o objecto de consolidação do seu modo de afirmação a nível internacional.

Ao longo de 16 anos de carreira, Bruno Castro, aka Dj Overule, foi recebendo influências de diversos estilos musicais, que vão desde a Electrónica, ao Hip Hop, RnB, Reggae/Dancehall, Trap/Twerk, passando pelo Dubstep e Drum’n’Bass, entre outros. O reflexo dessas várias vivências está bem patente em “Turn Over”.

Eleito como Dj Revelação, em 2003, e Melhor Dj, em 2004, pela revista Dance Club, Overule é presença habitual nas capas das mais conceituadas publicações do meio musical, como a própria Dance Club e a Noite.pt, tendo sido requisitado para actuar em eventos de conhecidas marcas nacionais e internacionais. Além disso, o seu trabalho como dj e produtor já o levou a trabalhar em diversos projectos musicais, de que se destacam o êxito “Ritmo do meu flow”, com os Flow212, em 2008, e o jingle da campanha publicitária de uma operadora de telecomunicações (ao lado de NewMax, dos Expensive Soul, e de Junior), em 2005. Com o projecto 7pm “das palavras aos pr(actos)” venceu o Prémio Maqueta de 2002, da “Deixe de ser duro de ouvido” e da Antena3

 

Com mais de 150 espectáculos por ano, Dj Overule assinou já presença numa dezena de trabalhos, entre obras próprias e em colaboração com outros artistas. O seu campo de acção em termos criativos estende-se para além da música composta ou produzida, razão pela qual o seu programa radiofónico, “Pump Up The Volume Radio Show”, leva já perto de uma década em antena e acolhe mensalmente mais de 10 mil ouvintes via Podcast. A plataforma Itunes reconheceu-o recentemente na categoria de “Relevantes”, uma maneira de premiar a qualidade das escolhas e o trabalho de Overule.

MARAFONA apresenta o single "Chula da Alvorada"

A Marafona apresenta agora o seu tema “Chula da Alvorada”, primeiro single retirado do álbum de estreia “Está Dito”, que estará à venda muito em breve.

marafona.jpgChula da Alvorada” é uma canção original da Marafona, inspirada pelos ritmos trepidantes das chulas do Minho e baseada em quadras populares portuguesas, com um lado assumidamente interventivo e um refrão irresistível que vai deixar toda a gente com “ó tio, ó tio, quero ouvir ó tio, ó tio” no… ouvido.

A Marafona é constituída por Artur Serra (voz principal, adufe e berimbau), Gonçalo Almeida (guitarra portuguesa, cavaquinho, campaniça e trancanholas), Daniel Sousa (viola), Cláudio Cruz (contrabaixo) e Ian Carlo Mendoza (percussões).

“Isolde”… de Richard Maxwell

Isolde” é uma peça inspirada na lenda de Tristão e Isolda, sobre a memória, a identidade, o efémero e a infidelidade. O casamento de Patrick e Isolde parece ser feliz. Patrick é dono de uma bem-sucedida empresa de construção, e Isolde é uma atriz famosa. Mas Isolde vai deixando de ser capaz de se lembrar das suas falas. Quando decide construir a casa dos seus sonhos, o marido está desejoso de ajudar. Mas o projeto é posto em risco por Massimo, um arquiteto premiado que Isolde contrata.

isolde@2x.png(c) New York City Players

 

Richard Maxwell (nascido em West Fargo, North Dakota, 1967) é dramaturgo e encenador. Depois de frequentar a Illinois State University em Normal, mudou-se para Chicago e foi um dos fundadores do Cook County Theater Department. Mudou-se para Nova Iorque em 1994. É atualmente diretor artístico dos New York City Players. Recebeu as bolsas Guggenheim e da Foundation for Contemporary Arts e foi artista convidado da Whitney Biennial e artista Doris Duke em 2012. Recebeu dois Obies e em 2014 o prémio Spalding Gray. As suas peças foram coproduzidas por alguns dos principais teatros e festivais europeus e americanos.

 

Escrita e encenação: Richard Maxwell

Com: Jim Fletcher, Tory Vazquez, Gary Wilmes e Brian Mendes

Cenografia: Sascha van Riel

Figurinos originais: Romy Springsguth

Figurinos adicionais: Kaye Voyce

Coordenação de iluminação: Zack Tinkelman

Diretor técnico: Dirk Stevens

Produção: Regina Vorria

Excerto sonoro: Daniel Ott, interpretado por Sylwia Zytynska, Lanet Otero, Malte Preuss

 

Culturgest – Grande Auditório (Lisboa)

15 e 16 de Janeiro 2016 | 21.30h

Sumol Summer Fest 2016… apresenta Gabriel o Pensador

Gabriel o Pensador é a nova confirmação para o Sumol Summer Fest . Reconhecido artista e rapper brasileiro, tem estado presente no imaginário dos portugueses de forma cada vez mais forte, estreitando as suas relações com Portugal.

GLAM - Gabriel O Pensador.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Prova disso é a recente colaboração com os D.A.M.A. no single “Não Faço Questão” que em pouco mais de um mês já tem quase 2 milhões de visualizações no Youtube e tem marcado presença em todas as playlists das rádios nacionais. Gabriel o Pensador atua no dia 24 de junho tal como Azealia Banks e Madcon. Elliphant toca no dia 25 de junho. Estes são os artistas anunciados até ao momento para o festival que celebra a chegada do verão numa localização privilegiada: o Ericeira Camping, junto à meca do surf na Praia de Ribeira D'Ilhas.

 

Através das suas canções, Gabriel mostra a sua verdadeira essência e boa disposição. Após um período sem gravar, regressou a estúdio em 2013 para se reencontrar com as suas raízes: o hip hop, com uso de bases eletrónicas e o forte “flirt” com a cultura musical brasileira. O rapper transporta todas essas influências para o palco onde cria momentos de total sintonia com o público ao som de ritmos contagiantes ficando a promessa de um concerto memorável.

Juntando aos temas mais recentes como “Surfista Solitário” as referências do início do seu trajeto como “2345 meia 78”, “Loira Burra”, “Festa da Música” ou “Astronauta”, a presença de Gabriel o Pensador no Sumol Summer Fest será, com certeza, contagiante.

John Grant… dia 7 de Julho no NOS Alive ‘16

O norte-americano John Grant, ex-vocalista dos Czars, é a mais recente confirmação do NOS Alive’16. O cantor e compositor vai subir ao Palco Heineken dia 7 de julho para apresentar o seu terceiro álbum de originais, “Grey Tickles, Black Pressure”, editado no passado mês de outubro.

John Grant GTBP cover clean (2).jpgO sucessor de “Pale Green Ghosts” foi gravado em Dallas e produzido por John Congleton, conhecido por trabalhos realizados com artistas como St.Vincent, Franz Ferdinand, entre outros. “Grey Tickles, Black Pressure” contou com a colaboração de Amanda Palmer, Budgie (ex-baterista de Siouxsie and the Banshees) e Tracey Thorne.

John Grant já colaborou com nomes como Sinead O’Connor, Goldfrapp, Elton John e Hercules & Love Affair.

Ana Jotta e a exposição “Cassandra”

Em 2014, a Culturgest apresentou, na Galeria de Lisboa, uma exposição de Ana Jotta, intitulada “A Conclusão da Precedente”, que incidiu sobre o trabalho por ela realizado desde a sua retrospetiva no Museu de Serralves, no Porto, em 2005. A abordagem então adotada era eminentemente fragmentária, não sistemática, desconsiderando quer o critério de organização cronológica, quer o princípio de reconstituição das sucessivas séries de obras através das quais a sua prática artística se fora processando ao longo do período abarcado.

anajotta@2x.png(C) Laura Castro Caldas

 

No âmago dessa exposição estava aquilo a que a artista chama "notas de rodapé", uma parafernália de materiais impressos e de objetos por ela reunidos ao longo dos anos e que participam, de diferentes modos, mas sempre com uma função generativa, no seu processo criativo. O livro editado no contexto dessa exposição reuniu muitos desses materiais impressos, e foi esse livro que, inesperadamente, deu origem a esta nova exposição.

O livro transmutou-se numa outra obra, Cassandra, um espaço visual e semanticamente saturado que acolhe um conjunto muito heteróclito de peças produzidas pela artista desde a década de 1980.

A exposição na Culturgest do Porto torna-se assim caixa-de-ressonância da obra radicalmente polimorfa de Ana Jotta.

 

Curadoria: Miguel Wandschneider

 

Culturgest (Porto)

16 de Janeiro a 19 de Março (Inauguração 15 de Janeiro | 22.00h)