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Glam Magazine

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Gisela João dá meia volta ao Mundo em 15 Canções e “aterra” no São Luiz em Lisboa...

Chama-se “Caixinha de Música” e é de dentro dela que as Divas e os Crooners do Continente Americano e Europeu saem para lançar o mote do espetáculo que a cantora vai apresentar na Sala Principal do São Luiz em Lisboa. De Frank Sinatra ou Ella Fitzgerald a Violeta Parra; de Nelson Cavaquinho e de Nicola Arigliano ou Serge Gainsbourg a Brian Ferry ou de Nick Cave a Amy Winehouse, esta será uma viagem em quinze canções em que Gisela João empresta a sua voz para homenagear alguns dos intérpretes mais importantes desde a primeira metade do século XX até aos dias de hoje. A escolha do repertório, parte de um desafio que a própria cantora fez a uma série de amigos e pessoas que admira, pedindo-lhes que lhe sugerissem canções que não tivessem a ver nem com o seu repertório, nem com o Fado que neste caso será apenas representado com duas canções de Amália Rodrigues.

gisela.jpgCom produção e direção musical de Frederico Pereira o espectáculo, para além de Gisela João, conta ainda com a presença dos músicos: Oscar Graça (Piano), Eduardo Raon (Arpa e Guitarra Elétrica), Nelson Cascais (Contrabaixo), Paulo Bandeira (Bateria), Tomás Pimentel (Flugel) Nelson Aleixo (Viola de Fado), Ricardo Parreira (Guitarra Portuguesa) e o Coro Lopes-Graça da Academia de Amadores de Música de Lisboa.

 

Este evento, parte de uma iniciativa do São Luiz Teatro Municipal e Museu do Fado em convidar a Fadista para conceber um ciclo especial de 3 dias, com actividades a decorrer em todo o espaço do Teatro, desde a Sala Principal onde apresenta este espetáculo, ao Jardim de Inverno que terá dois concertos de Guitarra Portuguesa e uma noite de Danceteria com “Gisela João, Sheila & Tomás”.Ainda em paralelo decorrem um workshop sobre bordados tradicionais portugueses e uma serie de sessões fotográficas.

 

São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

10, 11 e 12 de Dezembro de 2015 | 21.00h

“LAUF (in a course of a lifetime)” no Centro Cultural de Belém

“LAUF (in a course of a lifetime)” é uma viagem, ao vivo, entre o nascimento e a morte. Abordando a vida como se de apenas uma tarefa se tratasse, o performer leva-nos – incansável – do guião de uma vida para uma próxima.

Ele reinventa-se uma e outra vez em busca de soluções.

O que nos leva exatamente em frente neste ciclo permanente da vida?

O que acontece com retrocessos?

033_AntonioCabrita_LAUF1_cMEYER_ORIGINALS.jpg“LAUF” explora a complexidade da vida, desafiando as suas coincidências e os seus perigos. Os seres humanos são atirados para a vida e tem que começar a correr imediatamente. Correr para reuniões, correr para produzir resultados, correr para consumir, correr para criar e resolver conflitos. Mas porquê e para quem? “LAUF” examina a fisicalidade própria de cada idade; uma fisicalidade que envolve cada centímetro do corpo, incluindo todas as pequenas células, mas também o complexo universo dos sentidos.

090_AntonioCabrita_LAUF1_cMEYER_ORIGINALS.jpgLAUF” é uma cocriação da coreógrafa Silke Z., do realizador e compositor sonoro André Zimmermann e do bailarino e criador de vídeo António Cabrita. Nesta produção, quatro géneros são misturados numa performance: o cinema encontra a dança, que encontra a coreografia, que encontra as artes multimédia – um choque de géneros que criam uma dependência entre o corpo, o filme, o som e cenário. Esta interdependência reconstrói um fluxo de memórias que pode já ter sido esquecido; ao mesmo tempo visões de um futuro possível de se construir – um guião subconsciente da vida.

149_AntonioCabrita_LAUF1_cMEYER_ORIGINALS.jpgOs artistas desconstroem todos os elementos, a fim de reconstruir um novo guião da vida, gerando uma nova linguagem performativa. Desde a infância, passando pela maturidade e, por fim, a morte, a fisicalidade humana e o movimento mudam permanentemente.

Como é que este movimento da própria vida influencia as decisões que tomamos?

Que encontros criam pontos de viragem essenciais na nossa vida e porquê?

Dança, som, cinema e multimédia envolvem a audiência de forma intensiva e levam-na numa viagem que começa na primeira e termina na última batida do coração – a batida da vida que corre através de todos os sentidos, que liga todas as células para criar algo maior.

 

Fotografias: António Cabrita

 

Centro Cultural de Belém - Pequeno Auditório (Lisboa)

11 e 12 de Dezembro 2015 | 21.00h

Márcio Faraco apresenta novo CD "Cajueiro” em 2016

Márcio Faraco é um dos maiores talentos da Música Popular Brasileira (MPB). Compositor, letrista, cantor, instrumentista e produtor, editou em agosto de 2014, pela editora francesa World Village/Harmonia Mundi, o seu oitavo trabalho “Cajueiro”.

pjz3_MarcioFaracosite.jpgRadicado há mais de vinte anos em França, Márcio não é um nome estranho à música nacional, nem aos nossos palcos: “Guia” (2010) é a faixa-título feita pelo brasileiro para o quarto álbum de António Zambujo. Em “Quinto” (2012), Zambujo canta o hit “Fortuna”, letra e música de Márcio Faraco e ainda “Nau-Frágil”. Na sua longa carreira Márcio Faraco acumula ainda parcerias com Chico Buarque – “Ciranda” de 2000 – e Milton Nascimento, no álbum “Um Rio” editado em 2008 e ainda com Nana Caymmi, entre outros.

Sobre “Cajueiro” a revista francesa Les inRockuptibles escreveu:

“Les arrangements sont tellement légers qu’on a vu ces chansons s’envoler, ramenées à la gravité par la voix douce et fragile de Màrcio Faraco (…) Majoritairement chanté en portugais, son huitième album s’inscrit dans la lignée d’une chanson brésilienne effleurée, acoustique, élégante et languide."

 

Centro Cultural de Belém – Pequeno Auditório (Lisboa)

16 de Março 2016 | 21.00h

 

Quintas do Conservatório (Coimbra)

17 de Março 2016 | 21.00h

 

Auditório (Espinho)

18 de Março 2016 | 21.30h

 

 

 

 

 

Cerimónia de Encerramento Caminhos Film Festival

Chegaram ao fim as sessões competitivas do festival Caminhos do Cinema Português. Ao longo de uma semana os espectadores do festival assistiram a cerca de duzentas obras fílmicas, distribuídas também por Selecção Diásporas, Reposições e Caminhos Mundiais com o país convidado Áustria. Depois de revelarmos durante o dia de ontem quais os vencedores sobrou à cerimónia de encerramento, além de entregar os prémios aos vencedores que conseguiram a deslocação à cidade, revelar o vencedor do Prémio do Público Chama Amarela.

caminhos 01.jpgO festival Caminhos do Cinema Português não teria razão de existência sem o público. É com a audiência em mente que se realiza, ano após ano, o certame de Coimbra. Ano após ano a audiência responde positivamente, frequentando tanto as actividades paralelas como as secções competitivas e nada melhor do que confiar também no público do Caminhos a atribuição de um prémio. Depois de anunciarmos os vencedores das restantes categorias, atribuídas pelos variados júris do festival, também os espectadores têm a sua opinião. O Prémio do Público Chama Amarela é este ano atribuído a “CINZENTO E NEGRO”, de Luis Filipe Rocha.

Distinguido também pelo Júri da Selecção Caminhos nas categorias de Actor Principal, a Filipe Duarte, e de Melhor Banda Sonora, a Mário Laginha, “CINZENTO E NEGRO” apresenta uma estória em que traição, roubo e fuga andam de braço dado com a vingança e a morte, rodeadas pela paisagem vulcânica dos Açores.

A cerimónia de encerramento do festival decorreu no Teatro Académico de Gil Vicente, com apresentação de Diana Taveira e Gonçalo Ribeiro e acompanhamento musical da Tuna Académica da Universidade de Coimbra. Ao palco subiram os vários painéis de júris, responsáveis pela atribuição dos prémios. Entre a plateia, Margarida Cardoso, realizadora de “Yvone Kane”, e vencedora com a distinção de Melhor Longa-Metragem foi uma das galardoadas presentes. Também na assistência Margarida Leitão, realizadora de “Gipsofilia” aceitou em Coimbra o seu prémio por Melhor Documentário. O vencedor do Grande Prémio do Festival – Portugal Sou Eu, Pedro Magano, por Irmãos, destacou o facto de se ter tratado da sua primeira obra enquanto realizador e agradeceu a toda a equipa que lhe tornou possível este momento. Também Vicente Niro, realizador do Melhor Ensaio Nacional por Niro esteve presente e aceitou o prémio.

caminhos 00.jpgApós um curto intervalo seguiu-se a exibição de dois dos filmes laureados no festival. “A Ultima Árvore Analógica”, de Jorge Pelicano, vencedora do prémio para melhor curta-metragem e “Yvone Kane”, de Margarida Cardoso. A cerimónia de encerramento do Caminhos pode ter terminado mas o festival propriamente dito termina apenas hoje.

O II Simpósio Internacional Fusões no Cinema mantém ainda sessões durante este sábado na Universidade Aberta e às 21:45 será possível rever nos cinemas NOS do Forum Coimbra os filmes Amélia & Duarte de A. Guimarães e M. Santos e ainda a longa Cinzento e Negro, de Luis Filipe Rocha. A exposição Os Anos d’Ouro do Cinema Português continuará ainda patente ao público na rua Visconde da Luz, à Baixa de Coimbra, até dia 15 de Dezembro.

“25” de Adele chega ao milhão em 10 dias…

25”, o album que marca o regresso da cantora britânica Adele, tornou-se o mais rápido disco a atingir a marca de 1 milhão de copias vendidas no Reino Unido, conseguindo essa proeza em apenas 10 dias. Nos Estados Unidos o álbum conta já com mais de 4 milhões de cópias vendidas em suporte fisico.

adele.jpegDe acordo com a Official Charts Company, o terceiro álbum de Adele bateu o anterior recorde, que era detido pelo igualmente terceiro álbum dos Oasis “Be Here Now”, que levou cerca de 17 dias para atingir a mesma marca no ano de 1997. O disco de Adele vendeu na primeira semana que foi editado cerca de 800.000 cópias. Mas não é só nas copias físicas que o disco atinge recordes, as vendas digitais bateram igualmente todos os recordes de downloads. Tudo indica e a apenas 3 semanas do final de 2015, “25” será mesmo o disco mais vendido neste ano.

O disco foi colocado à venda no passado dia 20 de Novembro em formato físico e digital nas mais diversas plataformas de venda, tendo ultrapassado o álbum “X” de Ed Sheeran até à data o mais vendido este ano. Recorde-se com o disco “25” não está disponível nas plataformas de streaming.

 

Paulo Homem de Melo

O “Futuro Eu” de David Fonseca em Estarreja

O regresso de David Fonseca às edições discográficas é marcado pelo fato de "Futuro Eu" ser cantado em Português. O disco, editado em finais de Outubro, foi apresentado no CCB a 30 de Outubro e na Casa da Música a 31 do mesmo mês. Na passada sexta-feira, e depois de alguns concertos realizados em Portugal e no Luxemburgo, foi a vez do Cine Teatro de Estarreja receber um ‘renovado’ David Fonseca.

DF03.jpgSala cheia para assistir a um novo “David” que cantou em Português mas que repescou como era de esperar, os seus clássicos em quase 2 horas de concerto, perante uma plateia rendida as transformações do cantor.

Em palco, um visual cuidado e desenvolvido para esta nova fase do artista, representando os vários motivos que estão subjacentes a este “Futuro Eu”.

DF02.jpgO concerto inicia-se com “Futuro Eu”…

David surge em palco com o seu fato azul/preto, semelhante ao do video com o mesmo nome, e envergando uma mascara gigante com a sua cara… Com uma disposição em palco diferente do normal, os músicos que o acompanham são colocados do lado direito do palco, enquanto que o cantor é precedido por ecrãs e espelhos que ao longo do concerto ilustram as suas músicas.

Chama-me que eu vou” é o tema que surge no alinhamento, tema incluído no novo disco bem como “Não dês só para tirar”, tema que surge ao som dos acordes e inicio do tema de Prince “When doves cry” que surge de introdução ao tema. Segue-se “A cry 4 love”, um já clássico da carreira de David Fonseca, fazendo que o público acompanhe o cantor, e que esteja quebrada a barreira entre a plateia e o palco.

David Fonseca fala do processo creativo do disco, que se “fechou” perto de Peniche em casa da Avó, que escreveu cerca de 40 novas canções para o disco e que depois ele próprio fez a escolha dos temas.

DF05.jpgAlternado entre novas faixas e os clássicos, e sem a presença de Márcia, ao contrario dos concertos no CCB e a Casa da Musica, interpreta a solo “Deixa ser” com um vídeo onde é possível ver David e Márcia de costas para o “palco”.

DF00.jpgKiss me…” é o mote para a parte mais agitada do concerto onde se seguem “Superstars II” e o já esperado “Stop 4 a minute” com o cantor, como habitualmente, fazer uma incursão pela sala escolhendo uma das cadeiras para o solo de guitarra da referida música, isto sem antes ter exaltado a que o público se “solta-se” mesmo estando entre conhecidos, contando alguns episódios da sua adolescência e equiparando Estarreja a Leiria.

DF06.jpgPara final do concerto, antes do encore, escolhe mais 3 temas do novo disco, temas pesados que falam dos seus receios, dos seus medos e até do seu “funeral”.

Mantendo um dialogo constante com o público fala de uma paixão por uma locutora da rádio em Leiria, recupera a história do anuncio do OLX que tinha marcado o concerto no CCB, e fala do maior embuste da música que são os “encores” falsos que os cantores têm por norma seguir no alinhamentos.

Sem aviso”, “What life is for” e “The 80’s” são os temas escolhidos para encerrar o concerto.

DF04.jpgQuando já não se esperava, eis que surge um ‘segundo encore’. Entra em palco, só, apenas com a guitarra e questiona o público sobre o que querem ouvir… Entre vários pedidos, o cantor resolve cantar um tema que já não apresentava à muito tempo… e eis que se surgem os acordes de “borrow”, cantado em acústico com o público. Segue-se “You know who I am”, cantado em acústico praticamente até ao final, até ser acompanhado pelos restantes músicos que, com “Agora é a nossa vez” finaliza o concerto.

DF07.jpgÀ semelhança de outras digressões, David Fonseca sabe reinventar a sua presença em palco. Sendo um disco cantado em Português e numa toada mais melancólica, consegue com os clássicos da sua carreira manter um público ‘agarrado’ ao concerto e agitar a sala com a sua energia em palco.

 

Alinhamento do concerto:

  1. Futuro Eu
  2. Chama-me que eu vou
  3. Não dês só para tirar
  4. A cry 4 Love
  5. Deixa a tua voz depois do Tom
  6. Só uma canção no mundo
  7. Someone
  8. Deixa ser
  9. Kiss me
  10. Superstars II
  11. Stop 4 a minute
  12. Funeral
  13. Hoje eu não sou
  14. Eu já estive aqui
  15. Sem aviso (Encore 1)
  16. What life is for (Encore 1)
  17. The 80’s (Encore 1)
  18. Borrow (Encore 2)
  19. You know who I am (Encore 2)
  20. Agora é a nossa vez (Encore 2)

 

Reportagem e fotografias: Paulo Homem de Melo

 

Mais fotografias do concerto aqui

 

 

 

 

 

1ª Gala Solidária de Natal IPO Lisboa

A Gala do IPO este ano desenrola-se no formato Eduardo Madeira Convida...

Gala IPO.jpgO humorista será o anfitrião de uma noite recheada de estrelas da música e da comédia. Paulo Gonzo, Luis Represas, Virgem Suta, ÀTOA, Luís Represas,João Só, Manuel Marques, Luís Filipe Borges, António Raminhos, Joel Rodrigues e Joana Machado são os nomes que compõem o elenco desta noite onde a solidariedade e o espectáculo se vão encontrar no palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

Nicolau Breyner será o padrinho desta gala que conta com a produção de Tomás Mello Breyner.

 

Casino do Estoril

8 de Dezembro de 2015 | 21.30h