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Glam Magazine

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Sílvia… no Teatro do Bolhão

Gonçalo e Catarina entraram numa fase nova das suas vidas. Os filhos foram para a universidade e o casal mudou-se para Lisboa. Mas Gonçalo não está feliz. Odeia o seu trabalho e precisa de algo mais na sua vida. Até ao dia em que encontra Sílvia.

Sílvia é jovem, linda, divertida, e sente um amor à primeira vista por Gonçalo. A ligação entre os dois é tão forte que Gonçalo decide levar Sílvia para casa, o que não agrada de todo Catarina. É que Sílvia deixa pêlo no sofá. Bebe água da sanita. É inconveniente para as visitas. E ladra.

Image3.jpgSílvia é uma cadela abandonada, que se torna uma obsessão para Gonçalo que encontra nela uma razão para olhar a vida de outra maneira. Mas Catarina acha que a cadela é apenas um escape para uma crise de meia-idade. O que não deixa de lhe fazer ciúmes. Uma rival na sua relação com o marido. Para qualquer lado que se volte, qualquer conversa que tenha, para onde quer que olhe só existe uma coisa: Sílvia. A cadela.

O casamento vai ser verdadeiramente posto à prova através de uma série de complicações hilariantes, onde não faltam amigos estranhos a dar opiniões e até um psicólogo que acaba por perder as estribeiras com o problema do casal.

Sílvia” é uma comédia onde o humor e a ternura se misturam, tornando o desenrolar da história apaixonante para quem a vê. Qualquer espectador poderá experienciar o riso verdadeiro até à lágrima.

Neste triângulo amoroso, que ganhe a melhor espécie...

 

Autor: A. R. Gurney

Tradução e adaptação: Heitor Lourenço e Manuela Couto

Versão cénica e encenação: Almeno Gonçalves

Com: Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros

Assistente de encenação: Cátia Sousa e Artur Ribeiro

Cenografia: Marta Carreiras

Figurinos: Marta Iria

Desenho de luz: Nuno Moço

Arranjos e direcção musical: CC STS Estúdio

Design gráfico e imagem global: Maria João Alves

Responsável técnico: Nuno Moço

Responsável administrativa e financeira: Mariana Magro

Direcção de produção: Almeno Gonçalves

Produção Margem Narrativa: Maria João Alves e Cátia Sousa

 

Palácio do Bolhão - Auditório (Porto)

12 de Dezembro 2015 | 22.00h

13 de Dezembro 2015 | 16.00h

Márcia encerra o ano no TAGV em Coimbra com o seu "Quarto Crescente"

“Quarto Crescente”, o mais recente disco de Márcia, e é co-produzido por Filipe C. Monteiro, responsável pela produção do anterior “Casulo”, em conjunto com a própria cantora.  Como quem diz: esta ainda é uma obra em crescimento, um percurso de descobertas e encantos. Onde existe “A Insatisfação” (título do primeiro single) ou “A Urgência”, mas também um “Ledo Sorriso” ou um “Bom Destino”. Aberto ao que vier e disposto a convidar o público para essa viagem.

GLAM - Marcia (4).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Meo

 

Márcia queria ser pintora e cursou Belas-Artes.Talvez seja por isso que a sua música tem a delicadeza de um traço numa página em branco, ou invoca cores pintadas com paciência numa tela. Márcia também esteve próxima do cinema, e talvez seja por isso que a sua música nos cria imagens tão fortes. 

Em “Quarto Crescente”, terceiro álbum de originais, existe “A Insatisfação” (primeiro single) ou “A Urgência”, mas também um “Ledo Sorriso” ou um “Bom Destino”. O disco, editado a 15 de Junho, foi produzido por Dadi Carvalho – músico e produtor brasileiro conhecido, entre muitos outros, pelos trabalhos com os Tribalistas, Marisa Monte, Carminho e Caetano Veloso -, por Filipe C. Monteiro e pela própria Márcia e sucede aos aclamados “Casulo” (editado em Maio de 2013 e eleito pela revista Blitz um dos discos do ano) e “”. Este último, editado originalmente em novembro de 2010, teve uma nova edição em novembro de 2011, na qual, ao alinhamento original, se juntou o tema “A pele que há em mim (quando o dia entardeceu)” em dueto com JP Simões. Um tema que valeu a Márcia uma nomeação para os Globos de Ouro.

 

Márcia Santos: voz

Filipe Monteiro: guitarra e pedal steel

Manuel Dordio: guitarra

David Santos: baixo

Rui Freire: bateria

 

Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra)

12 de Dezembro 2015 | 21.30h

 

Big Band Júnior (BBJ) no Centro Cultural de Belém

Muitos dos títulos dos concertos da Big Band Júnior (BBJ) no Centro Cultural de Belém, habitualmente inspirados em temas célebres de jazz, espelham o momento em que a orquestra se encontra à data do concerto. São disso exemplo Summertime, Catch Me, Spring Ahead, We've got Rhythm, Tune Up, Miles Ahead ou Just Friends. O título deste concerto é uma alusão a “Take the A Train”, composto em 1939 por Billy Strayhorn e indiscutivelmente a mais famosa das muitas composições que surgiram da colaboração entre Duke Ellington e Billy Strayhorn.

untitled.jpg(Direitos reservados / Centro Cultural de Belém)

 

Para a viagem deste ano, que se inicia oficialmente com este concerto, a Big Band Júnior faz questão de convidar os familiares e amigos dos seus jovens músicos e todos os amigos que a orquestra tem feito ao longo destes seus 5 anos de atividade. Afinal, o apoio incondicional dos fãs é essencial para o sucesso de uma carreira musical. O que se irá ouvir é o resultado das primeiras onze semanas de ensaios da orquestra. Um período de trabalho curto, mas exigente, durante o qual o maestro Claus Nymark procurou extrair destes 14 jovens músicos um som coeso, um som de conjunto, um som de orquestra de jazz. O repertório preparado para este concerto é composto sobretudo por temas originais de Claus Nymark e por grandes clássicos do jazz de compositores como Billy Strayhorn, Charles Mingus, Herbie Hancock e Oliver Nelson.

 

BIG BAND JÚNIOR

Frederico Araújo

Artur Leitão

Francisco Lomba

Luz Fonseca

Ricardo Neto

Sofia Sena

Thomas Childs

Tomás Ferreira

Diogo Lopes

José Manuel Cavaco

Afonso Alves

João Ribeiro

João Pedro Lobo

Matilde Madeira Lopes

 

Centro Cultural de Belém – Pequeno Auditório

19 de Dezembro 2015 | 21.00h