Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

O Teatro Diogo Bernardes apresenta programação para 2016

A pouco mais de 3 semanas do final de 2015, o Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima levantou o véu sobre a sua programação para o primeiro trimestre de 2016. Apostado em manter a qualidade que tem pautado a sua programação ao longo do corrente ano, o teatro aposta uma vez mais numa programação variada e abrangente com os mais diversos espetaculos a serem agendados.

GLAM - Tresporcento.jpgTrêsporcento / (c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Assim e em Janeiro de 2016, estão já divulgados, até ao momento, os seguintes espectáculos: A presença dos miticos UHF a 8 de janeiro, o espectáculo de teatro “Breviário Para um Extermínio Silencioso”, pela Escola de Mulheres (Lisboa), com Carla Chambel, Isabel Medina e Roger Madureira, a 16 do mesmo mês, os Trêsporcento e a apresentação dos temas do seu novo album a 22 de Janeiro, o quinteto de jazz de Maria João || OGRE, dia 23 e a peça de teatro “BemMarMeQuer”, baseado no texto de Mia Couto, pelo Teatro Art’Imagem, a 30 de Janeiro. Todos os eventos estão agendados para as 21.30h.

GLAM - The Happy Mess.jpgThe Happy Mess / (c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Já o mês de Fevereiro, o destaque recai na prata da casa, concerto comemorativo dos 25 anos da banda limiana Kamikazes; teatro “O Som e a Fúria”, de William Faulkner, pelo Teatro Mosca, com Filipe Araújo, João Cabral e Ruben Chama (actores), Catarina Correia, Margarida Costa e Inês Pedruco (bailarinas) e Ruben Jacinto (músico); concerto da Banda de Música de Ponte de Lima. Os The Happy Mess marcarão igualmente presença em Ponte de Lima

Por último será em estreia nacional que a peça de teatro “As Cadeiras”, de Eugène Ionesco, pela Companhia de Teatro O Cão Danado, vai marcar presença em Ponte de Lima, numa co-produção com o Teatro Diogo Bernardes bem como “Um Ao Molhe”, Festival Itinerante de One-Man-Bands com a participação de Ana Deus, Coelho Radioactivo e O Manipulador, num espectáculo que englobará três concertos distintos.

Mécanosphère regressam às edições com “Scorpio”

Dez anos depois da edição da sua trilogia, os Mécanosphère regressam às edições com “Scorpio”. A ser editado pela Raging Planet, “Scorpio” apresenta oitos novos temas que são um manifesto polifónico e fragmentário por uma poética da transmissão.

A composição do disco esteve entregue a Benjamin Brejon, Adolfo Luxúria Canibal, André Coelho (ex-Sektor304) e Manuel João Neto, contando com as colaborações de Gregory Whitehead, da vocalista alemã Annina, de Henrique Fernandes, de João Pais Filipe e de Rui Leal, entre outros.

Mecanosphere_photo_web.pngOperando nos universos do chaos rock, spoken word, radio art, hip hop industrial, música concreta & kosmische muzik, os Mécanosphère são um colectivo transnacionalde música e performance fundado em 1998, cujo trabalho tem cruzado diversas áreas artísticas e promovido o encontro e colaboração com músicos de diferentes proveniências. Masterizado por James Plotkin (Khanate, O.L.D, Scorn), “Scorpio” é o resultado de um processo criativo iniciado em 2012 numa residência/concerto no contexto do festival Sonores (Guimarães), e será a primeira de várias edições e acções em diversos formatos (discos, concertos esporádicos, peças sonoras, radio art) planeadas para o futuro próximo..

 

Musicbox (Lisboa)

12 de Dezembro 2015 | 22.00h

Kátia Guerreiro convidada para concerto de encerramento do Festival Sefarad em Montreal

A convite de Katia Makdissi-Warren, directora artística do festival, Katia Guerreiro junta-se a Amina Alaoui e a Marcos Marin no concerto de encerramento do Festival Sefarad, promovido pela comunidade sefardita unificada do Quebeque, Canadá, já este sábado, 12 de Dezembro.

GLAM - Katia Guerreiro.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Trilogia Andaluza, nome escolhido para este concerto, reúne em palco, e pela primeira vez neste festival, três grandes tradições musicais existentes nas diásporas judaicas: a árabo-andaluza gharnati representada pela voz da marroquina Amina Alaoui, a portuguesa fado representada por Katia Guerreiro e a espanhola flamenco representada por Marcos Marin, que nascido em Espanha fez do Quebeque sua morada.

 

Acompanhados pelo Ensemble OktoEcho, dirigido por Katia Makdissi-Warren, Katia Guerreiro, Amina Alaoui e Marcos Marin interpretarão temas próprios, mas também duetos como “A Voz do Vento”, que Katia Guerreiro gravou com Amina Alaoui para o seu disco “10 Anos-Nas Asas do Fado”. A noite termina em conjunto, num verdadeiro encontro tricultural de celebração da proximidade de harmonias e sentimentos expressos nas tradições musicais de Marrocos, Portugal e Espanha.  Orgulhosa pelo convite recebido, Katia Guerreiro escolheu diversos temas do seu mais recente álbum, “Até ao Fim”, e será acompanhada na Guitarra Portuguesa por Pedro de Castro.

Pedro Jóia revisita Paredes, Armandinho e Lucía no Café-Concerto do CTE

O espaço Café-Concerto do Cine-Teatro de Estarreja recebe este sábado, 12 de dezembro, um dos mais talentosos guitarristas portugueses. A solo, Pedro Jóia propõe um repertório de originais e inspirado na tradição popular. O concerto é carimbado pelo Outonalidades, circuito de música ao vivo promovido pela d’Orfeu – Associação Cultural que este ano alcança a sua 19ª edição. Pedro Jóia, nome indissociável da guitarra clássica e apaixonado pelo fado e flamenco, tem sido bandeira exportadora da tradição musical ibérica pelo mundo. Do Brasil à China, passando por Cabo Verde e demais países africanos e europeus, o guitarrista inspirado em Paco de Lucía dedica-se de corpo e alma à música instrumental e à renovação e recuperação do repertório popular.

GLAM - Pedro Joia.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Colaborador frequente de fadistas como Ricardo Ribeiro e Mariza, Pedro Jóia chega a Estarreja acompanhado apenas pela guitarra, o seu “espaço natural”, como o próprio afirma. Este sábado, 12 de dezembro, a partir das 22 horas, Carlos Paredes, Armandinho, Lucía e temas originais extraem-se do alinhamento, numa noite reservada para o mais alto nível técnico e musical.

 

Aos 45 anos, Pedro Jóia conta com um vasto currículo assente numa sólida formação académica, na direção musical de vários espetáculos, composições originais para peças de teatro, participação em festivais e concertos um pouco por todo o mundo. Com seis discos editados em nome próprio, dedicou um deles à transcrição para guitarra clássica de obras compostas para guitarra portuguesa por Armandinho. “À Espera de Armandinho” (2007) deu nome ao disco que conquistou o Prémio Carlos Paredes, em 2008.

 

Cine-Teatro de Estarreja – Café Concerto

12 de Dezembro 2015 | 22.00h

Top 10 Singles (UK)… 11 Dezembro 2015

Top 10 Singles da Inglaterra, compilado semanalmente pela Official Charts Company com base nas vendas de cd’s, vinil, digital e streamimg

Semana de 11 de Dezembro a 17 de Dezembro 2015

jb.jpg

  1. Justin Bieber / “Love Yourself” (def jam)

 

  1. Justin Bieber / “Sorry” (def jam)

 

  1. Sigala feat. Bryn Christopher / “Sweet Lovin’” (ministry of sound)

 

  1. Adele / “Hello” (xl recordings)

 

  1. Grace feat. G-Eazy / “You don’t own me” (rca)

 

  1. Justin Bieber / “What do you mean” (def jam)

 

  1. Jess Glyne / “Take me home” (atlantic)

 

  1. Fleur East / “Sax” (syco music)

 

  1. Coldplay / “Adventure of lifetime” (parlophone)

 

  1. Mnek & Zara Larsson / “Never forget you” (virgin)

 

 

Candidaturas abertas para o Mais Imaginarius

Estão abertas, até 31 de janeiro de 2016, as candidaturas para o Mais Imaginarius, secção do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira que pretende dar espaço a artistas emergentes com vontade de mostrar o seu trabalho, através de um concurso de criações artísticas dirigidas ao espaço público. Esta secção desafia os artistas para a apresentação de propostas que abordem o espaço público nas suas mais diversas perceções, testando formatos e modelos, rumo à construção de novas identidades artísticas. A diversidade, quantidade e qualidade dos projetos que têm sido apresentados a concurso no Mais Imaginarius, ao longo dos últimos anos, revelam a vontade dos artistas em ocupar o espaço público de Santa Maria da Feira e de se expressarem através múltiplas linguagens.

222.jpg

(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Na edição 2016, o Mais Imaginarius assume-se como um espaço de experimentação artística dentro da programação oficial do festival Imaginarius, explorando dois eixos distintos de intervenção no espaço público: Arte Pública (Novos Media, Arte Digital, Instalação, Graffiti e Multidisciplinar) e Artes Performativas (Teatro, Dança, Música, Circo, Performance, Intervenção e Multidisciplinar). Premiados estreiam criação em 2017.

 

Todos os projetos admitidos ao Mais Imaginarius serão candidatos a um prémio final a atribuir pelo júri, no âmbito de cada uma das categorias a concurso (Arte Pública e Artes Performativas), que se contextualiza pela realização de uma criação em residência a estrear na edição de 2017 do festival Imaginarius.

O júri do Mais Imaginarius 2016 será composto por representantes do DECA – Universidade de Aveiro, do Departamento de Artes na Universidade de Évora, da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto – ESMAE e da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; e pelos diretores dos festivais Fira Tàrrega (Espanha), Cooperative de Rue et de Cirque / Festival Village du Cirque e Festival de Aurillac (França).

O regulamento e formulário de candidatura encontram-se disponíveis aqui

Club Banditz acabam de estrear o vídeo de "Open Your Eyes"

A dupla de DJs e produtores portugueses Club Banditz acaba de estrear o vídeo de "Open Your Eyes", um single que traz a reconhecível sonoridade de assinatura destes, bem como as participações de Anthony Trainor e Matthew Steeper.

pictureCA7KZTTB.jpgOs Club Banditz são um dos nomes revelação de 2015, e para além de serem a 1ª parte de Axwell/Ingrosso no MEO Arena no próximo dia 18 de Dezembro, a dupla regressa ao Brasil, um território que conhecem bem, para 4 datas no final do ano e partem depois para o Panamá, onde actuam no palco principal do festival The Day After, ao lado de Jack U, Zedd, Above & Beyond ou Nervo. Recentemente estrearam-se nos Estados Unidos, na Black and Orange Ball da Monster Headphones. Depois de "Endless Sunrise" e "Connecting Like Stars", lançados através da Universal Music, "Open Your Eyes" é a primeira edição dos Club Banditz no AfterCluv, um selo global ligado à música electrónica e criado pela editora. O single está em avanço nos primeiros lugares do Top da Rádio Nova Era e tem estado na bagagem dos próprios e de outros DJs internacionais que estão a encher pistas de dança.

As próximas datas dos Club Banditz são as seguintes:

18 Dezembro - Meo Arena - Lisbon w/ Axwell Ingrosso - Portugal

25 Dezembro - Recife - Brazil

26 Dezembro - Fortaleza - Brazil

31 Dezembro - Stella Reveillon - Itapema - Brazil

 

8 Janeiro 2016 - Florianópolis - Brazil

15 Janeiro 2016 - The Day After Festival - Panama

(UNTITLED) (2000) de Tino Sehgal

(UNTITLED) (2000), última obra para palco do artista germano-britânico Tino Sehgal, apresenta uma história subjetiva da dança do séc. XX através de algumas das suas coreografias mais icónicas. Esta peça é aqui recriada pelos coreógrafos Boris Charmatz, Frank Willens e Andrew Hardwidge, em três versões interpretadas sequencialmente no Auditório de Serralves.  Quinze anos depois de sua estreia, os bailarinos Boris Charmatz, Frank Willens e Andrew Harwidge interpretam (Untitled) (2000), uma peça performativa criada e apresentada pelo artista germano-britânico Tino Sehgal. Concebida originalmente para ser executada em palco, o solo (Untitled) (2000) continua a ser hoje um "Museu da Dança” na nossa memória cultural.

arquivar.jpgAndrew Hardwidge, Frank Willens e Boris Charmatz confrontam-se individualmente com uma história da dança do séc. XX num "Museu” que não contém objectos mas movimentos e gestos icónicos que marcaram a dança moderna e contemporânea e que contêm um valor histórico e simbólico. As coreografias apresentadas não serão simples reconstruções estéticas da peça (Untitled) (2000) mas reinterpretações singulares e novas perspetivas deste arquivo performativo.

 

A noção de arquivo na sua relação com a dança contemporânea - matéria efémera e instável - levanta questões sobre as ideias de transmissão, reconstituição e memória. De que forma pode este olhar para o passado, mais do que cristalizá-lo, contribuir para uma sua atualização, para a transformação do presente? Como pode a transmissão, ao identificar no passado novas possibilidades, abalar o conceito de original?

Estas reflexões estão na origem do ciclo "Arquivar a Dança", incluído na programação do Museu de 2015, que teve início com A catalogue of steps, projeto performativo da coreógrafa norte-americana DD Dorvillier e prossegue com a apresentação da peça Sem Título, de Tino Sehgal, pelos coreógrafos Andrew Hardwidge, Frank Willens e Boris Charmatz.

 

Nota: Este trabalho apresenta nu integral. Maiores de 16 anos

 

Auditório de Serralves (Porto)

13 de Dezembro 2015 | 17.00h / 18.00h / 19.00h

Mayra Andrade e Orquestra Jazz de Matosinhos

À procura de desenvolver trabalhos com vozes oriundas dos mais variados universos musicais, a Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) partilha o palco com Mayra Andrade, cuja voz calorosa e estilo próprio têm vindo a conquistar o mundo desde o seu primeiro álbum.

GLAM - Mayra Andrade.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

O programa deste concerto centra-se em arranjos de temas como “Odjus Fitchádu”, “Stória, Stória”, “Dimokránsa”, “Regasu” e “Nha Damáxa”, assim como do álbum mais recente da cantora, “Lovely Difficult”, assinados pelos diretores da Orquestra Jazz de Matosinhos, Carlos Azevedo e Pedro Guedes, e também por Telmo Marques.

 

Theatro Circo (Braga)

13 de Fevereiro 2016 | 21.30h

Fogo-Fogo apresentam single de estreia "E Si Propi"

“Como o vulcão da Ilha do Fogo ainda recentemente tragicamente provou, há forças nas entranhas da terra cujo avassalador poder ainda desconhecemos e que não são possíveis de prever ou antecipar. O mesmo acontece na música. Apesar de hoje em dia se pensar que a música já não contém mistérios e que já não há nenhum recanto da memória por explorar, a verdade é que de vez em quando ainda surge uma erupção inesperada. Felizmente, no caso da música a única coisa que eventualmente pode ficar arrasada com tais fenómenos é a inércia.

fogofogo_capa_WEB.jpgCaso claro: Fogo Fogo, o projecto de Francisco Rebelo (baixo), João Gomes (teclas), Márcio Silva (bateria), Danilo Lopes e David Pessoa (vozes/guitarra) que regularmente tem explodido com incontrolável energia a pista de dança da Casa Independente, verdadeira instituição cultural a funcionar no Largo do Intendente, ao serviço de uma nova Lisboa.

A Lisboa que vê nascer estes Fogo Fogo é vibrante e especial: é uma Lisboa onde cabe toda a África, sobretudo a que fala português, tanto a do futuro, como a do passado. Uma Lisboa onde ainda é possível descobrir peças de colecção em vinil dos Tubarões e todas as obscuras pérolas de edição de autor que a diáspora de Cabo Verde gravou nos anos 80 e 90 no estúdio Musicorde de Campo de Ourique e que o mundo nunca ouviu. Essa é a Lisboa que, qual vulcão, expeliu os Fogo Fogo.

Como se começou por explicar, ainda há muitos segredos na música, muitos terrenos por explorar, apesar de haver quem acredite que já tudo está no YouTube. E um desses segredos é o funaná de Cabo Verde, da Ilha de Santiago. A editora Analog Africa, por exemplo, já deu bem conta da mais relevante memória do semba e da rebita de Angola em duas maravilhosas compilações que servem como uma espécie de história ancestral da música de um país que ofereceu o kuduro ao mundo. Agora, começam a aparecer sinais de que o funaná pode ser a próxima explosão das pistas internacionais: os Tubarões a terminarem em apoteose um concerto em Lisboa com um "Djonsinho Cabral" apoteótico; os Ferro Gaita a incendiarem a multidão num grande espectáculo no festival de músicas do mundo de Loulé; e, sobretudo, o regresso de Bitori (secundado por músicos de Bulimundo) aos palcos internacionais por mão de Samy Ben Redjeb da Analog Africa.

Tudo junto, isto significa que Fogo Fogo são uma urgente manifestação de uma cultura que, qual vulcão, está prestes a explodir. Os músicos envolvidos são ultra-experientes, profundos conhecedores dos múltiplos grooves de inspiração africana e atiram-se a funanás e a música de baile de festa africana no B.Leza ou na Voz do Operário como se 1987 tivesse sido anteontem. E neste contexto assumem a mais primordial das missões: fazer dançar sem truques, apenas com energia de bpms carregados, com a bateria e o baixo em permanente derrapagem e os sons inspirados na "gaita" (a concertina) a comandarem a identidade melódica. São cinco os temas neste ep - E Si Propi, Sentimento, Pomba, Cabra Preta e M'Bem Di Fora -, cinco pedaços de lava escaldante, gravados de forma intensa e directa. Os Fogo Fogo podem muito bem ser o acontecimento do ano que ainda ninguém descobriu. Mas depois da erupção, nada vai ficar igual.”

Rui Miguel Abreu

Ana Moura: Galardão de Platina para "Moura" com duas semanas de venda

À venda desde 27 de Novembro, "Moura", o 6.º álbum de estúdio de Ana Moura, acaba de atingir o Galardão Disco de Platina.

GLAM - Ana Moura (9).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

"Dia de Folga", o primeiro single retirado do novo álbum é um dos temas mais tocados nas rádios nacionais. O videoclip, estreado no inicio de dezembro no canal VEVO da artista, conta com mais de 170 mil visualizações.

Ana Moura já anunciou a primeira fase da sua digressão mundial, a qual passará por algumas das salas mais emblemáticas do Mundo, casos do Olympia em Paris ou do Carnegie Hall, em Nova Iorque.

Em Portugal estão marcadas 5 datas: no dia 12 de Março, no Pavilhão Multiusos de Guimarães; 1 de Abril na Arena D'Évora; 2 de Abril no Teatro das Figuras, em Faro. Em Lisboa, o concerto acontece a 9 de Abril, na maior sala do país, a MEO Arena. Este ciclo termina com um concerto no Coliseu do Porto, no dia 16 de Abril.

 

Recorde aqui as fotografias da apresentação do disco "Moura"

Kanoa convida Márcio Pinto… hoje no Musicbox

O projecto Kanoa está de volta aos palcos, desta vez convidando Márcio Pinto para juntar Ballafon Mandiga, Ballafon Dioula e várias percussões à viagem audiovisual cenografada digitalmente em tempo real, em cima de teias de guitarras e percussões africanas.

A Kanoa transporta instrumentos, ritmos, sons naturais e músicas que nos voltam das raízes, trazendo consigo imagens de vivências de tantas viagens, migrações antigas e misturas étnicas. Chega a nós como uma viagem audiovisual orgánica na qual música ao vivo e cinema “documental planante” se fundem em busca de uma arte fortemente enraizada, que vibre em fase com o planeta Terra.

KANOA-MUSIC-BOX-DEZ-2015-FINAL-hq.jpgAlex Louza - Guitarra acústica e eléctrica, N’Goni, Kalimbas e percussões.

Gonçalo Sarmento - Guitarra acústica e eléctrica, Kora e percussões.

Gueladjo Sane - Djembé, Congas, Dununs, Cabaça, Djabara e outras percussões.

Sara Baga – Cinematografia Digital e VJ

Alex Louza e Gonçalo Sarmento: Sonoplastias

 

Márcio Pinto - Percussionista de raiz que vive rodeado de música desde criança. Concluiu curso profissional de música em Percussão Erudita assim como Licenciatura na mesma área na Escola Superior de Música do Porto.

Entusiasta de ritmos exóticos, cultiva em si raízes da música tradicional actuando em várias bandas como Olivetreedance, Terrakota, Semente, Retimbrar e Bate & Bala.Foi nas viagens a África, Brasíl e India que encontrou grande parte da sua inspiração.

 

Musicbox (Lisboa)

11 de Dezembro 2015 | 22.00h

AcrobActic premeia talento jovem…

O edifício da Alfândega do Porto abriu as portas para receber a 11ª edição do AcrobActic, no passado dia 26 de Novembro. Sob o tema “Complexo”, o desfile final do concurso que procura novos talentos para a moda portuguesa, decorreu na sala do Arquivo.

CV1A8591.jpg(Direitos reservados / AcrobActic)

 

Mais de 20 designers apresentaram as suas coleções, previamente selecionadas por um painel de jurados convidados, num desfile cujo o objetivo é dar visibilidade e reconhecimento ais novos talentes emergentes da moda Portuguesa. O projeto AcrobActic foi lançado em 2006 com esse objetivo e tem vindo a dar continuidade à divulgação da capacidade criativa dos jovens designers, dando-lhes relevância, notoriedade e abrindo as portas do mundo profissional.  O 11º AcrobActic foi apresentada por Vera Deus, que entregou a seis designers prémios de cerca de 8500€.

Komorebi_I.jpgKomorebi_II.jpg

 (Direitos reservados / AcrobActic)

 

A grande vencedora da noite foi Carla Alves, que com a coleção Komorebi, arrecadou o prémio de melhor coleção, o prémio de melhor coordenado feminino e o prémio da loja THE, atribuído por Teresa Pimentel e Helena Almeida, que viabiliza a venda das peças da estilista em loja.

Uniqueness of Hardware_I.jpgUniqueness of Hardware_II.jpg

 (Direitos reservados / AcrobActic)

 

Diana Azevedo arrecadou os prémios de melhor coordenado masculino e o prémio Augusta Dias, atribuído pela Escola de Moda GUDI, com a coleção Uniqueness of Hardware.

Kikks_III.jpgI¦ücaro_II.jpg

 (Direitos reservados / AcrobActic)

 

Esta edição integrou pela primeira vez a vertente do calçado, categoria em que saíram vencedores Hugo Melo (Kikks), com os prémios de melhor coleção de calçado e melhor par masculino, e Inês Maia (Ícaro), com o melhor par feminino. Luís Onofre e Sérgio Cunha (NOBRAND) foram os jurados convidados pela APICCAPS, entidade parceira do concurso para avaliar os projetos a concurso.

I¦ücaro_I.jpgCestaria_II.jpg

 (Direitos reservados / AcrobActic)

 

Como é habitual, o público presente teve a oportunidade de escolher os seus projetos favoritos, premiando neste caso Ícaro (Inês Maia) na vertente de vestuário e Cestaria (Cláudia Sousa e Fábio Ferreira) na vertente de calçado.

Pre¦ümio Melhor Colec¦ºa¦âo_I.jpg (Direitos reservados / AcrobActic)

 

O painel de jurados contou com personalidades de referência para a moda nacional como Anabela Baldaque, Daniela Barros, Marita Setas Ferro, Ricardo Andrez, Ana Campos (Vogue), Joana Jorge (ModaLisboa) e Teresa Pereira (CITEVE). A representar a Lupabiológica e a Best Models estiveram, respetivamente, Fernanda Gomes e a Alexandra Macedo.

 

Ao longo de 11 anos, o concurso distribuiu mais de 50 mil euros por novos designers e contribuiu assim para o início das suas carreiras, dando-lhes notoriedade e relevância. Igualmente o concurso orgulha-se de ter estado presente no início do percurso de vários criadores nacionais como Daniela Barros, Estelita Mendonça, Hugo Costa, Luis Carvalho, entre muitos outros

 

Mais fotografias da edição de 2015 aqui

NOS Alive ’16 | Years & Years….

O trio de electropop Years & Years é a mais recente confirmação do NOS Alive’16. A banda vai estrear-se em Portugal dia 8 de julho no Palco NOS, onde apresentará em primeira mão o álbum de estreia “Communion”, editado no passado mês de julho.

yy.jpg(Direitos reservados / Everything is New)

 

O ano de 2014 foi um ano em cheio para o trio que viu o seu nome começar a ser destacado na imprensa e nas redes sociais a uma velocidade vertiginosa. Em 2015 continuaram as boas surpresas, a banda conquistou a liderança da lista de promessas BBC Sound of 2015, bem como o prémio MTV Best New Artist Video. Ainda em 2015, os Years & Years foram nomeados para o prémio “British Artist of the Year”, naqueles que são considerados uns dos mais importantes prémios da indústria, os BBC Music Awards. Os Years & Years são compostos por Olly Alexander (vocalista), Emre Turkmen (sintetizadores) e Mikey Goldsworthy (sintetizadores e baixo).

MNAA e Ritmos promovem oficinas para crianças na Colección Masaveu

A pensar no período de férias escolares que se aproxima, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Ritmos apresentam duas oficinas destinadas a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos. A primeira, “Levados D’el Greco”, tem lugar no dia 19 de dezembro; segue-se a oficina “Colecionadores da Luz”, nos dias 22 e 23 de dezembro. Ambas as oficinas integram a ação e programação do Serviço de Educação do Museu Nacional de Arte Antiga procurando, através de atividades lúdicas, motivar a observação e a reflexão das crianças, orientando e estimulando a sua participação individual.

1449682597.jpgNiña de blanco / Autor: Casas Carbó, Ramón / Propiedad Colección Masaveu

 

A “Colección Masaveu: Grandes Mestres da Pintura Espanhola” encontra-se patente no Museu Nacional de Arte Antiga desde o dia 20 de novembro. Greco, Zurbarán, Goya e Sorolla são apenas quatro dos nomes referenciais que se encontram expostos, trazendo ao público português um extraordinário espólio pertencente à família Masaveu, do principado das Astúrias. São cerca de seis dezenas de obras expostas, pela primeira vez, fora de Espanha, que percorrem aspetos fundamentais da história da pintura espanhola do século XV ao século XX.

 

Levados D’el Greco

19 de dezembro - 10h às 13h

10€ por participante

Fecha os olhos, respira, deixa que a criatividade te guie para o teu mundo onde o corpo e a tua imaginação se transformam nos grandes mestres. Condensa o teu corpo numa linha e viaja até ao futuro com o grande El Greco.

 

Colecionadores da Luz

22 e 23 de dezembro - 10h às 17h (Atividade de 1 ou 2 dias)

1 dia: 15€ | 2 dias: 25€ (almoço não incluído)

Toma o sol como exemplo e projecta o teu olhar intensamente sobre o que te rodeia. Analisa todos os detalhes. Sente e cria texturas, diferentes dimensões, tonalidades e reserva-os na tua memória. Põe a paleta na tua mão, a partir de agora a obra é tua.

 

As oficinas são para crianças dos 6 aos 10 anos e as inscrições são limitadas, por ordem de chegada, e devem ser feitas através dos seguintes contactos: colecaomasaveu@ritmos.biz ou telefone +351 912110771

 

Projeto europeu CircusNext já selecionou os 7 projetos laureados da edição 2015/2016

O CircusNext, projeto europeu de apoio a jovens autores de novo circo, já chegou aos 7 laureados da presente edição. Depois de analisar todas as candidaturas submetidas ao “call for projects”, o júri selecionou, em abril, 15 finalistas. Entre os dias 25 e 28 de novembro, a lista foi novamente encurtada, após a apresentação de extratos de 15 minutos dos trabalhos em criação. Os 7 laureados foram apurados segundo a qualidade e originalidade dos projetos apresentados.

circus-next1-940x624.jpg(c) Alice Allart

 

O júri do CircusNext, composto por artistas, profissionais e estruturas ligadas às artes performativas, chegou aos 7 laureados da presente edição. Depois de uma seleção prévia dos projetos submetidos ao “call for projects”, o júri chegou aos 15 finalistas que tiveram oportunidade de apresentar, na Bélgica, um extrato de 15 minutos dos seus projetos em criação.

Após as apresentações concluídas, o júri fez uma seleção ainda mais rigorosa com base na qualidade e originalidade dos artistas e dos seus trabalhos e chegou finalmente aos 7 laureados da edição de 2015/2016. Segue-se, agora, uma fase de trabalho até junho do próximo ano, altura em que os artistas rumam a Paris para a apresentação de um extrato finalizado dos seus projetos.

Guimarães, através d’A Oficina, acolherá no próximo ano pelo menos um dos laureados que irá trabalhar em residência artística. De dezembro de 2015 a maio de 2016, estes artistas vão beneficiar de um subsídio para desenvolver o seu projeto artístico e apresentar os projetos em criação nas organizações parceiras. O culminar de todo este trajeto acontece em junho, em Paris, no Théâtre de la Cité Internationale, onde irão decorrer as apresentações finais.

 

Entre os laureados contam-se Dymitry Szypura com o projeto “Stein Mantel”; Circus Katoen (Willem Baduyck e Sophie Van der Vuust de Vries) com “As heavy as it Goes”; Cie La Migration (Quentin Claude, Marion Even e Gaël Manipoud) com o projeto ”Landscape(s)”; Two (Ricardo Gaiser e Katja Anderson) com “Finding no man’s land”; Compagnie du Chaos (Rafael de Paula) que apresentou “Nebula”; Sandrine Juglair com o projeto “Diktat” e Galactik Ensemble (Jonas Julliand, Mathieu Bleuton, Cyril Pernot, Karim Messaoudi e Mosi Espinoza) com “L’heritage du poulpe”.