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Glam Magazine

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OpAmp feat. Corona na Casa (live) + Octa Push (djset) + Klipar + Brutus

A 14 de Janeiro o Musicbox Lisboa volta a receber mais uma noite OpAmp, desta vez com Klipar a liderar as hostes. Como vem sendo habitual, cabe ao anfitrião convidar artistas com os quais deseje partilhar a cabine, juntando em cartaz diferentes projectos para uma noite que se quer original. Os nomes escolhidos por Klipar abordam géneros e estilos musicais tão distintos quanto as influências que marcam presença nas suas próprias músicas.

corona_01_web.jpgA noite começa com a chegada de Corona a Lisboa para o concerto de apresentação de “Lo-Fi Hipster Trip”. O segundo álbum de originais volta a contar as histórias da inconfundível personagem da Invicta, obrigada a seguir um duro programa de reabilitação após profunda recaída. Num ambiente altamente controlado, o seu universo foi reduzido a um esterilizado quarto branco (onde o único objecto pessoal autorizado era um poster do Tupac) e as visitas foram praticamente proibidas. Os únicos autorizados a visitá-lo foram Kron Silva, Alferes M. (Minus), Skillaz (MGDRV), Frankie Dilúvio (Blasph), 4400 OG, Chester (RealPunch) e, via telefone, Jim Morrison da Pasteleira (Álvaro Costa). Enquanto isso, dB e Logos ficaram a tomar conta da sua casa, e lá compuseram este “Lo-Fi Hipster Trip”. As suas músicas são compostas por beats que misturam hip-hop, rap e rock psicadélico nas doses certas, com rimas simples mas originais e dicas carregadas de humor verdadeiro que retratam os dilemas do quotidiano de um homem incompreendido.

Depois do concerto de Corona há DJ set (decks and fx) dos Octa Push. Além de uma longa amizade e forte admiração, a principal razão para convidar os dois irmãos de Carcavelos foi obviamente a singularidade sonora com que misturam os ritmos mais tropicais e africanos com a electrónica mais intensa. O álbum de estreia, “Oito”, foi destacado por várias edições como um dos melhores álbuns nacionais de 2013 de tal forma que ainda hoje é presença assídua em várias rádios e playlists. A dupla tem agora um segundo LP, a sair brevemente, que conta com colaborações de peso no universo da musica nacional: Tó Trips (Dead Combo), o Jazz de Maria João Grancha, Batida, Cátia Sá, José Braima Galissá, Alex (Terrakota) entre outros.

 

A meio da noite, será a vez de Klipar abrir a mala de discos. Para a pista prevêm-se linhas bem graves de baixo com ritmos pesados a oscilar entre o Garage e o House mais ácido e acelerado mas também faixas de um Bass mais colorido, ao estilo dos primeiros convidados. O seu set promete conter os temas de estreia que lançará brevemente pela Murali, nome do seu mais recente projecto editorial. E por certo estarão também em destaque as suas malhas que a Container lançou durante o verão e quiçá outros que editou pela 1980 como Non Gravity Area.

 

A noite não termina sem uma última estreia: Brutus.

Contrariando a “traição” implícita ao nome, esta dupla está mais que unida pela música, pela rádio e por uma amizade ímpar pois Rui Estêvão e Señor Pelota são, acima de tudo, dois agitadores de pistas e de mentes, não só pelos programas a que o seu gosto e cultura musical dá voz, como também pela leal e fiel crença nos mais belos princípios da electrónica que a nós nos importa defender.

 

Musicbox (Lisboa)

14 de Janeiro 2016 | 00.30h

Leiria Calling: Les Crazy Coconuts + Few Fingers

De Leiria, Les Crazy Coconuts são Adriana Jaulino, Gil Jerónimo e Tiago Domingues. O conceito inovador da banda prende-se com adição de sapateado à sonoridade indie pop rock. Considerados a melhor formação de 2014 pelo Festival Termómetro e pela Antena 3 como uma das melhores bandas no Concurso Nacional de Bandas, Les Crazy Coconuts editaram recentemente o disco homónimo de estreia, pela Omnichord Records.

GLAM - Les Crazy Coconuts.jpg(C) 2015 Paulo Homem de Melo

 

O duo Few Fingers é formado por Nuno Rancho (Bússola, Team Maria) e André Pereira (Team Maria, Ultraleve e Quem é Bob?). A composição e gravações aconteceram em casa, resultado do desafio de criarem um tema para a compilação “Leiria Calling”. “Burning Hands” é composto por canções simples e despretensiosas, de influência folk e indie.

 

Salão Brazil (Coimbra)

16 de Janeiro 2016 | 22.30h

Aurea lança novo single “I didn’t mean it”

O novo single de Áurea, “I didn’t mean it” já se encontra disponível digitalmente e será incluído no próximo registo de originais, com edição prevista para 27 de Fevereiro 2016.

Aurea - capa single 'I Didn't Mean it' - AUREA.jpgO novo album foi gravado e produzido por Cindy Blackman Santana (baterista com formação de jazz com vários discos a solo editados, conhecida pelo seu trabalho com Lenny Kravitz e também colaboradora habitual de grandes nomes como Joss Stone, George Benson ou Santana) e Jack Daley (músico de Lenny Kravitz durante 15 anos e um dos mais consagrados músicos de estúdio da actualidade; de entre os artistas com quem colaborou destacam-se Joss Stone, Michael Jackson, Beyoncé, Jason Mraz, Iggy Pop, James Brown, Jay-Z, Mick Jagger, entre muitos outros) nos Studio X at the Palms (Las Vegas), onde já gravaram nomes como Lady Gaga, Imagine Dragons, Mary J.Blige ou The Killers, entre muitos outos.

 

O novo álbum irá suceder a “Soul Notes”, lançado em Novembro 2012 e que deu a conhecer os singles “Scratch my back”, “Nothing Left To Say”, entre outros. “Scratch my back” passou recentemente a integrar a banda-sonora de uma novela brasileira. Esta foi a segunda vez que a cantora e intérprete viu um dos seus temas sincronizado numa novela da Globo, pois também “Busy (for me)” já havia sido escolhido. O álbum de estreia homónimo de Aurea, editado em Setembro 2010 e de onde foi retirado o êxito “Busy (For Me)”, atingiu a marca de dupla platina. Um ano após a edição do trabalho de estreia, foi também disponibilizado “Aurea ao Vivo no Coliseu dos Recreios” (Dezembro 2011).

Luis Severo apresenta “Cara d’Anjo” em Lisboa

Depois de dois anos a escrever novas canções e a tocar pelo país inteiro, Luís Severo anuncia o lançamento do seu quarto disco “Cara d’Anjo”

luis.jpg(c) Diana de Sá


Foi debaixo do signo de O Cão da Morte que Luís Severo começou um processo de experimentação adolescente enquanto cantautor, tendo vindo a lançar desde 2009 uma montra de registos que concedem ao artísta uma identidade única no panorama músical português. Em 2014, uniu-se a Coelho Radioactivo para nos apresentar radiosas canções e performances na estrada enquanto Flamingos. Finalmente, 2015 é o ano em que O Cão da Morte morre de amores pela pop que outrora experimentou e agora consolida, renascendo com o apelido materno seguindo o nome próprio.

Produzido pelo próprio, com o precioso auxílio de Filipe Sambado, este novo trabalho revelanos a sua maturidade no ofício da canção e transparece a sua qualidade enquanto letrista e o seu charme na descrição do amor no espaço urbano e suburbano. “Cara d’Anjo” foi gravado no Bairro Alto, numa sala que divide com amigos. Foi masterizado por Eduardo Vinhas no estúdio Golden Pony. Conta com a participação da banda Bernardo Álvares (baixo e contrabaixo), Ricardo Amaral (guitarras) e Luís Barros (bateria e percussões) e com participações especiais de Júlia Reis (Pega Monstro), Coelho Radioactivo, Vaiàpraia e Primeira Dama. “Cara d’Anjo” é uma edição Gentle Records.

 

O Átrio (Lisboa)

21 de Janeiro 2016 | 22.00h

COPPIA… uma viagem pelo que, em todos nós, só faz sentido a dois

COPPIA nasce do convite feito pelo Centro Cultural de Belém a Manuela Azevedo, concedendo-lhe Carta Branca para a construção de um espetáculo.

Na procura do conceito-mãe para o projeto, descobre a palavra italiana “coppia”, que logo a seduziu pelo seu potencial semântico e simbólico. “Coppia” significa parelha, dupla, casal, par. E se, quase imediatamente, esta palavra remete para a ideia de casal amoroso (não fosse a origem desta palavra a mesma que a palavra “cópula”), cabem aqui também outras parelhas, profissionais, artísticas, familiares... E há ainda a associação gráfica evidente de “coppia” com a palavra portuguesa “cópia” e os seus significados – réplica, reflexo, repetição.

coppia.jpg(C) José Caldeira

 

A ideia de explorar todas estas possibilidades de expressão e de o fazer tendo as canções como ponto de partida passou a ser a ideia central da construção do espetáculo. Para a criação conjunta deste projeto, desafiou uma dupla de antigos cúmplices: Hélder Gonçalves, a quem cabe a direção musical e Victor Hugo Pontes, responsável pela direção cénica e coreografia. E, assim (em trio, mas sempre a par), se foi desenhando COPPIA – uma viagem pelo que, em todos nós, só faz sentido a dois.

 

TAGV (Coimbra)

15 de Janeiro 2016 | 21.30h

Bulldozer e o rock puro e duro em EP de estreia

Os Bulldozer são uma banda de Viseu com influencias no Blues-Hard-Rock.

No verão de 2015 lançaram o seu primeiro EP homónimo, disco esse que se encontra agora disponível para download.

a0999258716_10.jpgA banda é constituida por Miguel Cristo, EL-Guitarron, Hugo Santos e Hugo Carvalho.

O EP é constituído por 6 baixas e pode ser escutado aqui

Roda do Samba Sem Fronteiras no Salão Brazil

O Samba Sem Fronteiras nasceu da iniciativa de alguns brasileiros, residentes em Portugal, que sentiam falta de encontrar o samba de raiz, feito por quem gosta e para quem aprecia.

rodadosamba.jpg(DR)

 

O samba que se pode encontrar numa esquina qualquer, mas que não está em qualquer esquina; que valoriza a tradição e os grandes poetas dessa música popular brasileira. Formado há 3 anos, é um dos grupos responsáveis pela recente popularização do género na cidade do Porto, e prepara-se este ano para lançar o seu primeiro EP.

 

Co-produção com o Condomínio Criativo

 

Salão Brazil (Coimbra)

15 de Janeiro 2016 | 22.30h

Marta Dias… "Quantas Tribos" editado a 5 de Fevereiro

"Quantas Tribos" é regresso em origens, e um disco de convergências.

Marta Dias, portuguesa que herda de Goa e de pai são-tomense, desde sempre se definiu por múltiplos. O seu historial prospetivo identifica-se por diversidades postas em jogo: elementos urbanos, contemporâneos e telúricos, saberes e sabedorias, intuições bem pensadas, sensualidade em equilíbrio com contenção, e interseções musicais e humanas.

Capa_Quantas Tribos_hr.jpgForam plurais os caminhos percorridos pela cantora desde “Yue”, o álbum de estreia em 1997. O single “Gritar” tornou-se referenciável entre percursos então encetados na música portuguesa. Ao segundo disco encontrava-se “Aqui” (1999), mas já projetava pontes improváveis de “Ossobó” a “Quase Fado”. E foi com o fado que Marta Dias correu mais mundo, cedendo-lhe o timbre mestiço e o jeito jazzy que guardou da escola do Hot Club de Portugal. Mas se “Yue” invocava D. Dinis, "Quantas Tribos" convoca cinco poetas de São Tomé e Príncipe. Neste novo disco Marta Dias canta as ilhas perdidas na conjuntura dos séculos, como descritas por Alda Espírito Santo em “Ilha Nua” - um entre dez poemas que escolheu trazer para o palco da vida, num projeto pioneiro de homenagem a poetas de São Tomé e Príncipe.

Alda Espírito Santo, Conceição Lima, Fernando de Macedo, Francisco José Tenreiro e Maria Manuela Margarido já tinham escrito cada fragmento da narrativa ordenada por Marta Dias. De versos envoltos em insularidade e azul extenso, como em “O que está para além das brumas”, ao retrato alegre de menino ardiloso mas parcimonioso, de “O Vendedor”, passando pela languidez da colonial D. Joia, dona de tudo o que é triste, Marta Dias propõe uma visitação (en)cantada às ilhas dos verdes longos de “Socopé”. Talvez faminta de irradiação humana, Marta Dias partilha canto com Carmen Souza em “Os Rios da Tribo”, onde encontra o título do CD, e com Kalaf em “Humanidade”. Com Carmen Souza enuncia nomes próprios oriundos das várias tribos são-tomenses, produzindo um divertido diálogo; com Kalaf dirige uma mensagem a esferas humanas sem corredores estanques.

Os dez inéditos compostos por Oswaldo Santos, compositor e guitarrista clássico são-tomense radicado em Londres, ilhéu na ilha, exibem uma paleta de sonoridades que evoluem do registo nostálgico ao exuberante, emergentes da sua interioridade insular e do manejo de ritmos são-tomenses, a que acrescenta o virtuosismo da guitarra, consolidando a identidade do disco. Marta Dias também se aventura na composição, colaborando em “No Dia Em Que Foste Embora”, “Corpo Moreno” e “Ilha Nua”.

Carlos Barreto Xavier tudo entendeu e articulou, ou não fosse já de décadas a cumplicidade de Marta Dias com o produtor cujo curriculum inclui colaborações com muitos projetos nacionais destacados, e com referências internacionais como Jonathan Miller (Wham/George Michael) ou Darren Allison (Skunk Anansie). As prestações de Yuri Daniel, Ruca Rebordão, João Frade e Costa Neto rematam a magnífica musicalidade que rima com os versos dos poetas de "Quantas Tribos". "Quantas Tribos" é um ensejo de viagem por estados de alma, condição humana, ecos do passado e ritmos presentes, raízes e frutos, amorosamente mapeada por Marta Dias, que interpela a multiplicidade num disco uno e inteiro predestinado a memória futura.

Célia Aldegalega

 

Primitive Reason e David Bowie

Em gesto de tributo pela morte de David Bowie, os Primitive Reason, partilham agora pelas rádios uma versão de “Heroes” que já estava para ser editada. A versão foi gravada em 2014 no Input Studios de Tino Dias na Ericeira, misturada no final de 2015 por Miguel Ferrador na Blim Records. Esta versão do clássico de Bowie e Eno foi originalmente gravada para um trailer de cinema, sendo editada agora em 2016 pela Kaminari Records, editora dos Primitive Reason.

bowie_on_tour.jpgTrata-se da faixa-título de um EP que, no arranque deste ano, marca a primeira edição de 2016 da Kaminari Records, uma mini-coletânea com vários artistas e projectos que Guillermo de Llera dedica à coragem humana: "da coragem dos refugiados Sírios à luta contra o cancro, há que reconhecer a capacidade de todo o bom ser humano de ajudar o próximo, conhecido ou desconhecido; e perceber que é cada vez mais importante, no mundo de hoje, lutar contra os preconceitos que dividem a raça humana".

 

O single, em duas versões conta com as vozes de Abel Beja, Guillermo de Llera, e o convidado Neil Leyton, com Tino Dias na bateria, Joana Beja no piano e coros de Joana Beja e Catarina Pinho. O EP "Heroes" irá apresentar ainda faixas adicionais de Neil Leyton, Primitive Reason ao vivo com Ana Stilwell, e The High Djinn, novo projecto de Guillermo de Llera e Abel Beja. Será editado a 29 de Janeiro com uma parte das receitas a ser doada à investigação na luta contra o cancro.

A Red Bull Music Academy 2016 decorre no Canadá

A Red Bull Music Academy vai levar a sua série de workshops e festivais de música a Montreal durante um mês inteiro no Outono de 2016. Esta será a 18ª edição da Academy e o primeiro regresso ao Canadá desde 2007, ano em que Toronto foi a cidade anfitriã. A fase de candidaturas abre globalmente no dia 18 de janeiro de 2016 e fecha a 7 de março 2016. Uma instituição global comprometida a potenciar a criatividade na música, a Red Bull Music Academy aterra numa metrópole diferente todos os anos desde 1998, juntando um grupo cuidadosamente seleccionado de produtores, vocalistas, beatmakers, instrumentistas e DJs de todo o planeta. Estes participam em sessões de lecture intimistas com figuras pioneiras do mundo da música e colaboram com eles - e entre si - em nova música, em estúdios de topo. À noite, a Academy apresenta um festival de um mês inteiro, fazendo a curadoria de performances e festas exclusivas nos clubes, instituições culturais e espaços underground de culto da cidade, procurando com cada evento mostrar um elemento diferente da identidade musical e cultural única da cidade anfitriã.

RBMA_Montreal_App_Phase_3000x2000_PT.pngUma troca simbiótica entre estilos e gerações tem sido central para a programação da Red Bull Music Academy, pelo que alguns dos lecturers e performers que já por lá passaram incluem nomes tão basilares como Bob Moog, Brian Eno, Nile Rodgers, Steve Reich e Kim Gordon e até Giorgio Moroder, Erykah Badu, Bootsy Collins, MF DOOM, Richie Hawtin, Tony Allen, Q-Tip, Sly & Robbie, Chuck D, M.I.A., James Murphy, e Moodymann. Muitos dos participantes na Academy acabaram por se tornar forças incontornáveis nas suas áreas, e entre eles estão Flying Lotus, Hudson Mohawke, Nina Kraviz, Evian Christ, Mumdance, Natalia Lafourcade, Jamie Woon, Katy B, Jackmaster e Branko (dos Buraka Som Sistema).

 

A cidade de Montreal tem vindo a representar o epicentro da experimentação artística canadiana há várias décadas. Com uma história rica, enraizada na disco, no jazz, na folk, no hip hop e no techno, Montreal é celebrada como um terreno fértil que viu crescer o som de artistas tão influentes como Oscar Peterson, Leonard Cohen, Rufus Wainwright e Arcade Fire. O seu contexto bilingue e vitalidade multicultural apoia um panorama artístico em constante expansão, contribuições seminais para o design e animação de videojogos e alguns dos melhores realizadores do mundo. A arquitectura e paisagem industrial diversa da cidade são únicas e dão azo a várias formas de criatividade e auto-expressão. Uma enorme variedade de festivais, exposições e encontros comunitários em bairros distintos têm vindo a cultivar e celebrar a sede de expressão e experimentação que esta cidade demonstra - e é uma honra para a equipa da Red Bull Music Academy adicionar a sua voz a esse coro de curadoria.

 

A partir de 18 de janeiro, music-makers de todo o planeta são convidados a candidatar-se à Red Bull Music Academy de 2016 em Montreal. O formulário de candidatura pode ser descarregado do website da Academy e deve ser enviado por correio até dia 7 de março, acompanhado por um CD com material da autoria de cada candidato. O júri da Red Bull Music Academy irá então seleccionar um grupo de participantes de entre as candidaturas recebidas. Uma vez que a Red Bull Music Academy de 2015 em Paris terminou mais cedo devido aos acontecimentos trágicos que aconteceram na cidade a 13 de Novembro, os 30 participantes seleccionados para o segundo termo de Paris irão juntar-se aos 40 novos participantes em Montreal. Isto significa que o número total de participantes em Montreal será 70, em vez dos habituais 60.

Nova Era Melhores do Ano… Novas confirmações

D.A.M.A., Deau, Jimmy P, Mundo Segundo & Sam The Kid… São mais cinco grandes nomes da música nacional que vão passar pelo palco dos Melhores do Ano da Nova Era, já no dia 2 de abril no Pavilhão Rosa Mota, juntando-se assim aos já confirmados Agir, Diogo Piçarra, Janieck Devy (voz de do hit “Reality”), Overule e aos DVBBS que irão atuar na after party.

dama.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Os D.A.M.A. são um fenómeno de popularidade. Esgotam as salas por onde passam, os seus singles são êxito de airplay e foram em 2015 o grupo nacional que mais visualizações teve nos seus vídeos (YouTube). Nos “Melhores do Ano” de 2015 os D.A.M.A. galvanizaram o público da Nova Era com o grande êxito “Às Vezes”, incluído no álbum de estreia “Uma Questão de Princípio” que atingiu a marca de platina. Agora os D.A.M.A. preparam a sua presença na edição 2016 dos “Melhores do Ano”, após o lançamento do seu segundo álbum de originais “Dá-me Um segundo”, que inclui o single “Não Faço Questão”, com a participação de Gabriel O Pensador.

GLAM - Deau.jpgDeau pisou já o palco dos “Melhores do Ano” em 2014 e desde então afirmou-se como uma referência do universo hip hop nacional. O rapper de Gaia lançou no final de 2015 o seu segundo álbum, “Livro Aberto”. Inclui 10 temas e vários convidados, como Bezegol e Ace. Os temas de Deau refletem a sua própria vivência, sendo retratos reais de memórias vividas na primeira pessoa.

GLAM - Jimmy P.jpeg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Vai “valer a pena” assistir à atuação de Jimmy P nos “Melhores do Ano”. É o regresso ao evento que o premiou na edição de 2015 com a vitória na categoria de “Melhor Nacional”, no ano em que lançou “Fvmily F1rst”, o seu segundo álbum, que inclui o grande sucesso “On Fire”. Desde então, este novo trabalho foi apresentado ao vivo em concertos por todo o país, com Jimmy P a pisar os principais palcos nacionais, como o Festival Meo SW. Neste ano, Jimmy P vai editar um novo álbum apresentado pelo single “Valer a Pena”, já disponível.

 

Mundo segundo é um nome obrigatório no hip hop nacional e uma referência para o auditório da Nova Era. Protagonizou um dos momentos altos dos “Melhores do Ano” em 2015 e regressa agora com grandes novidades, acompanhado por um outro nome maior: Sam The Kid, com quem lançará este ano um álbum. Desse trabalho conjunto conhecemos já o single “Tu Não Sabes”.

 

Já confirmados:

DVBBS, Agir, D.A.M.A, Deau, Diogo Piçarra, Janieck Devy, Jimmy P, Mundo Segundo & Sam The Kid, Overule

 

AMANHA-TE 2016… A música moderna Portuguesa a concurso

O AMANHA-TE é um concurso de música moderna Portuguesa aberto a qualquer estilo musical, sendo o conceito de adaptação dos projetos musicais concorrentes a diferentes palcos e/ou condições de atuação a sua maior marca identitária. O objetivo maior será dotar os projetos a concurso de competências que lhes permitam atuar em qualquer tipo de espaço (pequenos auditórios, estúdios de rádio, pequenos bares, etc.) sem desvirtuar a essência original de cada um.  As sessões vão decorrer no auditório da Casa do Povo nos dias 12 e 19 de Março e 2 de Abril de 2016, estando a final agendada para o dia 16 de Abril de 2016 no grande palco do auditório do Centro de Artes de Ovar.

cartaz datas vertical.jpgA organização do concurso encontra-se focada e motivada em fazer do AMANHA-TE não só um concurso de musica que prime pela diversidade e qualidade dos projetos musicais concorrentes, mas também imbuídos da missão de apoiar os mesmos, dando-lhes visibilidade e proporcionando-lhes ferramentas e portfólio para utilização futura, com vista ao seu crescimento e afirmação num mercado que sabemos ser extremamente competitivo. No seguimento da edição anterior, em que se promoveu várias tertúlias e experiencias, com o foco na comunicação, e que contou com convidados como Fátima Alçada (programadora cultural), Tânia Ferreira (revista Arte Sonora) e Gustavo Ribeiro (Quimera Brand Management), a edição de 2016 o tema escolhido é Music_Artwork, onde serão abordados temas como a fotografia, o vídeo, a ilustração e o Cover Art.

 

Já confirmadas as presenças do documentarista Eduardo Morais e da fotógrafa Vera Marmelo para as sessões de conversas e Master Class. Todas as sessões do AMANHA-TE serão transmitidas na Rádio AVfm, e estarão em destaque às Terças-feiras das 19h00 às 21h00 com reposição ás quintas das 15h00 ás 17h00, no programa PopArt, onde serão feitos rescaldos que incluirão excertos dos concertos e entrevistas.

 

As inscrições estão abertas desde 9 de Janeiro e prolongam-se até ao próximo dia 13 de Fevereiro de 2016. Mais informações aqui

“Portugal não é um país pequeno” de André Amálio no São Luiz

“Espectáculo que reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, em particular a vida dos antigos colonos portugueses através dos seus testemunhos reais. O texto deste espectáculo foi criado através de um processo de verbatim, que significa copiado palavra por palavra, o que se traduziu na escrita de um texto de teatro que utiliza fielmente as palavras das pessoas entrevistadas sobre a sua vida em África no Período Colonial Português.

A metodologia seguida combinou a recolha de testemunhos dessas pessoas e uma detalhada pesquisa de historiográfica, criando um texto que retrata a complexidade da história recente em Portugal, no caso do fim do colonialismo português.portugal não é...02_creditos andre amalio (2).jp

(C) André Amálio

 

Com este trabalho quero investigar histórias reais que se tornaram memórias e que com o tempo foram herdadas; estou interessado em situações onde as pessoas reais contribuem para contestar e reconstruir identidades culturais; estou interessado na forma como o teatro pode contribuir para a reescrita da história, dando voz a um grupo silenciado, trabalhando assim na transmissão da memória entre gerações”.

André Amálio

 

Criação e Interpretação: André Amálio

Assistência de Encenação/Coreografia: Tereza Havlíčková

Criação musical e Interpretação: Pedro Salvador

Cenografia: Pedro Silva

Produção: Hotel Europa

 

São Luiz – Teatro Municipal (Lisboa)

14 a 23 de Janeiro 2016 | quinta a sábado às 19.00h

 

Ladrões do Tempo na estrada com 1º Assalto

Ladrões do Tempo, projeto liderado por Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, conta ainda na sua formação com Tó Trips dos Dead Combo, Samuel Palitos d'A Naifa e GNR, Paulo Franco dos DaPunkSportif e Dony Bettencourt.

ladroesdotempo1.jpg(DR)

 

O colectivo Ladrões do Tempo juntou-se há cerca de 4 anos para gravar a música "Mora na Filosofia", tema celebrizado por Caetano Veloso, e a química foi imediata, já que têm todos o Rock and Roll no sangue. Tendo o “1º Assalto”, como álbum de estreia, com “Rua” como tema de apresentação do álbum, e o single “Oxalá”. Entretanto "1º Assalto" o disco de estreia dos Ladrões do Tempo, está na estrada. Estas são as datas já conhecidas:

 

15 de Janeiro 2016 - R Café Bar (Anadia)

16 de Janeiro 2016 - Texas Bar (Leiria)

19 de Março 2016 - Sons de Vez (Arcos de Valdevez)

 

“Estamos muito motivados com e edição do disco e com a perspectiva de retomarmos as actuações ao vivo, uma vez que adoramos tocar e de estar uns com os outros”, afirma Zé Pedro.

Inauguração da Exposição "Que Sais-Je?" na Biblioteca de Serralves

"Que sais-je?” apresenta mais de trinta livros e edições de artista produzidos entre os anos 1960 e a atualidade por vinte e quatro artistas. Pede emprestado o seu título à famosa enciclopédia francesa concebida em 1941 para apresentar a um público generalista um vasto espectro de assuntos, desde a filosofia à pedagogia.

888.jpgA exposição permite, portanto, reconhecer as formas como as edições de artista sempre apresentaram visões alternativas de "transmissão de conhecimento”.  A exposição estará patente até 22 maio de 2016 na Biblioteca de Serralves. A inauguração é já na próxima sexta feira, 15 de Janeiro.

Percussões da Metropolitana no CCB

O apelo das percussões é óbvio junto de todos os públicos, especialmente dos mais jovens. Mas, por trás das exibições de mestria e dos efeitos gestuais, há todo um estudo e uma prática que não podem ser descurados e marcam a diferença.

As Percussões da Metropolitana são a prova disso mesmo. Juntando alunos da Escola Profissional Metropolitana, do Conservatório de Música da Metropolitana e da Academia Nacional Superior de Orquestra, esta formação tem procurado como desafio a apresentação de reportórios bem diversificados, que passam do erudito à pop e às músicas do mundo. Mistura unificada essencialmente pela qualidade, mas também pela ousadia que dá sempre uma nota de espetacularidade às interpretações.

PercussoesCCB.jpgA divulgação musical é um dos objetivos deste agrupamento, pelo que faz muitas apresentações para público escolar, mas realiza também concertos de maior fôlego em salas como o CCB ou o Cinema São Jorge, com solistas convidados como Anders Åstrand, Pedro Carneiro, entre muitos outros. Tem-se apresentado igualmente em alguns dos principais festivais de rua de Lisboa.

Em 2011 e 2014 o grupo foi galardoado com o 1.º Prémio na categoria de Música de Câmara, nível médio, do Prémio Jovens Músicos, da RDP – Antena 2 e, em fevereiro de 2015, foi distinguido internacionalmente como Grand Prix Winner no «21st Century Art competition for young performance», que se realizou no Funchal.

Este jovem grupo evidencia como a ponte entre a formação pedagógica e a prática artística musical tem dado frutos neste projeto inovador da Metropolitana. Uma descoberta constante dos sons e dos ritmos, dirigida pelo professor Marco Fernandes.

As Percussões da Metropolitana tocam exclusivamente com produtos da marca Zildjian..

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

16 de Janeiro 2016 | 21.00h

A exposição “Colección Masaveu: Grandes Mestres da Pintura Espanhola” celebrou este fim-de-semana o visitante 10.000

A exposição “Colecção Masaveu: Grandes Mestres da Pintura Espanhola” celebrou este fim-de-semana a entrada do visitante número 10.000 após de ter sido inaugurada no passado dia 20 de Novembro de 2015. Para assinalar este momento de forma especial, o visitante 10.000 foi surpreendido pela Ritmos e pelo Museu Nacional de Arte Antiga, com a oferta de um programa, sendo também recolhido um depoimento seu acerca a exposição.

1452272867.jpgNa Galeria de Exposições temporárias do MNAA encontram-se expostas cerca de 60 obras, divididas em cinco núcleos: “O esplendor da Idade Média e o Renascimento”, “El Greco e a transição na pintura do Maneirismo para o Naturalismo”, “Cintilações do Século de Ouro: os mestres do Barroco”, “Goya e as Luzes” e “Uma nova luz: de Fortuny a Sorolla”. El Greco, Sorolla, Goya e Zurbarán, são alguns dos nomes que se destacam entre estas obras que desempenharam um papel fundamental na história da pintura espanhola entre o século XV e o século XX.

 

A Colecção Masaveu é uma das maiores pinacotecas privadas de arte do país vizinho. Esta é apenas a terceira vez que é exposta, depois do Centro Cibele e do Museu do Prado, em Madrid.

A mostra decorre até dia 3 de Abril de 2016, entre terça e domingo, das 10h às 18h.

Marionetas da Feira e A Jigsaw em residência artística

A companhia Marionetas da Feira e a banda de Coimbra A Jigsaw estão esta semana em residência artística no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, preparando um novo espectáculo em co-produção, “The Wolf and the Rose”. A peça é inspirada na lenda medieval do “Lobo de Gúbio” e conta a história de um amor irrealizável, entre o nobre soldado Dugan que foi transformado em lobo e a sua amada Franscisca que eternamente o espera. Cada um dos actos desta peça será contado em forma de canção por João Rui e Jorri, que interpretam os movimentos das marionetas manipuladas por Rui Sousa e Alberto Castelo, num jogo de poesia visual e musical que embala o espectador através de um argumento romântico. O espectáculo, cuja estreia está marcada para Abril, também no Teatro da Cerca de São Bernardo, junta em palco o teatro de marionetas e a música original dos A Jigsaw, resultando numa experiência única feita de palavras, movimentos e canções.

IMG_0216.jpg(DR)

 

Fundada em 2004 e sediada em Santa Maria da Feira, a companhia Marionetas da Feira recupera a arte antiga da construção e manipulação de marionetas de fios, assumindo o objectivo de preservar a tradição e o património cultural desta vertente teatral, que quase desapareceu no final do século XX. O seu trabalho inclui ainda a exploração de outras técnicas, o desenvolvimento de projectos de poesia visual e contemporâneos e ainda a dinamização de ateliers de construção de marionetas e a criação de exposições itinerantes de marionetas, entre outros projectos.

Ao longo destes 12 anos de percurso, a companhia tem levado o teatro de marionetas a todo o país (incluindo as ilhas) e ao estrangeiro, designadamente: Bélgica, Brasil, Espanha, França, Itália e Macau. Rui Sousa e Alberto Castelo, os dois marionetistas deste espectáculo, asseguram, respectivamente, a direcção artística e a direcção de produção da companhia.

 

Os A Jigsaw, composto pelos multi-instrumentistas Jorri e João Silva, ocupa um lugar singular na música portuguesa e internacional, com uma sonoridade inspirada no universo da música popular norte-americana, em particular do folk e dos blues. Em 2014, fizeram no TCSB, a convite d'A Escola da Noite, o concerto de pré-apresentação do seu quarto e mais recente álbum, “No True Magic”. Antes desse, editaram “Letters from the boatman” em 2007, “Like the wolf” em 2009 e “Drunken sailors & happy pirates” no ano de 2011.

 

Residência artística no TCSB – 1.ª fase

11 a 14 de Janeiro de 2016

 

Estreia

14 de Abril de 2016

 

Teatro da Cerca de São Bernardo (Coimbra)

O Rock chegou ao Rock in Rio… Korn e Rival Sons confirmados

Oito anos depois, os norte-americanos Korn regressam a Portugal para um concerto no Rock in Rio. A banda californiana Rival Sons atua pela primeira vez em Portugal e na Cidade do Rock na 7.ª edição do evento. As duas bandas rock juntam-se aos já anunciados cabeças de cartaz Hollywood Vampires (o “supergroup” de Alice Cooper, Joe Perry e Johny Depp), fechando, assim, o lineup do Palco Mundo para o dia 27 de maio e reservando este mesmo dia os fãs do rock.

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Oito anos volvidos desde a última atuação dos Korn em Portugal, a banda norte-americana regressa para se estrear no Rock in Rio. O concerto da banda na Cidade do Rock do Rio de Janeiro, em setembro de 2015, celebrou os 20 anos do grupo de nu-metal e contagiou o público. A 27 de maio vão subir ao Palco Mundo, no Parque da Bela Vista.  Já os californianos Rival Sons estreiam-se, neste mesmo dia, em Portugal e no Rock in Rio, prometendo uma sessão de puro rock ‘n’ rol aos fãs portugueses.

 

Além de Rival Sons, Korn e Hollywood Vampires, o Palco Mundo recebe, também, o espetáculo Rock in Rio – O Musical. A adaptação de uma super produção que já passou pelos teatros do Rio de Janeiro e São Paulo é inspirada na história do maior evento de música e entretenimento do mundo e conta com a participação de cerca de 40 talentos, entre os quais atores e bailarinos, prometendo transportar os fãs numa viagem de 30 anos acompanhando, através da música, a jornada do festival pelo Brasil, Portugal, Espanha e Estados Unidos.  O Rock in Rio vai, também, contar com a apresentação de diversos artistas, entre bandas, DJs, bailarinos e artistas de rua, que se distribuem pela Eletrónica, Palco Vodafone e Rock Street Brasil.