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Glam Magazine

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António Zambujo e Miguel Araujo no CineTeatro António Lamoso em Abril...

Dizer que é fadista, e dos grandes, ainda que muito, seria pouco.

Dono de um talento irrefutável, António Zambujo é um embaixador da música portuguesa.

Com seis discos editados, enaltece a herança musical das suas origens alentejanas e constrói uma ponte entre o Fado e influências mais universais que em "Rua da Emenda", o seu último álbum, se inspiram em países como o Brasil, França ou Uruguai. Sem abandonar a essência portuguesa, Zambujo estabelece um diálogo perfeito entre as suas origens e as influências do mundo através de composições que interpreta de forma absolutamente única e decisiva para que qualquer um dos seus concertos seja considerado uma experiência obrigatória.

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(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Não será por acaso que a digressão mundial de "Rua da Emenda" já ultrapassou a marca dos 100 datas. Em Fevereiro e Março, António Zambujo regressa aos Coliseus do Porto e Lisboa, salas que já esgotou por diversas vezes a solo. Desta vez ao lado de Miguel Araújo, seu amigo e cúmplice, apenas munidos das suas vozes e guitarras. Concertos que já são um marco na história da música em Portugal, contando com mais de 10 datas esgotadas em Lisboa e no Porto.

 

CineTeatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

9 de Abril 2016 | 22.00h

 

Compositor, cantor e letrista, Miguel Araújo é um artista muti-facetado, detentor de carreira eclética e bem sucedida. O músico tornou-se uma aposta ganha do cenário português.

GLAM - Miguel Araujo.jpg(c) 2015 Sara Silva

 

Eleito por muitos como um compositor de excepção, tem percorrido e esgotado as salas mais emblemáticas do país neste formato a solo. Miguel Araújo, membro fundador, guitarrista e compositor d’Os Azeitonas, conta com dois álbuns a solo, “Cinco Dias e Meio” (2012), considerado um dos álbuns do ano pela redação da revista Blitz e “Crónicas da Cidade Grande” (Junho, 2014), considerado o melhor álbum português do semestre pelos leitores da mesma revista.

 

CineTeatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

28 de Abril 2016 | 22.00h

 

Arte….

Em 1998 e 2003, 180.000 espectadores tornaram Arte, com António Feio, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme, num sucesso sem precedentes. Em 2016, Arte está de regresso ao palco com novo elenco e nova encenação.

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 A compra de uma “tela branca com riscas brancas, transversais”, assinada pelo famoso pintor Antrios, não é consensual para 3 amigos de longa data. Conhecem-se bem mas têm gostos diferentes. Discutem-nos até à exaustão. Até se zangarem. Até dizerem tudo o que queriam e não queriam.

Assinado por Yasmina Reza, Arte é um texto belíssimo e sempre actual sobre a amizade, seus limites e valor. Mas, no fim, a questão permanece: Deverá dizer-se a um amigo querido que o quadro que comprou, e tanto aprecia, de nada vale?

 

Texto: Yasmina Reza

Tradução: António Feio

Encenação: Adriano Luz e Carla de Sá

Cenografia e Figurinos: Rui Francisco

Música: João Loio

Desenho de Luz: Paulo Sabino

Interpretação: Adriano Luz, João Lagarto e Vítor Norte

 

Teatro Tiboli BBVA (Lisboa)

A partir de 27 de Janeiro 2016

 

Teatro Sá da Bandeira (Porto)

A partir de 9 de Junho 2016

Festival Rescaldo… Norberto Lobo

De Norberto Lobo já tudo se escreveu; guitarrista prodigioso e verdadeiro milagre surgido nas fileiras da grande vaga de música exploratória lisboeta na primeira década do milénio, voz única e verdadeiro património da música mundial (sem qualquer tipo de exagero), autor e instrumentista de talento raro e abençoado.

rescaldo5@2x.png(c) Vera Marmelo

 

Tudo se escreveu, então, mas a cada disco, a cada concerto, se suspeita que nem tudo se ouviu: a voz continua a murmurar histórias e a tocar sentimentos que não sabemos acessíveis sem esta mediação, a guitarra continua a transfigurar-se em instrumento desconhecido, em melodias e sons que não sabemos acessíveis a não ser pela mão de Norberto Lobo; as narrativas continuam a parecer conhecidas até que percebemos que nunca as seguimos exatamente assim, e o caminho do músico lisboeta cresce e cresce rumo ao infinito.

Um concerto de onde nunca saímos iguais.

 

Culturgest – Pequeno Auditório (Lisboa)

20 Fevereiro 2016 | 21.30h

Festival Rescaldo… Timespine

A música do trio Timespine (Adriana Sá, John Klima e Tó Trips), toda ela criada a partir de cordas (zither guitarra-baixo e dobro, respetivamente) parece conter em si todas as músicas originárias do mundo que se sustentam neste tipo de instrumentos.

No seu disco de estreia, prestes a ser atualizado por um aguardado segundo lançamento, confluem pistas que remetem para a tradição hindustani, para a corá oeste-africana, para o koto japonês e, claro, para a tradição de seis cordas do sul norte-americano.

Timespine-ns.jpgUma música de simplicidade desarmante, de entrega total a uma procura pela beleza improvisada a partir de notações gráficas, e de possessão tranquila de um segredo íntimo e de um entendimento quase místico da música enquanto tradução do próprio solo e matéria do mundo.

 

Zither, eletrónicas: Adriana Sá

Baixo elétrico: John Klima

Dobro, percussão: Tó Trips

 

Culturgest – Pequeno Auditório (Lisboa)

20 Fevereiro 2016 | 21.30h

Mazgani… as primeiras datas de 2016…

Mazgani continua, em 2016, a apresentação ao vivo do seu último álbum, “Lifeboat”, que foi considerado o 20º melhor disco de música portuguesa do ano pela Glam Magazine. Aqui ficam as 3 primeiras datas anunciadas para este ano.

maz.jpg”On my way to Canaan Land”, é o novo single. Mazgani é um dos artistas convidados para NO AR, o novo programa de rádio e televisão dedicado à música portuguesa, com estreia marcada para 7 de Janeiro às 21h, na Antena 3, e à meia-noite na RTP 2, e que será emitido todas as quintas-feiras

“Nevoeiro”… dirigido e coreografo por Luís Guerra

Nevoeiro” é uma peça de dança para quatro bailarinos, dirigida e coreografa por Luís Guerra, e divide-se em três atos distintos. Em comum têm uma cortina prateada que serve como personificação do nevoeiro.

Ao entrarmos no espaço existe já uma música hipnótica a tocar. Podemos adivinhar uma parede no fundo ou talvez um palco mais pequeno que o normal. Quando a luz no nosso lado se apaga, outro espaço é revelado. O espaço atrás da parede. Então, percebemos que a parede é na verdade uma cortina muito fina. Atrás dela, quatro bailarinos mexem-se numa velocidade muito rápida e virtuosa mas de uma forma contida. Desenham movimentos mecânicos e por vezes lascivos que parecem ter sido postos sob "fast-forward". Estão meio despidos. E então...

NEVOEIRO - MARGARIDA DIAS.JPG(c) Margarida Dias

 

O primeiro ato apresenta uma dança rápida e precisa. Um exercício coreográfico que aproxima a dança da arte marcial. Tomando os bailarinos como personificação de todas as cores do espetro da luz, vemos através dessa dança uma espécie de imagem desfocada. A rapidez e desumanização dos intérpretes que raramente se encontram muito tempo no mesmo sítio personifica tudo aquilo que existe, tudo o que podemos realmente ver. Com o decorrer deste ato, constrói-se a ideia de desfoque, dado à rapidez dos movimentos. O campo visual passa a ser mais e mais indefinido – chegando, assim, ao nevoeiro

 

Luís Guerra é um artista português que se expressa principalmente através da dança e do desenho. Estudou dança desde muito novo e completou a sua formação artística e académica no Conservatório Nacional. Em relação ao seu imaginário criativo pessoal, estudou coreografia num curso organizado pela Fundação Gulbenkian e começou a assinar os seus próprios trabalhos para palco desde 2005. Simultaneamente trabalhou regularmente como bailarino, ator e performer para muitos outros direcores, tendo mantido até hoje uma participação frequente nas peças de Tânia Carvalho. Foi destacado pela revista Dance Europe pela sua interpretação em "Olhos Caídos", peça desta mesma coreógrafa. Para lá do mundo da performance em geral, Luís também produz e expõe os seus desenhos a caneta e lápis que reportam claramente para o seu interesse de longa data no urbanismo, geografia e artes decorativas.

 

Interpretação: Jacome Filipe, Lander Patrick ou André Mendes, Luís Guerra e Teresa Silva ou Marta Cerqueira

Música: Ulrich Estreich

Luzes e direção técnica: Zeca Iglésias

 

Centro Cultural de Belém // Pequeno Auditório

8 e 9 de Janeiro 2016 | 21.00h

“Quebra-Nozes Acrobático” em estreia mundial

O “Quebra-Nozes Acrobático”, o ballet mais espetacular.

Dança clássica, magia e acrobacias incríveis. É a nova proposta do prestigioso Ballet de Sao Petersburgo.

Sem renunciar ao espírito e aos altos padrões artísticos do original, "O Quebra-Nozes Acrobático" incorpora saltos espetaculares, piruetas vertiginosas, torções acrobáticas e soluções engraçadas que fazem tremer o público.

Image10.jpgO prestigiado Ballet de Sao Petersburgo, que se baseia nas melhores tradições do bailado russo, é formado por uma nova geração de bailarinas do famoso Teatro Mariinksi.

O virtuosismo dos bailarinos, a magnífica coreografia, juntamente com os conjuntos e figurinos magníficos, compõem um espectáculo único que transporta o público de volta à infância, onde tudo é possível.

 

Coliseu (Porto)

9 de Janeiro 2016 | 21.30h

Festa das Fogaceiras… programa cultural com 26 eventos

O dia de hoje, 4 de janeiro marca o arranque do programa cultural da Festa das Fogaceiras, que vai percorrer todo o mês de janeiro com 26 eventos e atividades que privilegiam a promoção dos agentes culturais locais e as produções inéditas em estreia absoluta. Até 29 de janeiro, Santa Maria da Feira celebra a mais antiga e simbólica festividade do concelho com música, teatro, dança, oficinas e workshops, mostras e exposições, serviços educativos, desporto e gastronomia.

fogaceiras.jpgOs museus são os primeiros equipamentos culturais a dinamizar atividades alusivas às Fogaceiras, através dos serviços educativos. Em Santa Maria de Lamas, o museu promove, de 4 a 29 de janeiro, a oficina de expressão plástica “Vamos ao museu fazer uma fogaça?”, dirigida ao público escolar e seniores. “Cumprindo a Tradição”, o Museu Convento dos Lóios dá a conhecer, de 5 a 22 de janeiro, a história e os símbolos da mais importante festividade do concelho através de uma visita ao museu e oficina. No mesmo período, o Museu do Papel, a Biblioteca Municipal e o Museu Convento dos Lóios dinamizam a oficina “Fogaceiras: construindo memórias”, um projeto em rede para reviver memórias e partilhar histórias com os visitantes.

 

No dia 6 de janeiro, pelas 21.30h, Jorge da Rocha, músico de Santa Maria da Feira radicado há dez anos em Barcelona, apresenta-se no café concerto À4HÁ, no Cineteatro António Lamoso, para um espetáculo intimista que junta a sua voz ao contrabaixo.

 

A atividade “Difusão da Tradição”, que leva a tradição da Festa das Fogaceiras às crianças das escolas do 1º Ciclo da rede pública, decorre de 7 a 15 de janeiro, com apresentação de imagens da festa e esclarecimento de dúvidas, numa conversa informal entre os técnicos da autarquia e as crianças das escolas. No mesmo período, chega aos jardins de infância da rede pública “O Mago das Guimbras e a História das Fogaceiras”, pelo Teatro em Caixa. Uma atividade dirigida às crianças que frequentam o programa de Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF).

 

As propostas para dia 9 de janeiro, sábado, promovem a música tradicional e a dança contemporânea. Na Biblioteca Municipal, realiza-se, às 21.30h, o XIII Encontro de Grupos de Cantadores de Janeiras e de Reis, organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira. Pelas 22.00h, sobe ao palco do Cineteatro António Lamoso o espetáculo de dança “Macha”, pelo Ballet Contemporâneo do Norte.

Do extenso programa cultural que se prolonga até ao final de janeiro, destaque ainda para o concerto “Piano a 4 Mãos”, do projeto musical Musicorba, no dia 15 de janeiro, às 21.30h, no Salão Nobre da Câmara Municipal, com apresentação do seu primeiro CD; o concerto de música clássica e lírica de Catarina Vita, dia 17 de janeiro, às 17.00h, na capela do Castelo da Feira; e a estreia mundial de Symphonic Clapton, dia 24 de janeiro, pelas 21.30h, no Europarque. A única banda portuguesa de tributo a Eric Clapton – a Clapton’s Addiction – junta-se a mais de 200 músicos das quatro bandas filarmónicas do concelho de Santa Maria da Feira para um tributo inédito ao compositor e intérprete britânico.

Os Aurora fecham o programa cultural da Festa das Fogaceiras, no dia 29 de janeiro, com concerto agendado para as 21.30h, no Cineteatro António Lamoso, onde apresentam um dos quatro concertos que compõem a sua primeira tournée