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Glam Magazine

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Noiserv esgota 3 dias de Concertos no Salão Brazil

David Santos, “o homem-orquestra”, criou o projeto Noiserv em 2005, alcançando rapidamente um lugar essencial na história da música portuguesa. O seu percurso tem sido marcado pela criação de canções capazes de atingir cada individuo na sua intimidade, relembrando-lhe vivências, momentos e memórias intrincadas entre a realidade e o sonho.

MNOS-Noiserv.jpg(c)2014 Paulo Homem de Melo

 

Conta no seu currículo com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred Miles From Thoughtlessness” (2008), o EP “A Day in the Day of the Days” (2010), mais de 4 centenas de concertos por Portugal e resto do Mundo e ainda uma série colaborações em Teatro e Cinema. No início de 2014, o disco “Almost Visible Orchestra” foi galardoado como melhor disco de 2013 pela SPA, Sociedade Portuguesa de Autores.

 

Salão Brazil (Coimbra)

8 a 10 de Janeiro | 8 e 9 de Janeiro 22.30h / 10 de Janeiro 17.00h

Ciclo "Isto é Jazz?" na Culturgest…. Ches Smith, Craig Taborn, Mat Maneri

Até há não muitos anos, quando se queria dar o exemplo de um bom baterista de jazz capaz também de forjar um contagiante balanço de rock, surgiam logo os nomes de Jim Black e Chris Corsano. Agora, essa curta lista foi acrescentada com o nome de Ches Smith, parceiro de músicos como Tim Berne, Wadada Leo Smith e John Tchicai, que é ou foi também membro de bandas como Mr. Bungle, Secret Chiefs 3, Xiu Xiu e Ceramic Dog. Pois o líder dos jazzísticos These Arches tem um novo projeto que envolve músicos de perfil semelhante, com disco a aguardar publicação ainda este ano pela ECM. São eles Craig Taborn e Mat Maneri, o primeiro um pianista que habitualmente utiliza instrumentos elétricos e eletrónicos vintage, como o Fender Rhodes e o Moog, e que cresceu a ouvir e a tocar jazz, música contemporânea, techno e metal, e o segundo um violinista e violetista que herdou o híbrido de jazz e serialismo do seu pai, Joe Maneri, e o tem aplicado num vasto leque de situações.

chessmith@2x.pngO trio apresenta em Portugal, pela primeiríssima vez, uma música que se baseia em composições abertas do próprio Smith, concebidas para providenciarem aquilo que estes músicos fazem melhor: improvisar. Designadamente, improvisar sem fronteiras nem delimitações de estilo, confiando apenas na escuta, na interação das capacidades criativas de todos os três e naquilo que a crítica especializada já categorizou como uma «química especial». Algo que resulta de uma experiência acumulada que passou pelas colaborações individuais destes magníficos instrumentistas com figuras de primeiro plano como Lee Konitz, John Zorn, Terry Riley, Roscoe Mitchell, Dave Holland, Evan Parker, Dave Douglas, Barre Phillips e Marilyn Crispell, entre muitos outros.

 

Bateria, percussão: Ches Smith

Piano: Craig Taborn

Viola: Mat Maneri

 

Culturgest – Pequeno Auditório (Lisboa)

17 Janeiro 2016 | 21.30h

Linda Martini apresentam “Sirumba” em Abril

"Sirumba" é o título do novo disco dos Linda Martini. As gravações do novo disco no estudio HAUS tiveram inicio esta semana. O disco, 6º de originais da banda, tem edição a 1 de Abril de 2016. Em Fevereiro a banda tem previsto apresentar o primeiro single do novo album.

A apresentação oficial decorre no mítico Coliseu de Lisboa no dia seguinte, onde a banda sobe a palco pela primeira vez a solo.

linda.jpgO grupo de culto português garante momentos especiais reservados para uma data que promete ser memorável.

 

Coliseu (Lisboa)

2 de Abril 2016 | 21.30h

Ricardo Ribeiro chega ao Coliseu de Lisboa com novo disco

Para apresentação do seu novo álbum a ser editado pela Warner na Primavera de 2016, Ricardo Ribeiro escolhe a catedral da música ao vivo e sobe ao palco do Coliseu de Lisboa em nome próprio. Desde 2013, ano em que editou o disco “Largo da Memória”, que Ricardo Ribeiro tem percorrido os mais variados palcos nacionais e internacionais. Com mais de 80 concertos realizados desde então, o fadista fez parte das mais diversificadas programações, quer com o trio de fado, quer com o guitarrista Pedro Jóia em duo ou ainda com o quarteto do alaudista Rabih Abou-Khalil.

GLAM - Ricardo Ribeiro.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Em 2014, passou por salas distintas nos Estados Unidos da América, Espanha, França, Alemanha, Canadá, Áustria, Noruega, Angola, Argélia, Marrocos e também em Portugal, entre variadíssimas salas de espetáculos e festivais, nomeadamente no Bons Sons, onde o seu concerto foi eleito como o melhor dessa edição, pelo Jornal Público. O fadista foi nomeado para Melhor Artista 2015 pela reputadíssima revista britânica Songlines, ficando entre os quatro finalistas desta mesma categoria.

 

Ricardo Ribeiro integrou ainda o elenco de artistas do CD tributo a Amália Rodrigues, “Amália - As Vozes do Fado”, interpretando os temas “Grito” e “Maria La Portuguesa”, este último em dueto com Javier Limón. No passado mês de novembro, Ricardo fez parte das celebrações do Cante e Fado – Patrimónios do Mundo, com o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa, na Igreja de São Domingos, em Lisboa.

 

O ano de 2016 promete ser mais um ano triunfal para Ricardo Ribeiro

 

Coliseu (Lisboa)

30 de Abril 2016 | 21.00h

Disco de estreia dos Best Youth entre os Melhores de 2015...

2015 foi um ano intenso na vida artística dos Best Youth mas terá sido porventura apenas a antecâmara do que 2016 reserva à banda de Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas. Com a certeza de que a digressão do álbum de estreia “Highway Moon” só vai a meio e de que muita estrada há ainda para percorrer, dentro e fora de Portugal, a dupla do Porto volta a marcar encontro com o público no dia 16 de Janeiro no Cineteatro Alba, em Albergaria-a-Velha.

1452185618.jpgHighway Moon” chegou ao mercado em finais de Março de 2015 numa edição de autor, conquistando de imediato os mais rasgados elogios, tanto da crítica especializada como do público, acabando por se posicionar, no final do ano, no topo das listas de melhores discos de quase todos os meios nacionais.

 

Para a Glam Magazine foi considerado o melhor disco de música Portuguesa em 2015 e igualmente destaca-se o título de Melhor Disco de Música Portuguesa de 2015 segundo a equipa do programa “Autores Fora D’ Horas” da SIC Notícias e igual posição atribuída pelos leitores da revista Blitz e pelo programa “Santos da Casa” da Rádio Universitária de Coimbra, o mais antigo espaço radiofónico dedicado à música nacional. Já para a equipa da Antena 3, "Highway Moon" mereceu o segundo lugar entre os álbuns nacionais de 2015.

Na próxima semana, os Best Youth serão os protagonistas do segundo episódio do novo programa do grupo RTP dedicado exclusivamente ao melhor da música portuguesa. Conduzido por Henrique Amaro, “No Ar” com os Best Youth será emitido no dia 14 de Janeiro, às 21h30 na Antena 3 e à meia-noite na RTP2.

5ª edição do festival Círculo de Jazz realiza-se em Janeiro

O festival Círculo de Jazz de Setúbal continua a sua caminhada firme e segura, afirmando-se cada vez mais no panorama musical da cidade. Promovido pela Câmara Municipal de Setúbal com o apoio da Experimentáculo e da Capricho Setubalense, o festival debruça-se sobre o jazz e todas as suas ramificações, do centro às margens. E este ano, em que se assinala a quinta edição, o festival decorre já no mês de Janeiro, entre os dias 22 e 30.

guidaBW1024.jpgEste ano o cartaz conta com várias estreias em palcos sadinos (Nelson Cascais and the Reeboppers ou Miguel Amado Group), alguns regressos (Grutera ou o Quarteto Guida de Palma) e um nome internacional (o italiano Gipsy Rufina). O Círculo de Jazz volta a dividir-se entre a Casa da Cultura e a Capricho Setubalense.

 

Programa:

22 Janeiro - Capricho Setubalense

22h00 - Quarteto Guida de Palma (na fotografia)

23h30 - Nauta

23 Janeiro - Casa da Cultura

22h00 - Búfalo Sentado

23h30 - César Cardoso Quarteto

29 Janeiro - Capricho Setubalense

21h30 - Gipsy Rufina

22h15 - Big Band dos alunos do Hot Club

23h30 - Miguel Amado Group

30 Janeiro - Casa da Cultura

21h30 - Grutera

22h15 - Nélson Cascais and the Reeboppers

23h30 - The Drowning Bride

Miss Lava de regresso anunciam novo disco “Sonic Debris”

Os Miss Lava estão de regresso com “Sonic Debris”, o seu terceiro álbum de originais, a ser lançado mundialmente pela norte-americana Small Stone Records no início de Abril.

_DSC2868_Andre Cardoso.jpg(c) André Cardoso

 

A banda começa a mostrar novos temas ao vivo desde já, abrindo para os míticos suecos GREENLEAF, ex-colegas de editora, no Stairway Club em Cascais no próximo dia 15 de Janeiro. A noite promete ser explosiva e as pré-reservas já estão perto da lotação da sala. No dia seguinte, 16 de Janeiro, os Miss Lava seguem para fazer a festa de reabertura do Santuário do Rock, histórico bar em Almada. E isto é apenas o início de um ano que promete ser muito especial para a banda lisboeta.

Sonic Debris” é o sucessor do EP homónimo lançado em 2008 e dos álbuns “Blues For The Dangerous Miles” (2009) – votado pela Loud! como um dos 5 melhores álbuns nacionais desse ano - e “Red Supergiant” (2012).

 

Stairway Club (Cascais)

15 de Janeiro 2016

 

Santuário do Rock (Almada)

16 de Janeiro 2016

No ano em que celebra 10 anos, o Plano B lança a editora Cubo Records

Uma das estreias mais aguardadas para 2016, é o lançamento da editora Cubo Records. A editora nasce como extensão do trabalho realizado ao longo de 9 anos de Plano B e mais especificamente na sala cubo, por onde já passaram alguns dos maiores produtores da música electrónica atual. A Cubo Records surge como uma plataforma que pretende juntar artistas que partilharam no Plano B o seu talento, e que agora podem ver reconhecido o seu trabalho neste espaço, que pretende dar visibilidade a artistas relevantes no panorama nacional e internacional, impulsionando novos projetos e acompanhando as novas tendências. O primeiro showcase acontece a 9 de Janeiro, com Rompante, Elite Athlete e PIXEL82.

88.jpgRompante

Duas dezenas de músicas editadas com selos como a Liebe Detail, Is It Balearic ou Seven Music e em compilações da Permanent Vacation e Balance Music, Rompante prepara-se para editar o seu novo EP “Let It Be Lost” na Cubo Records. Com um conhecimento profundo da história do House e Techno, fazem dele um dos “putos maravilha” da eletrónica nacional para se estar bem atento.

 

Elite Athlete…

João de Almeida, natural de Coimbra, expressa-se como Elite Athlete, um dos seus alter egos que se move pela música eletrónica. As suas referências musicais são as mais diversas, chamando a atenção as pistas de dança além fronteiras, acaba de lançar recentemente o EP “Californian Rites” pela editora australiana Cult Trip. Pela Cubo Records vai editar o mais fresquíssimo tema "Untitled05" remisturado pelo Moss mais conhecido por Trikk.

 

 

PIXEL82…

Filipe Galante é a pessoa por detrás do projecto Pixel82. Já percorreu todo o país, actuando em reputadas casas como Lux, Indústria ou Cargo, Dalston Superstore (UK), sendo ainda um dos responsáveis pela programação do Plano B e A&R da editora Freima.

Os seus sets são uma representação fiel da música house e techno mais animada e fluída. É neste sentido também que se destacam as suas produções que resultaram em lançamentos em editoras como EMI, Ministry of Sound, LDR e numa compilação de Carl Cox.

 

Plano B (Porto)

9 de Janeiro 2016 | 01.00h

"4400 OG", a trilha sonora épica de dB em homenagem a Gaia

dB é David Besteiro, beatmaker de referência no que toca à arqueologia áudio e à desconstrução e (re)construção de samples musicais. Conhecido pelas virais colaborações com PZ (os singles “Cara de Chewbacca” e “Tu És a minha Gaja”) e pelo projecto Corona (com os seus dois álbuns conceptuais “Lo-Fi Hipster Sheat” e “Lo-Fi Hipster Trip”), dB mantém a sua génese: o beatmaking. Foram os seus três primeiros registos de instrumentais, “[Retro]Activo” (2012), “[Beat]erapia” (2012) e “Black Cobra” (2014), que o colocaram no radar da música nacional. O sampling é a forma principal que dB usa para fazer passar mensagens, referências e moods. Passados 2 anos desde o seu último lançamento a solo, o proeminente artista de Gaia está de volta com um álbum exploratório de homenagem à sua cidade: “4400 OG” (4400 = Código Postal de Gaia, OG = Original Gangsta)

Artwork715x715.jpg4400 OG” é um álbum composto pelo dB, numa fase menos boa da sua vida, que representa uma realização pessoal em memória à sua cidade natal, Gaia. As suas paisagens, gentes e locais geram um sentimento de lar, algo que dB quis captar neste disco. É nesse período, refugiado no seu estúdio em pleno centro da cidade, com vista constante para a Antena da RTP no Monte da Virgem (descrita pelo artista como o seu “candeeiro de lava gigante”) que dB parte para a recolha de material áudio relacionado com a sua Vila Nova de Gaia: notícias de televisão (momentos preciosos da CM TV), field recordings e muitas gravações na primeira pessoa. Paralelamente, partiu em mais uma missão de descoberta áudio, pelo universo das bandas sonoras de cinema europeu da década de 70. Relacionando o melhor de dois mundos, dB criou a banda sonora da sua cidade (que é, no fundo, a sua vida). Um disco épico, de temas curtos, com o objectivo principal de oferecer uma quantidade subliminar de detalhes para ir descobrindo a longo prazo. Reclina-te num local confortável e carrega no play do teu melhor sistema de som (seja em formato digital, CD ou K7) e deixa-te levar nesta trilha sonora pela margem sul do Rio Douro

 

O álbum “4400 OG” do dB estará disponível digitalmente em todas as plataformas de venda e streaming online e fisicamente em CD e K7 a 13 de Janeiro de 2016

Idosos da Alta de Coimbra tomam Chá das Cinco com Noiserv este sábado

Chá das 5 é um projeto comunitário que une a música à atividade de voluntariado profissional de apoio a idosos em situação de carência e / ou isolamento, residentes maioritariamente na Alta de Coimbra. Prosseguindo a missão de ir ao encontro das pessoas e, em especial, dos seus vizinhos, o Serviço Educativo do Jazz ao Centro (SE JACC) em parceria com o ATLAS, e o seu projeto Velhos Amigos lança, no próximo dia 9 de Janeiro, pelas 17h, no Salão Brazil, o projeto CHÁ DAS 5.
Terá, como primeiro convidado, o músico Noiserv.

DSC_0677 (Cópia).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Todos vamos envelhecer e muito pouco refletimos sobre isso. Desejamos, com esta iniciativa, provocar encontros improváveis e felizes, chamar a atenção para a fragilidade das construções sociais, contribuir para diminuir a solidão, ir ao encontro das pessoas e perceber como podem as práticas artísticas comunicar emocionalmente e desenvolver relações inter-humanas, criar sentidos de pertença e fomentar a solidariedade. Escolhemos, por isso, um tempo para estar: o chá das 5.

O lanche acontecerá mensalmente em casas que nos abram as portas – aos idosos e aos músicos – para um momento de partilha ao sabor da música, das memórias, dos afectos: será o nosso lugar para estar. Conscientes da dimensão política da proposta, convidamos artistas e músicos que atuam no Salão Brazil a arriscar connosco: sair da sua zona de conforto para um lugar de risco, passando para um plano onde a prática artística assume como prioritária a possibilidade de criar encontros com a comunidade de idosos e contribuir, assim, para processos de transformação cultural, social e comunitária.

 

Salão Brazil (Coimbra)
9 de Janeiro 2016 | 17.00h

“Masala”… o novo disco de Jibóia editado em Fevereiro

JIBÓIA volta aos discos a 8 de Fevereiro, com "Masala", o mais belo, languido e negro conjunto de canções que escreveu e gravou até à data, segundo palavras da própria editora, a Lovers & Lollypops.

ankara.jpgSão 8 novas faixas que constituem este trabalho que abdicou da companhia de Ana Miró (Sequin) e se a Ricardo Martins na bateria. O tira-teimas e uma das oito razões pode-se em baixo. É a primeira paragem da nova etapa da serpente....

 

Verso… no Palácio do Bolhão

Um ensaio artístico sobre a importância da memória na construção da realidade. O passado alguma vez foi real ou é apenas uma construção mental actual? O que acreditamos ser real será totalmente cientifico ou será, por vezes, um acto de fé? Trabalhando com realidade inventada e humor poético, a última criação cénica de Helder Guimarães cruza constantemente a linha que define o que é ou não verdade, criando uma zona cinzenta e indefinida que sustenta, como base, este trabalho.

Image0.jpgUsando os micro-universos da prestidigitação e do engano como pontos de partida, este objecto híbrido explora a natureza humana, trabalhando-a pelos olhos da imaginação. Ficções e histórias reais, com componentes minimalistas e filosóficas, vão construindo um protagonista invisível chamado mistério. Os elementos do público deixam de ser meros observadores, intervindo, de forma directa, no desenrolar do espectáculo, tornando tangível o irreal mágico.

 

Palácio do Bolhão // Auditório (Porto)

14 a 17 de Janeiro 2016 | 21.30h // 16.00h (17 janeiro)

Dengue Dengue Dengue

A inspiração para Filipe Salmon e Rafael Pereira surge de forma quase natural, recuperando a memória colectiva da cumbia psicadélica dos anos 70, particularmente efervescente no Peru e países latinos vizinhos. Destes Dengue Dengue Dengue esperemos então essa “aliança profana” que coloca, num mesmo plano, ritmos tradicionais peruanos e sul-americanos, techno, dancehall jamaicano e o hipnotismo do dub.

dengue-dengue-dengue.jpgAo vivo, tudo ganha forma numa performance audiovisual que, garante a crítica internacional, os empurra para o posto de um dos mais interessantes projectos da tropicália electrónica. A data de Lisboa será uma das primeiras oportunidades para se ouvir o novo disco, a ser lançado no início de 2016..

 

Musicbox (Lisboa)

8 de Janeiro 2016 | 01.00h

L I Q U I D, produtor do Porto, lança o seu primeiro Remix…

L I Q U I D é Pedro Varela, músico de 21 anos do Porto com talento para o manuseio de ritmos, que iniciou aos 14 anos a prática do seu instrumento principal: bateria.

Este recente alter-ego surge como uma transição natural para o campo da produção electrónica onde, sozinho, é capaz de explorar e manipular a seu mais belo prazer, a versatilidade musical que lhe corre nas veias.

4_newedit.jpgO primeiro remix que lança é o seu cartão-de-visita: escolheu o tema “New Soul” do artista portuense Ghetthoven, pela ligação musical e especial que tem com ele. Uma nova alma, uma nova face e uma nova cor com uma voz rebaptizada, assim se desenha a remistura a esta música catártica dançável de pendor Trap e R&B. O ano de 2016 trará novos remixes e o primeiro EP de L I Q U I D, para já, ainda envolto em secretismo quanto a colaborações e conceito

 

Luisa Sobral grava novo disco em Los Angeles com Joe Henry

Luisa Sobral arrancou ontem, 6 de janeiro com as gravações do seu novo disco. A artista portuguesa está já em Los Angeles para dar corpo ao seu quarto disco de originais.

Ao leme da produção estará Joe Henry, um dos mais conceituados produtores da actualidade, vencedor de 3 Grammy Awards, e responsável pela assinatura de trabalhos de artistas como Elvis Costello, Solomon Burke, Beck, Hugh Laurie, Emmylou Harris, entre muitos outros. Para além de produtor, Joe Henry tem também uma sólida carreira artística, já com 13 discos editados, colaborações com artistas como Brad Mehldau e Bill Frisell e um notável percurso como compositor com destaque evidente para o seu trabalho com Madonna, de quem é um dos principais fornecedores de canções.

foto3.jpgOs trabalhos decorrerão no mítico United Recording Studios, uma das catedrais sagradas da música das últimas décadas e por onde passaram históricos como Frank Sinatra, Ray Charles ou Ella Fitzgerald, bem como estrelas mais recentes e de espectros tão variados como, por exemplo, Jay Z, Radiohead, Red Hot Chili Peppers, U2, John Mayer, etc.

O disco ainda não tem data de saída prevista…

"Estúpidos, maldosos e semanais. Uma constelação em torno do Charlie Hebdo"

Hoje, 7 de janeiro, pelas 20.00h é inaugurada na Bedeteca da Amadora, a exposição documental “Estúpidos, maldosos e semanais. Uma constelação em torno do Charlie Hebdo”, mostra integrada no programa Os 5 sentidos da banda desenhada, com a colaboração de Osvaldo Macedo de Sousa.

charlie-hebdo_poster.jpgEsta pequena mostra, inaugurada no primeiro aniversário dos atentados que vitimaram, entre outros, membros da redação do jornal satírico francês Charlie Hebdo, visa mostrar o contexto em que este título (assim como o grupo editorial que o formou, associado à revista Hara-Kiri) surgiu. Revisitando referências da imprensa ilustrada satírica, os títulos de banda desenhada, imagens da publicação e livros que refletem a sua história, há ainda um complemento organizado por Osvaldo Macedo de Sousa: “Cartoonismo: uma profissão de risco?”, em que se visitam vários artistas que, no mundo dito do Médio Oriente e Ásia têm sofrido as consequências mais graves pelo seu trabalho artístico, demonstrando que a luta pela liberdade de expressão é verdadeiramente universal, e que a solidariedade deve ultrapassar fronteiras, línguas e culturas. charlie-hebdo-lamour.jpgA inauguração será seguida de uma mesa-redonda informal, com a presença dos artistas Nuno Saraiva, Rui Pimentel e Osvaldo Macedo de Sousa. A exposição conta com o apoio da Bedeteca da Biblioteca Municipal dos Olivais e do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, onde haverá, no dia 23 de janeiro, um debate associado a este evento, com hora a indicar oportunamente.

 

Bedeteca da Amadora

7 a 30 de Janeiro 2016 | 3ª a sábado das 10h às 18h

MEO Sudoeste apresenta… Wiz Khalifa

As coordenadas sonoras do rap e hip hop estão cada vez mais nos mapas das músicas mais apreciadas por todo o mundo. Confirma-se assim a presença de um dos mais pedidos pelo público do MEO Sudoeste e um dos melhores do planeta. A estreia em Portugal de Wiz Khalifa, que atua a 4 de agosto, no Palco MEO.

wiz.jpg(Direitos Reservados)

 

Com o disco “Blacc Hollywood” editado em 2014, confirmou o estatuto de um dos mais interessantes e irreverentes nomes do hip hop atual. Com o single “We Dem Boyz “ foi nomeado para o prémio Melhor Canção Rap nos Grammys do mesmo ano. Profícuo, para além dos 6 álbuns de originais que lançou – o último já em 2015 “Rolling Papers 2”, devem acrescentar-se ao seu reportório as cerca de 9 mixtapes que, tal como as edições de estúdio, são sempre recebidas elogiosamente. No entanto, mais recentemente, a sua carreira fica marcada pelo tema “See you Again” em homenagem ao malogrado ator Paul Walker, feita propositadamente para a banda sonora do Filme “Velocidade Furiosa 7”.

O vídeo deste estrondoso êxito foi o mais visto do ano em 2015 no Youtube, contando já com mais de 1.300 milhões de visualizações, e o tema está nomeado para 3 Grammys de 2016 nas categorias “Song Of The Year”, “Best Pop Duo/Group Performance” e “Best Song Written For Visual Media”

Hot Chip confirmados no NOS Alive ‘16

Os britânicos Hot Chip são a mais recente confirmação do NOS Alive’16.

“Why Make Sense?”, apresentado ao público dia 18 de maio de 2015, é o album que a banda vai trazer a Portugal. Alexis Taylor e a sua banda sobem ao Palco Heineken dia 8 de julho.

HC_PP_01.jpgWhy Make Sense?”, sexto álbum de estúdio e sucessor do aclamado “In Our Heads”, editado em 2012, foi gravado em Oxfordshire, em Londres, e produzido em parceria com Mark Ralph. Os Hot Chip são Alexis Taylor, Joe Goddard, Felix Martin, Al Doyle e Owen Clarke.

 

Nomes já anunciados:

Father John Misty, Foals, Hot Chip, José González, M83, Pixies, The 1975, Wolf Alice e Years & Years

Nova temporada do Teatro Municipal do Porto apresentada hoje

O Grande Auditório Manoel de Oliveira, no Rivoli, abre as portas ao público, mais logo, pelas 19 horas, para apresentar a programação para a nova temporada de janeiro a julho de 2016, do Teatro Municipal do Porto (TMP). Durante a sessão está prevista uma performance surpresa. Mas, para todos aqueles que queiram antecipar as agendas, avançamos já com duas grandes iniciativas que irão marcar culturalmente o mês de janeiro.

#DR_CNB_03.jpg(Direitos Reservados)

 

"O Grande Livro dos Pequenos Detalhes" conta duas histórias em paralelo. Na primeira, uma locutora de rádio decide, um dia, fornecer informações de trânsito erradas, causando o caos na cidade. A segunda conta a história de um departamento secreto que cria distracções no mundo, fazendo com que as pessoas olhem para outras coisas, que não os seus próprios problemas. Esta peça conta com Cláudia Gaiolas, Michel Bois, Paula Diogo e Thiare Maia no elenco e será apresentada ao público dia 15 de janeiro, sexta, pelas 21.30h e dia 16, sábado, pelas 19h, no Grande Auditório Manoel de Oliveira - Rivoli.

#DR_CNB_02.jpg(Direitos Reservados)

 

A programação cultural do mês de janeiro ficará, também, marcada pela estreia no Porto do Programa Reportório da Companhia Nacional de Bailado, onde se reúnem alguns dos coreógrafos que marcaram a história da dança, como a belíssima e feminina "Serenade", de Balanchine, que contrasta com a energia masculina de "Grosse Fuge", de Anne Teresa De Keersmaeker. A abstração de William Forsythe com um dueto virtuosístico e a inspiração latina de "5 Tangos", de Hans van Manen, são uma janela aberta para o que de melhor se produziu no séc. XX. Ao Quarteto de Cordas de Matosinhos e à Camerata Alma Mater foi entregue a interpretação musical, nesta que será a primeira colaboração destes agrupamentos com a Companhia Nacional de Bailado. A estreia do programa, prevista para o Teatro Municipal do Porto, pretende valorizar a descentralização e retomar uma prática tradicional da Companhia, desde 1977. Esta apresentação de dança acontece nos dias 29 de janeiro, pelas 21.30h, e dia 30 pelas 19.30h.

#DR_CNB_01.jpg(Direitos Reservados)

 

Também da autoria da Companhia Nacional de Bailado, dia 31 de janeiro, pelas 17h, haverá Dança e Documentário. A realizadora Cláudia Varejão e a sua assistente de som Adriana Bolito acompanharam a Companhia Nacional de Bailado durante 12 meses, recolhendo as imagens que fazem parte do documentário e que aqui se apresentam. Agachadas, invisíveis num canto escuro do palco, dos estúdios ou dos camarins, de certeza que nos apanharam a todos descalços, fosse no nosso quotidiano simples e rotineiro dos ensaios ou no mais emocional e frágil dos espetáculos. Será destas imagens, guiadas por artistas e por todos que connosco trabalham que, seguramente, também rezará a história das quase quatro décadas da Companhia. Mas o início deste programa vem de Kinsangani e reflete sobre a responsabilidade artística. Como ser artista é (ou deve ser), sobretudo, uma questão de cidadania. Trata-se de um solo para o bailarino Miguel Ramalho, criado pelo coreógrafo congolês Faustin Linyekula.

 

Estas são apenas duas das várias atividades que irão marcar a nova temporada do Teatro Municipal do Porto que amanhã será apresentada