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Glam Magazine

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Thunder & Co.nvidados… 7º Aniversário do Blog BranMorrighan

O blogue BranMorrighan comemora sete anos de existência e pelo segundo ano consecutivo leva ao Musicbox três projectos que reflectem a diversidade e qualidade do melhor que se faz na música portuguesa. Da guitarra acústica de Mahogany que nos transporta até à Islândia ao poderoso e versátil baixo de O Manipulador, a noite termina com uma actuação que reúne dez músicos de cinco projectos diferentes num concerto que promete ser único e memorável - Thunder & Convidados.

Cartaz Bran3.jpgTendo como base os músicos de Thunder & Co. (Rodrigo Gomes e Sebastião Teixeira) o concerto terá como convidados Alex D’Alva Teixeira (D’Alva), Ariel Rosa (Boss AC), Ben Monteiro (D’Alva), Carol B (D’Alva), Frederico Costa (Cut Slack), João Pascoal (The Happy Mess), Maria do Rosário (Mirror People), Nuno Sarafa (X-Wife) e Rui Maia (Mirror People) para um concerto único e inesquecível.

nd-thunder.jpg(c) Paulo Homem de Melo

 

Thunder & Co. são uma banda de música de dança a atirar para o emocional cujo som é caracterizado pelas batidas balançantes envoltas em acordes tristonhos e ambientes tensos. Pelo menos é o que tem saído da fábrica de trovões em Lisboa, propriedade de Rodrigo Gomes e Sebastião Teixeira. Estes dois amigos casam os gostos, discutem, negoceiam e, juntamente com o seu fiel produtor, Duarte Ornelas, chegam ao som dos Thunder & Co. “Nociceptor” é o nome do álbum de estreia deste grupo “disco-lamechas” e tem 10 músicas (incluindo “Apples”, single de avanço para este disco, e “O.N.O.”, single que até aqui só tinha sido editado digitalmente). Para ajudar a contextualizar a sonoridade deste longa duração, é preciso dar atenção ao nome do mesmo. Os nociceptores são os receptores sensoriais do corpo que nos dão a percepção da dor. Estas canções são doridas e carregadas de insegurança.

O Manipulador 01 _ SofiaArriscado.jpg(c) Sofia Arriscado

 

O Manipulador segundo António M.Silva…

"Membro hiperactivo na música portuguesa desde o início dos anos 00, Manuel Molarinho tem percorrido mundo em apresentação de uma panóplia de linguagens musicais que reflectem a sua ligação umbilical a mais de uma dezena de bandas e projectos ao longo dos anos. Mas foi na pele d’O Manipulador que derreteu os nossos corações. Embora uma one-man-band assumida, O Manipulador é muito mais que isso. Qual Hidra mitológica, os pedais, os loops e uma abordagem aventureira das quatro cordas desdobram-se (e multiplicam-se) em canções pegajosas e memoráveis. Neste universo em expansão, há ecos de Om ao lado dos Sonic Youth, laivos de punk do século passado pintados com o negro aveludado dos Morphine e dos Tindersticks. Acima de tudo, é notória uma confluência de estéticas que só a solidão d’O Manipulador permite conjugar. Em palco, onde todas estas referências ganham vida e corpo, O Manipulador faz-se acompanhar sempre que possível do artista visual Eduardo Cunha. À música, junta-se uma componente imagética tantalizante e pouco habitual, que ajuda a transformar a música d’ O Manipulador numa viagem sensorial."

IMG_4913_TeresaPerdigão.JPG(c) Teresa Perdigão

 

Mahogany … o que começou como um teste de reverberação virou uma composição e inspirou um conceito. Em “a house in iceland”, Duarte Ferreira procura distinguir o genuíno do artificial, um exercício platónico, através de composições texturais e ambientais. Num cenário em que os álbuns se apresentam como colecções de singles, “Mahogany” prefere a narrativa, traçando uma viagem tão alegórica quanto real. Gravado num estúdio improvisado no seu quarto, de frente para uma estante com livros, álbuns e filmes, as gravações não escondem os passos, os sons da cadeira ou da roupa contra o corpo da guitarra, a que se juntam a reverberação e o lo-fi e fragmentos de Frank Lloyd Wright, John Coltrane e Manoel de Oliveira, entre outros

 

Musicbox (Lisboa)

15 de Janeiro 2016 | 22.30h

Há Fado no Cais… Marco Oliveira… “Amor é água que corre”

Marco Oliveira é um cantor e compositor com raízes no fado, que deriva para uma música de autor e acaba por fazer parte do movimento da nova música urbana portuguesa. O amor, a cidade, a despedida ou a tristeza, são algumas das temáticas que aborda na sua música, que chegou a registar no álbum “Retrato”, de 2008, tinha então apenas 20 anos.

ccb marco oliveira.jpg

(c) João Carlos

 

Entre os temas de alguns autores que são para si uma referência e outros da sua autoria, Marco Oliveira apresenta neste espetáculo uma abordagem muito própria numa atmosfera intimista e contagiante

 

Marco Oliveira: Voz e Viola

Ricardo Parreira: Guitarra Portuguesa

João Penedo: Contrabaixo

 

Centro Cultural de Belém // Pequeno Auditório (Lisboa)

15 Janeiro 2016 | 21.00h

“Thin Ice Dance Floor” o EP de estreia dos Can Cun

Can Cun é a banda de Bruno André Azevedo, Bruno Coelho e Jorge Simões, um trio de Vila Real que se juntou em 2014 para desconstruir um imaginário complexo assente em sintetizadores, riffs, ritmos em loop e melodias sonhadoras. Se por um lado o nome sugere paisagens de areias brancas, águas límpidas e faunas tropicais, a sonoridade itinerante entre o dream pop e o rock dos anos 90 mostra-nos uns Can Cun crus e obreiros de texturas sonoras espessas. Uma espécie de natureza mutável na sua génese transformadora, com raízes na imponente Serra do Marão e horizontes que desaguam num azul cristalino do Oceano Pacífico.

11.jpgDepois do concerto no Vodafone Paredes de Coura 2015, com a banda a actuar na vila para mais de 10 mil pessoas, os Can Cun lançam agora o seu primeiro EP “Thin Ice Dance Floor”. “Dancing (on a thin ice dance floor)” é o single de avanço gravado nos Estúdios Sá da Bandeira e que já mereceu destaque em algumas rádios nacionais, com relevo para a Antena 3.

 

O EP esta disponivel aqui

"Thug Life" de C de Crochê é editado em Fevereiro pela Flor Caveira

C de Croché vai lançar o seu mais recente trabalho já no mês de Fevereiro. "Thug Life". O disco foi gravado entre Albufeira, Lisboa e Londres e produzido, como de costume, pelo Filipe da Graça.

A capa do álbum é da autoria de Silas Ferreira e segundo o música, representa “infância de crochê + momento kodak por um dos papás”

c.jpgMas quem é C de Croché?...

“C de Croché faz de compositor, cantor e tocador de vários instrumentos, contando ainda com a inestimável contribuição fraterna de Filipe da Graça, que co-produz e faz uma perninha num ou noutro instrumento. Ao vivo apresenta-se por vezes sozinho, com uma guitarra colorida nas mãos, doutras vezes acompanhado pel'Os Naperãos, a saber: Filipe da Graça na jazzmaster que escavaca guitarra heróis, Didi na viola-baixo precisa e Nuno Pontes nos tambores ribombantes”.

A edição do disco estará a cargo da Flor Caveira.

D'Alva compoem, produzem e gravam novo single em live-stream

Decidir fazer pop como fazemos, quando o fizemos, foi uma atitude punk-rock.”… Estas foram as palavras proferidas numa das primeiras entrevistas que deram quando editaram o seu disco de estreia “#batequebate”, ênfase em “pop”, “como” e “quando”. A alguns meses da marca dos 2 anos depois desse primeiro registo os D’Alva preparam-se para fazer música + internet + reality tv

dd.jpg“Há muito que queremos mostrar o nosso processo de trabalho desde o início, e mostrar também a toda uma nova geração de futuros músicos que é possível fazer música de forma independente, sem a infra-estrutura de outrora, tudo graças à tecnologia condensada num computador portátil, mas acima de tudo que o maior património, a melhor ferramenta que têm é a sua imaginação, criatividade e trabalho.” Os D’Alva vão compor, produzir e gravar o seu próximo single do zero, e vão mostrar todo o processo em live-stream, sem guião, sem música composta, sem rede.

 

Em parceria com a Tradiio, o processo pode ser acompanhado a partir de 11 de Janeiro, nos dias úteis, das 11h às 20h em directo ou a partir das 21h em diferido, aqui

"Retratos de uma Transformação"… Seleção de Fotografias do Filme 'A Rapariga Dinamarquesa' em Exposição

Retratos de uma Transformação”… uma seleção de fotografias do filme ‘A Rapariga Dinamarquesa’, uma marcante história de amor inspirada na vida do artista dinamarquês Einar Wegener e da sua mulher, a pintora Gerda Wegener, vai estar em exposição no Centro Comercial NorteShopping, em Matosinhos, até ao final do mês de janeiro, depois de ter estado patente no CCB – Centro Cultural de Belém.

Danish Girl_31dez.jpgEddie Redmayne, vencedor de um Óscar® com ‘A Teoria de Tudo’ “dá vida” ao artista dinamarquês Einar Wegener em ‘A Rapariga Dinamarquesa’. O filme estreou nos cinemas nacionais a 31 de dezembro, pelas mãos do galardoado realizador Tom Hooper, de ‘O Discurso do Rei’ e ‘Os Miseráveis’.

 

The Aristocrats ao vivo pela primeira vez em Portugal

Os The Aristocrats são um supergrupo formado em 2011.

O trio é composto pelo guitarrista Guthrie Govan, pelo baixista Bryan Beller e pelo baterista Marco Minnemann. Definitivamente três dos melhores e mais aclamados instrumentistas da actualidade.

Aristocrats-Legnano-Oct-2012-For-Web.jpg(c) Jessi Ramone

 

O primeiro concerto da banda aconteceu na famosa feira e encontro de músicos em Anaheim, California - NAMM Show. A banda só ensaiou um dia antes do concerto. O sucesso foi tão inesperado e a química entre todos os membros da banda tão grande que o trio decidiu imediatamente gravar um album de originais. Os temas deste primeiro disco refletem as respectivas influências dos elementos e que passam pela fusão dos anos 70 e dos Return to Forever, ao rock progressivo dos King Crimson, ao rock instrumental, ao groove metal dos Rage Against the Machine passando pelo incatalogável mas genial Frank Zappa.

Em Julho de 2014 os The Aristocrats gravaram o seu segundo álbum de originais, "Culture Clash". Seguiu-se uma extensa digressão por todo o mundo e em Janeiro de 2015 a banda gravou e editou um CD e DVD ao vivo.

Em Junho deste mesmo ano, gravaram o seu terceiro álbum, "Tres Caballeros".

E é precisamente esta digressão que vai trazer pela primeira vez a banda a Portugal. Um concerto altamente recomendado.

 

RCA Club (Lisboa)

18 de Janeiro 2016 | 20.30h

Museu do Autor vai avançar com apoio da Câmara de Lisboa

Uma delegação da SPA teve uma audiência com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e com a vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, para analisar o projecto de criação do Museu do Autor Português, que foi já apreciado em fases anteriores pela autarquia da capital. A delegação era constituída por José Jorge Letria e por João Lourenço.

Sp-Autores.pngA delegação da SPA explicou qual deverá ser o conteúdo material do projecto museológico com documentos, obras de arte e outros objectos relacionados com a vida dos autores ao longo de décadas. O projecto inclui ainda a eventual instalação de uma biblioteca e de um centro de documentação que contribuam para para valorizar e fortalecer a memória dos autores e do seu trabalho. Nas próximas semanas, a SPA fornecerá à Câmara de Lisboa um memorando com uma referência detalhada ao conteúdo museológico, de forma a que o município possa tomar decisões relativamente rápidas sobre o espaço a ocupar e sobre as condições técnicas e humanas de apoio.

Este irá ser o primeiro Museu do Autor criado por uma sociedade de gestão colectiva, designadamente em cooperação directa com uma grande autarquia. A SPA deixou claro que a sua interlocutora neste processo é a Câmara Municipal de Lisboa pois o museu deverá estar ao serviço da população. A SPA é depositária de um importante património de obras e documentos que deverá tornar-se acessível à população para valorizar o conceito de criatividade e de riqueza cultural.

 

(Fonte: SPA)

Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima arranca 2016 com lotação esgotada…

O Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima dá continuidade à temporada 2015-2016, neste início de novo ano, com o concerto dos UHF, cuja lotação se encontra esgotada desde meados de Dezembro passado, prevendo-se para os próximos espectáculos situações de salas cheias tendo em consideração a procura de bilhetes e a fidelização de públicos que se tem vindo a efectivar com a programação vanguardista e atenta às multiplicidades de gostos dos espectadores.

uhf_mupi_.jpgOs UHF, na primavera de 1979, gravam o primeiro disco da sua carreira, o single "Jorge Morreu", para uma pequena editora de Lisboa, sem grande sucesso comercial para a altura. A sua reputação consolida-se em múltiplos concertos, primeiro na zona de Lisboa e depois ao longo do país. Chegam, com essa experiência, à Valentim de Carvalho, que edita em 1980 o single "Cavalos de Corrida".

Para além do concerto dos UHF, o Teatro Diogo Bernardes apresenta em Janeiro o espectáculo de teatro “Breviário Para um Extermínio Silencioso”, pela Escola de Mulheres, com Carla Chambel, Isabel Medina e Roger Madureira, a 16 de janeiro, e cuja lotação se encontra praticamente esgotada. Apresenta ainda em Janeiro, os concertos de Trêsporcento, a 22, do quinteto de jazz de Maria João || OGRE, a 23 e o espectáculo de teatro “BemMarMeQuer”, baseado no texto de Mia Couto, pelo Teatro Art’Imagem, a 30, bem como, o concerto da Escola do Rock, uma iniciativa do Município de Paredes de Coura em colaboração com o Município de Ponte de Lima, a 17 de Janeiro, pelas 18 horas.

tresporcento_mupi_.jpgPara Fevereiro, destaque entre outros, a abertura da edição de 2016 do Um Ao Molhe, Festival Itinerante de One-Man-Bands, com a participação de Ana Deus, Coelho Radioactivo e O Manipulador, num espectáculo que englobará três concertos distintos, já no dia 5; o concerto comemorativo dos 25 anos da banda limiana Kamikazes, no dia 6; a peça de teatro “O Som e a Fúria”, de William Faulkner, pelo Teatro Mosca, com Filipe Araújo, João Cabral e Ruben Chama (actores), Catarina Correia, Margarida Costa e Inês Pedruco (bailarinas) e Ruben Jacinto (músico), no dia 13; o concerto da Banda de Música de Ponte de Lima, no dia 14; o concerto dos The Happy Mess no dia 19; e, num mês que ainda terá mais para anunciar, o espectáculo de teatro “As Cadeiras”, de Eugène Ionesco, pela Companhia de Teatro O Cão Danado, em estreia nacional em Ponte de Lima, numa co-produção com o Teatro Diogo Bernardes, nos dias 27 e 28.

 

Para Março, estão já programados os concertos das Golden Slumbers, de Abalone Dots, grupo de indie/folk sueco e da peça de teatro “Morro de Amores”, pela Fértil Cultural, também em co-podução com o Teatro Diogo Bernardes, espectáculo que percorrerá algumas freguesias do concelho, em comemoração do mês do teatro